IPI - IMPOSTO SOBRE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS

worldfashion • 02/05/22, 10:47

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ABIT

6fc14003-c054-453e-b717-d4fc5091475dFernando Valente Pimentel, presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), salienta ser correto o aumento do desconto de 25% para 35% no Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), conforme decreto publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira (29/04). “O corte de alíquota estimula o consumo e a competitividade da indústria. É oportuno e terá impactos positivos para a sociedade, ao contribuir para a recuperação econômica, barateando o que é produzido e conferindo mais poder de compra à população”.

O presidente da Abit considera que o ideal seria a extinção do IPI, pago apenas pela indústria, para que a competitividade do setor fosse ampliada a um patamar mais próximo do observado em outros países. “No entanto, cada redução é um avanço para a manufatura, a economia, os trabalhadores e os consumidores”.

Pimentel defende que o Brasil precisa manter os passos para que a carga de impostos seja menor em relação ao PIB, reiterando serem prementes as reformas tributária e administrativa. “Essa mudança estrutural teria impactos bastante positivos, proporcionando mais estabilidade e crescimento econômico, com mais investimentos e geração de empregos”, conclui.

da redação com infomações da Ricardo Viveiros & Associados Oficina de Comunicação  imagem: foto/divulgação

ASSINTECAL

silvana-dippA Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) comemorou, nesta sexta-feira (29), a ampliação da redução no Imposto de Produtos Industrializados (IPI) de 25% para 35%. A medida, publicada no Diário Oficial de hoje, passa a valer a partir de 1º de maio e abrange o setor de componentes para calçados.

A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, destaca que a redução do IPI é um “alívio tributário em setores da indústria altamente prejudicados pela alta carga de impostos”. Segundo ela, a medida tem impacto importante para segurar a inflação em determinados produtos, dando mais fôlego para a cadeia produtiva do setor por meio da redução dos custos de produção. “É uma medida importante em um cenário de mercado ainda bastante volátil”, conclui. Conforme a entidade, os principais materiais impactados pela medida devem ser laminados sintéticos (que atualmente pagam 15% de IPI) e embalagens para calçados (que atualmente pagam 7% do imposto).

da redação com informações da DCR - Assessoria de Imprensa  imagem: foto/divulgação

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