CANATIBA TÊXTIL

worldfashion • 10/03/22, 14:39

caminhao-1A empresa e a Transportes Maroso iniciaram um projeto piloto de transporte sustentável que visa de reduzir sensivelmente as emissões de CO² nas entregas de tecidos na Grande São Paulo, utilizando um caminhão movido à energia elétrica.

caminhao-3Trata-se de um veículo com capacidade para transportar 5 toneladas e autonomia para percorrer cerca de 240 quilômetros com uma carga de bateria. Essa distância corresponde ao trajeto de ida e volta, da base da Maroso em Campinas até a capital.  As emissões de um veículo com as mesmas características movido à diesel, somam cerca de 50 toneladas anuais de CO² na atmosfera. Outra vantagem é a economia potencial. O caminhão, funciona sem troca de marchas, movido por um motor que, em função da energia elétrica, tem dez vezes menos itens de manutenção que um veículo comum. O CO² é responsável por cerca de 60% do efeito-estufa, causado pela destruição da camada de ozônio da atmosfera. O gás é proveniente da queima de combustíveis fósseis (carvão mineral, petróleo, gás natural, etc), queimadas e desmatamentos.

caminhao-4A Transportes Maroso e a Canatiba são parceiros há oito anos. A transportadora leva os tecidos Canatiba para oito Estados brasileiros. A eletrificação da frota está no horizonte de ambas as empresas comprometidas com uma cadeia produtiva 100% sustentável e atentas à evolução das novas tecnologias nos seus segmentos.

Fundada em 2002, sediada em Palotina (PR), a Transportes Maroso conta com uma frota 100% rastreada, formada por caminhões e carretas com três anos de uso, em média.

da redação com informações do Ronald Sclavi   imagens: fotos/divulgação

GRUPO LENZING (*)

worldfashion • 09/03/22, 10:54

ltl-lenzing-tailândia-co-10O Grupo Lenzing, fornecedor líder mundial de fibras especiais à base de madeira, anunciou no último dia 03 de março em Prachinburi (Tailândia), a conclusão bem sucedida da expansão de liocel na Tailândia. Esta nova fábrica no mundo com capacidade nominal de 100.000 toneladas por ano, iniciou-se dentro do cronograma e uma maior demanda de produção ainda melhor a aumentar dos clientes por fibras de liocel da marca TENCEL™

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lenzing20180103006lenzing20180103012Para a Lenzing, o projeto também representa um passo importante para fortalecer sua posição de liderança no mercado de fibras especiais e para um futuro livre de carbono. A construção da fábrica da fábrica 304 em Prachini, cerca de 150 quilômetros ao nordeste de Bangkok, não começou segundo a fábrica 2019 e localizada em conformidade com o planejado, apesar dos desafios do COVID-19. O recrutamento e integração de novos funcionários foram bem sucedidos. Os investimentos (CAPEX - Capital Expenditure) totalizam aproximadamente em 400 milhões de euros.

LenzingAG_CEO_Prinzhorn“Estamos muito importantes com essa conquista. Nossos sinceros agradecimentos e especialmente à equipe da realidade do mundo, mas também a nossa equipe de forças do mundo, que uni projeto em nossa equipe global em todos os tempos de pandemia para tornar este muitas partes fundamental. Entregar um tão grande e dentro do orçamento é um tempo conquistado notável, dados dos desafios da pandemia global”, Cord Prinzhorn, CEO do disse Lenzing Group.

baixar-1Robert van de Kerkhof, Membro do Conselho de Administração, concordou com ele e acrescentou: “A demanda por nossas fibras especiais biodegradáveis à base de madeira sob as marcas TENCEL™, LENZING™ ECOVERO™ e VEOCEL™ estão crescendo muito bem.  Na Ásia, em particular, vemos um enorme potencial de crescimento para nossas marcas com base em inovação.  Com o início da produção da fábrica de lyocell na Tailândia, a Lenzing atingiu um marco importante em sua jornada de crescimento, apoiando nosso objetivo ambicioso de tornar as indústrias têxteis e não-tecidos mais sustentáveis”.

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A poluição do meio ambiente – especialmente a poluição marinha – é um dos maiores problemas do nosso tempo.  A indústria da moda tem um impacto extremamente negativo no meio ambiente com seu modelo de negócios fast fashion e o crescente consumo de recursos fósseis.  O processo de produção de liocel é o método mais moderno de produção de fibras a partir da madeira.  Tem sido aplicado com sucesso em escala industrial há cerca de 30 anos e é particularmente ambientalmente responsável.  A ideia subjacente do processo de liocel é dissolver e processar a polpa em circuito fechado sem qualquer derivatização química.

ltl-nov-2021-14A Lenzing continuará expandindo a sua capacidade de produção de fibras de liocel de acordo com sua estratégia sCore TEN, que visa gerar 75% de sua receita de fibra a partir de fibras especiais eco-responsáveis, como fibras  TENCEL™, LENZING™ ECOVERO™ e VEOCEL™até 2024.

A planta da Tailândia  oferece espaço para várias linhas de produção.  O investimento na primeira fase já inclui infraestrutura geral que beneficiaria a expansão futura.  No entanto, a Lenzing continuará procurando oportunidades para expandir a produção de liocel também em outras partes do mundo.

Meta de um futuro de zero carbono

LenzinAG_Industrie“Os investimentos na Tailândia e em outros locais da Lenzing, tem todo apoio do mundo, não apenas pelo processo e transformação, para tornarmos um fornecedor de fibras especiais ecologicamente corretas, mas também pela implementação de nossas ambiciosas metas climáticas, aumentando ainda mais o valor de nossa empresa”, disse Cord Prinzhorn  .

Em 2019, a Lenzing assumiu o compromisso estratégico de reduzir suas emissões de gases de efeito estufa por tonelada de produto em 50% até 2030. A meta é ser neutra em relação ao clima até 2050. Devido à infraestrutura estabelecida, o local na Tailândia pode ser abastecido com  energia biogênica e contribuem significativamente para a proteção do clima.

ltl-nov-2021-15Juntamente com o projeto chave no Brasil e os investimentos substanciais nas plantas existentes na Ásia, a Lenzing está atualmente implementando o maior programa de investimento em sua história corporativa (com mais de aproximadamente 1,5 bilhão de euros).  A Lenzing continuará a conduzir a execução de seus projetos estratégicos, que devem contribuir significativamente para os resultados a partir de 2022.

(*) O Grupo Lenzing defende a produção ecologicamente responsável de fibras especiais feitas a partir da matéria-prima renovável madeira. Como líder em inovação, a Lenzing é parceira de fabricantes globais de têxteis e não tecidos e impulsiona muitos novos desenvolvimentos tecnológicos.

As fibras de alta qualidade do Grupo Lenzing formam a base para uma variedade de aplicações têxteis, desde roupas femininas elegantes até jeans versáteis e roupas esportivas de alto desempenho.  Devido à sua alta qualidade consistente, sua biodegradabilidade e compostabilidade, as fibras Lenzing também são altamente adequadas para produtos de higiene e aplicações agrícolas.

thailand-employees-2O modelo de negócios do Grupo Lenzing vai muito além de um produtor tradicional de fibras.  Juntamente com seus clientes e parceiros, a Lenzing desenvolve produtos inovadores ao longo da cadeia de valor, criando valor agregado para os consumidores.  O Grupo Lenzing busca a utilização e o processamento eficientes de todas as matérias-primas e oferece soluções para ajudar a redirecionar o setor têxtil para uma economia de ciclo fechado.  Para reduzir a velocidade do aquecimento global e cumprir as metas do Acordo Climático de Paris e do “Acordo Verde” da Comissão Europeia, Lenzing tem uma visão clara: tornar realidade um futuro de zero carbono.

header_konzernteaser_fasern1Principais fatos e números Lenzing Group 2020

Receita: 1,63 bilhão de euros

Capacidade nominal: 1.045.000 toneladas Funcionários: 7.358

TENCEL™, VEOCEL™, LENZING™, REFIBRA™, ECOVERO™, LENZING MODAL™, LENZING VISCOSE™, MICROMODAL™ e PROMODAL™ são marcas comerciais da Lenzing AG.

da redação com informações de Dominic Köfner - Relações Públicas da Lenzing Áustria imagens: fotos/divulgação

TIP TOP

worldfashion • 08/03/22, 08:53

20220113104158-001-6A empresa que comemora neste ano, 70 anos, conta um pouco da sua história e trajetória até os dias de hoje.

Nascido na Romênia, Eugênio, já falecido, vivia em Israel quando teve que deixar o país em função da Guerra da Independência, em 1948. A pedido do pai, foi para a Europa encontrar um lugar melhor para a família viver. Por cerca de um ano ficou andando pelo continente, até que chegou a Paris, na França, onde conseguiu mudar seu nome e trocar os documentos, passando a se chamar Eugênio Saverin. Com a mudança do nome, e então livre da perseguição que os judeus sofriam naquela época, Saverin conseguiu um visto para a América Latina, chegando ao Brasil em 1949.

20220113104158-001-420220113104158-001-5Aqui, foi trabalhar na multinacional Philips, onde conheceu sua futura esposa, Nadia Saverin. Depois do casamento, os dois deixaram a multinacional para trabalhar na empresa fundada por Max Spira, pai de Nadia e que estava crescendo, essa era jornal-folha-da-manha-771-anu-769ncio-tip-top-mappinpng-anos50a Tip Top.

Mais de 70 décadas depois, Roberto Saverin, neto do fundador da Tip Top, é quem conta essa história: hoje com 68 anos, Roberto Saverin relembra a trajetória da empresa, atrelada a história do avô Max Spira, que vivia na ex-Iugoslávia, hoje Croácia e que por conta da perseguição nazista aos judeus precisou deixar a Europa. Max foi com a esposa e a filha para o Quênia, na África, onde permaneceu por 10 anos. Deixou o negócio de roupas de lado e comprou uma pequena fazenda de café, que foi o sustento da família em sua passagem pelo continente africano.

rua-do-bosqueEm 1949, vieram ao Brasil e, pouco depois de chegar aqui, Max retomou a confecção de roupas para bebês e crianças com uma fábrica no bairro do Bom Retiro, em São Paulo, foi o começo da Tip Top.

Roberto Saverin, seguindo os passos do pai, Eugênio Saverin e da mãe, Nadia Saverin, também trabalhou na Tip Top, de 1977 a 1983, depois de estudar tecnologia têxtil na Inglaterra. Ele fez a viagem acompanhado da esposa, Sandra, que lá estudou modelagem. Na volta, o conhecimento adquirido foi todo colocado em prática na fábrica da Tip Top. “A Sandra ficava na modelagem e trazia ideias de fora, viajava muito para isso”, recorda Roberto Saverin. “Eu chegava na fábrica cedo e ficava na tecelagem, apoiando o desenvolvimento de tecidos e a produção.”

seu-euge-770nioLogo depois disso, em 1987, Eugênio Saverin vendeu a fábrica para a TDB Têxtil David Bobrow, empresa fundada em 1933 e que até hoje comanda a Tip Top. Atualmente, e desde 1995, o CEO da empresa é David Bobrow, neto do fundador da TDB.

A TDB, conta Roberto Saverin, conseguiu realizar um sonho antigo seu, que era levar a Tip Top para o varejo, com lojas próprias. “Na época que apresentamos essa ideia, a ‘velha guarda’ não aprovou”, diz. Isso porque, na visão de Eugênio Saverin, ir para o varejo com lojas próprias geraria uma concorrência com os grandes magazines que já vendiam as peças da Tip Top, como o Mappin e a Mesbla. “Havia espaço para todo mundo, mas naquela época nem todo mundo percebia isso”.

foto_david_brobow_tiptop_crecc81dito-douglasmoreiraDavid Bobrow conta que, quando assumiu a Tip Top e decidiu ir para o varejo, enfrentou a mesma resistência dos gestores mais antigos. “Os grandes magazines eram o ‘core’ do negócio, representavam 70% das vendas, e os outros 30% ficavam com as multimarcas.”

Mas em 2008 iniciou a ida para o varejo. “Percebi que teríamos que ir para o varejo para melhorar a nossa margem”, conta Bobrow. Assim, a Tip Top inaugurou a sua primeira loja, no Bourbon Shopping, em São Paulo – em funcionamento até hoje como loja própria. Na época era uma loja-piloto já com “business plan” para o projeto de expansão por franquia. A marca operou a unidade por seis meses e partiu para o modelo de franchising, abrindo cinco lojas franqueadas no primeiro ano – todas com pessoas do relacionamento da Tip Top. Dois franqueados, por exemplo, eram ex-gerentes de dois grandes magazines que compravam da Tip Top em grandes quantidades.

Bobrow conta que, nesse processo de migração, rapidamente chegou à conclusão que não entendia nada de varejo. “Fui atrás de profissionais qualificados no mercado para me ajudarem nessa nova etapa e para que a gente pudesse crescer rápido e de forma sustentável.” Naquela época, a previsão da consultoria que fez o projeto de expansão traçou a meta de 100 lojas em cinco anos. “Achei surreal, mas realmente aconteceu.”

Com o varejo tomando corpo com lojas próprias e franqueadas, a Tip Top foi parando de vender nos grandes magazines. Principalmente por causa de preço, já que a margem era bem apertada. As multimarcas continuaram na estratégia de vendas da companhia e hoje representam cerca de 55% dos negócios. O restante fica com a rede de franquias.

Em 2012, a Tip Top ampliou suas opções de loja lançando a mega store que vende, além de roupas, acessórios como carrinhos, mamadeiras e tudo mais para o enxoval do bebê. É um modelo de negócio que img-63521requer um espaço maior – as mega store têm cerca de 150 metros quadrados – e investimento de aproximadamente R$ 650 mil.

Durante a pandemia, a marca fortaleceu seu e-commerce. Antes restrito às vendas da franqueadora, passou a abarcar as lojas franqueadas também. Foi também na pandemia que a Tip Top promoveu o redesenho da marca e a repaginação de seus identidade visual, incluindo um novo projeto para as lojas. Ao adotar o img-63461novo visual, a loja do Shopping Bourbon – primeira inaugurada pela marca, em 2008 – alcançou a liderança de vendas no ano passado. “As lojas com o projeto novo estão com resultados melhores”, diz Bobrow. “Não dá só para pensar em apagar o fogo, no caso os desafios da pandemia. A gente tem que ir resolvendo outras frentes também”, diz o CEO, mostrando que a Tip Top não fica parada no tempo.

A rede de franquias Tip Top, de roupas e acessórios para bebês e crianças, recuperou o nível de vendas pré-pandemia. A marca encerrou 2021 com faturamento 56% maior que 2020 e 3% maior que 2019. No ano passado, foram 20 inaugurações de lojas e, para 2022, a meta é abrir mais 40 unidades. A receita deve crescer entre 35% e 40% este ano.

Antes focada completamente em shopping center, a Tip Top agora analisa caso a caso. “Antes da pandemia era só shopping, mas mudamos um pouco o nosso olhar em relação a isso. Cada cidade tem um perfil, e temos que entender esse perfil para decidir se a unidade terá melhor desempenho na rua ou em shopping”, explica David Bobrow, CEO da Tip Top.

tiptop-loja1O investimento em uma nova loja Tip Top varia entre R$ 310 mil e R$ 650 mil. Há três opções de franquia: loja tradicional (roupas e acessórios infantis), outlet (ofertando coleções passadas) e Mega Store (especializada em carrinhos, cadeirinhas, enxovais e, é claro, roupas).

da redação com informações da MD Assessoria & Comunicação   imagens: fotos/divulgação

ASSINTECAL

worldfashion • 03/03/22, 16:33

downloadA Associação das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (ASSINTECAL) participará da próxima 45ª edição da Feira Internacional de Couros, Produtos Químicos, Componentes, Máquinas e Equipamentos para Calçados e Curtumes (Fimec)  e levará mais uma edição do Projeto Comprador Internacional, desenvolvido pela associação e realizado no âmbito do By Brasil Components, Machinery and Chemicals, programa de apoio às exportações do setor, em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), o projeto prevê a realização de rodadas de negócios entre empresas fornecedoras e 12 importadores da Colômbia, Guatemala, Equador, República Dominicana e Peru. Considerada uma das principais feiras de máquinas e insumos para o setor calçadista na América Latina, a Fimec acontecerá entre os dias 8 a 10 de março, na Fenac, em Novo Hamburgo/RS.

1Participarão das rodadas, que acontecerão nos dias 7 e 8 de março no estande da Assintecal (4142), os grupos Curtipieles (Colômbia), Procpieles (Colômbia), Andicalzado (Colômbia/Equador), Bosi (Colômbia), Calzado 3025 (Colômbia), Iron Group (Colômbia), Saga (Colômbia), Uniroca (Colômbia), Grupo JC WYN (Guatemala), Grupo Coban (Guatemala), Euro Components Suppliers (República Dominicana) e Manrique (Peru).

c6f93e6c-7bcb-4bce-bca0-060e5580efe5Somando uma produção de mais de 3,4 milhões de pares todos os anos, serão nove empresas de calçados e mais três curtumes presentes nas rodadas. “As expectativas são muito positivas. Os mercados latino-americanos, desde o ano passado, vêm sendo os motores do crescimento das exportações de componentes brasileiros”, avalia o gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior (foto à esquerda). Depois de encerrar o ano passado com incremento de 22% (US$ 410,3 milhões), as exportações de componentes para calçados aumentaram 17% no primeiro mês de 2022, no comparativo com janeiro passado. Conforme dados da Assintecal, foram exportados mais de US$ 37 milhões em componentes para 76 destinos, sendo que 51 deles aumentaram suas importações de materiais verde-amarelos. “Dos quatro principais destinos das exportações do setor, três são da América Latina. É um mercado que vem crescendo com mais força do que os demais”, acrescenta Júnior.

Sobre o By Brasil Components, Machinery and Chemicals

Os fabricantes brasileiros que integram o setor de componentes interessados em ampliar suas relações comerciais com o mercado externo têm a oportunidade de participar, assim como outras 300 empresas, do projeto By Brasil Components, Machinery and Chemicals, realizado pela Assintecal, ApexBrasil e Abrameq, que pretende promover um bom desempenho das exportações e, consequentemente, do setor. O projeto possui soluções adequadas a cada nível de internacionalização, mantendo ao alcance das empresas ações de promoção comercial, inteligência, capacitação, entre outros. Para mais informações, entre em contato por meio do e-mail: relacionamento@assintecal.org.br.

Sobre a ApexBrasil

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. A Agência realiza ações diversificadas de promoção comercial, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, e visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira.

Sobre a Assintecal

Há três décadas a Associação Brasileira de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) atua diretamente na expansão de seu setor coureiro-calçadista. Seu trabalho é reconhecido pela força e diálogo com todas as esferas governamentais, pela consolidação do mercado internacional e pelo desenvolvimento em pesquisas e conteúdo de moda. A entidade responde por um setor que possui 3 mil empresas.

da redação com informações da DCR - Assessoria de Imprensa imagens: fotos/divulgação

VALMET

worldfashion • 02/03/22, 10:05

fibra-textilEm 2021, a Valmet, líder global no fornecimento e desenvolvimento de processos, tecnologias, automação e serviços para os segmentos de celulose, papel e energia, anunciou dois grandes projetos na indústria têxtil, considerando que a tecnologia de celulose e papel se expande para a nova indústria têxtil.

Assim a empresa entregará os principais equipamentos para a planta de reciclagem têxtil da Renewcell, na Suécia, além de implantar a tecnologia de secagem para a fábrica de fibras têxteis da joint venture Spinnova-Suzano.

rickardandesson_valmet“A maior parte dos resíduos têxteis no passado foi para aterros sanitários, e até mesmo o tecido reciclado foi usado em uma aplicação de baixo valor agregado – por exemplo, como enchimento de móveis. A tecnologia da Renewcell é resultado de um amplo desenvolvimento de produtos e traz um novo produto de celulose solúvel para o mercado têxtil. A planta utiliza as tecnologiasde preparação de masa, branqueamento e secagem da Valmet. Projetos como esse oferecerão novas oportunidades em toda a cadeia de valor”, diz o vice-presidente de negócios de processamento de fibras da Valmet, Rickard Andersson. (na foto acima à direita)

O uso de tecidos sustentáveis também está bem alinhado com a missão da Valmet de converter recursos renováveis em resultados sustentáveis. Na reciclagem têxtil, o potencial está atualmente se concentrando fortemente no mercado europeu, onde a União Europeia planeja interromper os aterros têxteis até 2025, e está pressionando cada vez mais por maior reciclagem de roupas.

jarivahapesola_valmetNo Brasil a fábrica da Spinnova-Suzano produzirá fibra têxtil a partir de celulose ou fluxos de resíduos sem produtos químicos nocivos, com uso e emissões mínimas de água e sem desperdícios. “Existe um grande potencial para as tecnologias e experiência exclusivas da Valmet nos novos processos têxteis emergentes de base biológica. A colaboração com a Spinnova é um excelente exemplo do nosso forte foco na criação de inovações tecnológicas e como podemos criar novas oportunidades na indústria de fibras. E estamos constantemente desenvolvendo novos produtos e tecnologias”, afirma Jari Vähäpesola, presidente da linha de negócios de papel da Valmet.(na foto ao lado)

A visão da Valmet é se tornar líder global no atendimento aos clientes, com o escopo completo de fornecimento que inclui fábricas de celulose, linhas de fabricação de papel, cartão e tissue, além de plantas para geração de bioenergia. Os serviços abrangem desde manutenção e peças de reposição até melhorias nas fábricas. Já as avançadas soluções em automação da Valmet englobam desde simples medições até projetos de automação completos em toda a planta fabril, otimizando o uso de matérias-primas e energia. A Valmet possui mais de 14 mil colaboradores em todo o mundo e, na América do Sul, opera com unidades em Araucária (PR), Sorocaba (SP), Belo Horizonte (MG), Imperatriz (MA) e Concepción, no Chile.

da redação com informações da Central Press   imagens: fotos/divulgação

The LYCRA Company (*)

worldfashion • 25/02/22, 17:04

the-lycra-company-fabrica-foshan-china1Alinhada com suas metas globais, a empresa começa o ano com novidades que reforçam seu compromisso com o meio ambiente e a circularidade. A empresa foca no desenvolvimento de soluções de fibras e tecnologia para o setor têxtil, e apresenta as ações focadas em sustentabilidade.

As novidades são: as fibras LYCRA® DUAL COMFORT e THERMOLITE® EcoMade, a certificação de sustentabilidade de sua maior fábrica, em Foshan (China) e aqui no Brasil a parceria com a Roupateca.

Essas novidades visam ampliar a promoção de ações ambientais que se intensificaram nos últimos anos. Desde 2008, foi implementado o Planet Agenda, projeto que define o compromisso da empresa com a sustentabilidade de seus processos operacionais e de produção, englobando todos os aspectos do negócio da empresa.

O Planet Agenda estabelece três ambições de sustentabilidade para a The LYCRA Company que há anos já seguem em prática:

• Excelência na Fabricação para minimizar o impacto ambiental, conservando recursos, reduzindo emissões e eliminando desperdício em suas fábricas;

• Sustentabilidade de Produtos com a oferta de produtos competitivos que satisfaçam as necessidades dos mercados de vestuário usando menos recursos além de melhorar o desempenho ambiental de todos os tecidos; e

• Responsabilidade Corporativa, protegendo a saúde e a segurança dos trabalhadores e comunidades.

tecnologia-lycra-dualcomfort

LYCRA® DUAL COMFORT

A nova  tecnologia une funcionalidade com recursos sustentáveis para as confecções e fábricas de tecidos, características tão desejadas pelo consumidor atualmente. A produção é feita com o fio LYCRA® T400® EcoMade, de material reciclado e renovável, reduzindo o impacto ambiental se comparado com as fibras virgens. Além da preocupação com a sustentabilidade, a linha mantém a qualidade do fio LYCRA® que garante a liberdade de movimento sem deforma do fio aliando o conforto térmico.

“Agora que experimentamos conforto durante todo o dia, esperamos roupas versáteis feitas de tecidos sustentáveis que proporcionam a liberdade de adotar um estilo de vida casual e confortável”, disse Ebru Ozaydin, diretora estratégica de marketing da The LYCRA Company.

THERMOLITE® EcoMade

É um fio produzido com 100% de resíduos têxteis, reciclando um material que seria enviado para aterros sanitários ou incineradores. São várias etapas de produção para transformar essa matéria-prima em um tecido tecnológico de alto desempenho com isolamento térmico que passam por: despolimerização e refino, formação de fios e produção de isolamento.

Inicialmente, a novidade é oferecida em duas versões de isolamento - tanto acolchoados finos quanto médios feitos com fibras recicladas. Ambas oferecem durabilidade e excelentes níveis de desempenho combinados com credenciais de sustentabilidade incomparáveis para a indústria. Os níveis de calor por unidade de peso e outras características de isolamento atendem às mais altas expectativas da indústria hoje.

Ao utilizar resíduos têxteis como insumo para a fabricação de fios, a The LYCRA Company está fornecendo uma solução para ajudar a indústria a lidar com seu problema de geração de resíduos, além de criar um ponto de partida para a circularidade.

HiggFEM

A verificação Higg FEM é baseada no percentual de questões concluídas e verificadas numa autoavaliação, relacionadas aos seus sistemas de gestão ambiental, utilização de energia, emissões de gases de efeito de estufa, utilização da água, águas residuais, emissões atmosféricas, gestão de resíduos e gestão de produtos químicos. O Higg FEM faz parte de um conjunto de ferramentas desenvolvido pela Sustainable Apparel Coalition, uma aliança global sem fins lucrativos com mais de 270 stakeholders na indústria da moda.

Localizada em Foshan, na China, a unidade fabril  recebeu no início do ano uma pontuação alta no seu Módulo Ambiental para Instalações Industriais (HiggFEM), auditada por terceiros.

“Foshan é a primeira de nossas seis instalações globais de fabricação a passar pela verificação Higg FEM. Estamos entusiasmados por alcançar uma pontuação tão alta em nossa primeira avaliação”, disse Choon Hueei Beck, gerente da fábrica de Foshan, na The LYCRA Company.

PARCERIA ROUPATECA

featured_image1Roupateca é o primeiro serviço de guarda-roupa compartilhado do Brasil que funciona à base de assinatura mensal, fundado em 2015, a empresa vem liderando o movimento de moda circular no Brasil. Já atraiu centenas de assinantes com sua curadoria de estilo plural. E a The LYCRA Company fechou parceira com a plataforma de assinatura leia sobre no link da World Fashion Revista - link https://bit.ly/3hlvOxv

(*) A The LYCRA Company inova e produz soluções em fibras e tecnologia para as indústrias de vestuário e cuidados pessoais. Sediada em Wilmington, Delaware, a The LYCRA Company é reconhecida mundialmente por seus produtos inovadores, conhecimento técnico e suporte inigualável em marketing, e é proprietária de marcas como LYCRA®, LYCRA HyFit®, LYCRA® T400®, COOLMAX®, THERMOLITE®, ELASPAN®, SUPPLEX® e TACTEL®. O legado da The LYCRA Company iniciou-se em 1958 com a invenção do fio de elastano original, o fio LYCRA®. Hoje, a empresa está focada em agregar valor aos produtos de seus clientes, desenvolvendo inovações para atender às necessidades do consumidor por conforto e durabilidade.

da redação com informações da Inovaetc  imagens: fotos/divulgação

Canatiba Textil

worldfashion • 25/02/22, 15:14

images2A empresa anuncia a reestruturação comercial, que será dividindo em três unidades de negócios com gestão especializada, e muda o nome para Canatiba Textil, que sustentará esse novo capítulo de uma história com mais de meio século.

downloadAs três divisões que integram o novo conceito da indústria são Denim, Special Fabrics e Utilitárius.  Desta forma vão oferecer um melhor atendimento às necessidades e exigências de cada mercado. As equipes comerciais são exclusivas para atender a cada segmento com o profissionalismo adequado a cada realidade.

canatiba-textil

Denim - O sangue azul continua correndo nas veias da tecelagem que tem no pioneirismo e na tecnologia suas marcas registradas. O Denim segue como carro-chefe, avançando na direção de soluções que aliam conforto, qualidade e design.  Mesmo durante o período de pandemia, a Canatiba desenvolveu novas tecnologias como Demax, Elastopol, Trio Core e Triple Dry, em busca da adequação do jeans aos novos hábitos de consumo pautados pelo isolamento social e o home office. A equipe de vendas segue atuando em todas as frentes desse segmento, das confecções espalhadas pelo país aos magazines e redes de varejo e no mercado internacional em busca de soluções sustentáveis, alinhadas com as tendências internacionais de moda.

Special Fabrics - reúne tecidos coloridos, maquinetados, PT’s e estampados que agora contam com um time que partirá em busca de novos horizontes, para além do jeanswear, em outros setores da moda, como a alfaiataria, por exemplo. Esse time permitirá à tecelagem explorar melhor suas potencialidades industriais. É o caso da estamparia digital que vem crescendo com designs exclusivos, trabalho que envolve uma interface entre os setores criativos dos clientes e a área de desenvolvimento da Canatiba. Aqui o trabalho se dá com foco nos detalhes, acompanhando, a cada coleção, as expectativas das marcas, em uma sintonia conceitual que fala a língua do mundo fashion, em constante transformação.

Utilitárius - esta divisão é a grande novidade da empresa que passou dois anos em pesquisa para o desenvolvimento de produtos específicos para a uniformização. Durabilidade, ciclos de lavagem, conforto e garantia na reposição, estão entre as características mais importantes desse segmento.

1d7d55900369dbbf34d436be7f3570341Outro ponto fundamental é o controle do escoamento da matéria-prima. “Como já fazemos no Denim e Special Fabrics, estamos preparados para estocar os tecidos para os nossos clientes que utilizarão as bases na medida da sua necessidade”, explica Darci Covolan, sócio fundador da empresa no comando da área comercial.

A cadeia de uniformização tem atores diferentes do universo da moda. Atuam nessa área os departamentos de marketing das grandes empresas, além de desenvolvedores especializados em uniformes, tudo na mais absoluta sincronia com a facções e Private Labels.

Em redes de varejo por franquia, por exemplo, uma demanda de grande porte torna-se uma exigência mínima a cada pedido, de uma nova loja ou quiosque inaugurado. Essa gestão, envolve um know how que a Canatiba desenvolveu em outras áreas e agora disponibiliza para esse segmento.

Outro ponto importante é a questão da sustentabilidade. O conjunto de certificações obtido pela Canatiba, confere à empresa um passaporte carimbado para integrar o mundo dos uniformes como elo de uma cadeia das mais exigentes.

“E podemos agregar com tecnologias desenvolvidas para o Denim e Special Fabrics agora incorporadas aos tecidos Utilitárius, conferindo características de conforto e desempenho incomuns nesse mercado”, afirma Darci.

img_06631Com esta reestruturação, a empresa permitirá que os segmentos Special Fabrics e Utilitárius alcancem até 2023 a casa de 15% da produção total da empresa, com a ativação de sua capacidade produtiva, utilizando a estrutura industrial existente.

O novo conceito foi iniciado com êxito na última edição da Colombiatex  e agora alcança o mercado brasileiro com um calendário comercial agressivo em uma estrutura que envolve 06 showrooms e 53 representantes atendendo o mercado nacional e internacional.

A Canatiba Textil reencontra suas origens em busca de um futuro de crescimento e inovação gerando valor para a cadeia têxtil e reafirmando seu compromisso com a indústria nacional.

da redação com informações do Ronald Sclavi   imagens: fotos/divulgação

NILIT® (*)

worldfashion • 24/02/22, 17:11

14Empresa líder global em Nylon 6.6 de alta qualidade para vestuário e proprietária da marca de consumo sustentável SENSIL®, anunciou mudanças organizacionais que reforçam o compromisso da empresa em liderar a indústria têxtil e de vestuário para uma posição mais sustentável no mercado global.

Sagee Aran lidera a partir de agora iniciativas de desenvolvimento e comercialização de produtos, e Michelle Lea ingressou na empresa para dirigir programas de marketing em todo o mundo.

“Estou feliz em anunciar essas novas ilan-melameds-2posições de liderança em nossa organização. Elas nos ajudarão a aproveitar o progresso significativo que fizemos para estabelecer a NILIT como o fornecedor mais avançado de produtos de Nylon premium sustentáveis”, diz Ilan Melamed, gerente geral da NILIT.

“A sustentabilidade requer criatividade e colaboração em toda a cadeia de valor, da fibra ao consumidor. Com essa nova estrutura, a empresa desenvolverá e implementará mais rapidamente inovações de Nylon premium sustentáveis que atraem o crescente segmento atual de consumidores conscientes de vestuário” completou.

A NILIT lançou recentemente vários produtos de Nylon premium no portfólio SENSIL®, SENSIL® BioCare, por exemplo, foi especialmente desenvolvido para se decompor rapidamente em condições anaeróbicas em água do mar e aterros sanitários, reduzindo a persistência de resíduos têxteis especialmente nos oceanos.

screen-shot-2022-02-23-at-120002-pmSensil® WaterCare elimina 100% da água, produtos químicos, energia e poluição associados ao processamento de tingimento têxtil tradicional.

E está se preparando para lançar outros produtos sustentáveis SENSIL® nos próximos meses. A mais recente inovação é um Nylon premium inovador que integra biomateriais renováveis não-fósseis feitos de resíduos pós-consumo. Este produto inovador será a base para um vestuário sustentável baseado na redução de resíduos e contribuirá significativamente para a redução das emissões de CO2 sem sacrificar o desempenho, a durabilidade ou a estética dos produtos convencionais. A empresa está trabalhando com várias marcas ao redor do mundo para apresentar este Nylon que muda o jogo na indústria têxtil e ajuda a transformá-la para o futuro.

michelle-lea_sagee-aranSageem Aran como Diretor de Inovação e Sustentabilidade, continuará expandindo o portfólio SENSIL® com produtos de moda e desempenho de valor agregado ambientalmente responsáveis e deve impulsionar sua implementação, por meio de parcerias com tecelagens, marcas e varejistas.

E a Michelle Lea na nova função como vice-presidente de marketing global, conectará o portfólio SENSIL® a consumidores conscientes por meio das marcas e varejistas que eles apoiam. Lea tem experiência em marketing de marca desenvolvida em marcas líderes de tecidos e vestuário de alta performane na W. L. Gore e na Reebok, e dará continuidade ao seu trabalho comercializando os produtos premium SENSIL® que inspiram o design sustentável.

(*) A NILIT® é líder global de fibras de alta performance e moda de Nylon 6.6 sustentáveis. A empresa, fundada em Israel em 1974, possui quatro instalações de manufatura verticalmente integradas e escritórios globais atendendo sua base de clientes na EMEA, Ásia, LATAM e América do Norte.

da redação com informações da Ag Três  imagens: fotos/divulgação

VAREJO DIGITAL

worldfashion • 23/02/22, 10:11

artificial-photography-vb5qtt8x4na-unsplashCada vez mais o comércio necessita de tecnologia e logística para acompanhar as mudanças das vendas on-line e atender melhor o seu consumidor. As ferramentas são diversas, há então a necessidade de conhecer empresas que tenha a solução adequada, para o seu modelo de negócios. Leia no artigo de Antonio Castilho, Diretor de Varejo da Diebold Nixdorf Brasil, que aborda a trajetória do varejo, que passa por revolução em direção ao foco no consumidor moderno, e mudanças nas regulamentações comerciais, políticas e ambientais, os varejistas precisam revisar por completo suas estratégias de negócios rumo ao contexto da digitalização. Ou seja, precisam de uma resposta adequada para acompanhar a inovação contínua buscada e vivida pelas pessoas. Ainda nesta matéria conheça as 5 tendências da indústria da moda no varejo digital em 2022 elencadas pela Codeby, empresa de tecnologia especializada em e-commerce. E para acompanhar o crescimento do varejo ON-LINE, a empresa GTI PLUG  apresenta o sistema de dark stores no Brasil, que atende aos varejistas e investidores de todo o Brasil  como um centro de distribuição e logística, tendência implementada nos comércios.

Revolução do Varejo rumo à era centrada no consumidor

Por Antonio Castilho (*)

dn-antonio-castilhoUma coisa é certa: as lojas tradicionais, como as conhecemos no passado, estão com seus dias contados. Pode parecer exagero, mas não é. Já parece claro que o Varejo físico é e será um dos segmentos mais impactados pela transformação digital. Seja pela rápida ascensão dos concorrentes on-line ou por conta das mudanças nas regulamentações comerciais, políticas e ambientais, o fato é que os varejistas precisarão revisar por completo suas estratégias de negócios rumo ao contexto da digitalização. Neste cenário altamente dinâmico, uma outra certeza é a de que poucas habilidades serão tão importantes para os comerciantes como a adaptabilidade, principalmente em busca de soluções centradas nas demandas dos consumidores.

De acordo com análises do Connected Shoppers Report, à medida que fica cada vez mais indefinida a fronteira entre os pontos de contato físicos e digitais, os compradores esperam que as marcas e os varejistas cumpram suas regras, com pouca paciência para experiências abaixo da média. Segundo a pesquisa, 80% dos compradores abandonarão um varejista após três experiências ruins (envolvendo qualquer ponto de contato) e 66% dos clientes esperam que as empresas entendam suas necessidades e expectativas exclusivas.

Como resultado, o momento exige que os líderes do varejo mudem seus focos de inovação, direcionando os esforços para a capacidade de entender e antecipar a dinâmica do mercado, criando culturas capazes de adaptar e explorar rapidamente as oportunidades que surgirem acerca do atendimento aos clientes. Este é o grande desafio do Varejo físico na atualidade.

É preciso voltar às origens do atendimento no balcão e garantir o foco no atendimento de cada cliente. Importante dizer, aliás, que essa atenção centrada nas necessidades dos consumidores não deve ser, simplesmente, em busca de vantagens pontuais de uma loja em relação à concorrência (com apenas preços ou variedade de portfólio competitivos); ao contrário, os lojistas precisam entender que o sucesso de seus negócios depende cada vez mais da execução impecável da “jornada do consumidor”, incluindo todos os aspectos – da atração à retenção das pessoas, passando por experiências de pagamento verdadeiramente transparentes e sem atritos.

Segundo pesquisa da KPMG, mais de 60% dos consumidores entendem que o valor agregado é um diferencial na escolha de produtos ou serviços. Temos de buscar, portanto, uma compreensão profunda do que um consumidor precisa e quer para pensarmos em um design cuidadoso das atividades, com a otimização das interações e pontos de contato ao longo do caminho feito pelos compradores (dentro das lojas e fora delas, via aplicativos, sites, redes sociais etc.). Na Era do Consumidor omnipresente, jornadas personalizadas – curtas e longas – atendem às necessidades individuais dos consumidores e, como tal, tornaram-se centrais para a forma como os consumidores percebem uma marca de varejo.

Dito de outra forma, os varejistas precisam de uma resposta adequada para acompanhar a inovação contínua buscada e vivida pelas pessoas. É fundamental, portanto, contar com uma abordagem abrangente, com soluções projetadas para ajudar os varejistas a se adaptarem às mudanças constantes, trabalhando pela otimização das experiências do consumidor e na redução dos custos gerais.

Por meio da implementação de uma cultura centrada no consumidor, por exemplo, os comerciantes podem construir jornadas de compra e de suporte aos clientes mais atraentes, com experiências projetadas a partir das necessidades, preferências e no histórico de compras de cada consumidor.

Para serem competitivas nestes novos tempos, é importante que os varejistas desenvolvam uma análise holística das demandas e etapas de compra dos clientes, e que essas análises sejam feitas de forma ágil para permitir as possíveis adaptações dentro das operações. Isso pode ser feito por meio da combinação entre investimentos em equipes especializadas e através da implementação de tecnologias que ajudem a compor um mix de checkout e atendimento mais fluido e fácil.

A digitalização da loja atual inclui, portanto, hardware, software e processos relacionados para reduzir o atrito nas jornadas do consumidor, tornando as interações entre lojistas e consumidores mais eficientes, econômicas e confiáveis. A utilização de ferramentas modernas é o que ajudará a tornar as lojas verdadeiramente relevantes, construindo experiências de compra conectadas, independentemente de a jornada ter começado em casa, na rua ou na loja.

Evidentemente, aplicar o digital dentro das lojas não é, por si só, uma bala de prata que vence todos os desafios que o varejo tem pela frente. Em vez disso, a revolução da área precisa ser encarada como uma jornada contínua e interativa, com soluções que ajudem a maximizar a eficiência da loja e melhorar a experiência do consumidor. O varejo centrado no consumidor envolve muito mais do que simplesmente “fazer o que o cliente quer”. No mundo moderno e digitalizado de hoje, tudo se resume a criar uma experiência positiva no ponto de venda e no pós-venda.

Portanto, é preciso realmente entender seus consumidores para definir, construir e ajustar suas experiências individuais. O futuro do varejo é altamente personalizado em todos os pontos de contato – digital e físico. Em tempos marcados pela conectividade e pelo poder concentrado na mão das pessoas, as lojas devem buscar opções para entregar o controle da experiência a seus consumidores, permitindo que eles escolham como comprar, como fazer o checkout e como pagar. Resta saber quais serão os líderes que entenderão o momento e permitirão que a revolução chegue até as gôndolas de seus comércios. Com o futuro sendo construído diariamente, esperar não pode ser uma opção de quem planeja conquistar o consumidor sempre.

(*) Antonio Castilho é Diretor de Varejo da Diebold Nixdorf Brasil líder mundial no desenvolvimento de comércio conectado. A empresa automatiza, digitaliza e transforma o modo como as pessoas fazem compras e transações bancárias. Parceira de algumas das 100 maiores instituições financeiras e dos 25 maiores varejistas do mundo, as soluções integradas da Diebold Nixdorf conectam os canais físicos e digitais de forma conveniente, segura e eficiente para milhões de consumidores todos os dias. A empresa está presente em mais de 100 países, com aproximadamente 23.000 funcionários em todo o mundo.

CODEBY

fellipe-guimaraes-ceo-codeby-1-11Segundo Fellipe Guimarães, CEO da Codeby (*), empresa de tecnologia especializada em e-commerce, as tendências vistas a partir de agora influenciarão a moda no varejo on-line por alguns anos. “Essas transformações irão refletir no cenário em constante mudança da indústria fashion no varejo digital, não só em 2022, mas para os próximos anos”.

“Se o ano de 2020 foi o ano da transformação digital para muitas empresas, o ano de 2021 foi marcado pela incorporação de novos processos, novas formas de se relacionar com o consumidor, a integração e unificação de canais de vendas, tudo isso para que a experiência entregue ao cliente seja a mais completa possível”, explica Fellipe Guimarães.

AS TENDÊNCIAS:

Metaverso

A definição do metaverso é de criar visões paralelas às reais. Isso, por meio de dispositivos que levam as pessoas para salas virtuais onde será representada por um avatar construído por ela mesma.

“Na moda, o metaverso pode ajudar a personalizar as experiências de comunicação. Sem contar que ainda cria novos espaços para produção de campanhas, com a vantagem de reduzir o desperdício através das araras virtuais — podem, inclusive, serem usadas para a produção sob demanda”, explica Guimarães.

Um bom exemplo é o Grupo Soma. Através do projeto Farm Na Nuvem, criou um ambiente virtual onde seus clientes podem passear pela loja da griffe como se estivesse no Google Street View. E, ainda, podem escolher itens e fechar a compra ali mesmo no ambiente virtual.

Design digital 3D e fabricação sob demanda

Uma das dificuldades de realizar compras pela internet de roupas e acessórios é a impossibilidade de provar peças e, dessa forma, saber como será o caimento da roupa no corpo. Este ainda é um fator motivador para que muitos consumidores optem por não realizar compras pelos canais digitais.

“O Design digital 3D consiste basicamente em modelos de roupas tridimensionais com aspecto realista, que se moldam ao corpo do consumidor, além de mostrar combinações para aquela peça. Além disso, tem a proposta de ser sustentável. Sim, a peça só entra em produção após a compra, viabilizando modelos de negócio que visam a fabricação sob demanda”, pontua o especialista.

Realidade aumentada e NFT

A realidade virtual permite mais interação do usuário com a marca e produtos. Esta tecnologia proporciona a oportunidade de experimentar acessórios, peças de roupas e até mesmo a noção de proporção de produtos. É uma tendência que pode ser explorada nas redes sociais, como Facebook Shopping e Instagram Shopping, por exemplo.

“Por meio de óculos de realidade aumentada também é possível ampliar a experiência real de pessoas com a moda NFT. Imagine, por exemplo, que uma pessoa consegue (por meio de óculos especiais) se ver vestida com sua última compra em NFT, com uma compra exclusiva e protegida por criptografia. Seria fantástico, não? Em teoria isto será possível com a soma de NTFs, Metaverso e realidade virtual. Ou seja, 3 ideias que estão sendo apostas altas em gigantes como a Nike, Ralph Lauren, Vans, Gucci e muitas outras”, ressalta Fellipe.

Vídeos

Mostrar produtos por vídeo já é uma prática adotada por diversas marcas em sua estratégia de vendas no e-commerce. Além de mostrar mais detalhes do produto, os vídeos dão noções de proporção e criam uma atmosfera mais receptiva ao cliente.

“Uma das tendências - inclusive bastante usada no Oriente por marcas de luxo - é a venda de itens de moda por vídeos. A ferramenta tem a proposta de ser dinâmica e utilizável em qualquer aparelho, dando ao cliente um atendimento exclusivo e uma experiência única”, aponta Guimarães. “Além disso, é possível conquistar dados importantes sobre seu cliente, como comportamento de compra, produtos de interesse, abandono de carrinho e produtos mais vistos”.

Integração de canais

Uma das características que marcaram a transformação do varejo foi a integração de canais. “Muitas empresas tinham um olhar paralelo sobre suas operações digitais, tratando como uma parte separada dos demais canais. É crucial haver o entendimento de que o digital e o varejo tradicional podem ter envolvimento e ser integrados, criando uma operação muito mais completa e eficiente para o cliente”, salienta Guimarães.

Um olhar 360 graus diminui as fronteiras entre o online e offline, e faz com que empresas do setor de moda possam explorar modelos de negócios diferentes. Além disso, canais mais dinâmicos como o WhatsApp, se tornaram importantes não só para vendas, mas para o relacionamento com o cliente em várias partes da jornada de compra. “A tendência é que este canal continue fazendo parte das estratégias e seja aperfeiçoado para que o cliente fale com o vendedor, tire dúvidas, obtenha fotos e informações privilegiadas da sua marca favorita”.

(*) Codeby empresa de tecnologia com mais de 7 anos no mercado, especializada no desenvolvimento e implementação de e-commerces, lançou recentemente o e-book gratuito “10 tendências para a indústria de moda no digital”, que antecipa as tendências e como elas podem ser aplicadas nos negócios.  A empresa  tem evoluído e transformado a realidade de negócios digitais de grandes marcas e empresas, contribuindo com soluções tecnológicas personalizadas para ambientes digitais. Com sede em São Paulo - Capital, e filial em Portugal, o grupo busca ampliar seu cenário de atuação, registrando crescimento acima de 160% ao ano. A Codeby é MVP Partner no quadrante da Vtex e mantenedora do E-commerce Brasil.

Fellipe Guimarães, especialista em negócios digitais | Startup Maker | Desenvolvedor Full Stack l Autor do livro “Universo do E-commerce”. Founder do  Grupo Codeby, empresa de tecnologia especializada em desenvolvimento de funcionalidades que agregam o crescimento para negócios digitais. A empresa que possui 7 anos de mercado atende grandes marcas como, por exemplo, KFC (México), F64(Romênia), Telemercados (Chile), Lego, Shoulder, Valisere, Alpargatas, entre outras.

GTI Plug - Dark Store

É um modelo de negócio que funciona como um centro logístico e de distribuição, em que as empresas recebem os pedidos pela internet ou contato direto com um atendente. O principal diferencial é o prazo de entrega, que geralmente é de até 24 horas. Além disso, mais de um pedido pode ser coletado ao mesmo tempo, o que otimiza o trabalho dos colaboradores.

Com o crescimento do sistema de dark stores no Brasil, varejistas por todo o País começam a abrir os olhos para esse setor que pode aumentar exponencialmente o lucro de empresas durante o atual momento de crise econômica.

leo-lima0401De acordo com Eduardo Maia (*), CTO da GTI Plug, alguns varejistas viram a oportunidade de transformarem lojas físicas em dark stores temporariamente. “Essa experimentação permite observar se é possível adaptar determinados negócios para esse tipo de modelo. Comerciantes costumam usar esse tempo de teste para modelar uma operação de dark store permanente, o que também serve como um período de aprendizado para um novo modelo de negócio”, relata.

Ao adentrar no setor, os custos de vários critérios devem ser considerados. Novos funcionários, mais espaço de armazenamento, software para gerir pedidos e vários outros itens são necessários.

Maia revela que existem especialistas que avaliam se é viável usar o mesmo espaço de uma loja física para a dark store. “Se seus pedidos on-line tiverem grande demanda diária, pode ser um sinal de que você deve implantar uma dark store à parte, evitando problemas de logística, conflito de estoque e atendimento lento”, pontua.

O crescimento das dark stores tem relação direta com a mudança na forma de consumo e do avanço das compras digitais no dia a dia das pessoas. Em 2020, uma pesquisa da ABComm – Associação Brasileira de Comércio Eletrônico revelou que, só naquele ano, mais de 20 milhões de pessoas começaram a comprar pela internet. Foram 301 milhões de compras por métodos digitais, o que gerou um crescimento de 68% em comparação ao ano anterior.

De acordo com o Eduardo Maia da GTI Plug, a pandemia do coronavírus alavancou a força dos e-commerces em geral, o que acelerou o processo de compras por outros canais além do físico. “As marcas tiveram que se adaptar para continuar no mercado de forma competitiva ou até sobreviverem. Nos EUA, por exemplo, a maioria das grandes marcas optou por passar por esse processo. Em algum momento, sua marca deverá entrar nesse modelo de negócio para se manter atualizada, tendo em vista que as dark stores vieram para ficar e com certeza farão parte do futuro do varejo”, finaliza o especialista.

(*)Eduardo Maia é graduado em Ciência da Computação, pós-graduado em Gerenciamento Estratégico de Projetos pela Universidade Fumec e tem MBA em Finanças Corporativas pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, certificado no MPS.BR (P1-MPS.BR) e implementador MPS.BR (P2-MPS.BR), melhoria no processo de software. Tem atuação em relevantes projetos de desenvolvimento de softwares em grandes organizações. É responsável técnico e tecnológico da GTI PLUG - uma logtech que está transformando o ecossistema de armazenagem do País, aplicando tecnologia nas diversas etapas da logística. Seu principal objetivo é aplicar transformação digital nesse setor, revolucionando e democratizando a logística no Brasil, otimizando a conexão entre o cliente e a disponibilidade do estoque e assim, gerar maior eficiência para a economia do País e melhorar a qualidade de vida das pessoas.

No Brasil e no mundo a ruptura de estoque é algo que incomoda todas as empresas. A GTI Plug surgiu com a crença de que essas empresas não podem falhar com seus clientes para continuar crescendo. Profissionalizar as atividades logísticas das pequenas e médias empresas com a adoção de tecnologia é o norte da GTI Plug.

da redação com informações da Planin Comunicação para Diebold Nixdorf Brasil, informações da Temma Agência para Codeby e informações da Carolina Lara Comunicação para GTI PLUG  imagens: fotos/divulgação

AGRESTE TEX 2022

worldfashion • 22/02/22, 14:48

edicao-agreste-tex-2019Depois de três anos de ausência, em Caruaru, principal polo da indústria de confecção de Pernambuco, será palco para realizar o evento, que reunirá as novidades da indústria têxtil para promoção de negócios e atualização das últimas novidades tecnológicas da indústria têxtil, aos empresários nordestinos. Os organizadores celebram o retorno e prometem levar para ao pavilhão do Polo Comercial em Caruaru, todas as novidades tecnológicas do setor, além de palestras e debates. Empresários, profissionais e estudantes ligados à indústria têxtil e da confecção além do público em geral com interesse em visitar o evento já podem se inscrever gratuitamente pelo site: www.agrestetex.com.br.

helvio-pompeo-jr-300x200“A cada ano, nos preocupamos em trazer os grandes lançamentos voltados à indústria têxtil a Caruaru. A feira sempre é um espaço importante para lançamento de tecidos, máquinas, aviamentos e tudo o que de melhor os empresários têm à disposição. Tivemos quase três anos de espera desde o último evento, então com certeza esta será uma feira totalmente diferente. Queremos promover negócios, levar otimismo e informações que o empresário poderá usar a “curto prazo”, mas que pode se estender por um prazo maior, graças à tecnologia”, afirma o diretor de Comunicação do Febratex Group, Hélvio Pompeo Júnior.

_afa1561A força da AGRESTE TEX, principalmente para o mercado do Nordeste, se revela pelos números do evento, que seguem grandes: serão 80 expositores, incluindo 16 startups, reunidas no espaço Startup Corner. Lançado na quarta edição, a área tem a finalidade de apresentar projetos com foco na inovação na indústria têxtil. Seguindo todos os protocolos de segurança para feiras de negócios, o evento ocupará 5.100m² do pavilhão do Polo Caruaru.

ivania-portoA presidente da ACIC - Associação Comercial e Empresarial de Caruaru, Ivânia Porto, reforça que o momento atual é de retomada para o setor têxtil. Segundo ela, a realização da 5ª edição da AGRESTE TEX, com sua proposta de unir conteúdo, lançamentos e tecnologia, é o fôlego que o Polo de Confecções do Agreste precisa para enfrentar os desafios impostos pelo mercado global de maneira mais qualificada e competitiva.

“A contribuição da AGRESTE TEX para o desenvolvimento da nossa região é cada vez mais valiosa, por proporcionar aos empresários as atualizações necessárias, em termos de equipamentos, tendências e inovação, que impulsionam o mercado mundial. A feira representa mais de 1.600 empresas locais, então para a Acic, participar deste evento ao lado do Febratex Group, que é reconhecido pela credibilidade e pioneirismo, é importantíssimo. É uma soma de esforços e expertises em favorecimento da produção local e de seus atores, que fazem do Agreste o segundo polo têxtil do Brasil”, pontua Ivânia.

O entusiasmo da presidente da ACIC é compartilhado com a diretora comercial da Makital, Roselane Rocha. A empresa é especializada na comercialização de máquinas industriais de costura com alta tecnologia, que agregam aumento de produtividade e baixo custo, atendendo as exigências da indústria. “Hoje, temos um portfólio variado, que atende vários públicos, desde os empresários da confecção tradicional, além dos mercados de artesanato, serigrafia, laser, bordados, e também o doméstico. A feira será uma grande oportunidade para reunir nossos clientes e compartilhar soluções para suas demandas”, diz ela.

agreste-tex-2019-11A AGRESTE TEX  2022  é promovida pelo Febratex Group, associado à UBRAFE - União Brasileira dos Promotores Feira, em parceria com a Associação Comercial e Empresarial de Caruaru (ACIC), com patrocínio de Santana Textiles, Avil, Silmaq, Makital e Vicunha. O evento conta com o apoio da ABIMAQ - Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos, Abit - Associação Brasileira da Indústria Têxtil e Confecção, ABTT -  Associação Brasileira de Tecnologia Têxtil, Confecção e Moda, ACIT - Associação Comercial e Industrial de Toritama, ASCAP - Associação Empresarial de Santa Cruz do Capibaribe, NTCPE - Núcleo Gestor da Cadeia Têxtil e de Confecções em Pernambuco, Sinditêxtil-PE, GBLJeans, CDL Santa Cruz do Capibaribe e Santa Cruz na Moda. A Feiratur é a agência de viagens oficial.

SERVIÇO

AGRESTE TEX – Feira de Tecnologias para a Indústria Têxtil e de Confecção

Data: 29 de março a 1º de abril de 2022

Horário: das 16h às 22h

Local: Polo Comercial de Caruaru/PE (BR-104, km 62)

da redação com informações da Mia Comunicação   imagens: fotos divulgação