CEDRO TÊXTIL

worldfashion • 19/06/20, 10:44

“Reinvenção” sempre foi uma palavra de uso frequente na Cedro Têxtil, inclusive utilizada para nomear uma das coleções da fabricante de sarjas e denim. Em quase 148 anos de história, a companhia já precisou se reinventar diante de diversos momentos desafiadores - e não está sendo diferente agora, durante a pandemia do Coronavírus. Sem o tradicional lançamento de editorial no primeiro semestre, sem eventos de moda agendados e, ainda, sem a possibilidade de confirmar uma data para o lançamento de coleção do segundo semestre, a Cedro reestruturou suas redes sociais para estar ainda mais próxima de seus clientes e colaboradores.
Com uma linguagem mais institucional e com o objetivo de aproximar, unir, criar laços e pontos de contato entre seus seguidores, todas as redes sociais da Cedro estão com um novo posicionamento: cedro-realinhando-o-futuro-11“Realinhando o Futuro”. O conceito celebra a capacidade de resiliência da companhia, para persistir diante de situações adversas, e de adaptação, para seguir em frente apesar de cenários inesperados. “Estamos unindo esforços para passar por tudo isso da melhor forma possível, atendendo nossos clientes com atenção e transparência e, ao mesmo tempo, cuidando de nossa equipe”, explica Eduardo Vaz, responsável pelo marketing da Cedro Têxtil. Ele conta ainda que, este mês, a empresa inaugurou um perfil na rede social profissional Linkedin, com o intuito de ampliar o diálogo com confecções e representantes.

Nas redes sociais a Cedro integra a campanha da Associação Brasileira da Industria Têxtil, Abit, “Moda Brasileira – Tamo Junto”, com a proposta de reunir as indicações de empresas nacionais de moda, de qualquer porte ou segmento. As indicações podem ser feitas até o final de junho por meio de comentários no perfil da @cedrojeanswear, no Instagram.  “Com essas indicações, vamos disponibilizar para download em nossas redes sociais um e-book da moda brasileira. Queremos usar esse espaço para apoiar marcas e empresas, unindo forças entre todos os integrantes do setor para que fique tudo bem”, detalha Eduardo.

da redação com informações da 22 Graus Comunicação e Marketing - imagens: foto/divulgação

COVOLAN

worldfashion • 19/06/20, 10:35

A crise gerada pela pandemia da Covid-19 tornou-se, de certa forma, oportunidade para a Covolan Têxtil, pois diante do isolamento social e a interrupção de atividades presenciais em todo o mercado, a empresa investiu na expansão dos negócios em ambiente digital.
No campo da sustentabilidade, a empresa investe ostensivamente em três pilares: social, econômico e ambiental, sendo a única empresa têxtil fabricante Denim do Brasil que é membro associado do programa ZDHC (Zero Discharge of Hazardous Chemicals) ou Descarte Zero de Produtos Químicos, voltado à eliminação de itens químicos nocivos de suprimentos de calçados e artigos têxteis.

Aline Nóbrega, executiva da área Comercial da empresa, assinala que a plataforma digital era um projeto que já estava em andamento e seria implantado de forma completa ainda este ano. “As medidas de restrições fizeram com que a implantação do recurso online fosse acelerada e entrasse em prática imediatamente”.

Em apresentação virtual, realizada em 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente, a equipe da Covolan Têxtil falou sobre projetos e certificações que a companhia conquistou no campo da sustentabilidade, bem como mostrou novidades em matéria de produtos, serviços e ações que estão sendo adotados.

Para promover a apresentação dos produtos de forma eficaz, facilitando o acesso dos clientes de todo o Brasil, a Covolan lançou o Show Room digital, integrado ao site da empresa. A plataforma traz fotos bem como especificações técnicas sobre os produtos, para que as confecções possam avaliar cada item de acordo com suas características, como assinala o coordenador do Sistema Integrado de Gestão da Qualidade Ambiental, Saúde e Segurança do trabalho da empresa, James Nadin.

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A Covolan detém a certificação STeP, da Oeko Tex, destinada a marcas, varejistas e fabricantes da indústria têxtil e de couro, visando à verificação em todas as etapas do processamento.

A Estação de Tratamento de Efluentes (ETE) conta com moderna tecnologia de processamento, devolvendo à natureza águas cristalinas e livres de substâncias tóxicas ao meio ambiente e ao ser humano.

Outras certificações como a ISO 9001, ISO 14001, OHSAS 18001, integrantes do Sistema de Gestão Integrado, associadas ao OEKO-TEX Standard 100, BCI (Better Cotton Iniciative), entre outros, garantem o fornecimento de produtos de qualidade, isentos de substâncias químicas nocivas, atendendo às necessidades dos consumidores, bem como garantindo a saúde, segurança e a responsabilidade social dos colaboradores e fornecedores.

Thaísa Peralta, Denim Head da companhia, destaca que a apresentação dos valores da empresa no campo da Sustentabilidade foi fator que contribuiu para a percepção de consistência da mensagem e do trabalho da Covolan como um todo por parte dos clientes. “Levamos essas informações sobre a política de sustentabilidade da empresa bem como sobre os produtos aos clientes por meio do site e das reuniões em ambiente virtual. E a resposta é rápida, pois são muitas as marcas que estão atentas aos requisitos da moda sustentável”.

São várias as certificações que a Covolan veio adquirindo ao longo dos últimos anos, entre eles: ISO 14001, ISO 9001, OHSAS (para gerenciamento da saúde e segurança do trabalhador), Oeko Tex Standard 100, STeP, ZDHC, Higg Tex (avaliação de fornecedores), Biomassa, Zero Anilina, Lycra, entre outros.

da redação por Eleni Kronka  imagens: fotos/divulgação

TECIDOS ANTIVIRAIS

worldfashion • 18/06/20, 14:23

senai-visita2-196O Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil - SENAI CETIQT - vem reunindo parceiros para o desenvolvimento de tecidos antivirais, no combate à disseminação do COVID-19,  um deles é a Diklatex, única indústria têxtil selecionada no Edital SENAI de Inovação da Indústria – Missão contra o COVID-19 e que desenvolve o projeto do tecido antiviral.

O projeto consiste no desenvolvimento de têxteis funcionais com propriedades antivirais e já conta com pesquisas e testes de eficácia realizados pela Bio-Manguinhos/Fiocruz, organização das mais gabaritadas no país, para este fim.  A expectativa é que sejam produzidas 600 mil peças por mês, entre máscaras, aventais e scrubs, que contarão com compostos químicos que já conseguiram inativar os vírus do sarampo e da caxumba em testes.

A observação da eficácia em relação ao novo coronavírus (SARS-CoV-2) está em execução e terá seus resultados divulgados até o final de junho deste ano.

Desde março, equipes com médicos, microbiologistas, engenheiros têxteis, de materiais e químicos, trabalham no desenvolvimento da solução.

adriano-passos“A plataforma de inovação em fibras trabalha em soluções inovadoras que envolvem o mapeando de matérias-primas alternativas, o desenvolvimento de novas formulações para funcionalização de antivirais em substratos têxteis e ajustes de processo aplicação. Temos o apoio do Instituto SENAI de Tecnologia Têxtil e de Confecção na produção de protótipos de itens hospitalares. A Bio-Manguinhos/FIOCRUZ é um parceiro importante em nosso desenvolvimento para determinação antiviral no artigo têxtil”, afirma Adriano Passos (na foto à esquerda) coordenador da plataforma de Fibras do Instituto SENAI de Inovação em Biossintéticos e Fibras, organização integrante do SENAI CETIQT.

A Bio-Manguinhos está testando, experimentalmente, a ação antiviral do tecido em seu Laboratório de Tecnologia Virológica (LATEV). Segundo a chefe do laboratório, Sheila Maria Barbosa de Lima (na foto à esquerda junto com Waleska Schwarcz) os estudos foram iniciados usando como modelo outros vírus de transmissão respiratória, como os de sarampo e caxumba, agentes biológicos que podem ser manipulados em laboratório com Nível de Biossegurança 2 (NB-2) e que possuem modo de transmissão semelhantes ao Sars-CoV-2.sheila-de-lima-e-waleska-schwarcz1adriana-azevedo1

A equipe das pesquisadoras Adriana Azevedo (na foto à direita)  e Waleska Schwarcz esta conduzido os ensaios e declaram que: “Nossos resultados preliminares demonstraram que amostras de tecidos formulados pela Diklatex foram capazes de inativar 99% das partículas virais (sarampo ou caxumba), nos ensaios in vitro. Os tecidos com maior ação antiviral serão selecionados para a próxima etapa do estudo que irá avaliar a eficiência antiviral dos têxteis contra o Sars-CoV-2 em laboratórios NB-3. Até o momento, os resultados alcançados são promissores e a expectativa é que em curto prazo seja comprovada a ação antiviral também contra o novo coronavírus”, conclui a chefe do Laboratório.

andre-jativaAndré Jativa (foto à direita)  diretor executivo da Diklatex afirma que “desta forma, consolidamos nossa presença como marca que pensa além e fazendo isso primeiramente por nossa nação, nossas empresas e nossas pessoas. É assim que enxergamos o nosso papel e o da indústria têxtil nacional, nessa crise. Eduardo Habitzreuter, engenheiro têxtil da Diklatex, cita a importância da valorização a produção e toda a cadeia nacional. “Este projeto produziu e agrega muitos conhecimentos técnicos, já que depois desta pandemia poderemos ampliar ainda mais o espectro de aplicações têxteis diferenciadas, produzindo soluções inovadoras que quebrarão alguns paradigmas do mercado e até mesmo uma maior independência nacional em relação à estas soluções.”

O projeto é financiado com recursos do Edital de Inovação para a Indústria (SENAI) e pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).

Sobre o SENAI CETIQT - Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil - criado em 1949 - é formado pela Faculdade SENAI CETIQT, Instituto SENAI de Inovação em Biossintéticos e Fibras e Instituto SENAI de Tecnologia Têxtil e de Confecção. E hoje é um dos maiores centros de geração de conhecimento da cadeia produtiva química, têxtil e de confecção, setores que juntos geram cerca de 11,9 milhões de empregos no país.

da redação com  informações da Target  imagens:fotos/divulgação

VTEX

worldfashion • 09/06/20, 14:48

logo-2Batizada de VTEX, a iniciativa da Vicunha referência em soluções jeanswear, segue desenvolvendo ações de apoio à sociedade no combate ao avanço da pandemia no Brasil e fortalece sua parceria com marcas, jovens estilistas, instituições e pequenos empreendedores por meio da criação de um banco de tecidos, e reforça a atuação da empresa, com foco no estímulo à moda nacional incentivando novos talentos e negócios do setor. Amplia seu viés social atendendo as necessidades urgentes no contexto do Covid-19.

1Desde o início da pandemia as medidas foram focadas na saúde, na segurança e no bem-estar de seus funcionários e da comunidade, e criou um banco de tecidos para contribuir com iniciativas de parcerias como o projeto PIM (Periferia Inventando Moda) Acolhe,  (foto ao lado de Marlene Bergamo) idealizado pelo estilista Alex Santos, que promove a capacitação profissional e empoderamento de jovens em vulnerabilidade social, para frear o avanço da pandemia na comunidade de Paraisópolis, em São Paulo. a PIM Acolhe recebeu da empresa 600 máscaras prontas além de tecidos como desdobramento do projeto na região.

23Em São Bernardo do Campo (SP), a estilista Priscilla Silva também recebeu tecidos da Vicunha para confecção de máscaras, com verba revertida à compra de cestas básicas para aldeias indígenas Pipipãs, Kapinawá e Kambiwá, sediadas em Pernambuco.

“Mais do que nunca, a conexão entre comunidade e indústria por meio da colaboração se faz necessária para geração de impacto positivo na sociedade,” afirma Francisco Gonzalez, (na foto abaixo) Coordenador de Moda da Vicunha. francisco-gonzalez“O apoio da Vicunha a estilistas e instituições que fazem a diferença em momentos desafiadores como este, reafirma nosso compromisso em abrir espaços e diálogos para o desenvolvimento criativo e profissional na moda e para a amplificação do poder de mudança desses atores sociais diante de um mundo em transformação,” finaliza.

Somam-se às ações da VTEX - o banco de tecidos, com o apoio a instituições, marcas e pequenos empreendedores no combate ao Covid-19, as parcerias com  ONGs como Amigos do Bem e Doutores da Alegria, a marca Consciência Jeans e a Associação para a Educação, Esporte, Empreendedorismo e Direitos dos Pacientes da Divisão de Reabilitação do Hospital das Clínicas (AEDREHC).

A plataforma de parceria com novos criativos se volta neste momento para conduzir iniciativas sociais com foco no enfrentamento ao novo coronavírus e abrange ainda estilistas como Renata Buzzo, Heloisa Faria, Rafael Garcia, Jal Viera Brand, Pedro Motta e Cem Freio - este já tiveram apoio da empresa em semanas de moda, criações, coleções sazonais e cápsula, entre outras ações.

logo1Nos últimos meses, a Vicunha manteve participação ativa no combate à pandemia por meio de uma série de ações como a doação de tecidos ao Grupo Guararapes para a produção de 40 mil máscaras e o envio de 27 mil EPIs às secretarias do estado do Ceará e Rio Grande do Norte. Apoiou instituições como a Avenues World School, em São Paulo, para confecção de máscaras para comunidades carentes e profissionais de saúde, e a Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Em maio, reabriu sua Sala de Costura para produção de 36 mil máscaras para funcionários, suas famílias e a comunidade, e criou, no início das atividades presenciais, um canal oficial “Juntos no combate ao Coronavírus”, a fim de garantir um diálogo aberto com seus públicos durante o período de pandemia.

da redação com informações da Press Pass  imagens: fotos/divulgação

RECUPERAÇÃO JUDICIAL

worldfashion • 04/06/20, 14:30

A paralisação dos setores de comércio, serviços e indústrias refletiram diretamente no caixa das empresas, avalia Ricardo Dosso, especialista em direito empresarial. E mesmo com a flexibilização e o funcionamento parcial das empresas em junho, o cuidado com a saúde financeira dos empreendimentos deve seguir em alta, uma vez que a saída de produtos e a contratação de serviços pode continuar em marcha lenta.

ricardo-dossoRicardo indica que deve existir uma redução do poder de compra da população, e também que esse período pode ocasionar mudanças profundas de costumes de consumo. “Portanto, as empresas devem cortar imediatamente custos fixos, preservando aquilo que têm de essencial, e buscar a renegociação de seus contratos.”

Se, ainda assim, as dificuldades empresariais não forem superadas e o caminho for a recuperação judicial, o especialista faz um alerta. “Olhe para dentro da sua empresa, considere todas as transformações ocorrida nos últimos anos no mundo dos negócios, e entenda que essa não é uma saída milagrosa e fácil. É, no entanto, uma ferramenta bastante poderosa e eficaz para estancar a crise financeira do negócio, proteger o patrimônio e as receitas, e para possibilitar o alongamento das dívidas. Um plano de recuperação aprovado prevê descontos de até 60% nos débitos, carência e prazos de até 15 anos para pagamento”, conta Dosso.

E caso o empresário perceba que não conseguirá honrar seus compromissos de forma duradoura, e esgotadas as tentativas de renegociação de seus compromissos financeiros, a decisão pelo pedido de recuperação judicial deve ser rápida. “Quanto menos afetada estiver pela crise, maior será a chance de êxito num processo de recuperação”, explica Ricardo.

Por meio dessa ferramenta, é possível readequar o negócio à nova realidade, e os encargos do período anterior – dívidas e compromissos com redução de custos – podem ser renegociados para pagamento de acordo com as possibilidades financeiras atuais da empresa. “Tanto o pequeno e médio empresário, assim como o grande, devem buscar nesse momento tão singular uma assessoria jurídica. É importante estar orientado sobre quais são os passos mais seguros para se dar num momento ainda incerto”, finaliza Ricardo Dosso do escritório Dosso Toledo Advogados, em Ribeirão Preto.

No setor têxtil a empresa Santaconstancia Tecelagem emitiu na semana passada 28 de maio o seguinte comunicado:

maxresdefault“A Santaconstancia – empresa brasileira do setor têxtil que atua há mais de 70 anos na produção e comercialização de tecidos de alto valor agregado para a indústria da moda – confirma que ajuizou pedido de Recuperação Judicial. A decisão foi tomada como medida preventiva, a fim de resguardar a operação da companhia a partir de um plano de reestruturação que a permita honrar seus compromissos financeiros e garantir a perenidade de suas atividades e a geração de empregos.

A empresa registrou crescimento em 2019 e já vinha equacionando seus fluxos financeiros, mas a crise de liquidez provocada pela pandemia do novo coronavírus interrompeu esse processo. Diante do cenário que afeta sobremaneira toda a indústria têxtil, a Santaconstancia precisou buscar outro mecanismo para honrar seus compromissos e reequilibrar sua gestão financeira.

A história da companhia, iniciada em 1948, é marcada pelo pioneirismo, resiliência e liderança no mercado nacional. Foram feitos importantes investimentos nos últimos anos para ter uma indústria robusta, bem equipada, com equipe experiente e focada no incremento das linhas de produtos e novos lançamentos. A Santaconstancia está confiante e preparada para manter suas atividades, preservando seus níveis de qualidade, inovação e excelência no atendimento e relacionamento com clientes, fornecedores, parceiros e demais públicos.”

da redação

com as informações da Dosso Toledo Advogados pela ComTexto Comunicação Integrada  imagem:foto/divulgação

Vicunha 2020

worldfashion • 13/03/20, 10:47

2-640x427A empresa referência global em soluções jeanswear, firmou seu protagonismo em 2019: ano que anunciou o novo modelo de negócios one stop shop; apresentou o posicionamento “Jeansidentity”, firmando a sua identidade jeanswear; e reforçou seu pioneirismo em inovação e sustentabilidade através de projetos como o Pegada Hídrica Vicunha.

Seguindo as orientações, em 2020, a Vicunha deixa de ser uma indústria que vende e passa a ser uma “empresa comercial que também produz”, fortalecendo a união das estratégias de marketing e comercial, com o objetivo de se aproximar do consumidor final e aumentar a importância estratégica para seus clientes, permanecendo relevante em um mercado globalizado cada vez mais conectado e imprevisível.

43Parte desse movimento é a nova periodicidade de lançamentos das coleções, que deixam de ser lançadas apenas em duas temporadas e passam a acontecer mais vezes ao longo do ano. Outro grande projeto dentro do modelo one stop shop é a V. Academy, centro de excelência em lavanderia que pretende capacitar pessoas no setor, seja a força de vendas da companhia, como representantes; assim como seus clientes.

O investimento na sustentabilidade, é irreversível no ano passado mapeou pela primeira vez no Brasil o volume médio de água necessário na produção de uma calça jeans, a partir da metodologia Water Footprint Network, com o propósito de diminuir o impacto ambiental da indústria da moda e promover a transparência, unindo os players do setor.

ampa_selo_guardiao_segestacc83o_post_1-640x640A concretização desta união é a iniciativa - A Moda Pela Água : uma plataforma que teve início a partir da Pegada Hídrica e que abre debate entre empresas, consumidores e ONGs a fim de buscar soluções para o desperdício de água na cadeia.

No mês de março de 2020, em homenagem ao Dia Mundial da Água, as empresas Guardiãs da Água, como a Vicunha, promovem o Summit AMPA para o debate da Água na Moda, onde apresentarão as suas soluções para a gestão responsável deste recurso pela indústria.

Por estas e outras iniciativas pioneiras, a companhia vem sendo reconhecida pelo setor, como a homenagem na categoria Destaque Empresarial na Medalha do Mérito, premiação promovida pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT), destinada a condecorar empresas que realizaram ações de impacto durante 2019.

A companhia também aparece em evidência na última edição do anuário Empresas Mais Estadão, entre os destaques no setor Têxtil e Vestuário, colocada em quinto lugar como a única tecelagem do ranking; nas publicações 1000 maiores do jornal Valor Econômico e no ranking Melhores & Maiores da Exame; além do anuário Época Negócios 360, classificada entre as 500 maiores empresas do país.

5“Queremos ser a one stop shop modelo da cadeia têxtil mundial, com a consciência de que as relações são interdependentes e que ao compartilhar nosso conhecimento, construiremos as bases para melhores resultados, cada vez mais sustentáveis” comenta o diretor-presidente da Vicunha, José Maurício D’Isep. “Desta forma, enxergamos um grande potencial para a Vicunha de capturar mais valor em nosso mercado e impactar positivamente a sociedade. Assim, assumimos o propósito de estimular a cultura do Jeanswear com toda a sua funcionalidade, diversidade e beleza para permitir que cada pessoa no mundo encontre seu jeansidentity”, conclui.

da redação com informações da PressPass   imagens: fotos/divulgação

1º ATELIER DE PERFUMARIA FINA

worldfashion • 06/09/19, 18:37

atelier-de-perfumaria-fina-firmenich-640x427A Firmenich maior empresa privada do mundo no ramo de fragrâncias e aromas, fundada em Genebra, Suíça, em 1895. Impulsionada por seu objetivo de criar emoções positivas para melhorar o bem-estar, naturalmente, criou muitos dos perfumes e aromas mais conhecidos do mundo, proporciona prazer para mais de quatro bilhões de consumidores todos os dias. Reconhecida por sua pesquisa e criatividade de classe mundial, bem como sua liderança em sustentabilidade, a cada ano, a Firmenich investe 10% de seu faturamento em P&D para entender e compartilhar o melhor que a natureza tem a oferecer com responsabilidade.atelier-de-perfumaria-fina-firmenich-3-640x427

Está presente no Brasil desde 1952. Empregando mais de 400 funcionários, a empresa mantém um Centro de Desenvolvimento Criativo de classe mundial em Cotia, com instalações comerciais e operacionais para melhor atender às necessidades de seus clientes no Brasil por meio de soluções comerciais inovadoras e relevantes.

Recentemente inaugurou o primeiro Atelier de Perfumaria Fina da América Latina, na Vila Madalena e vai oferecer aos clientes, um espaço moderno, exclusivo e inovador, dedicado à cultura, criatividade e inspiração da perfumaria.

o-marc-jourdan-gassin-vice-presidente-de-perfumaria-fina-no-brasil-o-armand-de-villoutreys-presidente-de-perfumaria-e-ingredientes-e-jerry-vittoria-presidente-mundial-de-perfumarievent-firmenich_Na foto da esquerda para a direita temos o Marc Jourdan-Gassin, Vice-Presidente de Perfumaria Fina no Brasil, o Armand de Villoutreys, Presidente de Perfumaria e Ingredientes, e Jerry Vittoria, Presidente mundial de Perfumaria Fina.

“A Firmenich está presente no Brasil há quase 70 anos e agora estamos orgulhosos de oferecer aos nossos clientes brasileiros uma nova casa, única para inspirar a cultura da perfumaria. O nosso Atelier de Perfumaria Fina nos permitirá colaborar e co-criar melhor com os nossos clientes”, disse Armand de Villoutreys, Presidente de Perfumaria e Ingredientes.

“O Atelier de Perfumaria Fina no Brasil marca uma nova página na história da Firmenich. Agora, temos um espaço dedicado à perfumaria no coração da Vila Madalena, em São Paulo, um ambiente moderno e inspirador para trocar experiências, incentivar parcerias inovadoras e definir o futuro da perfumaria junto aos nossos clientes ”, explicou Jerry Vittoria, Presidente mundial de Perfumaria Fina.

A abertura contou com a presença de Armand de Villoutreys, Presidente de Perfumaria e Ingredientes, e Jerry Vittoria, Presidente mundial de Perfumaria Fina; renomados perfumistas internacionais, incluindo o Master Perfumer Olivier Cresp de Paris, o Principal Perfumer de Nova York, Frank Voelkl, bem como as estrelas da perfumaria nacional, o Principal Perfumer Adilson Rato e Senior Perfumer Carmita Magalhães; e clientes estratégicos de perfumaria fina além dos principais influenciadores de perfumaria do Brasil.

olivier-cresp-_event-firmenich_00871“Quando estou no Brasil, fico profundamente inspirado por seu povo e sua natureza. O Brasil não é só um enorme mercado de perfumaria fina, mas uma enorme fonte de inspiração. O Brasil tem uma identidade e assinatura olfactiva única. É o país da emoção, diversidade, cores, sustentabilidade e a terra do positive luxury ”, afirmou Olivier Cresp, Master Perfumer (na foto à direita)

frank-voelkl-_mg_9594“É emocionante para mim trabalhar em um ambiente tão inspirador no coração da criatividade brasileira. Isso criará uma dinâmica nova e disruptiva para a nossa parceria de longo prazo com os nossos amados clientes brasileiros de perfumaria fina ”, acrescentou Frank Voelkl, Perfumista. (foto à esquerda)

A inauguração contou com uma experiência sensorial completa, uma exposição ‘Carte Blanche Brasilis’, comemorando a arte da perfumaria, oferecendo um verdadeiro encontro do savoir-faire e da criatividade dos perfumistas. “Carte Blanche Brasilis é um ‘papel em branco’ dado aos perfumistas para expressarem a sua emoção, visão e intuição sobre a alma brasileira no universo do perfume”, explicou Marc Jourdan-Gassin, Vice-Presidente de Perfumaria Fina no Brasil.

A moda tem uma ligação estreita com a perfumaria e com certeza várias convergências e pontos fortes que aproximam estas duas indústrias, para inspirar e atender o exigente consumidor.

da redação com informações da Pre.stige Assessoria de Comunicação e Marketing Fotos: divulgação

“A MODA PELA ÁGUA”

worldfashion • 06/09/19, 11:23

14Da união entre a Marisa, maior rede de moda feminina e lingerie do Brasil e a VICUNHA  uma das líderes mundial na produção de índigos e brins e referência quando o assunto é jeanswear,  nasceu a coleção de jeans sustentável com o selo Pegada Hídrica Vicunha /ECOERA.

Esse é o primeiro lançamento no segmento e valida a Marisa como uma das Guardiãs da Água na Moda, unindo-a à plataforma “A Moda Pela Água”.

56910aba-cupom-marisa-lojas-fisicas-marisa-r40-de-desconto-em-toda-a-loja-nas-compras-a-partir-de-r200_0847-420x262A iniciativa faz parte de um conjunto de ações da Marisa voltadas à sustentabilidade. Segundo Marco Muraro, vice-presidente Comercial e Marketing da empresa, a companhia há alguns anos investe no acompanhamento e capacitação da sua cadeia de fornecedores visando ao desenvolvimento sustentável da indústria da moda. “A coleção de jeans é a primeira com o foco na sustentabilidade ambiental. Ela foi desenvolvida pela Marisa em parceria com a Vicunha, que também entende a importância de se criar um movimento de consciência ambiental no setor”.

Na produção da coleção, foram selecionados artigos da Vicunha com selo Eco Cycle, que utilizam técnicas que reduzem em até 95% o consumo de água selo-less-waternos processos e diminuem a utilização de matéria-prima virgem, com o uso de fibras recicladas. As bases protagonistas são os jeans Doc-Eco, Cramer-Eco e Pine, este último da linha Absolut Eco, que economiza também até 90% de químicos na sua produção. Além disso, faz parte da coleção o denim puro índigo Greener-Eco e o artigo Lya, produzido com técnicas que economizam água no processo de acabamento.

A coleção, que vem desta inédita união entre a tecelagem e a varejista, também representa um grande movimento que surge após o lançamento dos dados da Pegada Hídrica Vicunha, tendo como principal objetivo aproximar os players do setor e expandir a discussão da responsabilidade compartilhada em prol de uma gestão responsável dos recursos hídricos em toda a cadeia de valor.

artigo-greener-ecoartigo-doc-ecoAs peças foram criadas pela equipe de estilo da Marisa com apoio da Vicunha, pioneira em empregar práticas positivas na indústria do jeanswear. Por ano, a fabricante capta e aproveita 140 milhões de litros de água da artigo-pine2artigo-cramer-ecochuva, além de economizar 83 milhões de litros deste recurso nos processos de recuperação de soda e reuso da água. No ano passado, lançou em parceria com Movimento ECOERA o projeto Pegada Hídrica Vicunha, que mediu pela primeira vez no Brasil o consumo de água no ciclo de vida de um jeans, a partir de 368054_904519_marisa_macacagbpo_web_-600x600um mapeamento realizado em todos os elos da cadeia. Na produção da coleção da Marisa, foram selecionados artigos com selo Eco Cycle que utilizam técnicas que reduzem de 75% até 95% o consumo de água comparado aos processos tradicionais, a depender da peça e técnicas utilizadas para tingimento e lavagem, além de diminuir a utilização de matéria-prima virgem, com o uso de fibras recicladas.

Além de reforçar o compromisso da Marisa com o meio ambiente, Andréa Sanches, diretora de Marketing da empresa, chama a atenção para o fato de o movimento ser colaborativo e contar com parceiros de diversos setores da moda. “Ao fazer parte de um movimento como o “A Moda Pela Água”, em que diversas empresas estão presentes, e criar peças exclusivas com um fabricante de tecidos, a Marisa reforça seu papel de marca próxima e parceira da sociedade. Acreditamos em um movimento coletivo e colaborativo para gerar resultados ainda mais transformadores”, afirma ela.

marisa-3Sobre “A Moda Pela Água”

A plataforma A Moda pela Água nasceu a partir da pesquisa Pegada Hídrica Vicunha, realizada pela Vicunha Têxtil, produtora de índigos e brins, e o Movimento ECOERA, com a metodologia global Water Footprint Network (desde o plantio do algodão até a lavagem pelo consumidor final). O mapeamento, inédito no Brasil, traz à tona o consumo médio de água por calça jeans no país. São 5.196 litros para cada peça.

A expert em sustentabilidade na moda Chiara Gadaleta então reuniu diversas empresas do setor com o objetivo promover mudanças no setor. Por meio de encontros presenciais, palestras com especialistas e rodas de conversas entre consumidores e empresas “A Moda Pela Água” discute metas e planos para a redução de água. A ideia é que os resultados da ação sejam apresentados em 20 de março, em referência  ao Dia Mundial da Água – comemorado em 22 de março, no primeiro summit em torno do tema para o mercado de moda.

infografico_pegadahidrica2Sobre o projeto “Pegada Hídrica Vicunha”

Além de seus produtos e práticas internas, a Vicunha Têxtil investiu no projeto “Pegada Hídrica Vicunha”, que mediu o consumo de água no ciclo de vida de uma calça jeans – desde o plantio do algodão até o consumidor final, com base na metodologia “Water Footprint Network”. Em parceria com o Movimento ECOERA, o trabalho teve como objetivo medir o impacto ambiental da cadeia de moda e promover transparência no setor, unindo os principais players em prol da criação de indicadores brasileiros na gestão sustentável da água, a partir de uma peça tão icônica e democrática como a calça jeans.

Em maio de 2019, o resultado foi compartilhado com toda a indústria, que agora possui dados reais da cadeia produtiva do jeans brasileira, tornando possível que cada elo reflita e crie metas de redução e compensação dos recursos hídricos.

Assista ao vídeo do projeto na íntegra pelo Youtube e acompanhe os próximos passos através das plataformas @pegadahidrica e @vicunhatextil. Acesse a plataforma A Moda pela Água para saber mais sobre o movimento.

651ae36e-f978-f110-5ffe-98dd4cb2a74dSobre a Marisa

A Marisa é a maior rede de moda feminina e lingerie do Brasil. Com 70 anos de experiência, construiu uma forte relação de cumplicidade e intimidade com a mulher, conhecendo e acompanhando suas necessidades e anseios.

A proposta da marca é ser íntima e cúmplice da mulher brasileira e seus sonhos, oferecendo a ela acesso a uma moda de qualidade, considerando sua diversidade.

Ao longo de sua história, a Marisa é conhecida e reconhecida por seu slogan “De Mulher para Mulher”. Está presente hoje em todas as regiões do Brasil e conta com aproximadamente 360 lojas nas melhores ruas e shoppings do país. É uma das pioneiras do setor no e-commerce, oferecendo seus produtos pela sua loja virtual há 19 anos. A Marisa também possui uma divisão de produtos e serviços financeiros, associada ao financiamento de suas clientes, que amplia o valor e o acesso aos seus produtos.

da redação com informações da PressPass (Vicunha);  Imagem Corporativa e Mktmix Assessoria de Comunicação (Marisa) imagens: fotos/divulgação

DELRIO licenciada da BETTER COTTON INITIATIVE

worldfashion • 04/07/19, 12:00

lcmdelrio-delrioecoRespeitando a sustentabilidade e a saúde de seus consumidores a DelRio, prioriza matéria prima certificada, sediada no Ceará, é uma empresa especializada em lingerie que une conforto, tecnologia, qualidade e design exclusivo – contemplando todos os estilos para a moda íntima feminina, masculina, infantil e bebê – e está entre as três primeiras empresas do segmento no Brasil.

lcmdelriologoalgodaoPrezando sempre pela saúde e bem-estar do consumidor, sempre optou por utilizar apenas matéria-prima de excelente qualidade, entre elas o algodão, que é uma delícia no corpo, promovendo muito conforto pela maciez e frescor, com alta capacidade de absorção. E como se não bastasse, esse algodão é sustentável, licenciado pela BCI, sem tingimentos agressivos ao meio ambiente.

lcmdelrioalgodaobci-01-427x640lcmdelriobaby-algodaobci-01-640x640As peças confeccionadas com algodão são absolutamente adequadas para o dia a dia agitado de todos, tanto em lingeries comuns como naquelas de atributos, com reforços extras e compressão.

lcmdelriobaby-algodaobci-05-468x640lcmdelriobaby-algodaobci-04-487x640Para as crianças e bebês esse material é fundamental, uma vez que evita alergias e tem um contato mais do que agradável, um verdadeiro carinho para a pele delicada e suave dos pequenos.

lcmrioman-algodaobci-01-640x640A Better Cotton Initiative é uma organização sem fins lucrativos com sede em Genebra na Suíça, que atua para melhorar a produção mundial do algodão, promovendo o crescimento e a sustentabilidade por meio da conscientização sócio ambiental. O projeto é endossado pela ABRAPA – Associação Brasileira de Produtores de Algodão – e realiza ações nos três pilares fundamentais da sustentabilidade: ambiental, social e econômico.

lcmdelrioalgodaobci-04-551x640Há 50 anos de história,  a DelRio possui uma fábrica em Maracanaú no Ceará e 20 unidades fabris, todas localizadas no estado, e se consagra como uma das três maiores produtoras de lingerie brasileiras. Defende a sustentabilidade como uma visão de futuro melhor e necessária para o desenvolvimento humano. Com intuito de reduzir o impacto ambiental, opta por alternativas ecológicas em seus processos, presentes desde a geração de energia pela queima da casca da castanha, ao uso do algodão mais sustentável, licenciado pela BCI (Better Cotton Initiative), ou de tecidos que evitam o tingimento padrão, reduzindo o consumo e poluição da água.

da redação com informações da LILICA CESAR DE MATTOS - ASSESSORIA DE IMPRENSA   fotos: divulgação

HACO

worldfashion • 07/06/19, 04:00

A Haco investirá mais de R$ 20 milhões nas fábricas em Santa Catarina, para ampliar a capacidade da empresa, para atender a crescente demanda comercial dos últimos anos. Uma parte do orçamento será para a aquisição de dezenas de novos teares para a produção de etiquetas tecidas de alta definição, além da aquisição de máquinas para acabamentos e modernização do parque fabril.

Os investimentos são alavancados principalmente pela exponsão dos principais clientes e a aceleração dos negócios

alberto-1O CEO da companhia, Alberto Conrad Lowndes, garante que apesar da crise econômica enfrentada no país, a empresa apostou no aumento de investimentos. “Renovamos o maquinário e aumentamos os investimentos nas equipes de Produto e Marketing”, exemplificou.

Outra parte do investimento será destinada à expansão dos negócios para os mercados esportivo e jeanswear. Serão adquiridas também, novas máquinas para impulsionar a unidade gráfica, responsável pela produção de transfers, tags de moda e sacolas de papel. Esses produtos chegam em mais de 8 mil pontos de vendas do varejo nacional. “No mercado de identificação a gráfica da Haco é a única que produz mais de 90% de todos os nossos acabamentos internamente. Isso passa mais segurança para nossos clientes”, afirma o diretor de Operações da Haco, Luciano Mondini.

Também é planejada a produção nacional de Lacres de Segurança, que acompanham os tags de papel nas roupas e calçados. A empresa realiza estudos há mais de 6 meses e percebeu a necessidade de começar a produzir no Brasil, já que hoje são importados. “Apesar de termos parceiros na Ásia que nos entregam com qualidade um dos maiores cardápios de opções, a estratégia é ter também a opção de produzir os lacres nacionalmente”, afirma o gerente nacional de vendas, Marcelo Paulino.

A empresa também planeja expandir o projeto RFID, com investimentos previstos em torno de R$ 2,5 milhões. A tecnologia é um sistema inteligente de controle e gerenciamento de informações. É composto por três componentes: etiquetas, antenas/leitores (hardware) e sistema (software), que combinados são capazes de potencializar a utilização das informações e gerar benefícios na logística, inventário, prevenção de perdas, dentre outros.

A Haco é líder de mercado, com mais de 1,3 mil colaboradores e os novos investimentos projetam a abertura de pelo menos 200 novas vagas. Destas, 150 novos colaboradores já foram contratados e estão em treinamento. A empresa mantém fábricas nas cidades de Blumenau e Massaranduba (SC), na cidade de Eusébio, região metropolitana de Fortaleza (CE) e em Covilhã, em Portugal. Em 2018 comemorou 90 anos de história e continua investindo para manter-se como a melhor e a mais completa empresa do mercado de identificação de marcas.

Dentre várias iniciativas, apoia novos talentos da moda brasileira que ganham o mundo com coleções autorais e, para seus clientes, acaba de entregar Books de Tendências com mais de 400 propostas de produtos para auxiliar estilistas e diretores de marcas. Também é uma das primeiras empresas do segmento têxtil brasileiro que gera conteúdo no Youtube. O Projeto + Haco tem o objetivo de transmitir inspirações aos consumidores e clientes, debater sobre moda, consumo e identificação de marca.

da redação da WORLD FASHION   com informações da HACO   imagem:divulgação