à procura de um novo jamie

admin • 12/08/09, 10:48

jamie dornan em campanha CKA marca Calvin Klein lança nessa sexta-feira um casting internacional em busca do novo modelo masculino para suas próximas campanhas de underwear. A grife norte-americana, conhecida por seus gigantescos outdoors com fotos sensuais, está à procura de um substituto para o irlandês Jamie Dornan, atual garoto-propaganda das cuecas mais famosas do mundo.

A operação -  batizada 9 Countries, 9 Men, 1 Winner - terá, como seu nome indica, a participação de nove países, selecionará nove homens e terá apenas um vencedor.

Os corpos malhados das praias brasileiras têm poucas chances de ganhar, já que o concurso selecionará seus candidatos apenas na Inglaterra, França, Alemanha, Grécia, Itália, Holanda, Rússia, Espanha e Suécia. Porém, como o regulamento ainda não foi divulgado, não se sabe se os modelos estrangeiros que vivem nos nove países escolhidos ou que fazem parte de agências locais poderão participar.

Durante a competição os finalistas vão representar a marca pelo velho continente. Além do contrato de um ano com a agência Select Model Management, o vencedor ganha uma viagem acompanhado para a Africa da Sul. Quer saber mais? Acesse www.9countries9men.com.  Silvano Mendes

Harvard na moda

admin • 10/08/09, 13:09

A universidade de Harvard acaba de lançar sua própria marca de roupas. Em uma parceria com o grupo Wearwolf, a mais antiga instituição de ensino superior dos Estados Unidos criou Harvard Yard, uma linha masculina que deve agradar os jovens norte-americanos mais conservadores. Bem no estilo preppy (inspirado nos alunos das escolas preparatórias do noroeste do país), a marca traz modelos básicos, com calças chinos, bermudas de alfaiataria, blazers ajustados, algumas estampas Liberty e camisas comportadas.

Mas quem já estava pensando em se exibir por aí com o brasão da escola de nomes como John F.Kennedy, Franklin Roosevelt ou ainda Barack Obama pode se decepcionar. Além de pequenos detalhes nos botões ou zíperes, o logotipo da famosa universidade é quase inexistente. Mesmo assim, a marca – que poderia muito bem ser confundida com a GAP em termos de imagem – aposta em um posicionamento de preço mais elevado, com calças a partir de US$ 165 e casacos por volta dos US$ 500. Se a moda pegar, em breve teremos desfiles das coleções da USP ou da Sorbonne… Silvano Mendes

rodarte na mira da target

admin • 06/08/09, 10:27

A gigante norte-americana Target divulgou essa semana o nome dos próximos estilistas para sua linha de moda Go International. Depois de Luella, Alexander McQueen, Jonathan Saunders e Anna Sui, a rede apresentará uma coleção realizada pela Rodarte, marca ganhadora da edição 2009 do troféu da CFDA (Council of Fashion Designers of America)

Target é conhecida por seus preços acessíveis e não será diferente com a linha criada pelas irmãs Kate e Laura Mulleavy. Com peças a entre US$ 9  (meiões) e US$ 79  (jaquetas com estampas de leopardo), haverá opções para todos os bolsos. Célebres pela elegância de seus vestidos de festa, as meninas da Rodarte imaginaram para a rede de lojas 55 peças, entre elas vários vestidos. A coleção deve chegar às prateleiras na semana do natal e estará disponível no site da Target a partir de fevereiro. Já para quem pretende ir aos Estados Unidos no segundo semestre, a linha concebida por Anna Sui, inspirada na série de televisão Gossip Girl, estará à venda a partir do dia 13 de setembro.

A Target não é a única marca popular a utilizar o talento – e o nome – de estilistas famosos para melhor a imagem de seus produtos. Basta lembrar das coleções realizadas nos últimos anos pela rede H&M em parceria com Karl Lagerfeld, Comme des Garçons, Stella McCartney, Viktor & Rolf, Roberto Cavalli e Matthew Williamson, ou ainda a inglesa Topshop e suas diversas colaborações com a modelo Kate Moss. Silvano Mendes

com queda nos lucros, prada interessaria qatar

admin • 04/08/09, 10:13

O Fundo de Investimentos do Qatar (Qatar Investment Authority) estaria interessado em comprar parte do grupo de luxo Prada. Segundo o jornal econômico italiano Il Sole 24 Ore, as autoridades catarianas querem adquirir 30% do capital da marca. A informação, baseada em fontes bancárias, não foi confirmada do lado da empresa, mesmo se já se especula sobre o valor elevado que Patrizio Bertelli, presidente da Prada, teria pedido aos investidores de Doha.

A Qatar Investment Authority está em plena fase de expansão internacional. O fundo de investimentos, que já é acionário do banco britânico Barclays, também estaria de olho em 17% da Volkswagen e em parte da Porsche.

O grupo Prada, que também é proprietário da Miu Miu e da Church’s, há tempos tenta sem sucesso entrar na bolsa de valores. Depois de alguns anos de crescimento, a empresa sofreu uma ligeira queda em suas vendas (0,7%) e perdeu em 2008 cerca de 22% de seus lucros com relação ao ano anterior (98 milhões de euros contra 127 milhões em 2007). Silvano Mendes

quando givenchy decide enfrentar a crise…

admin • 04/08/09, 10:07

Para não dizer que os estilistas vivem desconectados da realidade, Givenchy criou uma linha “anti-crise”. A idéia do estilista Riccardo Tisci é simples: lançar alguns modelos clássicos da marca com uma releitura 2009 e – o mais importante – com preços mais acessíveis que os da linha principal.

As peças (blusas brancas, bolsas, casacos em couro, calças pretas e até mesmo sapatos) serão vendidas a partir de 200 euros e, como são bem básicas, poderão muito bem sobreviver várias temporadas. A coleção, sabiamente batizada Redux, estará disponível nas boutiques da marca a partir de outubro. Um conceito que vai certamente agradar os “recessionistas” de plantão. Silvano Mendes

ppr termina semestre em baixa

admin • 31/07/09, 10:11

O grupo internacional de produtos de luxo PPR divulgou nessa sexta-feira seu balanço do primeiro semestre. Os resultados apontam uma queda de 3,6% no faturamento total, que terminou o período calculado em 9,23 bilhões de euros.

PPR divide suas atividades entre moda e grande distribuição. O conglomerado é proprietário do Gucci Group, que reúne nomes como Gucci, Yves Saint Laurent, Balenciaga e Stella McCartney, mas também da Fnac, da Conforma (móveis populares), da Redoute (vendas por correspondência) e da marca Puma.

Assim como seu concorrente direto, LVMH, o grupo de François-Henri Pinault registrou resultados mais estáveis nos segmentos de moda que em seus demais ramos de atividade. Enquanto a Fnac terminou o semestre em queda de 5% e a Conforama perdeu 10,9%, as empresas do Gucci Group fecharam o período em alta de 4,4%. No entanto esse número deve ser ponderado, já que marcas como Gucci ganharam 8,3% no faturamento enquanto Yves Saint Laurent sofreu uma queda de 6% no mesmo semestre.

Se LVMH cortou despesas em marketing para enfrentar a crise, PPR preferiu suprimir empregos, principalmente na Fnac e na Conforama. A decisão causou vários protestos, mas o grupo declara que a medida já trouxe seus resultados: 106 milhões de euros foram economizados nos primeiros seis meses do ano. A boa notícia é que a empresa pretende investir ainda mais nos mercados emergentes. Com 31% de suas vendas realizadas nesses países, PPR viu seu faturamento progredir 15% nos chamados novos mercados. Silvano Mendes

crise em honduras assusta gigantes da moda

admin • 30/07/09, 11:33

Desde que foi atingido por um golpe de Estado há mais de um mês, Honduras entrou para a atualidade internacional. A tal ponto que quatro gigantes da moda - Nike, Gap, Adidas e Knights Apparel – decidiram se unir em um comunicado enviado à secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, para exprimir sua preocupação.

Mesmo se não tomaram partido sobre a situação politica do país, os fabricantes de roupas e artigos esportivos se dizem apreensivos e solicitam “que esta crise seja imediatamente resolvida, com as liberdades públicas restabelecidas, inclusive a liberdade de imprensa, a liberdade de expressão e a liberdade de movimento”. No entanto as empresas não disseram a que ponto a situação tem afetado suas atividades ou se pretendem reduzir o volume de produtos fabricados no país caso as turbulências continuem.

Apesar de breve, a mensagem deixa transparecer o peso desse pequeno país de oito milhões de habitantes para o mercado norte-americano. Afinal, Honduras é o maior exportador de tecidos e roupas prontas da América Central, o que o posiciona com um dos parceiros privilegiados dos Estado Unidos. Há duas semanas um grupo de empresas do setor já havia enviado uma carta ao presidente Barack Obama. O documento lembrava que o país era o terceiro maior mercado para as exportações do têxtil norte-americano, além de ser seu quarto maior fornecedor no setor. Silvano Mendes

texbrasil completa 9 anos

admin • 29/07/09, 11:21

industria textil - divulgação ABITO programa Texbrasil, uma iniciativa da Abit em parceria com a Apex – agência de fomento a exportações do governo brasileiro -, acaba de completar 9 anos e com saldo positivo.

De 2000 até junho deste ano, as ações desenvolvidas pelo programa – como participações em feiras internacionais, prospecção de novos mercados, clínicas de produto e oficinas de processo criativo – registraram ótimo desempenho segundo a associação. Confira os principais indicadores.

• Participação de empresas em feiras internacionais: 1.275
• Vendas em feiras internacionais: US$ 134,4 milhões
• Compradores internacionais em feiras brasileiras: 716
• Prospecção de novos mercados: 31
• Participação em clínicas de produtos: 745
• Jornalistas internacionais em eventos brasileiros: 769
• Estimativa de geração de mídia espontânea no exterior: US 1,5 milhão

Daqui para frente, a ideia é ampliar as ações de capacitação de empresas e também a prospecção de novos mercados como Indonésia e Paquistão. A ABIT inaugura neste segundo semestre um escritório comercial em Pequim, China, para dar suporte às exportações brasileiras na Ásia. Mas o programa também concentra seu foco em outros mercados como Grécia, Angola e países do Leste Europeu.

crise afeta lucros de lvmh

admin • 28/07/09, 09:49

O grupo LVMH Moët Hennessy Louis Vuitton, número um mundial do luxo, divulgou nessa segunda-feira seus resultados do primeiro semestre. Apesar de um volume total de vendas praticamente estável, a empresa registrou uma queda de 23% em seu lucro líquido nessa primeira metade do ano. Enquanto as vendas ficaram na casa dos 7,81 bilhões de euros (contra 7,79 em 2008), os lucros caíram de 891 para 687 milhões de euros em comparação ao mesmo período do ano passado. O gigante do luxo estava habituado a um crescimento anual de mais de 10% que se repetia há várias temporadas na maioria de suas marcas.

De acordo com a direção do grupo a queda do primeiro semestre se concentra principalmente no setor de bebidas, jóias e relógios – que dependem de distribuidores externos - , enquanto os bons resultados vêm dos produtos de moda (roupas, bolsas e acessórios), que registraram um crescimento de 8% em suas vendas. O que mostra que a política de controle de sua rede de distribuição, como no caso de Louis Vuitton, vendida apenas em suas próprias boutiques, continua dando seus frutos.

Desde o início da crise econômica LVMH tem adotado uma estratégia de redução de custos no marketing e promoção (corte de 5%). Essa tendência deve continuar no segundo semestre e os investimentos publicitários serão mais concentrados nas marcas estrelas do grupo, como Louis Vuitton, Christian Dior et Guerlain. O gigante francês também deve investir ainda mais nos mercados emergentes, que já representam 30% de suas vendas no mundo e são vistos como importantes vetores de crescimento. No topo da lista: China, Rússia, India e … Brasil. Silvano Mendes

pra ficar do lado de fora

admin • 24/07/09, 19:32

De aviamento a detalhe de moda, as etiquetas externas ganham mais espaço a cada temporada. Pensando nisso, a Haco acaba de lançar a coleção “Etiquetas Externas” com mais de 40 opções de produtos.
Desenvolvidas para uso camisetas e jaquetas, em especial, as etiquetas são produzidas em tecido, papel, couro, lona, algodão e poliéster com texturas e acabamentos diferenciados.
hacoO lançamento da coleção “Etiquetas Externas” faz parte da estratégia da Haco de trabalhar com produtos diferenciados para cada setor e soluções inovadoras como a Haco Virtual, uma loja em que consumidores finais podem personalizar tecidos e etiquetas. Empresa catarinense, a Haco produz 3 bilhões de etiquetas por ano, exporta para mais de 30 países, e fornece etiquetas para marcas como Adidas, Isabela Capeto, Dudalina e Ellus.