INSPIRAMAIS 2023 ||

worldfashion • 03/06/22, 11:39

11Um dos destaques do próximo salão, é o projeto Conexão INSPIRAMAIS, já está em fase de desenvolvimento dos produtos que serão apresentados no evento de Porto Alegre. O coordenador do Núcleo de Design do Salão, responsável pela pesquisa, é o estilista Walter Rodrigues. O profissional conta que a pesquisa foi realizada durante seis meses pelos consultores da Assintecal, de forma híbrida. Para esta edição, o tema da pesquisa foi Terra, que tem como referências os conceitos de sustentabilidade e metaverso. “A pesquisa leva em consideração o cuidado com o planeta Terra, as rupturas ocasionados pela pandemia de Covid-19 e as inovações que serão provenientes desse processo”, adianta Rodrigues, ressaltando que os materiais apresentados trarão, em suas concepções, os conceitos de biomimética (referências na natureza), simbiose (organismos antagônicos convivendo no mesmo espaço/produto) e metaverso (realidade simulada por meio da inovação computacional).

img-0049img-0043O salão contará, ainda, com os tradicionais projetos realizados pela Assintecal e parceiros. Um deles é o Hub Conexão Criativa, movimento de micro e img-0046img-0048pequenas empresas, startups, associações, cooperativas e designers que desenvolvem materiais, produtos e soluções sustentáveis com impacto positivo para a moda e design. No INSPIRAMAIS o projeto terá espaço exclusivo para apresentação dos produtos desenvolvimento, com forte apelo artesanal.  O Preview do Couro, espaço com exposição de peles e couros inovadores, além do Espaço da Sustentabilidade, com produtos voltados ao mercado da sustentabilidade.

_lcs8182A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, destaca que, além da geração de negócios, o evento trará uma extensa programação de conteúdos, que na edição contemplará aspectos da Gestão e Sustentabilidade. “O INSPIRAMAIS tem o compromisso de apontar os caminhos para o setor de componentes e insumos. E só existe um caminho a seguir, o da sustentabilidade”, comenta, ressaltando que a programação de palestras será divulgada nos próximos dias. Segundo ela, a programação contemplará aspectos da sustentabilidade não somente no produto, mas em todos os processos produtivos, levando em consideração os pilares ambiental, econômico, social e cultural. “O Brasil tem uma das cadeias produtivas de calçados mais sustentáveis do planeta, tanto que é a única que conta com uma certificação de ESG no âmbito mundial, o Origem Sustentável. Mas sabemos que existe um caminho a seguir e por isso trabalharemos o conceito em todos os dias do evento”, acrescenta a superintendente.

_dsc6966_dsc6987No que diz respeito aos negócios, o INSPIRAMAIS gera boas expectativas, diante do reaquecimento do mercado doméstico e, sobretudo, das exportações. No mercado interno, a expectativa é de que o Salão receba fabricantes de calçados dos principais polos calçadistas brasileiros. “A produção de calçados, conforme a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) deve crescer cerca de 3% ao longo do ano, isso depois de ter crescido quase 10% em 2021. Diante da necessidade de aumento de produção para atender à demanda crescente, temos ótimas expectativas”, avalia Silvana

No âmbito internacional, o salão abrigará mais uma edição do Projeto Comprador Internacional, realizado por meio do programa By Brasil Components, Machinery and Chemicals, uma parceria entre a Assintecal e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). Para o Projeto, que trará compradores dos principais polos produtores de calçados do mundo, a expectativa é bastante positiva, diante do bom momento para as exportações do setor de componentes. Dados elaborados pela Assintecal apontam que, no primeiro trimestre, as exportações do setor aumentaram 16% em relação a igual período do ano passado. No total, foram mais de US$ 105,6 milhões gerados com embarques de produtos químicos para calçados (adesivos), químicos para couros, cabedais, laminados sintéticos, solados, palmilhas, entre outros materiais.

_dsc7952O salão acontecerá nos dias 19 e 20 de julho, no Centro de Eventos da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), são esperados sete mil visitantes dos principais polos da cadeia da Moda do Brasil e do mundo. A realização do salão é da Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), em conjunto com o Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário (Abimóvel) e Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil). A realização é do programa By Brasil Components, Machinery and Chemicals e a parceria do Sebrae Nacional.

AGENDE-SE

26º INSPIRAMAIS

Data: 19 e 20 de julho de 2022

Horário: das 10h às 19h (19) e das 10h às 18h (20)

Local: Centro de Eventos da FIERGS - Av. Assis Brasil, 8787, Porto Alegre/RS

da redação com informações da  DCR - Assessoria de Imprensa   imagens: fotos/divulgação

FRANQUIAS

worldfashion • 02/06/22, 13:48

img_0292A marca KOOKABU,  além de contar com todo know-how, logística e infraestrutura da Brascol (*), maior atacadista de moda infantil do país, também conta com a experiencia do seu atual CEO, Carlos Eduardo Padula, que acumula larga experiência no segmento de franquias tendo participado de importantes projetos como Puket, Hope, Scala Le Postiche e Loungerie.

A decisão de lançar o projeto na feira da ABF, que se realiza de 22 a 25 de junho, no Expo Center Norte, em São Paulo, considerou claro, a importância desse que é um dos maiores eventos de franquias do mundo, mas também o tempo para pilotar o projeto antes de dar início à expansão. “Estamos operando o nosso projeto piloto para realizar todos os ajustes e assim garantir a entrega de uma operação de sucesso !”, diz Padula.

Idealizada com conceito de multimarca, a franquia poderá através da força do Grupo Brascol e da curadoria da equipe, oferecer as melhores marcas do segmento infantil, e consequentemente produtos de altíssima qualidade, estilo contemporâneo e preços muito competitivos. Mas claro, além das principais marcas do mercado, tem uma proposta bem audaciosa: lançar sua própria coleção KOOKABU, que será a grande protagonista da franquia.

_mg_12761“A operação KOOKABU, nasce para preencher uma importante lacuna no mercado!” diz Padula. Um dos principais diferenciais do modelo de negócio é o apoio no Grupo Brascol, pois o franqueado poderá usufruir de toda experiencia do time de compras, e principalmente do estoque de mais de 1,5 milhões de peças. Essa combinação irá permitir ao franqueado adequar a sua compra à suas necessidades, como conceito de ‘Just in time’ minimizando significativamente o risco de estoque.

“O Brasil tem um varejo pujante, mas precisamos considerar que somos um país continental com clima e características regionais muito distintas. Nosso conceito multimarca, permitirá que cada franqueado possa adequar o seu mix de produto de acordo as demandas da sua localidade.” Diz Padula (foto à direita)

Para receber o público que circulará na ABF Franchising Expo, o estande da Kookabu terá um espaço tematizado pelo nosso personagem, permitindo que os interessados possam vivenciar melhor a nossa proposta. A marca tem por objetivo atender crianças de 1 e 10 anos de idade, com coleções que respeitem o estilo e a personalidade de cada criança.

img-20220602-wa0007“Temos presenciado o quanto o nosso personagem, e a mensagem que ele representa tem emocionado não apenas as crianças, mas também os pais que visitam a nossa loja”, diz Tatiana Roberto Gerente de Marketing da marca (na foto à esquerda)

A operação tem como proposta, lojas a partir de 40 m² com investimentos à partir de R$ 340 mil. E o franqueado ideal é aquele que se identifica com a marca e realmente deseja se dedicar a operação.  img-20220602-wa0005“Além de o franqueado contar com um estudo profundo sobre a região onde deseja atuar, seja em rua ou shopping centers, envolvendo o potencial do negócio, perfil do cliente e pontos estratégicos nos principais shoppings das grandes capitais, ele receberá treinamento e acesso a um software para auxiliá-lo na operação”, frisa Themis Toma, Gerente de Operações (na foto à direita)

(*) O Grupo Brascol, maior atacadista de roupas e artigos para bebês e moda infantojuvenil, foi criada há 33 anos por uma família libanesa visionária que transformou uma pequena loja na Rua Silva Teles, na zona leste de São Paulo, em uma megaloja atacadista de 11 mil metros quadrados no bairro do Brás, maior polo de vestuário do estado de São Paulo.

da redação com informações do assessor de imprensa IVO CHICUTA    imgens: foto/divulgação

NOTÍCIAS DA ABICALÇADOS

worldfashion • 01/06/22, 16:02

EXPORTAÇÕES

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O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destaca que o aumento das exportações para os Estados Unidos foi fundamental para a performance positiva. Em abril, foram embarcados para lá 2,5 milhões de pares, que geraram US$ 30,57 milhões, altas de 147,2% e de 130,3%, respectivamente, ante o mesmo mês de 2021. “Nosso histórico principal destino, os Estados Unidos têm impacto muito importante na balança de exportações. Existe um movimento de reposicionamento do mercado estadunidense, de forma com que os Estados Unidos fiquem menos dependentes das importações asiáticas. Problemas logísticos, evidenciados pela pandemia de Covid-19, especialmente com relação aos custos com frete, e a sobretaxa ao calçado chinês, foram determinantes para esse movimento. Além disso, o consumidor norte-americano, cada vez mais, busca por calçados produzidos dentro dos conceitos de ESG, mercado em que o nosso produto se destaca no cenário internacional”, avalia o dirigente, ressaltando que hoje as exportações de calçados para lá respondem por mais de 30% do total (em receita gerada). No acumulado dos quatro meses do ano, as exportações do setor para os Estados Unidos aumentaram 100% em volume e 122,7% em receita (para 8,52 milhões de pares e US$ 119,3 milhões).

As exportações de calçados seguem em tendência de alta. Dados elaborados pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) apontam que, entre janeiro e abril, foram embarcados ao exterior 53,72 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 434,65 milhões, incrementos tanto em volume (+32,6%) quanto em receita (+68,2) na relação com o mesmo período do ano passado. No comparativo com o mesmo intervalo da pré-pandemia, em 2019, o crescimento é de 24,8% em pares e de 26,7% em receita. Somente no mês de abril, foram embarcados 13 milhões de pares, que geraram US$ 114 milhões, altas de 52,4% em volume e de 75,4% em receita na relação com o mesmo mês de 2021. Conforme a Abicalçados, é o melhor resultado para abril em 14 anos.

haroldFerreira ressalta, ainda, o aumento dos preços médios do calçado exportado, retornando aos níveis praticados em 2019, após quedas nos dois últimos anos. No quadrimestre, o valor médio foi de US$ 8,80 por par embarcado ao exterior. “O setor vem consolidando sua posição no comércio internacional, ao mesmo tempo em que consegue recuperar o preço médio, medido em dólar”, diz.

A Argentina também tem sido uma grata surpresa para os calçados. Com elevação gradual das importações de calçados brasileiros desde o arrefecimento da pandemia de Covid-19, no primeiro quadrimestre do ano a Argentina comprou 5,4 milhões de pares verde-amarelos, gerando US$ 57,4 milhões em divisas, incrementos de 70% e 100,4% em relação ao mesmo intervalo de 2021 e o melhor resultado da série histórica iniciada em 1997. Recortando apenas o mês de abril, os hermanos importaram 2,2 milhões de pares brasileiros, pelos quais foram pagos US$ 21,22 milhões, altas de 131,5% e 156,3% em relação ao quarto mês de 2021. “O Brasil representou 48% de todos os pares de calçados importados pela Argentina nos quatro primeiros meses do ano, 13 pontos percentuais a mais de market share frente ao período da pré-pandemia, em 2019”, informa Ferreira.

Com crescimento menor do que o registrado pelos dois primeiros destinos do calçado brasileiro no exterior, a França aparece no terceiro posto entre os importadores do setor calçadista nacional. No quadrimestre, as exportações de calçados para a França somaram 3,68 milhões de pares, que geraram US$ 25,53 milhões, incrementos de 33,4% em volume e de 31% em dólares na relação com igual período do ano passado. Segregando apenas o mês de abril, os franceses somaram a importação de 571,8 mil pares brasileiros, pelos quais foram pagos US$ 5 milhões, altas de 9,2% e 0,4%, respectivamente, ante o mês quatro do ano passado.

41No quadrimestre, a principal origem das exportações de calçados foi o Rio Grande do Sul. Respondendo por quase 46% do valor gerado pelos embarques do setor, as fábricas calçadistas gaúchas enviaram ao exterior 14,78 milhões de pares, que geraram US$ 198,2 milhões, incrementos tanto em volume (+51%) quanto em receita (+77%) em relação a igual aos mesmos quatro meses de 2021. Somente no mês de abril, os calçadistas gaúchos embarcaram 4 milhões de pares, pelos quais receberam US$ 52,42 milhões, incrementos de 52,2% e 74% em relação ao mesmo mês do ano passado.

A segunda principal origem dos embarques de calçados no período foi o Ceará. Entre janeiro e abril, partiram daquele estado 17,2 milhões de pares, pelos quais foram pagos US$ 101,55 milhões, aumentos de 25,8% e 47% em relação ao mesmo intervalo do ano passado. Segregando apenas o mês de abril, as exportações cearenses somaram 3,2 milhões de pares por US$ 22,75 milhões, altas de 59,8% e 70,2%, respectivamente, ante o mês quatro de 2021.

No terceiro posto entre os exportadores de calçados aparece São Paulo. No acumulado do ano, as fábricas paulistas embarcaram 3,26 milhões de pares, pelos quais receberam US$ 41,15 milhões, incrementos de 17,4% e 48,7% em relação ao mesmo período de 2021. Em abril, as exportações paulistas somaram 1 milhão de pares e US$ 11,53 milhões, aumentos de 25,8% e 52,8% ante o mesmo mês do ano passado.

O quarto maior exportador de 2022 é a Paraíba. No quadrimestre, as exportações daquele estado somaram 8,86 milhões de pares e US$ 29,16 milhões, altas de 7,2% e 57,7%, respectivamente, em relação ao mesmo ínterim de 2021. No mês de abril, foram 2,18 milhões de pares e US$ 7,9 milhões, incrementos de 41,6% e 104,6%, respectivamente, ante o mesmo mês do ano passado.

BRAZILIAN FOOTWEAR

3O projeto inédito de apoio às exportações de calçados mantido pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) terá como destino a França,  terceiro principal destino do calçado brasileiro no exterior, com o Projeto Vendedor França, que ocorre entre 20 e 24 de junho, e levará 10 marcas brasileiras: Anatomic & Co, CCR Shoes, Democrata, Kidy, Luiza Barcelos, Mar & Cor, Moema, Opananken, Petite Jolie e QGK, participarão de rodadas de negócios in loco, diretamente nos escritórios dos compradores locais:

paolaA analista de Promoção Comercial da Abicalçados, Paola Pontin, destaca que as exportações de calçados brasileiros para a França vêm em crescimento nos últimos anos. “Hoje, a França responde por 7% do total das vendas de calçados brasileiros no exterior. É o principal destino na Europa e funciona como um promotor da imagem do nosso produto no exterior, visto que a moda mundial tem os olhos voltados para a lá”, avalia Paola. A analista explica que as reuniões foram - e estão sendo - marcadas por meio de uma consultoria local, que cruza as demandas dos compradores franceses com as ofertas dos calçadistas participantes da ação. “Trata-se de uma ação bastante assertiva, que otimiza a geração de negócios e conexões”, acrescenta Paola.

No quadrimestre, as exportações de calçados para a França somaram 3,68 milhões de pares, que geraram US$ 25,53 milhões, incrementos de 33,4% em volume e de 31% em dólares na relação com igual período do ano passado.

FEIRA NACIONAL DE CALÇADOS 2023

fotoA Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e a NürnbergMesse Brasil firmaram contrato para realização da feira da indústria calçadista brasileira. A NürnbergMesse Brasil, empresa alemã de atuação internacional especializada na realização de feiras setoriais, será responsável pela organização do evento. O documento foi assinado no dia 9 de maio na sede da entidade, em Novo Hamburgo/RS.

Ainda sem definição do nome, a feira da indústria calçadista brasileira terá duas edições anuais, sendo que a primeira ocorrerá em novembro de 2023, no Rio Grande do Sul, lançando as coleções de outono-inverno 2024. A segunda edição será em São Paulo, em maio de 2024 e lançará as coleções de primavera-verão 2024/2025.

155751105349105O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressalta a expertise do grupo alemão, que possui operação no Brasil. “A NürnbergMesse Brasil foi selecionada por meio de uma concorrência com promotoras de eventos nacionais e internacionais, sendo a que mais se destacou não só no atendimento de premissas das empresas, como também pelo potencial de entrega de eventos com qualidade excepcional”, conta.

De acordo com o presidente da NürnbergMesse Brasil, João Paulo Picolo, a entrada das feiras no calendário nacional irá gerar oportunidades e networking fundamentais para o crescimento do setor. “Nós vamos unir a força e o entendimento da Abicalçados e seus associados sobre o mercado ao know how da NürnbergMesse Brasil em gerar novos negócios com eventos que envolvem muito profissionalismo, seriedade e qualidade.”

Sobre a operadora NürnbergMesse Brasil é uma subsidiária do Grupo NürnbergMesse, uma das 15 maiores empresas internacionais organizadoras de eventos do mundo. O portfólio do grupo possui mais de 120 feiras e congressos internacionais (14 deles no Brasil) e mais de 40 pavilhões. Anualmente, cerca de 30 mil expositores e mais de 1,5 milhão de visitantes participam dos eventos organizados pela NürnbergMesse, que está presente, por meio de suas subsidiárias, na China, Estados Unidos, Brasil, Grécia, Itália e Índia. O grupo ainda possui uma rede com cerca de 50 representantes, que operam em mais de 116 países.

da redação com informações do assessor de imprensa Diego Rosinha  imagens: fotos/divulgação

ARTIGO

worldfashion • 31/05/22, 13:56

Duas propostas importantes para ampliar a competitividade

Por Fernando Valente Pimentel*

Um dos fatores mais prejudiciais à competitividade das indústrias e das empresas brasileiras de todos os setores refere-se à burocracia, à complexidade e aos custos excessivos da documentação relativa aos negócios, contratos e apresentação de garantias para distintos fins, dentre eles a obtenção de crédito no mercado financeiro. Considerando tais dificuldades, são importantes duas proposições em tramitação no Congresso Nacional.

A primeira é o Novo Marco Legal de Garantias, expresso no Projeto de Lei 4.188/21, de autoria do Poder Executivo. A matéria dispõe sobre o serviço de gestão especializada e aprimoramento das regras de garantias, resgate antecipado de letra financeira, transferência de valores das contas únicas e específicas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação e a exclusão do monopólio da Caixa Econômica Federal em relação aos penhores civis.

A aprovação da proposta, que cria um serviço de gestão especializada de garantias, sob a supervisão do Banco Central, seria importante para o Brasil neste momento em que é prioritário promover crescimento econômico mais expressivo e sistemático, depois de dois anos de pandemia, na qual já havíamos ingressado com índices modestos de expansão do PIB. Um sistema mais eficiente para a concessão de garantias é uma demanda relevante do setor produtivo. Afinal, contribuiria para facilitar o acesso ao crédito e viabilizar maior volume de investimentos produtivos.

A expectativa é de que a revisão do marco de garantias promova o fortalecimento dos fundos garantidores e a ampliação dos recursos financeiros disponíveis para amplo uso pelos tomadores de crédito. O novo serviço, segundo análise de especialistas no tema, também teria o potencial de estimular a redução das taxas de juros de empréstimos, elevar o número de alternativas de crédito e reduzir os custos operacionais das instituições financeiras. Outro ganho para o setor produtivo seria a possibilidade de resgate das Letras Financeiras em prazo menor do que os atuais 12 meses.

6fc14003-c054-453e-b717-d4fc5091475d1A segunda proposta importante para a desburocratização e agilização de trâmites e operações administrativas, contratuais e financeiras é a Medida Provisória 1.085/2021. A matéria, também originada no Executivo, aborda o Sistema Eletrônico dos Registros Públicos (SERP), criado em 2009, sob responsabilidade da Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Introduz alterações nos sistemas registral e notarial brasileiros, prevendo vários avanços.

Os principais ganhos para a sociedade e os setores produtivos seriam os seguintes: ampliação da digitalização dos procedimentos; integração dos registros públicos de garantias de bens móveis e imóveis em um sistema unificado; possível existência de ponto de acesso único para submissão e consulta a registros sobre garantias de bens móveis; atendimento dos usuários pela internet; acesso remoto a informações sobre garantias de bens móveis e imóveis; simplificação de procedimentos relativos aos registros públicos de atos e negócios jurídicos; redução de prazos de realização de atos cartorários; estabelecimento de regras nacionais para a cobrança de emolumentos cartorários; e criação do Fundo para a Implementação e Custeio do Sistema Eletrônico dos Registros Públicos, subvencionado pelos oficiais cartorários.

Assim, a matéria atende aos anseios dos setores produtivos quanto ao aprimoramento do ambiente de negócios, por meio da modernização dos registros públicos, da desburocratização dos serviços registrais e da centralização nacional das informações e garantias. Os benefícios esperados são a redução de custos e de prazos e mais facilidade e agilidade na consulta de informações e envio de documentação para processamento nos cartórios.

O Novo Marco Legal de Garantias e a medida provisória referente aos cartórios são parte de uma solução mais ampla para a remoção dos obstáculos ao crescimento econômico, bem como da redução do “Custo Brasil” e das desvantagens concorrenciais no mercado global. Tais conquistas também dependem das reformas estruturais e outras políticas públicas. Porém, as duas medidas ampliariam significativamente a segurança jurídica, reduziriam custos e a burocracia e contribuíram para que nosso país avançasse algumas posições no Anuário de Competitividade Mundial do World Competitiveness Center, no qual ocupamos o desconfortável 57º lugar, dentre 64 nações.

*Fernando Valente Pimentel é o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

da redação com imagens: foto/divulgação

ABVTEX

worldfashion • 24/05/22, 11:03

download3Fundada em 1999, a Associação Brasileira do Varejo Têxtil (ABVTEX), é a entidade que congrega as mais representativas redes nacionais e internacionais de varejo de moda, que comercializam itens de vestuário, calçados, acessórios de moda, além de artigos têxteis para o lar. O propósito da ABVTEX é de promover a sustentabilidade da moda, tornando-a mais acessível a partir do desenvolvimento de uma cadeia produtiva ética, responsável, inovadora, competitiva e transparente.

A ABVTEX (Associação Brasileira do Varejo Têxtil), mantém desde 2010 um programa de desenvolvimento e monitoramento de fornecedores que é considerado o maior esforço setorial da cadeia de valor da moda no Brasil e na América Latina, em prol da responsabilidade social, do compliance e na promoção do trabalho digno, combatendo o uso de trabalho análogo ao escravo, infantil e estrangeiro irregular.

abvtex_beneficios_programa-1024x606No mês em que é celebrado internacionalmente o Dia do Trabalhador, o Programa ABVTEX alcançou um resultado bastante expressivo em sua trajetória, foram registrados o total de 391.052 trabalhadores diretos da produção de vestuário, calçados e acessórios, que são impactados positivamente com seus direitos garantidos e condições dignas de trabalho.

angela-bozzon-1Estes quase 400 mil trabalhadores beneficiados pelo Programa são oriundos das 3.715 empresas fornecedoras aprovadas, localizadas em 635 munícipios, em 17 estados brasileiros.

Entre as iniciativas da associação, a Cartilha do Programa ABVTEX, apresenta de forma didática e ilustrada o que é o Programa e a forma de adesão, veja no link: https://www.abvtex.org.br/sobre-o-programao

“O objetivo é tornar o Programa mais conhecido e ampliar a adesão de empresas que ainda não fazem parte deste grande movimento da sustentabilidade na moda para se beneficiarem das oportunidades de crescimento que o Programa proporciona, além de promover a concorrência leal no setor”, explica Angela Bozzon, gerente do Programa ABVTEX.

da redação com informações da ADS Comunicação Corporativa  imagens: fotos/divulgação

ARTIGO

worldfashion • 23/05/22, 09:57

Brasil precisa da indústria para impulsionar o desenvolvimento

Fernando Valente Pimentel*

Neste Dia da Indústria, 25 de maio, cabe refletir sobre a premência do fomento do setor para a retomada do crescimento econômico em níveis expressivos e o aumento da competitividade do Brasil no cenário global. Tal objetivo é ainda mais relevante se considerarmos que, a partir das rápidas transformações suscitadas pela pandemia, com restrições da oferta de produtos e insumos, há um claro reposicionamento da manufatura como base da recuperação econômica e das disputas comerciais.

Muitas nações desenvolvidas estão procurando repatriar fábricas ou levá-las para mais perto de seu território, numa nova ordem mundial na qual reduzir dependências, inclusive na logística e no transporte, torna-se diferencial estratégico. Essas tendências podem ser ainda mais acentuadas na esteira do conflito entre Rússia e Ucrânia, que tem forte potencial para redesenhar parcela significativa da estrutura global de poder e de fornecimento nas distintas cadeias de valores.

Portanto, o Brasil, sem demoras, precisa de uma política industrial moderna, eficaz e alinhada às mais contemporâneas tendências. É preciso pensar estrategicamente e estabelecer fortes mecanismos de planejamento e controle. Hoje, a indústria de transformação representa apenas 11,3% do PIB nacional, tendo retornado ao patamar dos anos de 1950. O País passou a experimentar crescimento muito aquém do seu potencial quando o setor reduziu sua expansão. Não deve ser mera coincidência…

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Observando a história mais recente, o que tivemos até agora à guisa de política industrial foram, a rigor, medidas compensatórias ao ambiente de negócios predominantemente desfavorável. São elevados impostos, ondas de juros altos e falta de crédito, câmbio muito volátil, insegurança jurídica e todos os conhecidos componentes do “Custo Brasil”. O resultado é visível no crescimento de apenas 0,3% por ano, em média, de 2011 a 2020. Empobrecemos em valores absolutos e, mais ainda, na proporção relativa à expansão demográfica.

Precisamos, portanto, de uma política industrial com planejamento e previsibilidade, ancorada em P&D e que contemple linhas especiais de crédito, incentivos à produção conforme vocações regionais e mercadológicas e regime tributário incentivador aos investimentos voltados à inovação, incluindo os bens de capital. Cumpre ao governo, em parceria com o setor privado, fomentar a pesquisa e ciência nas universidades e institutos públicos, remover obstáculos burocráticos e promover incentivos nas áreas nas quais haja vantagens competitivas ou interesse estratégico, principalmente na agenda que envolva a bioeconomia. É essencial, ainda, realizar as reformas estruturantes, principalmente a tributária e a administrativa, para melhorar a estrutura do setor público e proporcionar melhor ambiente de negócios.

O programa de fomento setorial, que não deve ser um plano de governo, mas sim de Estado, também precisa estar em linha com as novas tecnologias e as demandas da sociedade, investidores e consumidores. Ou seja, já é necessário contemplar uma política que insira o setor na chamada Manufatura Avançada, permeada pela digitalização da economia, inteligência artificial, internet das coisas, impressão 3 D, robotização e o conceito de ESG (do inglês Environmental, Social and Governance / Meio Ambiente, Social e Governança Corporativa). Alta tecnologia e responsabilidade socioambiental são as novas marcas do fomento da indústria.

Além das políticas públicas, cabe a cada ramo manufatureiro buscar seus caminhos para avançar nessa direção, como tem feito a indústria têxtil e de confecção, que se pauta por um conteúdo de planejamento estratégico intitulado “Têxtil 2030”, em linha com os Objetivos de Desenvolvimento (ODS) e com inovação, P&D. O setor tem sido uma referência como provedor e usuário de tecnologias, design e gerador de conhecimento. Sua cadeia de valor no Brasil, uma das poucas que integra todos os elos da produção, desde as fibras naturais, artificiais e sintéticas até a fabricação dos produtos finais, é uma das cinco maiores do mundo nessa área de atividade.

Todos os setores são importantes e precisam ser estimulados para conduzir o País a um novo patamar de desenvolvimento. Porém, a indústria tem papel estratégico, pois é provedora de tecnologia e inovação, gera empregos de modo intensivo e de qualidade e produz bens e mercadorias de alto valor agregado, inclusive para incrementar nossas exportações. Assim, cabe uma política adequada para que a atividade seja uma das protagonistas de um Brasil mais próspero e socialmente avançado.

*Fernando Valente Pimentel é o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

CONFECÇÕES

worldfashion • 20/05/22, 11:33

O vestuário para os próximos meses mais frio do ano, da lingerie passando pelo homewear ao streetwear, propõem peças mais quentes prezando sempre o conforto com modelagens e materiais, que proponha uma moda consciente e gentil com o planeta.

CALZEDONIA / INTIMISSIMI

homewear-caros-1080x1080-02cNo últimos dois anos da pandemia, com grande parte das pessoas passando mais tempo em casa, ou seja em home office ou em sistema híbrido de trabalho, a busca pelo vestuário mais casual, mas ainda com detalhes atraentes, se tornaram item obrigatório no guarda-roupa de qualquer mulher.

Com a entrada da temporada de outono/inverno, materiais térmicos e confortáveis também ganham atenção. Assim a marca italiana de legwear, Calzedonia, expandiu sua sessão de homewear com foco no conforto e na proteção fashionista contra o frio.

Calças joggers estilosas e confortáveis são complementadas por um amplo leque de leggings de cashmere, ou tecidos térmicos, disponíveis nos tamanhos P ao GG. Essa peça confortável e feminina fica perfeita estilizada com um maxi cardigan de tricô, ou um moletom esportivo.  As leggings de tecido térmico com amarração na cintura, serão a estrela de qualquer look e tornar até as peças mais confortáveis em roupas extremamente sofisticadas.  Para que o conforto seja dos pés à cabeça, a Calzedonia também apresenta meias com cashmere e lã nas mais diversas estampas e alturas, perfeitas para combater o friozinho do inverno.

4-60x30Já a Intimissimi apresenta uma seleção especial de peças sofisticadas e confortáveis, da marca reconhecida pela confecção italiana de alta qualidade, seleciona uma série com blusas básicas e confortáveis para o dia a dia dentro e fora de casa. A suavidade da lã se mistura com a delicadeza da seda para criar uma gama de malhas moderna e dinâmica na coleção Wool & Silk. Já na linha Ultralight com Cashmere, combina leveza e maciez nas peças com um caimento perfeito e detalhem em renda, gola alta ou canoa.

SOBRE A CALZEDONIA - É a marca histórica que dá o nome ao Grupo, representando a essência do patrimônio da empresa. Desde 1986, cada uma de suas coleções moldou as últimas tendências em meias e trajes de banho para mulheres, homens e crianças, unindo qualidade de confecção com estilo e preços acessíveis. Hoje a marca está presente em 43 países com mais de 2.000 lojas, das quais 600 estão na Itália e 15 no Brasil. Durante os primeiros 30 anos de sua história, a Calzedonia afirmou seus valores em uma indústria complexa que vive em constante mudança, satisfazendo as exigências do público e oferecendo um estilo que é sempre original e no qual o acessório é o protagonista incontestável.

SOBRE A INTIMISSIMI - Fundada em 1996, a Intimissimi faz parte do tradicional grupo Calzedonia, com sede em Verona, Itália, e, desde sua criação é líder no mercado europeu de lingerie. Famosa pela alta qualidade de sua matéria prima e expertise em modelagem, a Intimissimi segue um estilo clássico, romântico e elegante, que conquistou milhares de fãs ao redor do mundo. Chegou ao Brasil em 2012 e de lá para cá não para de crescer. Atualmente, a Intimissimi está presente em 46 países, em mais de 1460 pontos de venda, sendo 83 deles no Brasil.

da redação com Informações da Suporte Comunicação Imagens: fotos/divulgalção

MYBASIC

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Marca paulistana de básicos femininos, apresenta linha de roupas “Raízes” para o segundo semestre de 2022. Com a volta das baixas temperaturas e a frente fria, repensar no guarda-roupa será invitável, assim a MyBasic propostõe peças invernais, com design autoral e sustentáveis, na nova coleção intitulada “Raízes”, é uma homenagem a todas as heranças da marca, revistando as modelagens atemporais e repaginando para a nova estação.

mybasic-inverno-0030A proposta é o conforto e praticidade para a estação. Entre as novidades que serão apresentadas pela marca paulistana de básicos femininos estão quimonos, casacos, cardigans e uma seleção de peças atemporais feitas para durarem diferentes estações.

Intrínseco ao DNA da marca, a prioridade foi seguir com tecidos naturais e modelagens confortáveis para continuar oferecendo peças de roupa numa base para todos os estilos, vestindo bem os diferentes corpos e idades. São chemises em linho, tecidos especiais como o mix do linho com modal e algodão. As peças aparecem mais estruturadas e sofisticadas.

As apostas da coleção são as jaquetas e casacos estruturados feitos em lã, com design minimalista. Também estão presentes tricots e algodão em quimonos e cardigans listrados.

SOBRE A MYBASIC: A marca vem há 10 anos se reinventando e possui muitos objetivos, dentre eles criar uma identidade que não impusesse padrão às mulheres. A ideia é ter liberdade para se vestir como se quer, com seu próprio estilo, a partir de peças com design atemporal, tecidos de alta qualidade e preços justos. Outro objetivo, talvez até maior, intangível e de longo alcance: impactar positivamente uma indústria, que está entre as mais poluentes do mundo. Com posicionamento consistente e efetivo de inclusão racial, social e econômica em toda a sua cadeia produtiva e de comunicação, a MyBasic após cerca de dois anos de auditoria e acompanhamentos rigorosos, recebe a certificação do Sistema B, que é o articulador na América Latina do movimento global de Empresas B, que trabalha para a construção de um sistema econômico mais inclusivo, equitativo e regenerativo para as pessoas e planeta. Com isso a marca paulistana de básicos sustentáveis passa a fazer parte do grupo global de 4.384 empresas em todo o mundo certificadas pelo B, sendo 233 empresas no Brasil, cuidadosamente selecionadas por um comitê gestor e consultivo.

da redação com informações da Bossa 360°     imagens: fotos/divulgação de Thais Vandanezi.

NOAGE

1-noage-29011A coleção Sound of Blindness da marca, foi desenvolvida dentro do contexto histórico que vivemos, momentos globais desafiadores e que ninguém imaginava ser possível em pleno século XXI, a coleção expressa tudo isso de forma irreverente e otimista, afinal o momento também destaca a importância de cidades mais sustentáveis e uma nova economia, com horários flexíveis, trabalho remoto e foco em qualidade de vida e bem-estar.

A coleção é composta por peças oversized (característica da marca), bolsos utilitários e assimétricos, modelagens mais clean e funcionais, costuras aparentes, recortes e mix de cores na mesma peça (bem na trend Color Block), uma leve pegada de alfaiataria mixada com a modelagem street de forma moderna e totalmente comfy (conforto continua sendo importante nesse momento de retomada de atividades externas).

A cartela de cores vai do preto ao rosa, passando por verde-oliva, amarelo-queimado, verde-água, com pitadas de cores vibrantes como laranja e verde-néon. Cores suaves e néon se misturam e contrastam.

photo-2022-05-18-15-54-49Nas estampas destaque para fontes mais pesadas e ao mesmo intimistas evidenciando o olhar de dentro para fora. Os alienígenas que já estavam presentes na coleção de verão, agora fazem a festa na melhor vibe de ficção científica em uma linha: Bora Fugir para Marte, Baby?

SOBRE A NOAGE - A empresa foi fundada em 2018 pelo empreendedor Cláudio Gaibina, que acredita nas empresas com capacidade de impactar pessoas e comunidades. E a moda é um meio importante de conexão e expressão pessoal e/ou em grupo, por isso, criou a NoAge. Uma marca urban street voltada para pessoas de espírito jovem independente da idade cronológica, pessoas com personalidade própria que escolhem suas roupas para expressar quem são sem rótulos de idade ou de estilo.

da redação com informações da Suzana Comunica Imagens: fotos/divulgação

ZSOLT [fala “Zou-ti”]

A empresa propõe uma moda mais consciente e gentil com o planeta, que valoriza os processos manuais. Suas peças são fruto de extensa pesquisa no uso dos tecidos e no tingimento manual. Os retalhos destes tecidos também são transformados em matéria-prima, numa trama que reutiliza cada um deles para produção de novos produtos, sem geração de resíduos têxteis ou uso excessivo da água.

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“Com o descarte de roupas há o aumento da emissão de gases e do efeito estufa; tem a liberação de microfibras sintéticas nos oceanos, sem contar a poluição do solo a partir do uso de pesticidas no plantio de fibras naturais”, resume Bruno Schott, sócio da marca.

A moda, com razão, vem sendo retratada como a grande vilã a partir das questões climáticas. Apesar da indústria têxtil movimentar cerca de US$ 2,4 trilhões e empregar mais de 75 milhões de pessoas, por outro lado, 6 a 9 trilhões de água por ano são usadas apenas para o tingimento de tecidos, praticamente ¾ de toda água utilizada não conseguem ser reutilizados.

image010Neste momento, não bastam discursos bonitos. A atualidade pede ações urgentes por causa do clima: chuvas intensas, secas, calor extremo. Em boa hora, surge um movimento mundial que combina moda e sustentabilidade, do qual a Zsolt faz parte, que tem como objetivo claro de contribuir com o desenvolvimento socioeconômico, alinhado com as questões climáticas.

Para Thatiana Schott, cocriadora da marca, cada recurso da natureza economizado conta. “O princípio da Zsolt parte da transformação do que poderia ser resíduo têxtil em aterros ou incinerado em peças de design sustentável, de aspecto atemporal e durável. As peças da marca são tingidas artesanalmente e secas ao sol, sem consumo de energia”. De acordo com consulta feita ao Sebrae, este processo causa um menor impacto do que os produtos que utilizamos em nossa higiene diária, como pastas de dentes, sabonetes e outros,

foto-bruno-e-thatiana-creditos-patricia-ikedaBaseado no conceito japonês wabi-sabi (”quietude” e “simplicidade”), relacionado às doutrinas do Zen budismo de viver uma vida despojada e desapegada, a marca carioca de moda sustentável dedicou mais de 10 anos à pesquisa dos processos de tingimento artesanal e aplica diversas técnicas e formas no desenvolvimento de sua estamparia: “O handmade stamping, processo de estamparia íntima, feita uma a uma, de forma manual e extremamente artesanal, revela essa investigação sobre formas e seu impacto sobre a maleabilidade da malharia de algodão, sem perder de vista o conforto e a usabilidade”, dizem os sócios (à direita/foto de Patricia Ikeda)

O resultado são peças – femininas, masculinas e “roupas de casa” – com aspecto natural e estampadas manualmente, reforçando seu caráter atemporal e uma alternativa para a falsa necessidade de trocar o guarda-roupa a cada estação: produzir roupas que durem mais. Peças carregadas de significados, algumas com a herança de outras tramas que iriam ser descartadas e se juntam para formar um novo tecido, um novo uso.

image0081“Trabalhamos com fios de algodão de origem certificada, produzidos no Brasil, e seguimos todas as orientações ambientais, de segurança e trabalhistas: tingimentos de origem certificada colourtex, que garante o cumprimento de rigorosa legislação ambiental vigente no Brasil, uso de amaciantes especiais à base de castanha do Pará e livres de silicone – que pode ser solicitado pelo cliente –, fazemos parte do Sou de Algodão, e convidamos nossos a também aderir ao movimento”, diz Bruno, que completa: “Temos orgulho de trabalhar de forma humana e responsável com matéria prima  e mão de obra 100% brasileiras, sempre procurando cada vez mais ficar o mais próximo do ideal.”

Durante a pandemia, pela impossibilidade da venda em pontos físicos, a Zsolt partiu para o amadurecimento do comércio digital e agora retoma, com força total, seus espaços de experiência para os consumidores: nova loja em Ipanema, Rio de Janeiro.

SOBRE A ZSOLT - A marca nasceu em 2014, com investimento inicial de 6 mil reais, tem uma produção média de 200 peças por mês, com 7 empregos diretos e 6 indiretos. A preocupação com o meio ambiente fez com que a Zsolt questionasse o destino dos seus resíduos têxteis.  Assim nasceu a linha Patchwork que dá destino e transforma retalhos de tecidos, sobras das peças anteriores, em matéria-prima em vez de deixar que sigam para aterros ou para a incineração. Criando assim uma nova peça. Não desenvolvem coleções, pois as peças são atemporais e não datadas. O  tingimento artesanal são com pigmentação química, devido a bom manejo do produto e baixa escala, sendo assim o impacto é muito pequeno. Sobre equidade de gênero, buscam sempre representatividade, seja na direção criativa, modelos e criação de imagem. A equação da moda para Zsolt: ação + compromisso x ideias novas - desperdício = futuro positivo para você e para o mundo.

da redação com informações da Vicente Negrão Assessoria  Imagens: fotos/divulgação

TÊNIS

worldfashion • 16/05/22, 16:28

É o calçado eleito por 9 entre dez consumidores, assim os desenvolvimentos somados à tecnologia, abrem multiplas possibilidades para atender a todos, desde os pés das crianças ao uso utilitário para as práticas esportivas e como complemento de life style.

BIBI

cfef03745a9f86472799b476b1a9e194A empresa busca inspirações e investe em tecnologias inovadoras para trazer aos seus produtos elementos que estimulem a criatividade e a ludicidade às crianças. Há mais de 70 anos no mercado calçadista, a marca carrega em seu DNA a preocupação de oferecer aos pequenos de 0 a 9 anos calçados e acessórios ligados às tendências globais e lança o Bibi Lumi, um produto que brilha no escuro e que conta com uma lanterna de luz negra, que quando acionada e em contato com a sola e estampa do calçado, gera com a luminosidade uma surpresa, estimulando as brincadeiras e o imaginário dos pequenos.

11Para deixar mais dinâmico, a lanterna do Bibi Lumi também conta com a opção de luz branca, permitindo às crianças desbravar e criar diferentes aventuras dentro e fora de casa. O calçado une o conforto, segurança e praticidade, além de proporcionar momento de diversão e muita brincadeira, em que o pequeno pode criar um universo onde é o personagem principal da história. É importante ressaltar que, sempre preocupada com a saúde e segurança das crianças, o projeto do Bibi Lumi só foi possível por meio de pesquisas com objetivo de encontrar uma tecnologia que proporcionasse toda a diversão de brilhar no escuro sem causar nenhum mal aos pequenos, sendo 100% segura.

22São duas opções de modelos, com o solado roller, um clássico da marca criado para acompanhar os movimentos dos pezinhos e a palmilha FisioFlex, que proporciona um desenvolvimento natural, saudável e promover o bem-estar do público infantil.

Para as meninas, o Bibi Lumi chega com o fundo rosa, explorando a temática do espaço, com desenhos de corações, e estrelas, unindo estilo e aventura. Já para os meninos, o novo produto também brinca com o universo intergaláctico, espaçonaves, planetas, extraterrestres e traz um fundo mais escuro para representar o espaço.

camila-kohlrausch“Nosso objetivo com o calçado foi estimular as crianças a brincarem juntas, assim gerando boas lembranças durante a infância. Com a proposta de brilhar no escuro, a diversão é garantida. O solado permite criar desenhos com o acionamento da luz negra, que também tem interação com a estampa. Isso permite que a criança brinque, crie história e viva aventuras, estimulando criatividade em diferentes momentos”, comenta a diretora de Marca e Varejo da Calçados Bibi, Camila Kohlrausch.

Sobre a Calçados Bibi

Empresa fundada em 1949 é referência no mercado de calçados infantis, e visa o incentivo às práticas sustentáveis, o estímulo ao desenvolvimento saudável das gerações futuras, e o cumprimento das suas responsabilidades sociais para a construção de um mundo melhor. Com fábricas em Parobé (RS) e em Cruz das Almas (BA), produz mais de 2 milhões de pares ao ano. Presente em mais de 70 países nos cinco continentes, no Brasil está em mais de 3.500 mil pontos de venda multimarcas, além do e-commerce e de uma rede de franquias com mais de 140 lojas. A empresa é a primeira calçadista certificada pelo Selo Diamante de Sustentabilidade, que atesta o compromisso com as iniciativas nos processos industriais, bem como o desenvolvimento de ações em sintonia com os pilares estabelecidos pelo programa de Origem Sustentável: Ambiental, Econômico e Social.

da redação com informações da DFREIRE Comunicação e Negócios   imagens: fotos/divulgação

ON RUNNING

6199026-cloudmonster-ss22-acai_lavender-w-kvA marca suíça, lançou o seu mais novo modelo de tênis, o Cloudmonster, foi projetada para oferecer mais conforto em corridas longas, com máximo amortecimento. Para isso, o produto conta com os maiores elementos da tecnologia CloudTec já feitos, com uma sola que amortece o pé na aterrissagem e permite impulsos poderosos.

Com esta tecnologia criada pela On, que é mundialmente conhecida por produzir tênis mais leves e que se adaptam à pisada de cada um, o Cloudmonster aposta em máximo amortecimento, em conjunto com a super espuma Helion™ e uma Speedboard em polipropileno para decolagens explosivas. O modelo foi desenvolvido para incentivar novos corredores e também agradar aos atletas mais experientes, que gostam de leveza e design, mas não abrem mão da velocidade.

fabiana-de-oliveira“Agora o público brasileiro vai poder acompanhar as novidades que lançamos no mundo todo simultaneamente. O Cloudmonster é o mais recente tênis da marca, muito versátil e cheio de estilo. É indicado para rodagem, recover ou treinos diários”, comenta Fabiana de Oliveira, head de marketing da On no Brasil.

O novo calçado está disponível em todos os pontos de venda da On Running no Brasil e pelo site da marca, com opções nas cores açaí/lavender, açaí/aloe, glacier/meadow e frost/surf.

Sobre a On Running

Com o objetivo de revolucionar a sensação de correr, a On foi criada em 2010, na Suíça pelo ex-atleta profissional Oliver Bernhard e seus amigos David Allemann e Caspar Coppett. Atualmente, todas as linhas da marca contam com a tecnologia Cloud, fazendo com que sejam mais leves e se adaptem à pisada de cada um.

da redação com informações da Agência Lema    Imagens: fotos/divulgação

PUMA

12A empresa acaba de anunciar Larissa Manoela como sua nova embaixadora no Brasil. A atriz e a marca alemã comunicaram a parceria na nova capa de maio da revista de moda, Harper’s Bazaar. Larissa estreia como a nova cara da categoria de Women’s Training da marca ao lado de Isis Valverde.

“É uma honra poder fazer parte do time de embaixadoras da PUMA, ao lado de tantas mulheres fortes e inspiradoras que eu admiro. Estar com uma marca que eleva as mulheres e as encoraja a serem o que elas são, por meio da campanha #SheMovesUs, é motivo de muito orgulho para mim. Para mim, praticar algum esporte, seja ele Yoga ou até musculação, vai muito além do estético, é autocuidado, bem-estar. Estou muito feliz com essa parceria e de representar a categoria Women’s Training, espero poder incentivar muitas mulheres a se moverem comigo!”, compartilha Larissa Manoela.

A atriz se une ao time de embaixadoras da PUMA que conta com nomes como a atriz Bruna Marquezine, a cantora Malia, a skatista olímpica Isadora Pacheco, as jogadoras da seleção brasileira Ludmila Silva, Barbara Barbosa, Gabi Nunes, Tamires Britto e o elenco feminino do Palmeiras. O time de embaixadoras global conta com nomes como Dua Lipa, Winnie Harlow, Cara Delevingne, Danna Paola, Dixie D’Amelio, Molly Seidel, Nikita Parris e outras atletas e celebridades.

fabio-kadow“Queremos nos conectar com todas as mulheres, de todas as idades, a fim de levar a mensagem de #SheMovesUs para elas, incentivando-as e inspirando-as a cuidar se si e a praticar algum esporte para seu bem-estar. Ter alguém como a Larissa agregando ao nosso time, uma artista completa, que tem atitudes e valores que vão de acordo com os nossos é de imenso orgulho para a PUMA.”, divide Fábio Kadow, diretor de Marketing da PUMA Brasil.

#SheMovesUs é uma plataforma de comunicação em que a marca alemã busca motivar as mulheres a se moverem juntas para alcançar seus objetivos por meio do esporte, da cultura e de seus próprios valores.

Sobre a PUMA

A empresa é uma das principais marcas esportivas do mundo que projeta, desenvolve, vende e comercializa calçados, vestuário e acessórios. Há mais de 70 anos, a PUMA impulsiona o esporte e a cultura, criando produtos para os atletas mais rápidos do mundo. Os produtos trazem performance e esporte inspirados no lifestyle de categorias como Futebol, Running e Training, Basquete, Golfe e Motorsport. A PUMA colabora com designers e marcas renomadas, trazendo influências esportivas para a cultura de rua e moda. O grupo PUMA possui as marcas PUMA, Cobra Golf e Dobotex. A empresa distribui seus produtos em mais de 120 países, emprega mais de 14 mil funcionários em todo o mundo e está sediada na cidade de Herzogenaurach, Alemanha.

da redação com informações da Brain A/G     Imagens: fotos/divulgação

UNDER ARMOUR

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Para os amantes de basquete, acaba de chegar por aqui a nova cor do tênis criado pelo astro das quadras, Stephen Curry. Esta é a terceira cor apresentada deste modelo, que faz parte da Curry Brand, linha assinada pelo jogador.

A cor da vez é a “Talking Trash”, em tons de cinza com detalhes em verde. O nome é inspirado na gíria “Trash Talk”, que é usada quando um jogador fica mexendo com o time adversário no meio da partida. A coleção é inspirada no clássico programa Sesame Street.

under-armour_-curry-9_-talking-trash_r-109999-5Como um tênis de basquete profissional, o Curry Flow 9 possui duas tecnologias principais: UA Flow, uma sola feita sem borracha que deixa o tênis mais leve e aderente. E a UA Warp, que reveste o tênis inteiro e ajuda na leveza e firmeza da pegada. As duas tecnologias trabalham em conjunto com tiras de suporte que prendem o pé na sola intermediária do UA Flow, permitindo o movimento natural.

A coleção é dividida em seis cores e traz o espírito dos icônicos Muppets da Sesame Street para a quadra de basquete, celebradas com marcações exclusivas na língua do calçado. Stephen Curry, pai de três filhos todos com menos de 9 anos, sabe que a parceria com a Sesame Workshop, organização educacional sem fins lucrativos por trás da Sesame Street seria uma extensão natural de seus esforços recentes para inspirar jovens atletas.

stephen-curry“A Curry Brand e a Sesame Street pregam a mesma mensagem. Trata-se de apoiar todas as crianças, especialmente aquelas de comunidades carentes que procuram uma oportunidade de fazer o seu melhor”, diz Curry, três vezes campeão da NBA, duas vezes MVP da liga e que está prestes a se tornar o maior cestinha de bolas de três da história.

Escolhido para a collab, o programa sempre foi um modelo de inclusão em suas histórias e um elenco diversificado de Muppets, humanos e estrelas convidadas. A conexão pessoal de Curry com a Sesame Street vai além da paternidade: o atleta fez uma aparição no programa ao lado de sua esposa, Ayesha, para ensinar as crianças sobre a importância de compartilhar e comer um café da manhã saudável.

Sobre a Under Armour, Inc.

A empresa está sediada em Baltimore, Maryland, é uma marca global, referência em inovação e criação de vestuário, calçados e acessórios voltados para o esporte. Projetados para tornar todos os atletas melhores, os produtos inovadores da marca são vendidos em todo o mundo para consumidores com estilos de vida ativos.

da redação com informações da Cíntia Banús PR & Mkt  Imagens: fotos/divulgação

IDENTIDADE DIGITAL

worldfashion • 13/05/22, 10:25

images-1Como nos identificaremos no futuro?

Por: Lincoln Ando (*) CEO e Fundador da idwall

No “mundo real”, muitos de nós já temos uma identidade. Somos uma pessoa com nome, carteira de identidade, talvez também uma carteira de motorista ou uma conta bancária - o número de brasileiros bancarizados chegou a 182,2 milhões em dezembro de 2021. Mas quando vamos para o mundo online, nossa identidade se torna mais flexível. Você pode criar diferentes emails no seu nome, por exemplo, sem grandes burocracias. Mas tal liberdade tem um custo – é difícil comprovar uma identidade digitalmente, e muitas das abordagens atuais (e-mail + senha + código PIN SMS) apenas adicionam complexidade para o usuário, sem realmente resolver o maior problema – quais dessas identidades podem ser confiáveis?

E esse é outro ponto: a confiança é essencial em nossas atividades diárias. Online, a confiança se torna ainda mais importante porque é muito mais fácil criar identidades falsas e muito mais difícil saber em quem se pode confiar.

Em primeiro lugar, é preciso reconhecer que o atual paradigma de identidade é falho. Não é porque ele funcionou para nós por décadas, que funcionará indefinidamente. Os cidadãos brasileiros recebem muitos documentos diferentes - e cada estado emite seu próprio documento de identificação. Dessa forma, uma única pessoa pode ter diferentes documentos de identidade em diferentes locais, uma vez que esses dados não conversam.

Já a CNH e o CPF, por exemplo, apesar de serem documentos com números de identificação, não se destinam a identificar civilmente as pessoas, apenas garantem que as pessoas terão acesso a benefícios ou exercem certas funções, como dirigir. Além disso, como os bancos de dados não são unificados, é mais difícil e leva mais tempo para cruzar os dados para confirmar se a pessoa é quem afirma ser sempre que ela precisa acessar um serviço, como abrir uma conta em um banco ou alugar um carro. Este cenário complexo e descentralizado cria muitos problemas para governos e cidadãos.

images-21Nesse sentido, cada vez mais o nosso dia a dia se tornou online e é preciso que as tecnologias acompanhem essas mudanças. E essa tecnologia precisa ser construída com base no princípio de que, uma vez estabelecida a confiança em uma identidade, essa identidade deve ser reutilizável - permitindo que a confiança seja transferida entre empresas e acumulada ao longo do tempo.

Adotar essa abordagem beneficia a todos. A frustração do consumidor é reduzida - eles podem carregar sua identidade com eles em ecossistemas digitais, em vez de começar do zero a cada nova transação. As empresas também desfrutam desses benefícios, além de muito outros - uma abordagem reutilizável da identidade permite que elas acelerem seus processos com confiança - impulsionados por um processo de integração mais rápido e um compartilhamento de informações quando se trata de combater a fraude.

E esses benefícios também não existem isoladamente - eles também ajudam a criar confiança entre o cliente e a empresa. E ao tornar essa confiança transferível, significa que a construção da confiança não começa do zero todas as vezes - impulsionando o crescimento, melhorando a satisfação do cliente e criando uma economia digital mais inclusiva para todos.

Para além disso, a identidade digital faz parte de um tendência global relacionado à criação de uma sociedade verdadeiramente digital – sendo o principal case o projeto Aadhaar, identidade digital nacional indiana implementado na Índia em 2010.

O avanço da tecnologia está cada vez mais conectado ao ambiente urbano e global, trazendo consistência, segurança e inovações para a relação entre as comunidades, as autoridades públicas e cada indivíduo. Além disso, uma sociedade digital abre novos caminhos para melhorias e criação de novos produtos e serviços, tornando a vida do seu cliente mais eficiente no dia a dia.

historia-idwall1Por isso, a identidade digital é parte fundamental de como os indivíduos conectam cada âmbito de suas vidas, criando oportunidades únicas para a criatividade e a disrupção.

Governos e Identidades Digitais: Como smartphones, wifi ou computação em nuvem, a identidade digital está seguindo a mesma trajetória de crescimento em direção à adoção em massa. Daqui a cinco anos, muitos mais de nós usaremos canais digitais para verificar nossa identidade diariamente. E as ferramentas de tecnologia necessárias para catalisar o futuro deste setor já estão disponíveis. A Estônia, garota-propaganda para a adoção em massa da identificação digital, vem usando esse sistema há décadas.

Nesse sentido, acessar os serviços do governo provavelmente será essencial nessa construção. Em 2020, a Austrália anunciou que a identidade digital será o foco principal de seu pacote de orçamento de tecnologia de US$ 800 milhões. O objetivo é ajudar a simplificar e reduzir o custo de interação com os serviços públicos.

A definição de padrões para a identidade também ajuda a superar o risco de fragmentação do mercado à medida que as Identidades digitais se tornam mais difundidas na sociedade. Com padrões centralizados, o governo pode estabelecer um requisito de interoperabilidade, enquanto ainda permite que as empresas ofereçam diferenciação competitiva na qualidade do serviço prestado.

Na Estônia, embora seja um país muito menor com uma forte estratégia de digitalização, eles têm um cartão de identificação físico, um cartão SIM e um aplicativo, todos vinculados a uma identidade digital única que é alimentada por blockchain há vários anos, os benefícios dos quais são amplamente experimentados em toda a sociedade.

download2Segundo Toomas Hendrik Ilves, presidente do país entre 2006 e 2016, a digitalização dos serviços públicos reduziu a burocracia e deixou os cidadãos mais felizes. Mas não só. O impacto econômico foi significativo. Ele afirma que o país conseguiu poupar 2% do PIB graças à digitalização.

Isso também trás desenvolvimentos mais amplos no que tange a regulamentação de dados. O objetivo principal é aumentar o nível de confiança dos indivíduos sobre como seus dados serão usados e incentivar um maior compartilhamento desses dados. Essa forma de identificação digital tem privacidade por design e empoderamento do cidadão em seu núcleo.

Ainda nesse sentido, com as mudanças relacionadas ao Open Banking e a LGPD, por outro lado, dentro de alguns anos, empresas e governos podem não ter mais domínio sobre identidades digitais; o poder, em vez disso, terá mudado para pertencer aos próprios indivíduos. E essas pessoas poderão definir, gerenciar, compartilhar e retirar partes específicas de sua identidade com as organizações, levando em consideração suas necessidades.

images-3E como fica a identidade digital no Metaverso? A aposta do Facebook no “metaverso” mudando seu nome para Meta no ano passado vem despertando o interesse de pessoas e empresas para se prepararem para o novo universo virtual proposto por Mark Zuckerberg. E nesse sentido, como toda novidade tecnológica temos uma preocupação com a segurança digital dos usuários. Que perigos esse universo trás e como se proteger nesse novo ambiente?

Envolvendo uma ampla gama de tecnologias, incluindo realidade aumentada, blockchain, 5G e inteligência artificial, o conceito de metaverso se expande quase diariamente. À medida que mais e mais novas pessoas habitam esses mundos virtuais, verificar a identidade dos alter-egos virtuais se tornará essencial.

lincoln-andoNesse sentido, o vazamento de dados adquire uma dimensão muito maior. Por isso é essencial entender como as ferramentas disponíveis podem ajudar usuários a se proteger quando estiverem usando suas identidades digitais e aumentar as relações de confiança dentro da plataforma.

Sem uma solução de identidade adaptada aos requisitos da próxima geração do metaverso, será impossível garantir que os avatares sejam realmente quem dizem ser. Para grandes empresas, celebridades e empresários, os imitadores podem ser altamente prejudiciais para suas marcas e abrir as portas para golpistas.

Por isso, à medida que as poderosas possibilidades do mundo virtual continuam a se desdobrar, fica claro que um vínculo tangível com o mundo real será vital para a segurança. Para que o metaverso cumpra seu imenso potencial, sem ameaçar a segurança e o controle de seus usuários, ele precisa ser construído com a identidade digital em mente.

(*) Sobre Lincoln Ando: Selecionado como um dos jovens mais inovadores do mundo na lista Innovators Under 35 do MIT e nomeado Forbes 30 under 30 pela Forbes Brasil, Lincoln Ando é formado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pela Unicamp, com especialização internacional em segurança computacional pelo INFOSEC (EUA, Washington) e MBA executivo em Harvard. Lincoln também faz parte do Forbes Technology Council e escreve mensalmente para a Forbes Council. Empreendedor desde os 20 anos, Lincoln iniciou sua carreira trabalhando no primeiro banco digital do Brasil. Desde 2016, ele é fundador e CEO da idwall, uma das RegTechs que mais crescem na América Latina. Em cinco anos, a idwall já recebeu mais de R$ 260 milhões em investimentos e foi certificada pela lista brasileira de Great Places to Work.

da redação com informações da SMARTPR  imagens: fotos/divulgação

Great Place to Work

worldfashion • 12/05/22, 13:00

fc6ecf55245c8b5190e406299a0e1e62Criado em 1980, o Great Place to Work, é uma consultoria global americana, que atua hoje em 109 países e se tornou referência por sua certificação e ranking de melhores práticas no ambiente de trabalho ao redor do mundo, e o Grupo Kyly, detentor da marca Milon (*), foi certificado como um excelente local para trabalhar segundo o ranking GPTW. E também conquistou o reconhecimento máximo por meio do Selo Ouro da ABVTEX (Associação Brasileira do Varejo Têxtil), por assegurar a responsabilidade socioambiental e condições de trabalho dignas. Ao todo, foram auditados 173 itens em diversas categorias, elevando o nível da empresa para ouro.

claudinei-martins-grupo-kyly“Um excelente lugar para trabalhar é feito por pessoas. Poder receber o certificado da GPTW, uma consultoria global que apoia organizações para que obtenham os melhores resultados por meio de uma cultura de confiança, alto desempenho e inovação é um marco importante para a história da nossa empresa como um todo. E para celebrarmos em grande estilo, elevamos o potencial do grupo com a conquista do Selo Ouro, concedido pela ABVTEX. Essa certificação é a confirmação do nosso compromisso com as leis trabalhistas, o meio ambiente, a saúde dos colaboradores e a segurança do trabalho, as questões de compliance e a rastreabilidade da produção. Reforça que atuamos, diariamente, seguindo nossos valores, como integridade, qualidade, sustentabilidade e valorização das pessoas. Além disso, a associação é reconhecida internacionalmente, e a obtenção do Selo Ouro fortalece a confiabilidade do Grupo Kyly e abre novas possibilidades de negócios”, finaliza o diretor executivo comercial e de marketing do grupo, Claudinei Martins.

grupo-kylyO Grupo Kyly tem sede localizada em Pomerode, no interior de Santa Catarina, e é hoje a maior empresa de vestuário infantil do Brasil. Detentor das marcas Kyly, Milon, Nanai, Amora, Lemone e parceiro de uma empresa de jeans infantil, o grupo possui produção anual de 31 milhões de peças e atua de forma verticalizada, contando com sua própria Fiação, a Fio Puro, considerada uma das mais modernas da América Latina e que opera com 100% da sua matéria prima sendo algodão brasileiro responsável. O grupo conta com mais de 11 mil clientes multimarcas e exporta para 36 países, além de forte presença no e-commerce próprio e nos principais marketplaces do país. Já no franchising, a marca Milon, possui 80 lojas.

(*) A Milon está no mercado desde 2006, a marca é conhecida pela inspiração francesa e estilo clássico, e veste desde bebês até o tamanho 14. Fabricados com tecidos e detalhes elaborados, os produtos Milon possuem alto valor agregado e excelente custo-benefício. A marca abriu a primeira loja da rede em 2010 em Joinville, Santa Catarina e, em 2017, ingressou no mercado de franchising. Atualmente, são 80 lojas físicas em operação, sendo 47 franquias e 33 lojas próprias. O investimento inicial para se tornar um franqueado é de R$ 350 mil, com prazo de retorno a partir de 24 meses.

da redação com infomações da DFREIRE Comunicação e Negócios   imagens: fotos/divulgação