MATÉRIA PRIMA TÊXTIL

worldfashion • 08/03/23, 12:23

A empresa, Fios Têxteis H.Marin, desenvolve fios especiais de alta qualidade, com grande versatilidade nos processos de produção, com tecnologias AIR JET, AR TWIST E AIR TEX, para indústria têxtil que ganham agilidade e custos altamente competitivos, criando e incentivando a divertificação para atender o mercado com grande diferencial.
Com a ampla visão do processo têxtil, Antonio Marin (sócio e diretor) da empresa, busca a estruturação de parcerias sólidas, potencializando as competências das tecelagens, malharias circular e malharias retilínea, concretizando o desenvolvimento de novos produtos.
Atualmente, os consumidores buscam cada vez mais, por peças diferenciadas, com toques, estruturas e aspectos diversos e as indústrias de tecidos e malhas, podem oferecer  para às confecções, as bases com inovações e diferenciações, importantes para as criações de looks.
Muitas indústrias, já desenvolvem e beneficiam os fios, criando, inovando e ultrapassando os limites das possibilidades de diferenciação, são eles - Anfra Tecidos Ltda, Bella Janela, Diklatex, Innovativ Ind. E Com. De Tecidos Ltda, JN Criações, Karsten S/A, Lupo S/A., Marles Industria Têxtil, M.Leitão, Persianas Garcia, Pettenati S/A Indústria Têxtil, RVB Malhas, Stratus, Tecelagem Panamericana Ltda, Texion Textil Ltda, Têxtil Maria de Nazareth, Têxtil São João S/A, Três Ellos entre outros.
Fios Têxteis H. Marin LTDA é uma empresa de beneficiamento de fios, fundada em 1996, na cidade de Santa Bárbara D’Oeste no estado de São Paulo, que tem o propósito e foco na inovação, criação e expansão de possibilidades diferenciadas para o mercado têxtil brasileiro de moda e decoração.
da redação

AFRICA FASHION WEEK BRASIL

worldfashion • 02/03/23, 14:04

O evento foi lançado para a imprensa, no último dia 28 de fevereiro em São Paulo, e tem como proposta de elevar a visibilidade da moda, arte e cultura africana, além de gerar oportunidades e negócios pelo grande interesse pela moda afro no país.

O encontro promovido pelo Instituto Internacional Feafro, organizador da Africa Fashion Week Brasil – AFW Brasil, sinalizou a certeza de que o país inicia um novo ciclo no trato com questões fundamentais. E uma delas diz respeito à essência da brasilidade, composta por sangue e traços culturais oriundos dos povos originários e do continente africano. Afinal, o povo brasileiro é, majoritariamente, preto e pardo – uma realidade a ser melhor compreendida, reconhecida e valorizada.
O lançamento da AFW Brasil é resultado de trabalho persistente do Instituto Feafro, presidido pela empresária Silvana Saraiva. Dinâmica, articulada, agregadora e, sobretudo, engajada, Silvana traz para o país a representação internacional da AFW, já consolidada no Reino Unido e na Nigéria.
A importância da AFW Brasil mereceu manifestação do Governo Lula, por intermédio do estafe do Ministro Alexandre Padilha, por meio de vídeo, onde torna público o apoio irrestrito à iniciativa, por tudo que ela representa para o fortalecimento dos laços Brasil-África.
“O Africa Fashion Week Brasil integra o circuito African Fashion Week Londres e African Fashion Week Nigéria, concebido e fundado pela Rainha Ronke Ademiluyi  em 2011, e que está na 13ª edição. Acessível, Inclusivo, Diverso e Sustentável são valores que constituem os pilares da proposta da African Fashion Week Brasil”, ressalta Silvana Saraiva. Os 135 passos da diáspora africana constitui o tema da AFW Brasil, em referência aos 135 anos de escravidão vigente desde a promulgação da Lei Áurea, na perspectiva da união de forças em favor da efetiva libertação.
Hoje, somando 12 anos de história, o AFW é um dos mais importantes eventos de moda do Reino Unido e do Centro Oeste da África. Em 2018, assinou com Instituto Internacional Feafro a transferência know-how e tecnologia para realização no Brasil.
Diáspora africana - A moda tem se destacado como a plataforma para mostrar a força e a diversidade do design africano. Verifica-se uma demanda reprimida no seio de parcela relevante da sociedade, que busca uma identidade que combina seu estilo de vida em sinergia com sua ancestralidade.
O África Fashion Week, agora configurado para conquistar as raízes profundas do sentimento de brasilidade, vem preencher uma lacuna histórica e projetar a estilização africana na sociedade brasileira. Representa poderoso incentivo e fortalece a promoção de novos designers, desprovidos de recursos para fazer a apresentação das suas coleções e do seu trabalho.
Moda como instrumento - O evento vai reunir designers consagrados e aptos a promover a interação entre gerações, ativação de marcas, workshops de inovação do setor, nos segmentos B2B e B2C, exportação, importação e encontro privado com investidores.
“A estratégia e o foco principal do evento é lançar mão da moda como um instrumento de sustentabilidade e de mudança social. AFWB é uma ferramenta de combate ao racismo estrutural, responsável pela manutenção de um mercado da moda eurocentrado”, enfatiza Silvana Saraiva.
No âmbito do circuito AFW, 90% da força de trabalho é composto por pretos, mulheres, LGBTQI+, estudantes de moda e comunidades marginalizadas. Oferece uma experiência singular de trabalho, projetada em um evento de grande porte.
A essência do AFW demonstra que incluir também é apoiar, fomentar e provocar as mudanças dos padrões de estilo do setor têxtil. Busca tornar acessível ao consumidor que deseja uma moda mais em sinergia com sua cultura, seu estilo de vida e seu bem-estar.
Em síntese, o espírito do AFW, chega ao Brasil em um momento ungido pela esperança, envolve moda, música, dança, gastronomia, arte têxtil, design, receptivo de luxo em quilombos, artesanatos e outras expressões. É intimamente relacionado com a cultura dos povos originários (o Brasil possui mais de 350 etnias indígenas) e presente na raiz da maioria da população brasileira (preta e parda). E esses são valores que compõem diferenciais turísticos valorizados no mercado internacional.

Africa Fashion Week Brasil
de 25 a 27 de Maio 2023
Expo Center Norte - São Paulo /SP – Brasil

GREENWASHING

worldfashion • 01/03/23, 14:51

UMA X


Virou prática comum no mercado da moda, falar sobre a sustentabilidade. Porém, algumas marcas se apropriam do assunto sem ter, de fato, iniciativas que realmente façam a diferença no processo – que vai muito além da escolha de tecidos, por exemplo.
Para te ajudar a identificar quais elementos são importantes quando pensamos em atitudes sustentáveis, Vanessa Davidowicz, diretora de marketing da UMA e idealizadora da UMA X, linha fundada em 2020 pela UMA, elenca os principais pontos de atenção:

LER COM ATENÇÃO A ETIQUETA
Tenha atenção com as palavras derivadas de “sustentabilidade” ou “ecológico” que aparecem de forma vaga e sem maiores informações sobre o que de fato é sustentável no produto ou iniciativa da empresa. É importante verificar se existe uma empresa séria por trás possibilitando a rastreabilidade destes processos.

TECIDOS COM CERTIFICADOS
Escolha por produtos que possuem tecidos que tenham maior durabilidade e que sejam eca responsáveis e que possuam certificados internacionais como o Oeko-Tex Standard 100, Lenzing, Tencel, EcoVero, Global Recycled Standard e BCI (Better Cotton Initiative).

RELAÇÕES DE TRABALHO SAUDÁVEIS E JUSTAS
Procure por marcas que prezam e tenham relações de trabalho justas, pilares de extrema importância social, que também está dentro do guarda-chuva da sustentabilidade, além dos tecidos e da matéria-prima.
VALORIZAÇÃO DA MÃO-DE-OBRA LOCAL
Busque por marcas que desenvolvem e produzem no Brasil por fabricantes locais, potencializando as oportunidades de empregabilidade no país e minimizando a emissão de CO2 devido a transporte aéreo.

NOVIDADES E TENDÊNCIAS SOBRE O MERCADO DE MODA SUSTENTÁVEL

Escolha marcas que tragam novidades têxteis com certificados renomados e processos artesanais no desenvolvimento das coleções. Essas informações precisam estar presentes nas etiquetas das peças.

PROGRAMAS SUSTENTÁVEIS DE LOGÍSTICA
Pesquise pelos programas sustentáveis de logística que a marca participa como o EuReciclo, empresa de logística reversa de embalagens pós consumo, que geram incentivos para elevar as taxas de reciclagem no país.

MATERIAIS E AVIAMENTOS SUSTENTÁVEIS
Busque por marcas que utilizam aviamentos diferenciados como os Ecobotões, sem níquel ou feitos de papel reciclado e fibras naturais.

CERTIFICADOS OFICIAIS
Procure por certificados oficiais dos tecidos e programas que marca utiliza e participa como Lenzing, Tencel, EcoVero, BCI, OEko-Tex Standard 100, Global Recycled Standard, Naia, EvoDown, Hemp Denim (Vicunha), Eu Reciclo.
A sustentabilidade é um dos principais pilares de UMA X, marca colaborativa e genderless de UMA. Focada em um público mais jovem, a marca prima pelo consumo consciente com transparência. Abaixo, um pouco dos principais drops e suas iniciativas sustentáveis:
Denim sustentável em parceria com a Vicunha Têxtil, em lançamento exclusivo do tecido Hemp Denim, composto por algodão ABR e cânhamo. A sustentabilidade vem da fibra oriunda do cânhamo, que requer menos água e menos terra em seu plantio, além da lavagem feita com ozônio, resultando também na economia de até 80% de água no processo. Isso sem destacar que o cânhamo garante uma fibra durável, respirável, antibacteriana, biodegradável e hipoalergênica.
Drop com clássicos da malharia e jeanswear reeditados em modelagens ajustáveis, modulares e oversized, produzidos a partir da nossa técnica de tingimento natural usando cúrcuma e erva mate. Seguindo o compromisso de produção artesanal e consciente, as peças foram tingidas a mão pela nossa equipe no atelier. A campanha foi fotografada no Parque do Ipiranga, um dos espaços mais emblemáticos de São Paulo, e que simboliza a essência jovem da linha ao selecionar um casting diverso que se une com um interesse comum: o skate.
Colab com a cartunista e ilustradora Estela May Young intitulada ‘Péssimas Influências’. Para a primeira colaboração da artista com uma marca de roupas, Estela separou alguns dos seus desenhos favoritos, já publicados em sua tira diária, que leva o mesmo título, no caderno Ilustrada na Folha de S.Paulo. A colab traz as estampas em peças compostas em malharia 100% algodão sustentável com certificado da Better Cotton Initiative e sarja fibra de cânhamo.
Colab exclusiva com a marca de sandálias veganas e ecológicas, 100% reciclável e livre de metais pesados, que ganha uma edição especial, pincelada artesanalmente nos tons chumbo e areia, a partir de um processo sem resíduos com tinta não-tóxica à base de água. Uma técnica e efeito que traduzem perfeitamente a alma contemporânea, atemporal e urbana da UMA.
Com o intuito de criar peças que não passassem por nenhum uso de química artificial, criamos um drop de peças tingidas naturalmente e artesanalmente pelas mãos da nossa equipe de estilo, e unimos forças com a Onda Eco, marca de produtos de limpeza ecológicos com ingredientes 100% naturais e biodegradáveis, responsável pela etapa final do processo de lavagem das peças.
Curta-metragem Recycle Memory, que apresenta a coleção de mesmo nome e reúne um grupo de jovens criativos brasileiro do cinema e audio-visual independente. O figurino apresenta peças em tecido sportswear desenvolvido a partir de fios de poliéster reciclado, provenientes de um estoque antigo da própria tecelagem, que elimina o uso de matéria-prima virgem e outros recursos naturais.
A  marca UMA foi fundada por Raquel e Roberto Davidowicz em 1997, é uma marca de moda contemporânea com essência independente e atemporal. Feita em São Paulo para consumidores globais, a marca foca em produtos de qualidade, relações de trabalho justas e estética moderna, sempre atenta a novas transformações de moda e comportamento. Em 2020, lançou sua linha 100% sustentável, a UMA X, focada em um público mais jovem, estética all gender, com parcerias e inovações ecológicas.


THE PARADISE


O tecido, feito de fibra de viscose sustentável LENZING™ ECOVERO™ tecida pela Textil Carmen, com estampas tropicais que exaltam brasilidade e diversão, com modelagem desenvolvida pela marca The Paradise vestiu o ator Jonathan Azevedo.”A alfaiataria tropical da The Paradise foi o ponto de partida para vestir o mestre de cerimônias. Formal, pero no mucho, o look mistura a atemporalidade das modelagens com a profusão de cores das estampas da marca”, comenta Thomaz Azulay, sócio da The Paradise Rio com Patrick Doering.
A fibra LENZING™ ECOVERO™ segue um novo padrão em viscose eco responsável por ser derivada de fontes renováveis de madeira e geram até 50% menos emissões de CO2 e impacto na água em sua fabricação quando comparada com outras viscoses. Ela também é certificada com o rótulo ecológico da UE para produtos têxteis (licença nº AT/016/001) - um selo de excelência ambiental, concedido a produtos e serviços que atendem a altos padrões ambientais ao longo de seu ciclo de vida: desde a extração da matéria-prima até a produção, distribuição e o descarte. “Já somos grandes parceiros do Patrick e do Thomaz e sabemos o quanto se importam com o planeta e em proporcionar uma moda mais sustentável. Ficamos muito felizes em saber que iriam vestir o Jonathan e não hesitamos em estarmos juntos em mais esta ação”, conta Juliana Jabour, gerente de desenvolvimento e novos negócios na América do Sul do Grupo Lenzing.
Os fios LENZING™ ECOVERO™ são produzidas pelo Grupo Lenzing, as fibras de viscose da marca LENZING™ ECOVERO™ são o novo padrão da indústria para viscose ecologicamente responsável. Derivadas de fontes de madeira renováveis certificadas usando um processo de produção, atendendo altos padrões ambientais, as fibras LENZING™ ECOVERO™ se adaptam a um estilo de vida sustentável, contribuindo para um ambiente mais limpo.
As fibras são biodegradáveis, versáteis e podem ser adaptadas a um estilo de vida sustentável que contribui para um ambiente mais limpo, garantindo que as escolhas de moda dos consumidores sejam ambientalmente responsáveis e com menor impacto ambiental.
O Grupo Lenzing defende a produção ecologicamente responsável de fibras especiais feitas a partir de fonte de madeira renovável. Como líder em inovação, a LENZING™ é parceira de fabricantes têxteis globais e impulsiona diversos desenvolvimentos tecnológicos.
Suas fibras formam a base para aplicações têxteis no setor de vestuário, incluindo jeans e peças esportivas. Devido a alta qualidade, biodegradabilidade e compostabilidade, as fibras também são utilizadas para produtos de higiene e agrícolas.
O modelo de negócio do Grupo Lenzing vai muito além de um produtor tradicional de fibras. Juntamente com seus clientes e parceiros, são desenvolvidos produtos inovadores ao longo da cadeia, que geram valor agregado aos consumidores. O Grupo se esforça para a utilização e processamento eficientes de todas as matérias-primas e oferece soluções para ajudar a redirecionar o setor têxtil para uma economia circular. A fim de reduzir a velocidade do aquecimento global e cumprir as metas do Acordo Climático de Paris e do “Acordo Verde” da Comissão da UE, a empresa tem uma visão clara: tornar realidade um futuro com emissão zero de carbono.
A The Paradise é uma marca que acredita, acima de tudo, na fantasia. Um universo mágico e colorido de estampas que traduzem o realismo fantástico em padronagens e desenhos que pintam as roupas, transformando-as em obras de arte usáveis e colecionáveis. Criadas por Thomaz Azulay e Patrick Doering, as peças da The Paradise têm edição limitada e vêm numeradas à mão. Cada roupa funciona como uma tela em braco, pronta para receber pinceladas digitais de estampas exuberantes, ricas em detalhes, texturas e brilho

L003 Neo

worldfashion • 27/02/23, 11:18

LACOSTE tem origem nos anos 20 com René Lacoste, a lenda do tênis cujas invenções mudaram todo o esporte e revolucionaram a indústria da moda para sempre. Em 1927, contrariando os códigos de vestimenta da época, René substituiu, nas quadras, a camisa de manga comprida com tecido plano por sua mais recente invenção: uma camisa inovadora. Surgiu um dos maiores ícones da moda, que, após ganhar novo tecido mais leve e ventilado, foi lançado em 1933 com uma campanha publicitária, dando origem à icônica Camisa Polo LACOSTE. Desde então, a marca se mantém fiel à sua história, conciliando elegância, liberdade de movimento e conforto em cada uma de suas coleções.
O L003 Neo, novo modelo da linha de footwear da Lacoste,  desembarcou no Brasil, acompanhado por uma campanha vibrante, filmada em Londres e estrelada por seus embaixadores Ella Mai & Midwxst. Ella Mai, cantora e compositora inglesa, é uma verdadeira estrela musical em ascensão. O rapper americano Midwxst é, sem dúvida, o próximo grande ícone do hip hop mundial. Na campanha, ambos estão em movimento e encapsulam o dinamismo e a vitalidade do seu público. A campanha é uma homenagem ao movimento e ao papel do salto radical na quebra de fronteiras e na travessia de mundos distintos que se fundem. O modelo recém lançado globalmente é uma inspiração para um novo tipo de calçado. Assim como a bola de tênis está sempre em movimento, o sneaker é igualmente enérgico — movendo-se das quadras para as ruas, do esporte para a moda.
O tênis tem como base uma sola volumosa e moderna, feita para um estilo de vida dinâmico. Formado por um cabedal de neoprene e malha, com um fecho de renda entrelaçado, perfurações atrativas e claro, logotipo Lacoste na lateral. A paleta de cores do L003 Neo inclui opções dinâmicas, brilhantes, clássicas e atemporais que começam com um amarelo neon, que remete ao dinamismo da bola de tênis e a rica história da Lacoste, líder esportiva. Passa por várias opções brilhantes e elegantes — entre elas o rosa e o turquesa monocromático para o público feminino. E chega aos tons clássicos, como all black e cáqui, atemporal, para pessoas do gênero masculino.
A Lacoste se atreve a jogar com ousadia e exclusividade quando se trata de unir moda e esporte. O tênis funde os melhores elementos dos dois mundos, confrontando e misturando detalhes, referências e heranças em novos e surpreendentes sneakers, pensados para a vida moderna. O objetivo é redefinir os códigos e abraçar a moda, ao mesmo tempo em que celebra o brilhantismo técnico do sportswear e a cultura da quadra. O L003 Neo traz o conforto da performance e, ao mesmo tempo, o caráter e o conceito da alta costura. É uma amplificação dos valores da Lacoste: moda, tênis, cultura, estilo, design, modernidade e constante quebra de regras. O modelo chegou no Brasil neste mês por R$1.189,00.

da redação

Levi’s® 501®

worldfashion • 24/02/23, 15:03

O que começou como uma patente para rebites de cobre em calças de trabalho, em 1873, tornou-se ao longo dos últimos anos uma das peças de roupa mais icônicas e influentes já criadas. Tela em branco para quebrar regras e inventar qualquer estilo, a calça jeans 501® da Levi’s® ultrapassou os limites do tempo e da cultura. Este ano, o principal produto da marca comemora 150 anos de existência, ainda como um verdadeiro item original adotado por cada geração à sua própria maneira.
Tudo se iniciou quando Jacob Davis imaginou uma marcante inovação para o workwear, as aplicações de rebites de cobre em calças de lona. Observando a instantaneidade do sucesso de sua ideia, Davis pregou rebites iguais em um macacão e o mostrou a seu fornecedor dos produtos de mercearia, Levi Strauss. A partir disso, a dupla concebeu uma versão do macacão, mas usando denim e lona de pato, um tecido resistente de algodão. A peça foi patenteada em 1873, quando foi lançado oficialmente o jeans 501®.
Embora a Levi Strauss & Co. fosse popular na virada do século 20, seus lucros estavam no nível mais baixo até então atingido. Os irmãos Stern, sobrinhos de Strauss, que assumiram a empresa após sua morte, e seu novo chefe de produção, Milton Grunbaum, focaram em aumentar a durabilidade do jeans 501® na época, baseando-se em retornos de clientes sobre o modelo. Os passadores de cinto, por exemplo, foram adicionados aos macacões em resposta às mudanças da moda masculina e de acordo com o entendimento da marca sobre os desejos dos consumidores.
Em 1925, os 501® Originals aprimorados foram os responsáveis por aumentar significativamente os lucros da empresa. A atualização nos modelos em jeans resultou em, ao decorrer da década de 1930, tornar a peça um item básico do workwear no Ocidente. Mais tarde, percebe-se um favoritismo entre peões de rodeio, pois a peça resistente suportava grandes atritos. A marca enxergou uma grande oportunidade de alcançar novos públicos, investindo nesse cenário em suas publicidades. A Vogue publicou um artigo que recomendava o jeans Levi’s® 501® para as leitoras que passavam férias em ranchos, ajudando a aumentar a popularidade e credibilidade do modelo. Também, grandes nomes do cinema apareceram nas telas vestindo o jeans inovador, como John Wayne, em 1939, que usou um 501® Originals com a barra dobrada no filme “No Tempo das Diligências” (Stagecoach).
Foi então que começou a fama da peça e sua forma de usar em Hollywood. Após a Segunda Guerra Mundial, a 501® ganhou ainda mais destaque, deixando de ser uma simples roupa de trabalho. As calças, com pernas um pouco mais estreitas e sem a fivela traseira e suspensórios, agora eram vistas como roupas casuais, marcando a história em muitos os segmentos. Soldados que retornavam da guerra, grupos de motociclistas, artistas, músicos e a juventude da época adotaram o 501® Originals por seu estilo utilitário e durável, e transformou o jeans em uma verdadeira declaração dos movimentos de contracultura, reforçados por Marlon Brando no filme “O Selvagem” (The Wild One), de 1953. Nos anos 60, a calça 501® era um item básico das subculturas em todos os lugares, estando presente no Woodstock, no movimento dos Direitos Civis e nos protestos no Vietnã, bem como no Reino Unido, era usada tanto pelos Mods como pelos Rockers, embora houvesse rivalidade entre os grupos.
O modelo também era bem comum de ser visto em filmes icônicos e em capas de discos, como ocorreu em um álbum do cantor Bob Dylan. Era um símbolo tão forte da juventude e da contracultura que chegou a ser banida de escolas, fazendo com que os adolescentes quisessem ainda mais ter seus 501®. Ao longo dos anos 70 e 80, as peças em jeans eram usadas a nível mundial, compondo tanto a alta costura quanto a moda popular. Astros do rock como Kate Bush e Kim Gordon preferiam o tecido rasgado, enquanto as estrelas do hip-hop como Run D.M.C. e o N.W.A vestiam-se com os jeans escuros e alinhados. Tornaram-se tão comuns e adorados que magnatas da tecnologia como Steve Jobs as incluíram em seus guarda-roupas. E, na mesma linha, as calças eram preferidas por motoqueiros de Oakland e por Bo-Bos (sigla em francês para burguês-boêmio) em Paris. Em 1999, o jeans 501® conquistou a nomeação “item de moda do século 20” pela Revista Time, e manteve seu sucesso como ícone global até o século 21. Hoje, a Levi’s® continua impactando a história com novas criações que, muitas vezes, derivam do 501® Originals, e agora pretende trazer um outro olhar para os fãs mais jovens da marca, construindo uma nova base sem perder aspectos de sua herança por meio de ações que unam personalidades influentes dessa geração.
E o que dá início à celebração do 150º aniversário do jeans 501® são os lançamentos dos filmes que constroem a campanha “A Maior História Já Vestida” (The Greatest Story Ever Worn). A ação reunirá curtas-metragens dirigidos por Martin de Thurah e Melina Matsoukas que exploram histórias originais e verídicas de todo o mundo envolvendo o jeans 501® e seu papel em inúmeros momentos históricos, culturais e pessoais a fim de inspirar uma nova geração a escrever o próximo capítulo. “A Maior História Já Vestida” apresenta o 501® como uma trajetória em constante expansão, escrita e reescrita por todos os amantes do modelo.
“Poucos produtos, especialmente as roupas, estiveram presentes de forma tão consistente em tantas experiências humanas por tanto tempo quanto o 501®. De sua origem humilde como calças de trabalho, o Jeans Levi’s® 501® se tornou uma tela em branco para a auto expressão e um símbolo atemporal para os inovadores que transcendem os limites de cultura e de classe. Este é um momento incrível e um marco para a Levi’s®. Através da campanha “A Maior História Já Vestida”, vamos celebrar o legado do 501®, sua abrangência incomparável e relevância global, além de inspirar a próxima geração a criar novos momentos”, explica Chris Jackman, VP de Brand Marketing da Levi’s®. Os filmes irão abordar histórias inacreditáveis como quando os jeans 501® chegaram a Kingston, na Jamaica, durante a década de 70 e o país transformou em algo exclusivamente seu, ou quando um fiel usuário de Levi’s® pediu para ser enterrado com seu 501®, além de desejar também que os participantes do funeral estivessem vestidos com ela. Esses curtas trazem intensas reflexões de que jeans não representa apenas a história de uma pessoa, mas a história de todos. Para a marca, o futuro é garantir os próximos 150 anos do 501® como uma das calças mais duráveis, inovadoras e elegantes já feitas, adaptando-a ao decorrer dos tempos para participar de ainda mais histórias. A Levi’s® - linha líder de jeans e acessórios está disponível em mais de 110 países, permitindo que pessoas do mundo inteiro expressem seu estilo pessoal.
da redação

BRAZILIAN FOOTWEAR SHOW

worldfashion • 17/02/23, 14:06

A BFSHOW promete ser um marco para a indústria calçadista verde-amarela, que a partir de agora, a exemplo de outros países, como a Itália - que abriga a Micam Milano, referência internacional do setor e que é promovida pela associação de calçadistas italianos, a Assocalzaturifici - terá uma feira própria. “Será um evento feito pela indústria para o varejo, abrangendo todas as demandas e anseios do mercado, que busca uma mostra com otimização de custos, transparente e focada em negócios”, destaca o presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira.
Ferreira conta que a nova feira foi uma demanda dos próprios empresários, que ganhou força a partir de 2020. “Antes de lançarmos oficialmente a BFSHOW, ouvimos, além das indústrias, os lojistas brasileiros sobre a percepção das feiras físicas em um cenário pós-pandemia. Foi a partir dos resultados dessa pesquisa que colocamos em prática a feira”, recorda o dirigente. “O setor aderiu à ideia de ter uma feira democrática, realizada e gerida pelas indústrias de calçados. Além de otimizar recursos, será um evento focado em negócios e extremamente transparente, inclusive com auditorias em relação aos números apresentados”, comenta.
O CEO da NürnbergMesse Brasil, João Paulo Picolo, projeta uma feira pujante e com efetivação de negócios. “Estamos animados! A chancela da Abicalçados, por si só, aponta para a força da feira, otimizando recursos e gerando retornos mais expressivos para os expositores. A expectativa para a primeira edição da BFSHOW é muito boa, principalmente pelo que podemos sentir nos polos calçadistas que visitamos ao longo do ano passado”, avalia.

Os expositores confirmados de todos os polos calçadistas brasileiros,  confirmam que a BFSHOW se notabiliza por unir grandes, médias e pequenas empresas, de diferentes nichos e estratégias de atuações, e alguns deles deram seus depoimentos:

A Democrata (Franca/SP) é uma das expositoras confirmadas. O diretor comercial da empresa, Marcelo Paludetto, ressalta que, após um ano bom, de crescimento de 25% e recorde histórico de vendas no mercado doméstico, a expectativa para 2023 é de manutenção dos índices, principalmente no Brasil. “Como o nosso principal destino são os Estados Unidos, mercado em que o varejo está com altos estoques e sofre com a inflação, devemos ter uma queda nas exportações. Já no mercado doméstico a expectativa é de repetir os bons índices do ano passado”, avalia.
Para a BFSHOW, Paludetto destaca que a expectativa é bastante positiva, especialmente pela recuperação da representatividade e pujança de uma feira “do tamanho que o setor merece”. “Sabemos que a BFSHOW será uma construção, mas temos a expectativa de que se torne a principal feira nacional de calçados, para o mercado brasileiro e mundial”. Segundo o diretor, o fato de ter à frente uma entidade representativa, como a Abicalçados, facilita na interlocução com os players do mercado, tanto expositores quanto varejistas. “O mercado deve ter o comando. Ter a Abicalçados na promoção garante uma maior flexibilidade para atender às demandas do setor”, acrescenta, ressaltando, ainda, que são diferenciais desta primeira edição, em Porto Alegre/RS, a infraestrutura e as facilidades logísticas, já que a Fiergs fica localizada muito próxima ao aeroporto da capital gaúcha.
Há 40 anos atuando no setor calçadista, o empresário Pedro Gomes da Silva, diretor da Randall (Nova Serrana/MG) e vice-presidente do Sindicato Intermunicipal das Indústrias de Calçados de Nova Serrana (Sindinova), está entusiasmado com a ideia de repetir uma experiência positiva em nível regional no cenário nacional. “Desde 2007 mantemos a Fenova, uma feira de calçados das indústrias daqui de Nova Serrana e região com o objetivo de atender o mercado. A feira é realizada pelo Sindinova e tem intensa participação das empresas, que ajudam a escolher desde a data de realização até os compradores convidados”, conta Silva, ressaltando a importância de ter uma associação de classe à frente das mostras.
Segundo ele, ter a mostra ser organizada pelos próprios empresários faz com que exista um diálogo constante com os anseios do mercado, tanto de expositores quanto de lojistas. Com relação aos negócios, o empresário está otimista, diz que empresas locais já estão com pedidos até março de 2023. “O mercado ainda está nebuloso, mas pelo que temos conversado com as indústrias está comprador. Certamente, isso vai se refletir na BFSHOW, em Porto Alegre/RS, onde estaremos presentes”, conclui Silva.
Também otimista com a realização da feira calçadista está o empresário João Osterno Filho, da Di Valentini (São João Batista/SC). Segundo ele, o crescimento da empresa projetado para 2023, de 23% em produção de calçados, passa, entre outras coisas, pelo sucesso da BFSHOW. “Estamos com grandes expectativas, pois estamos sendo ouvidos para criar as condições de uma feira, efetivamente, focada em negócios”, destaca o empresário, ressaltando que outro fator positivo foi a redução de custos para exposição.
Associada à Abicalçados desde 1999, a Klin (Birigui/SP) vê a feira como uma oportunidade de estreitar ainda mais a parceria e também de incrementar os negócios. “O ano de 2022 foi um ano de crescimento não apenas para o nosso segmento, mas para toda a cadeia. Para 2023, nossa expectativa é de um ano ainda melhor, principalmente com a expansão das nossas franquias”, projeta o diretor da empresa, Carlos Mestriner, ressaltando que a BFSHOW pode auxiliar a indústria na busca pelo crescimento. Para o empresário, além do foco em negócios, é um atrativo a redução de custos, com otimização dos recursos, e o desenvolvimento do espírito cooperativista do setor.
Para o empresário, contar com a Abicalçados na gestão da mostra, juntamente com as empresas associadas, que respondem por mais de 65% da produção nacional de calçados, traz uma “maior segurança e confiança” para a feira calçadista. “O exemplo de sucesso da Micam Milano, na Itália, corrobora a importância de se ter uma entidade de classe à frente das feiras setoriais”, pontua Mestriner.
Para o diretor comercial da marca Cravo & Canela, recém adquirida pela Gonçalves Calçados (Rolante/RS), Deivis Gonçalves, a nova feira é uma importante ferramenta comercial, servindo para apresentar a marca de calçados femininos ao mercado. Segundo ele, desde suas primeiras apresentações às empresas, a BFSHOW ficou aberta a opiniões dos empresários acerca das necessidades do setor. “Sempre acreditamos na colaboração e, principalmente, na relação ganha-ganha”, diz. Segundo o diretor, o atendimento, tanto da Abicalçados quanto da NürnbergMesse Brasil, sempre foi muito bom, justificando o propósito da mostra. Sobre a expectativa, Gonçalves destaca ser a melhor possível, pelo fato de poder apresentar ao mercado, na BFSHOW, a nova cara da Cravo & Canela, agora com uma pegada ousada, casual e conectada à moda. “Acreditamos que são diferenciais da feira a localização, em Porto Alegre/RS, o foco em vendas e a já garantida presença de grandes marcas de calçados, pois este fato certamente irá atrair a visitação de lojistas”, avalia.
O diretor da Kidy (Birigui/SP), Sérgio Gracia, ressalta que a BFSHOW irá unir o setor calçadista brasileiro. “Temos ótimas expectativas para a feira. Ter a Abicalçados à frente do processo é importante, pois a entidade é sabedora das necessidades da nossa indústria, não somente das grandes empresas, mas das pequenas também”, avalia, ressaltando que feiras geridas pelas associações setoriais são uma tendência mundial na qual o setor deve estar inserido. Segundo Gracia, são diferenciais da feira, ainda, a questão logística, por estar próxima ao aeroporto, o que favorece a visitação de compradores nacionais e estrangeiros, além da significativa redução de custos para a exposição. “É uma relação onde todos ganham. O setor calçadista fica fortalecido”, conclui.

Setor vê oportunidade de incrementar vendas

Com expectativa de crescimento de 1,6% na produção, alcançando mais de 860 milhões de pares produzidos em 2023, a indústria calçadista brasileira enxerga no evento uma oportunidade de expandir as vendas tanto no mercado doméstico quanto internacional. “As exportações, que foram alavanca do crescimento de cerca de 3% no ano passado, devem perder espaço para o mercado interno ao longo de 2023, mas serão igualmente importantes para o resultado global, já que hoje 15% do que produzimos é enviado para o exterior”, informa Haroldo Ferreira, presidente-executivo da Abicalçados,

Sobre a operadora -  NürnbergMesse Brasil é uma subsidiária do Grupo NürnbergMesse, uma das 15 maiores empresas internacionais organizadoras de eventos do mundo. O portfólio do grupo possui mais de 120 feiras e congressos internacionais (14 deles no Brasil) e mais de 40 pavilhões. Anualmente, cerca de 30 mil expositores e mais de 1,5 milhão de visitantes participam dos eventos organizados pela NürnbergMesse, que está presente, por meio de suas subsidiárias, na China, Estados Unidos, Brasil, Grécia, Itália e Índia. O grupo ainda possui uma rede com cerca de 50 representantes, que operam em mais de 116 países.

Sobre a Abicalçados é a entidade que representa a indústria nacional, quinta maior produtora de calçados do mundo, a maior do Ocidente. Fundada em 1983, a Abicalçados, sediada em Novo Hamburgo/RS, possui em seu quadro de associados empresas de todos os portes e que respondem por mais de 65% do total de pares produzidos no País. A entidade representa uma indústria que emprega, diretamente, mais de 300 mil pessoas. Sua missão é representar, defender, desenvolver e promover a indústria calçadista brasileira, com respeito, excelência e resultados.

da redação com informações de Diego Rosinha Assessor de Imprensa/Press Officer

BRECHOS E SECONDHAND

worldfashion • 16/02/23, 16:03

O mercado de secondhand (segunda mão) não para de crescer. Estima-se que o valor movimentado para esse segmento deverá dar um salto de US$ 36 bilhões em 2021, para US$ 77 bilhões em 2025, de acordo com a consultoria alemã Statista. Os fatos comprovam, os números depois do boom do comércio de secondhand de bolsas e peças de vestuário de luxo, que pareciam bem distante para algumas pessoas, hoje já há uma alternativa muito interessante e acessível para aqueles que têm receio de se aventurar nesse meio. O mercado que está em expanção, oferece diversas as vantagens, entre elas a possibilidade de consumir peças de luxo com um valor mais prático e viável.
Segundo estudo da empresa de análise de varejo GlobalData, estima-se que o valor movimentado pelo segmento de joias usadas em todo o mundo deve ir de US$ 24 bilhões em 2019 para US$ 51 bilhões em 2025, o que equivale a um aumento de 112,5%. No Brasil não é diferente: a abertura de estabelecimentos que vendem usados aumentou 48,58% nos seis primeiros meses dos anos de 2020 e de 2021 — o maior número em seis anos, segundo o Sebrae.

ORIT

Para não cair em armadilhas na hora da compra, a Orit empresa brasileira, tradicional no setor de joias secondhand de luxo desde 1958, que atua na compra e venda de joias, relógios e acessórios de luxo, conta com valores atrativos. Peças certificadas da Rolex, Cartier e outras grandes marcas - além de joias - fazem sucesso com o público justamente por serem mais acessíveis e terem sua autenticidade garantida, adverte alguns cuidados, entre eles: verificar a credibilidade da loja onde está comprando, conferir a autenticidade.
Isso porque a Orit possui uma equipe de curadores e especialistas. “Todas as peças passam por um processo que contempla ajustes e polimento, quando necessários, são higienizadas e todas recebem um certificado de garantia e originalidade Orit. Nossa equipe de avaliadores é experiente e temos gemólogos com certificação GIA — Instituto Gemológico da América, a mais importante instituição certificadora de diamantes e pedras preciosas”, explica Giovanna Landi, Gerente de Produtos da Orit.
Para não cair em armadilhas na hora da compra, a especialista adverte alguns cuidados, entre eles: verificar a credibilidade da loja onde está comprando, conferir a autenticidade de acordo com a marca de cada peça a partir das instruções do fabricante, além de realizar uma pesquisa de mercado para checar diferentes valores e oportunidades de compra.
Quando a opção é vender um produto, a vantagem de se vender para a Orit é que o pagamento à vista ao cliente. “Nossos avaliadores oferecem o serviço de pré-avaliação por WhatsApp ou de forma presencial. A negociação é sempre finalizada presencialmente em uma de nossas duas lojas localizadas nos Shoppings Ibirapuera e Pátio Higienópolis, em São Paulo. O pagamento é feito no ato e à vista”, explica Giovanna.
No Instagram @orit.joia

CLOSET CARE

Há 8 anos, Fernanda Hellmeister iniciou no mercado, incentivada pela mãe que estava reciclando suas peças, criou uma página em uma rede social. Com a evolução das vendas, estruturou uma plataforma especializada na revenda de artigos de luxo e seminovos, a Closet Care. A curadoria das peças são feitas com muita seriedade para garantir ao comprador a autenticidade das peças à venda, com a parceria dos escritórios de perícias antifraudes, da qual é sócia também.
Conforme a Fernanda: as bolsas da Louis Vuitton fabricadas em Canvas e estampadas no Monogram, obrigatoriamente, ao sair da loja, começam a ter suas alças bronzeadas naturalmente. Aquela bolsa com as alças bem clarinhas e branquinhas merecem maior atenção! Já um dos maiores erros das peças falsificadas da Chanel são os Hot Prints fixados na etiqueta interna que, muitas vezes, estão com cor diferente dos demais metais da peça. Outra dica importante, e vale para todas marcas, é verificar a presença de resquícios de cola, costuras tortas e cheiro de tinta barata. Essas são fortes evidências de uma peça fake.
A plataforma é especializada na revenda de artigos de luxo seminovos e tem quase 170 mil seguidores, incluindo muitos famosos como Luiza Helena Trajano, Iza, Val Marchiori, César Menotti, Simony, Felipeh Campos e Silvia Bonfliglioli, entre outros.
“É fascinante trabalhar com aquilo que a gente ama, além de ser uma excelente oportunidade para quem busca comprar peças por um valor bem mais acessível” comenta Fernanda.
Os preços das peças depende muito do material, marca e até mesmo o estado do produto. Mas, geralmente, está entre R$ 500 a R$ 120 mil. Agora, se a peça for de couro exótico então, pode chegar a custar bem mais.
Há peças para os homens também. Relógios, óculos, canetas, gravatas, mochilas, pastas, camisas, calçados. Mas muitos também compram para presentear suas mulheres. Atendem a todos os bolsos e gostos. O público LGBTQIAP+ também não fica de fora, compram muito e também desapegam bastante.
Hoje em dia, comprar Second Hand (segunda mão, em tradução livre) deixou de ser tabu ou vergonha. Comprar em brechó é chique, inteligente, atual e é uma oportunidade de um consumo responsável, já que as peças de segunda mão geram impacto positivo de repensar o consumo e a extensão da vida útil da peça, reduzindo significativamente os recursos naturais que são utilizados. E ainda ter peças de marca incluem as pessoas, num seleto grupo de exclusividade do luxo, além de um bom investimento!
No Instagram @closet.care

“Desapega que a vida carrega”

Natália Martinhão, de 36 anos, não imaginava que, ao voltar ao Brasil, depois de morar em Medelin, na Colômbia, não teria como usar todas as suas roupas, sapatos e bolsas dos quais tanto gostava. “Os eventos que eu frequentava lá e aqui em Teresina eram diferentes, o próprio clima já não era o mesmo e eu queria coisas novas. Então, informalmente, comecei a vender minhas peças nas redes sociais. Percebi que fazia sucesso e vendia bem, então minhas amigas me pediram ajuda e passei a vender as peças delas, também. Nasceu um negócio e eu nem me dei conta desse começo”, relembra.
O brechó de luxo “Desapega que a vida carrega” tem seis anos e, hoje, é uma empresa muito bem-sucedida, formalizada e com profissionais capacitados em toda a sua estrutura. Da curadoria de moda à logística, passando pela contabilidade, jurídico, gestão de pessoas e marketing, tudo é organizado para que funcione adequadamente – e o resultado se apresenta em números.
Para se ter ideia, em 2022, a marca faturou R$ 3,5 milhões, resultado 70% superior ao ano anterior. “Nossa entrada na capital paulista fez com que atingíssemos mais público vendedor e comprador – dois elos importantes do nosso negócio”, enfatiza Martinhão.
Para que se entenda melhor a história do “Desapega que a vida carrega”, era um brechó em Teresina (PI), com loja física e e-commerce. Pouco tempo depois, inaugurou uma loja física também em São Luís (MA). O sucesso da empreitada fez com que a empreendedora Natália Martinhão tivesse a ideia de abrir um showroom em São Paulo, que é a capital onde a Moda Circular se faz mais presente. “Captamos mais peças para venda na capital paulista, tanto em quantidade quanto em qualidade”, diz ela.
Assim, no segundo semestre de 2022, o “Desapega que a vida carrega” chegou a São Paulo, mudando totalmente seu posicionamento e deixando de ser apenas o maior brechó de luxo do Nordeste para figurar entre os mais importantes brechós de luxo do Brasil. Viajou com suas lojas pop-up pelo Brasil e reforçou seu e-commerce, alcançando clientes em todos os estados. A aposta, agora, é dobrar de tamanho em apenas um ano
O acervo conta com 30 mil peças, aproximadamente. São roupas femininas e masculinas, calçados, bolsas e acessórios (como óculos, cintos, lenços e chapéus) de grifes variadas, das mais cobiçadas e de alto valor (como Hermés, Chanel, Prada, Gucci, Louis Vuitton) até as mais acessíveis (como Zara).
O preço das peças pode variar de R$ 500 a R$ 130 mil, dependendo da grife e raridade do produto, tendo bolsas, por exemplo, que chegam a custar mais do que uma nova, vendida em lojas, por sua raridade.
A logística utilizada pelo brechó é própria, para garantir que o cliente receba o produto em condições ideais – até porque aquele produto é único e precisa de cuidados especiais. “Quando uma bolsa chega, ela é vendida em minutos. Nosso marketing, nas redes sociais, é muito forte e as clientes sabem que os produtos têm garantia de originalidade e qualidade”, enfatiza Natália Martinhão.
São 300 mil clientes cadastrados, que podem receber as novidades que chegam diariamente – e muitos têm seus vendedores preferidos no radar. São comercializadas mais de 200 grifes pelo brechó.
No ano que começa, Natália Martinhão e sua equipe preparam-se para firmar novas parcerias e viajar pelo Brasil com o “Desapega que a vida carrega”, no formato de pop-up stores. E inaugurar mais três lojas físicas, todas em capitais do Nordeste (ainda a definir). A estratégia permitirá ampliar as vendas na região e melhorar a logística local, já que o brechó já vende muito nos estados nordestinos.
Com isso, Natália Martinhão acredita que dobrará o tamanho de seu empreendimento em 2023. “A Moda Circular não é apenas uma tendência, é um segmento consolidado e que foi adotado por todas as pessoas que valorizam peças atemporais, luxuosas e de bom gosto. Renovar o guarda-roupa de forma criativa requer conhecimento e a curadoria de moda é uma prestação de serviços utilíssima e inteligente”, finaliza.
no Instagram: @desapegaqavidacarrega

“PÓS NRF 2023″

worldfashion • 14/02/23, 10:20

No último dia de Janeiro, precisamente, no dia 31, no auditório da DENIM CITY SP aconteceu a palestra “ PÓS NRF” da G&G INSIGHTS.  As profissionais Gabriela Cirne Lima e Gui Castelo Branco são a G&G Insights – uma boutique de pesquisa e criação de cenários e insights que podem ser aplicados em diferentes modelos de negócios, estiveram no NRF 2023 e trouxeram uma visão geral do varejo de Nova York.

A NRF RETAIL’S BIG SHOW, a maior feira de varejo do mundo, realizada anualmente pela National Retail Federation desde 1911, em Nova York. É um evento que dita as tendências e compartilha as boas práticas do setor. Com mais de 300 palestras durante os três dias do evento e mais de 800 expositores de 86 países. Tem a participação de aproximadamente 38 mil profissionais do varejo de diferentes cantos do mundo. Oportunidade única de networking e conhecer as boas práticas, troca de experiências e até parcerias de negócios.

Os últimos 3 anos de restrições e reclusões, despertaram em todos, a necessidade de rapidez e inovação, assim o tema escolhido para este ano do NRF foi “BREAK THOUGH” em tradução livre “ruptura das linhas inimigas’ enfatizando a importância das capturas e conquistas pós pandemia, e a necessidade de evolução, transformação e inovação que o varejo está vivenciando.

O tempo presente é regido pelos 3 Cs: COVID, CONFLITOS e CLIMA.

Os principais temas e debates abordaram:

. desigualdades sociais

. emergência climática

. polarização

. fake News

. desinformação

. degradação ambiental

. necessidade de mais diversidade e inclusão

. direitos humanos

No momento presente há a urgência de ação com agilidade para um futuro mais justo e próspero, pois em menos de 10 anos a geração Z e a geração ALPHA serão metade da população do mundo.

As gerações

1940 – 1959 – geração BABY BOOMERS

1960 – 1979 – geração X

1980 – 1994 – geração Y (MILLENNIALS)

1995 – 2009 – geração Z

2010 – 2024 – geração ALPHA

IMPORTANTE entender qual o seu público e criar mais conexão através de valores com o novo foco que mudará de produto para o consumidor. Para tanto criar cultura, propósito, liderança, perseverança e investimento em pessoas.

As palavras mais enfatizada pelos CEOs de grandes redes de varejo que passaram pela NRF 2023

E M O Ç Â O

H U M A N I Z A Ç Ã O

D I V E R S I D A D E

I N C L U S Ã O

P E R S E V E R A N Ç A

R E G E N E R A Ç Ã O   I N C L U S I V A

R E P A R A Ç Ã O

R E V E N D A

L O C A L I S M O

Varejo é um negócio de pessoas servindo pessoas !

APRENDIZADOS PARA APLICAR:

- colocar verdadeiramente, as pessoas no centro da sua organização

- definir bem e trabalhar a cultura e o propósito de sua empresa

- oferecer serviços (reparos, personalização, assinatura)

- considerar e implementar algum aspecto de economia circular (aluguel, revenda…)

- se não começou, iniciar alguma ação sustentável ao seu negócio hoje, é hora de realmente prestar atenção às questões ambientais

- adote uma cultura empresarial inclusiva flexível e diversificada

- não fique fora das redes sociais e considere trabalhar com  influenciadores que tenham o perfil da sua marca

- traga experiências para o seu cliente

- seja obcecado pelo seu consumidor, promova ele a “GUEST”, anos difíceis é melhor não perder clientes!

da redação

VAREJO

worldfashion • 10/02/23, 15:06

67377035_2392535311068734_561928876486295552_nCom 75 anos de história, a Riachuelo trabalha com o propósito de conectar desejos a realizações. Unindo inovação, dinamismo e agilidade para entregar coleções e produtos para todos os estilos, a rede é uma das principais referências do setor e é reconhecida como uma das maiores empresas de moda do Brasil. São mais de 30 milhões de clientes no cartão Riachuelo e mais de 390 lojas próprias do Grupo espalhadas pelo país.

A gigante do varejo de moda, que já possui uma longa relação com o esporte por meio de patrocínios, como é o caso do Campeonato de Futebol Feminino desde 2020 e o apoio ao Comitê Olímpico do Brasil (COB) desde 2021, dá mais um passo rumo à expansão do negócio com a marca BodyWork.

21Estrelando a campanha da nova marca fitness, está Rebeca Andrade, campeã olímpica e mundial, que possui uma história com Riachuelo que nasceu antes mesmo dos Jogos de Tóquio. Em março de 2021, a ginasta olímpica estrelou a campanha de reposicionamento da Riachuelo: “A Riachuelo Começou a Seguir Você”, e, desde então, a marca tem promovido a força das mulheres de diversas formas, inclusive no esporte.

“Fico feliz por estar ao lado de uma marca com a qual me identifico, que pensa na mulher de forma autêntica, em apoiar, em fortalecer a presença feminina e o bem-estar. Tenho uma relação muito bacana com a Riachuelo, e nem falo do conforto das roupas, que são maravilhosas, mas pelo posicionamento da marca, suas iniciativas relacionadas ao universo feminino”, detalha Rebeca.

Com a nova marca, a Riachuelo reafirma que acredita no impulso e no desenvolvimento social por meio do esporte e reforça a sua estratégia costumer centric ao apostar numa das principais tendências de comportamento do cliente: o aumento expressivo da busca por artigos do universo esportivo e de autocuidado, impulsionado durante os anos de isolamento social.

l-20211216-02761Thais Castro, Head de Marketing da Riachuelo completa dizendo que “com a nova linha BodyWork, a Riachuelo oferece uma moda fitness de alta qualidade, com peças versáteis que transitam nos ambientes de prática de atividades físicas até na produção de looks casuais. Ou seja, itens que valorizam a expressão individual — indo de encontro com a assinatura da marca ‘Viva a Sua Moda’ — propondo a todos a vestirem de si mesmo e vivenciarem suas melhores versões”.

Conectada ao movimento wellness, incentivando as pessoas experimentarem momentos de bem-estar, oferecendo produtos e experiências (físicas e digitais) para viver o melhor do corpo, mente e espírito como você quiser, a BodyWork foi pensada com foco na funcionalidade para níveis diferentes de sustentação e prática de atividades físicas variadas.

De acordo com a IHRSA, associação internacional que mede e avalia o mundo fitness em todo o mundo, o Brasil já é o segundo maior mercado do mundo em número de academias — são 32 mil no total, ficando atrás somente dos Estados Unidos. É o quarto maior mercado no total de alunos, que já somam 8 milhões, e o 10º em faturamento — cujo número é de US$ 2,4 bilhões.

No mundo, a projeção de lucratividade para o setor cresce a uma média anual de 8,7%. Ou seja, a Riachuelo pretende ganhar ainda mais terreno ao atender a demanda crescente do público por artigos de vestuário que permitam transitar facilmente da prática de atividades físicas até looks casuais, que seguem o estilo athleisure.

1Ao longo dos meses de janeiro e fevereiro, a categoria de corrida será o foco central da BodyWork e oferece um amplo sortimento de produtos funcionais e apresenta o melhor custo-benefício para que a pessoa se sinta confortável, confiante e segura durante a realização do esporte, já que há produtos com detalhes refletivos para segurança e recortes estratégicos para fornecer mais suporte. Leggings e tops femininos são de compressão para melhor performance e as camisetas e regatas são em poliamida para melhor respirabilidade, conforto, e para entregar um toque gelado e macio.

No masculino, as bermudas possuem bolsos funcionais, must have para os homens, para que possam guardar pequenos objetos na hora da prática esportiva. As cores para ambas categorias dessa coleção trazem o preto, marinho e cinza, com toques coloridos para homens e mulheres como amarelo flúor, magenta e azul vibrante.

Prezando por itens de altíssima qualidade, a coleção Body Work está disponível nas mais de 330 lojas da Riachuelo ao redor do país, além do site e aplicativo.

da redação com informações da Loures Comunicação      imagens: fotos/divulgação

ARTIGO - TENDÊNCIA EM 2023

worldfashion • 09/02/23, 13:41

*Por Carla C. B. Schork

carla_texneoAs intensas demandas do setor têxtil por customização e velocidade na cadeia de suprimentos fizeram com que os processos de impressão tradicionais evoluíssem de maneira significativa no sentido da busca pelo melhor uso dos recursos como energia, água e matérias primas. Nos tempos atuais, o modelo de produção tradicional está em desacordo não apenas com as necessidades do planeta, mas com rígidas diretrizes globais e cada vez mais com as demandas dos consumidores finais, visto que novas gerações estão chegando ao mercado consumidor com uma preocupação maior com as questões de sustentabilidade. Em uma era de economia de energia, fabricação sob demanda e personalizada, qual é o escopo do problema enfrentado pelo setor têxtil e o que podemos fazer?

De acordo com o relatório da FESPA (Federação Global de Associações Nacionais) para a comunidade de serigrafia, impressão digital e impressão têxtil, a produção de vestuário consome cerca de 79 bilhões de metros cúbicos de água doce anualmente e estima-se que crie cerca de 20% da poluição industrial da água no mundo.

Ou seja, desta maneira, a popularidade da impressão digital têxtil está crescendo entre marcas e designers, que escolhem um processo ecologicamente mais adequado em comparação com muitos dos outros métodos tradicionais de impressão e tingimento. Sua reputação mais verde é predominantemente medida pela quantidade reduzida de resíduos inevitavelmente produzidos.

Neste contexto, empresas estão implementando em sua linha de produtos e em seu monitoramento industrial boas práticas, cruciais para o desenvolvimento responsável. Com a preocupação do uso eficiente da água em sua produção, investem na tecnologia da estamparia digital em seus produtos.

malhas_texneoA estamparia digital traz como principal diferencial a alta resolução de cores, não se limitando ao uso de quantidades de cores em uma única estampa. É o que há de mais moderno e inovador quando o assunto é estamparia, possibilitando maior flexibilidade na renovação de coleção pelo confeccionista, produções em lotes menores e alta capacidade de customização. Estes dois últimos atributos são muito relevantes para segmentos onde se busca pela diferenciação e há a necessidade de apresentar novidades de forma frequente ao consumidor. E, principalmente, carrega a vantagem da sustentabilidade, sendo um processo que evita desperdícios de matéria-prima e reduz o consumo da água, um recurso escasso e essencial em nosso planeta.

Já pensou em inovar o seu negócio?

*Carla C. B. Schork é diretora de Novos Negócios da Texneo, uma das principais indústrias têxteis no Brasil, com foco na produção de malhas em rolo para os segmentos sportswear, beachwear, underwear e lifewear.

da redação com informação da Piar Comunicação   imagens: fotos/divulgação