V.SPACE

worldfashion • 25/06/20, 16:18

1Em sinergia com um mercado em constante transformação, a Vicunha, acaba de lançar ao público a versão completa do catálogo virtual de seu portfólio.

É o primeiro app do setor têxtil com simulação 3D, o V.Space permite navegação ágil e intuitiva pelos mais de 150 produtos e 500 itens de conteúdo audiovisual e oferece funcionalidades que facilitam a imersão em todo o universo da marca. A plataforma conecta todos os públicos do mercado têxtil em um só lugar e está disponível gratuitamente para download em três idiomas na Apple Store e no Google Play.

2Com a novidade, a Vicunha confirma seu protagonismo no setor ao oferecer inovação, agilidade e simplicidade no acesso a seus serviços e soluções, promovendo aproximação com funcionários, força de vendas, clientes, parceiros e entusiastas da moda. O aplicativo funciona como um hub de conhecimento e informações exclusivas disponibilizadas pela fabricante, e desempenha um papel estratégico para os negócios em um novo contexto de mundo, com foco na conectividade com seus diversos públicos e nas necessidades específicas de cada cliente.

german_imgl7709-ok-427x640De acordo com German Alejandro(na foto à esquerda) Diretor Comercial e de Marketing, a plataforma tem como objetivo promover relações duradouras, em qualquer hora e em qualquer lugar do mundo, por meio de ofertas assertivas e maior autonomia conferida ao cliente. “Desde o processo produtivo à apresentação do portfólio, nossa inovação tecnológica aparece de ponta a ponta e surge em um momento desafiador e necessário que exige maior agilidade e aproximação com nossos públicos, que procuram as melhores soluções em tendências de moda, sustentabilidade, design e produtos inovadores em um só lugar, materializando nosso modelo de negócios conhecido como one stop shop”, explica o executivo.

O resultado é uma ferramenta de navegação simples, que garante autonomia ao cliente para selecionar seus produtos favoritos. Como complemento, o usuário conta com o auxílio de uma consultoria capacitada e eficiente da equipe comercial e de especialistas.

Dá uma olhada nas funcionalidades do novo V.Space:

4• V.Products: todos os tecidos, especificações técnicas e seus diferenciais, fotos de produtos, shapes, shades de lavagens e vídeos;

• V.News: as principais novidades da Vicunha, como detalhes de produtos, campanhas, projetos, feiras, eventos, webinars;

5• V.Trends: as últimas tendências sobre moda, arte e comportamento em um guia completo com os principais lançamentos da Vicunha para cada temporada;

• Sustentabilidade: informações sobre as práticas sustentáveis e certificados da Vicunha, bem como novidades sobre o tema;

• Lista de Desejos: aqui os clientes podem escolher os tecidos desejados, solicitar pilotagem ou realizar desenvolvimento exclusivo e compartilhar com sua rede de contatos.

Para baixar e testar o aplicativo, basta acessar o link: https://apps.apple.com/br/app/vspace/id1439614652 ou  https://play.google.com/store/apps/details?id=br.grupovex.vicunha

da redação com informações da Press Pass  imagens: fotos/divulgação

CEDRO TÊXTIL

worldfashion • 19/06/20, 10:44

“Reinvenção” sempre foi uma palavra de uso frequente na Cedro Têxtil, inclusive utilizada para nomear uma das coleções da fabricante de sarjas e denim. Em quase 148 anos de história, a companhia já precisou se reinventar diante de diversos momentos desafiadores - e não está sendo diferente agora, durante a pandemia do Coronavírus. Sem o tradicional lançamento de editorial no primeiro semestre, sem eventos de moda agendados e, ainda, sem a possibilidade de confirmar uma data para o lançamento de coleção do segundo semestre, a Cedro reestruturou suas redes sociais para estar ainda mais próxima de seus clientes e colaboradores.
Com uma linguagem mais institucional e com o objetivo de aproximar, unir, criar laços e pontos de contato entre seus seguidores, todas as redes sociais da Cedro estão com um novo posicionamento: cedro-realinhando-o-futuro-11“Realinhando o Futuro”. O conceito celebra a capacidade de resiliência da companhia, para persistir diante de situações adversas, e de adaptação, para seguir em frente apesar de cenários inesperados. “Estamos unindo esforços para passar por tudo isso da melhor forma possível, atendendo nossos clientes com atenção e transparência e, ao mesmo tempo, cuidando de nossa equipe”, explica Eduardo Vaz, responsável pelo marketing da Cedro Têxtil. Ele conta ainda que, este mês, a empresa inaugurou um perfil na rede social profissional Linkedin, com o intuito de ampliar o diálogo com confecções e representantes.

Nas redes sociais a Cedro integra a campanha da Associação Brasileira da Industria Têxtil, Abit, “Moda Brasileira – Tamo Junto”, com a proposta de reunir as indicações de empresas nacionais de moda, de qualquer porte ou segmento. As indicações podem ser feitas até o final de junho por meio de comentários no perfil da @cedrojeanswear, no Instagram.  “Com essas indicações, vamos disponibilizar para download em nossas redes sociais um e-book da moda brasileira. Queremos usar esse espaço para apoiar marcas e empresas, unindo forças entre todos os integrantes do setor para que fique tudo bem”, detalha Eduardo.

da redação com informações da 22 Graus Comunicação e Marketing - imagens: foto/divulgação

TECIDOS ANTIVIRAIS

worldfashion • 18/06/20, 14:23

senai-visita2-196O Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil - SENAI CETIQT - vem reunindo parceiros para o desenvolvimento de tecidos antivirais, no combate à disseminação do COVID-19,  um deles é a Diklatex, única indústria têxtil selecionada no Edital SENAI de Inovação da Indústria – Missão contra o COVID-19 e que desenvolve o projeto do tecido antiviral.

O projeto consiste no desenvolvimento de têxteis funcionais com propriedades antivirais e já conta com pesquisas e testes de eficácia realizados pela Bio-Manguinhos/Fiocruz, organização das mais gabaritadas no país, para este fim.  A expectativa é que sejam produzidas 600 mil peças por mês, entre máscaras, aventais e scrubs, que contarão com compostos químicos que já conseguiram inativar os vírus do sarampo e da caxumba em testes.

A observação da eficácia em relação ao novo coronavírus (SARS-CoV-2) está em execução e terá seus resultados divulgados até o final de junho deste ano.

Desde março, equipes com médicos, microbiologistas, engenheiros têxteis, de materiais e químicos, trabalham no desenvolvimento da solução.

adriano-passos“A plataforma de inovação em fibras trabalha em soluções inovadoras que envolvem o mapeando de matérias-primas alternativas, o desenvolvimento de novas formulações para funcionalização de antivirais em substratos têxteis e ajustes de processo aplicação. Temos o apoio do Instituto SENAI de Tecnologia Têxtil e de Confecção na produção de protótipos de itens hospitalares. A Bio-Manguinhos/FIOCRUZ é um parceiro importante em nosso desenvolvimento para determinação antiviral no artigo têxtil”, afirma Adriano Passos (na foto à esquerda) coordenador da plataforma de Fibras do Instituto SENAI de Inovação em Biossintéticos e Fibras, organização integrante do SENAI CETIQT.

A Bio-Manguinhos está testando, experimentalmente, a ação antiviral do tecido em seu Laboratório de Tecnologia Virológica (LATEV). Segundo a chefe do laboratório, Sheila Maria Barbosa de Lima (na foto à esquerda junto com Waleska Schwarcz) os estudos foram iniciados usando como modelo outros vírus de transmissão respiratória, como os de sarampo e caxumba, agentes biológicos que podem ser manipulados em laboratório com Nível de Biossegurança 2 (NB-2) e que possuem modo de transmissão semelhantes ao Sars-CoV-2.sheila-de-lima-e-waleska-schwarcz1adriana-azevedo1

A equipe das pesquisadoras Adriana Azevedo (na foto à direita)  e Waleska Schwarcz esta conduzido os ensaios e declaram que: “Nossos resultados preliminares demonstraram que amostras de tecidos formulados pela Diklatex foram capazes de inativar 99% das partículas virais (sarampo ou caxumba), nos ensaios in vitro. Os tecidos com maior ação antiviral serão selecionados para a próxima etapa do estudo que irá avaliar a eficiência antiviral dos têxteis contra o Sars-CoV-2 em laboratórios NB-3. Até o momento, os resultados alcançados são promissores e a expectativa é que em curto prazo seja comprovada a ação antiviral também contra o novo coronavírus”, conclui a chefe do Laboratório.

andre-jativaAndré Jativa (foto à direita)  diretor executivo da Diklatex afirma que “desta forma, consolidamos nossa presença como marca que pensa além e fazendo isso primeiramente por nossa nação, nossas empresas e nossas pessoas. É assim que enxergamos o nosso papel e o da indústria têxtil nacional, nessa crise. Eduardo Habitzreuter, engenheiro têxtil da Diklatex, cita a importância da valorização a produção e toda a cadeia nacional. “Este projeto produziu e agrega muitos conhecimentos técnicos, já que depois desta pandemia poderemos ampliar ainda mais o espectro de aplicações têxteis diferenciadas, produzindo soluções inovadoras que quebrarão alguns paradigmas do mercado e até mesmo uma maior independência nacional em relação à estas soluções.”

O projeto é financiado com recursos do Edital de Inovação para a Indústria (SENAI) e pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

Sobre o SENAI CETIQT - Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil - criado em 1949 - é formado pela Faculdade SENAI CETIQT, Instituto SENAI de Inovação em Biossintéticos e Fibras e Instituto SENAI de Tecnologia Têxtil e de Confecção. E hoje é um dos maiores centros de geração de conhecimento da cadeia produtiva química, têxtil e de confecção, setores que juntos geram cerca de 11,9 milhões de empregos no país.

da redação com  informações da Target  imagens:fotos/divulgação

dicas de respostas à crise

worldfashion • 01/04/20, 11:44

O surto de COVID-19 declarado pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS), diferentemente dos cenários sazonais de gripe, estima-se que essa crise seja um evento autossustentável, que dure pelo menos um ano ou mais.

credit-crunch-1-1237440-1920x1440As organizações provavelmente precisarão desenvolver uma estratégia de resposta a crises que vão muito além do plano de resposta existente, adaptando os protocolos vigentes à crise atual. Isso deve incluir os meios para monitorar continuamente o bem-estar dos funcionários e comunicar efetivamente os acontecimentos, para proporcionar confiança aos colaboradores.

A seguir, diretrizes e dicas da BlackBerry que as organizações podem adotar ao trabalhar para atualizar as estratégias de resposta existentes.

• Revise seus planos atuais de resposta a doenças pandêmicas ou infecciosas para determinar se há alguma divergência com os conselhos de saúde locais sobre o COVID-19 e atualize os pontos principais o mais rápido possível.

• Comunique esses planos a todos os funcionários, fornecedores e clientes da sua organização. Se as informações já estiverem no portal online da empresa, faça um resumo rápido e comunique os principais pontos novamente.

• Inicie uma campanha de comunicação sustentada e determine a frequência dos principais pontos/lembretes. Exceções seriam “notícias de última hora” ou comunicações “com efeito imediato”.

• Revise os acordos legais dos fornecedores e clientes atuais e ative seus respectivos planos de continuidade de negócios, especialmente quando o fornecimento de bens ou serviços precisar ser interrompido ou adiado.

• Se um pré-arranjo tiver sido feito, aumente a quantidade de seus equipamentos de proteção individuais (EPIs), como máscaras faciais, desinfetantes para as mãos e termômetros para além do estoque atual, que pode ter sido baseado em antigas premissas de planejamento. No entanto apenas os disponibilize com base na recomendação da autoridade de saúde local.

despair-work-falure-computer-1494555• Inicie uma abordagem equilibrada para trabalho remoto, reuniões virtuais, adiamento de eventos não críticos e/ou não essenciais, bem como práticas de distanciamento social.

• Como o COVID-19 exigirá a segregação do local de trabalho e as rotas designadas a serem seguidas nas instalações, caso a equipe precise ser transportada para o hospital, determine se essas medidas afetarão os processos de outros planos de cenário de segurança física.

• Analise as iniciativas de aconselhamento da equipe, a fim de garantir que a organização esteja preparada para apoiar as necessidades de bem-estar dos funcionários.

• Pense na pós-recuperação, quando sua empresa poderá retomar os negócios normalmente e até prosperar. Analise as habilidades da equipe atual da organização e invista em treinamento; considere quais iniciativas de tecnologia facilitarão não apenas a situação atual do COVID-19, mas também farão parte do aprimoramento da resiliência organizacional durante a normalidade ou crises futuras.

• Continue a monitorar, de perto, os acontecimentos e a adaptar seu(s) plano(s) de acordo. Acima de tudo, mantenha a calma, mas não seja complacente.

Para mais informações e atualizações sobre a situação do COVID-19, visite o site da Organização Mundial da Saúde (OMS) .

Sobre a BlackBerry - a empresa fornece softwares e serviços de segurança inteligente para empresas e governos em todo o mundo. Ela assegura mais de 500 milhões de endpoints, incluindo 150 milhões de carros na estrada hoje. Sediada em Waterloo, Ontário, Canadá, a empresa utiliza inteligência artificial e aprendizado de máquina para fornecer soluções inovadoras nas áreas de segurança cibernética, proteção e privacidade de dados, e é líder nas áreas de gerenciamento de segurança de terminais, criptografia e sistemas integrados.

da redação com informações da Ketchum imagens: fotos/divulgação

Cuidados ao trabalhar de casa

worldfashion • 01/04/20, 10:57

wireless communication networkCom as medidas de reduzir a circulação de pessoas, para frear a propagação do novo coronavírus, muitas empresas aderiram ao “home office”, evitando assim a aglomeração dentro de escritórios, salas de reuniões e coworkings de funcionários, clientes e prestadores de serviços,

De acordo com Fellipe Guimarães, CEO da Codeby, empresa de tecnologia a implementação de um plano eficaz e suporte para funcionários que trabalham remotamente é essencial para garantir que as empresas sejam capazes de manter as operações mesmo com adversidades como, por exemplo, epidemias e doenças contagiosas.

fellipe-codeby-640x427“Existem alguns fatores que influenciam o trabalho “home office”, dentre eles: muitos trabalhadores em home office tendem a usar seus próprios dispositivos ou usar o computador da empresa (que geralmente está logado em uma rede segura), ambos cenários implicam riscos potenciais à segurança”, esclarece Guimarães.

Para ajudar os empresários e funcionários que estão organizando as atividades do trabalho, algumas dicas para ter um “home office” tranquilo e seguro.

São elas:

Dica 1 - Rede: Caso sua casa seja movimentada e muitas pessoas tenham acesso a sua senha do wifi, vale ressaltar que, é importante trocá-la periodicamente. “Com a senha passando de boca a boca é difícil avaliar se sua rede é segura.”, menciona o sócio da Codeby, Victor Almeida.

Dica 2 - Responsabilidade com a empresa: mantenha os sistemas atualizados, não deixe de atualizar os dispositivos. Mantenha sempre o antivírus atualizado e ativo, pois ele pode evitar um ataque e a perda de dados sigilosos da empresa. Use o antivírus com frequência, fazendo “varreduras” e atualizações, caso tenha que atualizar alguma frente ou excluir algum programa, faça a permissão via antivirus e depois reinicie o computador.

Dica 3 - Backups: “Não se esqueça de ter backups do seu trabalho em caso de qualquer problema. Aqui caímos em uma contradição, pois fazer o backup em casa pode ser um assunto controverso, pois você estará mantendo cópias de dados da empresa em um ambiente que ela não controla. No entanto, perder todos os dados pode ser pior. Nesse caso, é importante pedir para que sua empresa determine o que fazer com relação ao assunto.”, alerta Almeida.

Dica 4 - Bloqueio de tela: Outra medida necessária é a de bloquear a tela do computador, caso você divida o espaço com outros membros da família. Os dados da empresa são sigilosos e não dizem respeito a mais ninguém, além de você que é funcionário. Então bloqueie o computador ao se afastar dele.

Dica 5 - Roteador: É importante manter o sistema do seu roteador sempre atualizado, ou seja, muitos fabricantes publicam periodicamente atualizações que corrigem problemas de segurança.

Dica 6 - WPA2: Ativar a configuração WPA2 que dificulta bastante a captura da senha de sua rede em caso de ataque externo.

Dica 7 - VPN: Muito importante pois cria uma espécie de túnel em que, dependendo da configuração, só permitirá a comunicação do computador com a sua empresa. Nesse caso, é necessário que a área de TI da organização configure o mecanismo em seu computador corporativo.

Essas dicas são fundamentais para o combate e prevenção de cibercrimes, onde criminosos virtuais se aproveitam de momentos delicados e vulneráveis para conduzir golpes nas empresas e em seus funcionários. Ou seja, o ataque pode vir via e-mail, SMS, ligação, aplicativos de mensagem (se passando por alguém da equipe).

Além disso, fique atento ao seus e-mails, envio de links suspeitos, domínios inexistentes, e as famosas fake news. “Importante o funcionário ficar em alerta, evitar compartilhar senha do wifi, e-mail, banco, evitar transferências bancárias ou expor informações da empresa via e-mail, telefone, ou mensagens suspeitas.”, finaliza Guimarães.

Sobre a Codeby - a empresa atua há mais de 6 anos no mercado de tecnologia, o Grupo Codeby contribui diariamente para o crescimento de negócios online de diversos segmentos e portes, e se orgulha de ser uma empresa criativa e sempre desenvolvendo produtos e funcionalidades inéditas no mercado. O seu principal objetivo como empresa de tecnologia, é desenvolver ambientes online que não só expresse o que o cliente inspira, mas que seja uma experiência incrível para os clientes também.

da redação com informações da PS Comunicação   fotos: divulgação

COVID-19

worldfashion • 20/03/20, 15:28

metropolejpgÀ partir de 20 de março a 30 de abril 2020, só funcionarão os varejos como supernercados, farmácias, lojas de conveniências, padarias, restaurantes, lanchonetes, postos de gasolinas e feiras livres em São Paulo e demais estados seguem as orientações estaduais e ou municipais.  Com certeza, esta pausa incomum na economia nacional e internacional afetará de uma maneira inimaginável  todos os segmentos da imensa cadeia têxtil e de moda.  Não haverá uma única solução para os problemas decorrentes desta situação. Como será a solução de cada um dos segmentos desta grande cadeia têxtil ?  Ninguém tem a resposta única e correta, apenas que cada segmento terá tempo e possibilidade para repensar, recriar, reorientar e  replanejar o seu negócio.

E neste momento, a união do segmento mais necessário, já está em ação:  Operadoras somam forças para ajudar no combate ao coronavírus

logosAs empresas de telecomunicações do Brasil estão trabalhando de forma conjunta e coordenada para atender a população brasileira neste momento de isolamento social por conta da crise pandêmica que estamos vivendo. Algar Telecom, Claro, Nextel, Sercomtel, Oi, TIM e Vivo atuam para garantir plena conectividade, acesso em tempo real a todas as informações seguras (dos órgãos oficiais) e para ajudar toda a população nos compromissos de trabalho e estudo, nas interações à distância e momentos de lazer com programação de TV, streaming, músicas e games. Tudo isso com tecnologia de ponta e uma rede confiável.

Durante todo o período em que essa restrição de circulação persistir, as redes e serviços das operadoras – que já vêm sendo a principal estrutura para a acelerada transformação digital do país – passam a ter uma importância ainda maior para o funcionamento remoto da sociedade brasileira. No cenário atual, cresce, ainda, a demanda por uma variada gama de serviços digitais, capazes de atender a rotina de empresas, governos, instituições, e também as atividades cotidianas dos cidadãos.

Para que toda a conectividade exigida aconteça de forma rápida e segura, as operadoras passaram a adotar uma série de medidas emergenciais, que abrangem diferentes aspectos na operação crítica de seus negócios e na relação com seus clientes. São elas:

GESTÃO DE CRISE

• Estabelecimento de comitês individuais de gestão de crise em cada empresa, responsáveis por tomada de decisões e avaliação contínua de impactos nos negócios, nas redes e nos serviços;

• Criação de um comitê supervisor integrado, com gestão do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviços Móvel Celular e Pessoal – Sinditelebrasil. Em situações de crise é fundamental total alinhamento das prioridades de Estado e por isso é necessária a interação com o ente regulador do setor e demais entes governamentais. O objetivo é garantir planejamento adequado das ações e que todas as melhores práticas e medidas emergenciais sejam imediatamente replicadas, além de possibilitar pleno acesso aos órgãos oficiais para comunicação direta com a sociedade brasileira por meio da soma das redes e das bases de clientes das operadoras.

OPERAÇÃO DE REDES E SERVIÇOS ESSENCIAIS

• Atenção e cuidado redobrado na operação das redes fixas e móveis, garantindo que milhões de brasileiros continuem tendo acesso à internet com qualidade e confiabilidade;

• Plantão permanente de equipes de implantação, instalação, reparo e manutenção de rede e serviços, que vão operar de forma contínua para assegurar a continuidade dos serviços, resguardadas situações de risco à saúde de funcionários e clientes.

INFORMAÇÃO E CONSCIENTIZAÇÃO

• Acesso gratuito aos canais de notícias para oferecer informação e conscientizar a população a respeito dos cuidados necessários que devem ser tomados neste momento;

• Acesso gratuito também aos aplicativos oficiais do Governo e autoridades sanitárias, com isenção do uso da franquia de dados móveis; envio de mensagens de texto com informações das autoridades para os usuários, de forma gratuita;

• Comunicação direta com clientes, informando sobre uso sensato e responsável das redes e serviços, evitando sobrecarga em um momento em que toda a sociedade exigirá conexão para manter suas atividades mínimas, essenciais e necessárias; e sobre o uso racional de todos os demais recursos, incluindo remédios, máscaras, papel higiênico e itens de alimentação, de forma a garantir abastecimento a todos, principalmente a população mais carente e grupos de risco.

ENTRETENIMENTO E CULTURA

• Oferecer junto com as programadoras e detentoras de direitos, a abertura de mais canais de TV para os clientes das operadoras.

ATENDIMENTO E CANAIS DIGITAIS

• Redução gradual dos pontos de venda, com fechamento de lojas e atendimento reduzido seguindo orientações do poder público e de controle sanitário.

• Ampliação de divulgação e expansão das funcionalidades e meios de acesso aos canais de relacionamento digital de cada operadora, garantindo mais agilidade no atendimento de demandas relacionadas à emissão de segunda via e pagamento, recarga de serviços pré-pagos, solicitação de serviços e reparos emergenciais.

GESTÃO DAS PESSOAS

• Adoção de medidas de proteção aos nossos colaboradores, como suspensão imediata de viagens domésticas e internacionais, proibição de comparecimento a eventos e encontros, além de limitação de participação em reuniões presenciais, priorizando trabalho a partir de casa;

• Criação do comitê de comunicação e conscientização, com esclarecimento sobre medidas preventivas que devem ser adotadas;

• Esvaziamento de prédios e lojas onde forem diagnosticados casos de contaminação pelo vírus.

As empresas de telecomunicações estão permanentemente reavaliando e alinhando todas as medidas com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), com a Anatel, que é o órgão regulador do setor, com os demais entes governamentais, que serão importantes no diálogo institucional, e cumprindo também com todas as recomendações e orientações das autoridades de saúde nacionais e internacionais, de forma a que este esforço conjunto possa contribuir para a mitigação da propagação e dos efeitos do coronavírus.

O setor é estratégico e fundamental neste momento, para a apoiar a população que está em distanciamento social, as empresas que necessitam seguir operando para minimizar os impactos na economia e, principalmente, para viabilizar a continuidade dos serviços essenciais do país.

Estamos vivendo um cenário sem precedentes, no qual temos que concentrar esforços na continuidade das atividades da sociedade, com estabilidade das redes e conexões, uso responsável de todos os recursos, preservação dos serviços, e, principalmente, proteção da saúde de nossa população.

Nesse momento, as empresas de telecomunicações estão deixando a competição em segundo plano, e têm o compromisso de atuar de forma conjunta para seguirem juntas na implementação ágil dos serviços de telecomunicações necessários para o enfrentamento dessa crise de forma segura e efetiva.

fonte: Sinditelebrasil - Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal

DELRIO e FICALINDA COM PRODUTOS TECNOLÓGICOS

worldfashion • 20/02/20, 15:26

lcmdelriocalcinhaecologica03-426x640A DelRio – uma das três maiores marcas de lingeries de todo país – sempre teve a preocupação em gerar seus produtos de maneira sustentável e com o mínimo de impacto para o meio ambiente. As peças Duo de Calcinhas Ecológica.  utilizam em sua produção 90% a menos de água e traz tecnologia desde o fio do tecido até o elástico. Esse tecido – revolucionário – é uma microfibra inovadora, com toque delicado, que não desbota, tem secagem ultrarrápida e maior durabilidade. O forro de algodão 100% sustentável reduz sensivelmente o impacto ambiental, sem contar o tratamento recebido, que evita a proliferação de fungos e bactérias, promovendo a saúde das consumidoras. Importante lembrar que o algodão utilizado é licenciado pela BCI (Better Cotton Initiative) que atua para melhorar sua produção mundial, promovendo o crescimento e a sustentabilidade por meio da conscientização sócio ambiental.

img_9942A FicaLinda uma marca brasileira, sugere para o verão, estação mais quente do ano, uma alternativa de roupa leve e com muita proteção solar. A marca desenvolveu roupas que protegem a pele dos raios ultravioletas. São fabricadas em tecido LIGHT CO2 biodegradável (fio AMNI SOUL ECO, o primeiro fio de nylon biodegradável do mundo), com fator de proteção solar 50FPS+ UVA e UVB. Antes as roupas com proteção UV eram restritas ao universo esportivo. A proposta da marca, é oferecer peças versáteis para serem usadas no dia a dia, desde uma reunião de trabalho, para ir à academia ou até um passeio ao ar livre.

De origem australiana, a fabricação de tecidos que bloqueiam os raios UV foi desenvolvida em 1996, como método para redução da alta incidência de melanoma (tipo de câncer de pele) no país, cujos habitantes são, em sua grande maioria, de pele clara e sofrem com a intensa radiação solar.

img_0938img_0607A ARPANSA (Agência Australiana de Proteção à Radiação e Segurança Nuclear) é a responsável pela criação da norma que quantifica o nível de proteção oferecido pelas roupas, ou seja, a porcentagem de raios UV filtrados por um tecido. Roupas com FPU (Fator de Proteção Ultravioleta) 40, 45 e 50 bloqueiam mais de 97,5% da RUV. Portanto, permitem excelente proteção. No Brasil, empresas têxteis adotaram como base os parâmetros australianos para proteção solar de vestuário.

img_9897-427x640O processo de fabricação que garante o FPU (Fator de Proteção Ultravioleta) nos tecidos feitos de fibras de poliéster e poliamida são fabricados com fios à base de dióxido de titânio, pela Santa Constância Tecelagem, indústria 100% nacional. Com esse beneficiamento, ele passa a atingir os níveis mais altos de proteção, oferecendo FPU 50.

Para proteger a pele dos raios nocivos do sol, a recomendação da Sociedade Brasileira de Dermatologia é ao sair ao ar livre, procurar ficar na sombra, principalmente no horário entre as 10 e 16 horas, quando a radiação UVB é mais intensa. Usar sempre protetor solar com fator de proteção solar (FPS) 30 ou maior. Cobrir as áreas expostas com roupas apropriadas, como uma camisa de manga comprida, calças e um chapéu de abas largas. Óculos escuros também complementam as estratégias de proteção.

As blusa são em modelos e estampas são atemporais e não caem de moda nunca. Uma moda sustentável na concepção da peça e na eternização do uso.

estão disponíveis no site: www.ficalinda.com.br.

da redação com informações da DelRio Lilica Cesar de Mattos e da FicaLinda Juliana Ribeiro    imagens: fotos/divulgação

epson inaugura o primeiro Solutions Center

worldfashion • 05/02/20, 15:17

fabio-neves-2-640x427“O Brasil é um dos principais atores da indústria têxtil mundial. Produzimos desde a fibra até o produto final manufaturado e foi com base neste mercado que a Epson desenvolveu as suas tecnologias de sublimação. Por isso o país foi escolhido para sediar o primeiro Solutions Center da América Latina voltado para o setor”, explica Fábio Neves, presidente da Epson do Brasil. “Já somos uma empresa líder em impressão, projeção e imagem digital, mas estamos expandindo a nossa expertise para o setor têxtil trazendo uma amostra de como serão as estamparias do futuro, com mais inovação, qualidade e sustentabilidade”, completa Fábio.

aab_9400-640x427A indústria têxtil é uma das mais antiga indústria do mundo, no Brasil tem quase 200 anos de história, mas pouco mudou ao longo dos séculos. Em plena 4ª Revolução Industrial, questões como o custo ambiental, otimização no uso de recursos, a escalabilidade e a personalização dos produtos assumiram o protagonismo nos debates sobre inovação. Em razão disso, e mantendo o compromisso de desenvolver novas tecnologias em prol da sustentabilidade, a Epson instala no Brasil o seu primeiro Centro de Soluções na América Latina, focado na transformação digital da indústria têxtil.

aab_9681-640x427Único que utiliza tinta pigmentada, o Solutions Center vem para mostrar ao setor as inovações no maquinário têxtil e impulsionar a digitalização e a sustentabilidade nos processos de estamparia. De acordo com dados apresentados pela agência da ONU para o meio ambiente no ano passado, a indústria da moda é o segundo setor da economia que mais consome água e produz cerca de 20% das águas residuais do mundo. O Brasil, segundo a Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil), tem a maior cadeia têxtil do Ocidente e é um dos setores da indústria de transformação que mais emprega no país - são 1,5 milhão de empregados diretos e quase 8 milhões de indiretos.

Além de ocuparem um espaço físico dez vezes maior, as estamparias analógicas consomem em média de 80 a 200 litros de água por quilograma de tecido estampado enquanto a impressão digital com tinta pigmentada utiliza apenas dois litros. Ao reduzir o consumo de água, diminui-se também o volume de água residuais enviadas para as usinas de tratamento e, por consequência, as emissões de carbono (cerca de 40%) que são liberadas nos processos de limpeza dessas águas.

aab_9755-640x427Para promover a sustentabilidade, a impressão digital têxtil concilia três fatores primordiais para as indústrias: economia de custos, redução de tempo e aumento de qualidade. Este tipo de tecnologia ajuda a promover a inovação no setor, uma vez que oferece vasta possibilidade de design, imprimindo imagens em alta resolução, em todos os tipos de materiais. Apesar disso, uma pesquisa realizada em março de 2019 pelo IEMI - Inteligência de Mercado -mostrou que a estamparia digital corresponde a apenas 8% do volume de tecidos consumidos no vestuário na indústria brasileira.

fabio-neves-3-427x640“Estamos atendendo a uma demanda de mercado que pede por produtos personalizados, de maior valor agregado e mais agilidade no desenvolvimento de novas coleções”, explica o presidente da Epson no Brasil. Segundo Fábio, a Epson busca promover a sustentabilidade de toda cadeia produtiva, por isso, as tintas utilizadas nos processos de estamparia possuem duas certificações ambientais essenciais para indústria: a ECO PASSPORT da OEKO-TEX®, que leva em consideração os aspectos químicos, e o ECOCERT, certificador para o GOTS (Padrão Têxtil Orgânico Global), que avalia a sustentabilidade desde a produção da fibra, até a manufatura levando em consideração questões ecológicas e sociais. Já o sistema bluesign® garante que o produto final atende a requisitos segurança do consumidor.

A tecnologia de sublimação da Epson foi desenvolvida pela matriz japonesa para atender ao mercado brasileiro e rapidamente se espalhou para outros continentes. O Solutions Center é parte da estratégia da empresa de acelerar essa expansão global dos negócios de impressão digital têxtil, e criar um espaço que possibilita, não apenas demonstrar os produtos, mas testar novas soluções para melhorar a indústria da moda.

aab_9783-640x427O Centro de Soluções mostra que, em apenas 200 m², é possível produzir 20 mil camisetas estampadas e 200 mil m² de tecido por mês. Uma estamparia analógica precisaria de um espaço dez vezes maior para fazer a mesma quantidade. “O Solutions Center é um exemplo de como podemos fazer mais com menos, sem deixar de lado as questões ambientais. É tudo o que o empresário precisa somado a um rápido retorno de investimento”, explica Fábio Neves.

O espaço foi equipado para atender a todas as etapas do processo de impressão têxtil, com os seguintes equipamentos:

aab_9807-640x427• Monna Lisa Evo Tre 16  é uma impressora têxtil digital industrial com base em Solução Total, ou seja, um sistema integrado no qual o processo de impressão e secagem acontece sem interrupções, garantindo excelência e maior produtividade. A Monna Lisa é equipada com 16 avançados cabeçotes de impressão Epson PrecisionCore®. A simetria de cabeças e o sistema de impressão bidirecional, combinados à tecnologia de gotas de tinta de tamanho variável, garantem extrema precisão na reprodução de imagens, bem como a melhor relação qualidade/velocidade. A Monna Lisa imprime em qualquer tipo de tecido, mediante a instalação dos diferentes tipos de tinta Genesta® correspondentes - ácidas, reativas, dispersão e pigmentadas.

24e02f59fff9e9c812318824f3e80cbflow1• SureColor F9370 é uma impressora de sublimação que permite produção de nível industrial, precisa e eficiente. Esta impressora é econômica e ideal para impressão de grandes volumes em alta velocidade, até 108 m²/ hora. Foi desenvolvida com as últimas tecnologias do mercado, incluindo duas cabeças de impressão PrecisionCore® TFP®, e as tintas UltraChrome® DS com preto de alta densidade.

aab_9661-640x427• SureColor F2100 e F3070 projetadas exclusivamente para impressão direta em vestuários de algodão, as SureColor F2100 e F3070 oferecem um sistema especializado que permite altas velocidades de produção. A F2100 já é muito utilizada em lojas conceito de grandes marcas que trabalham com peças personalizadas, enquanto que a F3070 estará disponível no mercado brasileiro a partir de agosto. Desenvolvida para fornecer baixo custo total de operação (TCO), confiabilidade e economia excepcionais em ambientes de alta produção, a SureColor F3070 é a primeira impressora direta para vestuário da Epson a utilizar a tecnologia de dupla cabeça de impressão e um sistema de refil de tinta a granel, proporcionando custo de tinta notavelmente baixo e desperdício minimizado em comparação com os sistemas de cartuchos. Apresenta novos ajustes automáticos de altura da peça e recursos fáceis de manutenção do usuário para aumentar a produção e reduzir o tempo de inatividade para as estamparias de vestuário que criam roupas personalizadas e que trabalham sob demanda.

epson_logoSobre a Epson

A empresa é uma líder global de tecnologia dedicada a tornar-se indispensável para a sociedade ao conectar pessoas, coisas e informações com suas tecnologias originais, eficientes, compactas e de precisão. A empresa está focada em impulsionar inovações e exceder as expectativas dos clientes em jato de tinta, comunicações visuais, wearables e robótica. A Epson orgulha-se de suas contribuições para a realização de uma sociedade sustentável e seus esforços contínuos para cumprir com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas. Liderado pela Seiko Epson Corporation e sediado no Japão, o Grupo Epson gera em todo o mundo vendas anuais de mais de US$10 bilhões.

da redação com informações da CDI Comunicação e imagens: fotos/divulgação

Indústria 4.0

worldfashion • 03/02/20, 19:06

5025d23bc539a66c4864d201fb407bf8lowSegue o artigo de Ronaldo Brito* , responsável do Centro de Inovação da empresa e doutorado na POLI/USP.

O desenvolvimento exponencial das tecnologias no mundo físico — das coisas, no mundo digital e no biológico-, estão impactando todas as indústrias. Ser capaz de inovar frente a um cenário econômico adverso é o grande desafio das empresas brasileiras deste tempo. Em uma situação onde o erro não é uma opção, como saber se estamos na direção certa, dentro desta jornada de conversão em 4.0?

Na década de 80, o “seis sigma” foi uma métrica fundamental para as empresas conseguirem materializar a distância entre o desempenho corrente e o objetivo em termos de qualidade. Hoje, quando falamos em Revolução 4.0, não temos uma métrica largamente aceita pelo mercado. Mesmo quando focamos especificamente em Indústrias, em que existem modelos para mensurar o nível de maturidade em termos de conversão em 4.0, como o da ACATECH (Academia Alemã de Ciências e Engenharia), não existe um consenso sobre este instrumento ser o GPS para jornada de transformação 4.0.

Na régua da ACATECH existem seis etapas de desenvolvimento consecutivas dentro de uma jornada de transformação digital. Cada estágio conquistado representa um avanço em termos da absorção do potencial do uso da Inteligência Artificial, até atingir o patamar no qual a empresa consegue operar um modelo de negócio que identifica as ações a serem adotadas, e realiza as mudanças de forma automática.

Na primeira análise, o modelo sugestiona a interpretação de que classificar uma empresa nesta régua é uma tarefa comum. Quando se tenta aplicá-la, o primeiro obstáculo refere-se aos três grandes eixos de integração: eixo vertical - assegura que o planejado no back office ocorra no front office; eixo de integração da cadeia de valor - ligando a matéria prima ao ponto de vendas e; eixo entre a pesquisa e engenharia de produto ao cliente. Estas múltiplas dimensões de integração possibilitam que uma empresa possa atingir o grau máximo de maturidade em um eixo, ao mesmo tempo em que está dando os primeiros passos em termos de transformação no outro.

Um segundo ponto a ser considerado é o ciclo de vida da dinâmica operacional em cada um destes eixos. Quando pensamos no ciclo horizontal, por exemplo, temos o modelo SCOR* (Supply Chain Operations Reference) desenvolvido pelo Supply Chain Council, formado por cinco macroetapas: planejamento, abastecimento, produção, entrega e retorno, e permite que uma empresa se classifique como avançada no processo de transformação para 4.0, por ter alcançado um alto nível de maturidade em uma das macroetapas, ao mesmo tempo em que é iniciante em outra.

Neste contexto, no qual as ferramentas de suporte estão desintegradas, podemos ter uma leitura errada sobre os avanços conquistados, traduzindo conquistas pontuais em progressos significativos em termos de transformação para a Indústria 4.0.

A Revolução 4.0 desafia a todos. Acelerar uma transformação sem o apoio de instrumentos adequados, traz à sensação de dirigir a noite em alta velocidade com os faróis apagados. Apesar de desconfortável é até paralisante, não há como refutar que a visão de futuro está dada. A Indústria deste século será uma organização que atua sob um novo um sistema operacional, no qual as decisões são tomadas com base em um amplo apoio da inteligência artificial e não apenas de forma pontual em alguma macroetapa da dinâmica operacional, em um dos eixos de integração.

É urgente que a discussão sobre a estratégia da organização para uma Revolução 4.0 seja colocada no topo da agenda dos executivos, pois estamos diante de uma nova revolução industrial que avança em alta velocidade em todos os setores, com oportunidades e armadilhas que não devem ser subestimadas.

*Ronaldo Brito é  responsável pelo Centro de Inovação da empresa e doutorando na POLI/USP, sócio-diretor na SPI Integração de Sistemas,e também coautor nos livros Automação e Sociedade: Quarta Revolução Industrial, um olhar para o Brasil e Governança Digital 4.0. Para um aprofundamento na discussão sobre como se orientar na jornada 4.0 é possível consultar a obra Governança Digital 4.0, que traz um amplo ferramental para ajudar neste processo de definição do caminho na a Revolução 4.0.

Sobre a SPI

A SPI é uma empresa nacional, com 27 anos de mercado, que promove soluções em automação industrial e tecnologia da informação, auxiliando seus clientes com processos produtivos inovadores. Possui uma equipe multidisciplinar de profissionais composta por engenheiros e técnicos de quatro áreas de conhecimento da engenharia: produção, mecânica, elétrica e software, com expertise em tecnologias como a robotização, internet das coisas, inteligência artificial, sistemas ERP, sistemas PLM, sistemas MES, sistemas LIMS, sistemas SCADA, sistemas DCS, dispositivos móveis, beacons, dentre outras. O centro tecnológico e o assembly shop da companhia ficam em São Caetano do Sul (SP). A empresa conta ainda com escritórios em Detroit (EUA), Rosário (Argentina), São Leopoldo (RS), Salvador (BA) e Belo Horizonte (MG).

da redação com informações da AtitudeCom Estratégia em Comunicação  imagem foto/divulgação

100 anos da KLM: coleção especial, do uniforme à bolsa

worldfashion • 06/01/20, 00:00

A KLM  comemorou em setembro 2019, seu centésimo aniversário, e para a ocasião criou uma coleção exclusiva e limitada de produtos. Tudo é feito com materiais sustentáveis – do bambu ao plástico reciclado. Tanto os uniformes das comissárias, como a capa das cabeceiras de couro na cabine receberam uma segunda vida. Talvez o melhor de tudo seja que esses itens não contam apenas uma história especial, mas também devolvem algo aos seus criadores.

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A KLM coleta materiais de todos os seus departamentos e os dá uma vida nova. A companhia tem várias iniciativas em andamento para separar resíduos e reutilizar materiais, o que foi, portanto, o foco principal na hora de montar essa coleção. Somente na KLM já é possível encontrar uma grande variedade de materiais sustentáveis e puramente KLM. Em outras palavras, perfeito para os artigos de edição limitada do centenário.

Os uniformes femininos da companhia são feitos para uso intensivo e com a mais alta qualidade, e após anos de serviço fiel são substituídos por novos. Porém, o material usado para os uniformes é de qualidade tão boa que ainda pode ser usado para outros fins, o que é ótimo não apenas pelo material, mas também pela cor azul icônica que a KLM consegue trazer de volta nos produtos.

O uniforme é transformado em uma bolsa, mas antes de tudo, o tecido deve ser separado pela máquina e processado em fibras. Em seguida, é processado em uma máquina de agulhas especial em um feltro azul-KLM macio e extremamente forte. É um tecido ideal para inúmeros produtos, como bolsas de ombro, etiquetas de bagagem, chaveiros, capas para laptop e carteiras.

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O material não é apenas especial, mas também as pessoas que os fabricam. Eles fazem parte da i-did, organização parceira da KLM, que ajuda as pessoas em assistência social a aproveitar sua vida profissional novamente e a descobrir – ou redescobrir – seus talentos e interesses, e com sucesso. Setenta por cento desses homens e mulheres encontraram um emprego permanente depois de trabalharem no i-did.

Os uniformes femininos não são os únicos itens a bordo que podem receber uma nova cara. A companhia substitui regularmente as capas de couro dos encostos de cabeça na classe econômica.

As capas são feitas de material autêntico e natural – perfeito para a coleção KLM100. A empresa de reciclagem Circulairinbedrijf usou sua experiência e técnicas inovadoras para criar capas para passaportes, suportes para notebooks, estojos de óculos, bolsas e muito mais. Os pneus reciclados para aeronaves da KLM Cargo provaram ser a solução ideal para a alça de uma bolsa.

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Semelhante ao i-did, o Circulairinbedrijf ajuda a levar as pessoas com deficiência física ou mental ao mercado de trabalho. Oferece entre dez e quinze opções de locais onde as pessoas ganham experiência trabalhando em uma variedade de projetos e produtos. Permite que os estagiários expandam sua rede para que possam melhorar suas chances de trabalho efetivado.

51A KLM também coleta matérias-primas sustentáveis e recicladas fora da companhia – copos de café feitos de bambu, e bandeiras da KLM, penduradas do lado de fora de cada prédio da empresa, são feitas de garrafas PET. A companhia também tem garrafas d’água fabricadas na Join the Pipe.

Todos os produtos da coleção KLM100 são vendidas a um preço justo, e parte dos rendimentos vai para a fundação “Make a Wish”. A instituição realiza os desejos das crianças com doenças graves e às vezes com risco de vida.

Como lembrete do centésimo aniversário da companhia, todos os produtos exibem o logotipo especial KLM100. Você pode visualizar e comprar todos os itens on-line na loja KLM. Todos os produtos são edições limitadas e disponíveis em poucas unidades. Passageiros podem comprar online e pedir para retirar os produtos a bordo de seu próximo voo com a KLM, em voos partindo de Amsterdã.

4A propósito, se você comprar um produto, não se esqueça de conferir o rótulo. Para enfatizar seu passado bem viajado, quase todos os produtos feitos com o tecido do uniforme contêm uma etiqueta de lavagem que diz: “O tecido deste uniforme teve inúmeras horas de voo, cumpriu belos anos de serviço e conheceu milhares de pessoas especiais”.

A KLM completa 100 anos e é pioneira no setor de transporte aéreo, sendo a companhia aérea mais antiga que ainda opera sob seu nome original. A empresa pretende ser a companhia aérea com mais foco no cliente, inovadora e eficiente, oferecendo um serviço confiável e produtos de alta qualidade na Europa. Em 2018 transportou um recorde de 34,1 milhões de passageiros, oferecendo aos seus passageiros voos diretos para 162 destinos com uma frota moderna de 214 aeronaves. A companhia aérea emprega uma força de trabalho de mais de 33.000 pessoas em todo o mundo. O Grupo KLM como um todo transportou mais de 43 milhões de passageiros em 2017. Além da KLM, o Grupo KLM inclui a KLM Cityhopper, Transavia e Martinair. A malha aérea da KLM conecta a Holanda com todas as principais regiões econômicas do mundo e é um poderoso motor impulsionando a economia da Holanda.

Desde a fusão em 2004, a KLM faz parte do Grupo Air France-KLM. Essa fusão deu origem a um dos principais grupos de companhias aéreas da Europa, com duas marcas fortes operando em dois grandes centros: o Aeroporto Schiphol de Amsterdã e o Charles de Gaulle de Paris. O grupo concentra-se em três atividades principais: transporte de passageiros e carga e manutenção de aeronaves. Juntas, as duas companhias aéreas transportam mais 100 milhões de passageiros por ano.A companhia também é membro da SkyTeam Alliance global, que possui 19 companhias aéreas associadas e uma malha aérea conjunta de 1063 destinos em 173 países.

No Brasil a KLM opera atualmente 18 frequências semanais entre a Holanda e o Brasil – são 4 voos para Fortaleza, 7 frequências para o Rio de Janeiro e outras 7 para São Paulo. Juntamente com a parceria global Air France e a GOL Linhas Aéreas Inteligentes, parceira desde 2014 no Brasil, as companhias já operaram mais de 1 milhão de passageiros e cobrem 99% da demanda entre o Brasil e a Europa.

da redação  com informações da empresa  imagens: fotos divulgação