GRUPO MORENA ROSA

worldfashion • 08/08/26, 14:27

Com o uso de inteligência artificial o Grupo Morena Rosa reduz em até 50% o tempo de desenvolvimento das coleções, a tecnologia é utilizada para otimizar o encaixe de tecidos, prever demandas e aprimorar o planejamento da produção, reduzindo desperdícios, custos e acelerando o desenvolvimento de produtos na indústria da moda.

A inteligência artificial já deixou de ser uma ferramenta restrita ao marketing e ao atendimento ao cliente para ganhar espaço em uma das áreas mais estratégicas da indústria da moda: a produção.

Em um setor em que pequenos ganhos de eficiência representam milhões de reais em economia, empresas têm recorrido à tecnologia para reduzir desperdícios, otimizar o uso de matéria-prima e tornar a operação mais competitiva.

Seguindo essa tendência, o Grupo Morena Rosa, uma das maiores companhias de moda feminina do país, investiu R$ 5 milhões em inteligência artificial somente no último ano, ampliando o uso da tecnologia em diferentes etapas da cadeia produtiva. As novas soluções passaram a fortalecer processos como planejamento de produção, previsão de demanda e otimização do encaixe dos moldes nos tecidos, etapa responsável por definir a melhor disposição das peças antes do corte, reduzindo sobras de matéria-prima.

O investimento recente se soma a uma jornada de transformação digital iniciada há vários anos.

O Grupo Morena Rosa mantém uma parceria de longa data com a Audaces para digitalizar o desenvolvimento das coleções e integrar áreas como estilo, modelagem e engenharia de produto. Ao longo dessa evolução, a companhia aperfeiçoou continuamente seus processos, incorporando novas tecnologias para tornar o desenvolvimento de produtos mais ágil, integrado e eficiente.

Os resultados alcançados fizeram com que a experiência do Grupo Morena Rosa passasse a ser apresentada como case de aplicação de tecnologia para outras empresas da indústria da moda.

Além de aumentar a eficiência operacional, a iniciativa contribui diretamente para a redução de custos industriais e para uma produção mais sustentável, uma vez que diminui o descarte de tecidos e melhora o aproveitamento dos insumos utilizados na fabricação das coleções.

Segundo Lucas Franzato, CEO do Grupo Morena Rosa, o uso da inteligência artificial vem mudando a forma como a empresa toma decisões ao longo de toda a operação. “A inteligência artificial deixou de ser apenas uma tendência para se tornar uma ferramenta de gestão. Hoje conseguimos analisar um volume muito maior de informações em poucos minutos, prever cenários com mais precisão e identificar oportunidades de melhoria que seriam praticamente impossíveis apenas com análises manuais. Isso nos permite produzir de forma mais eficiente, reduzir desperdícios e utilizar melhor cada metro de tecido, gerando ganhos financeiros e ambientais ao mesmo tempo.”

A IA também auxilia a companhia na previsão de demanda, cruzando históricos de vendas, comportamento do consumidor, sazonalidade e desempenho de coleções anteriores para orientar decisões de produção. Com previsões mais assertivas, a empresa reduz riscos de superprodução ou falta de produtos, equilibrando estoques e evitando desperdícios ao longo da cadeia.

Outro avanço está no planejamento industrial. Com apoio da inteligência artificial, é possível simular diferentes cenários de produção, distribuir melhor a capacidade das fábricas e identificar gargalos antes que impactem prazos ou custos operacionais.

Como resultado da evolução contínua dessa estratégia de transformação digital, fortalecida pelo investimento realizado no último ano, os ganhos já aparecem em diferentes indicadores da operação. Com a integração das soluções de inteligência artificial ao desenvolvimento das coleções, o Grupo reduziu em até 50% o tempo necessário para desenvolver uma coleção. A redução do ciclo permite incorporar tendências mais recentes às coleções, acelerar a chegada dos produtos ao mercado e ampliar a capacidade de resposta às mudanças no comportamento do consumidor.

O ganho adicional expressivo foi a redução de cerca de 60% no retrabalho durante o desenvolvimento das coleções. Com acesso antecipado às informações técnicas, simulações das peças e estimativas de custos antes mesmo da confecção dos pilotos, as equipes conseguem identificar ajustes de forma preventiva, diminuindo significativamente a necessidade de refações. A mudança também reduziu custos com pilotos, gerou economia de matéria-prima, energia e papel e tornou todo o processo de desenvolvimento mais sustentável.

Para Franzato, o diferencial está em utilizar a tecnologia como suporte à tomada de decisão, sem substituir o conhecimento humano. “A inteligência artificial vai muito além da automação. Ela nos permite antecipar decisões, validar informações antes da produção física e evitar desperdícios em toda a cadeia. O resultado é uma operação mais ágil, com menor custo, mais sustentabilidade e coleções que chegam ao mercado muito mais alinhadas às tendências.”

Além dos ganhos operacionais, o investimento faz parte da estratégia de transformação digital do Grupo Morena Rosa, que vem ampliando continuamente o uso de tecnologia para tornar seus processos mais ágeis, sustentáveis e preparados para acompanhar as constantes mudanças do mercado de moda. Com a digitalização dos processos e a integração das equipes em uma única plataforma, a companhia também ganhou agilidade na comunicação entre diferentes áreas e unidades, tornando o desenvolvimento das coleções mais colaborativo, preciso e eficiente.

Sobre o Grupo Morena Rosa - Fundado em Cianorte (PR), um dos principais polos têxteis do Brasil, o Grupo Morena Rosa é uma das maiores plataformas de moda feminina do país, reunindo as marcas Morena Rosa, Maria.Valentina, Zinco, Lebôh e Iódice. Com mais de 33 anos de atuação, produção 100% nacional e mais de 1 milhão de peças fabricadas anualmente, a companhia opera por meio de uma estratégia multicanal que integra franquias, lojas próprias, e-commerce, exportação e uma ampla rede de varejistas multimarcas. A força de suas marcas também é reconhecida internacionalmente: a Morena Rosa Beach foi eleita a 2ª melhor marca de moda praia do mundo em levantamento da revista Time em parceria com a Statista, enquanto a Morena Rosa foi apontada pelo prêmio Best Brands To Sell como a melhor marca para vender no varejo de moda brasileiro.

da redação com informações da JN Assessoria de Comunicação

VAREJO - RENNER

worldfashion • 07/08/26, 15:59

A Lojas Renner S.A. encerrou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 397,3 milhões, desempenho que representa, em (*) base comparável, um crescimento de 8% em relação ao mesmo período de 2025. No primeiro semestre, o lucro líquido contábil somou R$ 607,2 milhões, com alta de 13,2%, em base comparável, enquanto o retorno sobre o capital investido (ROIC) dos últimos 12 meses chegou a 15,1%, com avanço, também em base comparável, de 1,9 ponto percentual.

“Os resultados do trimestre refletem a resiliência e a capacidade de execução da companhia. Mesmo em um trimestre com impacto no fluxo em lojas físicas decorrentes da Copa do Mundo e uma base comparativa robusta, alcançamos níveis recordes de margem bruta, avançamos em nossa jornada digital, ampliando nossa conexão com os clientes, e seguimos entregando rentabilidade de forma consistente”, afirma Fabio Faccio, CEO da Lojas Renner S.A.

No período, o canal digital cresceu dois dígitos, com alta de 13,1% no volume bruto de mercadorias (GMV). O valor alcançou R$ 837,6 milhões, com participação de 16,9% sobre as vendas totais, e com rentabilidade também superior. Em um trimestre com redução do fluxo nas lojas físicas durante a Copa do Mundo, as plataformas digitais ajudaram a capturar a demanda online por meio de ações comerciais e de relacionamento com os clientes nos dias de jogos. Além disto, a taxa de conversão cresceu 19,7%, impulsionada por melhorias na experiência de compra, como a expansão da funcionalidade de busca por imagem e produtos similares no aplicativo da Renner. Esse desempenho reforça a relevância da proposta omnicanal da Lojas Renner S.A. e a capacidade de se conectar com os consumidores em diferentes momentos da jornada de compra.

As margens brutas de varejo e de vestuário alcançaram recordes para um segundo trimestre de 57,5% e 58,7%, respectivamente, que resultou em crescimento de 1,8% do lucro bruto. A evolução foi impulsionada pela melhor gestão de estoques, maior participação das vendas a preço cheio e câmbio favorável, o que evidencia a capacidade da companhia de capturar ganhos de eficiência do modelo operacional. Ao mesmo tempo, a disciplina na gestão das despesas operacionais, que cresceram apenas 1,5%, permitiu o crescimento de 2,3% no EBITDA de varejo para R$ 791 milhões.

A receita líquida de varejo atingiu R$ 3,689 bilhões, com aumento de 1,1% sobre uma base elevada de comparação. Considerando apenas a receita de vestuário, a alta alcançou 2,5%, para R$ 3,345 bilhões. Ao longo do trimestre, a Lojas Renner S.A. avançou em importantes frentes comerciais e de fortalecimento de marca. Em Renner, por exemplo, a campanha de Dia das Mães elevou as vendas do período para patamares recordes, enquanto as colabs com o tema Brasilcore ampliaram o engajamento durante a Copa. Além disso, a Renner expandiu seu portfólio de marca própria na categoria de beleza com o lançamento da linha de perfumes Alchemia, reforçando sua capacidade de criação, diferenciação e geração de valor para os clientes.

Investimentos aceleram expansão da rede

Os investimentos totalizaram R$ 167 milhões no segundo trimestre, alta de 0,7% em relação ao ano anterior, com destaque para os recursos direcionados a novas lojas, que aumentaram de R$ 14,3 milhões para R$ 50,4 milhões no 2T26. Entre abril e junho, foram inauguradas 14 unidades, sendo duas da marca Renner, 3 da Camicado e 9 da Youcom. Já no semestre foram abertas 16 unidades, sendo três da Renner, três da Camicado e dez da Youcom, e os investimentos cresceram 20% versus o ano anterior, atingindo R$ R$ 273,1 milhões.

Além disto, no primeiro semestre, sete lojas de grande porte da Renner foram reformadas e modernizadas, duas das quais entrarão em operação no terceiro trimestre, nos shoppings Eldorado (SP) e na Tijuca (RJ). Também foram reformadas e já reabertas as lojas da Youcom no shopping Iguatemi, de Porto Alegre, e da Camicado no shopping Morumbi (SP).

Mesmo com esta expansão e um cenário pressionado pela inflação, a companhia manteve disciplina na gestão das despesas operacionais graças a iniciativas de eficiência, revisão de processos e ganhos de produtividade. Para todo o ano, a previsão de investimentos é de R$ 1,05 bilhão, incluindo de 50 a 60 inaugurações, sendo 22 a 30 lojas Renner, 23 a 25 Youcom e cerca de cinco Camicado, em linha com a meta de alcançar, até 2030, de 570 a 600 unidades Renner, preferencialmente em novas cidades de até 100 mil habitantes, e de 260 a 290 unidades da Youcom.

“Avançamos na execução da nossa estratégia de longo prazo apoiados nas iniciativas estruturais que sustentam nossas ambições para 2030: expansão de lojas, aumento da produtividade omni e crescimento do digital. O desempenho médio das lojas inauguradas neste ano e nos últimos anos está acima das nossas expectativas, reforçando a confiança no plano de expansão”, acrescenta Fabio Faccio.

Primeiro semestre combina crescimento, margem recorde e avanço digital

No acumulado dos seis primeiros meses do ano, a receita líquida de varejo da Lojas Renner S.A. cresceu 2,5% em comparação com o mesmo período de 2025, para R$ 6,565 bilhões, e a receita de vestuário avançou 3,6%, para R$ 5,909 bilhões. Já o GMV digital aumentou 10,6%, para R$ 1,464 bilhão com participação de 16,8%, ao mesmo tempo em que as margens brutas de varejo e de vestuário também atingiram os recordes para o período, de 57,1% e 58,4%, respectivamente.

O EBITDA de varejo somou R$ 1,278 bilhão no semestre, com alta de 9,5%, enquanto a margem avançou 1,3 ponto percentual, para 19,5%. O lucro por ação aumentou 11% e a companhia destinou R$ 750 milhões aos acionistas por meio de juros sobre capital próprio e recompra de ações, como parte da estratégia de equilibrar investimentos, expansão e remuneração do capital.

Guidance revisado

O guidance de receita para 2026, de 9% a 13%, previa um primeiro semestre mais desafiador e aceleração no segundo, apoiada em novas lojas e reinaugurações. Diante do desempenho de vendas abaixo do esperado no 2T26 e de uma conjuntura macroeconômica e competitiva mais desafiadora, a companhia revisou a projeção de 9% a 13% para 4% a 8%. A revisão da projeção de receita líquida para 2026 reflete a atualização das expectativas de curto prazo, sem alterar a estratégia do negócio. Todas as demais métricas permanecem inalteradas.

(*) A comparação exclui efeitos extraordinários líquidos de tributos, entre eles o benefício de R$ 50 milhões decorrentes da alteração dos critérios da baixa de ativos vencidos na Realize no ano passado após a entrada em vigor da resolução 4.966 do Banco Central do Brasil e do Conselho Monetário Nacional.

Sobre a Lojas Renner S.A. - Constituída em 1965, a Lojas Renner S.A. abriu capital em 1967 e, em 2005, tornou-se a primeira corporação brasileira com 100% das ações negociadas na bolsa de valores. A companhia também integra o Novo Mercado, o mais elevado nível de governança corporativa da B3.  Seu ecossistema de moda e lifestyle é composto por marcas que atendem diferentes perfis e necessidades: Renner, líder nacional que oferece itens de moda para todos os estilos; Camicado, referência em casa e decoração; Youcom, especializada em moda jovem; e Ashua Curve & Plus Size, dedicada a roupas femininas nos tamanhos 42 a 58. A estrutura da Lojas Renner S.A. inclui ainda a Realize CFI, que apoia a operação de varejo com serviços financeiros, e a Uello Tecnologia, logtech nativa digital voltada para soluções de entregas urbanas. A companhia está presente nos canais digitais e em mais de 720 lojas físicas, com atuação em todos os estados brasileiros, além da Argentina e do Uruguai. Reconhecida por sua jornada de sustentabilidade, a Lojas Renner S.A. mantém compromissos públicos para promover uma moda cada vez mais responsável.

da redação com informações da FSB Comunicação

VAREJO - RIACHUELO

worldfashion • 07/08/26, 14:58

O grupo  Riachuelo (B3: RIAA3), que reúne as marcas Riachuelo, Casa Riachuelo, Carter’s e Midway financeira, divulgou na quarta-feira, 05 de agosto, os resultados do segundo trimestre de 2026 (2T26).

Mantendo a trajetória consistente de evolução dos resultados ao longo do primeiro semestre, a companhia reforça os avanços obtidos em sua estratégia de transformação e consolida um modelo operacional cada vez mais eficiente e integrado. No período, registrou lucro líquido recorde de R$168 milhões, o maior já alcançado para um segundo trimestre, sustentado pelo fortalecimento da operação de moda, pela evolução consistente dos Serviços Financeiros e pela disciplina na alocação de capital.

O principal destaque do trimestre foi a evolução de Vestuário, combinando crescimento das vendas e expansão da rentabilidade. O Same Store Sales (SSS) da categoria avançou 7,8%, alcançando o 12º trimestre consecutivo de crescimento, mesmo com a forte base de comparação de 15,8% do 2T25. A margem bruta atingiu 59,2%, recorde para um segundo trimestre e o 11º trimestre seguido de expansão. O desempenho impulsionou o EBITDA de Mercadorias para R$342 milhões, alta de 14,7% na comparação anual e resultado recorde para um segundo trimestre, com margem EBITDA de Mercadorias de 17,0%, a maior dos últimos 11 anos.

A Midway manteve sua estratégia de crescimento com disciplina na concessão de crédito e foco na qualidade da carteira. A receita bruta cresceu 7,0% e o EBITDA atingiu R$119 milhões, alta de 7,2% em relação ao segundo trimestre de 2025, sustentado pela expansão da carteira e pela manutenção de indicadores de risco em níveis controlados.

Esse desempenho se refletiu diretamente nos resultados consolidados da companhia. O EBITDA consolidado atingiu R$461 milhões, crescimento de 12,7% em relação ao mesmo período de 2025. A margem EBITDA ajustada alcançou 17,1%, o maior patamar para um segundo trimestre dos últimos 12 anos, refletindo ganhos contínuos de eficiência operacional e maior captura de valor ao longo da operação. O lucro líquido atingiu R$168 milhões, crescimento de 36,2% em relação ao 2T25 e maior patamar histórico para o período.

“Os resultados mostram a força dos nossos core business e a consistência da estratégia que temos executado. Conseguimos combinar crescimento das vendas, expansão das margens e um lucro recorde para um segundo trimestre, ao mesmo tempo em que seguimos investindo na marca, na experiência dos clientes e na evolução da nossa operação. Esse equilíbrio é o que sustenta nosso crescimento e nos dá confiança para continuar avançando ao longo do segundo semestre”, afirma André Farber, CEO da Riachuelo.

Nova fase de expansão e evolução da experiência

O desempenho também é sustentado pelos investimentos contínuos na evolução da experiência do consumidor e na expansão da rede. A companhia entra em uma nova fase de crescimento com a conclusão da transformação da unidade do ParkShopping Barigui, em Curitiba, que passa a ser a primeira loja full da Riachuelo no conceito Incrivelmente Brasil.

O novo conceito ganhará tração ao longo do segundo semestre, reforçando o fortalecimento da marca na jornada do cliente e impulsionando a produtividade da rede. Como parte desse movimento, a companhia prevê entre 15 e 20 inaugurações e reformas até o fim do ano, acelerando a modernização de lojas estratégicas e ampliando a consistência da experiência oferecida aos consumidores.

“Seguimos entregando evolução consistente dos indicadores financeiros, combinando crescimento das vendas e expansão da rentabilidade com disciplina na gestão de despesas e na alocação de capital. O avanço contínuo da eficiência operacional e o rigor financeiro fortalecem nossa capacidade de sustentar o crescimento e gerar valor para os acionistas no longo prazo”, comenta Miguel Cafruni, CFO da companhia.

Com os resultados do 2T26, a Riachuelo consolida um primeiro semestre marcado pela combinação entre crescimento, rentabilidade e disciplina na execução. A evolução dos indicadores financeiros, aliada aos investimentos em produto, experiência e marca, reforça a estratégia da companhia de gerar valor sustentável no longo prazo.

Sobre a Riachuelo - Do fio à vitrine, há 78 anos a Riachuelo promove ativamente a democratização da moda e a geração de impacto positivo, destacando-se pela sua capacidade de inovação, dinamismo e agilidade, entregando coleções e produtos para todos os estilos. São mais de 440 lojas próprias e 33 mil funcionários – cerca de metade deles na região Nordeste do Brasil, berço da marca. Como parte do Grupo Guararapes, que contempla, ainda, o maior parque fabril da América Latina, além das marcas Casa Riachuelo e Carters, a financeira Midway e dois teatros Riachuelo, na capital potiguar e no Rio de Janeiro, a rede é uma das principais referências do setor e é reconhecida como uma das maiores empresas de moda do Brasil.

da redação com Informações à Imprensa da Loures Consultoria

BFSHOW - Brazilian Footwear Show

worldfashion • 06/08/26, 10:41

A BFSHOW criou um programa de engajamento entre representante com seus clientes, no regulamento do Programa Embaixador, cada representante comercial recebe um código exclusivo para compartilhar com seus clientes e parceiros lojistas. Os profissionais que mais incentivarem o credenciamento antecipado conquistam um lugar de destaque, além de hospedagem exclusiva no Holliday Inn durante a BFSHOW e a indicação de dois compradores nacionais para o Programa Comprador - convidados com passagens aéreas ou hospedagens pagas pela promotora.

Na primeira edição da iniciativa, realizada em maio passado, foram cinco vencedores REGIÃO NORTE: Edson Fabricio REGIÃO NORDESTE: Edvaldo Israel das Virgens REGIÃO CENTRO-OESTE: Marcelo Rocha REGIÃO SUDESTE: João Elias Souza e REGIÃO SUL: Carlos Monteiro.

“O Programa tem como objetivo principal gerar oportunidades de negócios para os expositores da feira”, ressalta Letícia Sperb Masselli, gerente de Relacionamento e Negócios da ABICALÇADOS - Associação Brasileira das Indústrias de Calçados.

Felipe Marchioni, head da NürnbergMesse Brasil (NMB) organizadora da feira,  destaca que a iniciativa reconhece e também estimula o engajamento dos representantes comerciais, “elos fundamentais na engrenagem da indústria calçadista”. Considerada a maior vitrine do calçado brasileiro no mundo, a BFSHOW é o ponto de encontro para a indústria de calçados e compradores nacionais e internacionais. A 7ª edição da feira deve contar com cerca de 330 marcas brasileiras e receber, nos seus três dias, mais de 10,5 mil compradores, sendo mais de mil deles estrangeiros de 50 países.

O que dizem os embaixadores

Destaque do Programa realizado em maio, com hospedagem e indicações de compradores garantidas na edição de novembro de 2026, o representante comercial da Pegada no Nordeste, Edvaldo Israel das Virgens, ressalta o papel da BFSHOW para a cadeia calçadista. “A BFSHOW é hoje um dos eventos mais importantes da indústria calçadista brasileira no mundo, reunindo fabricantes, representantes e compradores do Brasil e do exterior. Para nós, representantes, a feira é fundamental para fortalecer relacionamentos, apresentar novas coleções, ampliar oportunidades de negócios e aproximar ainda mais a indústria do varejo, contribuindo para o crescimento do setor”, avalia. O representante indicou compradores da Rede Nacional João e da Rede Econis.

Para João Elias de Souza, representante da Giulia Domna vencedor na região Sudeste, a feira é “indispensável” para a categoria. “É o momento em que grandes negócios se concretizam, tendências se confirmam e parcerias se fortalecem”, diz. Para a edição de novembro, Souza indicou compradores da Loja Carla Medola Style e Loja Capricho.

Representante das marcas Ferracini e Tchocco no Centro-Oeste, Marcelo Rocha destaca a importância da BFSHOW para toda a cadeia produtiva do calçado, do industrial ao lojista e, claro, passando pela representação. “O representante, cada vez mais, precisa apoiar o lojista nas suas compras, de forma a fazer com que sejam mais assertivas. A BFSHOW tem esse papel, pois além de negócios, nos fornece informações muito importantes sobre tendências. É o ponto de encontro do setor e onde o lojista deve estar”, comenta. Para a edição de novembro, Rocha indicou compradores da Rede Flávio’s e Ducal Calçados.

Ganhador da iniciativa na Região Norte, o representante comercial Edson Fabricio, da marca Pegada, ressalta o fato de que a BFSHOW é o ambiente ideal para fortalecer relacionamentos, apresentar lançamentos e gerar negócios. “Como representante, vejo a feira como uma oportunidade única de aproximar ainda mais as marcas dos clientes, entender as necessidades do mercado e contribuir para o crescimento da indústria calçadista brasileira. Participo da BFSHOW desde a sua primeira edição, em 2023, e, a cada ano, percebo o quanto ela vem se consolidando como referência para o nosso segmento”, avalia. Para a edição de novembro, o profissional indicou compradores das redes Monte Sinai e Pé de Ouro.

Representando a marca Grendene, Carlos Monteiro foi o representante comercial destacado na Região Sul. “A BFSHOW é muito importante para nós, pois nos permite apresentar aos lojistas os principais lançamentos, além de receber, in loco, feedbacks dos clientes”, diz. Para a edição de novembro, Monteiro indicou a Tureta Calçados e a Elros Ki Barato.

Mais informações e inscrições no Programa Embaixadores BFSHOW no e-mail: bfshow@nm-brasil.com.br.

SERVIÇO

7ª BFSHOW

Data: 10 a 12 de novembro de 2026, terça-feira a quinta-feira

Local: Distrito Anhembi, em São Paulo/SP

Mais informações: www.bfshow.com.br.

da redação com informações do assessor de imprensa Diego Rosinha

Artigo - Varejo de moda está vendendo mais e lucrando menos

worldfashion • 02/06/26, 11:38

Por Chrystian Scanferla, Head de Negócios do IRRAH Tech

Ao longo dos anos, acompanhando operações e conversando com empresários, percebi um padrão que se repete: o problema raramente começa na venda. Ele começa antes, na gestão. Produção desalinhada, compra mal dimensionada, estoque parado, margem corroída. O cliente vê a vitrine. O empresário convive com a planilha.

Os exemplos estão aí, e não são poucos. A Forever 21 entrou em falência nos Estados Unidos entre 2019 e 2020, após um ciclo de expansão sem sustentação operacional. A Select Fashion encerrou dezenas de lojas no Reino Unido depois de acumular prejuízos. A United Colors of Benetton, que por décadas construiu marca global, reduziu centenas de unidades para conter perdas que ultrapassaram centenas de milhões de euros.

Esses movimentos não são isolados e revelam um ponto estrutural: vender mais não resolve quando a operação não acompanha.

Existe hoje um paradoxo. O consumo continua girando, o fluxo nas lojas físicas responde. O e-commerce amplia alcance e, ainda assim, a rentabilidade não acompanha o mesmo ritmo. Na prática, são empresas que trabalham mais para ganhar menos.

Em eventos e conversas com o mercado, percebe-se que não existe mais operação de varejo sem dados estruturados. A NRF Retail’s Big Show consolidou isso de forma direta: dados não são mais suporte, e sim infraestrutura.

Eu passei a tratar dados como energia operacional. Eles não aparecem na vitrine, mas sustentam tudo. Sem eles, a decisão vira tentativa; com eles, vira gestão.

Na prática, isso muda o jogo. Deixar de comprar por “feeling” e passar a comprar por histórico. Parar de reagir à sobra de estoque e começar a prever demanda. Trocar desconto emergencial por estratégia de margem. Parece básico, mas não é o que predomina.

Soluções, hoje, entram exatamente nesse ponto: organizar o que já existe dentro da operação e transformar em leitura. O impacto não está no discurso tecnológico, mas na execução. Um ERP específico para moda resolve um problema que muita empresa ainda tenta contornar manualmente, com grade, cor, tamanho, reposição, giro. Quando isso não está sob controle, o restante da operação vira consequência.

Com integração à retaguarda, fornecedores e até oficinas, a operação deixa de ser fragmentada. E, quando deixa de ser fragmentada, fica previsível. Isso muda completamente a forma de trabalhar.

Eu vejo isso com mais clareza nos períodos de maior pressão, como datas promocionais. Quando não há controle, a empresa entra em campanha no escuro: compra demais, erra mix, liquida margem. Quando há estrutura, a campanha deixa de ser aposta. Passa a ser execução.

Menos ruptura, menos excesso de estoque, menos dependência de desconto. Mais conversão, com margem preservada.

O que sustenta o resultado não é o pico de venda, é o que acontece antes dele, no bastidor. É o dado organizado, a leitura correta, a decisão tomada no tempo certo.

Porque, no varejo de moda, quem enxerga antes decide melhor. E quem decide melhor não depende do acaso para crescer.

SOBRE A IRRAH TECH - é um ecossistema de empresas unidas por um propósito comum: gerar valor real por meio da excelência operacional, da inovação constante e do compromisso com resultados duradouros. Atuamos para transformar nossos clientes em verdadeiros fãs, construindo relevância e impacto com base em nossos valores corporativos.

COLLAB - FLAVIA ARANHA / TENCEL

worldfashion • 28/05/26, 16:12

Em um cenário em que a responsabilidade ambiental se torna cada vez mais essencial em diferentes setores, especialmente na moda, uma das indústrias que mais repensa seus processos para reduzir impactos socioambientais, o futuro do segmento caminha em direção a soluções ecofriendly, inovação sustentável e práticas mais conscientes. Reconhecida por ter a sustentabilidade como um dos pilares de sua criação, a Flavia Aranha segue expandindo sua pesquisa em torno de novas possibilidades para a moda por meio de fibras inovadoras, corantes bacterianos e tingimentos naturais.

Agora, a estilista dá continuidade a essa investigação ao anunciar uma colaboração com TENCEL™, principal marca de fibras sustentáveis do Lenzing Group, a fiação Textil Carmem e a G.Vallone Têxtil.

O lançamento apresenta 19 modelos divididos em três linhas desenvolvidas com TENCEL™ Modal com tecnologia Micro. Entre elas, a família Transpasse reúne peças amplas e fluidas, com modelagens transpassadas que valorizam a silhueta e oferecem diferentes possibilidades de uso com praticidade e versatilidade. Já a linha Torção evidencia o trabalho de moulage por meio de tecidos mais encorpados e com textura crepe, criando peças que exploram movimento, estrutura e dimensão. Complementando a coleção, a família Básicos aposta em modelagens confortáveis e atemporais, pensadas para composições versáteis e duradouras no cotidiano. Em toda a coleção, a floresta surge como conceito central do processo criativo, não apenas como paisagem, mas como um sistema vivo traduzido em texturas, movimentos e construções têxteis.

“Desenvolver essa colaboração com a TENCEL™, a fiação Textil Carmem e G.Vallone Têxtil, foi uma experiência muito especial. Essa relação já vem de longa data, desde a minha primeira coleção, há 16 anos, já trabalhávamos com fibras sustentáveis. Foi muito interessante criar, juntos, um tecido exclusivo a partir da fibra TENCEL™ Modal Micro, buscando uma base e um caimento específicos para a coleção. São parceiros que fazem parte da nossa trajetória há muitos anos, e oficializar essa colaboração foi uma forma de fortalecer ainda mais esse vínculo com marcas nas quais acreditamos e que valorizamos muito”, ressalta Flavia Aranha.

As criações propõem uma conexão viva com a natureza, incentivando uma relação mais consciente com o meio ambiente. Nesse contexto, TENCEL™ desempenha um papel essencial ao priorizar a eficiência de recursos e a redução de impactos ambientais ao longo do processo de produção. As fibras da marca possuem certificação ClimatePartner, reconhecimento ligado às suas ações climáticas, que incluem metas de redução de emissões, monitoramento da pegada de carbono, medidas de mitigação e apoio a projetos climáticos certificados.

“Nosso objetivo é impactar e inspirar outras marcas a incorporarem a sustentabilidade de forma cada vez mais autêntica e envolvente em suas criações. A parceria fortalece esse propósito, já que compartilhamos do mesmo compromisso com a responsabilidade ambiental e a construção de uma moda mais consciente. Além disso, as fibras TENCEL™, fiadas pela Textil Carmem, contam com uma tecnologia de identificação que permite o rastreamento físico em todas as etapas do processo produtivo e são produzidas com pelo menos 50% menos emissões de carbono e consumo de água, reforçando nosso compromisso com inovação e impacto positivo”, afirma Juliana Jabour, Gerente de Desenvolvimento de Negócios Têxteis do Grupo Lenzing na América do Sul.

Com mais de três décadas de atuação no mercado têxtil, a fiação Textil Carmem integra a colaboração como responsável pela transformação das fibras em fios. Reconhecida pela expertise na produção de fios de alta performance para malharia e tecelagem, a empresa se destaca pelo investimento contínuo em inovação, tecnologia e excelência têxtil, desenvolvendo soluções que aliam qualidade, desempenho e evolução de processos.

“Participar da coleção Floresta é uma experiência muito valiosa para nós, principalmente porque a Textil Carmem já trabalha com fibras da Lenzing há muitos anos. Existe uma relação muito consolidada com essas matérias-primas dentro do nosso desenvolvimento de fios, então é muito significativo ver esse trabalho presente em uma coleção com uma proposta tão alinhada ao que acreditamos”, afirma Maria Eduarda Martins, Marketing da fiação Textil Carmem.

A coleção Floresta, desenvolvida por Flavia Aranha em parceria com TENCEL™, fiação Textil Carmem e a G.Vallone Têxtil, está disponível desde 26 de maio nas lojas físicas da marca, localizadas na Vila Madalena, em São Paulo, e em Paraty, no Rio De Janeiro, além do e-commerce oficial flaviaaranha.com.

da redação com informações da Tastemakers Brasil - créditos da foto Caia Ramalho

VAREJO DE MODA BRASILEIRO

worldfashion • 25/05/26, 14:56

Em um ambiente econômico ainda marcado por incertezas, o varejo de moda brasileiro deve registrar crescimento moderado durante a temporada de inverno de 2026. A expectativa é de avanço discreto no volume de vendas, acompanhado de um cenário ainda desafiador para empresas e consumidores.

Com a chegada das coleções de inverno às vitrines das lojas físicas e plataformas digitais, a estação segue entre as mais relevantes para o setor de vestuário. Em 2026, porém, fatores como as incertezas geopolíticas internacionais, a pressão sobre combustíveis, o ambiente político em ano eleitoral, o elevado endividamento das famílias e a proximidade da Copa do Mundo devem influenciar diretamente o comportamento do consumo.

Dados do IEMI – Inteligência de Mercado apontam que o varejo brasileiro de vestuário deverá comercializar cerca de 1,85 bilhão de peças entre maio e agosto de 2026, crescimento de apenas 0,65% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram vendidas 1,84 bilhão de peças. Apesar de haver avanço nominal também no faturamento, o desempenho do setor ainda deve permanecer pressionado pelos custos elevados ao longo da cadeia produtiva e pela inflação acumulada nos últimos 12 meses.

A estimativa é de que as vendas movimentem R$ 63,34 bilhões na estação, alta de 4,2% em relação aos R$ 60,79 bilhões registrados na estação passada. O avanço, porém, praticamente acompanha a inflação do período e não elimina os desafios relacionados ao aumento dos custos de energia, combustíveis, logística e insumos, agravados pelo atual cenário geopolítico internacional e pelos desdobramentos da guerra no Oriente Médio.

Os números refletem um cenário de recuperação gradual do consumo, ainda marcado por cautela tanto do varejo quanto dos consumidores. Segundo Fernando Pimentel, diretor-superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), as perspectivas para o inverno de 2026 são moderadamente positivas, mas cercadas de desafios.

“O inverno no Brasil sempre representou um desafio para o planejamento do setor, por sermos um país predominantemente tropical, e as mudanças climáticas têm tornado esse cenário ainda mais imprevisível. Temperaturas acima da média ou ondas de calor fora de época impactam diretamente o desempenho das coleções de inverno e o comportamento de compra do consumidor”, afirma.

De acordo com o executivo, fatores como clima, juros elevados, crédito mais restrito e o elevado comprometimento da renda das famílias seguem pressionando o consumo. “O consumidor continua mais seletivo e cauteloso nas compras, especialmente em itens não essenciais. Isso exige do varejo maior assertividade comercial, eficiência operacional e capacidade de adaptação rápida às mudanças do mercado”, destaca.

Outro fator que gera apreensão no setor é a flexibilização da tributação das pequenas encomendas internacionais via plataformas digitais. A medida pode ampliar ainda mais a concorrência assimétrica enfrentada pela indústria e pelo varejo nacional, justamente em um momento de desaceleração do consumo e forte pressão sobre custos e investimentos.

“Além dos desafios macroeconômicos e climáticos, existe uma preocupação crescente com o aumento das importações via plataformas digitais internacionais. O Brasil precisa preservar condições mínimas de isonomia competitiva para quem produz, investe e gera empregos no País”, pondera Pimentel.

Consumidor mais digital e varejo mais integrado

Além do cenário econômico desafiador, o varejo de moda atravessa um processo acelerado de transformação na relação com o consumidor. A integração entre lojas físicas e plataformas digitais tornou-se estratégica para ampliar conveniência, personalização e agilidade no atendimento.

Ferramentas digitais, redes sociais e canais de comunicação direta passaram a desempenhar papel central na divulgação de coleções, construção de marca e relacionamento com o consumidor. Para Fernando Pimentel, o varejo brasileiro evoluiu significativamente nos últimos anos, especialmente na integração entre os canais físico e digital.

“Hoje, existe uma integração muito maior entre o físico e o digital, com empresas investindo em omnicanalidade, experiência do consumidor, inteligência de dados e agilidade logística”, afirma. Segundo ele, o consumidor atual busca conveniência, preço competitivo, rapidez e identificação com as marcas. “O varejo vem trabalhando modelos mais flexíveis, coleções mais adaptáveis às variações climáticas e estratégias digitais cada vez mais fortes para atender um consumidor mais conectado e exigente”, conclui.

da redação

COLLAB - PAULA RAIA/ TENCEL E CANATIBA

worldfashion • 12/05/26, 15:09

A estilista Paula Raia traz ruptura, arte e experiência sensorial na coleção com TENCEL™ e Canatiba Textil, inspirada em referências como Joni Mitchell, Lygia Clark e Joan Mitchell, a collab une versatilidade e sustentabilidade em peças de formas arquitetônicas e orgânicas.

O universo da moda se transforma constantemente, acompanhando as mudanças de comportamento e movimentações culturais. Neste contexto, Paula Raia lança em sua coleção AW26 peças desenvolvidas em parceria com a TENCEL™, principal marca de fibras sustentáveis do Grupo Lenzing, e a Canatiba Textil.

Com modelagens que evocam um universo onde o lúdico ganha espaço, a parceria apresenta cinco peças em jeans — jaqueta, calças, camisa e jardineira — com recortes em diferentes tons de azul e também em jeans marmorizado colorido, elementos que reforçam a proposta estética e contemporânea da coleção.

“Desenvolvidas com tecidos da Canatiba Textil, contendo as fibras sustentáveis TENCEL™ Liocel, as peças trazem um frescor ao Inverno 26, unindo shapes já consagrados com a versatilidade do jeans, resultando em roupas despretensiosamente elegantes que carregam em si conforto e atemporalidade.”, ressalta Paula Raia, CEO & Diretora Criativa.

Incorporar a sustentabilidade de forma estruturada à coleção foi uma estratégia para ampliar um valor que já é intrínseco à identidade da marca. Esse movimento reforça o posicionamento no mercado de luxo consciente, estimulando um impacto positivo e fomentando uma demanda cultural por processos cada vez mais responsáveis e transparentes. A TENCEL™ integra a parceria para dar vida às peças com responsabilidade ambiental, por meio de fibras produzidas com, no mínimo, 50% menos emissões de carbono e consumo de água.

A Lenzing, empresa responsável pela TENCEL™, foi a primeira produtora de fibras celulósicas a estabelecer metas concretas e cientificamente validadas, alinhadas à ciência, para a redução das emissões de gases de efeito estufa. “Esta é nossa primeira parceria com Paula Raia e nasce como um projeto pensado desde a origem, acompanhando o desenvolvimento de cada peça. Nosso objetivo é traduzir a sustentabilidade em algo desejável, presente no cotidiano e carregado de inovação. Colaborar com marcas que compartilham a visão de um impacto mais consciente é fundamental para construir projetos que não apenas dialogam com o presente, mas também apontam caminhos transformadores para o futuro”, destaca Juliana Jabour, Gerente de Desenvolvimento de Negócios Têxteis do Grupo Lenzing na América do Sul.

Com mais de 55 anos de trajetória, a Canatiba Textil consolidou-se como uma referência global em tecelagem, fornecendo materiais de alta qualidade para marcas renomadas na Europa e nas Américas. Seu compromisso com pesquisa, tecnologia e aprimoramento contínuo dos processos industriais fortalece sua atuação como protagonista na moda sustentável, impulsionando a inovação e contribuindo para um futuro mais responsável na indústria têxtil.

“A escolha do tecido é determinante para o resultado final do produto. Neste caso, o tecido Tornado Maxskin, um denim de peso encorpado (12 oz), une estrutura, caimento sofisticado e conforto graças à combinação de algodão, TENCEL™ Liocel e elastano. O algodão garante a autenticidade do denim, enquanto o TENCEL™ Liocel se destaca como o elemento-chave da composição, proporcionando maciez superior, toque extremamente suave e um caimento elegante que eleva a qualidade e o conforto da peça. Já o elastano adiciona a flexibilidade necessária para um jeans contemporâneo, confortável e sofisticado”, afirma Vanessa Covo, Diretora de Produto da Canatiba Textil.

A coleção cápsula, fruto da colaboração entre Paula Raia, TENCEL™ e Canatiba Textil, está disponível na loja física da marca e no e-commerce www.paularaia.com.br.

Sobre Paula Raia

A cada coleção, diversas expressões do ser são trabalhadas de forma poética e criteriosa. diferentes emoções, cosmos e desejos são materializados em profunda pesquisa de modelagem, silhueta e matéria-prima, com uma visão única e autoral da designer que dá nome à marca.

Sobre a TENCEL™

TENCEL™ é a principal marca de fibras têxteis do Grupo Lenzing. Desde 1992, a marca TENCEL™ tem sido uma potência que defende uma mudança positiva na indústria têxtil por meio de processos de produção eficientes em termos de recursos e inovações contínuas em fibras. As fibras Liocel e Modal da marca TENCEL™ são materiais de baixo impacto e alto conforto feitos de fontes de madeira gerenciadas de forma sustentável. Ambas as fibras são naturalmente macias, suaves ao toque e podem suportar cores ricas em tecidos. Com controle eficaz da umidade, os tecidos feitos de ambas as fibras também suportam uma sensação natural de secura.

Como soluções têxteis sustentáveis, as fibras TENCEL™ Liocel e Modal são altamente versáteis e podem ser combinadas com uma ampla gama de fibras têxteis para oferecer uma variedade quase infinita de designs e funções de produtos. As fibras podem ser incorporadas em quase todas as categorias têxteis, desde prêt-à-porter, jeans, roupas íntimas, roupas esportivas, roupas de trabalho, calçados e até produtos têxteis-lar.

As fibras TENCEL™ Liocel e Modal podem se decompor e compostar no final de seu ciclo de vida (certificado TÜV AUSTRIA). As fibras também são certificadas com o rótulo ecológico da UE (licença nº. AT/016/001) pela excelência ambiental, reconhecendo os elevados padrões ambientais ao longo de todo o seu ciclo de vida.

Sobre o Grupo Lenzing

O Grupo Lenzing representa a produção ecologicamente responsável de fibras especiais à base de celulose e material reciclado. Como líder em inovação, a Lenzing é parceira de fabricantes globais de têxteis e não tecidos e impulsiona muitos novos desenvolvimentos tecnológicos. As fibras de alta qualidade do Grupo Lenzing formam a base para uma variedade de aplicações têxteis, desde roupas funcionais, confortáveis e modernas até têxteis-lar duráveis e sustentáveis. Devido às suas propriedades especiais e à sua origem botânica, as fibras Lenzing biodegradáveis e compostáveis certificadas pela TÜV também são altamente adequadas para produtos de higiene do dia a dia.

O modelo de negócios do Grupo Lenzing vai muito além do de um produtor tradicional de fibras. Juntamente com seus clientes e parceiros, a Lenzing desenvolve produtos inovadores ao longo da cadeia de valor, criando valor agregado para os consumidores. O Grupo Lenzing se esforça para a utilização e processamento eficientes de todas as matérias-primas e oferece soluções para ajudar a transformar a indústria têxtil do atual sistema econômico linear para uma economia circular. A fim de reduzir a velocidade do aquecimento global e, assim, também apoiar as metas do Acordo de Paris e do “Green Deal” da Comissão Europeia, a Lenzing desenvolveu um plano de ação climática claro e baseado na ciência que visa reduzir significativamente as emissões de gases de efeito estufa até 2030 e uma meta líquida zero (escopo 1, 2 e 3) até 2050.

Principais dados e números do Grupo Lenzing 2025

Receita: 2,60 bilhões de euros

Capacidade nominal (fibras): 1.110.000 toneladas

Funcionários (equivalentes em tempo integral): 7.738

TENCEL™, LENZING™ ECOVERO™, VEOCEL™, LENZING™ e REFIBRA™ são marcas comerciais da Lenzing AG.

Sobre a Canatiba Textil

Há mais de 55 anos a Canatiba Textil tece inovação e sustentabilidade todos os dias, combinando tradição, tecnologia e pesquisa para criar soluções para todos os criadores de moda e confeccionistas do mundo que conectam moda, performance e responsabilidade ambiental. A Canatiba Textil oferece qualidade, inteligência, pioneirismo, parceria e sustentabilidade nas relações e no atendimento às demandas dos mercados de Jeanswear, Workwear e tecidos planos de moda abrindo novos caminhos e revolucionando o consumo nesses setores, por meio de soluções e resoluções inovadoras os clientes e parceiros. Ética, transparência, responsabilidade, respeito à sociedade e ao ambiente serão sempre os guias de todos os processos e ações da empresa. Com o objetivo de disseminar conhecimento e fomentar o desenvolvimento da indústria da moda, a Canatiba também promove iniciativas e plataformas de conteúdo como o Canatiba Trends, de pesquisa e direcionamento de tendências, e o Canatiba+Conhecimento, dedicado à difusão de informação, inovação e educação para o mercado.

da redação com informações da Tastemakers Brasil  Fotos crédito: Cassia Tabatini

QUINTESS

worldfashion • 06/05/26, 14:53

Com a visão contemporânea aplicada na abordagem em uma calça jeans, que deve servir a todos, resultou na interpretação aliada a uma engenharia de produto. O desafio é atender a diferentes biotipos com naturalidade, do 38 ao 56, sem se prender a um padrão, a Quintess, marca do Grupo Posthaus, de Blumenau (SC), com 18 anos no mercado e milhões de clientes atendidos, inserido em um cenário que ainda dita padrões, escolheu trilhar um caminho mais sensível valorizando a individualidade e o estilo.

“Uma calça que aperta, outra que sobra. Quantas vezes já ouvimos isso? Para nós, a pergunta era clara: como lançar algo que realmente dialogasse com cada mulher? A resposta moldou a criação, que combina um olhar técnico e sensível. O que surge disso vai além do caimento, é uma nova experiência de vestir”, conta Ana Damásio, estilista do Grupo Posthaus.

O segredo está no processo de produção

A criação demonstra que é possível desenvolver um jeans capaz de se alinhar de forma natural a diferentes silhuetas. A inovação começa pelo cós, muitas vezes subestimado, mas essencial para o caimento. Ele foi redesenhado com precisão, incorporando discretamente um elástico nas laterais, que suaviza volumes sem comprometer o design.

“Não é mágica, é técnica”, explica a estilista. “Cada ajuste é pensado para acompanhar proporções variadas, valorizando cinturas e quadris de diferentes formatos. O efeito é sutil, mas perceptível no conforto e na elegância”.

O tecido também desempenha um papel fundamental. O denim 100% algodão oferece respirabilidade, resistência e um caimento que evolui com o uso. Ele acompanha os movimentos, mantendo a estrutura mesmo após múltiplas lavagens, garantindo durabilidade e a sensação de roupa nova.

Por fim, a modelagem reta conclui o processo, equilibrando a proporção e alongando as linhas corporais. Diferentemente de cortes justos ou flare, mantém largura constante do quadril até a barra, criando uma linha uniforme que respeita os formatos naturais do corpo de maneira harmoniosa, entregando liberdade de mobilidade e fluidez.

Pessoas reais no desenvolvimento

O processo contou com pessoas reais, cujos corpos e percepções guiaram cada decisão. Mulheres provaram, ajustaram, comentaram e aprovaram detalhes, transformando feedbacks em instrumento de precisão que norteou todas as etapas.

“Fui convidada para participar da confecção da calça jeans e, quando provei a versão final, pensei: é isso. A modelagem é pensada para corpos reais e diversos, para adaptar e servir bem em mulheres diferentes. Isso é algo que eu sempre bato na tecla, usar a roupa que serve de verdade, não só cabe. A calça conforta, valoriza e faz a gente se sentir bem dentro dela. Parece algo básico, mas faz toda a diferença na nossa autoestima”, relata a influenciadora Ana Luiza Palhares, conhecida pelo perfil Cinderela de Mentira.

Dessa forma, o projeto partiu da experiência de quem já enfrentou dificuldade para encontrar um jeans que realmente se ajustasse, do P ao plus size, conceito que, inclusive, integra o DNA da Quintess. Todas as sugestões contribuíram para transformar um modelo clássico em algo que acompanha e valoriza proporções diversas, sem comprometer a estética.

“Não se trata apenas de caber, mas de se reconhecer na roupa, de sentir que ela foi pensada para você. Proporcionar isso é um gesto de cuidado, fruto de um caminho que escutou e respeitou histórias diversas”, completa Ana.

A peça está disponível no site da marca.

da redação com informações da Oficina das Palavras – Comunicação para Negócios

VAREJO - BERSHKA

worldfashion • 19/03/26, 14:32

A BERSHKA, marca do Grupo Inditex fundada em 1998, consolidou-se como uma referência global em moda acessível conectada às últimas tendências. Com um olhar voltado para o público jovem, a marca vive no encontro entre o mainstream e as subculturas que estão surgindo, misturando moda, música e cultura digital para inspirar novas gerações a explorar e expressar sua identidade.

Apresenta coleções que misturam tendências do momento, básicos repaginados e peças statement. A marca conversa principalmente com jovens entre 13 e 25 anos que buscam estilo, autenticidade e conexão com o que está acontecendo na cultura agora. A proposta é ser mais do que uma marca de moda: uma plataforma criativa que incentiva a autoexpressão e acompanha de perto o ritmo das novas tendências.

Nesse contexto, entra no mercado brasileiro com a abertura de sua primeira loja, em São Paulo, e o lançamento de sua plataforma online no Brasil. O momento marca o início da presença da marca no país, que também prevê abrir uma segunda loja no Rio de Janeiro ainda este ano.

A primeira loja no Brasil está localizada na nova ala do MorumbiShopping, em São Paulo, e conta com 1.000 m2 distribuídos em um único piso. O projeto arquitetônico aposta em uma estética contemporânea e marcante, com uma fachada de inspiração brutalista em concreto e formas geométricas que criam uma presença forte e facilmente reconhecível dentro do shopping.

No interior, o teto organiza o espaço por meio de uma estrutura que cria uma espécie de malha arquitetônica. Integrados a ela, painéis de madeira incorporam a iluminação e escondem as instalações, trazendo ritmo visual e uma sensação de acolhimento. A combinação entre concreto e madeira cria uma atmosfera contemporânea e sofisticada, alinhada a essa nova fase da marca.

A coleção Bershka é apresentada em painéis pétreos texturizados que dão ao espaço uma identidade mineral. A área BSK traz armários revestidos com azulejos em tons de rosa, criando um ambiente mais vibrante e jovem. Já a coleção MAN retoma os painéis pétreos texturizados, enquanto elementos em madeira Alpi adicionam profundidade e personalidade ao conjunto.

O piso contínuo de resina incorpora tapetes de paralelepípedos, trazendo uma escala urbana para dentro da loja e estabelecendo um diálogo com a cidade. Nas paredes, geometrias triangulares e armários organizam os produtos e reforçam a identidade arquitetônica do espaço, enquanto volumes em rosa ajudam a guiar o percurso com um acento de cor marcante.

A área de caixas foi pensada como um ambiente próprio dentro da loja, criando um espaço mais envolvente. Ao fundo, uma grande tela funciona como elemento visual de fechamento e também como componente dinâmico do ambiente.

Já a área de provadores foi desenhada como um espaço diferenciado, onde o verde e a presença de vegetação fazem referência à riqueza da paisagem tropical brasileira, criando um ambiente natural e acolhedor dentro da loja.

O resultado é um ambiente contemporâneo, cheio de personalidade e pensado para marcar a chegada da BERSHKA ao Brasil com uma identidade forte — onde arquitetura, materiais e experiência se conectam para criar um espaço único.

INOVAÇÃO E TECNOLOGIA

A loja também incorpora soluções tecnológicas pensadas para integrar de forma fluida as experiências física e online.

Pela plataforma digital, os clientes podem verificar a disponibilidade de produtos, localizar peças dentro da loja ou navegar digitalmente pela sua loja de referência. Também é possível fazer pedidos online e retirar na loja em cerca de duas horas, tornando a experiência de compra mais rápida e prática.

O espaço ainda conta com áreas específicas pensadas para facilitar a jornada do cliente, como caixas dedicados para devoluções, um ponto de retirada de pedidos online e uma área de autopagamento assistido.

BERSHKA.COM

Na compra online, os clientes podem acessar a coleção completa da marca e fazer compras com entrega em casa, com prazo médio de até três dias úteis.

Os preços do site são os mesmos das lojas físicas, garantindo a mesma experiência de compra em qualquer canal. Além disso, as compras feitas pela plataforma têm até 30 dias para troca.

O frete é gratuito para pedidos acima de R$ 375 ou quando o cliente escolhe retirar o pedido na loja. Assim, a BERSHKA oferece uma experiência de compra mais prática, flexível e conectada com o dia a dia do público.

JUNTA TUDO E VEM

Para marcar sua chegada ao Brasil, a BERSHKA também está desenvolvendo uma série de iniciativas voltadas para se conectar com a cena criativa e a cultura jovem do país.

Entre elas estão colaborações com diferentes embaixadores e criadores de conteúdo locais, além do lançamento do projeto “Get the Look”, uma plataforma pensada para impulsionar novos talentos e fortalecer a relação da marca com comunidades criativas, por meio de conteúdos criados pelos próprios participantes.

Além disso, a BERSHKA lança sua página web no Brasil com um editorial estrelado pela cantora Marina Sena, um dos grandes nomes da nova música brasileira, reforçando o diálogo entre moda, música e cultura que faz parte do universo da marca.

BERSHKA MUSIC

A marca expande ainda mais seu universo criativo no encontro entre moda, música e cultura contemporânea. O projeto funciona como uma plataforma que conecta as novas gerações à cena musical emergente, apoiando artistas e criando experiências que aproximam comunidades criativas ao redor do mundo.

Por meio de colaborações, conteúdos e eventos ao vivo, o BERSHKA Music reforça a conexão natural entre estilo, som e cultura jovem, amplificando vozes e movimentos que estão moldando a cultura atual.

Como parte dessa iniciativa, o projeto apresenta a artista brasileira Carol Biazin como a próxima protagonista. Conhecida por sua mistura de pop contemporâneo com uma sensibilidade alternativa, a cantora lançará uma música inédita nos canais digitais da BERSHKA, aproximando seu universo criativo da comunidade global da marca. A colaboração reforça o compromisso da BERSHKA em impulsionar novas vozes da cena musical internacional e fortalecer sua conexão com a cultura jovem.

da redação com informações da FSB Comunicação