SCMC - Santa Catarina Moda e Cultura
worldfashion • 06/03/17, 12:04Na última quinta-feira (23), a presidente do Santa Catarina Moda e Cultura (SCMC), Amélia Malheiros, esteve na Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit) para apresentar os resultados da plataforma nos últimos anos e as propostas para a continuidade das ações.Durante o encontro, Amélia destacou os resultados do SCMC na transformação do olhar das indústrias locais para questões importantes como o design, a inovação e a sustentabilidade. Também falou sobre os programas de integração entre alunos, professores e profissionais das empresas, que confere um novo perfil de profissional transformador para a indústria do futuro.

O Santa Catarina Moda e Cultura (SCMC) é uma plataforma colaborativa que conecta empresas e universidades de moda e design para capacitar pessoas, fomentar a inovação, estimular ambientes pulsantes e ressignificar protagonismos.
Em mais de 10 anos de atuação, mais de 50 empresas catarinenses já passaram pelo SCMC e 25 instituições de ensino aderiram à plataforma através da participação dos seus alunos. Foram mais de 400 eventos de capacitação que impactaram cerca de 30 mil profissionais e acadêmicos. Juntas, as empresas associadas faturam acima de R$ 4 bilhões.
Atualmente, 16 empresas fazem parte da plataforma: Altenburg, Audaces, Cia. Hering, Círculo, Copa&Cia, Coratex, Cores e Tons, Dudalina, Fakini, HI Etiquetas, Karsten, Lepper, LOA Underwear, Marisol, Meu Móvel de Madeira e Tecnoblu.
Este movimento dos empresários catarinense mobilizou indústrias têxteis e do vestuário do Ceará com o evento Ceará Moda Contemporânea (CMC) e de Minas Gerais AMEM - Associação Mineira das Empresas de Moda
“Ficamos muito felizes! Quando começamos, há 12 anos, o compartilhamento de informações entre as indústrias e o crescimento conjunto mesmo entre concorrentes era impensável. Hoje, percebemos que existe um movimento neste sentido que é benéfico para todos os envolvidos”, comenta Amélia. Ela complementa ainda que os executivos do SCMC acreditam que é possível não só que plataformas como essa se apliquem a outros estados na área de moda, mas também em outros segmentos.
da redação do WORLD FASHION Informações para imprensa: Marina Melz Fotos: divulgação



Uma delas é a Fakini, indústria com sede em Pomerode (SC), que trabalha com moda infantil e juvenil, com marcas próprias e licenciamentos. Toda a produção é verticalizado processando desde a tecelagem até o produto final.
De acordo com Francis Fachini, diretor comercial, as previsões já apontavam para um ano difícil em virtude da Copa do Mundo e das eleições. No entanto, a Fakini não retraiu investimentos e buscou estratégias para driblar estes momentos e assim: “No primeiro semestre, tivemos a melhor coleção Outono-Inverno dos 20 anos de companhia em termos de resultados. Os produtos foram muito bem aceitos, giraram rápido no ponto de venda e geraram um resultado surpreendente até mesmo para as nossas previsões otimistas”, comenta o executivo. O mesmo aconteceu com as vendas da coleção Primavera Verão, que trouxe recordes de faturamento e produção.
A companhia trabalhou utilizando toda a sua capacidade produtiva de 1 milhão de peças ao mês, e com estratégia bem definida com foco em resultados e no DNA da empresa projetam para 2015 um acrescimo de 15% . Com duas estruturas na cidade mais alemã do Brasil, a empresa também conta com filiais em Taió, São Bento do Sul, Agrolândia e Mirim Doce, onde trabalham os mais de 800 colaboradores.
Além dos resultados, o ano de 2014 foi festivo, pois comemorou-se os 20 anos da companhia, com uma festa temática reuniundo colaboradores, representantes, amigos e família bem ao espirito das empresas associadas ao coletivo SCMC - Santa Catarina Moda Contemporânea.
No período de 20 a 23 de maio de 2014, o Parque Vila Germânica, em Blumenau (SC), será placo da Fematex – Feira Internacional de Soluções para a Indústria Têxtil, evento reunirá fabricantes e fornecedores dos segmentos de fios e fibras especiais, matérias-primas, tecidos, aviamentos e complementos, químicos e auxiliares, equipamentos e novas tecnologias, serviços, consultoria, ensino, sistemas de gestão e bureaux de desenho e estilo.
tecnologias e serviços que possam aumentar a produtividade e competitividade das empresas”, avalia Ulrich Kuhn, presidente do Sintex, promotor do evento. “Nosso objetivo é reunir expositores com produtos e serviços diferenciados, que possam agregar valor ao produto final”.


