IPI - IMPOSTO SOBRE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS

worldfashion • 02/05/22, 10:47

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ABIT

6fc14003-c054-453e-b717-d4fc5091475dFernando Valente Pimentel, presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), salienta ser correto o aumento do desconto de 25% para 35% no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), conforme decreto publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira (29/04). “O corte de alíquota estimula o consumo e a competitividade da indústria. É oportuno e terá impactos positivos para a sociedade, ao contribuir para a recuperação econômica, barateando o que é produzido e conferindo mais poder de compra à população”.

O presidente da Abit considera que o ideal seria a extinção do IPI, pago apenas pela indústria, para que a competitividade do setor fosse ampliada a um patamar mais próximo do observado em outros países. “No entanto, cada redução é um avanço para a manufatura, a economia, os trabalhadores e os consumidores”.

Pimentel defende que o Brasil precisa manter os passos para que a carga de impostos seja menor em relação ao PIB, reiterando serem prementes as reformas tributária e administrativa. “Essa mudança estrutural teria impactos bastante positivos, proporcionando mais estabilidade e crescimento econômico, com mais investimentos e geração de empregos”, conclui.

da redação com infomações da Ricardo Viveiros & Associados Oficina de Comunicação  imagem: foto/divulgação

ASSINTECAL

silvana-dippA Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) comemorou, nesta sexta-feira (29), a ampliação da redução no Imposto de Produtos Industrializados (IPI) de 25% para 35%. A medida, publicada no Diário Oficial de hoje, passa a valer a partir de 1º de maio e abrange o setor de componentes para calçados.

A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, destaca que a redução do IPI é um “alívio tributário em setores da indústria altamente prejudicados pela alta carga de impostos”. Segundo ela, a medida tem impacto importante para segurar a inflação em determinados produtos, dando mais fôlego para a cadeia produtiva do setor por meio da redução dos custos de produção. “É uma medida importante em um cenário de mercado ainda bastante volátil”, conclui. Conforme a entidade, os principais materiais impactados pela medida devem ser laminados sintéticos (que atualmente pagam 15% de IPI) e embalagens para calçados (que atualmente pagam 7% do imposto).

da redação com informações da DCR - Assessoria de Imprensa  imagem: foto/divulgação

AVERY DENNISON (*)

worldfashion • 07/04/22, 16:10

etiqueta-rfid-avery-dennison-cosmeticos-22A empresa é líder global em ciência de materiais e maior fabricante de etiquetas RFID (identificação por radiofrequência) do mundo, deu início às operações de sua nova fábrica de etiquetas inteligentes no Brasil. Com o propósito de atender à crescente demanda de diversos setores do mercado nacional e demais localidades da América do Sul, impulsionada pelos novos formatos de consumo e vendas “sem contato” trazidos pela pandemia, a nova unidade é a primeira do país e a oitava do mundo a entrar em operação - as demais estão na China, Europa, Estados Unidos e México.

ad-food-1427Localizada em Vinhedo, interior de São Paulo, a nova planta em área de 2 mil metros quadrados tem possibilidade de ampliação de acordo com o desenvolvimento da adoção da tecnologia na região. A fábrica produzirá uma variedade de designs de inlays, disponíveis nos formatos “dry” ou “wet”, com soluções para setores como vestuário, indústrias alimentícia, farmacêutica, cosmética, automotiva, aviação e muito mais.

fabiana-wu-2“É preciso que todos estejam preparados para as constantes mudanças de cenário nas formas de consumo e logística, como vimos recentemente. Estamos muito animados com o início dessa operação, pois existe uma demanda crescente do mercado por etiquetas inteligentes na América Latina. A combinação de recursos e capacidade de fabricação com nossa experiência em ciência de materiais nos permite essa conexão de maneira exclusiva com nossos clientes”, comenta Fabiana Wu, Gerente de RFID da Avery Dennison na América Latina.

rfid-averydennisonAs etiquetas inteligentes têm sido cada vez mais utilizadas no mercado, pois aumentam a precisão das informações sobre o estoque e podem fornecer detalhes sobre conteúdo e composição dos produtos. Com isso, milhares de produtos que não estejam ao alcance visual podem ser lidos à distância e têm suas informações como peso, tamanho, cor e procedência detalhados rapidamente de forma automatizada.

francisco-melo_avery-dennison“Ao fornecer uma identidade digital exclusiva a cada item, as etiquetas inteligentes permitem o acesso aos dados, incluindo conteúdo sobre produto, origem, autenticação e até mesmo insights sobre os materiais dos produtos e como reciclá-los. Uma tecnologia que pode ajudar as marcas a alavancarem informações mais precisas para melhorar significativamente o gerenciamento de estoque, tornar as cadeias de suprimentos mais eficientes e reduzir o desperdício, promovendo a sustentabilidade em vários setores”, destaca Francisco Melo, Vice Presidente e Gerente Geral da Avery Dennison Smartrac.

Dada a crescente demanda pela tecnologia no país, Fabiana Wu pontua que “a Avery Dennison continuará investindo na região, pois acreditamos que o Brasil pode expandir ainda mais a nossa visão de um futuro em que todos os produtos terão identidade única e vida digital, com a habilidade de criar experiências de consumo mais ricas, afinal, os etiquetas inteligentes serão a base central dessa conectividade”.

avery-dennison-brasil-divulgacao1A nova planta da empresa, recebeu investimento para um laboratório conceito, o ILab Brasil, um centro de experiência único que mostra os recursos da Avery Dennison em tecnologias de identificação digital. Assim como os outros laboratórios interativos da Avery Dennison pelo mundo, o espaço é palco para acompanhar a progressão tecnológica e transformação do mercado através do uso de RFID. Incluindo atma.io, a nuvem de produtos conectados da Avery Dennison, uma plataforma que libera o poder dos produtos conectados atribuindo IDs digitais exclusivos a itens do dia a dia, fornecendo transparência de ponta a ponta incomparável ao rastrear, armazenar e gerenciar todos os eventos associados a cada indivíduo produto — da fonte ao consumidor e além para permitir a circularidade.

Neste sentido, os visitantes têm a oportunidade de aprender como a tecnologia pode ajudá-los a aumentar a precisão de estoque, melhorar a agilidade da cadeia de suprimentos e também a experiência do consumidor. Portanto, convidamos nossos clientes e parceiros de negócios a interagir com nossas demonstrações ao vivo, conhecer nossos especialistas e obter experiência prática com as tecnologias de amanhã.

(*) Avery Dennison (NYSE: AVY) é uma empresa global de ciência em materiais, especializada em design e produção de uma grande variedade de materiais para rotulagem e funcionais. Os produtos da empresa são usados por grande parte das indústrias e incluem materiais autoadesivos, sensíveis à pressão, para rotulagem e aplicações para comunicação visual; fitas e outras soluções para aplicações industriais, médicas e varejo; etiquetas, rótulos e adereços para vestuário; além de soluções de identificação por radiofrequência (RFID) para mercado varejo e outros. Com sede em Glendale, Califórnia, a empresa emprega aproximadamente 35.000 funcionários em mais de 50 países. As vendas reportadas em 2021 foram de 8,4 bilhões de dólares americanos.

da redação com informações da Atitude Comunicação   imagens: fotos/divulgação

CANATIBA TÊXTIL

worldfashion • 29/03/22, 11:30

A empresa iniciou  o projeto - Canatiba Social Care - com uma doação de peças de mostruário para a AACD, em outubro de 2020. Na ocasião, a equipe Canatiba visitou a ONG e testemunhou in loco a dimensão dessa obra e, consequentemente, o alcance de uma ação dirigida sintonizada com as melhores práticas do terceiro setor.

whatsapp-image-2022-03-10-at-113747-11Só em dezembro de 2021, foram doadas mais de 800 peças sem uso, dos mostruários comerciais Canatiba, que foram transformados em produtos vendidos no bazar da AACD,  para a arrecadação de recursos que financiaram 408 atendimentos a pessoas com deficiência e suas famílias.

A Rede Feminina de Combate ao Câncer recebeu 400 peças e também contou com o apoio da Canatiba no desenvolvimento de gifts, nas oficinas dessa ONG criada em 1972, para a defesa e garantia de direitos de pessoas de com câncer e seus familiares em situação de vulnerabilidade social. Com um olhar holístico, a instituição procura assistir à população em várias frentes.

A Rede atua desde a facilitação de acesso aos serviços públicos e ao SUS para diagnóstico, exames e tratamentos, até o acolhimento e amparo de pessoas ligadas aos pacientes com câncer que não tem tempo de conciliar o acompanhamento dos doentes com seus compromissos cotidianos.

whatsapp-image-2022-03-10-at-113747Considerando toda forma de arrecadação da Rede - Bazar, Brechó, Lojinha, telemarketing, algumas campanhas próprias e parcerias somadas - o projeto Canatiba Social Care alcançou 44 crianças e adolescentes e 110 beneficiários adultos e suas famílias.

Para a Casa da Criança de Santa Bárbara D’Oeste foram doadas 200 peças. A arrecadação do bazar totalizou um valor de R$ 5.790,00. Fundada em 1958, a entidade atua de forma descentralizada, executando serviços de proteção básica, educação, acolhimento institucional e até ações de alta complexidade no atendimento a crianças, adolescentes e seus familiares em situação de risco social. A entidade atende 1100 crianças entre 0 a 5 anos. Os recursos arrecadados na venda das peças no Bazar dessa instituição foram revertidos na compra de roupas para as crianças e adolescentes abrigadas pela ONG.

A partir de maio de 2022 o Canatiba Social Care se prepara para uma nova rodada de doações, seja para as entidades já atendidas como também para outras ONG’s selecionadas pela equipe da empresa para o Canatiba Social Care, promete avançar nesse ano, fazendo valer o compromisso da tecelagem com uma sociedade mais justa e solidária.

da redação com informações do Ronald Sclavi  imagens - fotos divulgação

SANTISTA JEANSWEAR (*)

worldfashion • 22/03/22, 10:31

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A empresa cada vez mais alinhada com a sustentabilidade e para comemorar o Dia Mundial da Água (22/03), promove suas ações ligadas ao cuidado com os recursos hídricos, como a retirada da anilina no tingimento índigo, entre outras que visam processos mais sustentáveis.

A Santista integra o programa ZDHC (Zero Discharge of Hazardous Chemicals), o Programa de Descarte Zero de Produtos Químicos Perigosos, uma iniciativa que busca eliminar o descarte de tóxicos, como ftalatos, metais pesados e fenóis, no meio ambiente. Realizando toda a gestão de produtos químicos através do reaproveitamento de soda e banhos de tingimento, reduzindo o descarte.

Além do Zero Anilina, a empresa possui diversas iniciativas de manutenção da qualidade e economia de água, como o projeto Acquasave® atinge uma redução de aproximadamente um milhão de litros de água por dia. E no tratamento de efluentes, a empresa devolve a água mais limpa do que quando captada. A estação de tratamento de efluentes (ETE), presente na fábrica de Americana, é referência para a Cetesb, já que a estação devolve ao Rio Piracicaba água com remoção de 99% de carga orgânica processos biológicos e acima do índice estabelecido pela legislação ambiental vigente.

269991267_4637155923034233_461256449288698563_n“Nossos denims são totalmente isentos dos compostos químicos perigosos, com o novo tingimento Zero Anilina. Desta forma, eliminamos seu envio à estação de tratamento de água e contribuímos para a redução dos riscos aos trabalhadores e consumidores finais. Reforçando o cuidado e responsabilidade com o planeta e às gerações futuras”, explica Sueli Pereira, Gerente de Comunicação e Moda da Santista Jeanswear.

Outro fato interessante é a remoção de cor no efluentes, não estabelecido por lei no estado de São Paulo, mas praticado pela empresa, que estabelece como padrão de controle interno a remoção de 95% de resíduos na cor do efluente devolvido ao meio ambiente.

(*) A Santista Jeanswear é marca de origem brasileira criada em 1929, é uma das principais produtoras do autêntico denim no país e tecidos para roupas profissionais.  Com um posicionamento que se estende do mercado nacional ao internacional, apoiando seus clientes com equipes especializadas de consultoria de produto, moda e lavanderia. Reconhecida por 23 anos como a marca TOP OF MIND de uniformes no Brasil. A Santista Jeanswear traz em seu DNA inovação, sustentabilidade e tradição em coleções atualizadas com as tendências globais e produtos tradicionais e tecnológicos para uniformização.

da redação com informações da Helena Augusta Assessoria de Comunicação   imagens: fotos/divulgação

ABICALÇADOS

worldfashion • 15/03/22, 14:57

12No dia 03 de março de 2022, a Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), firmaram a renovação do convênio para a realização do Brazilian Footwear, programa de apoio às exportações de calçados mantido pelas entidades desde o ano 2000. O investimento em ações de promoção comercial e de imagem no exterior será de R$ 35,45 milhões para o biênio 2022-2023. Deste valor, R$ 18,95 milhões serão oriundos da agência ligada ao Ministério das Relações Exteriores e R$ 16,5 milhões investidos como contrapartida da Abicalçados e empresas associadas ao Brazilian Footwear.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, destacou que o objetivo do convênio é alavancar as exportações de calçados brasileiros, indicando estratégias para internacionalização das empresas de diferentes maturidades e visando a ampliação da presença ou mesmo a inserção em mercados-alvos do Brazilian Footwear (Estados Unidos, Colômbia, Reino Unido, França, Emirados Árabes Unidos e Coreia do Sul).

“Hoje é um dia importante para as exportações brasileiras de calçados. Um dia que repetimos, a cada dois anos, há mais de duas décadas, quando assinamos o nosso primeiro convênio com a ApexBrasil dando origem ao Brazilian Footwear. Nesses anos de parceria, qualificamos e pulverizamos nossas exportações, passando de 99 destinos para mais de 160”, comentou o executivo, ressaltando que a renovação acontece em um momento de retomada das exportações de calçados. No ano passado foram exportados 123,6 milhões de pares, 32% mais do que em 2020, um número superior ao registrado antes da pandemia, em 2019 (em 7,4%). “Para 2022, nossa expectativa é positiva e certamente será impulsionada pelas ações de promoção comercial e de imagem que serão realizadas pelo Brazilian Footwear”, projetou Ferreira.

O convênio foi assinado pelo diretor de Negócios da ApexBrasil, Lucas Fiuza, que ressaltou a importância das exportações brasileiras e do apoio da agência. Segundo ele, para cada R$ 1 investido no Brazilian Footwear entre 2020 e 2021, R$ 168 retornaram em exportações. As empresas ligadas ao programa responderam por mais de 75% dos valores gerados com embarques no ano passado (US$ 679,8 milhões de US$ 900,3 milhões). “O retorno expressivo obtido com as exportações das empresas que participam do Brazilian Footwear se deve à parceria e cooperação entre a iniciativa privada, a Abicalçados e a ApexBrasil, que confia no potencial da indústria brasileira e no seu compromisso de fazer um produto de excelência que se adeque ao mercado internacional cumprindo as melhores práticas pelo meio ambiente”, disse.

A assinatura do convênio, aconteceu após uma agenda de visitas a indústrias de calçados da região do Vale do Sinos e Paranhana, no Rio Grande do Sul. Na oportunidade, dirigentes da Abicalçados e da ApexBrasil visitaram as unidades produtoras da Beira Rio, em Novo Hamburgo/RS, da Arezzo, em Campo Bom/RS, e da Bibi, em Parobé/RS.

Sobre o programa: Brazilian Footwear é um incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a ApexBrasil. O programa tem por objetivo aumentar as exportações de marcas brasileiras de calçados através de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem voltadas ao mercado internacional.

Sobre a ApexBrasil - Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos, atua na promoção dos produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar esses objetivos, a ApexBrasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil.

da redação com informações de Diego Rosinha assessor de imprensa/Press Officer Unidade de Promoção de Imagem/Image Promotion Unit  e fotos/divulgação

CEDRO TÊXTIL

worldfashion • 10/03/22, 15:26

download2Após o sucesso do editorial de moda da Coleção Reflexos, lançada em outubro de 2021, a empresa lançou editorial intermediário inspirado na resiliência dos brasileiros, que buscam no que há de melhor em suas características, a força, para atravessar dificuldades.

As imagens traduzem o conceito elaborado por Eduardo Paixão, gerente de estilo e sua equipe, fazendo referência ao impacto da pandemia nas pessoas que se viram confrontadas pelas imposições do Coronavírus. Nesta fase, a ideia da campanha é usar a moda como instrumento de transformação social. Assim, foram produzidos seis vídeos criados pela agência Reciclo Comunicação e fotos registradas pelo olhar de moda aguçado de Márcio Rodrigues, com pessoas que não são modelos profissional.

5571c340-2b87-4efb-811c-3550817b8a8a“Vivemos uma crise que não é só pandêmica. É econômica, social e de identidade. Isso é muito difícil. Mas nos deu a oportunidade de olharmos pra dentro de nós e buscarmos aquilo que nos torna quem somos em meio a todas as adversidades. Com a pergunta ‘O que não está no retrato?’ convidamos todos a pensar sobre os estereótipos, as imposições sociais e, claro, a própria imagem. Nossa proposta para os 150 anos de história da Cedro é celebrar a vida como ela é agora. Sem utopias e com respeito. Por isso, convidamos 6 pessoas com histórias de vida inspiradoras para incentivar positividade, reação e equilíbrio. Sem negar a dor, o problema e a dificuldade. Ao contrário, encarando tudo isso de frente. Reconhecemos a capacidade ancestral do nosso povo frente às situações difíceis. E desejamos que a Reflexos seja um disparador para que os brasileiros possam enxergar a beleza na diversidade e, nela, reavivar a força para construir um país melhor e uma vida mais intimamente confortável”, reflete Eduardo Paixão.

Assim, homens e mulheres foram convidados a retratar as qualidades marcantes em suas personalidades, que o espelho não mostra:

luta, vaidade, paixão, perseverança, resiliência e otimismo.

reflexos-cedro_chico-mascarenhasChico Mascarenhas, 30 anos, arquiteto e paisagista, é um apaixonado pelo que faz. Com a mãe Vanda, aprendeu a se amar e a respeitar seus desejos. Com a irmã, abriu-se ao universo das plantas. Em todo seu processo de busca nestas três décadas de vida, uma perspectiva que passa pelo afeto livre: “Eu coloco paixão em tudo que faço. E acredito que a paixão é um caminho transformador e para mim passa pela dedicação. Sou apaixonado dedicado em meus projetos, meus amigos, minhas plantas e meus amores. E acredito que isso é uma semente que lanço para uma vida melhor, um mundo melhor”, comenta.

reflexos-cedro_marcela-rosaJá a bailarina Marcela Rosa, 54 anos, conta que em quase 40 anos de dança, tem aprendido a reconhecer e lidar com os limites do corpo e da vida em si como referências de ponto de partida, de construção de foco e de objetivos para alcançar e transpor. Para ela, esse processo de autoconhecimento de seu corpo e de sua essência é um caminho para o crescimento pessoal: “Fui convidada a falar de resiliência para a campanha e isso me fez refletir sobre o movimento, sobre a dor, sobre os limites do corpo, do tempo e da vida. Cada pessoa tem um corpo, e cada corpo tem seu tempo e sua história. Isto não é necessariamente ruim, pelo contrário, é aí que mora a beleza, a riqueza e o que cada um tem a contribuir com sua expressão. A existência é fluida, querendo ou não estamos vivos no movimento do tempo e para evoluirmos precisamos estar atentos e abertos às mudanças e necessidades do tempo presente. Portanto, para mim, a resiliência é doação e ação que se fazem em comportamentos do dia a dia ou em grandes atos na vida. É também o que me permite manter minha flexibilidade, sempre buscando o movimento do corpo e da alma”, confidencia Marcela.

reflexos-cedro_waleson-rosaEm uma realidade muito diferente está Waleson Rosa, 35, barbeiro. Nascido e criado no Vera cruz, aprendeu sobre vaidade e autoestima com o pai Luiz. E se inspirou no ofício da mãe, a cabelereira Marilsa. Barbeiro e cabelereiro, tem clientela fixa da periferia à zona sul e faz questão de andar alinhado. Estimula a esposa Manuella e outros que o rodeiam a fazer o mesmo. Isso porque considera a vaidade um ato de amor-próprio: “Para mim, a vaidade é estar bem, com autoestima renovada, livre para ser quem você é, onde estiver. Por isso, a vaidade funciona para mim como exercício de representatividade” defende.

reflexos-cedro_lua-sanjaPerseverança é a marca da cantora, modelo e comunicadora Sanja, 29 anos. De família simples, vivem a infância e adolescência em Vespasiano. Precisou batalhar para estudar e formou-se em dois cursos superiores: jornalismo e publicidade. Depois de estabelecida no mercado da comunicação, decidiu colocar sua voz no mercado e já gravou o primeiro clipe chamado Hurricane, de pop music “De onde eu venho, a educação é um privilégio. E a perseverança um modo de vida que aprendi com meus pais. É isso que me permite viver mais que sobreviver. Com ela, posso mapear meus lugares e ser quem eu sou. Isso é importante para mim. Também é para minha mãe e tias que não puderam ousar como eu posso. E tantas outras mulheres. Portanto, considero que perseverar é um jeito de realizar meus sonhos e ajudar outros a sonhar, ousar e realizar”.

reflexos-cedro_ivone-cavalhaisIvone Carvalhais, 53 anos, empreendedora é também lutadora dentro dos ringues. Motivada a colocar para fora o sofrimento, aprendeu a lutar boxe. A vida dela sempre foi uma batalha e a luta faz parte de sua rotina. Cada desafio, um round. Atualmente desempregada, aprendeu a fazer bolos e está se reinventando na pandemia. Inspirada em uma lembrança de nunca poder comer bolo, decidiu ser confeiteira. Para ela, a força é feminina e cíclica. “Sendo mulher, negra e pobre meu lugar nunca esteve onde devia. Por isso, eu luto com inteligência e busco refúgio na minha fé. Sei que não posso mudar o mundo, mas estou aqui para melhorar o meu universo. E acho que isso é aprendizado e exemplo. Para todos”, comenta confiante.

reflexos-cedro_kdu-dos-anjosKdu dos Anjos, 31 anos, artista e agitador cultural, tem no otimismo um traço de personalidade. É por meio dele que nasceu o Lá da Favelinha, um centro cultural de incentivo ao empreendedorismo criativo no Aglomerado da Serra. Ele conta que sua busca por justiça social veio de família onde todos estão envolvidos neste tipo de articulação. E revela que seu otimismo é impulsionado pela miséria: “Quando eu vejo a fome de comida, de arte, de pensamento crítico, de educação política eu sinto que não tenho o direito de parar. Meu rolê de otimismo tem a ver com a indignação com a miséria. Ela me dá coragem para superar medos e ser um sujeito que executa. Eu pego e faço. Mesmo sem saber como. Para mim, o feito é sempre melhor que o perfeito pois há coisas que não podem esperar”, desabafa.

colecaoSobre a coleção - São cinco novos artigos elastizados em denim, (Grant, Carter, Nigata, Randall e Veneto), com forte apelo tecnológico para proporcionar aos consumidores o conforto ao qual se acostumaram em meses sem sair de casa. E todo este conforto é possível mesmo usando jeans graças à tecnologia utilizada na fabricação do denim.

da redação com informações da 22 Graus Comunicação e Marketing imagens: fotos/divulgação

CANATIBA TÊXTIL

worldfashion • 10/03/22, 14:39

caminhao-1A empresa e a Transportes Maroso iniciaram um projeto piloto de transporte sustentável que visa de reduzir sensivelmente as emissões de CO² nas entregas de tecidos na Grande São Paulo, utilizando um caminhão movido à energia elétrica.

caminhao-3Trata-se de um veículo com capacidade para transportar 5 toneladas e autonomia para percorrer cerca de 240 quilômetros com uma carga de bateria. Essa distância corresponde ao trajeto de ida e volta, da base da Maroso em Campinas até a capital.  As emissões de um veículo com as mesmas características movido à diesel, somam cerca de 50 toneladas anuais de CO² na atmosfera. Outra vantagem é a economia potencial. O caminhão, funciona sem troca de marchas, movido por um motor que, em função da energia elétrica, tem dez vezes menos itens de manutenção que um veículo comum. O CO² é responsável por cerca de 60% do efeito-estufa, causado pela destruição da camada de ozônio da atmosfera. O gás é proveniente da queima de combustíveis fósseis (carvão mineral, petróleo, gás natural, etc), queimadas e desmatamentos.

caminhao-4A Transportes Maroso e a Canatiba são parceiros há oito anos. A transportadora leva os tecidos Canatiba para oito Estados brasileiros. A eletrificação da frota está no horizonte de ambas as empresas comprometidas com uma cadeia produtiva 100% sustentável e atentas à evolução das novas tecnologias nos seus segmentos.

Fundada em 2002, sediada em Palotina (PR), a Transportes Maroso conta com uma frota 100% rastreada, formada por caminhões e carretas com três anos de uso, em média.

da redação com informações do Ronald Sclavi   imagens: fotos/divulgação

GRUPO LENZING (*)

worldfashion • 09/03/22, 10:54

ltl-lenzing-tailândia-co-10O Grupo Lenzing, fornecedor líder mundial de fibras especiais à base de madeira, anunciou no último dia 03 de março em Prachinburi (Tailândia), a conclusão bem sucedida da expansão de liocel na Tailândia. Esta nova fábrica no mundo com capacidade nominal de 100.000 toneladas por ano, iniciou-se dentro do cronograma e uma maior demanda de produção ainda melhor a aumentar dos clientes por fibras de liocel da marca TENCEL™

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lenzing20180103006lenzing20180103012Para a Lenzing, o projeto também representa um passo importante para fortalecer sua posição de liderança no mercado de fibras especiais e para um futuro livre de carbono. A construção da fábrica da fábrica 304 em Prachini, cerca de 150 quilômetros ao nordeste de Bangkok, não começou segundo a fábrica 2019 e localizada em conformidade com o planejado, apesar dos desafios do COVID-19. O recrutamento e integração de novos funcionários foram bem sucedidos. Os investimentos (CAPEX - Capital Expenditure) totalizam aproximadamente em 400 milhões de euros.

LenzingAG_CEO_Prinzhorn“Estamos muito importantes com essa conquista. Nossos sinceros agradecimentos e especialmente à equipe da realidade do mundo, mas também a nossa equipe de forças do mundo, que uni projeto em nossa equipe global em todos os tempos de pandemia para tornar este muitas partes fundamental. Entregar um tão grande e dentro do orçamento é um tempo conquistado notável, dados dos desafios da pandemia global”, Cord Prinzhorn, CEO do disse Lenzing Group.

baixar-1Robert van de Kerkhof, Membro do Conselho de Administração, concordou com ele e acrescentou: “A demanda por nossas fibras especiais biodegradáveis à base de madeira sob as marcas TENCEL™, LENZING™ ECOVERO™ e VEOCEL™ estão crescendo muito bem.  Na Ásia, em particular, vemos um enorme potencial de crescimento para nossas marcas com base em inovação.  Com o início da produção da fábrica de lyocell na Tailândia, a Lenzing atingiu um marco importante em sua jornada de crescimento, apoiando nosso objetivo ambicioso de tornar as indústrias têxteis e não-tecidos mais sustentáveis”.

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A poluição do meio ambiente – especialmente a poluição marinha – é um dos maiores problemas do nosso tempo.  A indústria da moda tem um impacto extremamente negativo no meio ambiente com seu modelo de negócios fast fashion e o crescente consumo de recursos fósseis.  O processo de produção de liocel é o método mais moderno de produção de fibras a partir da madeira.  Tem sido aplicado com sucesso em escala industrial há cerca de 30 anos e é particularmente ambientalmente responsável.  A ideia subjacente do processo de liocel é dissolver e processar a polpa em circuito fechado sem qualquer derivatização química.

ltl-nov-2021-14A Lenzing continuará expandindo a sua capacidade de produção de fibras de liocel de acordo com sua estratégia sCore TEN, que visa gerar 75% de sua receita de fibra a partir de fibras especiais eco-responsáveis, como fibras  TENCEL™, LENZING™ ECOVERO™ e VEOCEL™até 2024.

A planta da Tailândia  oferece espaço para várias linhas de produção.  O investimento na primeira fase já inclui infraestrutura geral que beneficiaria a expansão futura.  No entanto, a Lenzing continuará procurando oportunidades para expandir a produção de liocel também em outras partes do mundo.

Meta de um futuro de zero carbono

LenzinAG_Industrie“Os investimentos na Tailândia e em outros locais da Lenzing, tem todo apoio do mundo, não apenas pelo processo e transformação, para tornarmos um fornecedor de fibras especiais ecologicamente corretas, mas também pela implementação de nossas ambiciosas metas climáticas, aumentando ainda mais o valor de nossa empresa”, disse Cord Prinzhorn  .

Em 2019, a Lenzing assumiu o compromisso estratégico de reduzir suas emissões de gases de efeito estufa por tonelada de produto em 50% até 2030. A meta é ser neutra em relação ao clima até 2050. Devido à infraestrutura estabelecida, o local na Tailândia pode ser abastecido com  energia biogênica e contribuem significativamente para a proteção do clima.

ltl-nov-2021-15Juntamente com o projeto chave no Brasil e os investimentos substanciais nas plantas existentes na Ásia, a Lenzing está atualmente implementando o maior programa de investimento em sua história corporativa (com mais de aproximadamente 1,5 bilhão de euros).  A Lenzing continuará a conduzir a execução de seus projetos estratégicos, que devem contribuir significativamente para os resultados a partir de 2022.

(*) O Grupo Lenzing defende a produção ecologicamente responsável de fibras especiais feitas a partir da matéria-prima renovável madeira. Como líder em inovação, a Lenzing é parceira de fabricantes globais de têxteis e não tecidos e impulsiona muitos novos desenvolvimentos tecnológicos.

As fibras de alta qualidade do Grupo Lenzing formam a base para uma variedade de aplicações têxteis, desde roupas femininas elegantes até jeans versáteis e roupas esportivas de alto desempenho.  Devido à sua alta qualidade consistente, sua biodegradabilidade e compostabilidade, as fibras Lenzing também são altamente adequadas para produtos de higiene e aplicações agrícolas.

thailand-employees-2O modelo de negócios do Grupo Lenzing vai muito além de um produtor tradicional de fibras.  Juntamente com seus clientes e parceiros, a Lenzing desenvolve produtos inovadores ao longo da cadeia de valor, criando valor agregado para os consumidores.  O Grupo Lenzing busca a utilização e o processamento eficientes de todas as matérias-primas e oferece soluções para ajudar a redirecionar o setor têxtil para uma economia de ciclo fechado.  Para reduzir a velocidade do aquecimento global e cumprir as metas do Acordo Climático de Paris e do “Acordo Verde” da Comissão Europeia, Lenzing tem uma visão clara: tornar realidade um futuro de zero carbono.

header_konzernteaser_fasern1Principais fatos e números Lenzing Group 2020

Receita: 1,63 bilhão de euros

Capacidade nominal: 1.045.000 toneladas Funcionários: 7.358

TENCEL™, VEOCEL™, LENZING™, REFIBRA™, ECOVERO™, LENZING MODAL™, LENZING VISCOSE™, MICROMODAL™ e PROMODAL™ são marcas comerciais da Lenzing AG.

da redação com informações de Dominic Köfner - Relações Públicas da Lenzing Áustria imagens: fotos/divulgação

TIP TOP

worldfashion • 08/03/22, 08:53

20220113104158-001-6A empresa que comemora neste ano, 70 anos, conta um pouco da sua história e trajetória até os dias de hoje.

Nascido na Romênia, Eugênio, já falecido, vivia em Israel quando teve que deixar o país em função da Guerra da Independência, em 1948. A pedido do pai, foi para a Europa encontrar um lugar melhor para a família viver. Por cerca de um ano ficou andando pelo continente, até que chegou a Paris, na França, onde conseguiu mudar seu nome e trocar os documentos, passando a se chamar Eugênio Saverin. Com a mudança do nome, e então livre da perseguição que os judeus sofriam naquela época, Saverin conseguiu um visto para a América Latina, chegando ao Brasil em 1949.

20220113104158-001-420220113104158-001-5Aqui, foi trabalhar na multinacional Philips, onde conheceu sua futura esposa, Nadia Saverin. Depois do casamento, os dois deixaram a multinacional para trabalhar na empresa fundada por Max Spira, pai de Nadia e que estava crescendo, essa era jornal-folha-da-manha-771-anu-769ncio-tip-top-mappinpng-anos50a Tip Top.

Mais de 70 décadas depois, Roberto Saverin, neto do fundador da Tip Top, é quem conta essa história: hoje com 68 anos, Roberto Saverin relembra a trajetória da empresa, atrelada a história do avô Max Spira, que vivia na ex-Iugoslávia, hoje Croácia e que por conta da perseguição nazista aos judeus precisou deixar a Europa. Max foi com a esposa e a filha para o Quênia, na África, onde permaneceu por 10 anos. Deixou o negócio de roupas de lado e comprou uma pequena fazenda de café, que foi o sustento da família em sua passagem pelo continente africano.

rua-do-bosqueEm 1949, vieram ao Brasil e, pouco depois de chegar aqui, Max retomou a confecção de roupas para bebês e crianças com uma fábrica no bairro do Bom Retiro, em São Paulo, foi o começo da Tip Top.

Roberto Saverin, seguindo os passos do pai, Eugênio Saverin e da mãe, Nadia Saverin, também trabalhou na Tip Top, de 1977 a 1983, depois de estudar tecnologia têxtil na Inglaterra. Ele fez a viagem acompanhado da esposa, Sandra, que lá estudou modelagem. Na volta, o conhecimento adquirido foi todo colocado em prática na fábrica da Tip Top. “A Sandra ficava na modelagem e trazia ideias de fora, viajava muito para isso”, recorda Roberto Saverin. “Eu chegava na fábrica cedo e ficava na tecelagem, apoiando o desenvolvimento de tecidos e a produção.”

seu-euge-770nioLogo depois disso, em 1987, Eugênio Saverin vendeu a fábrica para a TDB Têxtil David Bobrow, empresa fundada em 1933 e que até hoje comanda a Tip Top. Atualmente, e desde 1995, o CEO da empresa é David Bobrow, neto do fundador da TDB.

A TDB, conta Roberto Saverin, conseguiu realizar um sonho antigo seu, que era levar a Tip Top para o varejo, com lojas próprias. “Na época que apresentamos essa ideia, a ‘velha guarda’ não aprovou”, diz. Isso porque, na visão de Eugênio Saverin, ir para o varejo com lojas próprias geraria uma concorrência com os grandes magazines que já vendiam as peças da Tip Top, como o Mappin e a Mesbla. “Havia espaço para todo mundo, mas naquela época nem todo mundo percebia isso”.

foto_david_brobow_tiptop_crecc81dito-douglasmoreiraDavid Bobrow conta que, quando assumiu a Tip Top e decidiu ir para o varejo, enfrentou a mesma resistência dos gestores mais antigos. “Os grandes magazines eram o ‘core’ do negócio, representavam 70% das vendas, e os outros 30% ficavam com as multimarcas.”

Mas em 2008 iniciou a ida para o varejo. “Percebi que teríamos que ir para o varejo para melhorar a nossa margem”, conta Bobrow. Assim, a Tip Top inaugurou a sua primeira loja, no Bourbon Shopping, em São Paulo – em funcionamento até hoje como loja própria. Na época era uma loja-piloto já com “business plan” para o projeto de expansão por franquia. A marca operou a unidade por seis meses e partiu para o modelo de franchising, abrindo cinco lojas franqueadas no primeiro ano – todas com pessoas do relacionamento da Tip Top. Dois franqueados, por exemplo, eram ex-gerentes de dois grandes magazines que compravam da Tip Top em grandes quantidades.

Bobrow conta que, nesse processo de migração, rapidamente chegou à conclusão que não entendia nada de varejo. “Fui atrás de profissionais qualificados no mercado para me ajudarem nessa nova etapa e para que a gente pudesse crescer rápido e de forma sustentável.” Naquela época, a previsão da consultoria que fez o projeto de expansão traçou a meta de 100 lojas em cinco anos. “Achei surreal, mas realmente aconteceu.”

Com o varejo tomando corpo com lojas próprias e franqueadas, a Tip Top foi parando de vender nos grandes magazines. Principalmente por causa de preço, já que a margem era bem apertada. As multimarcas continuaram na estratégia de vendas da companhia e hoje representam cerca de 55% dos negócios. O restante fica com a rede de franquias.

Em 2012, a Tip Top ampliou suas opções de loja lançando a mega store que vende, além de roupas, acessórios como carrinhos, mamadeiras e tudo mais para o enxoval do bebê. É um modelo de negócio que img-63521requer um espaço maior – as mega store têm cerca de 150 metros quadrados – e investimento de aproximadamente R$ 650 mil.

Durante a pandemia, a marca fortaleceu seu e-commerce. Antes restrito às vendas da franqueadora, passou a abarcar as lojas franqueadas também. Foi também na pandemia que a Tip Top promoveu o redesenho da marca e a repaginação de seus identidade visual, incluindo um novo projeto para as lojas. Ao adotar o img-63461novo visual, a loja do Shopping Bourbon – primeira inaugurada pela marca, em 2008 – alcançou a liderança de vendas no ano passado. “As lojas com o projeto novo estão com resultados melhores”, diz Bobrow. “Não dá só para pensar em apagar o fogo, no caso os desafios da pandemia. A gente tem que ir resolvendo outras frentes também”, diz o CEO, mostrando que a Tip Top não fica parada no tempo.

A rede de franquias Tip Top, de roupas e acessórios para bebês e crianças, recuperou o nível de vendas pré-pandemia. A marca encerrou 2021 com faturamento 56% maior que 2020 e 3% maior que 2019. No ano passado, foram 20 inaugurações de lojas e, para 2022, a meta é abrir mais 40 unidades. A receita deve crescer entre 35% e 40% este ano.

Antes focada completamente em shopping center, a Tip Top agora analisa caso a caso. “Antes da pandemia era só shopping, mas mudamos um pouco o nosso olhar em relação a isso. Cada cidade tem um perfil, e temos que entender esse perfil para decidir se a unidade terá melhor desempenho na rua ou em shopping”, explica David Bobrow, CEO da Tip Top.

tiptop-loja1O investimento em uma nova loja Tip Top varia entre R$ 310 mil e R$ 650 mil. Há três opções de franquia: loja tradicional (roupas e acessórios infantis), outlet (ofertando coleções passadas) e Mega Store (especializada em carrinhos, cadeirinhas, enxovais e, é claro, roupas).

da redação com informações da MD Assessoria & Comunicação   imagens: fotos/divulgação

Canatiba Textil

worldfashion • 25/02/22, 15:14

images2A empresa anuncia a reestruturação comercial, que será dividindo em três unidades de negócios com gestão especializada, e muda o nome para Canatiba Textil, que sustentará esse novo capítulo de uma história com mais de meio século.

downloadAs três divisões que integram o novo conceito da indústria são Denim, Special Fabrics e Utilitárius.  Desta forma vão oferecer um melhor atendimento às necessidades e exigências de cada mercado. As equipes comerciais são exclusivas para atender a cada segmento com o profissionalismo adequado a cada realidade.

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Denim - O sangue azul continua correndo nas veias da tecelagem que tem no pioneirismo e na tecnologia suas marcas registradas. O Denim segue como carro-chefe, avançando na direção de soluções que aliam conforto, qualidade e design.  Mesmo durante o período de pandemia, a Canatiba desenvolveu novas tecnologias como Demax, Elastopol, Trio Core e Triple Dry, em busca da adequação do jeans aos novos hábitos de consumo pautados pelo isolamento social e o home office. A equipe de vendas segue atuando em todas as frentes desse segmento, das confecções espalhadas pelo país aos magazines e redes de varejo e no mercado internacional em busca de soluções sustentáveis, alinhadas com as tendências internacionais de moda.

Special Fabrics - reúne tecidos coloridos, maquinetados, PT’s e estampados que agora contam com um time que partirá em busca de novos horizontes, para além do jeanswear, em outros setores da moda, como a alfaiataria, por exemplo. Esse time permitirá à tecelagem explorar melhor suas potencialidades industriais. É o caso da estamparia digital que vem crescendo com designs exclusivos, trabalho que envolve uma interface entre os setores criativos dos clientes e a área de desenvolvimento da Canatiba. Aqui o trabalho se dá com foco nos detalhes, acompanhando, a cada coleção, as expectativas das marcas, em uma sintonia conceitual que fala a língua do mundo fashion, em constante transformação.

Utilitárius - esta divisão é a grande novidade da empresa que passou dois anos em pesquisa para o desenvolvimento de produtos específicos para a uniformização. Durabilidade, ciclos de lavagem, conforto e garantia na reposição, estão entre as características mais importantes desse segmento.

1d7d55900369dbbf34d436be7f3570341Outro ponto fundamental é o controle do escoamento da matéria-prima. “Como já fazemos no Denim e Special Fabrics, estamos preparados para estocar os tecidos para os nossos clientes que utilizarão as bases na medida da sua necessidade”, explica Darci Covolan, sócio fundador da empresa no comando da área comercial.

A cadeia de uniformização tem atores diferentes do universo da moda. Atuam nessa área os departamentos de marketing das grandes empresas, além de desenvolvedores especializados em uniformes, tudo na mais absoluta sincronia com a facções e Private Labels.

Em redes de varejo por franquia, por exemplo, uma demanda de grande porte torna-se uma exigência mínima a cada pedido, de uma nova loja ou quiosque inaugurado. Essa gestão, envolve um know how que a Canatiba desenvolveu em outras áreas e agora disponibiliza para esse segmento.

Outro ponto importante é a questão da sustentabilidade. O conjunto de certificações obtido pela Canatiba, confere à empresa um passaporte carimbado para integrar o mundo dos uniformes como elo de uma cadeia das mais exigentes.

“E podemos agregar com tecnologias desenvolvidas para o Denim e Special Fabrics agora incorporadas aos tecidos Utilitárius, conferindo características de conforto e desempenho incomuns nesse mercado”, afirma Darci.

img_06631Com esta reestruturação, a empresa permitirá que os segmentos Special Fabrics e Utilitárius alcancem até 2023 a casa de 15% da produção total da empresa, com a ativação de sua capacidade produtiva, utilizando a estrutura industrial existente.

O novo conceito foi iniciado com êxito na última edição da Colombiatex  e agora alcança o mercado brasileiro com um calendário comercial agressivo em uma estrutura que envolve 06 showrooms e 53 representantes atendendo o mercado nacional e internacional.

A Canatiba Textil reencontra suas origens em busca de um futuro de crescimento e inovação gerando valor para a cadeia têxtil e reafirmando seu compromisso com a indústria nacional.

da redação com informações do Ronald Sclavi   imagens: fotos/divulgação