DESFILE JOÃO PIMENTA / SPFW N55 + Origens

worldfashion • 23/05/23, 09:20

O olhar voltado para seu eclético e permanente público, segue enaltecendo o homem contemporâneo brasileiro que vive a dualidade de gênero, etária, política e social do ser e do estar; do requinte e da ousadia, do luxo e do lixo, do tecnológico e do artesanal.
Os elementos religiosos das festas interioranas se envolvem com a subversão das cidades grandes e dos variados estereótipos que por elas perambulam. A liberdade de seus trajes são obrigatórios e circulam entre a noite e o dia. Diversão e trabalho que declaram criatividade e se posicionam como personas possíveis. Reais e conscientes do espaço que ocupam nessa sociedade diversa, que se incomoda e por outro lado, alberga estes mesmos corajosos indivíduos.
O resgate desta realidade dramática será apresentada por meio de três personas: o dândi, o punk e o cowboy que no palco e plateia do Teatro Municipal de São Paulo, em quatro atos desfilam a cartela de cores que os dividem. O branco, off white e marrom religiosos abrem a comemoração, seguidos dos variados azuis e na sequência, os cinzas e pratas, encerrando ainda com alguns cinzas e o preto.
Para dar forma a cartela de cores, as modelagens vão dos clássicos da alfaiataria à irreverência da modelagem criativa, que esbarram nos aspectos autorais e sofisticados, vibrando entre as melhores propostas já desenvolvidas pela marca e ainda, assumidamente teatrais. Os detalhados acabamentos acarinham ou insultam, arrematando as propostas.
Os materiais seguem a mesma proposta e destacam algodões, lãs, sedas e sintéticos nas versões de renda, sarja, tafetá, zibeline, jacquard e alfaiatados. Puros ou mesclados, compõem patchworks e memórias.
E ainda, o meticuloso trabalho de pedrarias, bordados, aplicações carregadas de flores, assim como nas estampas. As masculinas listras, os felinos e os répteis em texturas vinílicas que carregam a natureza, a simplicidade dramatúrgica dos seres brasileiros.

FICHA TÉCNICA

Diretor criativo : João Pimenta

Edição de moda: Paulo Martinez

Beleza: Ricardo dos Anjos

Direção cênica : Paulo Borges e Richard Luiz

Direção musical e piano: Fernanda Maia

Diretora Executiva: Roberta Marzola

Texto: Gerald Thomas

Gravação e mixagem Voz: Vera Holtz e Alexandre Martins

Stage manager: Camila Fogasa

Cenotécnica: LC Cenografia

Produção artística: Protótipo Filme

Iluminação: Wagner Freire

Filme atelier : Murilo Alvesso

Filme Abertura: Richard Luiz e Márcio Oliveira

Mixagem e edição de trilha: João Baracho

Coordenação de Camarim: Flaviana

Assessoria de Imprensa : Mercedes Tristão {namídia comunicação}

Cenário: Richard Luiz

Corte: Mauricio do S. Santos e Márcia Cristina de Almeida

Modelagem: Equipe João Pimenta

Passadoria: Vivalda de Oliveira Santos

Piloteiros: Zeneide Brito Mendes, Juan Pablo Rojas, Magna Ap. de Almeida Neto e Maria de Jesus

Pereira Rosa

Casting: Leonardo Duarte/Paulo Martinez

Produção Executiva: Emmanuel Damasceno/Greice Vitor Cordeiro de Moraes

Arte: Wesley Souza de Aguir

Release: Zé Luis

Produção: Tiago Mangueira

da redação com informações de Mercedes Tristão

veja o vídeo no https://www.facebook.com/worldfashionrevista

TECNOLOGIA

worldfashion • 19/05/23, 15:52

Assim como na natureza, o ecolocalizador serve para detectar algo, nas fábricas a utilidade é bem semelhante, já que os sensores são capazes de constatar as movimentações em máquinas de diferentes fábricas. Utilizados nos mais diversos ambientes e sujeitos a variadas condições climáticas, eles detectam, sem contato, qualquer objeto em ambientes industriais severos, independentemente de: material (metal, plástico, madeira, papelão etc.); estado (sólido, líquido, pó, pastoso etc.); cor; ou até mesmo grau de transparência. E o melhor: a cada dia esses aparelhos estão evoluindo, no mesmo passo que os demais processos fabris.
Uma das maiores novidades da Indústria 4.0, neste aspecto, é o lançamento do sensor da Telemecanique, o mais compacto do mercado e que não necessita nem de cabos, nem de bateria para funcionar. Operando via wireless, o “amigo do meio ambiente”, como já está conhecido, traz vantagens de economia de custos e versatilidade, permitindo que o usuário supervisione e diagnostique remotamente seus sistemas, tudo isso em tempo real e através de um processo autoalimentar.

A Telemecanique tem 90 anos de mercado e desenvolveu esse sensor de altíssima sensibilidade, visando a detectação de vibrações mínimas, que passariam facilmente despercebidas por outro dispositivo. “É o que há de mais efetivo para as empresas atenderem à Norma Regulamentadora nº 12 (NR 12), que diz respeito à segurança no trabalho com máquinas, e equipamentos e que fixa padrões de proteção para garantir a integridade física dos trabalhadores, prevenindo, assim, acidentes”, explica Rafael Mafra, promotor técnico da Reymaster.

Ele salienta que, além de cuidar da vida e da integridade física dos trabalhadores através de um monitoramento on-line, mesmo em parques industriais distantes dos grandes centros, “o sensor wireless da Telemecanique ainda atua fazendo manutenções preditivas, zelando pelas máquinas, de possíveis falhas, erros ou danos, o que melhora a produtividade no local de trabalho e preserva a vida útil de cada equipamento”, comenta Rafael.

Veja abaixo outros benefícios garantidos pelo novo sensor wireless da Telemecanique:

• Aumento de receita: o uso de novas tecnologias garante um ganho de 22%, aproximadamente, de lucro, conforme especificado em uma pesquisa do Senai, que analisou 43 companhias de 24 estados brasileiros. Trata-se do primeiro projeto a testar no Brasil o impacto na produção do uso de ferramentas de baixo custo, como os sensores, por exemplo. Uma das indústrias analisadas, a Sambazon Brasil, do Amapá, produz polpa de açaí pasteurizada para exportação. E a partir de sensores instalados, ela melhorou seus rendimentos, uma vez que os dispositivos informam os gestores, em tempo real, se a máquina responsável por extrair a polpa do açaí está funcionando corretamente, bem como a quantidade produzida de acordo com o tempo programado.

• Tomadas de decisões seguras: a exemplo da Sambazon Brasil, que consegue, através de seus sensores, colher grande volume de informações, os benefícios dos sensores ultrassônicos se estendem à geração de insights oportunos para melhorar a operação no parque industrial, o que garante tanto o planejamento de ações quanto a tomada de decisões mais seguras e confiáveis.

• Economia: contar com um sensor wireless é sinônimo de economia e taxas próximas ao zero de desperdício, uma vez que não será mais necessário gastar com manutenções reparadoras, o que envolve ainda perdas gigantescas por conta do downtime, o tempo de parada inesperada da atividade, o que gera gargalos na linha de produção. Sem ele, há a necessidade de vistoria periódica de equipes técnicas, o que envolve altos custos de tempo, dinheiro e complexidade logística. Mas com baixa cadência de coleta de dados.

• Facilidade de monitoramento: o sensor wireless, ao permitir que os equipamentos sejam monitorados em ambientes insalubres, arriscados e lugares de acesso complicado ou distantes dos centros urbanos, pode ser programado para que os dados sejam enviados diretamente para o banco de informações da empresa de monitoramento, para serem analisados por profissionais especialistas no assunto.

• Repostas mais rápidas: problemas acontecem, faz parte da vida. Mas com a possibilidade de manutenção preditiva e monitoramento em tempo real do parque fabril, os analistas têm acesso instantâneo às condições exatas de cada aparelho, o que assegura feedbacks mais céleres e precisos.

Rafael Mafra, promotor técnico da Reymaster, comenta que, o sensor ultrassônico opera de modo semelhante ao sonar do morcego, que emite chamados de ecolocalização que podem alcançar frequência de 10 kHz até 200 kHz, a depender do objeto, e que gerarão um eco, o que indicará a distância e o tamanho desse objeto. Os morcegos são referência em sonar interno, afinal, eles usam o recurso para caçar suas presas que voam velozmente à noite.
Então, no caso do sensor ultrassônico para a indústria, a ideia é a mesma. Como seu nome sugere, ao transmitir um impulso sonoro de alta frequência, o aparelho age medindo o tempo de disseminação do eco, bem como o seu reflexo. Posteriormente, essa energia é transformada em um sinal elétrico.
“Na prática, os sensores ultrassônicos permitem detecção, sem contato, de qualquer objeto em ambientes industriais severos, independentemente de: material (metal, plástico, madeira, papelão etc.); estado (sólido, líquido, pó, pastoso etc.); cor; grau de transparência. Eles são utilizados em aplicações industriais para detectar a posição de componentes de máquinas; o fluxo de objetos em transportadores; ou o nível de material”, comenta o promotor técnico da Reymaster Materiais Elétricos

A Reymaster Materiais Elétricos é distribuidora autorizado da Telemecanique para comercialização de sensores industriais nos estados do Paraná e Santa Catarina. Ademais, disponibiliza o atendimento de um especialista técnico na área para visitas às indústrias interessadas em atender aos quesitos da NR12 e, de quebra, aumentar a produtividade, diminuindo falhas e desperdícios.

da redação com informações da Engenharia de Comunicação   imagens: divulgação

TECNOLOGIA

worldfashion • 17/05/23, 16:12

Para o especialista Reginaldo Ribeiro, fundador e CEO da COGTIVE, startup que desenvolve software aplicado ao chão de fábrica da indústria de manufatura, a transformação digital é uma necessidade que se impõe ao setor. E isso vale para os mais diversos segmentos e para empresas de todos os portes. “A transformação digital deixa de ser um diferencial e passa a ser obrigatória para a sobrevivência de negócios que envolvem manufatura”, afirma.

Há iniciativas neste sentido. A própria CNI criou em 2022 um grupo de trabalho de transformação digital, dentro do projeto “Mobilização Empresarial pela Inovação”. “O tema ocupa lugar cada vez mais importante na agenda política dos países na medida em que a transformação digital avança nas empresas e na economia como um todo. A despeito disso, as empresas brasileiras ainda se encontram, em média, em níveis intermediários de maturidade em transformação digital”, assinala o texto de divulgação do projeto.

Ribeiro considera que esforços como o da CNI e a conscientização do industrial brasileiro sobre a importância da transformação digital são imprescindíveis para a manufatura voltar a ter peso no produto interno bruto (PIB) brasileiro. O CEO da startup, citando dados do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (IEDI), lembra que, nos anos 1980, essa participação era de 25%, atualmente, está na casa dos 10%.

“Evidentemente”, diz ele, “quando falamos em transformação digital não estamos nos referindo apenas à digitalização de processos, trâmites, operações, procedimentos. Tampouco da automação de máquinas e equipamentos. Estamos falando de um estágio em outro patamar. É inteligência artificial, internet das coisas”.

Ainda de acordo com o executivo, as inovações em tecnologias da informação (TI) e comunicação se tornam indispensáveis “para que tenhamos processos mais ágeis, com menos desperdício, menos sujeitos a gargalos, interrupções, atrasos. As soluções que startups e outros empreendimentos em TI colocam no mercado vêm para atender essa necessidade”.

Dessa forma, cita a solução da própria COGTIVE, cujo software homônimo, do tipo SaaS (Software as a Service, ou “software como um serviço”, em tradução livre), traz recursos de inteligência artificial, internet das coisas, aplicativos e câmeras para o acompanhamento em tempo real de todo o processo produtivo na planta fabril.

“Em tempo real, há coleta de dados de forma precisa e prática dos processos nas linhas de produção, bem como o monitoramento de sua operação. Dessa forma, previnem-se interrupções, detectam-se gargalos e outros problemas, e se obtêm subsídios para que os gestores tomem decisões rápidas e eficazes. Entre os benefícios, estão ganhos de produtividade e impactos positivos nos resultados da fábrica”, destaca Ribeiro.

A solução atende os segmentos farmacêutico, de cosméticos, de vestuário, de alimentos e bebidas, química e plástico, eletroeletrônico e automobilístico. Além de clientes no Brasil, a COGTIVE fechou em 2022 contrato com uma multinacional de medicamentos genéricos situada no Oriente Médio. E, também, no final de 2022, se instalou em Chicago, Estados Unidos (no hub 1871), para fornecer ao mercado norte-americano.

“Isso é importante mencionar, para reforçar a seguinte mensagem: o industrial brasileiro não precisa ir para o exterior em busca de soluções para sua transformação digital. Há produtos desenvolvidos aqui, mais perto do que se imagina. Não é preciso recorrer à importação de tecnologia para impulsionar a transformação digital de seu negócio”, assinala o CEO da COGTIVE.

da redação com informações da Engenharia de Comunicação  imagens: fotos divulgação

COLLAB / VAREJO

worldfashion • 16/05/23, 09:07

Com 75 anos de história e mais de 38 mil colaboradores, a Riachuelo trabalha com o propósito de conectar desejos a realizações. Unindo inovação, dinamismo e agilidade para entregar coleções e produtos para todos os públicos, a rede é uma das principais referências do setor e é reconhecida como uma das maiores empresas de moda do Brasil. São mais de 30 milhões de clientes no cartão Riachuelo e mais de 410 lojas próprias espalha das pelo país.
E a marca reforça a valorização de designers brasileiros e seu propósito de conectar o público com as principais tendências do mercado, tornando a moda ainda mais democrática.
Reconhecida pelo olhar curador para parcerias com estilistas nacionais e internacionais, a Riachuelo apostou na sofisticação e atemporalidade de peças e se uniu à Gallerist em uma nova coleção. O grupo de moda e lifestyle, que reúne marcas nacionais e internacionais, conta com a direção das irmãs Amanda, Carolina, Fernanda e Mariana Cassou e será o grande aliado na primeira collab do ano da RCHLO.
Intitulada “Gallerist para Riachuelo”, a coleção reforça a busca por uma moda mais abrangente e durável por meio de uma qualidade superior dos materiais e da mão de obra, além de conectar o consumidor Riachuelo com as principais tendências do mercado.
“Enxergamos a moda como uma plataforma de expressão da individualidade, e as collabs são um caminho eficiente e criativo para alcançar o público e aumentar a visibilidade da nossa marca. Acima de tudo, elas nos permitem democratizar a moda, explorar elementos que fazem parte da linguagem de cada designer, artista ou marca, e conectar tudo isso com o nosso cliente, que está sempre no centro da estratégia do negócio”, complementa Thais Castro, Head de Marketing da Riachuelo.
Pensada para diversas ocasiões de uso, a nova collab reafirma o olhar curador das duas marcas parceiras: de um lado, a Riachuelo, marca nordestina que preza pela produção nacional, e do outro, o forte conceito artsy e o DNA de valorização da moda brasileira da marca Gallerist.
“Esse é o elo que nos conecta e está completamente representado nesta nova coleção.Buscamos os best sellers das nossas marcas próprias e as nossas melhores estampas, definimos o mix em conjunto com a Riachuelo, e nossos times de estilo foram trabalhando sempre em parceria trazendo o olhar de cada marca para dentro da coleção dessa collab”, diz Amanda Cassou, diretora criativa de Framed, uma das marcas autorais de Gallerist.
Com alto valor agregado nas peças e um mood único com shapes modernos, Gallerist para Riachuelo atende aos mais diversos públicos brasileiros, dos que amam a alfaiataria aos que amam o comfy.A novidade conta com peças em tricot, saias, pijamas, blazers, camisas, casacos, vestidos de veludo e a tendência de calças com pregas e cós alto. Em destaque, itens com toque artsy nas cores preto e branco e xadrez em tons terrosos também são vistos nas três marcas do coletivo das irmãs Cassou: Allmost Vintage, Edamami e Framed,
Allmost Vintage - Cheia de personalidade,  como o próprio nome sugere, traz a inspiração vintage com um olhar atual e atemporal para todas suas peças. Na collab para a Riachuelo, esse DNA é traduzido em um loungewear cheio de texturas e superversáteis, que transita tanto dentro quanto fora de casa. Shapes modernos e atuais em materiais como laise, tricoline, fio tinto e viscose acetinada dão vida às peças numa cartela de cores P&B. Em acessórios, shapes orgânicos e pérolas são o destaque. Já para casa, com produtos sofisticados, atemporais e cool, a Allmost Vintage traz almofadas, vasos, cestos e mantas nas cores laranja e verde; kit de travesseiros e tassels com acabamento washed; para servir, bowls em cerâmica pintadas à mão, jogos americanos, copos e potes de mantimentos chegam com elementos gráficos e coloridos para dar um toque especial à mesa.
Framed - Inspirada no universo da arte e decoração,  é uma marca disruptiva para mulheres antenadas e sem medo de ousar, na coleção peças com influência de artistas do movimento cubista, texturas inspiradas em tapeçarias e mobiliário dos anos 1980, além de inusitadas misturas de cores dão vida às peças com shapes atuais e materiais sofisticados. A coleção ainda apresenta básicos coringas de alta qualidade que transitam entre todos os looks propostos e são os matchings essenciais para a alfaiataria que representam fortemente o DNA da marca, com vestidos femininos, padronagens de xadrez, o clássico poá revisitado, a textura do veludo e os tricots de aspecto handmade, que são itens colecionáveis. O duo de cores p&b também está em evidência em peças icônicas como o moleton ying-yang e o vestido envelope que lembra a estética black tie.
Edamami - Para incentivar a liberdade e o conforto para brincar, traz peças modernas e divertidas para o guarda-roupa infantil traduzidos em jardineiras, vestidos, conjuntos, saias, calças e blusas em estampas e tons invernais. As peças que atendem crianças de 0 a 10 anos, foram especialmente confeccionadas na fábrica da Riachuelo, em Natal, com um time dedicado em promover o bem-estar para os pequenos com peças em veludo cotelê, algodão fio tinto e viscose, numa cartela do off-white ao vinho.
Sobre a campanha - Com foco no digital, a campanha tem forte presença nas redes sociais e traz a melhor curadoria de moda com os best sellers da marca. A campanha foi protagonizada por suas fundadoras, as irmãs Cassou ao lado da sócia Luiza Ortiz.
A alfaiataria é o ponto alto da coleção da Framed, marca própria da Gallerist, que pode ser conferida no teaser da campanha. A terceira geração da família Cassou também participou da campanha. As crianças da família vestiram looks que trazem as estampas favoritas da Edamami reeditadas em uma nova cartela de cores. Já a Allmost Vintage contou com as Influencers Stephanei Ribeiro e Carrô Schamall para mostrar o melhor do lifestyle da Gallerist para Riachuelo.

Sobre as Collabs Riachuelo

Focada em mapear o que o público deseja, ao longo dos últimos anos a Riachuelo possui inúmeras parcerias com grandes nomes da moda nacional em seu portfólio, como Oskar Metsavaht, fundador e diretor de arte da carioca Osklen, Thais Gusmão, Cris Barros, Pedro Lourenço, Juliana Jabourt, Zapalla, Martha Medeiros e Lorenzo Merlino, por exemplo, e internacional como Donatella Versace, Karl Lagerfeld e Moschino.

Recentemente a marca lançou o projeto “Viva Arte”, criado para dar visibilidade e promover a valorização de artistas nacionais, como o designer João Incerti, natural do Rio de Janeiro, o baiano Paulo Mariotti e a artista visual paulistana Verena Smit, além do ilustrador recifense Gabriel Azevedo.

Sobre a Gallerist

Fundado em 2011 pelas irmãs Carolina, Fernanda, Mariana e Amanda Cassou, o Gallerist é uma multimarcas que busca novidades entre os novos e talentosos artistas do mercado. Além do trabalho de curadoria de artigos que são vendidos no e-commerce e nas lojas físicas, em 2017 o Gallerist lançou sua primeira marca própria e hoje conta com seis marcas autorais; Framed, marca mais fashionista que veio para complementar o mix de produtos da curadoria; Allmost Vintage, parceria com Luiza Ortiz, que possui forte inspiração retrô; A Clemence, que foca no back to basics e no conforto, sendo ideal para composições com as demais marcas do grupo; Edamami, que traz peças clean, modernas e com cores neutras para o guarda-roupa de crianças de 0 a 11 anos; Linnen, marca de resortwear que transita entre o mood praiano e urbano, assinada por Denise Cassou, mãe da família; E a RSVP, marca mais recente da multimarcas que vem com a proposta de oferecer roupas de festas descomplicadas e acessíveis.

da redação com informações da Loures Comunicação  imagens: fotos divulgação

IDENTIFICAÇÃO

worldfashion • 15/05/23, 11:45

A HACO empresa familiar nasceu em 1928 na Vila Itoupava na cidade de Blumenau e hoje está sob o comando da 4ª geração, e se tornou ao longo dos anos, uma potência mundial e hoje é a maior referência quando o assunto é identificação de marca. Da produção de cadarços lá em 1928, hoje são 4 parques fabris: a matriz que fica em Blumenau e mais 2 unidades, em Massaranduba/SC e em Eusébio/C; 15 linhas de produtos, com duas grandes coleções no ano e diversas coleções cápsulas.
A moda faz parte do DNA da Haco, que muito além de uma empresa com capacidade de entrega, inovação, e matéria-prima de qualidade, também realiza uma extensa
pesquisa de comportamento e varejo atenta a todas as tendências mundiais.
Nos últimos anos a Haco investiu mais de 40 milhões nas suas três plantas e principalmente em tecnologia, com o objetivo de atender melhor os seus clientes.
O CEO da empresa, Alberto Conrad Lowndes, afirma que o momento delicado que o país passou durante a pandemia foi decisiva para o aumento de investimentos na empresa.“Seguimos investindo forte nos nossos pilares de inovação, serviço, moda e design. Aproveitamos a instabilidade do último período para acelerarmos os investimentos e assim ampliarmos a participação no mercado, renovamos o maquinário e aumentamos a capacidade produtiva.”
Uma empresa feita de gente “As pessoas são uma parte fundamental no negócio, nos orgulha muito fazer 95 anos e termos trabalhado com várias gerações, é como se fossemos uma grande família, nossas pessoas são o que nos motiva a sermos melhores todos os dias e assim, buscarmos a melhor experiência para os nossos clientes”, afirma Alberto.
Para celebrar este momento festivo, a empresa preparou durante o mês de maio, diversas ações para seus colaboradores em comemoração e homenagem aos 95 anos, iniciando assim, a contagem rumo ao Centenário da empresa. “Chegar aos 95 anos nos dias de hoje não é para qualquer empresa. A estrutura familiar da Haco, construiu ao longo destes 95 anos, a base sólida que a empresa tem hoje, o que também faz com que muitas histórias familiares se construam aqui na empresa, como é o caso de gerações trabalhando aqui. Estamos muito felizes em iniciar neste ano as comemorações rumo aos 100 anos, vai vir muita coisa boa por aí”, afirma Diogo Schmitt, Gerente de Marketing e Produto da Haco.
da redação

FIAÇÃO

worldfashion • 12/05/23, 10:19

A The LYCRA Company participa da 5ª edição da Semana de Lançamentos da Denim City SP, local onde reúnem os principais players do setor, que apresentarão as tendências do jeanswear, para as próximas temporadas de moda. O tema da edição será ‘Acolhimento’.
No dia 16 de maio às 11h30, a gerente de marketing Silvana Eva ministrará a palestra ‘Como a inovação impulsiona avanços na Indústria Têxtil’, na qual abordará as inovações da empresa nos últimos anos, com destaque para nova tecnologia LYCRA® Anti Slip, um fio com uma solução inovadora para o segmento, que evita eventuais enrugamentos e ondulações visíveis no jeans, causados pelo deslizamento de costura. A tecnologia do fio torna-o mais aderente à construção do tecido, melhorando a aparência do produto final, mantendo a mesma eficiência de elasticidade e poder de recuperação do fio LYCRA® original.
Durante o evento,  a empresa também levará ao seu estande a ativação LYCRA® LOVERS, uma tela interativa com quiz para que os visitantes testem seus conhecimentos sobre a marca e suas tecnologias, que comemora 65 anos da primeira patente do fio LYCRA®️, fibra que revolucionou a indústria têxtil e da moda, agregando conforto, caimento, liberdade de movimento e retenção da forma.

Serviço:
Semana de Lançamentos da Denim City SP
Data: Dias 16, 17 e 18 de maio de 2023
A inscrição é gratuita e realizada no site da Evenbrite (www.eventbrite.com.br/e/semana-de-lancamentos-maio-2023-tickets-617910305357)
Local: Rua Casemiro de Abre, 604. Brás. São Paulo-SP

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INOVAÇÃO

worldfashion • 11/05/23, 17:00

A indústria da moda no último decênio tem sido cobrada por seus impactos no planeta e por ter se tornado uma das industrias mais poluentes. Sua produção de têxteis e roupas requer grandes quantidades de água, energia e produtos químicos, que contribuem para a poluição da água e do ar, bem como o desmatamento e outras formas de danos ambientais e em alguns casos sociais, como os efeitos nocivos da exploração do trabalho e descarte incorreto de resíduos. E acrescentar a este cenário, o desperdício e o incentivo ao consumo excessivo.
Há um movimento crescente em direção à moda sustentável e ética que busca abordar essas questões. E agora, mais do que nunca, a indústria da moda precisa adotar uma nova maneira de repensar sua atuação. Entre caminhos possíveis e colaborativos, temos visto o desenvolvimento de iniciativas através da inovação aberta. Na prática, a metodologia reúne startups, indivíduos e organizações de várias áreas para resolver problemas complexos e criar soluções inovadoras.

Na indústria da moda, isso significa trabalhar em conjunto para desenvolver novos materiais, tecnologias e modelos de negócios que possam ajudar a reduzir o desperdício e melhorar a sustentabilidade, buscando equilibrar as relações entre esta indústria criativa tão importante, o meio ambiente, a sociedade e o desenvolvimento econômico.

Para discutir e compartilhar as experiências e percepções sobre as inovações que estão na moda, será realizado um talk: “Cases de Inovação da Indústria da Moda” que reunirá líderes, empresários e acadêmicos, no próximo dia18 de maio às 14 horas no DENIM CITY SP. O evento contará com apresentação de cases e painel de discussão: Inteligência Artificial, sistemas circulares e reaproveitamento de recursos entre os temas tratados. A mediação será feita por Tereza Cristina Horn, co-fundadora do Fashion Hub, e será aberto a qualquer pessoa interessada no futuro da moda e no papel que a inovação pode desempenhar na criação de uma indústria mais sustentável.

Nesta data será celebrada a parceria Fashion Hub e Denim City SP, com a abertura do co-working do Fashion Hub, que hospeda startups voltadas para projetos dentro da cadeia de moda no espaço DCSP. A plataforma visa reunir empresas e impulsionar a sustentabilidade e a inovação na indústria de jeans por meio de educação, serviços, pesquisa e desenvolvimento.
“Entendemos que este co-working tem a finalidade de estimular a cultura de inovação local. Quando as startups trabalham ao lado de organizações estabelecidas, há uma troca mútua de conhecimento e experiência que pode levar à criação de processos, produtos e serviços inovadores com impacto sustentável.”Rodrigo Santos, co-fundador do Fashion Hub.

“A cultura de trabalho convencional está sendo revolucionada. Nenhum negócio funciona mais sozinho. Um espaço de co-working reúne empresas, ideias e iniciativas em um ambiente de espaço compartilhado com inúmeras possibilidades de networking.” Amélia Malheiros, gestora Denim City SP.

“A indústria da moda é complexa e diversificada, e muitas empresas são especializadas em diferentes áreas. Ao fazermos parcerias entre empresas com foco na inovação e na sustentabilidade, podemos explorar novos conhecimentos e recursos e mais facilmente resolver problemas comuns do setor.” Tereza Cristina Horn, co-fundadora do Fashion Hub.

Serviço:

Semana de Lançamentos Denim City SP

Fashion Hub: Talk Cases de Inovação na Indústria da Moda 18 de maio de 2023 Horário: 14 horas

End: Rua Casimiro de Abreu, 604

da redação    informações da Agencia Catu  imagem: foto divulgação

VISUAL MERCHANDISING

worldfashion • 10/05/23, 09:53

ECOALF
By PhD. Sylvia Demetresco
A empresa Ecoalf, de Madri, conhecida por criar coleções esportivas com roupas 100% feitas de produtos reciclados, em cujas coleções não usam nenhuma matéria bruta, preocupada em criar um link entre sua história, sua materialidade e seu discurso, quis criar uma loja que seguisse seu lema.
Sua fala emblemática é: “BECAUSE THERE IS NO PLANET B”
Para continuar nesta pegada a Ecoalf chama o escritório Nagami para realizar sua nova loja no shopping fora da cidade, Las Rozas Village, em Madri.
O conceito é usar o mesmo ideal, de utilizar materiais recicláveis, para a criação da loja. Foi um projeto milimetricamente estudado e realizado por máquinas de impressão impecáveis e nos mínimos detalhes. Tudo se ajustou antes da montagem da loja. Paredes, prateleiras, mesas, expositoras tudo realizado com plástico reciclado, em impressão 3D.
Foram 3,3 toneladas de plástico retirado do mar. Tudo para reduzir as emissões de CO2; o espaço é todo reciclável. A loja tem 90m² para expor as roupas, acessórios e calçados da
O conceito é usar o mesmo ideal, de utilizar materiais recicláveis, para a criação da loja. Foi um projeto milimetricamente estudado e realizado por máquinas de impressão impecáveis e nos mínimos detalhes. Tudo se ajustou antes da montagem da loja. Paredes, prateleiras, mesas, expositoras tudo realizado com plástico reciclado, em impressão 3D.
Foram 3,3 toneladas de plástico retirado do mar. Tudo para reduzir as emissões de CO2; o espaço é todo reciclável. A loja tem 90m² para expor as roupas, acessórios e calçados da Ecoalf – todos feitos com materiais reciclados e de baixo impacto. Quase que temos a impressão te entrar num iglu gelado, escorregadio, brilhante, como o gelo, ao ver a loja! Luz branca azulada, iluminação fria na maior parte do espaço com focos de luz solar nos produtos; a sensação das paredes e mesas com estrias como rajadas de vento e de gelo; e a textura apesar de toada a sensação de gelo, é agradável, morna, suave.
Exposição de tênis num espaço curvo; prateleiras lisas e longas mostram as roupas; cabideiros entre duas lâminas de gelo; chão brilhante e displays quadrados como blocos de gelo. Resultado realizado a partir de garrafas de plástico, pneus, nylon… todos os resíduos plásticos recolhidos foram transformados em materiais têxteis para criar suas coleções sustentáveis e eco responsáveis mas, também, na construção do espaço, como forma de reciclar o plástico, de forma arquitetônica, em todos os cantos da loja.
A empresa NAGAMI está na vanguarda da arquitetura sustentável; com design e tecnologia para aumentar a conscientização sobre a mudança climática e inspirar mudanças, foi o que disse
Exposição de tênis num espaço curvo; prateleiras lisas e longas mostram as roupas; cabideiros entre duas lâminas de gelo; chão brilhante e displays quadrados como blocos de gelo. Resultado realizado a partir de garrafas de plástico, pneus, nylon… todos os resíduos plásticos recolhidos foram transformados em materiais têxteis para criar suas coleções sustentáveis e eco responsáveis mas, também, na construção do espaço, como forma de reciclar o plástico, de forma arquitetônica, em todos os cantos da loja.
A empresa NAGAMI está na vanguarda da arquitetura sustentável; com design e tecnologia para aumentar a conscientização sobre a mudança climática e inspirar mudanças, foi o que disse Javier Goyeneche, fundador da Ecoalf, e pediu para focar nesta conscientização aos arquitetos, para criarem este projeto, por hora, único.

da redação

ASSOCIAÇÃO

worldfashion • 09/05/23, 10:53

O presidente da ABICALÇADOS -  Associação Brasileira das Indústrias de Calçados, Haroldo Ferreira destaca, que a parceria com a APEXBRASIL -  Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos é um passo importante para potencializar a promoção do calçado brasileiro no exterior. “O apoio da ApexBrasil demonstra a importância econômica e social do setor calçadista brasileiro e leva o nosso calçado para um patamar de referência internacional. A participação da agência como apoiadora oficial da BFSHOW, certamente, irá proporcionar a vinda para o Brasil de alguns dos principais players do varejo de calçados no mundo”, avalia o executivo.
Já o presidente da ApexBrasil, Jorge Viana, ressalta a parceria de mais de duas décadas com a Abicalçados, por meio do Brazilian Footwear, e o objetivo da atual direção em potencializar ainda mais o apoio ao calçado nacional. “A nossa parceria sempre foi motivo de orgulho para a agência. Precisamos valorizar cada vez mais esse segmento importante da indústria nacional, que além de trabalhar fortemente a sustentabilidade, contribui com mais de US$ 1,3 bilhão para a balança comercial brasileira e gera, diretamente, mais de 300 mil empregos no País”, comenta o presidente.
No ano passado, as indústrias calçadistas brasileiras exportaram 142 milhões de pares, que geraram US$ 1,3 bilhão, melhor resultado em 12 anos e 45,5% maior do que o registrado em 2021. Conforme relatório da Abicalçados, as empresas associadas ao Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações do setor mantido pela Abicalçados em parceria com a ApexBrasil, responderam por mais de 80% do valor gerado pelos embarques.
Sobre a Abicalçados:

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) é a entidade que representa a indústria nacional, quinta maior produtora de calçados do mundo, a maior do Ocidente. Fundada em 1983, a Abicalçados, sediada em Novo Hamburgo/RS, possui em seu quadro de associados empresas de todos os portes e que respondem por mais de 65% do total de pares produzidos no País. A entidade representa uma indústria que emprega, diretamente, mais de 300 mil pessoas. Sua missão é representar, defender, desenvolver e promover a indústria calçadista brasileira, com respeito, excelência e resultados.

Sobre o Brazilian Footwear:

O Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a ApexBrasil. Este programa tem como objetivo aumentar a presença da indústria brasileira e de suas marcas no mercado internacional por meio de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem. Conheça: www.brazilianfootwear.com.br | www.abicalcados.com.br/brazilianfootwear.

Sobre a ApexBrasil:

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar os objetivos, a ApexBrasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. A Agência também atua de forma coordenada com atores públicos e privados para atração de investimentos estrangeiros diretos (IED) para o Brasil com foco em setores estratégicos para o desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e do País. Com sede em Brasília, a ApexBrasil possui escritórios internacionais nos Estados Unidos (Miami e São Francisco), nos Emirados Árabes Unidos (Dubai), em Israel (Jerusalém), na Colômbia (Bogotá), na China (Pequim e Xangai), na Bélgica (Bruxelas) e na Rússia (Moscou).

da redação com informações do assessor de Imprensa Diego Rosinha  foto: divulgação

CALÇADOS

worldfashion • 08/05/23, 14:18

As criações de Virgínia Barros, são atemporais com o foco em sutentabilidade.

DAS INOVAÇÕES

São compostáveis em condições domésticas
São de matérias-primas naturais de encontro com inovação tecnológica e totalmente rastreáveis com a tecnologia da R-Inove.
São gravados no fio, códigos invisíveis a olho nu, que quando tecido, podem ser lidos com a luz ultravioleta. Eles estão ligados a um programa que informa toda a cadeia produtiva da peça.
A Fabteria, celulose produzida por colônia de bactérias e leveduras, utilizada na fermentação da Kombucha, foi desenvolvida por Elena Amato, da Ponto Biodesign, que deu consultoria para Virgínia Barros. Agora, este biotextil está sendo produzido dentro da fábrica da sapateira.
As solas são feitas de “micélio”, desenvolvida exclusivamente para Virgínia Barros, pela Mush. O micélio é uma massa formada por um aglomerado de hifas (filamentos de um fungo) que crescem nos materiais vegetais e sob condições ambientais favoráveis. Na natureza podemos encontrar o micélio como uma rede de fios brancos
“escondidos” na terra, em troncos em decomposição e abaixo de um cogumelo.
A empresa Mush traz um processo que controla o crescimento natural do micélio, aproveitando essa rede como um agente que cola os resíduos agrícolas um no outro, formando um material único e sólido.

DAS MATERIAS-PRIMAS

Todos os calçados são costurados com linha 100% algodão.
As colas são à base de água.
Os materiais estruturais, biqueira, contraforte, são feitos de algodão e a palmilha de encaixe, de papel prensado.
A palmilha de conforto é uma borracha biodegradável, desenvolvida pela Seringo, que mistura o látex da Amazônia com caroços de açaí micronizados.
A forração é feita com algodão orgânico da Associação de Produtores e Artesãos
Quilombolas de Roça Grande, do Vale do Jequitinhonha ou da empresa Ecosimple.
Quatro alternativas são usadas para o solado
- A sola feita por micélio, desenvolvido pela Mush.
- Borracha da Amazônia, desenvolvida pela Seringo.
- Em couro curtido com tanino vegetal, que não usa cromo ou metal pesado, usados normalmente nos curtimentos. Salto de madeira de reflorestamento.
- Em madeira de reflorestamento com antiderrapante de borracha da Amazônia, da Seringo.
Cabedais (parte de cima do calçado)
- Fabteria: celulose bacteriana desenvolvida pela Ponto Biodesign.
- Borracha da Amazônia (Seringô).
- Algodão orgânico (Assoc. de Produtores e Artesãos Quilombolas de Roça Grande ou Ecosimple).
- Couro curtido com tanino vegetal.
Algumas linhas de cabedais e palmilhas tiveram os fios de algodão gravados com os códigos de rastreabilidade da R-Inove.

da redação