CALÇADOS - 101ª EDIÇÃO MICAM MILANO 2026

worldfashion • 25/02/26, 17:03

A feira que ocorreu entre os dias 22 e 24 de fevereiro, em Milão, na Itália, teve a participação de 71 marcas verde-amarelas, que abriram 448 novos contatos durante os três dias.

No evento, as calçadistas comercializaram, in loco, 273 mil pares, que geraram mais de US$ 8,4 milhões. Somando as expectativas em negócios que ficaram alinhavados na feira, o número salta para 1 milhão de pares e US$ 20,4 milhões.

A coordenadora de Negócios da Abicalçados, Paola Pontin, destaca que esta edição da Micam Milano foi marcada pela diversidade de países que circularam pelos corredores do evento.

“Tivemos resultados muito positivos, apesar dos desafios globais enfrentados pelo setor e da redução de compradores do Oriente Médio, já que a feira coincidiu com o período do Ramadã. Após o evento, percebemos que os negócios reportados pelas empresas, inclusive, superaram os números da edição de inverno da Micam do ano passado. Dessa forma, a feira demonstra que o grupo brasileiro conseguiu manter mercados e estabelecer novos contatos, o que é fundamental em um evento como esse”, comenta Paola.

“Positiva em vários sentidos.” Essa é a avaliação da feira feita pelo gerente de exportação da Opananken Antitensor (Franca/SP), Leandro Moscardini, ao citar que a mudança de localização no evento possibilitou a abertura de novos contatos durante os três dias.

“Tivemos cinco pedidos fechados durante a Micam, inclusive uma compradora já fez o pedido para duas estações. A maioria dos clientes que estiveram no nosso estande comentaram que sempre visitam a Micam e não conheciam a empresa. Essa nova posição possibilitou vários contatos em mercados como Austrália, Estados Unidos, Japão, Índia, Coreia, Estônia, China, Taiwan, Kuwait, Ilhas Maurício e Singapura”, fala Moscardini, ao ressaltar que em pelo menos seis desses países eles ainda não atuavam.

Já confirmados para a edição de setembro, o gerente de exportação destaca, ainda, a sinalização positiva que foi sentida diante da redução da tarifa para os Estados Unidos.

“Dois clientes que não estavam mais comprando com a taxação nos visitaram e estão voltando agora que teve a diminuição.”

Brasil é destaque na passarela

Essa edição da Micam Milano teve desfiles de moda nos dois primeiros dias do evento. E o Brasil, que é a segunda maior delegação internacional da feira, brilhou na passarela. Afinal, 17 marcas verde-amarelas tiveram calçados selecionados para esta que é uma das ações mais esperadas da mostra: Andacco, Arezzo, Camminare, Carrano, Dinasty, JotaPe, Lightgel, Luiza Barcelos, Madeira Brasil, Melissa, Piccadilly, Ramarim, Santa Lolla, Schutz, Variettá, Vizzano e Werner.

Selecionada para o desfile, a marca Dinasty da Calçados Sandra (Nova Hartz/RS) participou pela primeira vez da feira nesta edição. O diretor comercial da empresa, Fábio Emílio Hartz, comenta que esse movimento representa uma retomada de mercados para a calçadista, que já trabalhou a exportação muito forte no passado e agora está com um projeto estratégico de expansão.

“Ficamos contentes em ver o nosso calçado no desfile. E aqui na Micam conseguimos iniciar esse processo ao encontrar e iniciar um contato com potenciais clientes no Oriente Médio, Ásia, África, Europa e América Latina. Tivemos dois pedidos fechados nestes dias e essa presença é importante para mostrar ao mercado a qualidade de produção e de design da fábrica.” A ideia é voltar para a edição de setembro para dar continuidade ao trabalho já iniciado” completou Fábio Emílio Hartz

Presente há vários anos na feira, a Santa Lolla (Itajaí/SC) também está voltando para o Brasil feliz com os resultados do evento. A gerente de exportação da empresa, Haide Sehen, destaca o movimento dos dois primeiros dias.

“Nos surpreendemos com o fluxo de visitantes para uma edição de inverno. Todos os clientes se encantaram com a coleção, em que trouxemos características do Brasil, com o trabalho artesanal dos trançados e cores vibrantes. A tendência é abrir novos mercados a partir dos contatos realizados, além da manutenção de clientes”, diz, ao lembrar que seis sapatos da Santa Lolla brilharam nas passarelas da feira. “Essa seleção também foi muito gratificante porque traz mais visibilidade para a marca.” disse Haide Sehen

A 101ª edição da Micam Milano teve a participação, com o apoio do Brazilian Footwear, das marcas Actvitta, Adrun, Anatomic Prime, Anatomic Shoes, Andacco, Archetti, Arezzo, Azillê, Beira Rio, Bibi, Bonton Leather Care, BR Sport, Camminare, Capelli Rossi, Carrano, Cartago, Cecconello, Comfortflex, Cristófoli, Degalls, Democrata, Dinasty, Ferracini, Grendene, Grendha, Guilhermina, Ipanema, Itapuã, Jorge Bischoff, Jotape, Killana, Levecomfort, Leveterapia, LigthGel, Loucos &  Santos, Luiza Barcelos, Luz da Lua, Madeira Brasil, Melissa, Mini Melissa, Modare Ultraconforto, Moema, Moleca, Molekinha, Molekinho, New Face, Opananken Antitensor, Pegada, Petite Jolie, Piccadilly, Quiz, Ramarim, Renata Mello, Rider, Santa Lolla, Santinelli, Savelli, Schutz, Suzana Santos, Usaflex, Valentina, Variettá, Verofatto, Vicenza, Villione, Vinci Shoes, Vizzano, Voices Culture, Werner, Wirth e Zaxy.

Sobre a Abicalçados:

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) é a entidade que representa a indústria nacional, quarta maior produtora de calçados do mundo, a maior do Ocidente. Fundada em 1983, a Abicalçados, sediada em Novo Hamburgo/RS, possui em seu quadro de associados empresas de todos os portes e que respondem por mais de 65% do total de pares produzidos no País. A entidade representa uma indústria que emprega, diretamente, mais de 290 mil pessoas. Sua missão é representar, defender, desenvolver e promover a indústria calçadista brasileira, com respeito, excelência e resultados. Saiba mais: abicalcados.com.br.

Sobre Brazilian Footwear:

O Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a ApexBrasil. Este programa tem como objetivo aumentar a presença da indústria brasileira e de suas marcas no mercado internacional por meio de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem. Atualmente, cerca de 300 empresas são atendidas pelo Programa, que no último ano gerou US$ 128,3 milhões para as empresas brasileiras apoiadas pelo Brazilian Footwear. A participação é gratuita e os interessados devem entrar em contato com a Abicalçados.   Conheça: brazilianfootwear.com.br | abicalcados.com.br/brazilian-footwear.

Sobre a ApexBrasil:

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar os objetivos, a ApexBrasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. A Agência também atua de forma coordenada com atores públicos e privados para atração de investimentos estrangeiros diretos (IED) para o Brasil com foco em setores estratégicos para o desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e do País.

da redação com informações do assessor de imprensa Diego Rosinha

ABICALÇADOS

worldfashion • 13/01/25, 14:55

Nos dados elaborados pela ABICALÇADOS - Associação Brasileira das Indústrias de Calçados, somente no mês de dezembro 2024, entraram no Brasil mais de 3,2 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 42,65 milhões. Os registros apontam para altas de 75% em volume e de 46,5% em receita no comparativo com o mesmo mês de 2023.

No acumulado de todo o ano passado, as importações alcançaram 35,8 milhões de pares e US$ 477,72 milhões, incrementos de 26,3% e 7,9%, respectivamente, ante 2023.

As principais origens das importações seguem sendo os países asiáticos China, Vietnã e Indonésia, que responderam por mais de 80% dos calçados que entraram no Brasil ao longo do ano. O Vietnã, no último mês de 2024, exportou para o Brasil 887,8 mil pares de calçados por US$ 16,68 milhões, altas de 56% em volume e de 42,2% em receita na relação com o mesmo mês de 2023. No acumulado de 2024, as importações de calçados oriundos do Vietnã somaram 11,9 milhões de pares e US$ 224 milhões, altas tanto em volume (25%) quanto em receita (5,2%) em relação a 2023.

Em dezembro, foram importados da China 860 mil pares de calçados por US$ 3,9 milhões, incrementos de 105,8% em volume e de 48% em receita no comparativo com o mesmo período de 2023. No acumulado do ano, as importações de calçados da China somaram 9,8 milhões de pares e US$ 40,2 milhões, alta de 4% em volume e queda de 16% em receita em relação a 2023. O preço médio ficou em US$ 4,06, queda de 19% ante 2023, um indicativo de preços artificialmente abaixo dos praticados no mercado (dumping).

Fechando o ranking das principais origens das importações apareceu a Indonésia, que em dezembro embarcou para o Brasil 846,74 mil pares por US$ 13 milhões, incrementos de 105,8% em volume e de 48% em receita na relação com o último mês de 2023. No acumulado de 2024, as importações da Indonésia registraram 6,8 milhões de pares e US$ 110,26 milhões, altas tanto em pares (52%) quanto em receita (26%) em relação a 2023.

NOVOS PLAYERS

Além do aumento das importações, que tiram espaço dos calçados brasileiros nas prateleiras das lojas, preocupam a Abicalçados os novos entrantes no mercado das importações. Em 2024, apareceram players asiáticos como Camboja, Índia, Mianmar e Bangladesh, que juntos exportaram para o Brasil mais de 2,5 milhões de pares, 56% mais do que em 2023. “Existe uma mudança na produção intra-Ásia em busca de menores custos com mão de obra. E, no caso das exportações para o Brasil, também para driblar a tarifa de antidumping aplicada contra o calçado chinês (hoje em US$ 10,22 por par, além da tarifa de importação)”, explica o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira. Segundo ele, o alerta foi realizado para o Governo Federal, que ficou de analisar o caso com base nos dados fornecidos.

EXPORTAÇÕES CAIRAM

Diferentemente das importações, as exportações do setor caíram em 2024. Dados elaborados pela Abicalçados apontam que, em dezembro, foram embarcados 7,83 milhões de pares por US$ 72,4 milhões, incremento de 5,4% em volume e queda de 1,4% em receita na relação com o último mês de 2023. No acumulado do ano, as exportações brasileiras somaram 97,45 milhões de pares e US$ 976 milhões, quedas tanto em volume (-17,7%) quanto em receita (-16,4%) em relação a 2023.

As principais origens das exportações de 2024 foram o Rio Grande do Sul (32,28 milhões de pares e US$ 485,36 milhões, quedas de 8,6% e 10,9%, respectivamente, ante 2023); Ceará (30,2 milhões de pares e US$ 199,3 milhões, quedas de 17,5% e 25%); e São Paulo (5,84 milhões de pares e US$ 91,26 milhões, quedas de 23% e 16,7%).

DESTINOS

O principal destino dos embarques brasileiros ao longo de 2024 foi os Estados Unidos, para onde foram embarcados 10,28 milhões de pares por US$ 216,3 milhões, quedas tanto em volume (-3,3%) quanto em receita (-4,8%) em relação a 2023. Na sequência, aparecem a Argentina (12,6 milhões de pares e US$ 201,54 milhões, quedas de 10,5% e 10%, respectivamente) e Paraguai (8,34 milhões de pares e US$ 42,7 milhões, quedas de 20,6% e 13,5%, respectivamente).

Confira as tabelas completas no link https://bit.ly/40wMtFu

Novo endereço da Abicalçados - Rua Júlio de Castilhos, 561 - Centro Novo Hamburgo, RS 93510-130 Brasil - Telefone: (51) 3594.7011.

da redação com informações do assessor de imprensa Diego Rosinha

ARTIGO - Além das fronteiras: a expansão global da indústria têxtil e de moda brasileira

worldfashion • 16/08/24, 10:49

Por Fernando Valente Pimentel* e Lilian Kadissi*

A internacionalização das indústrias, ou seja, a expansão dos negócios para além das fronteiras nacionais, apresenta-se como estratégia fundamental para garantir o crescimento e a sustentabilidade das empresas em um cenário cada vez mais competitivo

Ao adotarem uma postura internacional, as empresas do setor podem acessar novos mercados, aumentando significativamente sua base de consumidores e diversificando suas fontes de receita. Essa expansão geográfica proporciona maior estabilidade financeira, mitigando os riscos associados à dependência exclusiva do mercado interno.

Além disso, a internacionalização estimula a inovação e a melhoria contínua dos processos produtivos. Ao competir em um cenário global, as empresas são impulsionadas a adotar tecnologias mais avançadas, aprimorar a qualidade de seus produtos e desenvolver designs mais sofisticados, alinhados às tendências internacionais.

No entanto, a internacionalização não é um caminho sem obstáculos. As empresas que desejam expandir seus negócios para o exterior enfrentam uma série de desafios, como barreiras comerciais, diferenças culturais, concorrência acirrada e complexidades logísticas.

Apesar dos desafios, as oportunidades oferecidas pela internacionalização são inúmeras. Além do aumento da receita e da diversificação de riscos, é possível fortalecer a marca, construir uma reputação global e acessar novas tecnologias e conhecimentos. A prospecção do mercado exterior também permite a criação de parcerias estratégicas com empresas estrangeiras, o que pode impulsionar a inovação e o desenvolvimento de novos produtos.

Para alcançar o sucesso na internacionalização, as empresas do setor têxtil e de moda devem adotar uma série de estratégias:

• Pesquisa de mercado: realizar estudos detalhados sobre os mercados-alvo, identificando as necessidades e preferências dos consumidores.

• Adaptação de produtos e marketing: desenvolver produtos e campanhas de marketing que atendam às especificidades de cada mercado.

• Certificações internacionais: obter certificações que atendam aos padrões de qualidade e segurança internacionais.

• Desenvolvimento de competências: investir em treinamento e capacitação de equipes para atuar no mercado internacional.

• Parcerias estratégicas: estabelecer parcerias com empresas locais para facilitar a entrada em novos mercados.

• E-commerce: utilizar plataformas de comércio eletrônico para expandir a presença online.

• Participação em eventos: garantir a participação em eventos estratégicos para a captação de clientes

Existem diversas fontes de apoio para as empresas que desejam se internacionalizar, como agências governamentais, associações de classe e consultorias especializadas. A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), por exemplo, oferece uma série de programas e serviços para auxiliar na conquista de novos mercados.

A Apex, em parceria com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), mantém há mais de duas décadas o Programa Texbrasil, iniciativa que se consolidou como referência no setor. Por meio desse programa, as empresas brasileiras recebem suporte em diversas áreas, como qualificação profissional, inteligência de mercado, promoção comercial e sustentabilidade, o que lhes permite fortalecer sua competitividade e conquistar novos mercados.

O futuro da indústria têxtil e de moda brasileira está também muito ligado à sua capacidade de se internacionalizar. Ao expandir seus negócios para novos mercados, as empresas não apenas garantem sua própria sustentabilidade, mas também contribuem para o desenvolvimento econômico do País.

*Fernando Valente Pimentel é diretor-superintendente e presidente emérito da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

*Lilian Kadissi é superintendente-executiva de Projetos Estratégicos da Abit.

ASSINTECAL - EXPORTAÇÃO

worldfashion • 17/01/24, 16:27

Conforme relatório da Assintecal, no ano passado a participação verde-amarela gerou US$ 5,2 milhões, mais de 10% do total gerado pelo evento (US$ 41 milhões). “Temos uma das maiores delegações da feira, que é considerada a maior plataforma de negócios da Região Andina”, explica o gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior. Segundo ele, a presença brasileira na mostra é constante, o que criou uma relação de confiança e fidelização com o mercado local. “A IFLS+EICI sempre gera negócios expressivos, ainda mais levando em consideração que o Brasil é uma referência em termos de fornecimento de materiais sustentáveis na América Latina”, destaca o gestor, acrescentando que o mercado latino-americano vem buscando alternativas sustentáveis que não encontram na Ásia.

Além de negócios, o Brazilian Materials promoverá informação de qualidade para o mercado local, no Pavilhão C da EICI, durante os três dias de evento, o consultor do Núcleo de Design da Assintecal, Marnei Carminatti, falará sobre os lançamentos do INSPIRAMAIS 2025_I, que se realizarão na próxima semana, nos dia 23 e 24 de janeiro em Porto Alegre.

Participam da IFLS + EICI, com o apoio do Brazilian Materials, as empresas Biatex, Colorgraf, Emoório Yurgel, Fibertex, Group Matrizes, Retma, Rodamatrizes, Usicon, Usitec, Master, Tecmec, WS Metais, Brisa, Bottero, Beira Rio, Zahonero, Maquetec, Primus Têxtil, IBK, Evatec, Maurílio Etiquetas e Grupo HG.

Sobre o Brazilian Materials

Os fabricantes brasileiros que integram o setor de componentes interessados em ampliar suas relações comerciais com o mercado externo têm a oportunidade de participar, assim como outras 300 empresas, do projeto Brazilian Materials, realizado pela Assintecal, ApexBrasil e Abrameq, que pretende promover um bom desempenho das exportações e, consequentemente, do setor. O projeto possui soluções adequadas para cada nível de internacionalização, mantendo ao alcance das empresas ações de promoção comercial, inteligência, capacitação, entre outros. Para mais informações no e-mail: relacionamento@assintecal܂org܂br.

Sobre a ApexBrasil

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. A Agência realiza ações diversificadas de promoção comercial, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, e visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira.

da redação com informações da DCR - Assessoria de Imprensa

Assintecal - “Brazilian Materials”

worldfashion • 21/11/23, 15:51

A Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) esteve em Franca/SP em outubro e em Juazeiro do Norte/CE em novembro, com o objetivo de apresentar o programa de internacionalização da entidade, o Brazilian Materials promovido e realizado há mais de 20 anos, em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

Em Franca além de apresentar o projeto no Exporta Franca, evento local promovido pela prefeitura do município, a Assintecal Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatosvisitou 15 empresas de componentes da cidade.

Em Juazeiro do Norte/CE, parte da equipe da Assintecal Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos esteve no município para uma série de apresentações do Projeto “Brazilian Materials”.

O objetivo da visita, que passou por sete empresas locais, pelo Sindicato das Indústrias de Calçados e Vestuário de Juazeiro do Norte e Região e pelo Sebrae/CE, foi levar o programa, que nas suas mais de duas décadas, auxiliou milhares de empresas de todos os portes e segmentos em processos de internacionalização.

O estado do Ceará é o principal produtor de calçados do Brasil, em 2022 fabricou 848 milhões de pares (52% do total). Além de grande produtor, é o segundo maior exportador do setor, com participação de quase 30% no total de 142 milhões de pares.

Luiz Ribas Júnior, integrante da comitiva e gestor de Mercado Internacional da Assintecal, destacou que: “Nesta agenda, apresentamos a importância do investimento em design e tecnologia e também a possibilidade de o polo ampliar e qualificar as suas exportações com o apoio do Brazilian Materials, programa que mantemos em parceria com a ApexBrasil desde 1998”, ressaltando “A agenda foi bastante positiva. Destacamos o potencial da indústria local, seus diferenciais produtivos e nos colocamos à disposição para ajudar por meio das ações do programa Brazilian Materials”.

Na ocasião a Assintecal - Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos,  também formalizou o convite para empresas locais estarem no INSPIRAMAIS, salão que lança mais de mil materiais para as indústrias de calçados, confecções, móveis e bijuterias nos próximos dias 23 e 24 de janeiro 2024, em Porto Alegre/RS.

Sobre o Brazilian Materials - Um projeto realizado pela Assintecal, ApexBrasil e Abrameq, que pretende promover um bom desempenho das exportações e, consequentemente, do setor. O projeto possui soluções adequadas para cada nível de internacionalização, mantendo ao alcance das empresas ações de promoção comercial, inteligência, capacitação, entre outros. Os fabricantes brasileiros que integram o setor de componentes interessados em ampliar suas relações comerciais com o mercado externo têm a oportunidade de participar, assim como outras 300 empresas, do projeto Brazilian Materials. Para mais informações, entre em contato por meio do e-mail: relacionamento@assintecal.org.br.

Sobre a ApexBrasil - Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. A Agência realiza ações diversificadas de promoção comercial, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, e visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira.

Sobre a Abrameq - Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas e Equipamentos para os Setores do Couro, Calçados e Afins é uma entidade sem fins lucrativos dedicada a pensar estrategicamente o setor, conduzindo programas direcionados ao desenvolvimento tecnológico das empresas e a sua inserção no mercado interno e externo. Tem atuado com ênfase na capacitação e qualificação das indústrias de máquinas para couro, calçados e afins. Através de parcerias com diversas entidades como Universidades, Associações, SENAI, SEBRAE, ABDI, APEX- BRASIL, SDECT e outros, a entidade proporciona ações de capacitação com foco em gestão empresarial, acesso a mercados, inovação e tecnologia, segurança, etc.

Sobre a Assintecal - Há quatro décadas a Associação Brasileira de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) atua diretamente na expansão de seu setor coureiro-calçadista. Seu trabalho é reconhecido pela força e diálogo com todas as esferas governamentais, pela consolidação do mercado internacional e pelo desenvolvimento em pesquisas e conteúdo de moda. A entidade responde por um setor que possui 3 mil empresas.

da redação com informações da DCR Assessoria de Imprensa

ASSOCIAÇÃO - ASSINTECAL

worldfashion • 03/11/23, 16:00

A Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), no mercado há quatro décadas, atua diretamente na expansão do setor coureiro-calçadista. Seu trabalho é reconhecido pela força e diálogo com todas as esferas governamentais, pela consolidação do mercado internacional e pelo desenvolvimento em pesquisas e conteúdo de moda. A entidade responde por um setor que possui 3 mil empresas.

Recentemente esteve em Franca/SP, com o objetivo de apresentar o programa de internacionalização da entidade, o Brazilian Materials, promovido em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Além de apresentar o projeto realizado há mais de 20 anos no Exporta Franca, evento local promovido pela prefeitura do município, a Assintecal realizou 15 visitas a empresas de componentes da cidade.

A agenda teve início nos dias 24 e 25 de outubro, quando o gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior, apresentou o Brazilian Materials no Exporta Franca. “A apresentação foi bastante positiva e colocou o programa como uma referência não somente para a internacionalização da indústria produtiva da cadeia do calçado, mas para os diversos segmentos econômicos presentes. O Brazilian Materials, que promove ações de promoção comercial e de imagem voltadas à exportação, atualmente conta com mais de 300 empresas associadas, que respondem por mais de 50% dos valores gerados pelos embarques brasileiros do setor”, destacou o gestor.

Na sequência, Ribas Júnior visitou 15 empresas do polo calçadista francano, em agenda voltada para apresentação do programa de internacionalização. “A Assintecal possui uma proximidade muito importante com todos os polos produtivos brasileiros. A agenda marcou a primeira apresentação do recém renovado convênio com a ApexBrasil. No próximo dias 6 e 10 de novembro estarão em Juazeiro do Norte/CE, onde visitam empresas locais com o mesmo objetivo”, adianta Ribas Júnior.

Brazilian Materials

Os fabricantes brasileiros que integram o setor de componentes interessados em ampliar suas relações comerciais com o mercado externo têm a oportunidade de participar, assim como outras 300 empresas, do projeto Brazilian Materials, realizado pela Assintecal, ApexBrasil e Abrameq, que pretende promover um bom desempenho das exportações e, consequentemente, do setor. O projeto possui soluções adequadas para cada nível de internacionalização, mantendo ao alcance das empresas ações de promoção comercial, inteligência, capacitação, entre outros.

O projeto levou recentemente, 11 empresas de componentes para a cadeia do couro e calçados, apoiada pelo Brazilian Materials nas feiras internacionais ANPIC e A+A, que devem gerar mais de US$ 5 milhões entre negócios efetivados e alinhavados nos eventos.

Na Alemanha, em Düsseldorf, a participação verde-amarela das empresas Brisa, Intexco, Formas Kunz, Flecksteel, Matrizminas, Bandtex, Polako e ITM foi na A+A, entre os dias 24 e 27 de outubro. Considerada a maior mostra do mundo no segmento de segurança no trabalho, o evento gerou US$ 500 mil em negócios efetivados in loco, aos quais devem ser somados mais US$ 2,1 milhões em vendas alinhavadas durante a feira, somando um total de US$ 2,85 milhões. A mostra alemã teve mais de 2,2 mil expositores de 58 países. “A participação brasileira nos eventos internacionais é uma crescente importante e que vem impulsionando as exportações do setor de componentes. Na feira alemã A+A não é diferente. A cada ano, notamos um interesse maior dos compradores, especialmente os europeus, que buscam produtos sustentáveis e alinhados com as legislações locais”, avalia a gestora de Marketing e Relacionamento da Assintecal, Aline Santos.

No México, em León, a participação das empresas Plastiluzzi, Killing e Jotaclass aconteceu na ANPIC, uma das mais importantes feiras de componentes e couros para calçados da América Latina. O evento, que aconteceu entre 25 e 27 de outubro, gerou, in loco, US$ 740 mil para as empresas verde-amarelas apoiadas pelo Brazilian Materials. Com negócios alinhavados que somam mais de US$ 1,7 milhão, a soma total ultrapassa US$ 2,2 milhões em vendas para o setor. “Seis entre os 10 principais destinos internacionais das exportações de componentes estão na América Latina. Estar na ANPIC, uma das principais feiras do setor no continente, além de reforçar o posicionamento do Brasil como fornecedor de materiais de alta qualidade e com atributos de sustentabilidade para grandes players locais, proporciona negócios relevantes para as exportações”, avalia Aline. A ANPIC contou com cerca de 300 expositores e recebeu mais de 10 mil compradores de 30 países.

O programa de apoio às exportações que promoveu as participações é mantido pela Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

Sobre a ApexBrasil

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. A Agência realiza ações diversificadas de promoção comercial, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, e visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira.

da redação com informações da DCR Assessoria de Imprensa

CENÁRIO MACROECONÔMICO

worldfashion • 05/10/23, 15:21

O evento sobre o Panorama Econômico aconteceu na sede da ACI (Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha e Dois Irmãos) em Novo Hamburgo/RS, e contou com apresentações do gerente de investimentos da Sicredi Pioneira Arthur Müller, do gerente de vendas da Monte Bravo Eduardo Correia e do doutor em Economia e consultor setorial Marcos Lélis.

Abrindo o encontro, Müller destacou o cenário internacional e os seus impactos na economia brasileira. Segundo ele, as exportações brasileiras vêm sendo impactadas pelas altas taxas de juros, principalmente nos Estados Unidos e na Zona do Euro, uma inflação persistente provocada pela guerra entre Ucrânia e Rússia e a desaceleração da economia mundial, principalmente da China. “Neste cenário, alguns poucos setores conseguem despontar no nível internacional”, disse. No cenário, as projeções da Sicredi apontam para um crescimento de 3,1% no PIB brasileiro em 2023. Já para 2024 a projeção é de crescimento bem menor, de 1,5%.

Na sequência, Correia falou sobre a variedade de investimentos em renda física, destacando a importância de diversificar os aportes para diluição de riscos. Segundo ele, ainda que o cenário seja um tanto nebuloso, o Brasil deve crescer ao longo do ano, com graduais cortes nas taxas de juros da Selic. Até o final do ano, a expectativa é de que a SELIC chegue a 11,75% - hoje está em 13,25%. Para 2024, a estimativa é de uma taxa na faixa de 9%.

Calçados

Na última apresentação, Lélis discorreu sobre os setores de calçados, couros, móveis e automotivo. Com uma produção que cresceu 0,9% nos comparativos entre janeiro e julho deste ano com o mesmo período do ano passado, a indústria calçadista lentamente recupera as perdas registradas durante a pandemia de Covid-19. “O setor deve chegar aos níveis de 2019 somente em 2025”, projeta. Segundo o economista, diferentemente de 2022, quando as exportações puxaram a produção, em 2023 o motor do crescimento tem sido o mercado interno. “O cenário internacional está mais complicado para o setor. Em 2022, a China praticamente sumiu do mercado, em função das rígidas políticas de Covid Zero e também pelo aumento no valor dos fretes, que os impediu de exportar para mercados mais distantes. A indústria calçadista brasileira acabou sendo beneficiada por esse cenário, no qual também foi somada a valorização do dólar sobre o real, o que deixou os preços mais competitivos para exportação”, conta. Para este ano, conforme projeção da Abicalçados, a produção deve crescer entre 1% e 1,7%, ao passo que as exportações devem cair entre 6,7% e 9,1% em relação a 2022.

Móveis

Já o setor moveleiro, segundo Lélis, viu sua produção encolher 1,9% entre janeiro e julho, no comparativo com o mesmo período de 2022. “A indústria de móveis está muito mais atrelada à questão do crédito e dos investimentos imobiliários, que estão travados”, avalia. Neste cenário, segundo Lélis, é projetada uma banda de crescimento de 0,9% até uma queda de 2,4% na produção, dependendo muito do comportamento da construção civil até o final do ano. Já as exportações do segmento devem registrar uma queda entre 36,4% e 39,3% em 2023.

Automóveis

O setor automobilístico mundial, que perdeu 1,9% de sua produção no ano passado (produzindo 61,6 milhões de veículos), vem em recuperação, embora lenta. Segundo Lélis, entre janeiro e julho, a produção do setor cresceu 1,98% em relação ao mesmo período do ano passado. “

Couros

Por fim, Lélis detalhou a produção de couros no Brasil. Segundo ele, muito atrelada ao crescimento da China, maior comprador internacional do setor, a indústria de curtumes deve crescer em 2023, embora tenha uma margem de queda. A banda pessimista aponta para um revés de 1,2%, enquanto a otimista para um crescimento de 2,3%.

A realização do Panorama Econômico foi da Assintecal e contou com os apoios da Monte Bravo, Sicredi Pioneira e Unisinos.

da redação com informações da DCR - Assessoria de Imprensa

Calçados infantil

worldfashion • 03/10/23, 13:49

A Calçados Bibi, marca pioneira no mercado infantil, é presença confirmada na primeira edição da Brazilian Footwear Show - BFSHOW. A feira será realizada de 21 a 23 de novembro, em Porto Alegre, no Centro de Eventos da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs).

A feira é uma iniciativa, promovida pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e organizada pela NürnbergMesse Brasil, e a Bibi irá apresentar aos compradores nacionais e internacionais a coleção Inverno 2024.

A BFSHOW é considerada uma vitrine do calçado brasileiro, e apresenta oportunidades de conexão para que os compradores encontrem a diversidade e qualidade de calçados femininos, masculinos, infantis e esportivos de diferentes portes e polos produtivos, que irão apresentar os diferenciais da indústria calçadista nacional, e segundo a organização, são esperados mais de 10 mil visitantes.

“A Bibi escolheu a BFSHOW para participar e efetuar o lançamento da coleção Inverno 2024

para o canal multimarca e alguns importadores da região.

Esta será a primeira edição, mas estamos

junto com o setor calçadista que fez uma pesquisa em parceria

com as indústrias e outros canais,

buscando viabilizar um novo formato de feira, que será em Porto Alegre,

além de trazer melhorias para a logística das marcas participantes e dos visitantes.

Diante de tudo isso, estamos com boas expectativas para darmos início à divulgação

da nossa nova coleção voltada para crianças de 0 a 9 anos.

Assim, buscamos colocar em prática o nosso propósito de fazer o bem,

auxiliando o desenvolvimento infantil por meio de produtos com conforto e qualidade”,

ressalta a presidente da marca, Andrea Kohlrausch.

A iniciativa contará com duas edições anuais, e a segunda Brazilian Footwear Show - BFSHOW está marcada para os dias  21 a 23 de maio de 2024, para o lançamento das coleções de primavera/verão 2025, dessa vez em São Paulo, no Transamérica Expo Center, localizado na capital paulista.

Atualmente, a Bibi conta com mais de 150 lojas espalhadas pelo mundo, sendo 20 delas localizadas em países da América Latina. Com dois parques fabris localizados em Parobé, no Rio Grande do Sul, e Cruz das Almas, na Bahia, a marca produz mais de 2,6 milhões de pares de calçados por ano. Destes, cerca de 20% são destinados à exportação para mais de 60 países nos cinco continentes. A Bibi também tem uma forte atuação no canal de e-commerce própria e em mais de 3 mil lojas multimarcas em diferentes regiões brasileiras.

Promover o desenvolvimento natural e saudável para o público de 0 a 9 anos é uma das premissas básicas da Calçados Bibi. A marca é pioneira e líder em desenvolver produtos a partir de pesquisas e estudos científicos. Conquistou reconhecimento do setor a partir do desenvolvimento dos calçados atóxicos, fisiológicos e da tecnologia da exclusiva palmilha Fisioflex Bibi, que proporciona a sensação de andar descalço. Com o propósito de fazer o bem, um passinho por vez, a Bibi, fundada em 1949 e referência no mercado de calçados infantis, visa o incentivo às práticas sustentáveis, o estímulo ao desenvolvimento saudável das gerações futuras, e o cumprimento das suas responsabilidades sociais para a construção de um mundo melhor.

A empresa é a primeira calçadista certificada pelo Selo Diamante de Sustentabilidade, que atesta o compromisso com as iniciativas nos processos industriais, bem como o desenvolvimento de ações em sintonia com os pilares estabelecidos pelo programa de Origem Sustentável: Ambiental, Econômico, Cultural e Social.

da redação com informações da DFREIRE Comunicação e Negócios

COTERIE/MAGIC NEW YORK

worldfashion • 21/09/23, 16:55

Reunindo o maior número de marcas, a Coterie sempre apresentou resultados positivos para as empresas, razão pela qual vem crescendo o número de participantes e de negócios gerados. A edição da Coterie, realizada em 2022, resultou em US$ 1,7 milhão de negócios gerados durante os três dias e US$ 4,8 milhões projetados para 12 meses.

No comparativo dos últimos cinco anos, entre 2018 até hoje, 2022 registrou o maior volume de negócios fechados durante a realização da segunda edição anual da Coterie, quando o Brasil também contabilizou maior número de contatos realizados do que em todos os anos anteriores da série histórica, com ressalva aos impactos da pandemia de 2020, quando essa edição da feira foi realizada virtualmente.

Neste ano, a expectativa no vestuário é de aumentar o volume de negócios em relação à edição de setembro de 2022. “O mercado americano é muito importante para as marcas de moda feminina e, como a Coterie acontece sempre depois da semana de moda de NY, quando a cidade ainda está fervilhando de compradores, influencers e jornalistas de moda, temos uma grande expectativa de negócios. Certamente, é um momento obrigatório para uma marca se projetar e aumentar suas exportações neste mercado” declara Lilian Kaddissi, Superintendente Executiva de Projetos da Abit.

Para a ApexBrasil, a participação dessas 54 marcas nas feiras de NY reflete a maturidade e a diversidade da indústria da moda. “Demonstra não apenas a força e a representatividade da moda brasileira no mercado internacional, mas também a sua pluralidade, visto que estamos apoiando marcas de diversos segmentos da moda, desde vestuário feminino, acessórios, joias e calçados. São marcas que apresentam atributos que buscamos cada vez mais ressaltar e valorizar, como o design criativo, inovação e a sustentabilidade”, pontua Mariele Christ, gestora dos projetos setoriais de moda da ApexBrasil.

Com vocação de apoiar as pequenas e microempresas do Brasil, o Sebrae incentiva também essas empresas a ganharem o mercado internacional. “A internacionalização de qualquer empresa passa necessariamente pela melhoria da competitividade, e isso é o nosso objetivo. Ver essas empresas embarcando nesta jornada e exporem seus produtos numa das maiores feiras da moda, é um sentimento muito grande. Para elas é uma oportunidade de mostrar suas marcas, ampliar o seu alcance de consumidores e ser inserida em um terreno fértil para a inovação e crescimento tecnológico”. Adriana Menegaz, Gestora Nacional de Moda do Sebrae.

A Coterie New York conecta marcas e designers emergentes e estabelecidos com uma rede de elite de varejistas, influenciadores e mídia nacionais e internacionais. Seu destaque é ampliado por integrar showrooms e um espaço dedicado aos novos designers.

Já a Magic também se consolida como um dos principais eventos do mercado com foco em tendências femininas, roupas esportivas, calçados, acessórios e trajes infantis, influenciados pela modernidade e influências contemporâneas da moda. A feira é voltada a todos os públicos e perfis de compradores, como grandes lojas de departamento, varejistas on-line, boutiques especializadas e players regionais. “Os Estados Unidos, apesar de diminuírem suas importações de calçados brasileiros em 2023, muito em função de uma queda interna de demanda e altos estoques, é o segundo principal mercado internacional para o setor calçadista brasileiro. Estar na Magic é fundamental para as marcas manterem e ampliarem o relacionamento com aquele mercado”, comenta Paola Pontin, analista de Promoção Comercial da Abicalçados.

As marcas participantes receberam apoio através de convênios setoriais com ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) e Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) em parceria com Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção) e Abicalçados (Associação Brasileira das Indústrias de Calçados), dentre outras.

A Texbrasil, programa de internacionalização da indústria têxtil e de moda brasileira executado pela Abit ( Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção)  levou o maior número de marcas para a Coterie (32 empresas).

A Brazilian Footwear, programa de incentivo às exportações de calçados brasileiros executado pela Abicalçados (Associação Brasileira das Indústrias de Calçados , levando 13 marcas para a Magic: Beira Rio Conforto, Moleca, Molekinha, Molekinho, Vizzano, Modare Ultraconforto, BR Sport, Actvitta, Pegada, Klin, Carrano, Savelli e Cristina Sabatini New York.

Algumas empresas também participam por meio de outros projetos setoriais como o Fashion Label Brasil, da Abest (Associação Brasileira dos Estilistas), e Precious Brazil, do IBGM (Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos).

Convênio com Sebrae uma parte do grupo (10 marcas) foi apoiada pelo Programa Vista Brasil, parceria entre a Abit e o Sebrae visando desenvolver as empresas do segmento de moda, já que elas representam, em quantidade, mais de 90% da cadeia têxtil no Brasil.

Comércio Brasil e Estados Unidos

Os Estados Unidos são o país na primeira posição dentre os maiores compradores de vestuário no mundo, tornando-se importante alvo para novos negócios. Em 2022, as importações desse segmento feitas pelos EUA alcançaram US$ 99,9 bilhões, indicando crescimento de 20% em relação ao ano de 2021. Os principais produtos importados são calças, jardineiras, bermudas, seguidos de suéteres, moda íntima e t-shirts. O Brasil ocupa a 52ª posição como fornecedor de vestuário para os EUA, com total de US$ 28 milhões exportados em 2022. A Ásia figura como principal fornecedor.

Contudo, o preço médio praticado pelos EUA nas importações de vestuário foi de US$ 17,83 por quilo, em 2022, sendo que o Brasil conseguiu vender por um preço médio de US$ 37,02 por quilo, por serem produtos de maior valor agregado, expostos em semana de moda e salões como Coterie e Magic.

No setor calçadista, os Estados Unidos são o segundo principal destino das exportações. Entre janeiro e julho, foram embarcados para lá 6,3 milhões de pares por US$ 136,32 milhões, quedas de 51,4% e de 34,6%, respectivamente, ante mesmo intervalo de 2022.

Marcas na Coterie - 32 marcas

FEIRA/ Associação /MARCA

1 Coterie -   Abest/  Lavish

2 Coterie -   Abest/  Serpui

3 Coterie -   Abit/  Matilda Headpieces

4 Coterie -   Abest/  Cristina Sabatini (acessórios)

5 Coterie -   Abit/ Cristina Sabatini (vestuário)

6 Coterie -   Abicalçados/  Melissa/ Grendene

7 Coterie -   Abit/ Maria Pavan

8 Coterie -    Abit /Lalibela

9 Coterie -    Abit/  Eneida França

10 Coterie -    Abit/  Marie Mercié 

11 Coterie -     Abest/  Gissa Bicalho

12 Coterie -   Abit /Paola Benardi

13 Coterie -   Abest/  Gapaz

14 Coterie -  Abicalçados/  Schutz/Arezzo

15 Coterie -  Abicalçados/ Priscila Whitaker

16 Coterie -  Abit / Luisa Werner

17 Coterie -   Abit / Le My

18 Coterie -  Abest/  Dotz

19 Coterie - Abest/  Lis Fiaschi

20 Coterie - IBGM/  Byart Crystals

21 Coterie -  Abit/  Louisa

22 Coterie -  Abit/  Leticia Manzan

23 Coterie - Abest/  Nadia Gimenes

24 Coterie - Abest/  Aseer

25 Coterie - Abit/  Ruela

26 Coterie - Abit/  La Gea

27 Coterie - Abit /Nhall

28 Coterie -  Abit/  Ammi

29 Coterie - Abit/  Gavea

30 Coterie - Abit/Lez a Lez

31 Coterie - Abit/  Oitici

32 Coterie -  Abit/  Tulle Jour

APOIO Vista Brasil / ABIT – 10 empresas

FEIRA /Associação/MARCA

1 Coterie -  Abit/  Akemi

2 Coterie - Abit/  Belle Paiva

3 Coterie -  Abit/  Emi Beachwear

4 Coterie -  Abit/  Gustavo Eyewear

5 Coterie -  Abit/  Joanne

6 Coterie - Abit/  Lapa Shoes

7 Coterie - Abit /Marina Bitu

8 Coterie -  Abit/  Nidas

9 Coterie - Abit/  Sau

10 Coterie - Abit/  Zolt Rio

APOIO ABICALÇADOS (12 marcas )

FEIRA / Associação/  MARCA

1 Magic - Abicalçados/  Vizzano (Vizzano, Beira Rio, Moleca, Molekinha, Molekinho, Actvitta, BR Sport, Modare Ultraconforto)

2 Magic - Abicalçados/  Carrano

3 Magic - Abicalçados/  Bottero

4 Magic - Abicalçados/ Schoen

5 Magic - Abicalçados/ Zinzane

SOBRE A ABIT

A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), fundada em 1957, é uma das mais importantes entidades de classe dentre os setores econômicos do País. Ela representa a força produtiva de 25,2 mil empresas instaladas por todo o território nacional, de todos os portes, que empregam mais de 1,5 milhão de trabalhadores e geram, juntas, um faturamento anual de US$ 48,3 bilhões.

SOBRE ABICALÇADOS

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) é a entidade que representa a indústria nacional, quinta maior produtora de calçados do mundo, a maior do Ocidente. Fundada em 1983, a Abicalçados, sediada em Novo Hamburgo/RS, possui em seu quadro de associados empresas de todos os portes e que respondem por mais de 65% do total de pares produzidos no País. A entidade representa uma indústria que emprega, diretamente, mais de 300 mil pessoas. Sua missão é representar, defender, desenvolver e promover a indústria calçadista brasileira, com respeito, excelência e resultados. Saiba mais: abicalcados.com.br

SOBRE O TEXBRASIL

O Programa de Internacionalização da Indústria Têxtil e de Moda Brasileira (Texbrasil) atua junto às empresas do setor têxtil e de confecção no desenvolvimento de estratégias para conquistar o mercado global. Ao longo de 21 anos, já auxiliou cerca de 1800 marcas a entrar na trilha da exportação, realizando USD 9 bilhões em negócios. O Programa é realizado por meio de uma parceria entre a Abit e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil).

SOBRE O BRAZILIAN FOOTWEAR

O Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a ApexBrasil. Este programa tem como objetivo aumentar a presença da indústria brasileira e de suas marcas no mercado internacional por meio de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem. Conheça: brazilianfootwear.com.br abicalcados.com.br/brazilian-footwear.

SOBRE A APEXBRASIL

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar os objetivos, a ApexBrasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasi. A Agência também atua de forma coordenada com atores públicos e privados para atração de investimentos estrangeiros diretos (IED) para o Brasil com foco em setores estratégicos para o desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e do País.

da redação com informações sobre a ABIT Ricardo Viveiros & Associados Oficina de Comunicação, sobre a ABICALÇADOS Diego Rosinha - Assessor de Imprensa/Press Officer

AGENDA EXPORTAÇÃO

worldfashion • 22/08/23, 10:18

O mercado de comércio eletrônico na China teve um crescimento rápido e revolucionário na última década. Segundo dados da Euromonitor, o varejo chinês online movimentou mais de US$ 1 trilhão em 2022. Para aproveitar as oportunidades que surgem nesse mercado, a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) está organizando uma Missão para o país asiático.

Oportunidades na China

A perspectiva do mercado de e-commerce chinês é muito positiva. O último festival de compras online da China, que aconteceu entre maio e junho, apresentou crescimento de quase 15% em relação a 2022, sinalizando uma rápida recuperação depois que o país suspendeu sua política de Covid-19. Até 2027, as vendas no varejo online devem crescer a uma taxa de 11% ao ano, chegando a US$ 1,7 trilhão, de acordo com as previsões da Euromonitor.

Atualmente, os principais setores do comércio digital varejista na China são “Eletrodomésticos e eletrônicos”, que movimentou US$ 174 bilhões em 2022, “Moda” (US$ 133,2 bi), “Alimentos e bebidas” (US$ 79,4 bi) e “Saúde e beleza” (US$ 54,5 bi). O Grupo Alibaba foi a principal empresa do segmento em 2022, com uma participação de 40% no valor do varejo online, seguida da JD. com Inc, que possui 35,3% do marketshare.

As inscrições para as empresas dos setores de “Alimentos e Bebidas”, “Higiene Pessoal e Cosméticos” e “Moda e acessórios” interessadas em participar estão abertas até o dia 25 de agosto. Para apresentar mais informações sobre o ecossistema chinês de e-commerce e dar mais detalhes sobre a missão, a Agência realiza, na próxima quarta-feira (23), às 10h, o webinar “E-commerce na China e Missão de e-commerce 2023”. As inscrições para o webinar estão disponíveis aqui https://bit.ly/3KOInAx

A Missão vai ocorrer entre os dias 30 de outubro e 3 de novembro de 2023. A agenda, que passará por Xangai, Pequim e Hangzhou, inclui reuniões com grandes players locais, que podem ser importantes parceiros de negócios para as empresas brasileiras. A programação foi construída pela ApexBrasil em parceria com as principais plataformas chinesas de e-commerce: Alibaba Group, JD, Tmall, Freshippo, Chunbo e Pinduoduo.

Para compor o grupo da Missão, serão selecionadas 20 empresas. O público-alvo são empresas exportadoras e/ou já internacionalizadas, fornecedoras de bens e que buscam iniciar ou ampliar suas operações no mercado chinês por meio do comércio eletrônico.

“Por meio do e-commerce, as empresas brasileiras podem criar um sistema de marketing comercial global, implementar estratégias operacionais em todo o mundo e fortalecer as interações entre os setores além das fronteiras”, afirma a gerente de Competitividade da ApexBrasil, Clarissa Furtado.

Sobre a Missão

“Os participantes da missão terão a chance única de entender as oportunidades oferecidas pelas plataformas tradicionais de comércio eletrônico na China. Além disso, terão contato com outros varejistas online não tradicionais e canais de marketing, através dos quais exportadores brasileiros podem alcançar novos consumidores em todo o mundo”, explica Clarissa Furtado.

Segundo ela, para ter sucesso, as empresas precisam estar cientes dos desafios e entender como adaptar suas estratégias de negócios e seus produtos às necessidades do mercado chinês. Portanto, é essencial compreender o ecossistema e as diversas plataformas de e-commerce disponíveis para definir uma estratégia de atuação de sucesso. “Por isso, a Missão terá como objetivo aprofundar os conhecimentos das empresas brasileiras acerca do ecossistema de e-commerce na China”, afirma.

Para isso, a Missão então contará com atividades de capacitação com as empresas brasileiras acerca do ecossistema de e-commerce na China, além de visitas e reuniões diretamente com as plataformas. Também haverá uma rodada de negócios com contatos que possam apoiar na importação e inserção dos produtos nas plataformas de e-commerce do país asiático.

As 20 empresas brasileiras selecionadas participarão de: Workshops sobre ecossistema do e-commerce, perfil do consumidor na China, desafios e oportunidades; treinamento sobre ecossistema do Alibaba e como utilizar soluções da plataforma para exportar; reuniões e visitas nas principais plataformas de e-commerce na China; e rodadas de negócio com TP (Trade Partner).

Esta Missão é uma das atividades previstas no MoU (Memorandum of Understanding/Memorando de Entendimentos) assinado em outubro de 2022 entre a ApexBrasil e o Grupo Alibaba, e se insere como uma das iniciativas de capacitação de empresas, tanto para a jornada da transformação digital, como para realização de negócios, utilizando as plataformas e serviços do Grupo Alibaba.

Já pensou em exportar via e-commerce?

A maturidade do comércio digital mundial, aliada a uma população cada vez mais conectada, deve incentivar varejistas a diversificar e a inovar seus modelos de negócios. Entre 2017 e 2022, impulsionado pela transformação digital, o e-commerce global de bens e serviços teve um crescimento médio anual de 14,5%. Segundo a Euromonitor, os gastos globais nesta modalidade chegaram a aproximadamente US$ 9 trilhões em 2022.

O varejo de bens online, especificamente, representou 44,3% de todo o comércio digital no mundo. A categoria é particularmente importante para as empresas brasileiras, por envolver setores em que o Brasil já tem competitividade em nível global, como alimentos e bebidas, moda, calçados, higiene pessoal e cosméticos, e entre outros. Segundo pesquisa do Statista, os produtos mais comprados no comércio transfronteiriço em plataformas online, principalmente via smartphone e computadores pessoais, incluem vestuários (36%), eletrônicos (20%) e cosméticos (16%).

Ainda segundo a Euromonitor, entre os novos modelos de negócios, as plataformas de compras online (marketplaces) têm contribuído para ampliar as vendas para novos mercados e consumidores. Esse modelo de negócios foi responsável por 58,9% do e-commerce global em 2022. As plataformas de compras online que vendem produtos de terceiros foram responsáveis por 78,6%, ou US$ 1,5 trilhão, das vendas globais nesse tipo de canal no último ano.

Autodiagnóstico

Para ajudar os empresários a identificarem o grau de prontidão da empresa na caminhada rumo às exportações por meio da venda digital, a ApexBrasil desenvolveu uma nova funcionalidade: o autodiagnóstico de e-commerce.

A ferramenta, gratuita, é totalmente automatizada e funciona como uma conversa em um chatbot. De acordo com as respostas do usuário, serão sugeridos os serviços adequados para o aperfeiçoamento das suas vendas online internacionais. A indicação é instantânea com os links de inscrição para programas específicos da ApexBrasil. Para realizar o autodiagnóstico para sua empresa, clique aqui.

SERVIÇO:


Webinar sobre Missão E-commerce China 2023

• Data: 23/08

• Horário: 10h • Inscrições: https://bit.ly/3KOInAx

Missão E-commerce China 2023

• Data: 30 de outubro a 3 de novembro de 2023

• Local: Pequim, Hangzhou e Xangai, China

• Prazo de inscrição: 25 de agosto

• Inscrições: https://bit.ly/3ONTWcx

• Regulamento: https://bit.ly/3slNFNu

da redação