Sonia Rykiel se une a H&M
admin • 29/09/09, 12:26Depois de Stella McCartney, Viktor & Rolf, Roberto Cavalli, Comme des Garçons e Matthew Williamson, agora é a vez de Sonia Rykiel se unir ao gigante do fast fashion H&M.
Conhecida como uma das raras empresas do setor a não fazer parte de nenhum grande grupo, a grande dama da moda francesa, que completou 40 anos de carreira no ano passado, emprestará seu talento durante duas coleções.
A primeira delas, composta principalmente de lingerie, estará disponível nas 1,5 mil lojas Hennes & Mauritz pelo mundo afora a partir do dia 5 de dezembro. Em seguida, a estilista cria 74 peças em tricô (sua especialidade) para adultos e crianças, que serão vendidas em “apenas” 250 boutiques H&M a partir de fevereiro.
Os preços das peças ainda não foram divulgados, mas já se espera tumulto nas portas das lojas, como a cada operação do gênero organizada com outros estilistas. Durante a primeira parceria, com Karl Lagerfeld, as roupas desenhadas pelo estilista da Chanel desapareceram em apenas alguns minutos. Silvano Mendes
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Os shoppings da capital paulista entraram em ritmo de primavera com a inauguração de várias lojas. A designer de bijus e acessórios Beth Salles optou pelo Iguatemi para abrir seu espaço. O Bourbon, na zona oeste da cidade, recebeu um novo ponto-de-venda da Chilli Beans. O Shopping Anália Franco, no bairro do Tatuapé, foi o escolhido pela Scala para lançar seu projeto de loja conceito. E em clima de praia, a Blue Beach abriu uma nova loja em Alphaville, no Shopping Tamboré.
O que o lojista não deve fazer jamais? Como se ralecionar com o consumidor? Como contornar objeções e transformá-las em vendas? Quais as tendências da próxima estação? Como fazer uma vitrine atrativa? A partir de questionamentos como esses, o Bangu Shopping, na região do Grande Rio (RJ), idealizou o Projeto Qualificar, um ciclo palestras com foco em motivação, atendimento, vendas e moda.
A Luminosidade, traduzindo sua forma de trabalhar com parcerias, buscou a Francal Feiras para a montagem do salão e comercialização dos espaços, empresa que tem experiência de 41 anos de mercado. Somando experiências, e com o apoio da ABIT, da Firjan, do Sebrae, do governo e prefeitura do Rio, Borges disse: “Não vim para cá fazer desfile mas para construir uma plataforma de moda”.
Gabrille Zucarelli, da Bain & Co., informa que 2008 registrou crescimento zero em relação ao ano anterior, mantendo a cifra de 170 bilhões de euros. A previsão para este ano não é das mais otimistas: a evolução dos negócios deve ser negativa com um índice médio de -10%. Segundo estimativas da consultoria, somente daqui dois a três anos o volume de negócios se aproximará ao patamar de 2008.
Na opinião de Ferreirinha, o negócio do luxo se resume, basicamente, em transformar o ordinário em extraordinário. O simples, em especial. Contudo, o executivo ressalva que, embora todas as empresas e marcas possam aprender com o luxo, nem todas podem atuar no setor.