FEIRAS

worldfashion • 05/05/23, 11:12

A feira em 2021, na edição simultâneo Maquintex + Signs Norte Nordeste registrou um total de 7.765 mil visitantes em três dias  de eventos, e mais de 250 marcas expositoras no Centro de Evento do Ceará. A feira marcou uma movimentação de R$ 300 milhões de reais na economia cearense, com destaque para a alta procura por maquinário têxtil e de máquinas voltadas para impressão digital, que contou com vendas de, aproximadamente, 77% dos equipamentos de grande porte sendo arrematados.

Para a próxima 9ª edição da MAQUINTEX e 8ª edição da Signs Norte Nordeste, já contam com mais de 85% dos espaços comercializados, e ocuparão os salões Mundaú e Taíba do Pavilhão Oeste do Centro de Eventos do Ceará, totalizando 7.500m². Na Maquintex, já estão confirmadas as empresas Andrade Máquinas, Barudan, Silmaq e Welttec. Já na Signs Norte-Nordeste, algumas das empresas confirmadas são ABC Distribuidora, Alltak, Imprimax, Sign Tech by Xixiro e Mimaki.

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da redação com informações da Capuchino Press

VAREJO

worldfashion • 04/05/23, 14:25

Um ano após inovar no mercado brasileiro ao lançar uma coleção piloto criada de forma digital, a Renner vem expandindo o uso da tecnologia tridimensional (3D) no seu processo de desenvolvimento de produto. No final de abril, chegou às lojas físicas e ao e-commerce uma coleção feminina de Get Over, linha esportiva da marca, com quase 90 peças desenvolvidas de ponta a ponta com 3D, utilizando ferramentas avançadas em todas as etapas de concepção dos itens, incluindo o desenho, modelagem e aprovação das roupas.

Atualmente, aproximadamente 40% dos produtos femininos de Get Over já são criados de forma totalmente virtual, com 3D. A marca é precursora na incorporação da moda phygital ao varejo, com os times de design trabalhando em colaboração com o Hub Digital e com o Lab de Inovação, núcleos multidisciplinares criados pela Renner para impulsionar a inovação no negócio.

A tecnologia tem gerado à empresa ainda mais agilidade e sustentabilidade no desenvolvimento dos produtos. Nesta coleção de Get Over, por exemplo, a digitalização de processos permitiu reduzir em 25% o tempo de desenvolvimento técnico do produto, que é o tempo que leva desde a concepção de um item até a sua disponibilização para venda. Já a geração de amostras físicas para aprovação da coleção foi 50% menor que o convencional.


“Ao ampliar a aplicação das ferramentas de moda digital no fluxo de desenvolvimento de coleções, garantimos maior eficiência ao trabalho de criação, permitindo à Renner e aos nossos fornecedores, responsáveis pela fabricação das peças, reagir de forma cada vez mais rápida aos desejos dos clientes, com assertividade e baixo volume de estoques. A iniciativa também está totalmente alinhada à nossa estratégia ESG, usando a inovação a serviço da sustentabilidade”, diz o diretor de Produto da Lojas Renner, Henry Costa.

O processo envolve uma série de passos: desenho de roupas em um ambiente virtual, de forma rápida e intuitiva; existência de uma biblioteca de materiais têxteis digitais e manequins digitais, que possibilitam experimentar texturas e cores em peças que se ajustam a diferentes tipos de corpos; visualização em tempo real, para que os designers vejam como as criações ficarão no mundo online antes de produzi-las fisicamente; e aprovação das peças em todas as etapas, diminuindo a necessidade de amostras físicas. A Renner usa o software coreano CLO3D — principal simulador de moda digital do mundo.

Comunicação segue o formato phygital

O fortalecimento deste conceito phygital e o lançamento da nova coleção de Get Over reafirmam o pioneirismo da Renner em moda digital no mercado brasileiro. A marca foi a primeira grande varejista do país a fazer uma coleção piloto com tecnologia tridimensional, como parte da sua campanha Outono Inverno do ano passado. De lá pra cá, realizou desfiles em 3D outras experiências unindo o mundo físico ao digital.

Agora, a comunicação dos novos produtos de Get Over também carrega uma pegada inovadora e phygital. As fotos que estarão no e-commerce e nas redes sociais vão misturar imagens das peças em 3D com modelos reais vestindo as roupas físicas. A campanha terá ainda a participação de influenciadores parceiros da marca e da Rennata, persona digital da Renner.

Sobre a Lojas Renner - Constituída em 1965, a Lojas Renner S.A. abriu capital em 1967 e se tornou, em 2005, a primeira corporação brasileira com 100% das ações negociadas em bolsa e está listada no Novo Mercado, grau mais elevado dentre os níveis de governança corporativa da B3. Seu ecossistema de moda e lifestyle é formado pelas seguintes marcas: Renner, que tem roupas e acessórios para todos os estilos; Camicado, do segmento de casa e decoração; Youcom, especializada em moda jovem; Ashua Curve & Plus Size, que oferece roupas nos tamanhos 46 a 54; e Repassa, plataforma de revenda de roupas, calçados e acessórios.

Atualmente, são mais de 660 lojas em operação, considerando todos os negócios do ecossistema. Além de estar presente no Brasil com todas as suas marcas, a Companhia iniciou seu processo de internacionalização ao inaugurar unidades da Renner no Uruguai a partir de 2017 e na Argentina em 2019. A Lojas Renner S.A. é formada ainda pela Realize CFI, que apoia a atividade de varejo através da oferta e gestão de produtos financeiros; e pela Uello Tecnologia, uma logtech nativa digital focada em soluções para entregas urbanas.

da redação com informações da FSB Comunicação - imagens: fotos divulgação

FEIRA DE CALÇADOS

worldfashion • 02/05/23, 10:29

As expectativas de negócios do segmento de calçados que vai levar para Gramado (RS), agora no mês de maio, a maior coleção de primavera/verão, que é responsável por cerca de 70% de todo o volume comercializado no ano.

O SICC – Salão Internacional do Couro e do Calçado, que acontecerá de 22 a 24 de maio, no Centro de Eventos do Serra Park, receberá a elite do varejo nacional e importadores de cerca de 30 países, de quatro continentes. Até agora os principais anúncios de desejos de compras vêm do exterior: o importador Mohamed Shahzad Khan, da Elixir United, da Arábia Saudita, que vem representando uma nova empresa de e-commerce, informa que vai comprar 200.000 dólares somente nos três dias de feira. Também o alemão Diethard Rudolph, da Diethard Rudolph Logistic & Distribution, que importa anualmente do Brasil cerca de 1,5 milhões de euros, vem ávido pelos produtos brasileiros. “Ano passado detectamos um novo fornecedor nesta feira. Ela é rica exatamente por esta diversidade de negócios”, acentua Rudolph.

Estas são apenas algumas das rodadas de negócios que vão pontuar a movimentação durante a 30° edição do SICC. “As nossas expectativas de uma grande feira estão cada vez maiores. A mobilização está muito grande especialmente dos importadores. Estamos assistindo à consolidação do nosso Grupo de Importadores, que é formado por representantes de nossos expositores que selecionam e convidam os compradores internacionais”, comemora Roberta Pletsch, diretora de Relacionamento da Merkator Feiras e Eventos, promotora da feira. Selecionados pelo Grupo de Importadores estão profissionais de 23 países convidados e mais compradores de outros sete países que estarão na feira vindos por conta própria. Também esta feira vai marcar a estreia da Grécia entre os estrangeiros e o retorno de Barbados que estava ausente desde 2019.

Estarão na feira compradores estrangeiros da África do Sul, Alemanha, Arábia Saudita, Bahrain, Barbados, Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Equador, Espanha, Estados Unidos, Grécia, Guatemala, Honduras, Kuwait, Líbia, Panamá, Paraguai, Peru, Porto Rico, Portugal, República Dominicana, Uruguai, Argentina, Canadá, Chile, Coréia do Sul, Itália, Maurícia, Palestina.

A promotora Merkator Feiras e Eventos realiza a feira com a parceria das seguintes entidades: Sindicato da Indústria de Calçados de Estância Velha, Sindicato da Indústria de Calçados de Ivoti, Sindicato da Indústria de Calçados de Igrejinha, Sindicato da Indústria de Calçados de Novo Hamburgo, Sindicato da Indústria de Calçados de Parobé, Sindicato da Indústria de Calçados de Sapiranga e Sindicato da Indústria de Calçados de Três Coroas.

da redação com informações da assessora Marta Araújo - foto divulgação de Cálita Pires de Oliveira

EXPOSIÇÃO

worldfashion • 28/04/23, 15:01

1997 - FASHION BIGBANG  - O lançamento da moda do século XXI!

By PhD. Sylvia Demetresco

Aaah 1997 ! Neste ano Elthon John chora por Lady Diana, Will Smith salva o mundo em Men in Black et Leonardo DiCaprio explode no Titanic. Na moda 1997 o assassinato de Gianni Versace. John Galliano na Christian Dior; Alexander McQueen na Givenchy; Stella McCartney na Chloé; Marc Jacobs na Louis Vuitton; Alber Elbaz na Guy Laroche; Thierry Mugler et Jean-Paul Gaultier, sós, fazem furor na alta costura.… as coleções de primavera – verão são o Big Bang da moda.

Hedi Slimane, Nicolas Ghesquière, Olivier Theyskens… Nomes que ainda hoje moldam a moda atual; os corpos deformados de Comme des Garçons com a coleção “Body Meets Dress, Dress Meets Body”; as roupas conceituadas por Martin Margiela com a coleção “Stockman”, na Hèrmes; ou ainda os cânones da beleza masculina redefinidos por Raf Simons com o “Black Palms”; … choque total, no Palais Galliera, com mais de 50 trajes do acervo do próprio museu.

Neste ano também a loja conceito Colette abriu suas portas e a moda se aproximou do grande público, numa mistura de moda, objetos, acessórios que circulavam entre modelos e fãs da moda.

Por que tanta atenção por doze curtos meses? “1997 marca uma quebra na década e abre o século 21 na moda”, diz Alexandre Samson, curador da mostra, que quer que o visitante sinta a “onda de choque” desse período, começando em 3 de outubro de 1996 na semana de moda de Milão.

A primeira silhueta (masculina) da exposição é seminua: um fio dental simples com laços presos pelo logotipo duplo G acima da separação das nádegas: este é o famoso “fio dental” da Gucci, que simbolizará a estética dominante dos anos 2000, pornochic. Na outra ponta do espaço, a silhueta que fecha a visita é radicalmente diferente, exibida durante a semana de moda de Paris em 18 de outubro de 1997: um vestido preto quase monástico que encarna o espírito da primeira coleção do jovem Nicolas, Ghesquière, ainda não conhecido – para Balenciaga.

Divertido como para a geração dos 50 é reviver o passado ou a adolescência; para a geração dos 20 é a descoberta de um tempo que não conheceram. Mas esta exposição faz uma análise histórica e conta como as convulsões de 1997 prenunciaram a moda atual.

As nomeações de diretores artísticos de casas de moda lembram transferências entre clubes de futebol. Essa forma de fazer as coisas foi imposta em 1997, ou mais precisamente entre outubro de 1996 e dezembro de 1997: o grupo LVMH, formado em 1987, renova uma a uma as direções artísticas de suas casas.

A substituição de Gianfranco Ferré à frente da Christian Dior, em particular, desperta um interesse que vai além do pequeno mundo da moda. A imprensa fazia previsões, enquanto estilistas se diziam prontos para enfrentar o desafio, como Vivienne Westwood, Thierry Mugler, Jean Paul Gaultier, Martine Sitbon, Azzedine Alaïa… Os debates terminaram em outubro de 1996, com a nomeação de John Galliano. Foi rapidamente seguido pelo de Alexander McQueen na Givenchy e depois, durante 1997, por Marc Jacobs na Vuitton, Michael Kors na Celine, Narciso Rodriguez na Loewe.

ARTIGO

worldfashion • 28/04/23, 14:01

Inovação impulsiona avanços na indústria têxtil

Por Carlos Fernandes*

Neste mês, no dia 21, comemoramos o Dia da Indústria Têxtil, setor que possui papel importante para geração de empregos e fortalecimento da economia no Brasil. A indústria têxtil brasileira tem o grande diferencial de contar com uma cadeia completa. Começando desde as fiações de diversas fibras sintéticas e naturais, até as confecções e marcas varejistas locais. Por outro lado, ainda precisamos melhorar nossa competitividade no mercado global.

Nos últimos anos, o setor têxtil passou por mudanças significativas, em especial em inovação e sustentabilidade. Os principais avanços envolvem tecnologia e sistema, a chamada indústria 4.0. Podemos ressaltar como exemplo o crescimento do ‘seamless’; as inovações em costura e modelagem; e os têxteis inteligentes que proporcionam produções e coleções cada vez mais personalizadas e customizadas para atender as necessidades do novo consumidor. Outro destaque é a rastreabilidade em toda etapa de produção têxtil, garantindo que os produtos sejam confeccionados conforme os mais rigorosos padrões de sustentabilidade e econômicos.

Após um 2022 desafiador, o setor têxtil vem retomando aos poucos seu ritmo em 2023. Temos boas perspectivas para este ano. A busca por inovações cresce, o que é o foco de nossa atuação.  Além das novidades e dos lançamentos da marca LYCRA® - como os fios LYCRA® ADAPTIV, LYCRA® EcoMade, LYCRA® SenseFX® e LYCRA® Anti-Slip - teremos novas aplicações e desenvolvimentos para as tecnologias LYCRA® T400®, COOLMAX® e THERMOLITE®, que serão lançadas por nossos clientes e parceiros ainda neste ano.

A The LYCRA Company assumiu um papel importante de liderança na indústria têxtil ao desenvolver para o mercado soluções inovadoras e sustentáveis de fibra, contribuindo assim para o fortalecimento do setor. Somos referência em inovação desde a criação do fio LYCRA® original, fibra revolucionária que mudou a performance e conforto dos tecidos há 65 anos.

Temos ações pioneiras que incentivam o setor a adotar novas práticas, com objetivo de reduzir o impacto ao meio ambiente. Recentemente atualizamos nosso Planet Agenda e apresentamos metas e compromissos até 2030, para consolidar uma produção cada vez mais sustentável. Nosso compromisso é elevar a qualidade dos padrões da indústria têxtil como um todo, sempre baseados em uma forte construção ética na condução dos negócios ao longo de toda a cadeia.

*Carlos Fernandes é diretor comercial América do Sul da The LYCRA Company

EXPORTAÇÃO 2023

worldfashion • 25/04/23, 14:23

As inscrições para para participar nas feiras  internacionais, com suporte técnico e subsídios financeiros do programa, estão abertas até amanhã dia 26 de abril e as vagas são limitadas. Mais informações pelo e-mail relacionamento@assintecal.org.br.

All China Leather Exhibition (Acle)

A primeira delas é a All China Leather Exhibition (Acle), que acontece em Xangai entre os dias 29 e 31 de agosto. Conhecida como o evento mais importante para as empresas internacionais que procuram oportunidades em grandes mercados da China, a mostra oferece grande variedade de couros, componentes e acessórios, equipamentos, máquinas e serviços de tecnologia. “O evento é bastante internacionalizado, teve 34 países em 2019, e grandes volumes negociados. Além disso, a China é o nosso principal mercado de componentes e produtos químicos no exterior”, comenta o gestor de Mercado Internacional da Assintecal, Luiz Ribas Júnior, ressaltando que esta é a primeira edição pós-pandemia de Covid-19.

Lineapelle e a Simac

Na sequência, nos dias 19 a 21 setembro, acontecem em Milão/Itália duas feiras simultâneas, a Lineapelle e a Simac. A primeira, focada em couros, acessórios, componentes, tecidos e materiais de moda em geral, recebe, a cada edição, compradores de mais de 40 países e tem o foco no abastecimento da indústria para o primeiro semestre do ano seguinte. Já a Simac tem foco em maquinário e tecnologia e recebe compradores de mais de 80 países, sendo considerada uma das mostras de maquinário mais internacionalizadas do mundo.

Sobre o By Brasil Components, Machinery and Chemicals

Os fabricantes brasileiros que integram o setor de componentes interessados em ampliar suas relações comerciais com o mercado externo têm a oportunidade de participar, assim como outras 300 empresas, do projeto By Brasil Components, Machinery and Chemicals, realizado pela Assintecal, ApexBrasil e Abrameq, que pretende promover um bom desempenho das exportações e, consequentemente, do setor. O projeto possui soluções adequadas a cada nível de internacionalização, mantendo ao alcance das empresas ações de promoção comercial, inteligência, capacitação, entre outros. Para mais informações, entre em contato por meio do e-mail: relacionamento@assintecal.org.br.

Sobre a ApexBrasil

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. A Agência realiza ações diversificadas de promoção comercial, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, e visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira.

da redação com informações da DCR - Assessoria de Imprensa  - foto divulgação

VAREJO ON LINE

worldfashion • 24/04/23, 13:52

Chega no mercado uma nova marca a UAGAyA_ID,  com uma a proposta de um guarda roupa versátil, leve, easycare para as viagens de negócios, onde a praticidade e a composição de peças dão multiplos visuais.  E a seguir voce saberá quem está por trás da marca.

A Isabela Keiko Uagaia, é a diretora criativa e fundadora da marca, que nasceu a partir das suas necessidades em anos viajando na promoção da moda brasileira pelo mundo.

Ela diz: “A pandemia me proporcionou ter o tempo que não tive por anos trabalhando muito, em estar ao lado dos que amo e de parar pensar, refletir e resgatar o porquê eu tinha chegado a moda. Passei minha infância brincando com um resumo do que me fez ser o que sou, cresci, criando revistas, desenhando e fazendo roupas nas minhas brincadeiras”.

Quando decidiu estudar moda, tinha um único objetivo que era o de criar a minha marca. No entanto, durante seus estudos e passagem pela teciteca, ao lado da professora Mitiko Kodaira de Medeiros, desenvolveu uma boa base de conhecimento têxtil e que no decorrer conheceu s eventos têxteis e de moda.

Na graduação recebeu o prêmio de melhor aluna do curso de moda, que a levou a primeira vez para cidade luz, sendo recebida como convidada de honra dos salões: PREMIERE VISION, EXPOFIL FIL EVENT”.

Trabalhou no marketing de projeto social de moda na segunda maior favela de São Paulo, Paraisópolis, até ele ser apresentado em Milão em 2004.

Atuou na gestão de marketing e comunicação de marcas de moda e acessórios, no desenvolvimento e parceria com marcas da SPFW São Paulo Fashion Week e desenvolveu eventos para estes clientes administrando as aparições das marcas em mídia.

Em 2004, surgiu o convite pelo representante de eventos internacionais, Freddy Hedin, para auxiliá-lo na representação dos salões Bijorhca e depois do extinto MIDEC, aos poucos sua carreira tomou um novo rumo e acabou sendo convidada para trabalhar na promoção comercial e de comunicação de eventos internacionais de moda como: Who´s Next, Premiere Classe, Spinexpo, Modamont, Indigo, Paris Sur Mode, PC & WSN Dubai, Mess Around, Salon International de la Lingerie, Mode City, Interfilière, Exposed, Curve, TRANOÏ etc.

Os anos se passaram e entre França e Brasil, soma-se mais de 18 anos de trabalhos realizados. Com os eventos que organizou ou colaborou pode viajar o mundo: Paris, Milão, Dubai, Shanghai, Istambul, New York, foram algumas das cidades que pode realizar o seu trabalho.

Atualmente sua empresa Isabela Keiko LTDA representa com exclusividade os salões TRANOÏ que é parceiro oficial da PFW- PARIS FASHION WEEK e FHCM- FÉDÉRATION DE HAUTE COUTURE ET MODE (Federação Francesa de Alta-Costura e Moda) evento que reúne designers do mundo todo, nos Estados Unidos, é responsável pelo CURVE NEW YORK e CURVE LOS ANGELES que reúne profissionais do setor de lingerie, sleepwear, loungewear.

Por que a marca UAGAyA_ID é um TRAVEL WARDROBE?

“Nos anos viajando e analisando coleções e tendências do setor, também percebi as dificuldades de como é importante ter um guarda-roupa versátil, leve, easycare e que embora a moda ainda seja um dos setores mais poluentes, a consciência sustentável é crucial e ela só pode existir nas empresas através de gestores que visam agregar isso aos seus produtos.  Procurei reunir nos produtos o que buscava nas minhas viagens pelo mundo e que muitas vezes encomendava nas roupas que comprava. Uni a praticidade nos tecidos e uso das roupas de forma multifuncional, sem estações definidas, mas, com os tons básicos: preto e branco e também com muita cor”. diz Isabela Keiko Uagaia e completa  “A coleção cápsula é atemporal, porque, as pessoas viajavam pelo mundo em diversos hemisférios, saem do verão para o rigoroso inverno, ou vice-versa, um travel wardrobe, multifuncional, transformável, que combinam entre si ou podem ser usados em outras produções, tecidos de fácil cuidado, easycare, leves, que não amassam na maioria e são acima de tudo confortáveis com toques agradáveis e contemporâneos.”

Sobre a coleção

“I SEE FLOWERS, EU VEJO FLORES  WE LOVE ALL COLORS, AMAMOS TODAS AS CORES”:

Concebida na pandemia, momento em que todos tivemos que viver nossas melhores e piores versões. Todos vivemos nosso lado dark = all black ou buscamos momentos de melhor clareza, leveza, fé  = all white.  Porque depois de tanta incerteza e vivermos nossos dois lados, todas as cores e flores são muito bem vindas neste momento de esperança que renasceu com o passar da pandemia.

“Costumo dizer que prefiro sempre ver flores mesmo quando nos trazem ervas daninhas.  E que as cores trazem alegria e vida ao nosso dia-a–dia.”

A coleção resgatou dentro das cenas cotidianas de confinamento as formas das roupas:

O que fizemos, na pandemia?  Pintamos, desenhamos, escrevemos….

O principal look da coleção que é multifuncional, assim como quase todas as peças da marca, que em muitos casos são double face, pois, um travel wardrobe, deve ser prático.

Na pandemia fomos multitarefas: trabalhamos de home-office, cuidamos da família, dos filhos da casa enfim um pouco de tudo. A jardineira, primeira peça desenhada, foi inspirada nos aventais japoneses e roupas de samurais, de minha memória de infância. Porque muitos se descobriram cozinhando e aprenderam a cozinhar ou se aperfeiçoaram.

A saia salopete é a peça chave, foi a primeira peça a ser desenhada e através dela surgiram várias outras peças como o body da coleção que é double face = dupla face, assim como outras peças da coleção que traduzem a versatilidade e multifuncionalidade presente no DNA da marca.

Sobre a ESTAMPA EXCLUSIVA - “Dream Waves” São linhas sinuosas que formam a estampa da marca, um resgate nos desenhos de infância, somadas as linhas curvas que remetem os trabalhos realizados durante sua graduação em moda às aulas de pintura, são sonhos que vem em ondas. As cores: laranja, roxo, verde, azul e pink, compõem o rapport de forma vibrante e delicada. Traz personagens de seus quadros que sonham ou se perdem no mundo imaginário e traçam linhas curvas que compõem a arquitetura.

Sobre a ARQUITETURA na coleção são texturas, formas aos tecidos, “O QUE SE VÊ DA JANELA? MY VIEW?”. Prédios, arvores, cenas urbanas, cenas do campo…trouxe também  para coleção os COBOGÓS, que com as cores deram formas aos acessórios: PULSEIRAS E GARGANTILHAS.  “As populares pulseiras bate e volta que brincava na minha infância, foram incorporadas na coleção com matéria-prima nobre. São feitas artesanalmente em couro e os cobogós dão a graça de sua forma aos recortes.” completa Isabela Keiko Uagaia

Os lançamentos acontecerão de 03 a 07 de maio no Futuro Mercado na Rua Basílio, 177 na República no centro de São Paulo e dias 09  e 10 de maio na IT BRANDS no pavilhão do Hotel Rosewood São Paulo na Alameda Ribeirão Claro, 40 em São Paulo, as vendas serão via e-commerce.

da redação  com informações da UAGAyA_ID

VAREJO

worldfashion • 20/04/23, 15:26

A SHEIN, varejista global online de moda, beleza e estilo de vida, anuncia hoje que fará um grande investimento no Brasil, a fim de tornar o País um pólo mais moderno de produção têxtil e de exportação para a América Latina. A empresa planeja estabelecer parceria com dois mil fabricantes locais e criar aproximadamente 100.000 empregos nos próximos três anos para produzir peças com a marca SHEIN.

Para apoiar os fabricantes brasileiros e aumentar a competitividade, a companhia investirá inicialmente 750 milhões de reais para fornecer tecnologia e treinamento aos fabricantes a fim de atualizar seus modelos atuais de produção para o modelo sob demanda da SHEIN. Isto permitirá aos produtores locais gerenciar melhor os pedidos, reduzir o desperdício e diminuir o excesso de estoque, resultando em uma maior agilidade para responder à demanda do mercado. Além de beneficiar as comunidades locais, o onshoring (produção no mercado onde o bem será consumido) da manufatura também contribuirá para a competitividade geral da indústria têxtil com o potencial de aumentar as exportações.

“A chave para nossa estratégia de crescimento é alavancar nossa escala global e excelência operacional para apoiar e contribuir para as economias e ecossistemas locais”, afirma Marcelo Claure, Chairman da SHEIN para a América Latina. “Temos visto grande sucesso no Brasil desde nosso lançamento em 2020 e, com a crescente demanda dos consumidores, vimos a oportunidade de localizar mais a nossa cadeia de fornecimento para beneficiar os consumidores, as pequenas empresas e a economia em geral”, ressalta Claure.
“Começamos a trabalhar com a SHEIN recentemente e, desde então, atingimos um crescimento de 120%. A empresa tem uma clara metodologia de trabalho e know-how para estruturar a indústria para o comércio eletrônico. Um dos maiores diferenciais da companhia é a agilidade na análise do desempenho de vendas do produto e a rápida reposição dos mesmos, feito de forma automática”, disse Kauê Chofi, proprietário da fábrica têxtil Naif.

MARKETPLACE

Além do investimento na fabricação no Brasil, a SHEIN anuncia hoje seu marketplace para vendedores locais para atender às demandas dos clientes brasileiros por uma variedade muito maior de produtos e categorias, bem como tempos de entrega mais rápidos. O modelo do marketplace começou a ser testado no País em 2022.

Um dos objetivos do marketplace é ajudar a capacitar a comunidade de vendedores locais para alcançar a base de clientes da empresa por meio do site e do aplicativo da companhia. Além disso, o modelo de marketplace também permite que os vendedores possam aproveitar ainda a vasta experiência em marketing, redes sociais, logística e ecossistema de distribuição da SHEIN.

“O Brasil é um mercado importante para nós, e estamos comprometidos em continuar a apoiar o crescimento econômico e o sucesso da SHEIN por todo o País”, acrescenta Felipe Feistler, General Manager da empresa no Brasil. “Nosso objetivo é apoiar os fabricantes e fornecedores brasileiros para que possam aumentar seu alcance e crescimento no Brasil, bem como agir como um bloco de construção para futuras oportunidades globais”, ressalta Feistler.
“Graças ao apoio e ao alcance do marketplace da SHEIN, vimos um aumento nas vendas de cerca de 220% em apenas três meses. Alcançamos consumidores que de outra forma não teríamos alcançado e, como resultado, dobramos nossos números de pedidos diários. Nos dias de promoção, as vendas aumentaram incríveis 300%”, comenta João Paulo Galvão, proprietário da Moderna & Slim e vendedor local do marketplace da companhia.

O modelo do marketplace da companhia também tem apoiado os vendedores locais para que as suas marcas sejam reconhecidas como marcas de moda, ao contrário de outros marketplaces, onde isso não ocorre. A expectativa da SHEIN é que, até o final de 2026, cerca de 85% de suas vendas sejam locais, tanto de fabricantes como de vendedores.

da redação com informações da BCW-Global  imagem: foto divulgação

EVENTO

worldfashion • 19/04/23, 14:41

Um dos espaços mais visitados do salão INSPIRAMAIS que lançará mais de mil materiais para a indústria de calçados, confecções, móveis e bijuterias nos dias 11 e 12 de julho,  é o  Hub Conexão Criativa que está com inscrições abertas até o próximo dia 21 de abril, para se inscrever click em:  https://bit.ly/3MTXpGS. oportunidade para empresa desenvolvedora de um material, serviço ou tecnologia sustentável e inovadora para a área de moda e design.

A curadora do Projeto e consultora em Gestão de Design no Núcleo de Pesquisa e Design do INSPIRAMAIS, Flávia Vanelli, destaca que o espaço sempre atrai grande visitação de compradores em busca de novidades sustentáveis. “A participação, além de garantir networking, gera uma troca de informação e insights importantes sobre tendências em design, comportamento e inovação, permitindo que as expositoras se mantenham à frente do jogo no que diz respeito à criação de produtos, serviços e soluções inovadoras”, avalia, ressaltando que a espaço permite que os compradores possam propor e testar inovações, acelerando processos e criando parcerias de valor.
Na mais recente edição do INSPIRAMAIS, em janeiro passado, 44 empresas apresentaram seus produtos no Hub Conexão Criativa, o espaço faz parte de um conjunto de ações realizadas pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), por meio do Projeto Integra Moda, mantido em parceria com a Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal).

O EVENTO

A 28ª edição do INSPIRAMAIS, que acontecerá no Centro de Eventos da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (FIERGS), em Porto Alegre/RS, deve reunir mais de 150 expositores de insumos e materiais que receberão a visita de 7 mil pessoas do Brasil e de parte do mundo, por meio do Projeto Comprador Internacional. O evento é uma promoção da Assintecal em parceria com o Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e Associação Brasileira das Indústrias de Mobiliário (Abimóvel). A realização é do programa By Brasil Components, Machinery and Chemicals e a parceria do Sebrae Nacional. .

da redação com informações da DCR - Assessoria de Imprensa  imagem: foto divulgação

TECNOLOGIA

worldfashion • 18/04/23, 10:18

Não foi à toa que a BBC - British Broadcasting Corporation, elegeu o código de barras como “uma das 50 inovações que transformaram a economia moderna”. Desde a sua criação, em 1973, este simples código é utilizado atualmente em mais de 1 bilhão de produtos que são lidos nos checkouts no mundo todo.

O código de barras mudou para sempre a nossa experiência de compra no varejo. Apesar de parecerem todos iguais, cada código de barras identifica um produto de forma exclusiva. Graças aos padrões GS1, uma simples leitura conecta um produto físico a diversas informações ao longo da cadeia de suprimentos. Essa mudança proporcionou novas experiências para o consumidor, que passou a ter mais qualidade no atendimento e ser mais bem informado ao longo do tempo. Agora, uma nova transformação está em curso e traz resultados positivos para a qualidade de vida dos consumidores, além de muito mais agilidade e economia para as empresas.

E vem aí a nova geração de código bidimensional — 2D — tem mais capacidade de fornecer dados confiáveis e precisos a consumidores, empresas e agências reguladoras. Na área da saúde, proporciona mais segurança a profissionais e pacientes. O código 2D pode contar a “história” de um produto: de onde vem, dados nutricionais, composição, rastreabilidade e muito mais. Esse foi um movimento global, que teve início no fim de 2020, quando a GS1 iniciou o processo de transição dos códigos de barras tradicionais para o bidimensional, num trabalho conjunto com os principais players do setor de varejo. São mais de 20 países — incluindo China, EUA, Austrália e Brasil — que já iniciaram pilotos de sucesso.

Para João Carlos de Oliveira, presidente da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, “a transição para a nova geração de códigos de barras, o chamado código 2D, vai favorecer a cadeia de suprimentos com mais agilidade, eficiência, economia e rastreabilidade”.

O brasileiro conhece o código de barras desde 1983, quando entidades representativas de vários setores da indústria e do varejo se juntaram para promover a automação comercial. Foi criada então a Associação Brasileira de Automação Comercial (ABAC). Posteriormente, passou a ser chamada EAN Brasil e, mais adiante, Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil. São 40 anos de trabalho no País que contribui para o desenvolvimento de tecnologias e soluções para toda a cadeia de suprimentos, com o objetivo de inserir associados e parceiros numa rede global de crescimento contínuo e sustentável.

Durante essas quatro décadas, a GS1 Brasil apoiou vários projetos que colaboraram com a evolução na gestão de processos e de adoção de novas tecnologias. Essa forte atuação fez com que empresas de diversos setores da economia se tornassem mais modernas e eficientes. Além disso, o consumidor ganhou mais agilidade no atendimento e segurança ao ter acesso a informações qualificadas de produtos, fornecidas diretamente pelos donos das marcas.

Hoje, a GS1 Brasil conta com mais de 58 mil associados que representam 36% do PIB nacional e 12% dos empregos formais, com duas sedes no país, uma em São Paulo e outra em Brasília. O escritório do Distrito Federal tem como objetivo expandir a representatividade da organização junto aos órgãos governamentais em áreas de interesse público e privado.

A GS1, organização responsável mundialmente pelo código de barras, também evoluiu nas últimas cinco décadas para uma organização de padrões e serviços, atualmente presente em 116 países. A GS1 promove a transformação digital de empresas de todos os tamanhos e diversos setores, contribuindo para o desenvolvimento e modernização dos negócios.

As informações disponíveis sobre um produto nas prateleiras do mercado não se limitam mais apenas ao espaço físico das embalagens. Agora, o consumidor terá acesso a muito mais informações sobre o item que coloca no carrinho por meio das “embalagens estendidas”. Isso é possível graças à leitura do código 2D, que começa a conquistar espaço nos rótulos dos produtos. Ao apontar a câmera do celular para o código 2D, o cliente poderá acessar diferentes dados, inclusive todo o caminho percorrido desde a escolha da matéria-prima até chegar ao ponto de venda.

A utilização do código 2D tem sido cada vez mais presente na indústria de suprimentos, uma vez que ele permite a inserção de uma grande quantidade de informação. Com um smartphone em mãos é possível, em poucos cliques, saber detalhes sobre a produção, transporte, armazenamento e comercialização de um item com transparência, o que permite uma relação de confiança maior entre o fabricante, seu produto e o cliente.

O Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial demonstra confiança da indústria neste ano ao mostrar crescimento em janeiro e fevereiro. Segundo esse indicador que mede a intenção da indústria de transformação em lançar produtos quando solicita o cadastro de códigos de barras, o setor que mais está programando novidades é o de vestuário.

Medido pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, gestora dos códigos de barras, o índice demonstra crescimento de 54,1% em fevereiro na intenção da indústria de vestuário em lançar produtos em relação a janeiro deste ano. Já no acumulado de 12 meses, o crescimento foi de 24,6%, o que demonstra um bom cenário para 2023. Para Virginia Vaamonde, CEO da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, “o resultado do índice de uma forma geral nos traz boas perspectivas para o ano com relação a intenção de lançamento de produtos e esperamos que esse otimismo se reflita para próximos meses.”

Entenda o índice

Índice antecedente de produção industrial que mede a intenção de lançamento de produtos no Brasil, por meio dos pedidos de códigos barras pelas empresas.

• ORIGINAL — dado bruto reflete as solicitações de GTIN mês a mês.

• DESSAZONALIZADO — série livre de efeito sazonal, exclui efeitos típicos de meses específicos e permite uma avaliação mais intuitiva de tendência do crescimento da série entre os meses (ex. comportamento histórico de aumento de pedidos por conta de datas comemorativas).

• O Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial será divulgado:

• Todo 1º dia útil do mês

• Primeiro indicador antecedente de Indústria a ser divulgado

• Poder explicativo adicional — não direto — com significância estatística

• Relacionado com Inovação — portfólio de produtos das empresas

• Setores relacionados com CNAE — Divisão 10 a 33

• Número Índice (Base: média de 2012 = 100)

Com mais de 50 anos de experiência no mercado, a UnidaSul viu nessa tecnologia uma forma de aprimorar a relação de confiança com seus consumidores, e tornou-se exemplo na utilização do código 2D em suas embalagens. Além disso, a padronização para o uso do código pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil fomenta o vínculo entre o produtor e o consumidor final. Seja na apresentação do produto de maneira aprofundada, seja na criação da ponte de contato efetivo entre cliente e produtor para esclarecer dúvidas ou encaminhar sugestões. “No padrão GS1, os envolvidos na cadeia agroalimentar vão ter a capacidade de identificar essas informações, justamente por elas estarem organizadas e padronizadas”, destaca Douglas Figueiredo, gerente de produção da UnidaSul.

Além de proporcionar uma experiência mais completa na hora das compras, os códigos 2D inseridos nas embalagens têm impacto direto na rastreabilidade e no monitoramento de determinados produtos. Para os consumidores, isso significa ter acesso a informações sobre o produtor, a origem do produto, data de colheita, dados nutricionais expandidos e até mesmo possíveis promoções. Por meio dessa embalagem inteligente, o cliente pode saber de onde e como vêm os produtos que vão chegar até a sua mesa e tomar decisões mais conscientes sobre qual tipo de produto deseja adquirir.

Se para o consumidor final as embalagens estendidas servem como uma garantia maior de qualidade no que vai comprar, para a indústria ir além do código barras usual também tem um impacto direto nos atributos oferecidos pelas empresas. Dentro das possibilidades de rastreabilidade e monitoramento, permitidas por essa tecnologia, é possível destacar a transparência nas informações passadas para os clientes, assim como a eficiência na hora de identificar possíveis problemas na cadeia produtiva. Ainda, com a aplicação do código 2D é possível fazer a gestão da data de validade dos produtos e possíveis inconformidades, o que reforça a garantia da qualidade.

Atuante nos ramos do atacado, varejo e atacarejo, além de distribuição, fabricação, transporte e logística de bens de consumo, a UnidaSul trabalha para inserir as embalagens estendidas nos seus produtos do setor Frutas, Legumes ou Verduras (FLV). Em 2019, a empresa passou a integrar o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento dos Alimentos (Rama), o qual visa trazer maior precisão na identificação da origem do produto, fortalecer boas práticas agrícolas e prover informação para todos os agentes na cadeia de produção alimentícia. O Rama foi criado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

Sobre o Código 2D

O código 2D, como o próprio nome já diz, é um código bidimensional, que possui a capacidade de armazenar muito mais informações que o código de barras linear, como data de validade, lote, número de série, dados nutricionais, entre outros. Enquanto o código de barras tradicional carrega 13 dígitos, o bidimensional pode conter milhares de dígitos, além de permitir a impressão em uma área muito menor na embalagem. Estamos falando de uma verdadeira revolução tecnológica, possibilitando à indústria e ao varejo, físico ou digital, simplificar processos, melhorar gestão e controle de estoques, monitorar a data de validade, além de prevenir perdas. Para os consumidores, permite garantir a autenticidade dos produtos e a melhor experiência de compra.

Sobre a UnidaSul

Com mais de 55 anos de história, a UnidaSul atua nos ramos de atacado, varejo, atacarejo, distribuição, fabricação, transporte e logística de bens de consumo. Desde a união entre a Comercial Unida e a Comercial Rissul, em 2006, a UnidaSul conta com cerca de 7 mil colaboradores e atende diferentes pontos no Rio Grande do Sul com uma grande diversidade de produtos. Em 2019, a empresa passou a investir no rastreamento e monitoramento das mercadorias comercializadas — práticas que garantiram o Prêmio Automação 2002, da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil.

Sobre a Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil

A Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, é uma organização multissetorial sem fins lucrativos que representa nacionalmente a GS1 Global. A entidade conta com cerca de 58 mil associados que representam 36% do PIB nacional e 12% dos empregos formais. Em todo o mundo, a GS1 é responsável pelo padrão global de identificação de produtos e serviços (Código de Barras e EPC/RFID) e comunicação (EDI e GDSN) na cadeia de suprimentos. Além de estabelecer padrões de identificação de produtos e comunicação, a associação oferece serviços e soluções para as áreas de varejo, saúde, transporte e logística.

da redação com informações da DFreire Comunicação e Negócios