Livro “O Olhar para o Extraordinário”

worldfashion • 10/12/24, 15:46

O livro são lições das marcas de luxo para inspirar negócios de todos os portes, escrito pelos consultores do mercado premium Carlos Ferreirinha e Leandro Crepaldi, revela segredos de atendimento a gigantes como Louis Vuitton, Cartier e Hugo Boss. O mercado de luxo está em pleno crescimento no Brasil e surpreende o mundo. Segundo pesquisa da Brain & Company, os números nacionais estão 10% acima da média mundial e a expectativa do setor é movimentar R$ 130 bilhões até 2030.

Para desvendar os segredos por trás das marcas e empresas que emanam requinte, os consultores especialistas no segmento premium Carlos Ferreirinha e Leandro Crepaldi lançam o livro O Olhar para o Extraordinário pela DVS Editora.

Após o sucesso do best-seller O Paladar não Retrocede, Carlos Ferreirinha, ex-presidente da Louis Vuitton no Brasil e fundador da MCF Consultoria, se une a Leandro Crepaldi, head da Luxury Academy e com sólida experiência em gigantes como Dolce & Gabbana e Chanel, para compartilhar o que aprenderam ao longo de suas carreiras.

A obra reúne lições de executivos das marcas mais luxuosas do planeta, incluindo Daniela Gontijo, da Louis Vuitton na América Latina, Laurita Mourão, da Tiffany & Co. Brasil, Natalie Klein, da NK Store, Maxime Tarneaud, da Cartier, Freddy Habbat da TAG Heuer, Romeo Bonadio, da Hugo Boss, Catherine Petit, da Moët Hennessy, e Rodrigo Mascaretti, da Ferragamo.

Conforme os autores, são inúmeros os fatores que influenciam na percepção de um atendimento com padrões de exigência tão elevados: entregar um serviço que vai além do produto a ser oferecido; transmitir conhecimento; pensar a longo prazo; cuidar do legado da operação em que atua e exercer o protagonismo diário para encantar e emocionar clientes.

O cuidado, a atenção, proatividade e a assertividade no entendimento das necessidades são, segundo Ferreirinha e Crepaldi, os grandes diferenciais para que essas marcas sejam lembradas. Ao longo das páginas, é possível entender sobre os principais gatilhos de clientes com altas expectativas e demandas, sendo ativos de luxo ou não.

“Esse perfil de público prioriza um atendimento personalizado, adora ser surpreendido (fator surpresa ou “wow factor”) e requer atenção. Demanda uma conexão que vai além do produto, assim, enxerga a personalização como um diferencial, além de buscar marcas e produtos com valores semelhantes aos seus”, escrevem.

Como suporte de todas as ferramentas apresentadas no livro e que podem auxiliar no processo de evolução, a dupla criou um dicionário de atendimento com fatores-chave para o diálogo com o cliente especial. A ideia foca em seis tópicos essenciais para praticar: paciência, empatia, conexão, criatividade, a habilidade de contar histórias e o protagonismo. São competências e habilidades profissionais que mostram um diferencial competitivo na arte de encantar e surpreender.

Ao mostrar a importância de transformar a percepção que o cliente tem da marca por meio de atributos reais, humanos e emocionais, além dos racionais e funcionais, O Olhar para o Extraordinário oportuniza a alavancagem dos padrões de atendimento e relacionamento para empresas e profissionais de qualquer porte. A obra é primordial para quem deseja alcançar o encantamento gerado pelas marcas de luxo, mesmo que esteja na fase inicial do próprio negócio.

Ficha técnica

Título: O Olhar para o Extraordinário

Editora: DVS Editora

Autores: Carlos Ferreirinha e Leandro Crepaldi

ISBN: 978-6556951379

Número de páginas: 224

Preço: R$ 84,00

Onde encontrar: Amazon e principais livrarias do país

Sobre os autores

Carlos Ferreirinha é fundador e Presidente da MCF Consultoria, empresa líder de atuação na tradução da Inteligência da Gestão do Luxo como diferencial competitivo, atuando em todo Brasil, América Latina, África e Portugal. Ferreirinha também é sócio-fundador da Bento Store e idealizador/fundador da Abrael (Associação das Marcas de Luxo). Tem mais de 30 anos de atuação exclusivamente voltada para os desdobramentos do Luxo em Gestão de Negócios. Autor do livro best-seller “O Paladar não Retrocede”.

Leandro Crepaldi é Head da Luxury Academy, área de Projetos Especiais, Conteúdo e Conhecimento da MCF Consultoria. Há mais de 12 anos, atua ao lado de Carlos Ferreirinha, liderando toda a Inteligência da operação voltada para a capacitação e treinamento de equipes dos mais variados segmentos. Especialista no comportamento de consumo de Luxo e nas particularidades do cliente com padrões de exigência elevados, traz uma sólida experiência profissional, incluindo atuação em marcas globais como Dolce & Gabbana e Chanel, em Londres. Leandro possui ampla expertise em tudo que dialoga com atendimento e relacionamento com o cliente, em especial no gerenciamento de projetos com foco no desenvolvimento de competências e habilidades profissionais.

Sobre a DVS Editora

Fundada em 2001, a DVS Editora se consolidou como referência no mercado editorial ligado à carreira, inovação e negócios, oferecendo conteúdo diferenciado sobre orientação pessoal e profissional. Ao longo dos anos, lançou dois novos selos: Abajour Books, literatura para o público adulto; e Catatau Livros Infantis, voltada ao público mirim. A editora segue com o objetivo de publicar e promover conteúdo criativo e inovador em busca do crescimento pessoal e profissional.

da redação com informações da  LC – AGÊNCIA DE COMUNICAÇÃO

ARTIGO - Acordo entre Mercosul e União Européia

worldfashion • 06/12/24, 15:31

Por Ricardo Steinbruch* e Fernando Valente Pimentel**

No âmbito da iniciativa privada, a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) foi uma das pioneiras nas negociações voltadas ao estabelecimento de parâmetros mercadológicos equilibrados e justos, cujos resultados tiveram êxito. Foi um trabalho consistente de diplomacia econômica realizado em conjunto com a European Apparel and Textile Confederation (Euratex).

Com o Acordo entre Mercosul e União Européia,  serão eliminadas tarifas,  para 97% dos bens manufaturados no comércio entre os dois blocos. Consideradas as oportunidades de aumento dos investimentos e exportações, criação de empregos, fomento da produção e aporte tecnológico, o tratado será importante para impulsionar o crescimento sustentável e elevar o Brasil ao patamar de renda alta.

A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), que representa também mais de 25 mil pequenas empresas à partir de cinco ou mais funcionários, empregadoras de até 1,3 milhão de pessoas em todo o Brasil, tem plena convicção de que a implementação do acordo será de extrema relevância para a promoção e facilitação do comércio, serviços e investimentos do setor, bem como o aumento da cooperação entre as empresas dos dois blocos. É uma oportunidade histórica!

Para a indústria têxtil e de confecção brasileira, o acordo proporciona uma série de oportunidades, a começar pelo acesso ao mercado consumidor da União Europeia, o segundo maior do mundo, com 500 milhões de pessoas, no universo de um PIB total de US$ 22 trilhões. Isso significa expressivo potencial de crescimento da produção e vendas.

É concreta, portanto, a perspectiva de aumento e diversificação das exportações do setor para a União Europeia, até hoje restritas pela ausência do acordo. A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) estima um impacto positivo na criação de 300 mil postos de trabalho formais em até 10 anos, em função da ampliação do comércio. Também haverá melhores condições para o intercambio tecnológico, já que o Brasil e a União Europeia têm importantes centros de inovação e pesquisa.

Os benefícios aqui enumerados estendem-se à grande maioria dos setores de atividade. Para todos, o acordo também oferece oportunidade de promover a convergência de normas e padrões comerciais, facilitando o comércio e aumentando a segurança jurídica dos investidores. Outro impacto positivo é o posicionamento do Mercosul como ator relevante no cenário internacional.

Há, ainda, um diferencial competitivo fundamental a ser explorado: o grande potencial referente à bioeconomia, geração de energia limpa e de fontes renováveis e contribuição da indústria para reduzir a emissão de gases de efeito estufa e mitigar as mudanças climáticas. Somado aos empregos dignos e aderentes ao compliance, inclusive respaldados pela rígida legislação trabalhista brasileira, o caráter sustentável da produção contempla de maneira ímpar os preceitos da governança ambiental, social e corporativa (ESG). É tudo o que os europeus defendem e exigem cada vez mais de seus parceiros comerciais e fornecedores.

Cabe salientar, também, que o aumento da nossa competitividade global nos proporciona melhores condições de enfrentar a concorrência de importados em nosso mercado interno. Além disso, o acordo entre o Mercosul e a União Europeia é congruente com nossas metas de fomento e modernização industrial. Com sua vigência, os países dos dois blocos têm muito a ganhar.

*Ricardo Steinbruch é o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

**Fernando Valente Pimentel é o diretor-superintendente e presidente emérito da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

Exposição “Moda, Esporte e Inclusão - Construindo Futuros”

worldfashion • 05/12/24, 14:15

Para trazer mais visibilidade ao tema e com a celebração do Dia Internacional da Pessoa com Deficiência (proclamado em 03 de dezembro pela ONU - Organização das Nações Unidas), o Metropolitan Mall, em Goiânia, recebe a exposição fotográfica “Moda, Esporte e Inclusão - Construindo Futuros” de 10 a 21 de dezembro de 2024, organizada pelo consultor de negócios de moda Leandro Pires, Estúdio Augusto Quinan e Sesc Goiás.

Segundo o IBGE, são mais de 45 milhões de brasileiros possuem algum tipo de deficiência, representando 24% da população. Apesar disso, a participação dessas pessoas em setores como moda e esporte ainda é limitada. No mercado da moda, segundo estudos e análises pontuais sobre inclusão na publicidade global, apenas 1% das campanhas publicitárias incluem pessoas com deficiência, enquanto no esporte, o número de atletas paralímpicos registrados no Brasil representa menos de 0,1% da população total, segundo registros do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

O objetivo da mostra, segundo ressalta Leandro Pires, produtor executivo da exposição, é provocar uma reflexão profunda sobre o respeito à diversidade e a inclusão na prática.

“Queremos usar a moda como linguagem para dialogar com a sociedade, destacando histórias que provam que o potencial humano transcende qualquer limitação física. Outro ponto importante é como a moda pode dar ainda mais visibilidade a estas conquistas e assim abrir novos espaços, construindo novos futuros”, afirma.

Para o diretor regional do Sesc Goiás, Leopoldo Veiga Jardim, foi uma honra receber os atletas paralímpicos nas unidades do Sesc em Goiânia e ser uma das locações das fotografias da exposição. “O Sesc é uma instituição que visa promover o bem-estar e a qualidade de vida da população e o esporte é um dos nossos pilares para esse objetivo. Acreditamos no esporte como agente de transformação e inclusão social”, ressalta.

Moda e esporte como palco da diversidade

Com entrada gratuita, a exposição traz imagens capturadas pelo renomado fotógrafo de moda Augusto Quinan, que imortalizou atletas paralímpicos em momentos que vão além da performance esportiva, revelando sua individualidade e força. A produção conta com a curadoria da stylist Tamyres Bueno, beleza assinada por Evando Filho, que imprimiu sofisticação aos registros, e projeto de visual merchandising por Leandro Pires e Carolina Mamede.

Modalidades como vôlei sentado, atletismo, tiro com arco, natação, parabadminton e judô ganham destaque, reafirmando Goiás como celeiro de talentos paralímpicos. A parceria com a ASPAEGO (Associação Paralímpica do Estado de Goiás) é um pilar dessa iniciativa, que reforça a importância de um olhar atento à inclusão. O casting desta mostra são os atletas: Ádria Jesus (Vôlei sentado), Ágata Lopes (Parabadminton), Gabrielly Vitória (Paranatação), Hélcio Perillo (Tiro com arco), João Víctor Santana (Judô), Pamela Pereira (Vôlei sentado) e Tito Sena (Atletismo).

Mais do que uma exposição, uma lição de vida

Judoca João Víctor Santana

Minha deficiência visual é decorrente de um glaucoma congênito. Quando nasci, segundo relatos da minha família, passei por 14 cirurgias, sendo 7 delas para transplante de córnea. No entanto, meu organismo rejeitou todas as córneas, e aos 3 anos perdi completamente o pouco de visão com que nasci. Não tenho nenhuma memória visual, então é como se eu tivesse nascido cego.

Conheci o judô por volta dos 15 anos, através de um projeto de extensão da Universidade Estadual de Goiás (UEG), liderado pelo professor Jamilson, que visitou o CEBRAV – instituição onde recebi apoio e aprendi a usar ferramentas adaptativas. No início, não gostava muito de atividades físicas, mas decidi experimentar o judô. Fui treinando e ouvindo histórias inspiradoras, como a do sensei Mayco, que vivia do judô. Isso me motivou a participar da minha primeira Paralimpíada Escolar, onde conquistei o 3º lugar e minha primeira medalha. A partir daí, decidi seguir no esporte.

Com a saída do professor Jamilson, que precisou viajar para continuar seus estudos, passei a treinar sob os cuidados do saudoso sensei Jozephe, na academia Haray Goshe. Foi lá que construí as bases da minha vida atlética. No ano seguinte, fui vice-campeão na mesma competição, e, no outro ano, conquistei o título de campeão tanto na minha categoria quanto na categoria absoluto, que é a mesma na qual luto até hoje.

Ao longo da minha trajetória, participei de diversas competições. Em um campeonato no Rio de Janeiro, fui campeão, e conquistei outro título no Pará. Mais recentemente, nas Paralimpíadas Universitárias, ganhei bronze em 2021 e ouro em 2022, desta vez em João Pessoa. Esses resultados me levaram à seleção de base, da qual fiz parte nos últimos dois anos. Pela seleção, tive a oportunidade de competir na Finlândia, onde alcancei a 3ª colocação.

No início, as maiores dificuldades estavam no desconhecimento e na falta de suporte fora dos tatames. Hoje, o maior desafio é a locomoção para os treinos, além de equilibrar o esporte com outras atividades e lidar com as adversidades comuns a qualquer atleta. Depois da Haray Goshe, treinei por um ano na academia União, com o sensei Glauber, e atualmente treino com o sensei Giuliano Santana, na academia MIB. Encerrando meu ano, conquistei ouro nos Jogos da Juventude e bronze na primeira etapa do Campeonato Brasileiro.

Para o futuro, quero continuar treinando e alcançar a graduação na faixa preta. Porém, isso dependerá de conseguir transferir meu curso universitário para Goiânia. Atualmente, estudo Direito na UFG. Quando fiz o ENEM, enfrentei problemas no SISU e acabei me matriculando no campus da cidade de Goiás. Este ano, consegui estudar em Goiânia em regime de mobilidade e estou tentando uma vaga definitiva no campus.

Moro com meus pais e dois irmãos mais novos; meu irmão mais velho já não vive conosco. Somos uma família unida e animada. Apesar das dificuldades enfrentadas por uma família de classe média baixa, vivemos com tranquilidade, sempre apoiando uns aos outros.

Jogadora de parabadminton Ágata Lopes

Tenho 15 anos e sou atleta de parabadminton, sendo uma PCD com nanismo. Há três anos, dedico-me ao esporte com muito empenho e paixão. Moro em Senador Canedo com minha mãe, meu padrasto e minha irmã de 1 ano. Minha rotina diária é dividida entre os estudos – atualmente curso o 1º ano do Ensino Médio – e os treinos quase diários no Centro de Excelência em Goiânia.

Em minha trajetória no parabadminton, já conquistei 25 medalhas em competições escolares e nacionais, resultados que refletem meu comprometimento e esforço. Hoje, tenho o privilégio de receber duas bolsas: a bolsa nacional e a bolsa estudantil, que me ajudam a continuar trilhando esse caminho de desafios e conquistas no esporte.

Inclusão como essência

A narrativa da exposição é construída para desafiar estereótipos e colocar a pessoa com deficiência no centro. As fotografias vão além da estética, mostrando que limitações físicas não definem o potencial humano, e que precisamos  - quanto sociedade - construir um futuro mais justo e mais inclusivo para pessoas com deficiência.

“Moda, Esporte e Inclusão - Construindo Futuros” é uma celebração da força e da coragem de quem enfrenta barreiras e encontra no esporte e na arte um caminho de transformação. A mostra oferece ao público uma oportunidade de repensar preconceitos e valorizar a diversidade como um ativo essencial para a sociedade.

O Dia Internacional da Pessoa com Deficiência é comemorado no dia 3 de dezembro e foi proclamado pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1992 com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância de garantir uma melhor qualidade de vida para as pessoas com deficiência, além de promover os seus direitos. A data também busca informar sobre assuntos relacionados à deficiência e conscientizar sobre a importância de inserir as pessoas com deficiência em diferentes aspectos sociais, como político, econômico e cultural.

A Exposição “Moda, Esporte e Inclusão - Construindo Futuros” é realizada por Leandro Pires Consultoria, Estúdio Augusto Quinan e Sesc Goiás, com parceria de Milimike e Metropolitan Mall, e apoio do Sindilojas-GO e ASPAEGO - Associação Paralímpica do Estado de Goiás.

Serviço

Evento: Exposição “Moda, Esporte e Inclusão - Construindo Futuros”

Local: Metropolitan Mall, Goiânia-GO

Data: 10 a 21 de dezembro de 2024

Abertura oficial: 09 de dezembro de 2024

Entrada: Gratuita

da redação com informações da FR&SH PR

C&A vence Prêmio ECO AMCHAM 2024

worldfashion • 04/12/24, 15:50

A empresa recebeu pela oitava vez, o Prêmio ECO AMCHAM, promovida há mais de 40 anos pela AMCHAM – Câmara Americana de Comércio, que premia e destaca práticas empresariais que impulsionam uma economia mais responsável e inovadora.

Este ano, o prêmio foi concedido ao projeto Jeans Rastreável com o uso de Blockchain, desenvolvido pela C&A Brasil em parceira com o movimento Sou de Algodão, por meio do Programa SouABR. A iniciativa alia tecnologia de ponta e práticas sustentáveis, garantindo a rastreabilidade de toda a cadeia produtiva do jeans – do plantio do algodão, passando pela fiação, tecelagem, confecção até o ponto de venda. O projeto reflete o compromisso da C&A com transparência e responsabilidade ambiental.

“Essa conquista reafirma o nosso compromisso com a sustentabilidade. O projeto representa um marco na nossa jornada, ao trazer inovação para o setor e reforçar nossa missão de oferecer uma moda mais sustentável e transparente. Agradecemos à AMCHAM Brasil, ao movimento Sou de Algodão e a todos os nossos fornecedores e parceiros por acreditarem nessa transformação. Continuaremos inovando e acreditando que a moda pode ser um agente de mudança positiva. A transformação exige coragem, inovação e, acima de tudo, compromisso com um futuro mais sustentável para todos”, afirma Paulo Correa, CEO da C&A Brasil.

“É uma honra receber esse reconhecimento pelo programa SouABR, que reflete nosso compromisso com a inovação, transparência e sustentabilidade em toda a cadeia têxtil. Essa conquista, graças à parceria com a C&A, demonstra o poder da colaboração entre diferentes elos do setor para entregar ao consumidor final não apenas um produto, mas uma história completa de responsabilidade e rastreabilidade”, comemora Alexandre Schenkel, presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão (Abrapa).

A primeira coleção de jeans rastreável foi lançada em 2023, o projeto utiliza a tecnologia blockchain, para dar ao consumidor informações detalhadas sobre a produção de cada peça. A cliente pode escanear o QR-Code da peça e conferir todas as etapas da produção, da plantação do algodão nas fazendas até o produto na loja.

A C&A é referência em práticas sustentáveis no varejo de moda e foi reconhecida anteriormente pelo Prêmio ECO AMCHAM. Entre os projetos premiados estão o Jeans Reciclado em 2021, em 1º lugar, que utiliza peças doadas pelo consumidor para dar vida a novas coleções. Essa iniciativa faz parte do movimento ReCiclo da C&A que promove a circularidade na moda. E o Programa de Monitoramento Participativo em 2019, que fortalece a relação com fornecedores e promove boas práticas na cadeia produtiva.

Jornada sustentável

A sustentabilidade é um compromisso histórico da C&A, que busca transformar a indústria da moda ao utilizar e reutilizar materiais de forma segura, proteger os ecossistemas e promover trabalho digno. Esse compromisso está refletido nas metas ASG até 2030, integradas a todas as áreas da companhia. Atualmente, 96% do algodão utilizado pela marca vem de fontes mais sustentáveis, enquanto 100% da energia consumida já é proveniente de fontes renováveis, evidenciando a integração de práticas responsáveis em toda a operação.

Entre as iniciativas, o Movimento ReCiclo arrecadou, em sete anos, 317 mil peças, o equivalente a 109 toneladas de roupas, incluindo 29 toneladas somente em 2024. O Jeans Circular deu nova vida a 2 toneladas de roupas usadas, com certificação internacional pelo Recycled Content Standard (RCS). Além disso, o Instituto C&A impactou, só em 2023, mais de 27 mil pessoas.

Em 2023, pelo sexto ano consecutivo, a C&A liderou o Índice de Transparência da Moda Brasileira (ITM), da Fashion Revolution Brasil. Além disso, a C&A passou a integrar a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3 (ISE B3) neste ano, que reúne 78 companhias reconhecidas por suas melhores práticas em ASG (ambiental, social e governança).

Sobre a C&A Brasil - É uma empresa de moda focada em propor experiências que vão além do vestir. Fundada em_ 1841 pelos irmãos Clemens e August na Holanda, a C&A entende e defende a moda como um dos mais fundamentais canais de conexão das pessoas consigo mesmas, com todos à sua volta e, por isso, coloca os seus clientes no centro da estratégia. Uma das maiores varejistas de moda do mundo, a C&A chegou ao Brasil em 1976 quando inaugurou a sua primeira loja no shopping Ibirapuera, em São Paulo (SP). Atualmente, a companhia opera em 334 lojas em todo o território nacional, além do seu E-commerce. Listada na bolsa brasileira (B3) desde outubro de 2019, a C&A é pioneira em diversas inovações em seu segmento a partir da oferta de serviços e soluções digitais e omnicanais, visando ampliar experiência on e offline dos seus clientes. Com cerca de 15 mil associados em todo o país e presente na vida de um milhão de clientes por dia, a empresa se destaca ainda por oferecer uma moda jovem, inovadora, diversa e inclusiva para mulheres, homens e crianças.

da redação com informações da Maquina Cohn &Wolfe

55ª EDIÇÃO CASA DE CRIADORES

worldfashion • 02/12/24, 14:16

A CdC - Casa de Criadores é o evento de moda autoral, mais referenciado no Brasil, completando 27 anos de trajetória construindo um espaço para estilistas e marcas, estruturarem seus trabalhos em torno de uma assinatura criativa própria, projetando suas coleções e conquistando visibilidade entre formadores de opinião do meio. Mas não só isso. A CdC também tem como característica essencial, ser a passarela em que os criadores manifestam seus olhares sobre a sociedade, pautados por vivências atravessadas pelos desafios das questões atuais de classe, gênero e raça. Assim o evento é, reconhecidamente, um lugar para que causas urgentes do presente sejam trazidas à tona de maneira ainda mais ampla.

A CdC 55 acontecerá da próxima quinta feira 5 a 10 de dezembro, no Vale do Anhangabaú, em São Paulo. Dentre as 44 marcas participantes, os desfiles são o formato predominante, serão 40 apresentações no vão abaixo do Viaduto do Chá, onde também serão projetados, antes dos desfiles presenciais, os filmes de duas marcas que optaram por exibir fashion films. Já o hall de entrada da Galeria Prestes Maia irá alocar as exposições das duas estilistas que escolheram essa configuração para mostrar suas criações.

A edição 55 da CdC volta a destacar o potencial dos desfiles como suporte, não só para a projeção conceitual e estética das marcas, mas também para lançar luz aos valores que orientam a produção, atuação e afirmação dos nomes do calendário. Dentre os desfiles previstos para esta CdC, também haverão apresentações que servem como plataforma para projetar e elevar iniciativas como o 3º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores, o Moda Inclusiva e o desfile Talentos Senac Moda. Essas ações buscam ampliar a ocupação de espaços na moda brasileira promovendo novos talentos vindos de diferentes lugares e origens sociais, e a representação e visibilidade de pessoas PCDs como grupo que interage com a moda e se expressa através dela.

Estreias e retornos na CdC 55

Nesta edição, conta com dez nomes estreantes e o retorno de dois criadores que deixaram sua marca no evento. Dentre as estreias, Sioduhi Studio, baseada em Manaus e a primeira marca do Norte do Brasil a integrar o calendário da CdC, JALACONDA, a Coletiva TRASHrealoficial, que faz seu primeiro desfile presencial, Anderson George, AFROPERIFA, Marlo Studio, VINNICIUS AFONSO, Leandro Quaresma, Hugo Ito e o underwear masculino de Elian Gallardo por Mr SanSan. Os que retornam à Casa são o estilista Ale Brito e a marca KOIA. O primeiro nome, inclusive, foi revelado na CdC e tem histórico de desfiles marcantes no evento, fazendo seu retorno já ser bastante aguardado.

3º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores, Moda Inclusiva, Talentos Senac Moda ,  Santista e Singer

O Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores chega à sua 3ª edição com o objetivo de revelar novos estilistas de todo o Brasil, tendo sempre a Casa de Criadores como anfitriã. O movimento Sou de Algodão, iniciativa da Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão) e patrocinador da CdC, recrutou estudantes das faculdades de moda das cinco regiões do país e, passado o processo de seleção, foram apontados dois nomes vindos de cada região brasileira, num esforço não só de descobrir talentos, mas de demonstrar que o potencial da moda nacional vai além dos centros tradicionalmente ligados à ela.

Estes dez criadores irão desfilar suas coleções na apresentação do 3º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores, ocasião em que serão avaliados por um corpo de jurados composto por jornalistas e formadores de opinião da moda, além de nomes da indústria têxtil e do varejo. O ganhador leva um prêmio de R$30 mil e entra para o line up da edição 56 da CdC, devendo aplicar o valor recebido para viabilizar sua apresentação no evento.

O desfile da iniciativa Moda Inclusiva destaca soluções criativas que reafirmam como pessoas PCDs podem e devem ser visibilizadas na moda com interação tão ampla quanto os demais, especialmente quando o assunto é a expressão através da moda e do vestir. A ação Moda Inclusiva reforça como a moda é meio para afirmação dos corpos PCDs em diferentes espaços, para que eles sejam vistos, além de representados.

Já a apresentação Talentos Senac Moda vai reunir dez alunos do curso Bacharelado em Design de Moda do Senac São Paulo, instituição apoiadora da Casa de Criadores. Serão desfilados 30 looks, com mentoria dos professores da instituição e direção criativa de João Pimenta, nome renomado da moda brasileira revelado na CdC e que fez parte do calendário do evento por várias edições.

A tecelagem Santista, outra das patrocinadoras da Casa de Criadores, e uma das principais empresas da indústria têxtil do Brasil, referência global em jeanswear, completa 95 anos em 2024 e um dos marcos da comemoração é uma exposição que celebra essa grande história, dentro da programação da CdC.

Singer, a marca de máquinas de costura mais utilizada no mundo, apoia a pluralidade e se conecta com as novas gerações no desfile da NotEqual, apresentando sua máquina de bordados, que une tecnologia avançada e criatividade como ferramentas de inclusão.

Exposições: Cynthia Mariah, Priscilla Silva, Oficina do Suor, por Sérgio Carvalho, Santista: 95 anos - Tecendo o Futuro do têxtil no Brasil

Workshop: Promovendo Ambientes de Trabalho Digno na Indústria da Moda: da Oficina de Suor ao Trabalho Decente e Sustentável

A CdC 55 reafirma o potencial dos desfiles, mas as exposições que sempre pontuaram o evento seguem cumprindo o importante papel de agregar expressão cultural à moda de outras maneiras. As quatro exposições programadas irão ocupar diferentes espaços da Galeria Prestes Maia, duas delas de estilistas participantes que mostram suas coleções de forma expográfica: Cynthia Mariah e Priscilla Silva.

O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (SINAIT) traz para a CdC 55 a exposição de fotografia documental Oficina do Suor, assinada pelo auditor fiscal do Trabalho e fotógrafo Sérgio Carvalho. Sérgio participa de fiscalizações que buscam debelar o trabalho em condições análogas à escravidão há cerca de 28 anos, e em paralelo retrata a precariedade e a desesperança nos olhos de trabalhadores nessas condições, utilizando a fotografia como instrumento de denúncia e transformação social. O ensaio que batiza a exposição é composto por registros feitos por ele entre 2019 e 2022, e revela a realidade degradante em oficinas de costura em São Paulo, que atraem principalmente imigrantes de países vizinhos prometendo chances de trabalho e abastecem grandes marcas de luxo do país e o comércio informal de peças falsificadas.

O mesmo SINAIT complementa a exposição sobre esse tema tão necessário, realizando, dentro da programação da CdC 55, o workshop “Promovendo Ambientes de Trabalho Dignos na Indústria da Moda: da Oficina de Suor ao Trabalho Decente e Sustentável” na tarde do dia 10 de dezembro. O objetivo da iniciativa é promover a discussão de aspectos relacionados com a promoção de trabalho digno na indústria da moda, para ampliar e estimular a absorção desse conceito. Também será descrito o funcionamento do chamado sistema do suor – a lógica de funcionamento das oficinas de costura clandestinas – como antítese do trabalho digno que deve ser progressivamente substituído por sistemas e ambientes de trabalho sustentáveis e, por fim, disseminar a noção dos direitos fundamentais do trabalhador na indústria da moda. O workshop será gratuito, mediante inscrições prévias à vagas sujeitas à disponibilidade, conforme descrito abaixo no tópico sobre a programação da CdC 55.

CASA DE CRIADORES 55 - PROGRAMAÇÃO

Exposições e Workshop

De 05/12 a 10/12 - Das 10h às 22h, Galeria Prestes Maia

Cynthia Mariah

Oficina do Suor, por Sérgio Carvalho

Priscilla Silva

Santista: 95 anos - Tecendo o futuro do têxtil no Brasil

Dia 10/12 - Das 14h às 18h, Galeria Prestes Maia

Workshop “Promovendo Ambientes de Trabalho Dignos na Indústria da Moda: da Oficina de Suor ao Trabalho Decente e Sustentável”

Realização: Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho - SINAIT

Acesso gratuito, mediante inscrições prévias sujeitas à disponibilidade, feitas através do preenchimento de formulário divulgado nas mídias sociais da Casa de Criadores (@casadecriadores), a partir do dia 25/11.

Desfiles - 05/12, quinta-feira

Abertura da Sala: 17h30 - Início: 18h, Viaduto do Chá

Sioduhi Studio

RIDDIM

Leandro Quaresma

Abertura da Sala: 19h - Início: 19h30, Viaduto do Chá

Studio Ellias Kaleb

MOCKUP

GUMA JOANA + SUKEBAN

Desfiles - 06/12, sexta-feira

Abertura da Sala: 17h30 - Início: 18h, Viaduto do Chá

COZONOSAN (fashion film)

Moda Inclusiva

Patrícia Kamajurá

BERIMBAU BRASIL

Abertura da Sala: 19h - Início: 19h30, Viaduto do Chá

Mateos Quadros

Ken-gá

Anderson George

Le Benites

Desfiles - 07/12, sábado

Abertura da Sala: 17h30 - Início: 18h, Viaduto do Chá

NALIMO

AFROPERIFA

JALACONDA

Abertura da Sala: 19h - Início: 19h30, Viaduto do Chá

3º Desafio Sou de Algodão + Casa de Criadores

N/E*Recycled

KOIA

20h30, Viaduto do Chá

Rober Dognani

Desfiles - 08/12, domingo

Abertura da Sala: 16h - Início: 16h30, Viaduto do Chá

Visén

ACZAN

LOURRANI BAAS

Felipe Caprestano

Abertura da Sala: 17h30 - Início: 18h, Viaduto do Chá

Vou Assim

Marlo Studio

Mônica Anjos

Desfiles - 09/12, segunda-feira

Abertura da Sala: 17h30 - Início: 18h, Viaduto do Chá

‘a neoutopia’

V I N N I C I U S A F O N S O

UMS 458 - LL

Abertura da Sala: 19h - Início: 19h30, Viaduto do Chá

Talentos Senac Moda

Elian Gallardo por Mr SanSan

Coletiva TRASHrealoficial

Desfiles - 10/12, terça-feira

Abertura da Sala: 17h30 - Início: 18h, Viaduto do Chá

VIVAO PROJECT

Sillas Filgueira Brand

VOLAT

Leandro Castro

Abertura da Sala: 19h - Início: 19h30, Viaduto do Chá

Plataforma Açu (fashion film)

ALE BRITO x Studio115

Hugo Ito

NotEqual

Como na última edição, e por sua posição como evento que coloca a moda autoral como um dos motores culturais de São Paulo, a Casa de Criadores irá disponibilizar ingressos para o público geral assistir às sessões de desfiles, junto das projeções de fashion films que irão os anteceder. Serão disponibilizados 300 convites para cada sessão de cada dia do evento, a serem retirados online através da plataforma de ingressos digitais Sympla mediante disponibilidade.

Os links para retirada das entradas via Sympla para as sessões de cada dia serão divulgados no dia anterior em posts nos stories do perfil no Instagram do Novo Anhangabaú (@novoanhangabaú), apoiador institucional da CdC e entidade gestora do Vale do Anhangabaú. Para as exposições, no hall da Galeria Prestes Maia, a entrada é franca dentro do horário de funcionamento do espaço.

da redação com informações da Agência Lema

RHODIA E PANTYS

worldfashion • 29/11/24, 15:37

A líder global no setor químico com sede na Bélgica - a Solvay,  representada no Brasil pela Rhodia, fez doação de calcinhas menstruais em parceria com a Pantys - a primeira marca de produtos absorventes sustentáveis do país. A ação beneficiou 250 meninas do Projeto Arrastão, uma organização sem fins lucrativos que acolhe famílias em situação de pobreza no bairro do Campo Limpo, em São Paulo. Em 2023, a Rhodia já haviado apoiado 100 adolescentes da mesma instituição.

Essas calcinhas, fabricadas com o fio de poliamida Amni Soul Eco® da Rhodia, incorporam tecnologia de ponta e oferecem benefícios importantes, como uma decomposição 10 vezes mais rápida em aterros sanitários em comparação com fios sintéticos comuns. Ademais, os microplásticos gerados durante a lavagem se dispersam de forma até 20 vezes mais veloz caso alcancem os oceanos.

Além das questões ambientes, há a pobreza menstrual que preocupa ambas as companhias e o mundo. De acordo com um estudo realizado pelo UNFPA e UNICEF em 2021, mais de 713 mil meninas brasileiras não têm acesso adequado a banheiros ou chuveiros em casa e mais de 4 milhões enfrentam a falta de itens básicos para cuidados menstruais nas escolas, recorrendo assim a soluções improvisadas como miolo de pão, sacolas plásticas, jornais ou panos velhos.

“Desde os nossos primeiros dias, nos comprometemos com a criação de um produto sustentável e que pudesse ajudar a meninas, mulheres e pessoas que menstruam. Desde o começo da nossa parceria com a Rhodia, há mais de cinco anos, sempre tivemos como propósito reduzir o nosso impacto ambiental como um todo e ficamos muito felizes em compartilhar nossa visão de futuro com uma empresa que aposta em causas que realmente importam“, diz a CEO da Pantys Emily Ewell.

“Nós apoiamos muito esse tipo de iniciativa, pois acreditamos que contribuir para o bem-estar dessas adolescentes de forma sustentável é colaborar com o planeta na luta contra o descarte incorreto desses produtos na natureza e trazer ainda um pouco mais de dignidade menstrual a elas. Essas ações fazem parte da política global do Grupo Solvay de Diversidade, Equidade e Inclusão e ESG para melhorar a nossa qualidade de vida, algo imprescindível para nós”, afirma a CEO da Rhodia-Solvay para a América Latina Daniela Manique.

Sobre a Solvay - Uma empresa química pioneira com um legado enraizado nas inovações do fundador Ernest Solvay no processo de carbonato de sódio, é focada em fornecer soluções essenciais globalmente por meio de sua força de trabalho de mais de 9.000 funcionários. Desde 1863, a Solvay utiliza o poder da química para criar soluções inovadoras e sustentáveis que atendem às necessidades do mundo, como purificar o ar que respiramos e a água que bebemos, preservar os nossos suprimentos de alimentos, proteger a nossa saúde e o nosso bem-estar, criar roupas ecologicamente corretas, tornar os pneus de nossos carros mais sustentáveis e limpar e proteger as nossas casas. Como uma empresa líder mundial com 5,6 bilhões de euros em vendas líquidas em 2022 e listada na Euronext Brussels e Paris (SOLB), o seu compromisso inabalável impulsiona a transição para um futuro neutro em carbono até 2050, destacando a sua dedicação à sustentabilidade e uma transição justa e equitativa.

Sobre a Pantys - É a marca pioneira que promete quebrar definitivamente os tabus relacionados à menstruação, transformando, ressignificando e trazendo novas opções sustentáveis para o mercado. A marca apresenta o conceito de calcinhas, cuecas e sutiãs absorventes, em um mix de tecnologia, modernidade, design, saúde e sustentabilidade.

Além de única marca de calcinhas absorventes clinicamente testada no mundo, a Pantys tornou-se a primeira marca de moda brasileira a adotar a etiqueta carbono neutro em suas peças que mede, reduz e compensa as emissões de carbono que produz durante a confecção.

da redação com informações da FSB Comunicação

CEDRO TÊXTIL

worldfashion • 28/11/24, 14:28

A Cedro Têxtil apresenta a Coleção Cápsula #2 2024, assinada por quatro estilistas: Eduardo Paixão, Érika Toniatti, Eva Queiroz e Rubens Avedanha, cada profissional trouxe sua visão única e cativante, com destaque para a valorização do trabalho manual e da forte presença das tradições regionais e afetivas construídas ao longo das suas histórias de vida.

A Coleção Cápsula #2 2024 cria um editorial com as flores como elemento unificador. As propostas mesclam a criatividade desses profissionais e a riqueza cultural de brasileira, com a versatilidade e as infinitas possibilidades de aplicação, texturas e lavanderia do jeans.

Um dos estilistas da Cápsula #2 2024 é o gerente de Estilo e Marketing da Cedro, Eduardo Paixão, que explica: “Para esta coleção, foi conectado o charme do crochê, da alfaiataria brasileira com os produtos jeanswear e, dessa forma, surgiu a necessidade de um elemento que unificasse e conectasse todas as peças: as flores”.

Segundo ele, as flores foram escolhidas para representar essa união entre a natureza, a memória afetiva e a sua presença constante em todos os tipos de manifestações artísticas. No Editorial de Moda, as flores não apenas compõem o cenário, mas também se incorporam aos looks, criando uma atmosfera de sonho e otimismo.

“Cada look da Coleção Cápsula não é apenas uma peça de vestuário, mas uma manifestação de sentimentos, culturas e técnicas que se encontram e se traduzem em moda. O resultado é uma coleção rica em significado, beleza e história, que promete encantar e surpreender quem a vivenciar. Elas trazem a sensação de algo vivo, pulsante, presente em cada detalhe da coleção”, ressalta o estilista.

COLEÇÕES CÁPSULA #2 2024

Os temas regionalismo, processos manuais e memória afetiva, que têm “Flores”: como Elemento Unificador, estão divididos nas coleções:

“Memórias e Religião no Design” - o estilista Eduardo Paixão optou por trabalhar intensamente com a memória afetiva, resgatando lembranças de infância ligadas à religiosidade. Guiado pelas celebrações religiosas do interior, o profissional criou look que faz referências ao Sagrado Coração de Jesus. O trabalho manual também se faz presente, por meio da renda, estabelecendo um elo entre o sagrado e a delicadeza dos processos artesanais.

“Regionalismo e Natureza no Vestuário” - o estilista Rubens Avendanha, se inspirou nos coletores de Sempre Viva, ícones de uma tradição única de Minas Gerais, para criar peças que exploram o trabalho manual e o regionalismo de forma marcante. A peça é completamente nervurada, imitando o caule dessas flores resilientes, e reflete tanto a beleza natural da região quando a complexidade dos processos manuais.

“Tradições Brasileiras no Design de Moda” -  a estilista Érika Toniatti que trouxe à tona a riqueza do trabalho com a palha indiana, um material tradicionalmente utilizado no Brasil para mobiliário que agora foi adaptado para a moda. Sua peça combina essa palha com o jeans cru, criando uma estrutura inovadora que faz referência ao passado, mas, ao mesmo tempo, se insere em um contexto contemporâneo.

“O charme do Crochê e a Alfaiataria Brasileira” - a Eva Queiroz por sua vez, mistura a elegância da alfaiataria com a suavidade do crochê, um trabalho manual delicado e característico da cultura brasileira. Sua proposta traz uma saia balonê que confere volume e equilíbrio, criando um contraste visual interessante e, ao mesmo tempo, harmonioso com o toque artesanal do crochê.

HUB Coleções Cápsula -  há três anos o projeto valoriza jovens talentos brasileiros que estão despontando na moda nacional, em diferentes regiões do país. A cada edição, desse hub criativo da moda, novos nomes são selecionados, abrindo espaço e dando total liberdade de criação para que esses profissionais mostrem seus trabalhos.

Sobre a Cedro Têxtil - Com mais de 150 anos de mercado, a mineira Cedro Têxtil é uma das principais indústrias têxteis do Brasil, líder de mercado no país e na América Latina (na qual está presente em quase todos os países) e a única de capital aberto no setor. Sua carteira é composta por mais de 4 mil clientes e muitos deles compram da Companhia há mais de quatro décadas.

Seu portfólio de produtos é dividido em duas linhas: Jeanswear e Workwear. Com escritório-sede em Belo Horizonte, a Companhia possui quatro fábricas em Minas Gerais: Sete Lagoas (tecidos), Caetanópolis e Pirapora (fios e fibras).

A Cedro utiliza 100% de algodão nacional e, hoje, emprega mais de 3,2 mil colaboradores, muitos de famílias que estão na empresa há quatro gerações.

da redação com informações da Link Comunicação Empresarial

Prêmio UNIP Design de Moda

worldfashion • 26/11/24, 14:31

Foi um “espetáculo” palavra que define com propriedade o desfile realizado, no último dia 19 de novembro de 2024 no teatro e seus espaços adjacentes do campus Paraíso da UNIP - Universidade Paulista. Foram 63 produções exclusivas que  ressignificaram os símbolos da trajetória do estilista, que é sinônimo de luxo e de sofisticação.

A apresentação foi dos alunos do 1º ao último semestre do curso de Design de Moda e por bailarinas e bailarinos da renomada companhia de dança Cisne Negro, o desfile e a premiação dos melhores trabalhos renderam aplausos efusivos ao fim de cada demonstração, de cada encenação, de cada passagem  da homenagem a Christian Dior, o mestre da alta-costura que ganhou o mundo com seus figurinos e perfumes após a Segunda Guerra Mundial.

Monsieur Dior tinha especial apreço pela feminilidade e por essa causa ousou renascer o luxo e a sofisticação numa época em que imperava o racionamento de absolutamente tudo; num momento em que se constituíam desafios estruturais, comerciais, logísticos e financeiros manter o simples, o básico, o casual. Mas o francês, amante das flores, vestiu as damas da sociedade francesa com o melhor do estilo clássico e, ao longo do tempo, com formas ousadas e poderosas, lançando uma grife que se tornaria imortal.

Com a mesma determinação e paixão à alma feminina e à arte da criação em costura, os futuros profissionais de Moda da UNIP lançaram-se a conhecer e estudar o universo “très chic” de Dior. Contaram com o apoio irrestrito da Universidade, do professor doutor Haroldo Souza, coordenador geral do curso de Moda, e de outros professores, reinventaram looks do estilista apresentados por eles próprios e pelas bailarinas. Não bastasse, inspirados nas delicadas miniaturas exibidas na Galeria Dior, em Paris, suas criações foram transpostas em versões infantis.

Sandra Miessa, reitora da UNIP, dirigiu todo o espetáculo, da sua concepção ao final, dedicando, inclusive, tempo para acompanhar os ensaios. Na abertura, acompanhada da jornalista e mestre de cerimônia Silvia Vinhas, deu um spoiler do que estava por vir, aguçando ainda mais a curiosidade do público. Na sequência, o Ballet Cisne Negro apresentou-se, tendo a companhia do pequeno Dior, como criança, observando suas graciosas flores.

Os convidados foram surpreendidos com uma bailarina descendo, passo a passo, do alto de vários lances de escadas para brindar a todos com um vestido típico de princesa. Seguindo os signos utilizados nas coleções da Maison, Charles Mathias, ex-aluno do curso de Moda da UNIP, participou especialmente para criar a vestimenta que abrilhantou ainda mais a atuação de Maria Luíza Miessa Di Genio na passarela do Teatro UNIP.

Os cenários – pensados e projetados com todo o rigor profissional pelo professor doutor José Minerini Neto, coordenador de Arte do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental do Colégio Objetivo – foram outros capítulos à parte. Desde a entrada do campus até o palco, instalações e elementos decorativos faziam, fielmente, alusão à França e à Maison Dior: mobiliários, adesivações nas portas dos elevadores, obras de arte, buquês de rosas brancas, que a cada canto dividiam um pouco da própria beleza, um jogo de luzes, ora claras ora medianas.

E foi sob essa ambientação – quase que encantada –, somada ao desafiante desejo dos alunos de atingir a verossimilhança do universo de Christian Dior, que os expectadores apreciaram 10 crianças desfilando ícones do estilista, recriados pelos alunos do 1° e 2° semestres, e 60 modelos apresentaram a coleção elaborada por alunos do 3° e 4º semestres, esbanjando criatividade para mostrar o clássico e, ao mesmo tempo, o contemporâneo nos mais variados tecidos adornados por tules, bordados, laços e chapéus nas mademoiselles.

“No conjunto da obra”, como diz o ditado, estabeleceu-se ali a difícil missão dos jurados de selecionar os melhores para a entrega do III Prêmio UNIP Design de Moda:  Ricardo Cosenza, Mayara Capelo e Daniella Curiel, da Dior; Bruno Dalcheco, Maíra Gomyde e Marcos Aiza, da Adar Têxtil, fornecedora oficial dos tecidos dos figurinos; e Marta De Divitiis, jornalista do portal Fashion United, avaliaram as categorias de Melhor Look – com premiações para o 1º, 2º e 3º lugares; Melhor Figurino; Melhor Identidade Visual; Melhor Editorial de Moda; Melhor Fashion Film; e Melhor Maquiagem.

Os resultados foram:

1° lugar: empate nas produções de Kaio Santos da Cruz e Manuela Cristina Pereira de Castro.
2° lugar: empate nas produções de Erica de Souza e Carolina Aparecida Nunes Libânio.
3° lugar: Dulce Albino Pereira.
Premiação especial: egresso Charles Mathias, homenageado pelo figurino que abriu o Desfile de Moda UNIP com Maria Luíza Miessa Di Genio, bailarina do Cisne Negro.

A Universidade Paulista – UNIP é uma universidade privada brasileira, sediada em São Paulo, com Campi espalhados por todo o estado e ainda em Goiás, Amazonas e no Distrito Federal.

A universidade foi criada em 9 de novembro de 1988, a partir da fusão do Instituto Unificado Paulista, do Instituto de Ensino de Engenharia Paulista, do Instituto de Odontologia Paulista.

Em novembro de 2004, a UNIP foi credenciada para ofertar cursos superiores na modalidade de Educação a Distancia (EaD) pelo Ministério da Educação (MEC).

Atualmente, a UNIP possui mais de 240 mil alunos matriculados. Ao todo, a instituição tem 27 Campi, que envolvem 65 unidades em diversos estados brasileiros. Em razão do processo de evolução, a UNIP, por meio de uma proposta acadêmica moderna, vem expandindo suas atividades por diversos Campi, visando à preparação de recursos humanos altamente qualificados demandados pela política de desenvolvimento nacional. Sua propriedade é do empresário brasileiro João Carlos Di Genio, quem preside o Grupo Objetivo.

da redação com informações de Roberta Abrahão - Assessoria de Imprensa da UNIP

COLLAB :THE PARADISE /LENZING™️ ECOVERO™️, TENCEL™️ e CANATIBA TEXTIL

worldfashion • 22/11/24, 15:31

O fantástico mundo de Walt Disney é celebrado, pela lente contemporânea e vibrante da marca The Paradise, os 90 anos de Pato Donald na sua nova coleção Verão 25.  Por meio de peças que trazem vida a personagens icônicos como Mickey, Minnie, Pateta, Tio Patinhas e Zé Carioca, a marca preserva sua identidade autoral e engloba na coleção peças em denim sustentável, desenvolvidas em tecidos Canatiba Textil feitos com as fibras LENZING™ ECOVERO™ e TENCEL™ Liocel.

A coleção capsula é composta por 7 peças entre calças, camisas e bermudas, que conectam as raízes do Rio de Janeiro ao encanto dos clássicos da Walt Disney em denim da Canatiba Textil. E é com essa veia pop e street que os jeans vêm manchados, texturizados e maquinetados, em modelagens que flertam com os anos 70 e 80.

“O jeans é um aliado ideal na criação das nossas estampas. Com tecidos Canatiba Textil feitos com as fibras da Lenzing, criamos jeans que envolvem o corpo e o planeta com delicadeza e compromisso, traduzindo nossa visão de moda: um equilíbrio entre criatividade, qualidade e respeito ao meio ambiente”, ressalta Patrick Doering, sócio da The Paradise.

Esta é a terceira parceria entre as marcas que buscam revolucionar o mercado da moda de forma responsável com o meio ambiente para inspirar e inovar na indústria têxtil. O Grupo Lenzing, líder global na produção de fibras celulósicas, tem promovido práticas sustentáveis na cadeia de valor têxtil através de parcerias estratégicas com suas marcas de fibra LENZING™ ECOVERO™ e TENCEL™, fiações, fabricantes de tecidos e marcas de moda que priorizam a sustentabilidade. Todas as fibras produzidas pelo grupo Lenzing são certificadas com o rótulo ecológico da UE por excelência ambiental.

Tanto as fibras TENCEL™ quanto a fibra de viscose LENZING™ ECOVERO™ são produzidas com pelo menos 50% menos emissões de carbono e consumo de água. As fibras também são derivadas de fontes de madeira controladas ou certificadas. “A jornada rumo à sustentabilidade é contínua e cada passo é crucial. Estamos comprometidos com o progresso constante, onde cada ação, desde a escolha dos materiais até o processo de fabricação de cada item, contribui para a redução do nosso impacto ambiental. Colaborar com marcas inspiradoras e alinhadas, como Canatiba Textil e The Paradise Rio, nos ajuda a avançar em harmonia com o meio ambiente”, destaca Juliana Jabour, Gerente de Desenvolvimento de Negócios na América do Sul do Grupo Lenzing.

A Canatiba Textil, fundada há mais de 50 anos, visa inovar e trazer valor na indústria de forma sustentável. A companhia opera em processos certificados e utiliza insumos ecologicamente corretos, que possibilitam a redução de emissões de gases, reuso de água, cumprindo os mais modernos protocolos sustentáveis do planeta. Com a utilização das fibras TENCEL™ e LENZING™ ECOVERO™️, a tecelagem desenvolveu tecidos inovadores em denim para o desenvolvimento da coleção.

“Cada interação com a marca The Paradise Rio acontece de forma mais natural e fluida. Nesta coleção, utilizamos a fibra de viscose LENZING™ ECOVERO™ Black, que lançamos na estação passada em parceria com a Lenzing, além de apostar na estampa digital, sempre com o mesmo compromisso com a sustentabilidade e a economia de água em todo o processo. O que esperar desse reencontro: criatividade, leveza, fluidez, moda e, acima de tudo, muita sustentabilidade. Estamos muito felizes com esse novo capítulo,” afirma Ivna Barreto, Gerente de Marketing na Canatiba Textil.

A coleção cápsula em jeans da The Paradise em parceria com TENCEL™, LENZING™ ECOVERO™ e Canatiba Textil estão disponíveis para vendas nas lojas físicas de São Paulo e Rio de Janeiro, além do e-commerce, desde outubro.

Sobre a The Paradise: É uma marca que acredita, acima de tudo, na fantasia. Um universo mágico e colorido de estampas que traduzem o realismo fantástico em padronagens e desenhos que pintam as roupas, transformando-as em obras de arte usáveis e colecionáveis.

Criadas por Thomaz Azulay e Patrick Doering, as peças da The Paradise têm edição limitada e vêm numeradas à mão. Cada roupa funciona como uma tela em braco, pronta para receber pinceladas digitais de estampas exuberantes, ricas em detalhes, texturas e brilhos.

Sobre a TENCEL™: É a marca de fibra têxtil líder do Grupo Lenzing. Desde 1992, a marca TENCEL™ tem sido uma potência defensora de mudanças positivas na indústria têxtil por meio de processos de produção eficientes em recursos e inovações contínuas em fibras. As fibras Liocel e Modal da marca TENCEL™ são materiais de alta conforto e eficiência de recursos, feitos a partir de fontes de madeira manejadas de forma sustentável. Ambas as fibras são naturalmente macias, suaves ao toque e podem suportar cores ricas nos tecidos. Com controle eficaz da umidade, os tecidos feitos com ambas as fibras também proporcionam uma sensação natural de secura.

Como soluções têxteis sustentáveis, as fibras TENCEL™ Liocel e Modal são altamente versáteis e podem ser combinadas com uma ampla gama de fibras têxteis, oferecendo uma variedade quase infinita de designs e funções de produtos. As fibras podem ser incorporadas em quase qualquer categoria têxtil, desde moda, denim, roupas íntimas, até roupas ativas, vestuário de trabalho, calçados e até produtos têxteis para o lar.

Feitas a partir de madeira, matéria-prima natural, as fibras TENCEL™ Liocel e Modal podem se decompor e ser compostadas no final de seu ciclo de vida. As fibras também são certificadas com o Ecolabel da UE (nº de licença AT/016/001) por sua excelência ambiental, reconhecendo os altos padrões ambientais ao longo de todo o seu ciclo de vida.

Sobre LENZING™ ECOVERO™ : Produzidas pelo Grupo Lenzing, as fibras da marca LENZING™ ECOVERO™ são um avanço ambientalmente responsável na produção de viscose. Derivadas da madeira, matéria-prima natural, as fibras LENZING™ ECOVERO™ são certificadas com o Ecolabel da UE (nº de licença AT/016/001) por sua excelência ambiental. Elas são feitas com pelo menos 50% menos emissões de carbono e consumo de água em comparação com a viscose genérica (Higg MSI Versão 3.7).

Naturalmente leves, as fibras LENZING™ ECOVERO™ podem ser misturadas com uma ampla gama de fibras têxteis para proporcionar suavidade ao toque e um caimento fluido em tecidos. As fibras LENZING™ ECOVERO™ são identificáveis por meio de tecnologia de rastreamento e podem se decompor e ser compostadas no final de seu ciclo de vida (certificadas pela TÜV Áustria).

Sobre o Grupo Lenzing: Representa a produção ecologicamente responsável de fibras especiais à base de celulose e material reciclado. Como líder em inovação, a Lenzing faz parcerias com fabricantes globais de têxteis e não tecidos e impulsiona muitos novos desenvolvimentos tecnológicos. As fibras de alta qualidade do Grupo Lenzing formam a base para uma variedade de aplicações têxteis, desde roupas funcionais, confortáveis e na moda até têxteis para o lar duráveis e sustentáveis. Devido às suas propriedades especiais e origem botânica, as fibras Lenzing, certificadas pela TÜV, são também altamente adequadas para produtos de higiene do dia a dia.

O modelo de negócios do Grupo Lenzing vai muito além do de um produtor de fibras tradicional. Juntamente com seus clientes e parceiros, a Lenzing desenvolve produtos inovadores ao longo da cadeia de valor, criando valor agregado para os consumidores. O Grupo Lenzing se esforça para a utilização e processamento eficientes de todas as matérias-primas e oferece soluções para ajudar a transformar a indústria têxtil do atual sistema econômico linear para uma economia circular. Para reduzir a velocidade do aquecimento global e assim apoiar os objetivos do Acordo de Paris e o “Pacto Verde” da Comissão Europeia, a Lenzing desenvolveu um plano de ação climática claro, baseado em ciência, que visa reduzir significativamente as emissões de gases de efeito estufa até 2030 e uma meta de zero líquido (escopos 1, 2 e 3) até 2050.

Principais Fatos e Números Grupo Lenzing 2023    Receita: € 2,52 bilhões   Capacidade nominal: 1.110.000 toneladas

Funcionários (FTE): 7.917

TENCEL™, LENZING™ ECOVERO, ™ VEOCEL, ™ LENZING™ e REFIBRA™ são marcas registradas da Lenzing AG.

Sobre a Canatiba Textil: Com o slogan “Inovação tecida com inteligência”, foi fundada em 1969 e desde sempre unindo inovação, tecnologia e sustentabilidade, agregando valor para o mercado têxtil nacional. Possuem 3 unidades fabris de negócios: Denim Industry, Special Fabrics e Utilitárius, integrando um novo conceito da indústria, para atender as necessidades de um mercado cada vez mais complexo, em Santa Barbara D’Oeste.

Com mais de 2300 colaboradores diretos,  as produções abastecem o mercado nacional e marcam presença em países da Europa, América Latina e África.

Unindo os esforços em processos produtivos de ponta, atendem os mais rígidos critérios de sustentabilidade e qualidade. Mais do que fabricar tecidos, entendem que o papel de liderança é seguir a geração de valor em toda a cadeia têxtil, até as mãos dos consumidores mais exigentes.

da redação com informações do Grupo Lenzing  pela Tastemakers Brasil

ARTIGO - As negociações trabalhistas são cruciais na democracia moderna

worldfashion • 21/11/24, 15:18

Por Fernando Valente Pimentel*

A questão já está pacificada na Constituição, na CLT e na reforma trabalhista de 2017, não havendo motivos plausíveis para uma nova emenda à Carta.

Os dados mais recentes do IBGE revelam uma tendência natural de redução da jornada. No segundo semestre de 2024, os brasileiros trabalhavam em média 39,2 horas semanais, bem abaixo do limite legal de 44 horas. Essa diminuição gradual desde 2012, quando a média era de 40,5 horas, demonstra que o mercado já se adapta aos cenários contemporâneos.

A criação de empregos, sempre citada como justificativa para a redução da carga horária, resulta principalmente do crescimento econômico sustentável. O Brasil enfrenta desafios significativos em termos de produtividade, estagnada há duas décadas. Uma redução impositiva da jornada poderia agravar esse quadro, especialmente para micro e pequenas empresas.

Outro ponto crítico da proposta é que ignora completamente a realidade da informalidade no mercado, que abrange parcela significativa da força de trabalho brasileira. Enquanto se discute a redução da jornada para trabalhadores formais, milhões de brasileiros continuam sem acesso às proteções trabalhistas básicas. Essa questão tem sido negligenciada com frequência.

Desde a Revolução Industrial, quando jornadas de até 16 horas diárias eram comuns, o trabalho passou por profundas transformações. Hoje, vivemos uma nova revolução marcada pelo trabalho remoto e híbrido, profissões digitais, impacto da inteligência artificial e prestação de serviços para múltiplos empregadores. Essas mudanças exigem uma abordagem mais flexível, que uma legislação rígida não pode oferecer.

Um dos maiores desafios do País é melhorar seus índices de produtividade. Isso requer investimento em tecnologia e inovação, capacitação profissional contínua, modernização dos processos produtivos e redução do “Custo Brasil”. Para maximizar o potencial transformador do trabalho, precisamos manter o diálogo aberto entre todas as partes interessadas e promover um ambiente de negócios mais competitivo.

O futuro do trabalho no Brasil deve ser construído sobre bases sólidas de diálogo. As negociações, em especial por meio de convenções coletivas entre as entidades representativas das categorias econômicas, respeitando marcos legais básicos, continuam sendo o melhor caminho para adaptar as relações trabalhistas às realidades específicas de cada setor e região do País.

*Fernando Valente Pimentel é o diretor-superintendente e presidente emérito da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).