ABIT

worldfashion • 30/03/20, 16:03

31A Associação Brasileira da Indústria têxtil e de Confecção (Abit) informa que o parque manufatureiro do setor, quinto maior do mundo e integrado, desde a produção de fibras naturais e sintéticas, passando por fiações e tecelagens, design e tecnologia, até a fabricação de roupas, está mobilizado no sentido de procurar atender às demandas mais urgentes em decorrência da pandemia da Covid-19.

“Nesse sentido, nossa indústria, buscando superar os desafios presentes, está trabalhando, nos locais onde as fábricas podem funcionar, para converter seu processo de fabricação à produção de máscaras, aventais, abrigos e outros produtos, muitos dos quais vinham sendo importados, para atender às necessidades prementes geradas pela pandemia do novo coronavírus”, salienta o presidente da entidade, Fernando Valente Pimentel.

fernando-pimentelA Abit está mobilizada integralmente no sentido de contribuir para coordenar essa ação nacional, junto com os sindicatos e lideranças locais, dada a capilaridade geográfica das fábricas, de reposicionamento da produção na maior rapidez possível, para atender a uma demanda urgente do País, informa Pimentel, acentuando: “Com esta ação, estamos procurando oferecer aos médicos e profissionais de saúde materiais importantes para seu trabalho e proteção na luta contra a Covid-19, bem como à sociedade como um todo”. Esta conversão, porém, depende das características das fábricas, da disponibilidade de matéria-prima que atenda às especificações técnicas, da possibilidade das fábricas poderem trabalhar face a restrições existentes em estados e municípios, bem como da logística e mobilidade possíveis no contexto das medidas restritivas de circulação que vêm sendo adotadas.

O quanto a pandemia afeta a indústria têxtil e de confecçõesimg-8084-640x450Na enquete realizada até sexta feira 27 de março, pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) revela que, 97% dos empresários do setor revelam já estar sentindo impactos negativos da paralisação da economia provocada pelo novo coronavírus. No pequeno grupo de 3% dos empresários ainda não sentem os efeitos da pandemia.

img-8085-640x437Dentre as empresas negativamente afetadas 98% apontam o cancelamento ou adiamento dos pedidos por parte dos clientes, devido ao receio de queda em suas vendas, e 2% dizem que não ocorreram cancelamentos até o momento

img-8086-640x445Em 56% das fábricas, há problemas para o escoamento da produção e entrega dos produtos e negociações de prazos de pagamentos e 41% indicam dificuldades para conseguir insumos. Estes também já estão tendo seus preços alterados, conforme percepção de 28% dos entrevistados.

img-8088-640x447A grande maioria, 96%, prevê impactos inevitáveis à frente e 4% não acreditam nisso. Sete por cento revelam que está crescendo a demanda doméstica pelos produtos que fabricam.

img-8087-640x451No que diz respeito somente ao número de pedidos, 98% das empresas informam que houve alterações e 2% indicam que houve aumento.  Porém, 23% dos entrevistados revelam que houve queda acima de 50%. Em 15% das empresas, diminuição variou entre 10% e 25%.

Medidas de enfrentamento da crise

img-8089-640x4501Para fazer frente à presente conjuntura, 62% dos empresários ouvidos colocaram os colaboradores em férias coletivas e 34% estão recorrendo à aplicação de banco de horas. 30% mantêm funcionários em home office, sem anuência dos sindicatos, 14% com concordância das entidades laborais, e 22% iniciaram a demissão de trabalhadores. A opção de redução de jornada e salários foi apontada por 5%. E 1% está contratando.

img-8090-640x441Por outro lado, praticamente todas as empresas, indicam adoção de medidas de orientação e prevenção ao contágio, visando à proteção dos trabalhadores.

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da redação  com informações da Ricardo Viveiros & Associados Oficina de Comunicação, assessoria da ABIT    imagens: divulgação

diretoria da ABIT para o TRIÊNIO 2020 - 2022

worldfashion • 03/01/20, 02:25

abit_nobo_redes_sociais_400x400mi_4253108488415839-360x400Fernando Pimentel foi reeleito presidente executivo da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), para o triênio 2020-2022. E assumirá o novo mandato a partir do próximo ano, juntamente com membros do Conselho de Administração, Conselho Fiscal e respectivos Suplentes da Entidade.

“Fiquei muito honrado com a confiança dos conselheiros e dos associados em me convidar para uma recondução ao cargo de presidente por mais esse período. São muitos os desafios que nos esperam, mas nada que não possa, com a força de nosso conjunto, ser enfrentado de forma altiva e propositiva como sempre temos feito, mas agora num cenário ainda mais sensível, tanto na esfera política quanto na econômica, no Brasil e no mundo”, destaca Fernando Pimentel.

Para os associados e conselheiros a reeleição se fez necessária para continuar a trabalhar em projetos para o fortalecimento do setor. É o que acredita Anna Maria Kuntz, conselheira da Vicunha. “O conselho que acaba de ser eleito terá grandes desafios para apoiar as empresas nos cenários que estão por vir”, ressalta a executiva.

“Ter uma votação por unanimidade, sem sequer voto nulo ou branco, dispensa comentários. Acho incrível a liderança desta equipe da Abit. É impressionante a forma de inserir todos no propósito, seja uma pequena indústria até mesmo estudantes que se destacam. Espero naturalmente que consigamos prosseguir no mesmo caminho”, afirma Hari Hartmann, representante do Sindivest Bahia

“Nosso desafio para este novo período é resgatar para o setor têxtil e de confecção o seu merecido lugar na economia nacional”, afirma Dilézio Ciamarro, presidente do Sinditec.

ana-mariaAnna Maria Kuntz (à esq.), Dilézio (centro), e Hari Hartmann (à dir.) em votação do novo Conselho Abit

Natural do Rio de Janeiro, Fernando Valente Pimentel, 65, é formado em Economia e Administração de Empresas com Especialização em Marketing, pela Faculdade Cândido Mendes. Atua no setor têxtil e de confecção desde 1977, foi diretor superintendente da Abit e é membro de várias comissões na Confederação Nacional da Indústria (CNI). Pimentel tem representado a indústria têxtil e de confecção em diferentes fóruns no Brasil e no exterior, como International Textile Manufacturers Federation (ITMF), International Apparel Federation (IAF), Organização Internacional do Trabalho (OIT), Organização Mundial do Comércio (OMC), União Europeia (UE), Federación de Industrias Textiles Argentinas (FITA), American Apparel and Footwear Association (AFAA), entre outras.

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Conselho de Administração Abit – 2020-2022

Presidente Fernando Valente Pimentel Paramount

1º Vice-Presidente Ricardo Steinbruch Vicunha

2º Vice-Presidente Giuliano Donini Marisol

3º Vice-Presidente Renato Gomes da Silva Boaventura Solvay/Rhodia

Conselheiro Vice-Presidente Fuad Mattar Paramount

Conselheiro Vice-Presidente Ivo Rosset Rosset & Cia

Conselheiro Vice-Presidente Flávio Gurgel Rocha Guararapes

Conselheiro Vice-Presidente Ivan José Bezerra de Menezes TBM

Conselheiro Vice-Presidente Ronald Moris Masijah Sindivest –SP

Conselheiro Vice-Presidente Gilberto Mestriner Stocche Santista Work Solution

Conselheiro Vice-Presidente Romeu Antonio Covolan Canatiba

1º Conselheiro Secretário Mauro Henke Dystar

2º Conselheiro Secretário José Altino Comper Sintex Blumenau

3º Conselheiro Secretário Grasiela Moreto Ufo Way

1º Conselheiro Tesoureiro Alfredo Emílio Bonduki Kalina

2º Conselheiro Tesoureiro Luiz Arthur Pacheco de Castro Paramount

3º Conselheiro Tesoureiro Mário Adriano Leão Sette Coteminas

Conselheiro Fiscal Carlos Zabani Hudtelfa

Conselheiro Fiscal Flávio Roscoe Nogueira Sindimalhas MG

Conselheiro Fiscal Rui Altenburg Altenburg

Conselheiro Fiscal S. César Pereira Döhler Döhler

Conselheiro Fiscal S. Luiz Augusto Barreto Rocha BDS

Conselheiro Fiscal S. Luca Pascolato Santaconstância

Conselheiro Adriana Saliba Morasco Lycra

Conselheiro Alberto Conrad Lowndes Haco Etiquetas

Conselheiro Alessandro Pascolato Santaconstância

Conselheiro Antonio Cesar Berenguer de Bittencourt

Gomes CIRJ - RJ

Conselheiro Antonio Greco Fiação Alpina

Conselheiro Carlos Alberto Mazzeu Lupo

Conselheiro Carlos Alexandre Winderlich Ferraz Sindivest - Maringá

Conselheiro Carlos Eduardo Benatto Abint

Conselheiro Claudio Dini DiniTêxtil

Conselheiro Daniel Borger Norfil

Conselheiro Dênis Luis Lunelli Lunelli

Conselheiro Dilézio Ciamarro Sinditec

Conselheiro Eli Kattan Afipol

Conselheiro Fabio Hering Cia Hering

Conselheiro Felipe Alexandre Felipe Neto Ind. Têxtil Apucarana

Conselheiro Guilherme Colonna Rosman De Millus

Conselheiro Guilherme Dionizio Gomes Filho Abritac

Conselheiro Guilherme Weege Malwee

Conselheiro Heitor Alves Filho Sindiroupas - SP

Conselheiro João Karsten Neto Karsten

Conselheiro João Paulo Reginatto Sultextil

Conselheiro José Inácio Peixoto Neto Cataguases

Conselheiro Lars Muller Desleeclama

Conselheiro Lineu Jorge Frayha Indorama

Conselheiro Lucas de Carvalho Rocha Unifi do Brasil

Conselheiro Luciano José de Araujo Sindivest-MG

Conselheiro Marco Antonio Branquinho Junior Cedro Têxtil

Conselheiro Matheus Diogo Fagundes 2 Rios

Conselheiro Paulo Walter Leme dos Santos Comask

Conselheiro Rafael Barroso Cabral Sinditextil - CE

Conselheiro Rainer Zielasko Fiasul

Conselheiro Rogério Mascarenhas Cezarino Sift –MG

Conselheiro Romeu Trussardi Neto GVR Home

da redação com fotos divulgação

Um plano coerente com as metas do desenvolvimento

worldfashion • 13/11/19, 17:01

fernando-pimentel Por Fernando Pimentel *

Recebemos com satisfação o plano econômico “Mais Brasil”, anunciado pelo presidente Jair Bolsonaro e apresentado pelo ministro da Economia ao Congresso Nacional. É um programa ambicioso e coerente com os princípios dos três “Ds” definidos por Paulo Guedes como “desobrigar”, “desvincular” e “desindexar” o orçamento e a gestão do Estado. Abordagem pertinente, considerando-se que 93% das despesas públicas federais são obrigatórias, o que tem limitado os indispensáveis investimentos e necessários serviços públicos de qualidade à população.

É correta a criação de mecanismos automáticos de ajustes das contas públicas nos momentos de crise fiscal, bem como o novo pacto federativo, pelo qual se destinam mais verbas aos estados, Distrito Federal e municípios. O plano vai além, com o provimento aos entes federativos dos royalties e participação na receita da exploração de petróleo e gás.

Outro aspecto relevante é a fusão dos pisos relativos à saúde e à educação da União, estados e municípios, possibilitando aos gestores a decisão de gerenciar a destinação do dinheiro, conforme as necessidades e demandas locais e regionais. Destaque, ainda, para o ponto de emergência, quando as despesas correntes ultrapassarem a 95% da receita, e para a redução do número de municípios (algo inédito até então), considerando que, dentre os 5.570 existentes no País, numerosos não têm recursos para se manter, dependendo de repasses federais e estaduais. A redução representaria imensa economia no custeio de prefeituras e câmaras de vereadores, com a aplicação do dinheiro em prioridades e investimentos.

Esperamos que, no trâmite das cinco emendas que constituem o “Mais Brasil” no Congresso Nacional, as medidas positivas sejam preservadas e a proposta, aperfeiçoada. Sem dúvidas, o plano vai na direção de um país mais moderno, eficiente e capaz de estabelecer um cenário econômico mais estimulante. Espera-se que sejam atraídos investimentos privados, do próprio Brasil e do exterior. Afinal, esta é a ignição para que possamos vencer o presente estado de crescimento letárgico. Não será um processo simples de aprovação, mas a iniciativa é válida pelas suas linhas mestras. Além de ser positivo, o plano foi apresentado num clima de diálogo com o Poder Legislativo, o que pode favorecer sua tramitação. Por outro lado, é importante que, após a reforma da Previdência, já concluída, e da votação do “Mais Brasil”, realize-se, ato contínuo, a tributária, também premente. A sociedade e a iniciativa privada estão transferindo, há tempos, dinheiro além da conta ao setor público. Os impostos elevados e uma estrutura de arrecadação complexa e geradora de insegurança jurídica são alguns dos obstáculos ao dinamismo do nível de atividade, investimentos e empreendedorismo. Tais problemas também suscitam alto grau de informalidade, que resulta em maior necessidade de arrecadação sobre o grupo que cumpre regularmente suas obrigações fiscais. Desde 1º de janeiro até o dia em que escrevi este artigo - 6 de novembro de 2019 -, os brasileiros já haviam pagado 2,10 trilhões de reais em tributos à União, estados e municípios.

A conjunção do “Mais Brasil”, que equaciona melhor o orçamento, otimizando a aplicação dos recursos, com uma eficaz reforma tributária poderá criar condições mais efetivas para a solução de outros problemas graves. Precisamos estabelecer uma agenda que resgate nossa competitividade sistêmica e nos coloque definitivamente na direção do desenvolvimento e da ascensão do patamar de economia de renda média, no qual temos patinado há décadas, para a de renda alta.

Nesse sentido, inserem-se as reformas estruturantes, bem como outras medidas cruciais, como a melhoria da infraestrutura de transportes e logística. Precisamos, ainda, promover desburocratização mais ampla, prover mais segurança jurídica aos negócios, diminuir os custos de energia e ampliar as fontes e o acesso aos financiamentos, por meio do aperfeiçoamento do sistema financeiro e do aumento da concorrência bancária. Portanto, trata-se de missão que envolve o Executivo, o Legislativo e o Judiciário.

Também é prioritário, a partir do “Mais Brasil”, muito foco na questão social, pois a recessão, seguida de um período de pífio crescimento, agravou a pobreza. Assim, além da qualificação da rede de saúde e educação e da manutenção de programas como o Bolsa Família, é fundamental a geração de empregos em larga escala, pois o trabalho é o mais importante instrumento de mitigação da miséria, inclusão e outorga da cidadania.

Nesse sentido, é premente, além das reformas trabalhista e previdenciária e do “Brasil Mais”, dar continuidade à modernização do arcabouço legal e adoção de medidas essenciais à recuperação de nossa competitividade sistêmica. Esta lição de casa deve preceder os acordos de livre comércio e reduções de tarifas de importação em pauta. Caso contrário, há sério risco de se sufocar ainda mais nossa indústria, premida pelos conhecidos obstáculos e ônus atrelados à produção no País, a serem removidos pelas reformas e medidas em curso. Temos um parque manufatureiro importante, como o têxtil e de confecção, quinto maior do mundo no setor, e capaz de atrair investimentos, gerar milhões de empregos e ser protagonista do crescimento sustentado, desde que tenha condições mínimas de concorrer globalmente e no mercado interno.

Nesse cenário de positivas transformações normativas, esperamos que os poderes constituídos sigam interagindo em alto nível, respeitando mutuamente sua autonomia constitucional e trabalhando para proporcionar mais segurança jurídica, leis alinhadas à realidade mundial, fomento econômico e melhores condições de vida à sociedade e ao País!

*Fernando Pimentel é o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

divulgação na íntegra do artigo encaminhado pela assessoria de imprensa Ricardo Viveiros & Associados Oficina de Comunicação  imagens: foto/divulgação

Projeto Empreendendo Esperança e Solidariedade

worldfashion • 28/03/19, 11:55

FormaturaDesignerProjetoSocialNa última terça-feira (26/03) foi realizado o desfile do Projeto Empreendendo Esperança e Solidariedade, com apoio do Programa Força Voluntária da Itaipu Binacional e desenvolvido pela Cáritas por meio do Projeto Anjo Gabriel.  Foi a apresentação de um trabalho de superação, feito por um grupo mulheres que conquistam autonomia financeira com curso de corte e costura apoiado pela Itaipu.

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FormaturaDesignerProjetoSocialAs longas caminhadas de Zulma Ramos, 47 anos (foto à esquerda) recebendo o diploma, até o Curso de Corte e Costura eram repletas de questionamentos. O sol forte e as dificuldades de locomoção com as filhas gêmeas ainda pequenas a desmotivavam a continuar. Porém, a persistência a levou, juntamente com suas 13 colegas de turma, à conquista do sonhado diploma. Após três meses de curso, o que era dúvida se transformou em motivo de orgulho para Zulma quando ela assistiu ao desfile de modas das lingeries feitas com as técnicas aprendidas na capacitação.

FormaturaDesignerProjetoSocial“Não consigo nem explicar a minha felicidade. Jamais imaginei que um dia eu fosse receber um diploma de corte e costura. A partir de agora, vou poder ajudar na renda da minha casa com o meu próprio trabalho”, afirmou Zulma, na foto à direita com a sua família.

O desfile realizado em parceria com o Curso de Design de Moda do Centro Universitário UDC, coroou toda a trajetória de 14 mulheres que antes se encontravam em situação de vulnerabilidade social e agora já podem ingressar no mercado de trabalho com uma qualificação profissional.

FormaturaDesignerProjetoSocial“Nosso objetivo com o projeto foi capacitar essas mulheres e estimular o empreendedorismo para que elas ganhem autonomia. Com ele, nós também trabalhamos a autoestima e as condições psicológicas”, ressalta Jéssica Maciel (na foto à esquerda)  integrante da equipe gestora do Programa Força Voluntária de Itaipu.

FormaturaDesignerProjetoSocialOs reflexos dessa independência financeira foram vistos antes mesmo da formatura. Uma das alunas já conseguiu emprego com carteira assinada e outras três estão trabalhando em casa com máquinas próprias. Uma delas é a Zulma. “Com o meu trabalho, eu não passo mais necessidade. Estou fazendo as lingeries em casa, costurando para outras pessoas e no meu lar não falta mais nada”, celebrou a formanda. “Daqui a um ano eu me vejo ainda mais profissional. Quem sabe até sendo professora de algum curso sobre corte e costura de lingerie. Eu sinto muito orgulho de mim e quero pensar cada vez mais alto.” (foto o grupo de formandas com as equipes que apoiaram no curso e no evento.)

Banco de Projetos

O Projeto Anjo Gabriel, que é desenvolvido pela Cáritas de Foz do Iguaçu, e foi selecionado na 13ª Edição do Banco de Projetos do Programa Força Voluntária da Itaipu. As iniciativas contempladas ganham um aporte financeiro para desenvolver as ações. O diferencial do Banco de Projetos, é que, para serem indicadas, os projetos das ONGs precisam ter a participação de um empregado da usina.

A equipe voluntária desse ano foi composta ainda pelos profissionais da Itaipu Kleber Vanolli, da Superintendência de Gestão Ambiental, que também foi o líder do grupo, e Cíntia Bena, da Divisão de Educação Ambiental.

A Itaipu com 20 unidades geradoras e 14 mil MW de potência instalada, a Itaipu Binacional é líder mundial na geração de energia limpa e renovável, tendo produzido, desde 1984, mais de 2,6 bilhões de MWh. Em 2016, a usina brasileira e paraguaia retomou o recorde mundial anual de geração de energia, com a marca de 103.098.366 MWh. Em 2018, a hidrelétrica foi responsável pelo abastecimento de 15% de toda a energia consumida pelo Brasil e de 90% do Paraguai.

da redação do WORLD FASHION   com informações da Divisão de Imprensa - Itaipu Binacional   Fotos divulgação de Nilton Rolin/Itaipu Binacional

Os talentos do Ceará em Londres

worldfashion • 20/02/19, 10:18

timebr1-copiaEste mes de fevereiro três marcas registradas da moda, da cultura e das artes criadas em Fortaleza - Terra do Sol, estão em exposições capitaneadas pelo Senac/CE, de novos e consagrados ícones do design, que surgiram no DFB Festival e chamaram atenção do mundo inteiro sobre a moda autoral da América Latina.brazil_davidlee_danielaragao-640x427

A participação de David Lee no evento -International Fashion Showcase (IFS) edição 2019 que vai de 11 a 25 de fevereiro. David é formado em desenho de moda pelo Senac Ceará é o único brasileiro, entre 16 selecionados leegeralok2como os melhores designers de moda emergente no mundo, conforme já noticiamos.

De 15 a 22 de fevereiro, o Senac/Ce realiza duas exposições na Embaixada do Brasil em Londres: inteiramente realizada durante a edição 2012 do DFB Festival, a exposição “The Time of Brasil”, nasceu de um “reality show” comandado por Jum Nakao, junto a designers e artesãos de Fortaleza. O projeto reuniu, durante cinco dias, no DFB Festival, 20 profissionais para criarem juntos uma coleção que desfilou no último dia do evento, com o público acompanhando timebr2timebr3ao vivo, in loco e online, todo o processo. O resultado foi uma coleção que mescla diversas culturas e saberes em 22 peças que, normalmente, levariam meses para ficar prontas, projetadas e executadas em tempo recorde por um time formado por estilistas, designers, costureiras, artesãos, instrutores do Senac e estudantes, sob a coordenação de Jun Nakao. A exposição já percorreu diversos estados brasileiros com a perspectiva de transformar uma mostra de moda em um espaço de experimentação.

ana-claudia-martins-e-espedito-seleiroO mestre Espedito Seleiro levou sua exposição e o livro Meu Coração Coroado (Editora Senac), e as obras do “Mestre do Couro”. A mostra leva o mesmo nome do livro escrito e organizado por Eduardo Motta e lançado pela Editora Senac, que reúne uma série de obras de Mestre Espedito.

ana-claudia-martinseliana-bittencourt-e-ana-claudia-martins“No conjunto dos artefatos criados por Mestre Espedito - roupas, bolsas, calçados, objetos utilitários e itens de mobiliário - estão ancorados elementos decorativos e técnicas ancestrais no trato com o couro”, afirma o autor. Com uma arte tão autêntica que desperta o interesse não apenas do mercado da moda e do design, mas também da comunicação e pesquisa, o cearense morador de Nova Olinda, no Cariri cearense, segue ganhando espaço com seu trabalho único, que já esteve em projetos como a coleção de móveis Cangaço, fruto de parceria com os irmãos Campana.

O designer cearense Érico Gondim foi o curador das duas exposições. A realização é do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), instituição criada e mantida pelos empresários do comércio, e do Sistema Fecomércio Ceará, em parceria com a Embaixada do Brasil em Londres.

da redação do WORLD FASHION      assessoria de imprensa do DFB festival: Capuchino Press     fotos: divulgação

Convenio APEX BRASIL e ASSINTECAL

worldfashion • 19/07/18, 18:31

img_6312-480x640Foi assinado no último dia 17 de julho de 2018, às 19h, dentro do evento Inspiramais_II que se realizou no  Centro de Eventos Pro Magno - Avenida Profª Ida Kolb, 513, Casa Verde, o convênio entre a Apex- Brasil e a Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) no valor de R$21,4 milhões com setor coureiro-calçadista e prevê retorno de US$ 676 milhões em exportação.

O convênio terá duração até abril de 2020 e inclui setor de máquinas e reforço aos pequenos e médios. Entre as metas está colocar o Brasil como referência em moda e design

Junto com a assinatura dos convênios da Apex-Brasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimento s) com a Assintecal e com o CICB, com duração de 2018 a 2020 (abril/2020) tendo como objetivo geral tornar os setores de componentes de moda, tecnologia, químicos e máquinas para calçados e curtumes conhecidos internacionalmente por meio do design, inovação e sustentabilidade, posicionando o Brasil como um mercado referência em moda.

img-apexDurante esse período, a Apex-Brasil injetará no setor R$ 21,5 milhões,  sendo R$ 12,9 milhões em ações de exportação e R$ 8,5 milhões  destinado ao Projeto Comprador  - onde são realizadas rodadas de negócios com compradores internacionais. A projeção de retorno em exportações para o setor coureiro-brasileiro é de US$ 676 milhões, sendo previsto já em 2018 um retorno de 298 milhões.

download4Outro importante destaque é a inclusão das empresas da vertical de máquinas, através da cooperação entre Assintecal e a Abrameq (Associação Brasileira das Indústrias de Máquinas para Couros e Calçados), ao qual o projeto agora responde como By Brasil Components Machinery and Chemicals.

O trabalho será integrado com quatro verticais: Químicos para Couro, Moda, Tecnologia, e Máquinas para calçados e curtumes. Para cumprir com o objetivo do convênio, o projeto By Brasil deverá focar em estratégias como: agregar valor à venda dos produtos, potencializar negócios por meio de plataformas virtuais B2B, fortalecer estratégia de posicionamento do setor por meio do design, inovação e sustentabilidade, transformar o perfil das empresas para exportadoras contínuas, com ênfase no atendimento diferenciado para as Micro e Pequenas Empresas.

Atualmente, o trabalho de exportação já envolve 337 empresas exportando para mais de 100 países, e já somam 125 diferentes produtos exportados por ano. Para entendermos mais sobre a importância deste trabalho, as exportações do projeto By Brasil (programa promovido pela Apex-Brasil) representam hoje 46% do setor de componentes brasileiro. Em 2017 foram exportados mais de US$ 285 milhões.

Além das exportações, o convênio garante uma série de ações para as pequenas e médias empresas durante todo o projeto. Atividades como o Projeto Comprador (que realiza rodadas de negócios) envolveram mais de mil compradores desde o início dos convênios, que se iniciaram em 1998.

apexHoje são mais de 195 participações em feiras internacionais e missões realizadas na Coréia do Sul, EUA, Alemanha, Itália, Portugal, Japão, China, Suécia, Bélgica, Finlândia, México, Colômbia, Guatemala, Vietnã, França, Indonésia e Turquia.

Foi realizada na mesma data a cerimônia de posse da nova diretoria para o Biênio 2018-2019 e as perspectivas para a nova gestão.Posse da diretoria

594_big_comunicado-assintecalHá 35 anos a ASSINTECAL ( Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos) representa o setor de componentes com a missão de impulsionar o mercado brasileiro e levar os nossos produtos para além das fronteiras.

Juntos com os associados, trabalham para o crescimento competitivo e sustentável do setor, levando novas ideias, tecnologias inovadoras e suporte criativo, estratégico e financeiro para as empresas.

Gerando mais valor para o negócio do associado e desenvolvendo toda a cadeia produtiva, reflete na evolução do setor como um todo.

Hoje atuam nacionalmente em diversos polos calçadistas com mais de 300 empresas associadas, com a visão de entregar soluções em tecnologia, design, sustentabilidade e eficiência operacional de classe mundial

Após o período de 2016 e 2017, a Assintecal apresentou a nova diretoria, que é renovada a cada dois anos, o mandato da nova gestão será para o período 2018-2019.

O Milton Killing, presidente da Killing, permanece como presidente da entidade. Essa será sua terceira gestão à frente da Assintecal.

Entre as novidades, a diretoria contará com a proximidade dos polos calçadistas, e a chegada de integrantes locais de Nova Serrana (MG), Franca (SP), Paranhana (RS), Birigui (SP) e São João Batista (SC) – que assumem como vice-presidentes setoriais.

DIRETORIA

Milton Killing Killing Presidente

Gerson Berwanger Bertex Vice-Presidente Executivo

José João Dewes Dewes& Link: Consultoria e gestão Vice-Presidente Executivo Administrativo/Financieiro

William Marcelo Nicolau  Cipatex Vice-Presidente Institucional

LisianeKnust            Artecola Vice-Presidente Mercado Internacional

Cláudia Madrid Braskem Vice-Presidente de Inovação

Saulo Pucci Bueno Amazonas Vice-Presidente Sustentabilidade

Gilmar Haag Cofrag Vice-Presidente Design

José Claudio Blos Intexco Vice-Presidente Setorial Calçado

Viviane Kogler MK Química Vice-Presidente Setorial Couros

Atson Rodrigues Melo   Atta Injetados Vice-Presidente Nova Serrana/MG

Renato Raimundo Stick Fran Vice-Presidente Franca/SP

César Kerschner Injepar Vice-Presidente Paranhana/RS

Aécio Junior J R Dublagens Vice-Presidente Birigui/SP

Luciana Clemes Injeplan Vice-Presidente São João Batista/SC

CONSELHO FISCAL

Tanha Schneider Lauermann Schneider - Auditoria & Consultoria

Oseias Schroeder PVC Sul Plásticos

Rogério Walmor Cervi  REP Seguros

da redação do WF        fonte: Agência Cápsula      imagens: divulgação

CUSTO BRASIL

worldfashion • 05/04/18, 16:22

da925314-4eb8-48d6-bfbb-3d9c9ddd5d76-640x480A ABIT (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção)  divulga que em fevereiro 2018, a produção física de produtos têxteis caiu 4,4% e a de vestuário e acessórios, 1,7%, em relação a janeiro. Esta retração ficou bem acima da média geral da indústria de transformação brasileira, que foi de 0,1%. Na comparação com fevereiro de 2017, observa-se acentuado recuo na fabricação de roupas, de 7,5%, ante crescimento de 1,3% dos produtos têxteis e de 4,1% da manufatura em geral.

not-producao-de-texteis-evolui-em-maio-10071715332779No acumulado do primeiro bimestre de 2018, fica clara a tendência de queda das confecções, cuja produção física recuou 2,7% no período, no qual os têxteis cresceram 5,1% e a indústria de transformação como um todo, 5,4%.  A entidade considera que o desempenho é reflexo da baixa competitividade da economia nacional, juros altos, elevada carga tributária, câmbio e o custo Brasil, e destaca também a concorrência desleal exercida por alguns países asiáticos.

foto015A despeito de todos esses problemas, a indústria têxtil e de confecção tem sido uma das que mais estão contratando trabalhadores na manufatura nacional. O seu saldo positivo, de 8.217 vagas no primeiro mês do ano, é o segundo melhor da indústria de transformação. Em 12 meses, quando houve saldo positivo de 83.539 empregos no País, o setor teve o terceiro melhor desempenho em toda a indústria de transformação (3.804 postos de trabalho).

da redação WORLDFASHIONREVISTA  fonte: Ricardo Viveiros & Associados – Oficina de Comunicação fotos: divulgação

INFORMAÇÕES ABIT

worldfashion • 10/08/17, 15:22

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1 - Balança comercial de Janeiro a Julho de 2017

A  ABIT  - Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecções divulgou nesta quarta feira, que a balança comercial do setor de Janeiro a Julho de 2017  das importações do setor têxtil e de confecção (sem fibra de algodão) aumentaram 25% em volume entre janeiro e julho deste ano, e 6% na comparação entre julho de 2017 e o mesmo mês de 2016. Mas por outro lado, as exportações caíram 7% em volume no acumulado dos sete primeiros meses deste ano e 2,6% na comparação entre julho de 2017 e o mesmo mês do ano diretamente anterior.

A associação apurou, ainda, que as importações de vestuário tiveram crescimento expressivo na comparação entre julho de 2016 e 2017, de 68,5%. Nos sete primeiros meses deste ano, a evolução foi de 36%.

Já o volume de exportações neste segmento cresceu 2% nos sete primeiros meses de 2017, em comparação ao mesmo período do ano passado. Na comparação entre junho de 2016 e o mesmo mês de 2017, por outro lado, houve aumento de 5% no volume exportado.

De acordo com o balanço da Abit, segmentos como camisetas, saias e meias mostraram forte alta no volume importado de janeiro a julho deste ano, de 227,9%, 355,8% e 135,2%, respectivamente.

O preço médio pago por estas mercadorias mostrou forte queda, de 62,92%, 54,84% e 28,32%, respectivamente.

2 - WORKSHOP sobre “sistemas de compliance”

No próxima quarta-feira, dia 16/08, a Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção) reunirá empresários do setor em workshop para discutir os “Sistemas de Compliance”.

A discussão faz-se necessária devido ao andamento da Lava Jato e às profundas transformações pelas quais o Brasil está passando. O cenário exige que as empresas fortaleçam seus códigos de ética e transparência ou, para as que ainda não têm, fica clara a necessidade de criarem programas de governança e compliance.

fernando_pimentel-460x3001“Durante o ano em que a Abit comemora seu 60º aniversário, programamos uma série de eventos para compartilhar com os nossos associados, e compliance é um dos temas mais importantes para o setor e para esta época em que estamos. As boas práticas precisam ser compartilhadas e servir de exemplo para as empresas que ainda não têm nenhum sistema de governança ou código de ética”, afirma Fernando Pimentel, presidente da Abit.

SERVIÇO:

Workshop Abit: Sistemas de Compliance

Quando: 16 de agosto de 2017 (quarta-feira)

Onde: Rua Marquês de Itu, 968, Higienópolis – São Paulo

Valor: R$ 50 para associados e R$ 150 para não associados

Inscrições: fernanda.tamburus@abit.org.br

Da redação do World Fashion         informações para imprensa: Ricardo Viveiros & Associados – Oficina de Comunicação     Fotos: divulgação

2ª EDIÇÃO DO TOP5

worldfashion • 26/07/17, 17:18

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O IN-MOD (Instituto Nacional de Moda e Design) foi criado em 2004, é uma organização não-governamental, sem fins lucrativos, que tem como missão trabalhar, no mercado interno e externo, pelo reconhecimento e visibilidade da moda e do design brasileiros como segmentos de valor agregado. Desde sua fundação, o IN-MOD trabalha para integrar esforços públicos e privados em torno de um planejamento sustentável de médio e longo prazo para a moda e o design brasileiros, gerando desenvolvimento através da Economia Criativa.

Em 10 anos, o IN-MOD já promoveu 09 rodadas de Encontros de Economia Criativa, eventos internacionais, 54 exposições, instalações, festivais de cultura, livros, documentários e outros.

O Top5 é uma das iniciativas realizadas pelo Instituto Nacional de Moda e Design (IN-MOD) em parceria com o Sebrae Nacional por meio do convênio “Contextualizar na Moda III” voltado para a construção e fortalecimento de relações sustentáveis na cadeia produtiva da moda.

O IN-MOD e Sebrae anunciam as cinco marcas da 2ª edição do TOP5, que participarão do programa de aceleração de negócios da moda neste ano. São elas: Borana (ES), Kalline (SC), Karine Foury (RJ), Led (MG) e Vankoke (RN). Estas marcas beneficiadas desfilarão juntas no SPFW44 em agosto próximo, contarão com consultorias mercadológicas especializadas em Conceito de Produto e Gestão de canais multimarcas e marca canal de alto valor agregado e no final as duas de melhor desempenho, durante o programa apresentarão suas novas coleções no SPFW45 em março de 2018

721bb3de71eb2f64dce57f651a428572-640x427-21“O Top5 é um amplo processo de aceleração, que tem como principal objetivo transformar estas empresas em cases de inspiração regionais e nacionais e utilizá-las como modelo de sucesso, motivando outros empreendedores a replicarem processos semelhantes para a indústria da moda”, explica Heloisa Menezes, diretora técnica do SEBRAE Nacional.

marcia-matsuno-640x4391Nesta edição, os empreendedores receberão consultoria e acompanhamentofoto-olivia-merquior-634x6292 em gestão empresarial e de branding com a especialista em Marketing, Marcas e Novos Negócios, Márcia Matsuno, bem como consultoria em desenvolvimento de produto com Olivia Merquior, diretora da Dacri Deviati, empresa de interpretação e análise de informações para melhorar os processos criativos do setor. Além disso, cada marca contará com um showroom em São Paulo para apresentar a coleção a possíveis compradores e auxiliar o direcionamento comercial dos produtos a serem desenvolvidos por meio de relatórios e observações sobre a coleção.

Por fim, como esses pequenos negócios são atendidos pelo Sebrae, eles continuarão participando das ações estratégicas de atendimento para gestão de negócios nas agendas dos projetos da entidade, fortalecendo ainda mais a trajetória de sucesso que já está sendo trilhada.

paulo-borges-640x480“O programa se propõe de forma prática a estruturar coleção, conceito do produto e preço, e melhorar o networking de fornecedores e a participação em plataformas de imagem e comunicação”, complementa Paulo Borges, criador do SPFW e um dos curadores do IN-MOD.

“Nossa expectativa é que o TOP5 nos ajude a crescer e contribua para desenvolvermos nossa identidade de marca, para conquistarmos uma posição melhor no mercado, chegando a mais mulheres”, afirma a empresária e estilista Adriana Patrícia da Vankoke, uma das marcas escolhidas pelo programa. Vários outros pequenos negócios acabam sendo envolvidos no Top5, já que essas pequenas empresas participantes também têm como fornecedores outros pequenos negócios, que são igualmente beneficiadas, recebendo estímulos para o desenvolvimento e sofisticação nessa cadeia de valor. Em média, é possível dizer que para cada uma das empresas selecionadas, outras quatro são impactadas positivamente na produção de acessórios, bolsas, bijuterias, maquiagem, estamparias, etc.

As marcas beneficiadas participaram de um processo de pré-seleção que contemplou 60 marcas indicadas pelo Sebrae – quatro de cada UF.  E, nas seletivas, conseguiram se destacar entre 20 empresas pré-selecionadas, que representaram produções do nordeste, sudeste e sul do País: Bahia, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerais, Paraná, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Santa Catarina.

ffwmag-revista-festa-onde-comprar-graca-cabral-640x427“Na pré-seleção desta edição, tivemos uma participação de maior capilaridade pelo Brasil e um retrato da variedade de segmentos do nosso mercado, como moda praia, jeans, festa, streetwear, moda feminina e até propostas mais criativas. Foi possível notar também que as empresas estavam muito interessadas na busca de conhecimento e abertas aos feedbacks. Nosso formato de seletiva consegue promover um contato frente a frente com vários especialistas e esperamos que as considerações recebidas já signifiquem inspiração e aprendizado aos participantes”, destaca Graça Cabral do IN-MOD e uma das idealizadoras do TOP5.

“A troca de informação que temos é incrível. E o projeto pode ser um ponto de virada para o que estamos precisando no momento, principalmente em permear novas possibilidades de usar e fazer moda”, ressalta Célio Augusto Dias Jr. da Led.

Os consultores participantes acreditam que cada uma das empresas selecionadas se sobressaiu em algum elemento diferencial. A marca de moda praia Borana, por exemplo, tem apelo brasileiro, mas com toque original. É leve, descontraída e jovem. A Kalline é uma empresa consolidada que tem um produto de muita qualidade e que está à frente do desafio de valorização da marca própria. Já a Led, mostra vocação para o design e uma vontade de criar uma assinatura atemporal para a marca. A Karine Foury conquistou seu espaço com um caminho muito particular de coleção com peças de design focadas no potencial de crescimento e desenvolvimento no setor de resort, que tem bastante espaço num país como o Brasil. Completando a lista, a Vankoke é uma marca que tem estrutura e agilidade dentro de um mercado já consolidado de moda feminina e que demonstra vontade de explorar caminhos mais autorais.

Para chegarem nesta lista, o grupo de jurados analisou critérios importantes como design, qualidade, originalidade e visão de negócios. Fazem parte do júri do TOP5: Márcia Matsuno, executiva com 22 anos de experiência nos mercados de Moda & Design e Luxo em empresas como Alpargatas, Zoomp, Loungerie – atua como consultora do TOP5 para gestão e branding; Olivia Merchior, diretora da Dacri Deviati, focada em análise de informações para melhorar os processos criativos de empresas de moda – atua no programa como consultora de desenvolvimento de produto; Sandro Rego, especialista com 20 anos de atuação em varejo de moda; Graça Cabral, co-fundadora do SPFW e uma das idealizadoras do IN-MOD; Camila Yahn, editora-chefe do FFW e FFWMAG; e Augusto Mariotti, diretor de Conteúdo do FFW.

spfw-43Em dezembro de 2017, as empresas deverão apresentar uma coleção cápsula dentro do processo de orientação dos consultores do TOP5 quando será avaliada a evolução de cada marca. As duas empresas que mais se destacarem e responderem aos estímulos recebidos, apresentando consistência e mostrando que estão aptas a dar um salto qualitativo serão premiadas com um desfile coletivo a ser realizado no SPFWN45, em março de 2018, onde cada marca apresentará 15 looks da sua coleção para imprensa especializada, formadores de opinião e convidados. Este desfile marcará a apresentação destas empresas ao mercado, uma primeira experiência na passarela, como também o encerramento do projeto.

borana-top5_385-427x640Borana, Espírito Santo

Com inspiração no colorido naturalmente brasileiro, a Borana nasceu em 2010, no Espirito Santo, quando uma das sócias da marca buscava biquínis com estampas mais expressivas e jovens e que as peças, além dos tamanhos, pudessem ser compradas separadamente. Assim, com a experiência da família em confecções, os primeiros biquínis Borana foram produzidos. As peças fizeram sucesso e logo chegaram as primeiras encomendas. Entre os anos de 2013 e 2014, a marca cresceu com o seu DNA de originalidade e leveza, e começou a produzir roupas. Hoje a Borana já conta com lojas físicas na Praia do Canto, em Vitória e outra no Shopping Vila Velha, e-commerce e revendas em todos os estados do Brasil, além de exportações para Japão e Portugal.

kaline-top5_138-427x640Kalline, Santa Catarina

A Kalline surgiu em 1990, em Santa Catarina com a expectativa de ser referência no mercado de couro. A ideia surgiu quando os criadores Nivaldo Rizzotto e Jaqueline Rizzotto enxergaram um modelo de negócios em meio a um mercado escasso em produtos de couro. Com a persistência dos donos, a empresa cresceu e ao longo dos anos se transformou em modelo na moda em couro, além de ser sinônimo de qualidade, produção local e tradição de um material durável.

karine-foury-top5_092-427x640Karine Fouvry, Rio de Janeiro

Criada no fim de 2014 com o desafio de produzir uma alfaiataria impecável, a proprietária da marca, Karine Fouvry, uma francesa apaixonada pelo Brasil, que vive no Rio de Janeiro, na praia do Flamengo, apresentou a sua primeira coleção, nômade, lançada em abril de 2015 durante o Minas Trend. As peças da marca têm corte irretocável, além de acabamento primoroso e um cuidado excepcional com tecidos. Já em seu primeiro ano, a label conseguiu ser comercializada em multimarcas no Brasil e em Nova Iorque. São três coleções por ano, todas sob encomenda. A flexibilidade do atelier permite atender pedidos personalizados e hoje com mais de seis coleções criadas, é vendida em 13 lojas multimarcas pelo mundo.

led-top5_218-427x6401Led, Minas Gerais

Desde que surgiu em 2015, a brand mineira LED, fundada pelo designer Célio Dias, tomou como prioridade a expressão de uma moda unissex, jovem, atenta à não-categorização de gêneros e em busca de seus próprios padrões de beleza. Com ideias e conceitos plurais, a LED carrega em sua trajetória um total compromisso com a liberdade de escolha, valor embutido em todas as peças de design sem gênero definido. Para desenvolver seus pilotos, a LED busca inspiração nas ruas, nas relações que se dão na cidade e na expressão daqueles que compõem a cena urbana. Além da sua proposta no gender, a marca inova no próprio movimento, dando ao sem gênero um viés leve e alegre.

vankoke-top5_165-427x640Vankoke, Rio Grande do Norte

Com DNA potiguar, a Vankoke nasceu em 2006 a partir da visão da empresária e estilista Adriana Patrícia de redirecionar o olhar da label para um mercado de moda com maior valor agregado. Sensível aos desejos do universo feminino, a Vankoke possui cultura corporativa sólida e uma gestão voltada para o encantamento, que busca sempre superar as expectativas dos clientes ao fazer da moda um instrumento de expressão da individualidade.

Com agilidade na criação, produção, distribuição e difusão de novas tendências, a marca produz moda para mulheres que buscam estilo, contemporâneas, sofisticadas e elegante. Uma fast fashion antenada, criando tendências e atendendo desejos de suas consumidoras.

da redação do WORLD FASHION   Contato para Imprensa IN-MOD Edelman Significa / Sebrae Carlos Abreu   Fotos: divulgação

Sinditêxtil-SP

worldfashion • 08/06/17, 17:56

coletiva-de-imprensa-prefeitura-sinditextil-sp-640x360Em solenidade realizada na manhã desta quinta feira (8/6) na sede da prefeitura com o prefeito de São Paulo, João Doria e o presidente da Sinditêxtil-SP, Luiz Arthur Pacheco,foi anunciada a doação ao município de São Paulo, de 54.500 peças de vestuário viabilizadas por meio de empresas associadas do setor têxtil e de confecção do Estado, que serão divididas entre colaboradores das 32 prefeituras regionais totalizando 300 colaboradores e os 2.500 agentes da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Os uniformes da prefeitura serão entregues em julho e da CET em setembro.

Para Pacheco, o apoio a solicitação feita às empresas no início do ano pelo prefeito João Doria, presente ao ato, mostra o comprometimento do setor têxtil e de confecção com as causas consideradas justas. “Quando as causas partem de iniciativas nobres como esta, nós só temos de apoiar e elogiar. É importante enfatizar a atitude desses empresários, que em um momento de profunda crise, depois de dois anos de muita recessão e fechamento de postos de trabalho no Estado de São Paulo, se colocaram à disposição para realizar esse gesto e doar os uniformes”, salientou Pacheco.

O presidente do Sinditêxtil-SP ressaltou, ainda, que as doações obtidas pelo empresariado somam aproximadamente 3 milhões de reais, valor ainda mais expressivo considerando o momento delicado vivido pela indústria de têxteis e confeccionados, prejudicada pela crescente pirataria e importações desleais. Ele também destacou o apoio institucional e técnico recebido da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção), que possibilitou a agregação das empresas envolvidas e fez a interface com a Prefeitura.

O dirigente enfatiza que não foi recebida qualquer contrapartida da prefeitura para aderir à causa, mas reforçou solicitação antiga do setor em relação a administração municipal para pleitear a retomada de uma comissão tripartite com o objetivo de combater a sonegação fiscal, importações desleais e a pirataria.

reuniao-doacao-de-uniformes-sinditextil-e-associados-640x470“É essa contrapartida que os governos podem nos dar, porque as empresas que estão realizando suas doações são idôneas, empregam, registram seus funcionários e recolhem seus impostos em dia, mas diariamente vêm sofrendo uma concorrência predatória e muito desleal. É o que nós esperamos do governo municipal, estadual e federal”.

Seguem a lista das empresas que farão as peças das prefeituras regionais: Bivik (Casaco Masculino), DL (Casaco Feminino), Kabriolli (Camisas Masculinas e Femininas), Lorsa (Calças Masculinas e Femininas), Malharia Vitória (Suéteres Masculinos e Femininos), Paramount Têxteis (Fios para malharia) e Pixie (Saias). Já para os uniformes da CET, foram feitas pelas empresas: Capricórnio (Camisetas), CHT (Produtos Químicos), DM (Tecidos Reflexivos), Irmãos Perfeitos (Botões), Leal e Ideal (Confecção de Calças), MN (Tecidos Fluorescentes), Moais (Confecção de Camisas), Vectra (Confecção de Camisas) e Vicunha (Tecidos Básicos).

da redação do WORLD FASHION   Informações para imprensa: Ricardo Viveiros & Associados – Oficina de Comunicação fotos:divulgação