Brasil Fashion Designers 2026 CIDADE DE SÃO PAULO - FEBRA TÊXTIL

worldfashion • 07/05/26, 10:27

O grande vencedor desta edição foi Mauricio Mazzon, que conquistou a oportunidade de apresentar sua coleção na Expotextil Perú 2026, uma das principais feiras do setor têxtil na América Latina. Intitulada “Elos”, a coleção é composta por dois looks de palco em denim, com peças como jaqueta, calça, casaco e corset. A proposta apresenta uma reflexão sobre conexão a partir do encontro entre o funk e o rap, dois ritmos brasileiros marcados pela origem periférica e pela denúncia social.

“Foi muito trabalho, de 8h da manhã até 10h da noite, então ver esse esforço reconhecido fez tudo valer a pena. Sou muito detalhista, então queria que tudo estivesse perfeito, principalmente o acabamento. Na coleção, criei dois looks de palco inspirados na energia do rap e do funk, o rap como estrutura e ostentação, e o funk como poder e sensualidade. Também quis trabalhar o denim de forma diferente, elevando o tecido para além do uso cotidiano e valorizando sua estética urbana na passarela”, destaca o vencedor Mauricio Mazzon.

Com todas as despesas pagas, o vencedor levará sua criação para o cenário internacional, ampliando sua visibilidade e dando um passo importante na consolidação de sua trajetória profissional. Além disso, recebe uma máquina de costura reta industrial da Silmaq e uma assinatura anual da plataforma New & Now, que oferece acesso a conteúdos exclusivos de tendências e inteligência criativa.

O segundo lugar ficou com Thaisa Chaves, com a coleção “Vestir para Resistir”, que traz como referência a música “Negro Drama”, dos Racionais MC’s, e a vivência da designer no Capão Redondo, traduzindo a moda como ferramenta de expressão, resistência e identidade.

Já o terceiro lugar foi conquistado por Vitória Amaral, com a coleção “Entendeu o Que Nóis Sente?”, inspirada nas batalhas de rap e na potência da palavra como instrumento de afirmação e pertencimento nas periferias. Como premiação, ambas receberam máquinas de costura da Silmaq e licença da plataforma New & Now.

As coleções foram avaliadas por um júri formado por profissionais renomados da indústria têxtil, da moda e da comunicação, garantindo um olhar técnico e multidisciplinar sobre os trabalhos apresentados.

Integraram o júri Yuko Suzuki, editora da revista World Fashion desde 1996 e presença histórica na cobertura da São Paulo Fashion Week desde sua primeira edição; Silvia Boriello, jornalista e editora da revista Costura Perfeita, voltada ao setor confeccionista; Priscila Faiad, mestre em Engenharia Têxtil e consultora especialista em qualidade de tecidos e fornecedores; Francesco Bogarin, designer vencedor do Concurso Novos Designers Brasil 2015, com atuação em design de moda e styling; Roberto Lima, gerente de Comunicação e Marketing da Abit e do Sinditêxtil-SP; e Symone Rech, especialista em Design Estratégico e Economia Comportamental, além de diretora de pesquisa e inteligência criativa da plataforma New & Now.

Sobre o Brasil Fashion Designers

Nesta edição, os finalistas foram desafiados a criar coleções inéditas compostas por dois looks completos para o inverno 2026, a partir do tema “Na Batida do Funk e na Rimada do Rap”. A proposta trouxe para a passarela um diálogo potente entre moda, música urbana brasileira e identidade cultural, explorando referências das periferias, estética contemporânea e narrativas sociais.

As coleções foram apresentadas em um desfile exclusivo e seguiram em exposição durante a programação da FebraTêxtil, ampliando a visibilidade dos novos talentos junto a compradores, empresas e formadores de opinião do setor. Realizado pelo Febratex Group, o Brasil Fashion Designers tem como missão aproximar jovens designers da indústria têxtil, promovendo oportunidades reais de inserção profissional.

“O Brasil Fashion Designers é uma vitrine para novos talentos e um elo direto com a indústria. A cada edição, vemos o quanto esses novos criadores chegam preparados, com propostas consistentes e alinhadas às transformações culturais e de mercado”, destaca Ricardo Gomes, gerente de projetos especiais do Febratex Group.

Para Hélvio Júnior, diretor de comunicação do Febratex Group, o concurso cumpre um papel estratégico no fortalecimento da moda brasileira. “Ao integrar o BFD à FebraTêxtil, ampliamos o acesso desses jovens ao mercado, conectando criatividade e cadeia produtiva. É uma iniciativa que fortalece a base da indústria e estimula a inovação no setor”, afirma.

A edição Cidade de São Paulo 2026 deu continuidade ao concurso no estado. Em 2025, o Brasil Fashion Designers realizou uma edição especial em homenagem à estilista Vivi Haydu, referência da moda brasileira, celebrando sua trajetória e contribuição para o fortalecimento da criação independente no país.

Com o patrocínio da Silmaq e com apoio da New & Now, Associação Brasileira da Indústria Têxtil (ABIT) e Capricórnio, o Brasil Fashion Designers reafirma seu papel como uma das principais plataformas de incentivo à nova geração de designers do país, impulsionando carreiras e conectando talentos ao futuro da moda brasileira.

da redação com informação da assessoria de imprensa PA Comunicação 360

QUINTESS

worldfashion • 06/05/26, 14:53

Com a visão contemporânea aplicada na abordagem em uma calça jeans, que deve servir a todos, resultou na interpretação aliada a uma engenharia de produto. O desafio é atender a diferentes biotipos com naturalidade, do 38 ao 56, sem se prender a um padrão, a Quintess, marca do Grupo Posthaus, de Blumenau (SC), com 18 anos no mercado e milhões de clientes atendidos, inserido em um cenário que ainda dita padrões, escolheu trilhar um caminho mais sensível valorizando a individualidade e o estilo.

“Uma calça que aperta, outra que sobra. Quantas vezes já ouvimos isso? Para nós, a pergunta era clara: como lançar algo que realmente dialogasse com cada mulher? A resposta moldou a criação, que combina um olhar técnico e sensível. O que surge disso vai além do caimento, é uma nova experiência de vestir”, conta Ana Damásio, estilista do Grupo Posthaus.

O segredo está no processo de produção

A criação demonstra que é possível desenvolver um jeans capaz de se alinhar de forma natural a diferentes silhuetas. A inovação começa pelo cós, muitas vezes subestimado, mas essencial para o caimento. Ele foi redesenhado com precisão, incorporando discretamente um elástico nas laterais, que suaviza volumes sem comprometer o design.

“Não é mágica, é técnica”, explica a estilista. “Cada ajuste é pensado para acompanhar proporções variadas, valorizando cinturas e quadris de diferentes formatos. O efeito é sutil, mas perceptível no conforto e na elegância”.

O tecido também desempenha um papel fundamental. O denim 100% algodão oferece respirabilidade, resistência e um caimento que evolui com o uso. Ele acompanha os movimentos, mantendo a estrutura mesmo após múltiplas lavagens, garantindo durabilidade e a sensação de roupa nova.

Por fim, a modelagem reta conclui o processo, equilibrando a proporção e alongando as linhas corporais. Diferentemente de cortes justos ou flare, mantém largura constante do quadril até a barra, criando uma linha uniforme que respeita os formatos naturais do corpo de maneira harmoniosa, entregando liberdade de mobilidade e fluidez.

Pessoas reais no desenvolvimento

O processo contou com pessoas reais, cujos corpos e percepções guiaram cada decisão. Mulheres provaram, ajustaram, comentaram e aprovaram detalhes, transformando feedbacks em instrumento de precisão que norteou todas as etapas.

“Fui convidada para participar da confecção da calça jeans e, quando provei a versão final, pensei: é isso. A modelagem é pensada para corpos reais e diversos, para adaptar e servir bem em mulheres diferentes. Isso é algo que eu sempre bato na tecla, usar a roupa que serve de verdade, não só cabe. A calça conforta, valoriza e faz a gente se sentir bem dentro dela. Parece algo básico, mas faz toda a diferença na nossa autoestima”, relata a influenciadora Ana Luiza Palhares, conhecida pelo perfil Cinderela de Mentira.

Dessa forma, o projeto partiu da experiência de quem já enfrentou dificuldade para encontrar um jeans que realmente se ajustasse, do P ao plus size, conceito que, inclusive, integra o DNA da Quintess. Todas as sugestões contribuíram para transformar um modelo clássico em algo que acompanha e valoriza proporções diversas, sem comprometer a estética.

“Não se trata apenas de caber, mas de se reconhecer na roupa, de sentir que ela foi pensada para você. Proporcionar isso é um gesto de cuidado, fruto de um caminho que escutou e respeitou histórias diversas”, completa Ana.

A peça está disponível no site da marca.

da redação com informações da Oficina das Palavras – Comunicação para Negócios

8ª edição - AGRESTE TEX 2026

worldfashion • 22/04/26, 14:09

Neste edição, além dos maquinários, constatamos maior participação de malharias e tecelagens, que além das novidades e informações, compartilharam conhecimento, como a Avil que em parceria com Makipeças, mostraram a produção em loco, como transformar o tecido numa peça pronta, em 40 minutos com estilista/modelista e costureiro Jack Araujo (instagram @jhonny_costureiro).

Confirmando os dados da Danielle Souto - Secretária do Desenvolvimento Econômico do Governo de Pernambuco, a indústria de vestuário de Pernambuco apresentou desempenho positivo entre 2024 e 2025, com crescimento consistente na produção, no consumo e, principalmente, na geração de empregos. É o que revelou o levantamento do IEMI - Inteligência de Mercado, referência nacional em estudos do setor. De acordo com os dados, o setor ampliou em 14,8% o número de trabalhadores diretos, ritmo significativamente superior ao crescimento de 2,4% no total de unidades produtoras, que chegaram a 1.011 estabelecimentos no período, conforme citado por Marcelo Prado, consultor e diretor do IEMI - Inteligência de Mercado.

O avanço da mão de obra indica aumento da intensidade produtiva e reforça o papel do segmento como um dos principais motores de geração de renda no estado. O volume da produção em peças também cresceu 2,8%, enquanto o valor da produção (em Reais) registrou alta mais expressiva, de 7,4%, sinalizando ganho de valor agregado e possível diversificação para produtos de ticket médio maior.

No mercado interno de vestuário, os indicadores mostram um ambiente de aquecimento. O número de pontos de venda especializados avançou 4,8%, enquanto o potencial de consumo no estado cresceu 5,8%, ultrapassando R$ 8,9 bilhões. O desempenho reflete a melhora das condições de renda e emprego, além do fortalecimento do varejo local.

“Estamos observando um ciclo positivo impulsionado principalmente pelo mercado interno. O crescimento da mão de obra em ritmo superior ao das unidades produtivas indica aumento da capacidade instalada e maior intensidade de produção. Ao mesmo tempo, o avanço mais forte do valor da produção em relação ao volume de peças sugere ganho de eficiência e maior presença de produtos com valor agregado”, afirmou Marcelo Prado, durante o talk realizado na feira.

No contexto nacional, Pernambuco mantém uma posição relevante na cadeia produtiva do vestuário. O estado concentra 4,9% das unidades produtoras do país e responde por 3,8% da mão de obra direta do setor. Em termos de produção, porém, a participação é de 2,5%, indicando que, embora tenha capilaridade industrial, ainda opera com escala média inferior à de polos mais consolidados.

Já no consumo, Pernambuco representa 3,3% dos pontos de venda especializados e 2,9% do potencial de consumo nacional, evidenciando a força do mercado interno como principal eixo de sustentação do setor. Nas exportações, a participação ainda é limitada, com 0,3% em volume e 0,4% em valor, o que aponta espaço para crescimento na inserção internacional.

Segundo Prado, o cenário também reflete fatores estruturais. “A consolidação de arranjos produtivos regionais, a maior integração com o mercado nacional e estratégias comerciais voltadas ao consumo interno ajudam a explicar esse desempenho. Ao mesmo tempo, os dados mostram que existe uma oportunidade clara de ampliar a inserção internacional e agregar mais valor às exportações”, completa.

O levantamento do IEMI reforça o papel estratégico da indústria de vestuário para a economia pernambucana, especialmente na geração de empregos e na dinamização do consumo, ao mesmo tempo em que evidencia desafios e oportunidades para aumentar competitividade e presença no mercado externo.

Os resultados refletem o sucesso da feira. Para Pedro Amâncio, diretor da SVC Laser Epson, a participação foi altamente positiva. “Atendemos muita gente de toda a região e de outros estados. Já ultrapassamos R$ 300 mil em negócios durante a feira, além de um volume significativo de oportunidades futuras. Trouxemos novidades como a DTF industrial, que chega para transformar o mercado local em produtividade”, contou.

Maurício Soares, gestor de marketing da Silmaq, também destacou o impacto da edição 2026. “Foi extremamente positiva. Abrimos novos clientes, fechamos negócios em novas regiões e apresentamos inovações importantes, como a primeira máquina de costura com inteligência artificial integrada. A expectativa é de crescimento entre 10% e 20% em relação à última edição”, revelou.

Rener Agostini, gerente nacional de vendas da Audaces, ressaltou a relevância estratégica da feira. “O Agreste pernambucano é uma região que respira moda. Estimamos um faturamento entre R$ 5 e 6 milhões durante a feira, podendo chegar a R$ 7 milhões com os desdobramentos dela. É um mercado essencial, tanto pelo volume quanto pela qualidade e potencial criativo”, ressaltou.

Outro momento de destaque foi o resultado do júri popular do Brasil Fashion Designers (BFD), que consagrou a estudante Camyle Nogueira, de 22 anos, natural de Toritama e aluna do Senai Caruaru. Com 24% dos votos, ela venceu com a coleção “Brasilidades”, marcada por cores vibrantes e estampas expressivas em contraste com tons mais suaves. Como premiação, recebeu uma máquina de costura da Silmaq. Emocionada, Camyle celebrou a conquista: “Cresci vendo o jeans sustentar minha família. Sou mãe e aspirante a designer, e chegar aqui com uma coleção escolhida pelo público é extremamente gratificante”, comemorou.

Entre os destaques, o desfile “Toritama by Acit” reforçou a importância da ‘capital do jeans’, apresentando ao público uma prévia das coleções que estarão no Festival do Jeans de Toritama 2026. A passarela evidenciou criatividade, identidade regional e a força produtiva local, consolidando o evento como vitrine de tendências e talentos.

Com resultados expressivos, forte adesão do público e alto nível de inovação, a oitava edição da Agreste Tex encerra reafirmando seu papel como uma das principais feiras do setor no Brasil e já projeta expectativas ainda maiores para a próxima edição, marcada para ocorrer de 4 a 7 de abril de 2028.

“Voltamos em 2028 para impulsionar, ainda mais, esse mercado tão importante para o Brasil. A nona edição vem com ainda mais grandiosidade, mais criativa e mais transformadora, ampliada e mais ousada”, finalizou Hélvio Pompeo Júnior, diretor de Operações do Febratex Group.

por Yuko Suzuki

WARP FASHION

worldfashion • 12/03/26, 12:09

O setor têxtil tem criado novas tecnologias para resolver problemas recorrentes no uso das roupas: tecidos que amassam com facilidade, peças que perdem o caimento ao longo do dia, falta de proteção UV, desconforto causado pela umidade e baixa durabilidade após lavagens frequentes.

As inovações acontecem a partir dos fios e da construção dos tecidos/malhas desenvolvidos e já estão disponíveis no mercado, aplicadas a diferentes tipos de peças do vestuário.

Ao desenvolver soluções diretamente na estrutura têxtil, a indústria passou a oferecer materiais que reduzem a necessidade de cuidados, aumentam a vida útil das peças e melhoram a experiência de uso, sem alterar a aparência das roupas.

Uma das inovações mais perceptíveis está nos tecidos/malhas que dispensam o uso do ferro de passar, o que chamamos de easy care, easy wear. É o WARP FASHION, desenvolvido pela Rosset, combina malharia de urdume com a tecnologia LYCRA® T400® EcoMade, resultando em um tecido que não amassa, tem secagem rápida e mantém o caimento ao longo do uso.

A construção do tecido/malha atende à necessidade de praticidade no cotidiano, reduzindo o tempo dedicado ao cuidado com as roupas e facilitando o uso em rotinas intensas ou em viagens, com tecnologias criadas para controle da umidade e conforto térmico.

O desenvolvimento de tecidos/malhas que auxiliam no controle da umidade também avançou.

A fibra COOLMAX® EcoMade foi criada para afastar a umidade do corpo, ajudando a manter a sensação de seco durante o uso. A tecnologia pode ser aplicada em categorias como jeans, moda íntima, roupa esportiva e vestuário do dia a dia.

Para climas frios, o fio THERMOLITE® EcoMade foi desenvolvido para contribuir com a retenção de calor, oferecendo conforto térmico sem adicionar peso ou volume às peças.

SOBRE:

A LYCRA Company é uma empresa e marca de ingredientes com uma longa história de grandes sonhos. São impulsionados por uma equipe de especialistas em diversas áreas — cientistas, pensadores, líderes de mercado — todos motivados por uma paixão em comum: tornar a vida mais confortável.

A principal inovação, a fibra LYCRA® , foi inventada pelo pioneiro cientista químico Dr. Joseph Shivers em 1958, introduzindo conforto e elasticidade a uma indústria de vestuário dominada por designs estruturados e restritivos, como cintas modeladoras femininas de borracha.

Em seus mais de 65 anos no mercado, a fibra LYCRA® transformou a indústria de vestuário, ajudando a impulsionar o crescimento das roupas esportivas e casuais e tornando tudo, desde roupas de banho e jeans até peças íntimas, mais confortável.

Hoje, a The LYCRA Company continua tão vital como sempre no mercado têxtil, conectando fábricas, fabricantes e marcas ao longo de toda a cadeia de valor e apoiando o desenvolvimento de designs de tecidos e vestuário que melhoram o dia a dia.

As fibras e soluções têxteis desempenham um papel fundamental na inovação têxtil e, com nosso alcance global, alto reconhecimento de marca e qualidade excepcional consistente, os produtos e tecnologias elevam e aprimoram os designs dos parceiros. Também estão focados na sustentabilidade , expandindo constantemente os portfólio de inovações feitas com materiais reciclados e renováveis ​​e transformando os processos de fabricação para ajudar a reduzir o impacto no planeta, com o espírito pioneiro e equipe apaixonada, inovar constantemente para atender às necessidades do futuro.

A Rosset - Empresa  fundada em 1939, no bairro do Bom Retiro em São Paulo. Desde o início da sua trajetória, a empresa assumiu o compromisso com a qualidade e tecnologia, desenvolvendo uma grande variedade de tecidos em poliamida com elastano. Hoje, é a maior fabricante de malhas em poliamida com elastano da América Latina.

Entre a variedade de artigos, o portfólio é composto por artigos de Ketten, Circular, Rendas, Laises e Estampados, voltados para os segmentos de praia, lingerie, esportivo e moda.

Investe constantemente no que há de mais moderno em equipamentos, aperfeiçoamento e treinamento constante da mão de obra. Algumas das atitudes ambientais, colocam as fábricas do grupo dentro dos mais rígidos padrões mundiais, e trazem alternativas para preservar os recursos hídricos e controlar a emissão de gases na atmosfera.

A C&A - Empresa de moda focada em propor experiências que vão além do vestir. Fundada em 1841 pelos irmãos Clemens e August na Holanda, entendem e defendem a moda como um dos mais fundamentais canais de conexão das

pessoas consigo mesmas, com todos à sua volta e, por isso, coloca os clientes  no centro da estratégia. É uma das maiores varejistas do mundo e, no Brasil, estão  presentes desde 1976, quando inauguraram a primeira loja no shopping Ibirapuera,

em São Paulo (SP). Atualmente, operam com mais de 330 lojas em todo o território nacional, além do e-commerce.

Estão listados na bolsa brasileira (B3) desde outubro de 2019 e são uma empresa pioneira em diversas inovações no nosso seguimento, a partir da oferta de serviços e soluções digitais e omnicanais, que visam ampliar a experiência on e off line dos clientes.

Consolidadas de ASG (Governança Ambiental, Social e Corporativa), sendo  uma das empresas mais premiadas e reconhecidas internacionalmente por  boas práticas de sustentabilidade em prol de uma moda com impacto positivo.

Já no aspecto social, por meio do seu braço filantrópico, o Instituto C&A, atuam  no fortalecimento de comunidades por intermédio da moda, no voluntariado  corporativo, no fomento ao empreendedorismo de grupos em maior vulnerabilidade social e ajudas humanitárias.

A AVIATOR - Empresa fundada em 1987 como uma pequena boutique de camisas, é uma marca carioca reconhecida por seu compromisso em criar produtos com matérias-primas e acabamentos superiores, feitos para durar, por isso estabelecem altos padrões em nos produtos para garantir durabilidade, funcionalidade e estilo.

Asas para Voar é o projeto de incentivo ao empreendedorismo. Através dele buscam alimentar o ecossistema do empreendedorismo brasileiro e mostrar as novas formas e experiências de trabalho e negócios.

Seja contando histórias inspiradoras, seja viabilizando a aceleração de startups promissoras, é através dessa iniciativa que os conectam com as próximas empresas de sucesso.

da redação

Artigo - Internacionalização da manutenção e inovação industrial

worldfashion • 11/03/26, 15:39

Por Jurandir Ferreira de Sousa*

A manutenção industrial deixou, há muito tempo, de ser uma função operacional limitada ao chão de fábrica. Hoje, ela ocupa posição estratégica na engrenagem da competitividade global.

Em um cenário caracterizado por cadeias produtivas integradas, tecnologia, automação avançada e padrões internacionais rigorosos de qualidade, segurança e sustentabilidade, a internacionalização da manutenção industrial passa a ser exigência do mercado.

A globalização dos processos produtivos ampliou significativamente a circulação de máquinas, componentes e sistemas automatizados entre países. Equipamentos fabricados na Alemanha, no Japão, nos Estados Unidos ou na China operam diariamente em plantas brasileiras. Isso exige que a manutenção industrial domine tecnologias embarcadas, protocolos de comunicação industrial, sistemas supervisórios e padrões técnicos desenvolvidos em diferentes partes do mundo.

Nesse contexto, a internacionalização se manifesta de duas formas principais. A primeira ocorre quando empresas nacionais prestam serviços especializados a multinacionais instaladas no Brasil, seguindo padrões corporativos globais. A segunda acontece quando companhias brasileiras expandem sua atuação para projetos no exterior, realizando montagem industrial, retrofit, comissionamento e manutenção preventiva, preditiva e corretiva de ativos de alta complexidade.

Essa evolução exige alinhamento com normas internacionais consolidadas, como as certificações ISO voltadas à gestão da qualidade, meio ambiente e segurança ocupacional, além de conformidade com padrões de segurança elétrica, automação e confiabilidade operacional. A adoção de metodologias como Manutenção Centrada em Confiabilidade (RCM), Manutenção Produtiva Total (TPM) e estratégias baseadas em análise preditiva com sensores e dados em tempo real tornou-se diferencial competitivo.

No entanto, um dos principais gargalos do setor permanece sendo a escassez de mão de obra altamente qualificada. A manutenção internacionalizada demanda profissionais com formação sólida em mecatrônica, eletromecânica e automação, domínio técnico de softwares globais de gestão de ativos (CMMS/EAM), capacidade de interpretar manuais técnicos em outros idiomas e habilidade para atuar em ambientes multiculturais. Investir em capacitação contínua, certificações internacionais e programas de intercâmbio técnico deixou de ser custo e passou a ser estratégia.

A internacionalização também transforma o modelo de negócios. Contratos de manutenção incorporam indicadores-chave de desempenho (KPIs) alinhados a matrizes globais, acordos de nível de serviço (SLAs) rigorosos e métricas baseadas em disponibilidade operacional, MTBF (tempo médio entre falhas) e MTTR (tempo médio para reparo). Isso exige governança estruturada, rastreabilidade documental, compliance técnico e capacidade de resposta rápida a auditorias internacionais.

Sob a ótica econômica, a inserção em mercados internacionais amplia oportunidades de exportação de serviços técnicos, fortalece a reputação da marca e reduz a vulnerabilidade à instabilidade do mercado interno. Empresas que operam com padrões globais agregam valor à sua imagem institucional, posicionam-se como parceiras estratégicas de grandes grupos industriais e conquistam maior previsibilidade contratual.

Entretanto, internacionalizar a manutenção industrial não significa apenas atravessar fronteiras geográficas. Trata-se de incorporar uma cultura organizacional orientada à excelência, disciplina operacional, segurança, inovação e melhoria contínua. Significa compreender que a manutenção não é apenas suporte à produção, mas elemento central da estratégia empresarial.

Ao assumir esse protagonismo, a manutenção industrial reafirma seu papel como base essencial da competitividade moderna e consolida-se como vetor estratégico de crescimento sustentável para empresas que desejam atuar em um mercado cada vez mais integrado, tecnológico e exigente.

Diante desse cenário, cada vez mais empresas optam pelo retrofit de máquinas antigas, uma solução que alia economia e modernização tecnológica.

A prática do retrofit, que consiste na modernização de sistemas elétricos, eletrônicos, pela substituição de CLPs antigos, painéis de comando, sensores, inversores de frequência e softwares de controle, permite que equipamentos considerados obsoletos voltem a operar com níveis mais altos de eficiência, precisão e segurança. Sendo assim, a solução deixou de ser apenas emergencial e passou a integrar o planejamento estratégico de muitas indústrias brasileiras.

Afinal, com o dólar alto, importar uma máquina nova pode custar duas ou três vezes mais do que há alguns anos, e o retrofit surge como uma alternativa inteligente, porque permite modernizar o processo produtivo com um investimento muito menor, aproveitando o que a empresa já tem de equipamentos.

Além do fator econômico, o retrofit também tem papel central na adaptação das indústrias à indústria 4.0, já que a integração de máquinas antigas a sistemas digitais de monitoramento, sensores de segurança, coleta de dados e manutenção preditiva tem resultado em ganhos de produtividade, redução de falhas e paradas não programadas, além da diminuição de riscos e acidentes de trabalho, sem a necessidade de grandes investimentos em ativos importados.

Embora iniciativas governamentais recentes tenham buscado estimular a renovação do parque industrial, o retrofit continuará sendo uma solução complementar e estratégica. Enquanto o câmbio continuar pressionado e o crédito seguir caro, o retrofit será uma escolha natural, por proporcionar que a indústria brasileira avance tecnologicamente, ao unir eficiência, inovação e sustentabilidade financeira, mesmo em um cenário econômico desafiador.

*Jurandir Ferreira, técnico em mecatrônica e CEO da Erluma Comércio de Máquinas e  Manutenção Industrial

TECNOLOGIA NO VAREJO DA MODA

worldfashion • 05/03/26, 16:04

Por trás de uma vitrine cheia de novidades há uma série de decisões que definem o sucesso ou o fracasso de uma coleção. Escolher o que vai para o mostruário, quanto comprar de cada peça e o momento certo de fazer uma promoção são tarefas que exigem mais do que intuição.

No varejo de moda, errar significa ver o capital parado em prateleiras, e o acerto pode representar semanas de caixa saudável.

No setor, em que o ciclo do produto é curto e a obsolescência é rápida, o risco de manter peças encalhadas, com baixo giro e alto custo, é elevado. Consultorias como a McKinsey e a FashionUnited indicam que o giro de estoque médio das varejistas de moda varia entre quatro e seis vezes ao ano, o que significa que cada peça precisa ser vendida e reposta a cada dois ou três meses para manter a eficiência operacional.

Relatórios recentes de benchmarking apontam que, no mercado americano, o giro médio do varejo de roupas alcançou 6,5 vezes no segundo trimestre de 2025, segundo dados da CSIMarket.

E estudos do Council of Supply Chain Management Professionals (CSCMP) mostram que os custos de manutenção de estoque os chamados carrying costs podem equivaler de 20% a 30% do valor total do inventário por ano, pressionando margens e fluxo de caixa.

É justamente nesse ponto que a tecnologia muda o jogo. “Uma boa gestão envolve conhecer profundamente o público, compreender o comportamento de compra e manter o controle sobre o volume de estoque”, afirma Chrystian Scanferla, Head de Negócios da Irrah Tech, empresa paranaense que desenvolveu o KIGI, um ERP que transforma dados dispersos em decisões precisas.

Para Scanferla, “O estoque que parece girar bem, a promoção que talvez funcione, o cliente que diz gostar, mas não volta… Sem organização, esses dados se tornam ruído. O papel de um sistema de gestão vai muito além de emitir notas ou controlar o estoque”.

O CEO explica que a proposta do KIGI é substituir o “achismo” por previsibilidade. “A plataforma antecipa movimentos com base em dados de histórico, sazonalidade e comportamento de compra, permitindo que o lojista enxergue o negócio sob uma nova ótica: a da inteligência de gestão”.

Com poucos cliques, o sistema mostra quais produtos mantêm giro constante, quais fornecedores entregam melhor margem por categoria, em quais horários o volume de vendas dispara e até quando é o momento ideal de abordar novamente um cliente que não compra há algum tempo.

“No varejo de moda, isso é ainda mais importante, pois o ciclo do produto é rápido e o erro é caro. Uma compra equivocada, uma promoção mal planejada ou um estoque desajustado podem travar o caixa por semanas”, observa Scanferla.

Ela ainda explica que “O sistema cruza informações de diferentes áreas e oferece uma espécie de checklist do comportamento de compra, que ajuda o empreendedor a entender de onde vem seu resultado. É possível identificar quais segmentos compram com mais frequência, o ticket médio por faixa etária ou canal, o momento ideal para reativar consumidores inativos e o desempenho de cada vendedor, tudo em tempo real, em um painel intuitivo.”

Para passar de “gestão por intuição” para decisões baseadas em dados, o varejista precisa de visibilidade em três frentes: produto, cliente e estoque. No plano do produto, saber quais modelos giram bem, quais viram “sujeira” no estoque e quais categorias têm margem mais alta.

No plano do cliente, identificar perfis que retornam, canais que performam melhor, horários de pico de vendas. E, no plano do estoque, controlar a quantidade certa, evitar excesso e usar o ROI do estoque como ferramenta de competitividade.


“Sem integração desses dados, cada área da loja vira uma ilha. O resultado? Dados que se acumulam, relatórios que não conversam entre si e decisões atrasadas que viram prejuízo”, destaca.

Uma abordagem estruturada permite que o varejista antecipe movimentos. “Por exemplo, saber que determinado fornecedor entrega com melhor margem em determinada categoria; ou que, em determinados dias e horários, o ticket médio sobe; ou que certos clientes inativos têm chances maiores de retorno se abordados no momento certo”, explica.

A ferramenta também gera relatórios automáticos de faturamento, margem, giro e fluxo de caixa, indicadores que, antes, exigiam horas de planilhas e interpretações manuais. “Essa previsibilidade é exatamente o que separa as empresas que reagem, com promoções de desespero, daquelas que se antecipam, giram estoque, otimizam capital e evitam peças paradas”, reforça.

Para o varejista que quer transformar decisão em vantagem, o caminho passa por algumas recomendações, como destaca Scanferla:

• Mapear os indicadores-chave, como giro de estoque, ticket médio e margem por fornecedor.

• Integrar as áreas vendas, marketing, compras e fornecedores não podem operar em silos.

• Usar tecnologia para previsibilidade dados históricos e padrões de compra permitem agir antes que o problema apareça.

• Tratar o estoque como capital imobilizado, e não apenas mercadoria.

• Atuar rápido, porque no varejo de moda o tempo é inimigo do lucro.

“No varejo de moda, o que separa o jogador comum daquele que sai na frente é a capacidade de transformar dados de produto, cliente e estoque em decisões rápidas e estratégicas. Quando a vitrine, o estoque, os fornecedores e o cliente passam a falar a mesma língua, a peça encalhada deixa de ser risco e vira exceção”, resume.

Sobre a Irrah Tech: é um ecossistema de empresas unidas por um propósito comum: gerar valor real por meio da excelência operacional, da inovação constante e do compromisso com resultados duradouros. Atuamos para transformar nossos clientes em verdadeiros fãs, construindo relevância e impacto com base em nossos valores corporativos.

da redação com informações da Engenharia de Comunicação

ARTIGO - Fim do hype: por que o varejo entrou na “era da execução”?

worldfashion • 19/02/26, 11:48

Por Tailan Oliveira*

Durante anos, as conferências de varejo pareciam roteiros de ficção científica. Nesses encontros, falava-se de robôs, metaverso e até mesmo entregas por drones. Entretanto, a NRF 2026 consolidou uma virada de chave silenciosa, mas de alto impacto: o hype morreu. Como destacou David Lawrence na abertura do evento: “Se não funcionou, aprendemos. Mas, ficar parado não era uma opção”.

Podemos afirmar que entramos oficialmente na era da execução. E, nesse novo cenário que se consolida, três pilares surgem como divisores de águas entre as empresas do setor que apenas sobrevivem e as que lideram.

São eles:

#1 A IA saiu da vitrine. Se em 2025 a Inteligência Artificial era uma promessa abstrata, em 2026 é algo puramente pragmático. O mercado não se interessa mais em saber o que a IA pode fazer, mas o que ela está entregando em casos reais de uso, como: otimização logística, redução drástica de rupturas de estoque e, principalmente, a IA Conversacional. Com o avanço do protocolo UCP (Universal Commerce Protocol), o consumidor está migrando sua preferência para assistentes inteligentes. Desta forma, se o dado do produto não for legível por uma máquina, a marca poderá deixar de existir para esse novo consumidor.

#2 A Reforma Tributária como catalisadora de eficiência. No Brasil, podemos afirmar que o motor de inovação veio direto de Brasília. A transição para o novo modelo tributário se tornou o teste definitivo para o varejo. Aqueles que ainda operam com dados fragmentados ou sistemas legados, certamente, sofrerão com a complexidade fiscal. Nesse cenário, o software de gestão como, por exemplo, o ERP deixou de ser uma ferramenta de suporte para se tornar o “escudo” para garantir a margem de lucro. Afinal, organizar dados e garantir o compliance em tempo real não se restringe apenas à burocracia, mas trata-se de estratégia competitiva.

#3 Consumo em “K” e a valorização humana. O cenário macroeconômico desenhou uma curva em “K”, na qual, de um lado, há o consumo impulsionado pela valorização de ativos e busca por experiências positivas; do outro, existe a constante luta pela eficiência no varejo. No meio desse fogo cruzado, nosso país tem uma “arma secreta”: o acolhimento. Desta forma, a grande lição para 2026 é que a tecnologia deve ser “invisível” para servir e empoderar o humano. Na prática, a IA deve dar munição para que o vendedor conheça o cliente tão bem quanto o algoritmo, mas com a personalização que só o atendimento presencial oferece.

Em 2026, o varejo deve ser pautado em dados com propósito. Ou seja, não basta digitalizar as operações em nuvem; é necessário ser autônomo. Da mesma forma, não basta apenas ter IA; é preciso ter margem. Até porque, na prática, o sucesso pertence às empresas que já entenderam que a inovação tecnológica só tem sentido quando traduzida em eficiência operacional e conexão humana real.

Como sinalizado por Lawrence, o hype acabou. Essa afirmação ganha ainda mais força ao olharmos a projeção do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) de que, até março, o setor tenha uma alta de 6,3% nas vendas no país. Mesmo em meio às sazonalidades, é importante enfatizar que o setor não está buscando mais promessas, mas a execução. Quanto a isso, a pergunta que deve ser feita não é sobre qual tecnologia comprar, mas o quão rápido é possível executá-la para proteger o negócio.

*Tailan Oliveira é CRO da ALFA a única consultoria SAP com expertise no varejo e que mais cresce no Middle Market nos últimos 6 anos. Com mais de 180 clientes ativos no Brasil e no exterior, uma equipe de 150 especialistas e 38 prêmios de excelência da SAP, a empresa se consolidou como parceira estratégica para organizações em expansão.

da redação com informações da InformaMidia

10ª EDIÇÃO MAQUINTEX

worldfashion • 01/10/25, 11:58

O evento que aconteceu em Forteleza, se destacou como plataforma de negócios, tecnologia e inovação para o segmento, e mais uma vez movimentou o mercado e impulsionou a cadeia produtiva da região norte e nordeste somando 600 milhões de faturamento.

Além  dos negócios a feira ofereceu uma programação que incluiu mais de 50 horas de conteúdos, com palestras, workshops e painéis sobre as principais tendências e desafios do setor, que atraiu empresários, profissionais e empreendedores ligados à indústria da confecção, sublimação, serigrafia e varejo.

PALESTRAS:

Reforma Tributária e Impactos no varejo por Emilio Moraes, Inteligência Artificial e Inovação no varejo com Iago Capistrano.

Estratégia de internacionalização com Igor Maia Gonçalves.

Como a confecção vem mudando a vida dos reclusos no sistema prisional por Mauro Albuquerque.

Mercado têxtil e moda no Brasil nos últimos 25 anos. Transformações que estão definindo o futuro por Marcelo Villin Prado.

As tecnologias do segmento têxtil que estão mudando a vida de quem produz por Ricardo Collazo e Willian Previtalli.

Papo de Gráfica: Como resolver a falta de mão de obra qualidficada no mercado gráfico por Judah Adonai.

A jornada: o verdadeiro motor do sucesso online por Sara Porto e Daniel Gomes.

Finanças como ferramenta de decisão estratégica por Mayke Alexandre.

Como grandes marcas estão usando sustentabilidade para liderar o futuro da moda por Daniela Marx.

Os códigos que estão trasnformando o jeans já estão aí. Quem soube identificá-los saiu na frente. Conheça os sinais dessa revolução por Giuliana Castelo Branco,

O segredo atrás do mercado americano ter se tornado campeão mundial de vendas de jeans, e o que podemos aprender com eles por Iolanda Wutzl.

Marcas Cearences: Juntas pelo impacto positivo. O futuro do Jeans Sutentável e Desejável com Thicyane Pinheiro da TLF Jeans, Isabela Viana da 085 Têxtil, Francisco Marcondes da Caunt Jeans e Marlene Fernandes do Guia Jeans.

Do fio ao beneficiamento: inovação e tecnologia no ciclo do denim com Sueli Pereira da Santista, Marcelo Lobo da ZDHC, Itamar Feitoza da CHT, Fábio Felix da Vicunha, Paulo Rabelo presidente da Sindroupas CE.

O público visitantes, que foram mais de 15 mil, tiveram a oportunidade de conhecer as empresas reconhecidas nacionalmente pelas soluções tecnológicas e inovações voltadas para o setor têxtil,  que apresentaram novidades em automação, maquinário de última geração e ferramentas que prometem transformar os processos de produção, tornando-os mais eficientes e sustentáveis.

A feira também deu continuidade ao sucesso do Startup Corner, espaço que estreou em 2023 com o objetivo de apresentar soluções inovadoras desenvolvidas por startups para a indústria têxtil e de confecção. A iniciativa fortalece o ecossistema de inovação do setor e aproxima os empreendedores das grandes empresas.

O público visitante foi maior que a expectativa, refletindo o aquecimento do mercado e o interesse crescente por inovação, sustentabilidade e eficiência produtiva. De acordo com pesquisas da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), em 2024, o segmento têxtil registrou crescimento de 4,8% na produção em relação ao mesmo período de 2023, enquanto o vestuário avançou 3,9%. Para 2025, o orgão projeta um crescimento de 1,2% em toda a cadeia.

FEIRAS SIMULTÂNEAS

As feiras Signs Nordeste, voltada para comunicação visual, teve a exposição de produtos, áreas de talk e a quinta edição do Campeonato Brasileiro de Envelopamento Automotivo (Cambea) e a 1ª Pack&Graph, contou com uma programação recheada de novidades apresentando os principais lançamentos, tecnologias e serviços para o setor, especializada em soluções para embalagem e impressão, foram realizadas.

SUSTENTABILIDADE - VICUNHA

worldfashion • 25/09/25, 09:45

No Relatório de Sustentabilidade 2024, VICUNHA celebra a consolidação da estação de tratamento VSA, uma iniciativa pioneira que trata o esgoto doméstico de cidades vizinhas à sua fábrica, em Pacajus (CE), gerando água de reúso para alimentar seus processos industriais. Com isso, poderá utilizar entre 15 e 20 milhões de litros de água de reúso por mês, um total de cerca de 200 milhões de litros em 2025.

A VSA tem a capacidade de dobrar a produção de água de reúso, podendo chegar a 500 milhões de litros/ano, o que possibilitará à Vicunha autossuficiência hídrica nos processos industriais na unidade de Pacajus, bem como o fornecimento de água a outras empresas da região, impactando positivamente o ecossistema industrial no Ceará. Esse avanço representa um marco significativo na redução da utilização de água de manancial e reforça a gestão eficiente dos recursos naturais, em uma jornada que fortalece a sustentabilidade da indústria.

Outro destaque do relatório é o reaproveitamento de algodão, que é a principal matéria-prima para a produção do denim e do brim. Em 2024, a empresa utilizou mais de 9 mil toneladas de algodão reciclado e reutilizado em suas linhas de produção, cerca de 15% do uso total deste recurso, sendo uma das empresas que mais recicla e reutiliza materiais têxteis no mundo. Com esta iniciativa, a Vicunha diminui o uso de algodão virgem da natureza, o que evita um consumo significativo de água e outros insumos na plantação, bem como reduz a emissão de gases de efeito estufa no transporte da matéria-prima do campo à fábrica.

A empresa também relata que destinou aproximadamente 63% dos resíduos produzidos para reaproveitamento e reciclagem, um aumento de quase 20% em relação à 2023, evitando o envio de materiais a aterros sanitários. O objetivo é aumentar para 90% o percentual de resíduos não destinados a aterros até 2030, por meio de práticas como reutilização, reciclagem, compostagem, refino, uso agrícola ou recuperação energética.

“Cada ação reforça nosso compromisso com uma moda mais limpa, circular e consciente — onde o que sobra encontra um novo caminho. Com isso, contribuímos para uma cadeia têxtil mais sustentável, favorecendo uma moda responsável”, afirma German Alejandro Silva, diretor Executivo Comercial e de Marketing da Vicunha.

RESPONSABILIDADE SOCIAL

O compromisso social da Vicunha também ganha vida por meio da plataforma V.Tex, que fomenta o empreendedorismo feminino e de pequenos criadores de moda. Isso se dá por meio da doação de tecidos e com o compartilhamento de conhecimento e suporte técnico para costureiras e estilistas em situação de vulnerabilidade social ou em início de carreira. Em 2024, foram 108 parcerias realizadas pela Vicunha com atores da comunidade e cerca de 20 mil metros de tecidos doados, contribuindo para uma moda mais diversa, inclusiva e que gera oportunidades para quem precisa.

Outro destaque é o Projeto Pescar, no qual a empresa realiza investimentos sociais e voluntariado para a capacitação profissional e humana de jovens em situação de vulnerabilidade social. A iniciativa forma cerca de 100 jovens por ano nas suas três unidades fabris no Brasil, em Maracanaú (CE), Pacajus (CE) e Natal (RN). Os cursos oferecidos pelo Pescar dentro da Vicunha são: Manutenção Mecânica, Eletromecânica e TI, favorecendo a inserção de jovens no mercado de trabalho.

GOVERNANÇA E TRANSPARÊNCIA

O relatório também demonstra práticas de governança, nas quais a Vicunha reforça sua cultura ética e transparente, com 100% dos líderes e colaboradores treinados em políticas anticorrupção e conformidade. Por meio de uma gestão integrada e íntegra, a empresa garante o monitoramento contínuo de indicadores ambientais, sociais e operacionais, assegurando excelência e alinhamento com as melhores práticas internacionais.

No âmbito da moda e inovação, a empresa segue como referência global, com um portfólio de mais de 300 produtos em denim e brim, incluindo linhas com algodão regenerativo, materiais reciclados e processos que reduzem o uso de água e químicos. Investimentos no seu centro de inovação, o V.Laundry, e em plataformas digitais como o app V.Space, ampliam a experiência dos clientes, integrando inovação, sustentabilidade e o universo da moda.

Sobre: Vicunha empresa reconhecida mundialmente pelos elevados padrões de qualidade e sustentabilidade, é uma multinacional brasileira presente na América Latina, Europa e Ásia. Com quase 60 anos no mercado, é referência global em soluções jeanswear, atuando no segmento de tecidos denim e brim. Além de produtos inovadores, a empresa leva ao mercado inteligência para a customização de serviços em tendências de moda, sustentabilidade, design e lavagens. É isso que faz da Vicunha uma empresa one stop shop, modelo de negócio que possibilita atender as necessidades dos clientes em um só lugar, ajudando a aumentar sua competitividade com soluções integradas. Celebrando a multiplicidade de um mundo em constante evolução, a Vicunha tem como propósito estimular a cultura do jeanswear, para que cada pessoa no mundo encontre seu jeansidentity.

da redação com informações da assessoria Ágorasite

TECNOLOGIA - Wake anuncia parceria com o Vtrina

worldfashion • 03/09/25, 14:29

A Wake, empresa de tecnologia que oferece soluções digitais para o varejo e a indústria, anuncia uma parceria estratégica com o Vtrina, plataforma de integração de vendas desenvolvida para descomplicar o dia a dia dos sellers. A colaboração tem como objetivo modernizar a gestão multicanal no e-commerce brasileiro, oferecendo aos clientes da Wake uma solução completa para centralizar e otimizar suas operações digitais.

Com mais de 100 integrações nativas e homologadas, o Vtrina permite que empresas gerenciem todos os seus canais de vendas em um único ambiente, abrangendo marketplaces, plataforma de e-commerce, ERPs (Enterprise Resource Planning - Planejamento dos Recursos da Empresa) e soluções logísticas. A plataforma também disponibiliza relatórios de performance em tempo real, monitoramento de operações, centralização da gestão de pedidos, estoques, faturamento, entre outras etapas essenciais.

“Essa parceria representa um passo estratégico para oferecer soluções completas ao varejo digital. Sabemos que nossos clientes enfrentam desafios complexos na gestão de múltiplos canais, e o Vtrina traz a expertise e a tecnologia necessárias para simplificar essas operações”, afirma Diego Santos, head de Inovação e Parcerias da Wake.

Para o executivo, mais do que oferecer tecnologia, a empresa quer proporcionar aos clientes uma experiência de gestão multicanal eficiente, personalizada e próxima, que facilite o dia a dia no ambiente digital. “A plataforma ainda possibilita adaptações às necessidades de cada negócio, a partir de uma análise de escopo feita em conjunto com nossa equipe técnica”, finaliza.

O diferencial do Vtrina está em tratar cada operação como única, com abordagem personalizada que entende as necessidades do cliente. A solução conta ainda com recursos de gamificação no atendimento, garantindo uma experiência de relacionamento mais engajada, eficiente e de alta qualidade.

“No mundo do varejo digital, não dá mais para deixarmos a integração de lado. Hoje todos os sistemas que são baseados em controle de gestão e softwares de maneira geral principalmente voltado para o varejo digital, requerem que as integrações sejam feitas para que as empresas ganhem performance, adquiram novos patamares em termos de evolução e o Vtrina é uma solução voltada para esse segmento. Nós somos uma solução voltada para integrações do comércio digital”, explica Anderson Rocha, CEO do Vtrina.

Essa proposta de valor ganha ainda mais relevância diante do cenário do comércio eletrônico no Brasil, que segue em crescimento acelerado. Segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), o setor faturou R$ 204,3 bilhões em 2024 e deve alcançar R$ 224,7 bilhões em 2025, um avanço de 10% em relação ao ano anterior, reforçando a importância de soluções que tornem a gestão multicanal mais eficiente.

Sobre: a Wake é uma empresa de tecnologia da LWSA (antiga Locaweb Company) que oferece soluções digitais completas para o varejo e a indústria. É capaz de construir e gerenciar digitalmente toda a jornada de consumo, de ponta a ponta, desde a atração até a fidelização do cliente, passando pela conversão e transação. Com DNA de inteligência artificial, esse serviço é feito por meio de três verticais que se conectam entre si: desenvolvimento de infraestrutura para lojas virtuais (Wake Commerce); CRM Maketing com análise de comportamento para aprimorar a experiência do cliente (Wake Experience); e conexão de marcas com influenciadores digitais (Wake Creators).

Sobre: a Vtrina é uma empresa comprometida a trazer soluções com um sistema que permite que lojas virtuais tenham controle das suas mercadorias, estoques, e dados de diversos canais de venda. E todas as suas plataformas de vendas no mesmo lugar, reduzindo custos, evitando erros, e descomplicando o seu negócio.

da redação com informações da Máquina CW