ABVTEX

worldfashion • 24/05/22, 11:03

download3Fundada em 1999, a Associação Brasileira do Varejo Têxtil (ABVTEX), é a entidade que congrega as mais representativas redes nacionais e internacionais de varejo de moda, que comercializam itens de vestuário, calçados, acessórios de moda, além de artigos têxteis para o lar. O propósito da ABVTEX é de promover a sustentabilidade da moda, tornando-a mais acessível a partir do desenvolvimento de uma cadeia produtiva ética, responsável, inovadora, competitiva e transparente.

A ABVTEX (Associação Brasileira do Varejo Têxtil), mantém desde 2010 um programa de desenvolvimento e monitoramento de fornecedores que é considerado o maior esforço setorial da cadeia de valor da moda no Brasil e na América Latina, em prol da responsabilidade social, do compliance e na promoção do trabalho digno, combatendo o uso de trabalho análogo ao escravo, infantil e estrangeiro irregular.

abvtex_beneficios_programa-1024x606No mês em que é celebrado internacionalmente o Dia do Trabalhador, o Programa ABVTEX alcançou um resultado bastante expressivo em sua trajetória, foram registrados o total de 391.052 trabalhadores diretos da produção de vestuário, calçados e acessórios, que são impactados positivamente com seus direitos garantidos e condições dignas de trabalho.

angela-bozzon-1Estes quase 400 mil trabalhadores beneficiados pelo Programa são oriundos das 3.715 empresas fornecedoras aprovadas, localizadas em 635 munícipios, em 17 estados brasileiros.

Entre as iniciativas da associação, a Cartilha do Programa ABVTEX, apresenta de forma didática e ilustrada o que é o Programa e a forma de adesão, veja no link: https://www.abvtex.org.br/sobre-o-programao

“O objetivo é tornar o Programa mais conhecido e ampliar a adesão de empresas que ainda não fazem parte deste grande movimento da sustentabilidade na moda para se beneficiarem das oportunidades de crescimento que o Programa proporciona, além de promover a concorrência leal no setor”, explica Angela Bozzon, gerente do Programa ABVTEX.

da redação com informações da ADS Comunicação Corporativa  imagens: fotos/divulgação

Great Place to Work

worldfashion • 12/05/22, 13:00

fc6ecf55245c8b5190e406299a0e1e62Criado em 1980, o Great Place to Work, é uma consultoria global americana, que atua hoje em 109 países e se tornou referência por sua certificação e ranking de melhores práticas no ambiente de trabalho ao redor do mundo, e o Grupo Kyly, detentor da marca Milon (*), foi certificado como um excelente local para trabalhar segundo o ranking GPTW. E também conquistou o reconhecimento máximo por meio do Selo Ouro da ABVTEX (Associação Brasileira do Varejo Têxtil), por assegurar a responsabilidade socioambiental e condições de trabalho dignas. Ao todo, foram auditados 173 itens em diversas categorias, elevando o nível da empresa para ouro.

claudinei-martins-grupo-kyly“Um excelente lugar para trabalhar é feito por pessoas. Poder receber o certificado da GPTW, uma consultoria global que apoia organizações para que obtenham os melhores resultados por meio de uma cultura de confiança, alto desempenho e inovação é um marco importante para a história da nossa empresa como um todo. E para celebrarmos em grande estilo, elevamos o potencial do grupo com a conquista do Selo Ouro, concedido pela ABVTEX. Essa certificação é a confirmação do nosso compromisso com as leis trabalhistas, o meio ambiente, a saúde dos colaboradores e a segurança do trabalho, as questões de compliance e a rastreabilidade da produção. Reforça que atuamos, diariamente, seguindo nossos valores, como integridade, qualidade, sustentabilidade e valorização das pessoas. Além disso, a associação é reconhecida internacionalmente, e a obtenção do Selo Ouro fortalece a confiabilidade do Grupo Kyly e abre novas possibilidades de negócios”, finaliza o diretor executivo comercial e de marketing do grupo, Claudinei Martins.

grupo-kylyO Grupo Kyly tem sede localizada em Pomerode, no interior de Santa Catarina, e é hoje a maior empresa de vestuário infantil do Brasil. Detentor das marcas Kyly, Milon, Nanai, Amora, Lemone e parceiro de uma empresa de jeans infantil, o grupo possui produção anual de 31 milhões de peças e atua de forma verticalizada, contando com sua própria Fiação, a Fio Puro, considerada uma das mais modernas da América Latina e que opera com 100% da sua matéria prima sendo algodão brasileiro responsável. O grupo conta com mais de 11 mil clientes multimarcas e exporta para 36 países, além de forte presença no e-commerce próprio e nos principais marketplaces do país. Já no franchising, a marca Milon, possui 80 lojas.

(*) A Milon está no mercado desde 2006, a marca é conhecida pela inspiração francesa e estilo clássico, e veste desde bebês até o tamanho 14. Fabricados com tecidos e detalhes elaborados, os produtos Milon possuem alto valor agregado e excelente custo-benefício. A marca abriu a primeira loja da rede em 2010 em Joinville, Santa Catarina e, em 2017, ingressou no mercado de franchising. Atualmente, são 80 lojas físicas em operação, sendo 47 franquias e 33 lojas próprias. O investimento inicial para se tornar um franqueado é de R$ 350 mil, com prazo de retorno a partir de 24 meses.

da redação com infomações da DFREIRE Comunicação e Negócios   imagens: fotos/divulgação

PROJETO SCORE

worldfashion • 04/05/22, 10:41

download-2A Organização Internacional do Trabalho (OIT), em parceria com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e a Associação Brasileira do Varejo Têxtil (ABVTEX), vai fortalecer as pequenas e médias empresas (PMEs) da cadeia têxtil e de confecções da Região Metropolitana de São Paulo inicialmente, por meio da introdução no Brasil da metodologia Sustentando Empresas Competitivas e Responsáveis (SCORE, na sigla em inglês).

A metodologia SCORE é uma iniciativa global da OIT que reúne experiências de sucesso em mais de 20 países na África, Ásia e América Latina, e tem como objetivo aumentar a produtividade e melhorar as condições de trabalho de PMEs. Por meio de treinamentos práticos e consultorias in-factory, a metodologia estimula a adoção de ferramentas de cooperação no local de trabalho e o trabalho decente.

A metodologia está organizada em módulos e explora temas como gestão da força de trabalho, produção limpa, controle de qualidade, saúde e segurança no trabalho e promoção da igualdade de gênero, sempre com foco no papel da cooperação entre trabalhadores e empregadores para a obtenção de ganhos compartilhados de produtividade de competitividade.

download-1Segundo dados da RAIS de 2020, o setor têxtil e de confecções é um dos mais importantes empregadores da indústria de transformação brasileira, com mais de 730 mil trabalhadores formais, dos quais 56,7% são empregados em PMEs. Apesar de sua importância para a produção industrial e para a geração de empregos no Brasil, persistem obstáculos para a melhoria das condições de trabalho e da produtividade na cadeia têxtil.

martin-hahnPara Martin Hahn, diretor do Escritório da OIT no Brasil, “as PMEs do setor enfrentam desafios relevantes para a agenda do Trabalho Decente, como qualificação de trabalhadores, práticas de subcontratação e informalidade, saúde e segurança, além da integração de grupos vulneráveis, sobretudo imigrantes. Muitos desses temas têm sido abordados por iniciativas da OIT no Brasil em parceria com organizações do setor. Esse novo projeto se beneficiará das experiências bem-sucedidas que tivemos anteriormente com Abit e ABVTEX.”

No Brasil, a metodologia introduzida pelo Projeto SCORE conta com o apoio do Ministério Público do Trabalho (MPT). Os recursos do projeto são utilizados para apoiar a adaptação da metodologia SCORE para o contexto brasileiro, capacitar treinadores, apoiar a realização de treinamentos piloto e desenvolver iniciativas de conscientização de atores do setor sobre os benefícios de práticas empresariais responsáveis.

A participação da Abit e da ABVTEX, como membros do Comitê Executivo do Projeto SCORE, contribui para aproximar a metodologia dos desafios específicos do setor têxtil e de confecções no Brasil e para mobilizar atores estratégicos para o sucesso da iniciativa.

abvetexEdmundo Lima, diretor executivo da ABVTEX, observa que esta é mais uma iniciativa colaborativa entre a OIT e entidades que trará resultados positivos para o setor de moda. “A ABVTEX tem como um dos seus principais pilares de atuação o desenvolvimento da cadeia de valor para a construção de uma moda socioambientalmente sustentável. Diante de uma cadeia produtiva complexa e pulverizada instalada no País, o uso de metodologias que promovam melhorias de produtividade e competitividade ajudarão a criar um novo ambiente a ser replicado para outras empresas e a participação da ABVTEX no SCORE ajuda a consolidar o propósito da entidade.”

fernando-pimentel-06Por sua vez, Fernando Pimentel, presidente da Abit, considera que: “Se manter competitivo, aumentar a produtividade e reter trabalhadores não é tarefa fácil, principalmente para pequenas empresas da indústria têxtil e de confecção. E são essas, que representam a maioria, que movem a cadeia da moda no Brasil. Com essa união de esforços entre a indústria, o varejo e a OIT, temos a expectativa de aprimorar a oferta de capacitações para o setor e alcançar bons resultados em produtividade de forma perene, a partir da melhoria das relações de trabalho nas fábricas”.

O projeto adota uma abordagem gradual, que se inicia com a implementação de treinamentos piloto nas PMEs selecionadas da cadeia têxtil e de confecção da Região Metropolitana de São Paulo. A definição do setor e da região de início do projeto se deve à origem dos recursos, ao potencial do cluster têxtil e de confecções de São Paulo e a infraestrutura de treinamento local para uma primeira utilização da metodologia SCORE.

As atividades serão desenvolvidas até, pelo menos, novembro de 2024 e poderão ser ampliadas para outros setores e regiões do país, a depender da disponibilidade de recursos. A longo prazo, o projeto tem como objetivo a incorporação sustentável da metodologia SCORE por parceiros nacionais.

Este projeto contribui para atingir os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 no Brasil: ODS 5 (Igualdade de gênero), ODS 8 (Trabalho decente e crescimento econômico), ODS9 (Indústria, Inovação e Infraestrutura), e ODS 12 (Consumo e produção responsáveis).

download-3Sobre a OIT - Fundada em 1919 para promover a justiça social, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) é a única agência das Nações Unidas que tem estrutura tripartite, na qual representantes de governos, de organizações de empregadores e de trabalhadores de 187 Estados-membros  participam em situação de igualdade das diversas instâncias da Organização.

A missão da OIT é promover oportunidades para que homens e mulheres possam ter acesso a um trabalho decente e produtivo, em condições de liberdade, equidade, segurança e dignidade. Para a OIT, o trabalho decente  é condição fundamental para a superação da pobreza, a redução das desigualdades sociais, a garantia da governabilidade democrática e o desenvolvimento sustentável.

da redação com informações de Ricardo Viveiros & Associados Oficina de Comunicação/ABIT  imagens: fotos/divulgação

AVERY DENNISON (*)

worldfashion • 07/04/22, 16:10

etiqueta-rfid-avery-dennison-cosmeticos-22A empresa é líder global em ciência de materiais e maior fabricante de etiquetas RFID (identificação por radiofrequência) do mundo, deu início às operações de sua nova fábrica de etiquetas inteligentes no Brasil. Com o propósito de atender à crescente demanda de diversos setores do mercado nacional e demais localidades da América do Sul, impulsionada pelos novos formatos de consumo e vendas “sem contato” trazidos pela pandemia, a nova unidade é a primeira do país e a oitava do mundo a entrar em operação - as demais estão na China, Europa, Estados Unidos e México.

ad-food-1427Localizada em Vinhedo, interior de São Paulo, a nova planta em área de 2 mil metros quadrados tem possibilidade de ampliação de acordo com o desenvolvimento da adoção da tecnologia na região. A fábrica produzirá uma variedade de designs de inlays, disponíveis nos formatos “dry” ou “wet”, com soluções para setores como vestuário, indústrias alimentícia, farmacêutica, cosmética, automotiva, aviação e muito mais.

fabiana-wu-2“É preciso que todos estejam preparados para as constantes mudanças de cenário nas formas de consumo e logística, como vimos recentemente. Estamos muito animados com o início dessa operação, pois existe uma demanda crescente do mercado por etiquetas inteligentes na América Latina. A combinação de recursos e capacidade de fabricação com nossa experiência em ciência de materiais nos permite essa conexão de maneira exclusiva com nossos clientes”, comenta Fabiana Wu, Gerente de RFID da Avery Dennison na América Latina.

rfid-averydennisonAs etiquetas inteligentes têm sido cada vez mais utilizadas no mercado, pois aumentam a precisão das informações sobre o estoque e podem fornecer detalhes sobre conteúdo e composição dos produtos. Com isso, milhares de produtos que não estejam ao alcance visual podem ser lidos à distância e têm suas informações como peso, tamanho, cor e procedência detalhados rapidamente de forma automatizada.

francisco-melo_avery-dennison“Ao fornecer uma identidade digital exclusiva a cada item, as etiquetas inteligentes permitem o acesso aos dados, incluindo conteúdo sobre produto, origem, autenticação e até mesmo insights sobre os materiais dos produtos e como reciclá-los. Uma tecnologia que pode ajudar as marcas a alavancarem informações mais precisas para melhorar significativamente o gerenciamento de estoque, tornar as cadeias de suprimentos mais eficientes e reduzir o desperdício, promovendo a sustentabilidade em vários setores”, destaca Francisco Melo, Vice Presidente e Gerente Geral da Avery Dennison Smartrac.

Dada a crescente demanda pela tecnologia no país, Fabiana Wu pontua que “a Avery Dennison continuará investindo na região, pois acreditamos que o Brasil pode expandir ainda mais a nossa visão de um futuro em que todos os produtos terão identidade única e vida digital, com a habilidade de criar experiências de consumo mais ricas, afinal, os etiquetas inteligentes serão a base central dessa conectividade”.

avery-dennison-brasil-divulgacao1A nova planta da empresa, recebeu investimento para um laboratório conceito, o ILab Brasil, um centro de experiência único que mostra os recursos da Avery Dennison em tecnologias de identificação digital. Assim como os outros laboratórios interativos da Avery Dennison pelo mundo, o espaço é palco para acompanhar a progressão tecnológica e transformação do mercado através do uso de RFID. Incluindo atma.io, a nuvem de produtos conectados da Avery Dennison, uma plataforma que libera o poder dos produtos conectados atribuindo IDs digitais exclusivos a itens do dia a dia, fornecendo transparência de ponta a ponta incomparável ao rastrear, armazenar e gerenciar todos os eventos associados a cada indivíduo produto — da fonte ao consumidor e além para permitir a circularidade.

Neste sentido, os visitantes têm a oportunidade de aprender como a tecnologia pode ajudá-los a aumentar a precisão de estoque, melhorar a agilidade da cadeia de suprimentos e também a experiência do consumidor. Portanto, convidamos nossos clientes e parceiros de negócios a interagir com nossas demonstrações ao vivo, conhecer nossos especialistas e obter experiência prática com as tecnologias de amanhã.

(*) Avery Dennison (NYSE: AVY) é uma empresa global de ciência em materiais, especializada em design e produção de uma grande variedade de materiais para rotulagem e funcionais. Os produtos da empresa são usados por grande parte das indústrias e incluem materiais autoadesivos, sensíveis à pressão, para rotulagem e aplicações para comunicação visual; fitas e outras soluções para aplicações industriais, médicas e varejo; etiquetas, rótulos e adereços para vestuário; além de soluções de identificação por radiofrequência (RFID) para mercado varejo e outros. Com sede em Glendale, Califórnia, a empresa emprega aproximadamente 35.000 funcionários em mais de 50 países. As vendas reportadas em 2021 foram de 8,4 bilhões de dólares americanos.

da redação com informações da Atitude Comunicação   imagens: fotos/divulgação

URBANIC

worldfashion • 18/03/22, 11:46

8-592655387-2-11A Urbanic é uma empresa de moda e tecnologia com sede em Londres, e anunciou em maio do ano passado a abertura de suas operações no Brasil, com um investimento inicial de US$ 30 milhões que fortalece as ações da companhia para 2022. A proposta é oferecer alternativa à indústria de fast fashion. A marca se posiciona como a primeira de moda ESG apoiada por sua ciência de dados e tecnologia de IA líder do setor para fabricar roupas sob demanda e reduzir desperdício de matéria-prima.

Desde o lançamento, sua presença nas redes sociais alcançou a marca de 2 milhões de seguidores em seis meses, apresentando aos brasileiros uma experiência de compra totalmente nova.

Fundada em 2019, a marca estabeleceu um modelo de negócios sem lojas físicas e com estoque zero e ainda implementou o uso da tecnologia de dados e de inteligência artificial para prever os recursos necessários na produção de roupas, de acordo com a demanda do cliente. Tudo isso foi calculado a partir da quantidade de matérias-primas a serem utilizadas e da logística de venda e entrega do produto, graças à fábricas e centros que planejam e produzem automaticamente as peças solicitadas.

wb-75-11A área de fast fashion se tornou conhecida pela produção em massa de coleções de roupas que incitam o consumidor a renovar urgentemente os seus estilos e, como resultado, a indústria foi obrigada a produzir grandes volumes de peças de vestuário com materiais de baixo custo que, devido ao ritmo acelerado de fabricação, gera inúmeros resíduos têxteis.

Mas, por meio da tecnologia, a Urbanic conseguiu reduzir o desperdício de roupas em 98,75%, graças a um sistema que documenta grandes bancos de dados em tempo real para digitalizar os processos de produção, distribuição e vendas, o que permitiu à empresa a manutenção de um crescimento anual de 500%, a expansão global da marca e a conquista de mais de 100 milhões de usuários. Além disso, a Urbanic está trabalhando para em breve implementar a utilização de materiais em embalagens 100% recicláveis e biodegradáveis para proteger o planeta.

No Brasil, a indústria fashion teve faturamento de R$ 161 bilhões em 2020 na cadeia têxtil e de confecções, segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit). Ainda segundo a associação, o Brasil é a maior cadeia têxtil completa do Ocidente, com a produção das fibras, como plantação de algodão, tecelagens, confecções, assim como desfiles de moda e forte varejo.

Entre as campanhas da marca no país está a #VoudeUrbanic, que teve mais de 20 milhões em alcance no Instagram, mais de 169 milhões de visualizações no TikTok e contou com influencers como Fefe, Manozzita, Luara, Leticia Pedro, entre outros nomes de peso para seu público alvo.

captura-de-tela-2022-03-17-acc80s-161941“A Urbanic visa revolucionar os padrões convencionais da indústria da moda a partir de nossas vantagens tecnológicas exclusivas. Estamos muito animados para continuar investindo no Brasil e oferecer uma experiência ao cliente superior ao nosso público”, afirmou James Wellwood, fundador da Urbanic em Londres.

Em suas operações no Brasil, a empresa conta com uma equipe de mais de 40 pessoas focadas em Marketing, Customer Support e Operações. A sede brasileira será considerada uma das principais da região latino-americana, localizada na região da Faria Lima em São Paulo, polo tecnológico da cidade e do país.

Sobre Urbanic

Urbanic é um aplicativo de moda e lifestyle que redefiniu as tendências da moda urbana como nunca antes. Tornando acessíveis os últimos looks das passarelas europeias, com reinterpretações em coleções glamorosas a um preço excepcional. Embora se destaque principalmente pelo estilo de suas coleções, a marca possui uma ótima qualidade que torna a experiência de compra e uso muito satisfatória. Urbanic se destaca com seus seguidores nas redes sociais por conta das muitas avaliações positivas dos clientes.

da redação com informações da Sherlock Communication     imagens:fotos/divulgação

TIP TOP

worldfashion • 08/03/22, 08:53

20220113104158-001-6A empresa que comemora neste ano, 70 anos, conta um pouco da sua história e trajetória até os dias de hoje.

Nascido na Romênia, Eugênio, já falecido, vivia em Israel quando teve que deixar o país em função da Guerra da Independência, em 1948. A pedido do pai, foi para a Europa encontrar um lugar melhor para a família viver. Por cerca de um ano ficou andando pelo continente, até que chegou a Paris, na França, onde conseguiu mudar seu nome e trocar os documentos, passando a se chamar Eugênio Saverin. Com a mudança do nome, e então livre da perseguição que os judeus sofriam naquela época, Saverin conseguiu um visto para a América Latina, chegando ao Brasil em 1949.

20220113104158-001-420220113104158-001-5Aqui, foi trabalhar na multinacional Philips, onde conheceu sua futura esposa, Nadia Saverin. Depois do casamento, os dois deixaram a multinacional para trabalhar na empresa fundada por Max Spira, pai de Nadia e que estava crescendo, essa era jornal-folha-da-manha-771-anu-769ncio-tip-top-mappinpng-anos50a Tip Top.

Mais de 70 décadas depois, Roberto Saverin, neto do fundador da Tip Top, é quem conta essa história: hoje com 68 anos, Roberto Saverin relembra a trajetória da empresa, atrelada a história do avô Max Spira, que vivia na ex-Iugoslávia, hoje Croácia e que por conta da perseguição nazista aos judeus precisou deixar a Europa. Max foi com a esposa e a filha para o Quênia, na África, onde permaneceu por 10 anos. Deixou o negócio de roupas de lado e comprou uma pequena fazenda de café, que foi o sustento da família em sua passagem pelo continente africano.

rua-do-bosqueEm 1949, vieram ao Brasil e, pouco depois de chegar aqui, Max retomou a confecção de roupas para bebês e crianças com uma fábrica no bairro do Bom Retiro, em São Paulo, foi o começo da Tip Top.

Roberto Saverin, seguindo os passos do pai, Eugênio Saverin e da mãe, Nadia Saverin, também trabalhou na Tip Top, de 1977 a 1983, depois de estudar tecnologia têxtil na Inglaterra. Ele fez a viagem acompanhado da esposa, Sandra, que lá estudou modelagem. Na volta, o conhecimento adquirido foi todo colocado em prática na fábrica da Tip Top. “A Sandra ficava na modelagem e trazia ideias de fora, viajava muito para isso”, recorda Roberto Saverin. “Eu chegava na fábrica cedo e ficava na tecelagem, apoiando o desenvolvimento de tecidos e a produção.”

seu-euge-770nioLogo depois disso, em 1987, Eugênio Saverin vendeu a fábrica para a TDB Têxtil David Bobrow, empresa fundada em 1933 e que até hoje comanda a Tip Top. Atualmente, e desde 1995, o CEO da empresa é David Bobrow, neto do fundador da TDB.

A TDB, conta Roberto Saverin, conseguiu realizar um sonho antigo seu, que era levar a Tip Top para o varejo, com lojas próprias. “Na época que apresentamos essa ideia, a ‘velha guarda’ não aprovou”, diz. Isso porque, na visão de Eugênio Saverin, ir para o varejo com lojas próprias geraria uma concorrência com os grandes magazines que já vendiam as peças da Tip Top, como o Mappin e a Mesbla. “Havia espaço para todo mundo, mas naquela época nem todo mundo percebia isso”.

foto_david_brobow_tiptop_crecc81dito-douglasmoreiraDavid Bobrow conta que, quando assumiu a Tip Top e decidiu ir para o varejo, enfrentou a mesma resistência dos gestores mais antigos. “Os grandes magazines eram o ‘core’ do negócio, representavam 70% das vendas, e os outros 30% ficavam com as multimarcas.”

Mas em 2008 iniciou a ida para o varejo. “Percebi que teríamos que ir para o varejo para melhorar a nossa margem”, conta Bobrow. Assim, a Tip Top inaugurou a sua primeira loja, no Bourbon Shopping, em São Paulo – em funcionamento até hoje como loja própria. Na época era uma loja-piloto já com “business plan” para o projeto de expansão por franquia. A marca operou a unidade por seis meses e partiu para o modelo de franchising, abrindo cinco lojas franqueadas no primeiro ano – todas com pessoas do relacionamento da Tip Top. Dois franqueados, por exemplo, eram ex-gerentes de dois grandes magazines que compravam da Tip Top em grandes quantidades.

Bobrow conta que, nesse processo de migração, rapidamente chegou à conclusão que não entendia nada de varejo. “Fui atrás de profissionais qualificados no mercado para me ajudarem nessa nova etapa e para que a gente pudesse crescer rápido e de forma sustentável.” Naquela época, a previsão da consultoria que fez o projeto de expansão traçou a meta de 100 lojas em cinco anos. “Achei surreal, mas realmente aconteceu.”

Com o varejo tomando corpo com lojas próprias e franqueadas, a Tip Top foi parando de vender nos grandes magazines. Principalmente por causa de preço, já que a margem era bem apertada. As multimarcas continuaram na estratégia de vendas da companhia e hoje representam cerca de 55% dos negócios. O restante fica com a rede de franquias.

Em 2012, a Tip Top ampliou suas opções de loja lançando a mega store que vende, além de roupas, acessórios como carrinhos, mamadeiras e tudo mais para o enxoval do bebê. É um modelo de negócio que img-63521requer um espaço maior – as mega store têm cerca de 150 metros quadrados – e investimento de aproximadamente R$ 650 mil.

Durante a pandemia, a marca fortaleceu seu e-commerce. Antes restrito às vendas da franqueadora, passou a abarcar as lojas franqueadas também. Foi também na pandemia que a Tip Top promoveu o redesenho da marca e a repaginação de seus identidade visual, incluindo um novo projeto para as lojas. Ao adotar o img-63461novo visual, a loja do Shopping Bourbon – primeira inaugurada pela marca, em 2008 – alcançou a liderança de vendas no ano passado. “As lojas com o projeto novo estão com resultados melhores”, diz Bobrow. “Não dá só para pensar em apagar o fogo, no caso os desafios da pandemia. A gente tem que ir resolvendo outras frentes também”, diz o CEO, mostrando que a Tip Top não fica parada no tempo.

A rede de franquias Tip Top, de roupas e acessórios para bebês e crianças, recuperou o nível de vendas pré-pandemia. A marca encerrou 2021 com faturamento 56% maior que 2020 e 3% maior que 2019. No ano passado, foram 20 inaugurações de lojas e, para 2022, a meta é abrir mais 40 unidades. A receita deve crescer entre 35% e 40% este ano.

Antes focada completamente em shopping center, a Tip Top agora analisa caso a caso. “Antes da pandemia era só shopping, mas mudamos um pouco o nosso olhar em relação a isso. Cada cidade tem um perfil, e temos que entender esse perfil para decidir se a unidade terá melhor desempenho na rua ou em shopping”, explica David Bobrow, CEO da Tip Top.

tiptop-loja1O investimento em uma nova loja Tip Top varia entre R$ 310 mil e R$ 650 mil. Há três opções de franquia: loja tradicional (roupas e acessórios infantis), outlet (ofertando coleções passadas) e Mega Store (especializada em carrinhos, cadeirinhas, enxovais e, é claro, roupas).

da redação com informações da MD Assessoria & Comunicação   imagens: fotos/divulgação

VAREJO DIGITAL

worldfashion • 23/02/22, 10:11

artificial-photography-vb5qtt8x4na-unsplashCada vez mais o comércio necessita de tecnologia e logística para acompanhar as mudanças das vendas on-line e atender melhor o seu consumidor. As ferramentas são diversas, há então a necessidade de conhecer empresas que tenha a solução adequada, para o seu modelo de negócios. Leia no artigo de Antonio Castilho, Diretor de Varejo da Diebold Nixdorf Brasil, que aborda a trajetória do varejo, que passa por revolução em direção ao foco no consumidor moderno, e mudanças nas regulamentações comerciais, políticas e ambientais, os varejistas precisam revisar por completo suas estratégias de negócios rumo ao contexto da digitalização. Ou seja, precisam de uma resposta adequada para acompanhar a inovação contínua buscada e vivida pelas pessoas. Ainda nesta matéria conheça as 5 tendências da indústria da moda no varejo digital em 2022 elencadas pela Codeby, empresa de tecnologia especializada em e-commerce. E para acompanhar o crescimento do varejo ON-LINE, a empresa GTI PLUG  apresenta o sistema de dark stores no Brasil, que atende aos varejistas e investidores de todo o Brasil  como um centro de distribuição e logística, tendência implementada nos comércios.

Revolução do Varejo rumo à era centrada no consumidor

Por Antonio Castilho (*)

dn-antonio-castilhoUma coisa é certa: as lojas tradicionais, como as conhecemos no passado, estão com seus dias contados. Pode parecer exagero, mas não é. Já parece claro que o Varejo físico é e será um dos segmentos mais impactados pela transformação digital. Seja pela rápida ascensão dos concorrentes on-line ou por conta das mudanças nas regulamentações comerciais, políticas e ambientais, o fato é que os varejistas precisarão revisar por completo suas estratégias de negócios rumo ao contexto da digitalização. Neste cenário altamente dinâmico, uma outra certeza é a de que poucas habilidades serão tão importantes para os comerciantes como a adaptabilidade, principalmente em busca de soluções centradas nas demandas dos consumidores.

De acordo com análises do Connected Shoppers Report, à medida que fica cada vez mais indefinida a fronteira entre os pontos de contato físicos e digitais, os compradores esperam que as marcas e os varejistas cumpram suas regras, com pouca paciência para experiências abaixo da média. Segundo a pesquisa, 80% dos compradores abandonarão um varejista após três experiências ruins (envolvendo qualquer ponto de contato) e 66% dos clientes esperam que as empresas entendam suas necessidades e expectativas exclusivas.

Como resultado, o momento exige que os líderes do varejo mudem seus focos de inovação, direcionando os esforços para a capacidade de entender e antecipar a dinâmica do mercado, criando culturas capazes de adaptar e explorar rapidamente as oportunidades que surgirem acerca do atendimento aos clientes. Este é o grande desafio do Varejo físico na atualidade.

É preciso voltar às origens do atendimento no balcão e garantir o foco no atendimento de cada cliente. Importante dizer, aliás, que essa atenção centrada nas necessidades dos consumidores não deve ser, simplesmente, em busca de vantagens pontuais de uma loja em relação à concorrência (com apenas preços ou variedade de portfólio competitivos); ao contrário, os lojistas precisam entender que o sucesso de seus negócios depende cada vez mais da execução impecável da “jornada do consumidor”, incluindo todos os aspectos – da atração à retenção das pessoas, passando por experiências de pagamento verdadeiramente transparentes e sem atritos.

Segundo pesquisa da KPMG, mais de 60% dos consumidores entendem que o valor agregado é um diferencial na escolha de produtos ou serviços. Temos de buscar, portanto, uma compreensão profunda do que um consumidor precisa e quer para pensarmos em um design cuidadoso das atividades, com a otimização das interações e pontos de contato ao longo do caminho feito pelos compradores (dentro das lojas e fora delas, via aplicativos, sites, redes sociais etc.). Na Era do Consumidor omnipresente, jornadas personalizadas – curtas e longas – atendem às necessidades individuais dos consumidores e, como tal, tornaram-se centrais para a forma como os consumidores percebem uma marca de varejo.

Dito de outra forma, os varejistas precisam de uma resposta adequada para acompanhar a inovação contínua buscada e vivida pelas pessoas. É fundamental, portanto, contar com uma abordagem abrangente, com soluções projetadas para ajudar os varejistas a se adaptarem às mudanças constantes, trabalhando pela otimização das experiências do consumidor e na redução dos custos gerais.

Por meio da implementação de uma cultura centrada no consumidor, por exemplo, os comerciantes podem construir jornadas de compra e de suporte aos clientes mais atraentes, com experiências projetadas a partir das necessidades, preferências e no histórico de compras de cada consumidor.

Para serem competitivas nestes novos tempos, é importante que os varejistas desenvolvam uma análise holística das demandas e etapas de compra dos clientes, e que essas análises sejam feitas de forma ágil para permitir as possíveis adaptações dentro das operações. Isso pode ser feito por meio da combinação entre investimentos em equipes especializadas e através da implementação de tecnologias que ajudem a compor um mix de checkout e atendimento mais fluido e fácil.

A digitalização da loja atual inclui, portanto, hardware, software e processos relacionados para reduzir o atrito nas jornadas do consumidor, tornando as interações entre lojistas e consumidores mais eficientes, econômicas e confiáveis. A utilização de ferramentas modernas é o que ajudará a tornar as lojas verdadeiramente relevantes, construindo experiências de compra conectadas, independentemente de a jornada ter começado em casa, na rua ou na loja.

Evidentemente, aplicar o digital dentro das lojas não é, por si só, uma bala de prata que vence todos os desafios que o varejo tem pela frente. Em vez disso, a revolução da área precisa ser encarada como uma jornada contínua e interativa, com soluções que ajudem a maximizar a eficiência da loja e melhorar a experiência do consumidor. O varejo centrado no consumidor envolve muito mais do que simplesmente “fazer o que o cliente quer”. No mundo moderno e digitalizado de hoje, tudo se resume a criar uma experiência positiva no ponto de venda e no pós-venda.

Portanto, é preciso realmente entender seus consumidores para definir, construir e ajustar suas experiências individuais. O futuro do varejo é altamente personalizado em todos os pontos de contato – digital e físico. Em tempos marcados pela conectividade e pelo poder concentrado na mão das pessoas, as lojas devem buscar opções para entregar o controle da experiência a seus consumidores, permitindo que eles escolham como comprar, como fazer o checkout e como pagar. Resta saber quais serão os líderes que entenderão o momento e permitirão que a revolução chegue até as gôndolas de seus comércios. Com o futuro sendo construído diariamente, esperar não pode ser uma opção de quem planeja conquistar o consumidor sempre.

(*) Antonio Castilho é Diretor de Varejo da Diebold Nixdorf Brasil líder mundial no desenvolvimento de comércio conectado. A empresa automatiza, digitaliza e transforma o modo como as pessoas fazem compras e transações bancárias. Parceira de algumas das 100 maiores instituições financeiras e dos 25 maiores varejistas do mundo, as soluções integradas da Diebold Nixdorf conectam os canais físicos e digitais de forma conveniente, segura e eficiente para milhões de consumidores todos os dias. A empresa está presente em mais de 100 países, com aproximadamente 23.000 funcionários em todo o mundo.

CODEBY

fellipe-guimaraes-ceo-codeby-1-11Segundo Fellipe Guimarães, CEO da Codeby (*), empresa de tecnologia especializada em e-commerce, as tendências vistas a partir de agora influenciarão a moda no varejo on-line por alguns anos. “Essas transformações irão refletir no cenário em constante mudança da indústria fashion no varejo digital, não só em 2022, mas para os próximos anos”.

“Se o ano de 2020 foi o ano da transformação digital para muitas empresas, o ano de 2021 foi marcado pela incorporação de novos processos, novas formas de se relacionar com o consumidor, a integração e unificação de canais de vendas, tudo isso para que a experiência entregue ao cliente seja a mais completa possível”, explica Fellipe Guimarães.

AS TENDÊNCIAS:

Metaverso

A definição do metaverso é de criar visões paralelas às reais. Isso, por meio de dispositivos que levam as pessoas para salas virtuais onde será representada por um avatar construído por ela mesma.

“Na moda, o metaverso pode ajudar a personalizar as experiências de comunicação. Sem contar que ainda cria novos espaços para produção de campanhas, com a vantagem de reduzir o desperdício através das araras virtuais — podem, inclusive, serem usadas para a produção sob demanda”, explica Guimarães.

Um bom exemplo é o Grupo Soma. Através do projeto Farm Na Nuvem, criou um ambiente virtual onde seus clientes podem passear pela loja da griffe como se estivesse no Google Street View. E, ainda, podem escolher itens e fechar a compra ali mesmo no ambiente virtual.

Design digital 3D e fabricação sob demanda

Uma das dificuldades de realizar compras pela internet de roupas e acessórios é a impossibilidade de provar peças e, dessa forma, saber como será o caimento da roupa no corpo. Este ainda é um fator motivador para que muitos consumidores optem por não realizar compras pelos canais digitais.

“O Design digital 3D consiste basicamente em modelos de roupas tridimensionais com aspecto realista, que se moldam ao corpo do consumidor, além de mostrar combinações para aquela peça. Além disso, tem a proposta de ser sustentável. Sim, a peça só entra em produção após a compra, viabilizando modelos de negócio que visam a fabricação sob demanda”, pontua o especialista.

Realidade aumentada e NFT

A realidade virtual permite mais interação do usuário com a marca e produtos. Esta tecnologia proporciona a oportunidade de experimentar acessórios, peças de roupas e até mesmo a noção de proporção de produtos. É uma tendência que pode ser explorada nas redes sociais, como Facebook Shopping e Instagram Shopping, por exemplo.

“Por meio de óculos de realidade aumentada também é possível ampliar a experiência real de pessoas com a moda NFT. Imagine, por exemplo, que uma pessoa consegue (por meio de óculos especiais) se ver vestida com sua última compra em NFT, com uma compra exclusiva e protegida por criptografia. Seria fantástico, não? Em teoria isto será possível com a soma de NTFs, Metaverso e realidade virtual. Ou seja, 3 ideias que estão sendo apostas altas em gigantes como a Nike, Ralph Lauren, Vans, Gucci e muitas outras”, ressalta Fellipe.

Vídeos

Mostrar produtos por vídeo já é uma prática adotada por diversas marcas em sua estratégia de vendas no e-commerce. Além de mostrar mais detalhes do produto, os vídeos dão noções de proporção e criam uma atmosfera mais receptiva ao cliente.

“Uma das tendências - inclusive bastante usada no Oriente por marcas de luxo - é a venda de itens de moda por vídeos. A ferramenta tem a proposta de ser dinâmica e utilizável em qualquer aparelho, dando ao cliente um atendimento exclusivo e uma experiência única”, aponta Guimarães. “Além disso, é possível conquistar dados importantes sobre seu cliente, como comportamento de compra, produtos de interesse, abandono de carrinho e produtos mais vistos”.

Integração de canais

Uma das características que marcaram a transformação do varejo foi a integração de canais. “Muitas empresas tinham um olhar paralelo sobre suas operações digitais, tratando como uma parte separada dos demais canais. É crucial haver o entendimento de que o digital e o varejo tradicional podem ter envolvimento e ser integrados, criando uma operação muito mais completa e eficiente para o cliente”, salienta Guimarães.

Um olhar 360 graus diminui as fronteiras entre o online e offline, e faz com que empresas do setor de moda possam explorar modelos de negócios diferentes. Além disso, canais mais dinâmicos como o WhatsApp, se tornaram importantes não só para vendas, mas para o relacionamento com o cliente em várias partes da jornada de compra. “A tendência é que este canal continue fazendo parte das estratégias e seja aperfeiçoado para que o cliente fale com o vendedor, tire dúvidas, obtenha fotos e informações privilegiadas da sua marca favorita”.

(*) Codeby empresa de tecnologia com mais de 7 anos no mercado, especializada no desenvolvimento e implementação de e-commerces, lançou recentemente o e-book gratuito “10 tendências para a indústria de moda no digital”, que antecipa as tendências e como elas podem ser aplicadas nos negócios.  A empresa  tem evoluído e transformado a realidade de negócios digitais de grandes marcas e empresas, contribuindo com soluções tecnológicas personalizadas para ambientes digitais. Com sede em São Paulo - Capital, e filial em Portugal, o grupo busca ampliar seu cenário de atuação, registrando crescimento acima de 160% ao ano. A Codeby é MVP Partner no quadrante da Vtex e mantenedora do E-commerce Brasil.

Fellipe Guimarães, especialista em negócios digitais | Startup Maker | Desenvolvedor Full Stack l Autor do livro “Universo do E-commerce”. Founder do  Grupo Codeby, empresa de tecnologia especializada em desenvolvimento de funcionalidades que agregam o crescimento para negócios digitais. A empresa que possui 7 anos de mercado atende grandes marcas como, por exemplo, KFC (México), F64(Romênia), Telemercados (Chile), Lego, Shoulder, Valisere, Alpargatas, entre outras.

GTI Plug - Dark Store

É um modelo de negócio que funciona como um centro logístico e de distribuição, em que as empresas recebem os pedidos pela internet ou contato direto com um atendente. O principal diferencial é o prazo de entrega, que geralmente é de até 24 horas. Além disso, mais de um pedido pode ser coletado ao mesmo tempo, o que otimiza o trabalho dos colaboradores.

Com o crescimento do sistema de dark stores no Brasil, varejistas por todo o País começam a abrir os olhos para esse setor que pode aumentar exponencialmente o lucro de empresas durante o atual momento de crise econômica.

leo-lima0401De acordo com Eduardo Maia (*), CTO da GTI Plug, alguns varejistas viram a oportunidade de transformarem lojas físicas em dark stores temporariamente. “Essa experimentação permite observar se é possível adaptar determinados negócios para esse tipo de modelo. Comerciantes costumam usar esse tempo de teste para modelar uma operação de dark store permanente, o que também serve como um período de aprendizado para um novo modelo de negócio”, relata.

Ao adentrar no setor, os custos de vários critérios devem ser considerados. Novos funcionários, mais espaço de armazenamento, software para gerir pedidos e vários outros itens são necessários.

Maia revela que existem especialistas que avaliam se é viável usar o mesmo espaço de uma loja física para a dark store. “Se seus pedidos on-line tiverem grande demanda diária, pode ser um sinal de que você deve implantar uma dark store à parte, evitando problemas de logística, conflito de estoque e atendimento lento”, pontua.

O crescimento das dark stores tem relação direta com a mudança na forma de consumo e do avanço das compras digitais no dia a dia das pessoas. Em 2020, uma pesquisa da ABComm – Associação Brasileira de Comércio Eletrônico revelou que, só naquele ano, mais de 20 milhões de pessoas começaram a comprar pela internet. Foram 301 milhões de compras por métodos digitais, o que gerou um crescimento de 68% em comparação ao ano anterior.

De acordo com o Eduardo Maia da GTI Plug, a pandemia do coronavírus alavancou a força dos e-commerces em geral, o que acelerou o processo de compras por outros canais além do físico. “As marcas tiveram que se adaptar para continuar no mercado de forma competitiva ou até sobreviverem. Nos EUA, por exemplo, a maioria das grandes marcas optou por passar por esse processo. Em algum momento, sua marca deverá entrar nesse modelo de negócio para se manter atualizada, tendo em vista que as dark stores vieram para ficar e com certeza farão parte do futuro do varejo”, finaliza o especialista.

(*)Eduardo Maia é graduado em Ciência da Computação, pós-graduado em Gerenciamento Estratégico de Projetos pela Universidade Fumec e tem MBA em Finanças Corporativas pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, certificado no MPS.BR (P1-MPS.BR) e implementador MPS.BR (P2-MPS.BR), melhoria no processo de software. Tem atuação em relevantes projetos de desenvolvimento de softwares em grandes organizações. É responsável técnico e tecnológico da GTI PLUG - uma logtech que está transformando o ecossistema de armazenagem do País, aplicando tecnologia nas diversas etapas da logística. Seu principal objetivo é aplicar transformação digital nesse setor, revolucionando e democratizando a logística no Brasil, otimizando a conexão entre o cliente e a disponibilidade do estoque e assim, gerar maior eficiência para a economia do País e melhorar a qualidade de vida das pessoas.

No Brasil e no mundo a ruptura de estoque é algo que incomoda todas as empresas. A GTI Plug surgiu com a crença de que essas empresas não podem falhar com seus clientes para continuar crescendo. Profissionalizar as atividades logísticas das pequenas e médias empresas com a adoção de tecnologia é o norte da GTI Plug.

da redação com informações da Planin Comunicação para Diebold Nixdorf Brasil, informações da Temma Agência para Codeby e informações da Carolina Lara Comunicação para GTI PLUG  imagens: fotos/divulgação

“Sacolas do Bem”

worldfashion • 08/02/22, 15:46

img-33A Levi’s é a nova parceira do Repassa, plataforma on-line de revenda de vestuário, calçados e acessórios com atuação em todo o Brasil, adquirida em julho de 2021 pela Lojas Renner S.A. As duas empresas decidiram unir forças em uma campanha focada no estímulo ao consumo consciente, à circularidade e à ampliação do ciclo de vida útil dos produtos de moda.

Nos 64 pontos de venda no país, da Levi’s, a marca americana, vai distribuir “Sacolas do Bem” nas compras de R$ 500 ou mais em suas lojas físicas.

Os consumidores que usarem as sacolas para enviar peças em bom estado de conservação para revenda por intermédio do Repassa receberão um cupom de 10% de desconto para utilizar novamente na Levi’s, disponível até o mês de abril deste ano.

A rede é o nono parceiro da plataforma. Os demais são a Lojas Renner, a Havaianas, a administradora de shopping centers Aliansce Sonae, a Shoulder, a Intimissimi, a Dudalina, a Malwee e o Instituto Muda. Juntos, eles somam 107 pontos físicos para retirada das sacolas. A Malwee, a Shoulder e a Intimissimi também fazem a entrega pelo e-commerce.

tadeu-almeida“São marcas que compartilham dos nossos princípios ESG para gerar impactos sociais, ambientais e econômicos positivos em toda a cadeia da moda”, diz o CEO e fundador do Repassa, Tadeu Almeida. A campanha com a Levi’s permanece até se esgotarem as 15 mil “Sacolas do Bem” produzidas pelas duas empresas.

Depois que recebem as sacolas, os consumidores têm três opções para enviar as roupas, calçados e acessórios ao Repassa, todas gratuitas. Em determinadas localidades da cidade de São Paulo, é possível solicitar a coleta em casa, enquanto que nas demais regiões do país, a remessa é feita pelos Correios, com autorização de postagem emitida no site da plataforma. Eles podem ainda fazer o envio por meio de 16 pontos de coleta dos parceiros, sendo duas delas da própria Levi’s em São Paulo.

A lista completa das lojas participantes  para consulta em:  www.repassa.com.br/parceiros/levi-s

repassa-levis-baixaModelo de negócio diferenciado

O modelo de negócio do Repassa diferencia-se no segmento de revenda de artigos de moda. Ao contrário dos canais de negociação direta entre vendedores e compradores, ele faz a curadoria e o controle de qualidade das mercadorias e é responsável por toda a jornada dos clientes, incluindo precificação, produção de fotos e catálogos, logística e entrega das peças.

A cada venda finalizada, o saldo é disponibilizado aos vendedores na própria plataforma e pode ser transferido para conta corrente ou usado no próprio site da empresa. Os valores também podem ser doados para organizações sociais, assim como os produtos reprovados no processo de curadoria.

img-32Impactos sociais e ambientais positivos

Graças à ampliação da vida útil das mercadorias negociadas e a parcerias firmadas com ONGs, a plataforma acumula um histórico importante de impactos ambientais e sociais positivos. Somente em 2021, por exemplo, ela promoveu a doação de quase 210 mil itens e de R$ 1,757 mi em dinheiro para mais de 20 projetos sociais em todo o país.

Desde que foi fundada em 2015 pelo empreendedor Tadeu Almeida, a empresa possibilitou ainda a economia de mais de 1 bilhão de litros de água e de 24 milhões de quilowatts/hora (kW/h) de energia que seriam necessários na fabricação de um volume equivalente de peças novas, além de evitar a emissão de 2,4 toneladas de dióxido de carbono (C02) na atmosfera.

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Sobre a Lojas Renner S.A.

Constituída em 1965, a Lojas Renner S.A. foi a primeira corporação brasileira com 100% das ações negociadas em bolsa e está listada no Novo Mercado, grau mais elevado dentre os níveis de governança corporativa da B3. Seu ecossistema de moda e lifestyle é formado pelas marcas: Renner, que tem roupas e acessórios para todos os estilos; Camicado, empresa do segmento de casa e decoração; Youcom, especializada em moda jovem; Ashua Curve & Plus Size, que oferece roupas nos tamanhos 46 a 54; e Repassa, plataforma de revenda de roupas, calçados e acessórios. Atualmente, são mais de 600 lojas em operação, considerando todos os negócios. A Companhia opera ainda com a Realize CFI, que apoia a atividade de varejo, através da oferta e gestão de produtos financeiros. Além de estar presente no Brasil com todas as suas marcas, a Lojas Renner S.A. iniciou seu processo de internacionalização ao inaugurar unidades da Renner no Uruguai a partir de 2017 e na Argentina em 2019.

da redação com informações da FSB Comunicação  imagens: fotos divulgação

The LYCRA Company

worldfashion • 07/02/22, 11:48

logoA empresa é a mais nova parceira da Roupateca, plataforma de assinatura de roupas que promove a economia circular, com o serviço de guarda-roupa compartilhado por assinatura a loja está localizado em Pinheiros, zona oeste de São Paulo. Focada no público feminino, as assinaturas podem ser mensais, trimestrais, semestrais e anuais e começam em R$ 160,00, com planos em diferentes quantidades de peças.O lançamento da iniciativa com as duas marcas será hoje dia 7 de fevereiro.

alexandre-grilo-baixa07“A parceria é um convite para que as pessoas saibam da importância de um esforço coletivo entre os colaboradores da indústria têxtil e da moda para que possamos, juntos, desenvolver soluções que permitam a extensão da vida útil das roupas”, destaca Alexandre Grilo, gerente de comunicação da The LYCRA Company na foto à direita.

Há crescente demanda por produtos com mais qualidade, e a busca por roupas com a etiqueta LYCRA®, em função da qualidade e conforto que o fio conferem às roupas pelas tecnologias e durabilidade estão diretamente ligada à sustentabilidade, pois ao usar uma roupa por mais tempo, é possível reduzir significativamente o impacto ambiental. Então a parceria reforça o interesse das duas empresas na discussão da circularidade dos produtos têxteis. Além de garantirem conforto e liberdade de movimento, as roupas com fio LYCRA® fazem com que as peças não percam a forma e durem mais, evitando descartes.

iza-amaro-baixa05“A Roupateca tem muita sinergia com as iniciativas da The LYCRA Company, pois é uma maneira de mostrar como um produto feito com tecnologia que proporciona conforto e durabilidade estende o ciclo de vida das roupas, fazendo com que elas sejam usadas por mais tempo”, comenta Maria Luiza Mitidiero Amaro, gerente de marketing da The LYCRA Company na foto à esquerda

Circularidade é uma das principais formas de atuação da The LYCRA Company, baseada na sua plataforma de sustentabilidade Planet Agenda, um programa que apresenta o compromisso da empresa com a sustentabilidade de seus processos operacionais e de produção, englobando todos os aspectos do negócio da empresa.

aefe2138e43961e4012f41487223501fPor meio dele, a empresa busca avançar não apenas nas próprias metas de sustentabilidade, mas também nas da indústria em geral. “São seis anos fortalecendo um ecossistema com trabalho que constrói uma nova realidade dentro do mercado da moda, gerando menos impacto e mais responsabilidade. Acreditamos que cada vez mais não só as marcas, mas também os clientes, entenderão que não há evolução e consciência ambiental, se não houver mudanças significativas nos hábitos de consumo”, comenta Flavia Nestrovski, uma das sócias e fundadoras da Roupateca, na foto à esquerda.

A acervo contendo peças com etiqueta é representado por 5 marcas, sendo:

beachwear da Líquido, com tecnologia LYCRA® XTRA LIFE™ + SolarMax™,

activewear da Trilha Verão, com LYCRA® EcoMade,

denim da Malwee, com fio LYCRA® EcoMade,

denim da Santista, com as tecnologias LYCRA® BEAUTY, LYCRA® FREEF!T® e LYCRA® dualFX®

denim da Cedro, com a novidade LYCRA® ADAPTIV.

Conheça mais sobre as tecnologias dos fios,  disponíveis nas peças da Roupateca

LYCRA® ADAPTIV - as roupas com este fio, além do conforto, se adapta melhor aos diferentes tipos de corpos. Feito com um polímero revolucionário, esse fio possui uma composição exclusiva, que permite que o fio se adapte às necessidades funcionais do usuário de um jeito híbrido. Isso significa que, quando o usuário se encontra em repouso, o polímero adequa sua força compressiva para proporcionar o ajuste, forma e controle adequados. E quando o usuário se encontra em movimento, o polímero adapta sua elasticidade para proporcionar mais conforto e um efeito de segunda pele, mantendo a roupa no lugar. Roupas feitas com o fio LYCRA® ADAPTIV são mais fáceis de vestir e tirar.

LYCRA® Ecomade - este fio oferece ao vestuário o mesmo conforto duradouro e a liberdade de movimentos que o fio original LYCRA®, mas é feita com sobras de materiais coletadas no processo de fabricação e misturadas com o fio virgem em concentrações específicas. Este processo reduz o desperdício, colocando o material de volta em produção.

LYCRA® dualFX® - tem a tecnologia que consiste em dois fios elásticos que proporcionam desempenho inigualável em jeans. O fio LYCRA® oferece elasticidade durável para conforto e ajuste, enquanto o fio LYCRA® T400® oferece alto poder de retenção da forma, evitando deformações nos joelhos e no cós.  Recobertas com algodão para obter uma aparência e toque autênticos de jeans, oferecem flexibilidade extra, conforto durante todo o dia e ajuste duradouro.

LYCRA® FREEF!T® - A força de compressão do tecido com a tecnologia deste fio, é muito menor que em outros tecidos com stretch, proporcionando menos tensão, conforto gradual ao vestir e mantendo a forma da peça.

LYCRA® BEAUTY - Proporciona tecidos elastizados que ajudam a modelar o corpo e suavizar as curvas, sem abrir mão do conforto. Pode ser aplicada em lingeries, peças modeladoras e em jeanswear.

Sobre a A The LYCRA Company inova e produz soluções em fibras e tecnologia para as indústrias de vestuário e cuidados pessoais. Sediada em Wilmington, Delaware, a The LYCRA Company é reconhecida mundialmente por seus produtos inovadores, conhecimento técnico e suporte inigualável em marketing, e é proprietária de marcas como LYCRA®, LYCRA HyFit®, LYCRA® T400®, COOLMAX®, THERMOLITE®, ELASPAN®, SUPPLEX® e TACTEL®. O legado da The LYCRA Company iniciou-se em 1958 com a invenção do fio de elastano original, o fio LYCRA®. Hoje, a empresa está focada em agregar valor aos produtos de seus clientes, desenvolvendo inovações para atender às necessidades do consumidor por conforto e durabilidade. Para mais informações, visite www.thelycracompany.com

Sobre a Roupateca é o primeiro serviço de guarda-roupa compartilhado do Brasil que funciona à base de assinatura mensal, Fundado em 2015, a empresa vem liderando o movimento de moda circular no Brasil. Já atraiu centenas de assinantes com sua curadoria de estilo plural.

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Casa Roupateca

Rua João Moura, 977, Pinheiros

São Paulo, SP - CEP 05412-002

Aberto ao público de Terça a Sexta-feira de 11:00 a 20:00 e Sábados de 10:00 a 16:00.

www.aroupateca.com

da redação com informações da Inovaetc   imagens: fotos/divulgação

Ashua Curve & Plus Size na Trama Lab

worldfashion • 19/01/22, 11:34

trama-labA partir deste mês de janeiro, a Ashua Curve & Plus Size (*) torna-se uma das novas integrantes da loja Trama Lab (**) do shopping Villalobos, na zona oeste da capital paulista. A novidade acompanha a estratégia da marca da Lojas Renner S.A, que trabalha com manequins 46 ao 54, de expandir sua operação para além das lojas físicas, dos corners – espaços dentro de lojas da Renner e de sua presença no e-commerce.

institucional_rodape-1536x864Idealizada pela BrMalls, aTrama Lab é um espaço no Shopping Villalobos que traz inovação e experiência a partir de uma trama de marcas que estão movimentando o mercado online&offline.

A Ashua vai apresentar uma seleção de peças com base na coleção Primavera-Verão 2022, em cores que são tendência da estação, além do denin, os looks são estilo casual e moda praia, com peças fluidas, vestidos, shorts jeans, saídas de praia, batas e camisas. De janeiro a julho, período em que a Ashua permanece na Trama Lab, os itens serão renovados a cada 15/20 dias, com a curadoria, da equipe de estilo da marca.

Além dos modelos expostos, a Ashua vai disponibilizar um totem aos visitantes da loja, que dá a possibilidade de visualizarem outras opções de looks para compra online.

fabianopanizzi_20210811_02_0077-edit1“A Ashua tem como propósito encantar suas clientes, superando expectativas e desejos, identificados a partir do diálogo constante e por meio de diferentes canais. Fazer parte do Trama Lab é mais uma oportunidade de aproximação com nosso público-alvo, ampliando a presença da marca no varejo físico de moda e nos principais hubs de venda do país”, explica Rafael de Oliveira, gerente sênior da Ashua.

(*) A Ashua Curve & Plus Size tem peças versáteis veste manequins do 46 ao 54 e coleções cheias de informação de moda, priorizando o corte e o conforto de cada mulher Estabelecida no e-commerce desde 2016, a Ashua inaugurou seus primeiros pontos de venda em 2018, e nos últimos anos expandiu para o ambiente físico, sempre dentro do conceito omnichannel e da proposta da marca, desenvolvida a partir do relacionamento próximo e cúmplice com as clientes.

Atualmente, conta com nove lojas próprias, em três estados brasileiros (SP, RS e RJ), e 15 corners, espaços dedicados dentro de lojas da Renner em sete estados (AL, DF, MG, PA, PE, RJ e SP), nos quais as clientes podem conferir de perto a versatilidade dos produtos da marca, em coleções cápsula. Além disso, a Ashua possui seu e-commerce (https://www.lojasrenner.com.br/ashua), venda por whatsApp, e está presente nos marketplaces do Mercado Livre e da Dafiti.

Como uma marca nativa digital, todas as unidades físicas da Ashua contam com o serviço de venda móvel, que permite à cliente pagar em qualquer local da loja, sem precisar ir até os caixas. Além disso, caso prefira comprar online ou queira algum produto ou tamanho diferente do que encontrou, é possível usar o wi-fi disponibilizado no local, tendo a opção de receber seu pedido em casa ou retirar nos pontos de venda.

(**) A Trama Lab é uma iniciativa brMalls que surgiu para dar oportunidades a novas marcas e empreendedores do mercado de moda e lifestyle através de inovação e experiência. Com todo o suporte e know how do varejo, tornamos possível a entrada desses talentosos artistas para que possam levar seus produtos para pertinho dos seus clientes no Shopping Villalobos.

da redação com informações da FSB Comunicação    imagens: fotos/divulgação