BOHEMIAN RHAPSODY

worldfashion • 09/11/18, 18:35

51h7uatywl_sy445_Bohemian Rhapsody é uma celebração ao Queen, sua música e seu extraordinário cantor Freddie Mercury. Freddie desafiou estereótipos e quebrou convenções para se tornar um dos mais amados animadores no planeta. O filme mostra a meteórica ascensão da banda por meio de suas músicas icônicas e seu som revolucionário. Eles alcançaram um sucesso incomparável, mas em uma virada inesperada, Freddie, cercado de influências ruins, abandona o Queen para seguir sua carreira solo. Por ter sofrido muito sem a colaboração do Queen, Freddie consegue se reunir com seus colegas de banda a tempo do Live Aid. Apesar de ter sido diagnosticado com AIDS, Freddie lidera a banda e uma das melhores performances na história do rock. Queen deixa um legado que continua inspirando outsiders, sonhadores e amantes da música até hoje.

A Swarovski colaborou com o figurinista Julian Day para criar vários elegantes figurinos do rock usados pelo elenco: Freddie Mercury (Rami Malek) usa uma camiseta preta com raios de sol, uma jaqueta de veludo brilhante em tons de dourado e roxo, um top transpassado preto e uma coroa de cristais. Brian May (Gwilym Lee) usa com colete preto com uma teia de aranha de cristais, enquanto Roger Taylor (Ben Hardy) veste uma camiseta branca coberta de cristais.

nadjaswarovskiismaelghostslesfantomeszut22lt-hfslNadja Swarovski (na foto à direita) membro do conselho executivo da Swarovski, comentou: “Nós estamos encantados de colaborar mais uma vez com a Twentieth Century Fox e Julian Day para adornar as roupas de Bohemian Rhapsody. O filme celebra o legado do Queen e a magia da música e do estilo de Freddie Mercury, e nós estamos emocionados em adicionar mais brilho à produção”.

349412_838381_bohemian_rhapsody3_web_O figurinista Julian Day, que já havia trabalhado com a Swarovski em 2016 no thriller de espionagem Nosso Fiel Traidor, de John Le Carré, comentou: “Queen é realeza do rock e suas performances são extraordinárias e eletrizantes, então meu desafio era ajudar a recriar essa mágica na tela. Quando você precisa do máximo impacto não existe nada melhor do que cristais Swarovski - eles realmente dão aos figurinos mais glamour e carisma”.

A história da Swarovski na tela do cinema remonta o início de Hollywood, mais de 85 anos atrás, quando os cristais fizeram sua estreia em Blonde Venus, de Marlete Dietrich

É uma história brilhante com momentos icônicos, de Marilyn Monroe cantando “Diamonds Are a Girl’s Best Friend” usando joias brilhantes da Swarovski em Os Homens Preferem as Loiras até Audrey Hepburn usando uma tiara de Swarovski com seu vestido preto em Bonequinha de Luxo.

Nos últimos anos, os cristais Swarovski apareceram em produções premiadas, incluindo O Rei do Show, Cisne Negro, O Grande Gatsby e as adaptações de Cinderela e a Bela e a Fera.

1541580616-x2018-bohemian-rhapsody-x2019-light-display-unveiled-on_hiresPara celebrar o lançamento de Bohemian Rhapsody, a mundialmente famosa Carnaby Street, no extremo oeste de Londres, recebeu uma instalação exclusiva no dia 21 de outubro. Os visitantes encontraram letras gigantes e coloridas em neon, incluindo a abertura icônica do Queen “Is this real life? Is this just fantasy”, juntamente com “Galileo” e “Figaro”.

Além disso, uma loja pop up e a exposição com entrada gratuita, localizada na Carnaby Street 3, foram inauguradas em 18 de outubro para apresentar o acervo de fotografias, gravuras, filmagens e figurinos espetaculares de Bohemian Rhapsody.

unnamedA Swarovski colaborou com a Twentieth Century Fox and Regency Enterprises para criar um poster de Bohemian Rhapsody com mais de 14,000 cristais Swarovski para a pop up, que será vendido em prol da Mercury Phoenix Trust, fundação criada em 1992, em memória a Freddie Mercury, que tem como objetivo combater a AIDS por todo o mundo. A Mercury Phoenix Trust foi fundada por Brian May, Roger Taylor e seu gerente Jim Beach em memória de Freddie Mercury, icônico cantor da banda de rock Queen, que morreu em 1991 de AIDS.  Todo ano a MPT encena Freddie por um dia, próximo de seu aniversário, para celebrar sua vida e levantar fundos para ajudar tratamentos de HIV/AIDS pelo mundo. Nos últimos 26 anos a empresa doou mais de 16 milhões de dólares em seu nome e criou mais de 700 projetos na batalha global contra HIV/AIDS - o caminho para o combate dessa doença é pelo conhecimento. Os projetos que nós financiamos são espalhados pelo mundo e, ao todo, nós agora doamos para projetos em 57 países - quando podemos ajudar, ajudamos.

2d5b3a071e909c21fa2a4bb9122c6b3cSobre a Swarovski

Fundada em 1895 na Áustria, a empresa projeta, fabrica e comercializa cristais e pedras preciosas naturais e artificiais de alta qualidade, além de produtos finais como joias, acessórios e produtos para iluminação. Dirigida atualmente pela quinta geração da família, a Swarovski Crystal Business tem alcance global com aproximadamente 3.000 lojas em cerca de 170 países, mais de 27.000 funcionários e receitas em torno de 2,7 bilhões de euros em 2017. Junto com suas empresas irmãs, a Swarovski Optik (dispositivos ópticos) e a Tyrolit (abrasivos), a Swarovski Crystal Business compõe o Swarovski Group. Em 2017, o Grupo gerou cerca de 3,5 bilhões de euros em receitas e empregou mais de 32.000 pessoas. Uma relação responsável com as pessoas e com o planeta sempre foi uma parte essencial da herança da Swarovski, e hoje está incorporada à agenda consolidada de sustentabilidade global da empresa. Além disso, o programa educacional global Swarovski Waterschool alcançou 500.000 crianças nos maiores rios do mundo, e a Swarovski Foundation, fundada em 2013, trabalha para apoiar a cultura e a criatividade, promover os direitos e o bem-estar das mulheres e crianças e conservar os recursos naturais, para alcançar um impacto social positivo.

da redação do World Fashion      fonte: MKTMIX Assessoria de Comunicação     fotos: divulgação

E a MUJI estará entre nós!

worldfashion • 12/06/18, 14:01

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muji-man1Ocupando 218m2 do térreo da JAPAN HOUSE São Paulo, será inaugurada a MUJI Pop Up, uma loja temporária da icônica marca japonesa, famosa por sua proposta minimalista.  Junto com a loja, o centro cultural também recebe uma exposição sobre o conceito MUJI.a iniciativa, que é a primeira realizada pelo grupo na América Latina, pretende oferecer aos visitantes uma experiência completa e exclusiva ao apresentar a filosofia MUJI, que se manifesta em práticos processos de fabricação, resultando em produtos básicos e funcionais. A marca evidencia um estilo de consumo simples e racional, norteado pela austeridade e discrição, peculiares a cultura nipônica. No local, os visitantes entrarão em contato com alguns dos clássicos que representam a essência MUJI, e poderão comprar diversos itens de papelaria, decoração e organização.

muji-soho-06261-550x319Fundada no Japão em 1980, a Mujirushi Ryohin, MUJI em japonês, se traduz como “artigos de qualidade sem marca” e oferece uma ampla variedade de produtos de qualidade, incluindo bens de consumo, vestuário e alimentos. Baseia-se em três princípios fundamentais desde sua fundação: Seleção de materiais; Simplificação de processos e de embalagens. credito_-muji_-body-fit-cushion-navy-denim-coverOs produtos da MUJI são criados por um processo de fabricação extremamente racional, são sucintos e privilegiam a simplicidade e o vazio, englobando os sentimentos e pensamentos de todas as pessoas.

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MUJI Pop Up

JAPAN HOUSE São Paulo – Avenida Paulista, 52 (Piso Térreo)

De 19 de junho a 22 de julho

Horário de funcionamento:

Terça-feira a Sábado: das 10h às 22h

Domingos e feriados: das 10h às 18h

Entrada gratuita

Confira a programação no www.facebook.com/JapanHouseSP/

Por Neiva Otero        fotos:divulgação

Kathia Castilho fala do desafio de ser editora no Brasil

worldfashion • 04/05/18, 10:19

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Doutora e Mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, Kathia Castilho é também empresária, atuante num dos setores mais desafiantes do País: o editorial. Dona da Estação das Letras e Cores, editora especializada principalmente nas áreas de Moda e Comunicação, Kathia Castilho fala com exclusividade ao World Fashion sobre o mercado em que atua e sobre a necessidade de permanente inovação, tendo sempre em vista a primazia da pesquisa em profundidade para um conteúdo de excelência.

A empresária é autora dos livros: “Corpo e moda – Por uma compreensão do contemporâneo”, “Consumo – Práticas e narrativas”, “Semiótica nas Práticas Sociais” e “Colóquio de Moda: 10 Anos”.

eletrasecoresWorld Fashion – Os dois últimos anos foram severos em termos de resultados para todos e em todas as áreas do mercado e até mesmo para as faculdades, que enfrentam dificuldades para manter os seus cursos. Mas somos testemunhas de sua perseverança em continuar acreditando no mercado editorial de moda, com diversos lançamentos de títulos. Como vê agora a experiência da Estação das Letras e Cores nos dois últimos anos, 2016 e 2017?

Kathia Castilho – A permanência neste mercado tem sido um desafio imenso. Nós nos reinventamos a cada momento, de olho nas oportunidades de continuidade. No  final de 2016, revimos toda a nossa pequena e enxuta estrutura, inclusive com corte de pessoal – o que mais me entristeceu. Tínhamos em mente a dificuldade que seria retornar. Em março de 2017, Solange Pelinson, que vinha do mercado financeiro, tornou-se sócia da Estação das Letras e Cores. 74582f_f78d76f2d90449bc912674a325212047_mv2Foi um ano de grandes mudanças, análise de custos e ajustes. Passamos o ano tentando entender as oscilações de mercado, buscando novas oportunidades, novos canais de vendas, procurando aproximar ainda mais a parceria com os autores. Para uma editora independente, a sobrevivência no mercado editorial depende de fôlego, inovação e força de trabalho. Isso tudo torna nossa missão muito arriscada, mas também desafiadora.

W. F. – Na sua visão, qual a perspectiva para o mercado editorial em 2018?

K. C. – Ainda não sentimos crescimento nas vendas, apesar de os indicadores apontarem que haverá crescimento. No caso específico da Estação de Letras e Cores, é preciso dizer que moda ainda é uma área de baixíssimo investimento e interesse no que diz respeito a leituras especializadas. Também publicamos livros na área de Comunicação, e a diferença é notável. Claro que esta é uma área madura em termos de estudos e pesquisas, e os autores têm público em pesquisa e interessado em determinados fenômenos. Na moda ainda não conseguimos formar este interesse.

livrookcvfinaltrocado.cdrW. F. – Quais os temas de moda que despertam interesse editorial da Estação das Letras e Cores? Negócios; comportamento do consumidor; globalização; histórias de personalidades da moda; revolução digital, teses acadêmicas, etc.?.

K. C. – Aqui na editora, temas relevantes de pesquisas sempre foram muito bem vindos. Aliás, a editora nasceu assim. Sabemos e acompanhamos bem de perto o alto nível de investigação que existe hoje na área em Universidades brasileiras.  Interessa-nos todos os temas relacionados à moda e à comunicação, tratados em profundidade de análise ou que tenham relações e desdobramentos interessantes para o mercado e para a pesquisa, ainda que muitas vezes nos pareça que um setor não olha para o outro.

b0aead_60114f1aa0514f0980e277f33070c242_mv21W.F. – Nos últimos meses, o World Fashion esteve presente em eventos ligados ao varejo. Na quase totalidade dessas palestras, mesas redondas e seminários, com executivos, consultores e professores, temas como a revolução digital, o uso intenso da tecnologia e a necessidade de mudança de atitude para incorporar as novidades desse novo cenário foram recorrentes. Como a Estação das Letras e Cores encara essa tendência de valorizar a tecnologia e processos sobre os aspectos de comportamento e de negócios até então editados?

K. C. – É importante perceber e acompanhar estas mudanças que se inserem em nossos fazeres, se instalam em nossas casas, trabalhos e dinâmicas de vida. Claro que no varejo assumem proporções macro e estes estudos são vitais para que possamos pensar a contemporaneidade. Nós editamos e publicamos o livro Revolução 4.0, por exemplo, que resulta de um grande esforço de associações relacionadas à moda e é distribuído gratuitamente. Mas também temos consciência que o Brasil é um país que tem muitos tipos de mercado que funcionam simultaneamente e que apesar dos mindsets apontarem determinadas tendências, há a necessidade de formar e discutir diferentes modelos de mercado e de grupos que promovem ou espelham tendências por aqui.

74582f_17d038189e2b4350b992fc993252e7fa_mv2W.F. – Como estudiosa da área da Semiótica e sua influência na moda, como vê essa tendência de valorizar tecnologia? Há risco de a moda, como negócio, perder o valor emocional (estilistas, coleções, personagens, modelos, passarelas) para considerar aspectos racionais de eficiência de resultados?

K. C. – A tecnologia nos seduz e muito e nos permite um alcance de conexões e de conhecimento de experiências e de reflexões extraordinárias. A área de Comunicação hoje tem excelentes estudos a este respeito e temos também publicado trabalhos neste sentido. A tecnologia possibilita um investimento afetivo maior e mais amplo por meio de estratégias e mídias diferenciadas. O valor emocional que a marca constrói pode ser compartilhado e narrar também experiências daqueles que acreditam e se identificam com a marca e o produto. Porém, acredito, sim, que o consumidor é cada vez mais protagonista de suas escolhas, tem a possibilidade de analisar e acompanhar os discursos das marcas e estamos cada vez mais interessados nas histórias de mundo criados por estilistas, modelos e passarelas como exercícios narrativos, criativos e éticos (uma postura que me parece cada vez mais chamar a atenção de todos)

downloadW. F. – O Colóquio de Moda – congresso científico tem como principal objetivo promover a troca de conhecimentos a respeito da arte, da ciência e da tecnologia desenvolvidas por meio da produção científica nacional e internacional no campo da Moda – é mais uma de suas iniciativas. Com quase duas décadas de realização do evento, como você vê, da perspectiva editorial, a contribuição do encontro para difusão da cultura da moda academicamente e em matéria de negócios?

Capa_Moda e Sutentabilidade final.inddK. C. – O Colóquio de Moda (http://www.coloquiomoda.com.br/) chega esse ano à 14ª edição. Um evento que, na minha opinião, alicerçou e ancora o pensamento reflexivo e a pesquisa de moda no Brasil. Ele nasce interdisciplinar (como deve ser), agregando pesquisadores interessados em estudo e na cientificidade acadêmica da área de moda no Brasil. O Colóquio é inspirador. Os anais que publicam os textos e pesquisas selecionadas a cada edição mostram, em número, o crescimento de pesquisadores e também o amadurecimento de vários estudiosos que frequentam, discutem e publicam seus trabalhos no Colóquio com frequência. Vai se formando um grande grupo aberto, já que a cada ano descobrem-se outros focos, outros eixos de estudo. Descobri facilmente que incentivar este tipo de articulação de troca, de encontros e de pesquisa com pessoas é um de meus principais interesses de vida. A Estação das Letras e Cores tem muito diálogo com vários dos pesquisadores que por ali estão. Alguns são (orgulhosamente) nossos autores, conselheiros. Há também alguns autores que não fazem necessariamente parte do mundo acadêmico e procuro fazer com que conheçam e participem de alguma de nossas edições. Acredito que a Editora quando publica, procura ampliar uma determinada informação e, neste sentido, tem um papel importante no endereçamento de estudos.

da redação entrevista exclusiva por Luís Tadeu Dix     fotos: divulgação

O LIVRO “HISTÓRIA DA MODA NO BRASIL”

worldfashion • 01/04/17, 16:20

O jornalista Luís André do Prado e o professor de moda João Braga, ambos escritores, assumiram a trabalhosa missão de contar a história da moda no Brasil em uma pesquisa inédita, considerada a mais completa já realizada no país sobre o assunto. A obra, traz pesquisa vasta e inédita que compõe um verdadeiro painel visual de todos os movimentos estéticos e comportamentais vivenciados no Brasil.

Foi lançada pela Disal Editora o livro “História da Moda no Brasil- das influências às autorreferências”, que traz mais de um século de evolução de costumes e tendências, detalhando todos os movimentos estéticos e comportamentais.

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De conteúdo maciço, a obra é dividida de forma fácil e didática, como em uma enciclopédia inteiramente dedicada à moda. Está tudo lá. A Belle Époque (1889 – 1918), os chamados “Anos Loucos” (1919 -1930), a Era do Rádio (1931 -1945), os Anos Dourados (1946 – 1960), a Tropicália (1961 –1975), os “Anos Azuis” (1976 – 1990), até o período conhecido como “Supermercado de Estilos” (1991 – 2010), onde o setor atinge a maturidade com escolas e semanas de moda.

São 642 páginas que garantem uma verdadeira viagem no tempo e que proporcionam um entendimento de todo o processo evolutivo. De quando apenas reproduzíamos ou adaptávamos lançamentos de Paris à criação da alta moda local, os nomes que marcaram cada período, passando pelo surgimento do prêt-à-porter nacional até a consolidação de eventos como a São Paulo Fashion Week e Rio Fashion na primeira década do século XXI.

Um painel visual composto por mais de 400 imagens, 127 depoimentos (incluindo nomes como Glória Kalil e o estilista Lino Villaventura), e muito embasamento teórico com levantamento em diversos acervos. Tudo embrulhado na contextualização cuidadosa da relação simbiótica entre moda e transformação da sociedade e, claro, um acabamento gráfico primoroso, marca característica da Disal Editora. que há mais de meio século em operação, é considerada a mais importante distribuidora de livros e materiais didáticos do Brasil para o ensino de idiomas, e, também, técnicos e científicos, de ciências humanas e sociais, literatura, autoajuda e conhecimentos gerais. Possui um catálogo com 300 editoras e mais de 300 mil títulos comercializados. Tem 17 filiais espalhadas pelo país e um portal www.disal.com.br é possível encontrar todos os serviços e produtos oferecidos.

da redação do WORLD FASHION     informações à imprensa:  KB Assessoria em Comunicação   foto divulgação

Enrico Cietta autografa A Economia da Moda

worldfashion • 07/03/17, 18:21

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O consultor italiano Enrico Cietta estará nesta quinta-feira, dia 9, na Livraria da Vila da Lorena para o lançamento de seu segundo livro A Economia da Moda - Porque hoje um bom modelo de negócios vale mais do que uma boa coleção.  Além da sessão de autógrafos, haverá bate-papo com o público, das 18h30 às 21h30.

Enrico Cietta busca levar a empresário, profissionais e estudantes de moda conhecimentos e discussões acerca dos diversos negócios que a indústria fashion pode gerar direta ou indiretamente, ele é formado pela Universidade Bocconi de Milão (Itália) e tem mestrado em Economia pela Victoria University de Manchester (Reino Unido). Sócio sênior da Diomedea, empresa de pesquisa e comunicação de mercado, é também professor no mestrado “Master in Luxury and Fashion Management”, na Business School Sole24Ore de Milão.

A Economia da Moda – Porque hoje um bom modelo de negócios vale mais do que uma boa coleção

De Enrico Cietta    Ed. Estação das Letras e Cores

Dia 9 de março, quinta-feira, das 18h30 às 21h30

Livraria da Vila - Alameda Lorena 1731 - Jardim Paulista, São Paulo, SP.

da redação do WORLD FASHION   Informações para imprensa: M2 Assessoria de Comunicação      Foto: divulgação

Elephant Parade em São Paulo

worldfashion • 06/02/17, 16:50

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A Elephant Parade é a exposição de arte ao ar livre mais relevante do mundo. Por meio da arte, as exibições estimulam milhares de sorrisos, fomentam a conscientização e geram fundos para a conservação de elefantes e outras entidades carentes.

mosha-9th-birthday-640x427Foi inspirada na história real de uma valente bebê elefanta chamada Mosha, que perdeu uma parte da perna ao pisar em uma mina terrestre na Tailândia. Comovidos e inspirados por esta história, Marc e Mike Spits, pai e filho, fundaram a Elephant Parade em 2006. Em 2007, a primeira exposição foi feita em Rotterdam, na Holanda. O Friends of the Asian Elephant Hospital, a “casa” da Mosha na Tailândia, foi a primeira organização a receber as contribuições geradas pelo evento. Mosha foi a primeira bebê elefanta do mundo a receber uma prótese para a perna.

8a-640x427Além da Mosha, a Elephant Parade atualmente gera recursos para o cuidado de centenas de outros elefantes. A perda de habitat natural, o comércio de marfim e os conflitos entre humanos e elefantes são os maiores problemas que os ameaçam. Empresas interessadas em ter seu próprio elefante e patrocinar o evento devem entrar em contato pelo e-mail patrocinios@elephantparade.com.br.

menina2-576x640Em 2017, o Brasil receberá a segunda edição da Elephant Parade, desta vez em São Paulo. A exposição reunirá dezenas de esculturas de elefantes bebês em tamanho real com o nobre objetivo de, por meio da arte, ajudar a preservar os elefantes, ameaçados de extinção.

foto-mariana-costa-elephant-parade-floripa-640x427Além do apoio institucional da Prefeitura de São Paulo, muitas empresas já confirmaram a participação na exposição de arte ao ar livre mais relevante do mundo, que chega às ruas paulistanas em agosto, entre elas o luxuoso Tivoli Mofarrej - São Paulo será o hotel oficial da exposição e sediará o coquetel de lançamento da Elephant Parade São Paulo, tendo como convidados representantes de empresas patrocinadoras e apoiadoras, formadores de opinião e artistas. Ao fim da exposição, o Tivoli receberá ainda o leilão beneficente para arrecadar e reverter as esculturas em verba para projetos de filantropia e preservação de elefantes.

artist-with-elephant-619x351-619x351O Shopping Ibirafoto-mariana-costa-artista-luciano-martins-elephant-parade-floripa-640x427puera assina como shopping oficial da Elephant Parade São Paulo e contará com a instalação de um ateliê que acomodará em torno de 40 esculturas, durante junho e setembro de 2017. Nesse período, os artistas desenvolverão suas pinturas ao vivo enquanto os visitantes do shopping poderão acompanhar a evolução das esculturas em tempo real.

foto-mariana-boro-mike-spits-giovane-pasa-e-carolina-barreto-ceo-e-diretores-da-elephant-parade-640x427“Para nós da Elephant Parade é muito gratificante poder anunciar nossa chegada a São Paulo com patrocinadores que fazem parte da história da cidade e do dia a dia dos paulistanos. Parte do sucesso da exposição é de nossos parceiros que não só apoiam mas contribuem para a proteção de milhares de elefantes asiáticos e africanos”, explicam Carolina Barreto e Giovane Pasa, diretores da Elephant Parade no Brasil.

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Da redação do WORLD FASHION    informações para imprensa::MktMix Assessoria de Comunicação  Fotos: divulgação

circuito interativo

worldfashion • 01/04/15, 14:34

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A marca LYCRA® - que faz parte da INVISTA, um dos maiores produtores integrados de intermediários químicos, polímeros e fibras do mundo – apresenta um Circuito Interativo aos consumidores e reforça os diferenciais do fio LYCRA® por meio de interações lúdicas.

A ação acontece em São Paulo no shopping Eldorado entre 27/03 e 05/04 e também no Rio de Janeiro no Barra Shopping entre  entre 22 e 26/04 .

O Circuito LYCRA® estreia a segunda etapa do “CONNECT” projeto que teve início em 2014,  com o objetivo de gerar negócios para todo o segmento têxtil, que engloba tecelagens e malharias as confecções e varejo,  criando assim uma cadeia de valor e estimulando uma relação emocional dos consumidores com a marca.

Além da série de ativações divertidas que demonstram os benefícios do fio LYCRA®, permitindo uma verdadeira imersão no mundo da marca, sugere a compra de uma peça nas lojas indicadas e oferece acessórios e complementos gratuitamente para a realização de uma customização exclusiva, com a ajuda de promotoras especializadas, nas peças adquiridas com a etiqueta LYCRA®.  Os movimentos dos visitantes no percurso do espaço são gravados e, ao final do caminho, o público encontrará um totem onde o vídeo com a sua experiência poderá ser postado nas redes sociais.

img_5491-479x640“A marca LYCRA® traduz os conceitos de liberdade de movimento e de expressão. Este projeto está alinhado com esses valores e traz interações divertidas e que ainda trazem benefícios ao consumidor”, conta Luiza Barros, Gerente de Comunicação da marca LYCRA®.

Por Yuko Suzuki                 Assessoria INVISTA:  Ketchum                Fotos e vídeo: acervo WORLD FASHION

Brasileira no LYCRA® Future Designers global

worldfashion • 09/03/15, 09:41

lycra_r_future_designers_shortlist_natalia_vechiatto_feitoza_look_5-531x640Saiu a lista dos dez finalistas do concurso LYCRA® Future Designers global e entre elas Natalia Vechiatto Feitoza, recentemente formada em Moda pela Universidade Estadual de Maringá, no Paraná, está entre as dez finalistas do prêmio LYCRA® Future Designers. Além de Natalia, os outros nove finalistas são Agustina Andrea Delgado Recke (Argentina), Yiyi Guo (China), SiChen Huang (China), Wang Xiang Yi (China), Pui Yan Rachel Tse (França), Sukriti Mandal (Índia), Silvia Teh (Singapura), Cassandra Verity Green (Reino Unido) e Geraldina Montemayor (Reino Unido).

lycra_r_future_designers_shortlist_natalia_vechiatto_feitoza_look_1-532x640A sexta edição do concurso da INVISTA em parceria com a WGSN oferecerá ao finalista premio de U$ 20 mil em benefícios e a oportunidade de trabalhar com mentores da INVISTA, um dos maiores produtores integrados de intermediários químicos, polímeros e fibras do mundo e detentora da marca LYCRA®.

Natalia apresentou um projeto inspirado na beleza exótica e abundante do clima tropical. De acordo com a designer, as peças de moda esportiva são desenvolvidas com fio LYCRA® para promover melhor caimento, flexibilidade e conforto térmico.  Texturas, transparências, aplicações florais e plumas 3D são os destaques de sua coleção.lycra_r_future_designers_shortlist_natalia_vechiatto_feitoza_look_2-532x640

Criado em 2009, o LYCRA® Future Designers revela novos talentos da moda, reforçando as vantagens e possibilidades oferecidas pelo fio LYCRA® para os futuros tomadores de decisão da indústira. Esta edição marca a terceira participação da INVISTA com a categoria LYCRA® Future Designers no WGSN Global Fashion Awards. Anteriormente o prêmio era organizado pela própria INVISTA, tendo começado no Brasil.

“Estamos muito animados em ter uma lista de candidatos tão fortes para o LYCRA® Future Designers este ano”, diz Bob Kirkwood, Vice-Presidente Executivo de Tecnologia e Marketing da INVISTA, detentora da marca LYCRA®. “Ter representatividade global de talentos criativos é muito importante para a indústria da moda e as escolhas deste ano nos mostram que, cada vez mais, há valor real na fusão de culturas. Temos certeza de que o ganhador do nosso prêmio deixará a sua marca”, completa Bob.

lycra_r_future_designers_shortlist_natalia_vechiatto_feitoza_look_3-531x640O evento de premiação do LYCRA® Future Designers acontecerá em 14 de maio de 2015, no The Park Lane Hotel, em Londres, momento em que os vencedores serão anunciados em uma noite de gala.

“O compromisso contínuo da INVISTA com a indústria, como patrocinadora do nosso Global Fashion Awards, e as criações inovadoras enviadas pelos 10 candidatos finalistas são um verdadeiro reflexo do sucesso que estamos buscamos no WGSN” diz Lauretta Roberts, diretora do WGSN Global Fashion Awards.

Por Yuko Suzuki   Fonte: Assessoria INVISTA Ketchum Estratégia  Imagens de divulgação: Croquis da brasileira Natália Vechiatto Feitoza

“Reencarnação” por KARL LAGERFELD

worldfashion • 03/12/14, 15:30

O vídeo-clip criado e dirigido por Karl Lagerfeld  acompanhará a coleção Métiers d’Art Paris-Salzburg 2014/15 que foi mostrado ontem, 2 de dezembro de 2014, em Salzburg.  O novo curta-metragem foi a oportunidade perfeita para Karl Lagerfeld desenvolver uma parceria artística com Pharrell Williams, um amigo próximo da Câmara e amigo pessoal do designer.

04_reincarnation_by-_karl_lagerfeld_making_of-516x255Na verdade, o artista compôs e escreveu a letra de “CC do mundo “, a trilha sonora original para video-clip, e ele também interpretou um dos papéis principais juntamente com Cara Delevingne,o rosto da próxima campanha do Paris -Salzburg 2014/15 Métiers d’coleção de arte.

05_reincarnation_by-_karl_lagerfeld_making_of-516x255Mais uma vez Karl Lagerfeld tinha imaginado um episódio da vida de Gabrielle Chanel. Encarnada por Geraldine Chaplin, Gabrielle Chanel está em férias nos subúrbios de Salzburgo, em 1954.   Em seu hotel ela conhece um jovem ascensorista interpretado por Pharrell Williams, que usa uma jaqueta que viria a inspirar a jaqueta CHANEL icônico.

03_cc_film_reincarnation-515x3421“Era hora de mostrar as origens da jaqueta Chanel, inspirado no usado pelo ascensorista em um hotel perto de Salzburgo em 1950 (…) A reencarnação é a história de uma jaqueta de ascensorista reencarnar como uma peça atemporal de mulheres vestir “, declara Karl Lagerfeld.

“Reencarnação” é também a evocação de uma outra era, a do Império Austro-Húngaro, que Karl Lagerfeld traz à vida por uma noite no coração da década de 1950.

03_reincarnation_by-_karl_lagerfeld_making_of-516x2551Karl Lagerfeld acrescenta: “Nada disso teria sido possível sem Pharrell Williams, Cara Delevingne e Geraldine Chaplin. É o elenco perfeito. Pharrell é um gênio e Geraldine no seu melhor no papel de Gabrielle Chanel no ano de seu retorno. ”

“Reencarnação” foi exibido em Salzburgo, em 01 de dezembro st de 2014 na noite anterior ao Paris-Salzburg 2014/15 Métiers d’Art show  #chanelsalzburg

acesso ao video : https://www.youtube.com/watch?v=vMUK2VpUgQI

Fonte: CHANEL PR Brazil  fotos: divulgação


“Traité des couleurs servo à la peinture à l’eau”

worldfashion • 21/11/14, 08:57

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Graças a Pantone, autoridade contemporânea de todas as coisas relacionadas com as cores, temos uma maneira de documentar o fluxo cromático.

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Mas os artistas têm catalogado a pluralidade das cores por muito mais tempo do que o tempo de vida da Pantone, misturando pigmentos para criar as violetas, turquesas e âmbares que nós encontramos nos livros de história da arte.

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Um desses artistas fascinados pelas cores era o holandes - A. Boogert, responsável por catalogar um enorme manual de cores quase três séculos antes de Pantone ter surgido.

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De volta a 1692, ele elaborou cerca de 800 páginas de páginas manuscritas e pintados à mão, sob o título “Traité des couleurs servo à la peinture à l’eau”. Escrito em holandês, o tratado foi uma caminhada meticulosa pelas tonalidades e sombras de todas as cores que você pode pensar. Provavelmente o guia de cores mais informativo do seu tempo.

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Apresentado pelo historiador medieval Erik Kwakkel, que atualmente conduz um estudo de doutorado sobre a publicação do século XVII, a ser concluída em 2015 na Universidade de Amesterdão, o catálogo de cores quase se perdeu com o tempo segundo Kwakkel:

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No século 17, uma época conhecida como a Idade de Ouro da pintura holandesa, este manual teria atingido o ápice. Entretanto, por ter sido escrito à mão e, portanto, contando apenas com um exemplar, ele não obteve o “alcance” entre os pintores - ou a atenção entre os historiadores de arte moderna - que merece.

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O livro todo pode ser encontrado http://www.e-corpus.org/notices/102464/gallery/ .