E-COMMERCE - MERCADO LIVRE

worldfashion • 30/06/23, 14:43

Em um ambicioso projeto ainda em fase piloto, a empresa vai adotar uma série de iniciativas para angariar novos empreendedores que atuam na região do Brás e impulsionar os negócios dos vendedores que já estão na plataforma.  A iniciativa faz parte de uma movimentação iniciada pela companhia nos últimos anos, que além de apostar na atração de grandes marcas para a plataforma, visa apoiar empreendedores locais, atendendo a crescente demanda do segmento de moda no varejo online, diversificando cada vez mais o sortimento de produtos com foco no aumento da recorrência de clientes e, consequentemente, da rentabilidade da plataforma. Como reflexo dessa movimentação, na comparação entre o primeiro trimestre de 2022 e o mesmo período de 2023, o número de vendedores desta categoria cresceu 21%,  já as vendas tiveram um aumento de 27%.

Por meio da ação, os empreendedores que estão ingressando na plataforma poderão contar com um pacote robusto de benefícios do Mercado Livre que inclui um consultor dedicado a ficar in loco com o vendedor durante três meses, oferecendo um suporte direto para contribuir com as operações no dia a dia; condições comerciais diferenciadas; auxílio para cupons; campanhas exclusivas e fotos dos produtos em alta qualidade; frete grátis acima de 79,90, entre outros. Além disso, para uma melhor operação dos vendedores, o Mercado Livre contará ainda com um ponto fixo de coleta dentro de um dos principais shoppings da região, assim como outros pontos já existentes próximos ao Brás.

“No Mercado Livre, estamos constantemente investindo para ampliar e
fortalecer a vertical de moda. Sendo o Brás uma região com muitas PMEs,
identificamos a oportunidade de oferecer serviços locais que ajudem os vendedores a acelerar a curva de crescimento de vendas no Mercado Livre.
Ao mesmo tempo que democratizamos o acesso à moda, levamos opções acessíveis de produto e preço para população de todo o país, unindo
a diversidade de produtos e tendências”,
conta Julia Rueff, VP de Marketplace do Mercado Livre no Brasil.

O Projeto Piloto no Brás é um reflexo da estratégia de fidelização de vendedores que o Mercado Livre já vem priorizando ao longo dos últimos anos, buscando fomentar o empreendedorismo e materializando seu propósito de democratizar o acesso ao comércio. Com média de 40 compras por segundo, o marketplace coloca toda a força de seu ecossistema à disposição do vendedor para ensiná-lo na prática como lucrar com a plataforma e evoluir em seu negócio.

Além de todas as condições especiais oferecidas aos lojistas do Brás, todos os vendedores da plataforma contam com a  Central de Vendedores, que traz conteúdos como estratégias de finanças e precificação, marketing, cálculo de margem de lucro, atendimento ao cliente, reputação digital, logística, tributação, crédito, meios de pagamento, gestão de indicadores e organização de estoque.

Outra ferramenta disponível é o Programa de Vendedores, no qual o Mercado Livre oferece uma trilha de aprendizagem com módulos específicos para as diferentes fases de um negócio. O primeiro módulo, chamado “Você Chegou”, traz conteúdos voltados a empreendedores iniciantes ou que estão pensando em começar a vender na plataforma. O segundo, “Você Vendeu”, tem temas direcionados a quem já está vendendo, mas busca profissionalizar o negócio para obter mais resultados. O terceiro, “Você Cresceu”, tem temas dirigidos a quem já conhece bem as ferramentas da plataforma, mas deseja escalar ainda mais o seu negócio. Já a jornada de conteúdo “Você Venceu” é pensada para vendedores que desejam ampliar ainda mais seus resultados, mas com um direcionamento mais inspiracional, com importantes nomes do e-commerce.

Sobre o Mercado Livre

O Mercado Livre é a companhia líder em tecnologia para e-commerce e serviços financeiros na América Latina, que oferece soluções para que pessoas e empresas possam comprar, vender, anunciar e enviar produtos por meio da internet, assim como soluções de pagamento, crédito, investimentos, seguros e gestão de benefícios. Além da plataforma de e-commerce e do banco digital Mercado Pago, a empresa conta com os serviços do Mercado Envios, Mercado Livre VIS (Veículos, Imóveis e Serviços), Mercado Ads e Mercado Shops. Maior e mais completo marketplace da América Latina, o ecossistema do Mercado Livre atingiu mais 148 milhões de usuários ativos na região em 2022, sendo 73 milhões de compradores e 3,3 milhões de vendedores, permitindo alcançar 509 visitas, 36 compras e 173 transações a cada segundo. Em 2022, sua receita líquida atingiu US$ 10,5 bilhões, quando também alcançou US$ 34,4 bilhões em vendas, superando a marca de mais de 1 bilhão de produtos enviados. Fundado em 1999 e presente em 18 países, o Mercado Livre superou a marca de 39 mil colaboradores diretos na região, mais de 15 mil apenas no Brasil, seu principal mercado. Atualmente, é uma das 10 melhores empresas para trabalhar no país, dentre as 10 melhores em tecnologia, sendo ainda a melhor para as mulheres.

da redação com informações da  Edelman SP

EVENTO - CASA DE CRIADORES

worldfashion • 29/06/23, 11:05

São 25 anos de existência, e a Casa de Criadores (CdC), evoluiu de semana de moda de marcas alternativas e autorais para uma plataforma de impacto social e econômico para empreendedores independentes das muitas frentes de vários segmentos criativos além da moda, como cultura, música e arte. A próxima edição do evento, a 52ª edição, dá mais um passo importante em direção à sua consolidação como algo muito além de um calendário de desfiles. É, desde as últimas edições, um festival criativo que abraça São Paulo e também conta com shows, exposições em que a moda está em diálogo com outras linguagens artísticas e, agora, haverá inclusive uma feira para designers independentes, que desfilam no evento ou não, destacando o estímulo à viabilização dos criadores desse nicho como empreendedores e de suas marcas como empresas.

A 52a. edição da Casa de Criadores (CdC) terá uma programação ampliada, e ocupará diferentes espaços do Centro Cultural São Paulo (CCSP), com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura, o foyer, auditórios, biblioteca e áreas externas. Anteriormente, o evento gravou uma edição digital na instituição, sem público, durante a pandemia, mas agora explora seus múltiplos ambientes presencialmente e será o local à altura do evento.

A CdC será realizada no CCSP entre os dias 12 e 16 de julho, de quarta a domingo. Com desfiles diários, e à noite às 21h, apresentações musicais para encerramento na sala Adoniran Barbosa. As atrações, reunidas pelo diretor criativo Dudx Araújo, serão especiais e capazes de surpreender e encantar o público.

Em dias específicos, além dos desfiles, a CdC vai promover palestras sobre economia criativa e uma oficina de moda, ministrada pelos criadores Jorge Feitosa, Alexandre dos Anjos e Vicenta Perrotta. Durante todo o evento, designers independentes e autorais, mapeados pelo criador e diretor artistico da Casa de Criadores, André Hidalgo, mostram seu trabalho na feira que ocupa o foyer do CCSP, numa iniciativa pensada para estimular o escoamento da produção desses criativos. Nos últimos três dias de evento, os desfiles tomam os jardins da instituição, levando o evento para as áreas externas do CCSP.

Na passarela, são muitas as estreias – afinal, a vocação da Casa de Criadores é revelar talentos. Os nomes que cruzam a passarela do evento pela primeira vez são as marcas Estúdio Cena (@estudiocena), Guilherme Valente (@guilhermevalente___), Sherida (@sherida_____), Lara (@roupas.lara), Jacobina (@jacobinaofficial), Volat (@volatbrand), Plataforma Açu (@plataformaacu) e SOUJÊ (@artsouje)

PROGRAMAÇÃO

Dia 11.07 - Terça-feira

De 14h às 18h - Espaço Missões

Oficina de Criadores - Aula inaugural com Alexandre dos Anjos, Jorge Feitosa e Vicenta Perrotta

Dia 12.07 - Quarta-feira

De 10h às 13h - Espaço Missões

Oficina de Criadores - Aula Transmutação Têxtil - Vicenta Perrotta

De 14h às 18h - Espaço Missões

Oficina de Criadores - Aula SULANCA: Têxtil-Moda-Vestuário - Jorge Feitosa

De 14h às 22h - Foyer

Feira de Criadores CDC + BAFU Origens

17h - Sala Ademar Guerra

Desfile - Souje, UMS 458 - LL e Ken-gá

18h30 - Sala Ademar Guerra

Desfile - NotEqual, Plataforma Açu e Nalimo

20h - Biblioteca

Desfile - Dario Mittmann, Cynthia Mariah e Estúdio Traça

Dia 13.07 - Quinta-feira

De 10h às 13h - Espaço Missões

Oficina de Criadores - Aula Transmutação Têxtil - Vicenta Perrotta

De 14h às 18h - Espaço Missões

Oficina de Criadores - Aula Design e Criação - Alexandre dos Anjos

De 14h às 22h - Foyer

Feira de Criadores CDC + BAFU Origens

17h - Sala Ademar Guerra

Desfile - Da Silva Santos Neves (fashion film), PIM (Periferia Inventando Moda) - Dellum e X-Brand, Alexei

18h30 - Sala Ademar Guerra

Desfile - Estúdio Cena, Vittor Sinistra

20h - Biblioteca

Desfile - Cozonosan, Sillas Filgueira, Woolmay Mayden

21h - Sala Adoniran Barbosa

Show - Jup do Bairro

Dia 14.07 - Sexta-feira

De 10h às 13h - Espaço Missões

Oficina de Criadores - Aula Transmutação Têxtil - Vicenta Perrotta

De 14h às 18h - Espaço Missões

Oficina de Criadores - Aula SULANCA: Têxtil-Moda-Vestuário - Jorge Feitosa

De 14h às 22h - Foyer

Feira de Criadores CDC + BAFU Origens

16h - Jardim

Desfile - Berimbau

17h - Sala Adoniran Barbosa

Desfile - Sim Sukeban, Shitsurei

18h30 - Sala Ademar Guerra

Desfile - Felipe Caprestano, Alexandre dos Anjos, Felipe Fanaia

20h - Biblioteca

PIM (Periferia Inventando Moda) - Couto e Riddim, Vou Assim, Mônica Anjos

21h - Sala Adoniran Barbosa

Show - Bebé

Dia 15.07 - Sábado

De 10h às 13h - Espaço Missões

Oficina de Criadores - Aula Transmutação Têxtil - Vicenta Perrotta

De 14h às 18h - Espaço Missões

Oficina de Criadores - Aula Design e Criação - Alexandre dos Anjos

De 14h às 22h - Foyer

Feira de Criadores CDC + BAFU Origens

15h - Sala Adoniran Barbosa

Desfile - Liga Lab (fashion film), Guilherme Valente, Sherida

16h30 - Jardim

Desfile - Pedra

18h - Sala Ademar Guerra

Desfile - Studio AH, Jorge Feitosa, Rober Dognani

20h - Biblioteca

Desfile - Fkawallys (fashion film), Xyboia e Filipe Freire

21h - Sala Adoniran Barbosa

Show - Juçara Marçal

Dia 16.07 - Domingo

De 12h às 20h - Foyer

Feira de Criadores CDC + BAFU Origens

15h - Sala Adoniran Barbosa

Desfile - Lara, Jacobina, Volat

16h30 - Jardim

Desfile - Leandro Castro

18h - Sala Ademar Guerra

Desfile - Projeto Mottainai, Ellias Kalleb

20h - Biblioteca

Desfile - Grupo Cria, Guma Joana x Yhra, Jal Vieira

SERVIÇO

Evento: Casa de Criadores - Edição 52

Data: De 12 a 16 de julho

Local: Centro Cultural São Paulo (CCSP) - Rua Vergueiro, n. 1000, Paraíso, São Paulo - SP

SOBRE O CENTRO CULTURAL SÃO PAULO

O Centro Cultural São Paulo é um equipamento público, promotor e potencializador de arte e cultura da cidade de São Paulo, vinculado à Secretaria Municipal de Cultura. Desde 1982, ano de sua fundação, atua com o objetivo de estabelecer na capital um espaço múltiplo, democrático e que abarque diversas expressões artísticas, culturais e educativas. Dentre suas atividades estão a realização de programações culturais, oferecimento de bibliotecas, promoção de visitas guiadas e salvaguarda de acervos, prezando pelo encontro, troca de conhecimentos e livre acesso da sociedade como um todo.

da redação com informações da Agência Lema

CONECTADO NO PLANETA - PARCERIA MALWEE E WWF BRASIL

worldfashion • 16/06/23, 15:04

A Malwee, marca catarinense presente em mais de 20 mil pontos de venda pelo Brasil e faz parte do Grupo Malwee. É uma empresa reconhecida como uma das 20 marcas mais transparentes do mundo pelo Índice de Transparência da Moda Brasil, nos últimos 5 anos, além de ser referência internacional em iniciativas sustentáveis. Sua moda é democrática, pensada para diferentes biotipos, idades e estilos; nos segmentos feminino, masculino, plus size e infantil. Quem veste Malwee carrega roupas que contam histórias duradouras. É para o bem das pessoas e do planeta que lança coleção ‘Conectado no Planeta’ em parceria com o WWF-Brasil, com estampas de dois dos animais emblemáticos da fauna brasileira ameaçados pela destruição da natureza

Os animais escolhidos para estampar as peças foram o lobo-guará e onça-pintada, além do panda gigante, símbolo da organização dedicada à conservação da vida e que está no Brasil desde 1996. O lobo-guará e a onça-pintada foram os representantes escolhidos para os desenhos em aquarela, de uma lista que passa das 1.200 espécies em risco no Brasil. O panda gigante, símbolo da ONG, finaliza o trio que aparece na coleção

A parceria traz peças atemporais confeccionadas a partir de matérias-primas que geram menos impacto no meio ambiente; com modelagens confortáveis e estampas artísticas dos animais em aquarela. As camisetas foram feitas em meia malha em algodão orgânico, cujo consumo de água é menor e polui menos o solo durante o cultivo da fibra. Parte do moletom foi produzido com algodão reciclado, que diminui o descarte de resíduos na natureza. Ao todo, o mix conta com 20 peças, compreendendo também o público infantil, com itens da Malwee Kids, que traz camisetas, moletons, vestidos-moletons e pijamas.

A coleção estará à venda a partir do dia 20 de junho, no e-commerce, lojas multimarcas e nas lojas da rede Aqui Tem Malwee em todo o Brasil.

“A parceria com o WWF-Brasil é mais uma iniciativa que reafirma nosso compromisso com uma moda sem ansiedade e cada vez mais consciente. Com esta coleção, queremos dar luz para a questão dos animais que têm suas vidas ameaçadas, algo que está diretamente ligado ao cuidado com o meio ambiente. Sabemos que os impactos da indústria da moda ao planeta são bastante severos, por isso é imprescindível entender que, além de investir em tecnologias para diminuir os resíduos e descartes, precisamos nos unir e fazer parcerias com organizações, como o WWF-Brasil, que tenham como objetivo encontrar soluções para que as pessoas e a natureza possam viver em equilíbrio”, afirma Renato Martins, Gerente de Projetos ESG e Comunicação Institucional do Grupo Malwee.

ESG na prática: Novos critérios para o consumidor do futuro

Renato destaca que os debates sobre assuntos que envolvem sustentabilidade estão incentivando os consumidores a pensar criticamente sobre suas compras e avaliar suas necessidades reais, fora as questões mais ligadas às práticas trabalhistas e sustentáveis. Nos próximos anos, segundo um relatório da Saxo, empresa especialista em tecnologia financeira e investimentos, mais de um terço da Geração Z não irão comprar itens de marcas que não sejam ecologicamente corretas ou não prezem pela igualdade e diversidade. Além disso, 51% disseram que a sustentabilidade ambiental, o comércio ético e transparente de uma marca se tornaram um fator importante na forma como compram roupas, acessórios e sapatos, nos últimos 12 meses.

Desta forma, a coleção chega para incentivar o diálogo sobre as ações mais proativas para o bem da fauna e flora nacionais. Mesmo com inúmeras iniciativas para preservação ambiental, a lista de espécies em risco não diminui. É o que aponta o último relatório feito pelos especialistas do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, cuja conclusão diz que o Brasil tem 1.249 espécies de animais ameaçadas, entre eles o mico-leão dourado, o pica-pau-amarelo, além da onça-pintada e o lobo-guará.

“A crise climática é acompanhada pela perda da biodiversidade em várias partes do mundo, inclusive no Brasil. Isso significa que, se a gente não cuidar do planeta em que vivemos, algumas espécies podem desaparecer, impactando todo um ecossistema. Por isso, toda ação que vise reduzir os impactos no planeta e aumentar a conscientização e a conservação de espécies ameaçadas é bem-vinda”, avalia Felipe Feliciani, analista de Conservação do WWF-Brasil.

Com a missão de construir um futuro em que as pessoas vivam em harmonia com a natureza, conservando a diversidade biológica mundial, assegurando que o uso de recursos naturais renováveis seja sustentável, e promovendo a redução da poluição e do desperdício, o WWF-Brasil quer se conectar com as pessoas e marcas, para inspirar mudanças positivas. “Há urgência em mudar nosso jeito de viver de maneira sistêmica – empresas aumentando a oferta de produtos que respeitem a vida das pessoas e da natureza, e nós aumentando nossas escolhas seguindo esse compromisso. Menos coisas, mais coerentes com o que acreditamos”, finaliza Gabriela Yamaguchi, Diretora de Engajamento do WWF-Brasil, uma ONG brasileira que há 26 anos atua coletivamente com parceiros da sociedade civil, academia, governos e empresas em todo país para combater a degradação socioambiental e defender a vida das pessoas e da natureza. Estamos conectados numa rede interdependente que busca soluções urgentes para a emergência climática.

da redação com informações da Malwee Assessoria Buzzing PR   e informaçoes da WWF BRASIL pela AViV Comunicação

VAREJO - C&A

worldfashion • 14/06/23, 14:33

A varejista acaba de anunciar o lançamento de sua primeira coleção de jeans com algodão certificado e rastreavel. A matéria-prima utilizada atende a um completo protocolo, que abrange desde o respeito ao meio ambiente e às leis trabalhistas, até o zelo pela eficiência econômica. Já a rastreabilidade é garantida pela tecnologia blockchain, que funciona como um banco de dados que registra todo o processo de produção das peças, da plantação do algodão nas fazendas até o produto na loja. Por meio de um QR Code disponível na etiqueta do jeans, a cliente pode conferir todos os passos da roupa adquirida.

O projeto foi viabilizado, em parceria com o movimento Sou de Algodão, pelo programa SouABR (Sou de Algodão Brasileiro Responsável), primeiro programa de rastreabilidade por blockchain da indústria têxtil nacional, ambos criados pela Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão ), e apresenta três modelos de jeans, mais de 7,8 peças, disponíveis em 174 lojas físicas pelo Brasil, além do app e do site da C&A.

Para Hussein Rodrigues, diretor comercial da marca, a rastreabilidade vai além da transparência sobre a origem do produto e as etapas de produção, também contribui para reduzir riscos socioambientais e oferece uma opção de compra mais consciente à nossa cliente. “A C&A entende seu papel como indutora dessas boas práticas ao mercado e sabe que a iniciativa é um ponto importante no processo de conscientização dos parceiros e, também, da cliente. A coleção é mais um grande passo em nosso compromisso de oferecer uma moda cada vez mais sustentável, responsável e com transparência. Além do algodão, temos a intenção de expandir a rastreabilidade para as coleções produzidas com viscose e poliéster mais sustentável”, destaca.

Para Alexandre Schenkel, presidente da Abrapa, a consumidora dessa coleção exige uma transformação na moda e, por isso, os produtores estão buscando entregar o que se pede: responsabilidade e transparência. “Em 2012, criamos um protocolo único para todos os produtores brasileiros: o programa ABR (Algodão Brasileiro Responsável). É uma jornada longa conseguir levar essa certificação até a palma da mão do consumidor. Por isso, temos muito orgulho quando marcas como a C&A se unem a nós para fazer isso acontecer. Juntamos 18 fazendas e 17 produtores para produzirem a fibra que resultou em mais de 10.200 metros de tecido e 133.695 kg de fios. Tudo para atender essa cliente especial”, comemora.

A certificação ABR possui 183 itens de verificação distribuídos em oito critérios: contrato de trabalho, proibição do trabalho infantil, proibição de trabalho análogo a escravo ou em condições degradantes ou indignas, liberdade de associação sindical, proibição de discriminação de pessoas, segurança, saúde ocupacional, meio ambiente do trabalho, desempenho ambiental e boas práticas.

Sobre Sou de Algodão

É um movimento único no Brasil que nasceu em 2016 para despertar uma consciência coletiva em torno da moda e do consumo responsável. Para isso, a iniciativa une e valoriza os profissionais da cadeia do algodão, dialogando com o consumidor final com ações, conteúdo e parcerias com marcas e empresas. Outro propósito é informar e democratizar o Algodão Brasileiro Responsável (ABR), que segue rigorosos critérios ambientais, sociais e econômicos, representando 42% de toda a produção mundial de algodão responsável.

Sobre a C&A

A C&A é uma empresa de moda focada em propor experiências que vão além do vestir. Fundada em 1841 pelos irmãos Clemens e August na Holanda, a C&A entende e defende a moda como um dos mais fundamentais canais de conexão das pessoas consigo mesmas, com todos à sua volta e, por isso, coloca os seus clientes no centro da estratégia. Uma das maiores varejistas de moda do mundo, a C&A chegou ao Brasil em 1976 quando inaugurou a sua primeira loja no shopping Ibirapuera, em São Paulo (SP). Atualmente, a companhia opera mais de 335 lojas em todo o território nacional, além do seu E-commerce. Listada na bolsa brasileira (B3) desde outubro de 2019, a C&A é pioneira em diversas inovações em seu segmento a partir da oferta de serviços e soluções digitais e omnicanais, visando ampliar experiência on e off line dos seus clientes. Com cerca de 15 mil colaboradores em todo o país e presente na vida de um milhão de clientes por dia, a empresa se destaca ainda por oferecer uma moda jovem, inovadora, diversa e inclusiva para mulheres, homens e crianças, além da sua linha de fashiontronics, que conta com uma ampla variedade de celulares, smartphones e relógios e o Galeria C&A, marketplace que comercializa itens de decoração, pet, joias, entre outros segmentos. Ainda, a empresa tem iniciativas consolidadas de ESG (Governança Ambiental, Social e Corporativa), sendo uma das empresas mais premiadas e reconhecidas internacionalmente por boas práticas de sustentabilidade em prol de uma moda com impacto positivo. Já no aspecto social, por meio do seu braço filantrópico, o Instituto C&A, a varejista atua no fortalecimento de comunidades por intermédio da moda, no voluntariado corporativo, no fomento ao empreendedorismo de grupos em maior vulnerabilidade social e ajudas humanitárias. Desde 2006, a empresa varejista, atua para criar um ecossistema com produção mais responsável e matérias-primas mais sustentáveis. Atualmente, mais de 95% do total de algodão utilizado na produção é adquirido como Better Cotton Initiative (BCI). Além disso, desenvolve e monitora os parceiros em diversas frentes. Em 2022, pelo 5º ano consecutivo, a C&A foi a marca mais bem posicionada (#1) no Índice de Transparência da Moda Brasileira (ITM), iniciativa do Fashion Revolution Brasil, que mede até que ponto as políticas, práticas e impacto social e ambiental de cada cadeia de valor dos maiores varejistas brasileiros são divulgados.

da redação com informações da Máquina CW

VAREJO

worldfashion • 26/05/23, 14:56

Com o objetivo de conectar desejos a realizações, a FANLAB faz parte do Grupo Guararapes, detentor das Lojas Riachuelo, um dos maiores ecossistemas de moda, lifestyle, serviços e produtos financeiros do país. A marca que possui DNA Geek e apresenta produtos licenciados de games, animes, heróis, personagens de filmes e séries, já conhecidas pelo universo pop e busca unir todos os universos em um só lugar. Com mais de 140 personagens, um e-commerce e lojas físicas, a FANLAB contempla peças nacionais a internacionais, licenças exclusivas e itens colecionáveis para casa, pet e pessoas de todas as idades e gêneros.

Uma categoria que alimenta um mercado mundial com cerca de US$ 300 bilhões, segundo levantamento da Licensing International, e movimenta R$ 21,5 bilhões no Brasil, de acordo com dados da Associação Brasileira de Licenciamento de Marcas e Personagens (Abral), o Grupo Guararapes, detentor das lojas Riachuelo, celebra um ano da FANLAB – frente de negócio dedicada ao público geek –, e anuncia o lançamento de mais uma unidade na capital paulista. Prevista para 17 de julho, a nova loja chega no SP Market com 126 m².

“Feita por fãs e para fãs, a FANLAB mostrou neste um ano a força que possui na cultura pop do país. Foram inúmeras ativações e uma estreia ‘arrasa-quarteirão’ em um dos principais eventos geek do mundo, a CCXP. E muitas novidades ainda estão por vir. Novas coleções e participações em eventos do universo pop para deixar os nossos clientes cada vez mais apaixonados”, comemora Thais Castro, Head de Marketing da Riachuelo.

Operando de forma independente, a FANLAB está presente tanto no ambiente físico como no digital, com um e-commerce dedicado e três lojas físicas em São Paulo - uma no Shopping Anália Franco, outra no Shopping Morumbi e a terceira no Shopping Metrô Tatuapé, inaugurada em novembro do ano passado.
Comercializando mais de 140 personagens ativos em produtos que vão desde peças de roupas e acessórios a itens colecionáveis, de decoração, moda casa e mundo pet de diversos universos, a FANLAB, em um ano, teve um crescimento de 229% de variedade de produtos para atender cada vez mais os apaixonados da cultura pop.

Durante esse ano, o serviço de “Print on Demand”, tecnologia que proporciona que os clientes levem para casa um produto personalizado feito na hora, atendeu aos mais variados fãs com um catálogo que passou de 300 para 2 mil estampas. Na plataforma é possível encontrar os últimos lançamentos dos streamings ou até mesmo os personagens mais nostálgicos que fazem parte do imaginário, mas que já não estão mais presentes nas telas e games atuais. O serviço é altamente estratégico para a marca, já que não há desperdício, busca o consumo responsável e entrega exatamente o que o consumidor procura naquele momento. O serviço também já está disponível pelo site da marca e o cliente pode estampas camisetas, moletons e body de bebê.

Com projeto arquitetônico modular que permite um visual merchandising diferenciado, as lojas FANLAB levam uma proposta de conceito lúdico, possibilitando ações de marketing e experiências diferenciadas para esses clientes.

“Estamos muito contentes em comemorar esse primeiro ano de vida da FANLAB! Temos trabalhado muito para trazer um produto com alta qualidade e curadoria para encantar cada dia mais os nossos fãs. A paixão é um dos principais propulsores do consumo do público Geek. Essa é a receita de sucesso da FANLAB, os aficionados pela cultura geek sentem-se em casa ao visitar uma loja e submergir no universo de suas séries, filmes, HQs, games e/ou personagens favoritos”, celebra Julia.

da redação com informações da Loures Comunicação   -  imagens: fotos/divulgação

COLLAB / VAREJO

worldfashion • 16/05/23, 09:07

Com 75 anos de história e mais de 38 mil colaboradores, a Riachuelo trabalha com o propósito de conectar desejos a realizações. Unindo inovação, dinamismo e agilidade para entregar coleções e produtos para todos os públicos, a rede é uma das principais referências do setor e é reconhecida como uma das maiores empresas de moda do Brasil. São mais de 30 milhões de clientes no cartão Riachuelo e mais de 410 lojas próprias espalha das pelo país.
E a marca reforça a valorização de designers brasileiros e seu propósito de conectar o público com as principais tendências do mercado, tornando a moda ainda mais democrática.
Reconhecida pelo olhar curador para parcerias com estilistas nacionais e internacionais, a Riachuelo apostou na sofisticação e atemporalidade de peças e se uniu à Gallerist em uma nova coleção. O grupo de moda e lifestyle, que reúne marcas nacionais e internacionais, conta com a direção das irmãs Amanda, Carolina, Fernanda e Mariana Cassou e será o grande aliado na primeira collab do ano da RCHLO.
Intitulada “Gallerist para Riachuelo”, a coleção reforça a busca por uma moda mais abrangente e durável por meio de uma qualidade superior dos materiais e da mão de obra, além de conectar o consumidor Riachuelo com as principais tendências do mercado.
“Enxergamos a moda como uma plataforma de expressão da individualidade, e as collabs são um caminho eficiente e criativo para alcançar o público e aumentar a visibilidade da nossa marca. Acima de tudo, elas nos permitem democratizar a moda, explorar elementos que fazem parte da linguagem de cada designer, artista ou marca, e conectar tudo isso com o nosso cliente, que está sempre no centro da estratégia do negócio”, complementa Thais Castro, Head de Marketing da Riachuelo.
Pensada para diversas ocasiões de uso, a nova collab reafirma o olhar curador das duas marcas parceiras: de um lado, a Riachuelo, marca nordestina que preza pela produção nacional, e do outro, o forte conceito artsy e o DNA de valorização da moda brasileira da marca Gallerist.
“Esse é o elo que nos conecta e está completamente representado nesta nova coleção.Buscamos os best sellers das nossas marcas próprias e as nossas melhores estampas, definimos o mix em conjunto com a Riachuelo, e nossos times de estilo foram trabalhando sempre em parceria trazendo o olhar de cada marca para dentro da coleção dessa collab”, diz Amanda Cassou, diretora criativa de Framed, uma das marcas autorais de Gallerist.
Com alto valor agregado nas peças e um mood único com shapes modernos, Gallerist para Riachuelo atende aos mais diversos públicos brasileiros, dos que amam a alfaiataria aos que amam o comfy.A novidade conta com peças em tricot, saias, pijamas, blazers, camisas, casacos, vestidos de veludo e a tendência de calças com pregas e cós alto. Em destaque, itens com toque artsy nas cores preto e branco e xadrez em tons terrosos também são vistos nas três marcas do coletivo das irmãs Cassou: Allmost Vintage, Edamami e Framed,
Allmost Vintage - Cheia de personalidade,  como o próprio nome sugere, traz a inspiração vintage com um olhar atual e atemporal para todas suas peças. Na collab para a Riachuelo, esse DNA é traduzido em um loungewear cheio de texturas e superversáteis, que transita tanto dentro quanto fora de casa. Shapes modernos e atuais em materiais como laise, tricoline, fio tinto e viscose acetinada dão vida às peças numa cartela de cores P&B. Em acessórios, shapes orgânicos e pérolas são o destaque. Já para casa, com produtos sofisticados, atemporais e cool, a Allmost Vintage traz almofadas, vasos, cestos e mantas nas cores laranja e verde; kit de travesseiros e tassels com acabamento washed; para servir, bowls em cerâmica pintadas à mão, jogos americanos, copos e potes de mantimentos chegam com elementos gráficos e coloridos para dar um toque especial à mesa.
Framed - Inspirada no universo da arte e decoração,  é uma marca disruptiva para mulheres antenadas e sem medo de ousar, na coleção peças com influência de artistas do movimento cubista, texturas inspiradas em tapeçarias e mobiliário dos anos 1980, além de inusitadas misturas de cores dão vida às peças com shapes atuais e materiais sofisticados. A coleção ainda apresenta básicos coringas de alta qualidade que transitam entre todos os looks propostos e são os matchings essenciais para a alfaiataria que representam fortemente o DNA da marca, com vestidos femininos, padronagens de xadrez, o clássico poá revisitado, a textura do veludo e os tricots de aspecto handmade, que são itens colecionáveis. O duo de cores p&b também está em evidência em peças icônicas como o moleton ying-yang e o vestido envelope que lembra a estética black tie.
Edamami - Para incentivar a liberdade e o conforto para brincar, traz peças modernas e divertidas para o guarda-roupa infantil traduzidos em jardineiras, vestidos, conjuntos, saias, calças e blusas em estampas e tons invernais. As peças que atendem crianças de 0 a 10 anos, foram especialmente confeccionadas na fábrica da Riachuelo, em Natal, com um time dedicado em promover o bem-estar para os pequenos com peças em veludo cotelê, algodão fio tinto e viscose, numa cartela do off-white ao vinho.
Sobre a campanha - Com foco no digital, a campanha tem forte presença nas redes sociais e traz a melhor curadoria de moda com os best sellers da marca. A campanha foi protagonizada por suas fundadoras, as irmãs Cassou ao lado da sócia Luiza Ortiz.
A alfaiataria é o ponto alto da coleção da Framed, marca própria da Gallerist, que pode ser conferida no teaser da campanha. A terceira geração da família Cassou também participou da campanha. As crianças da família vestiram looks que trazem as estampas favoritas da Edamami reeditadas em uma nova cartela de cores. Já a Allmost Vintage contou com as Influencers Stephanei Ribeiro e Carrô Schamall para mostrar o melhor do lifestyle da Gallerist para Riachuelo.

Sobre as Collabs Riachuelo

Focada em mapear o que o público deseja, ao longo dos últimos anos a Riachuelo possui inúmeras parcerias com grandes nomes da moda nacional em seu portfólio, como Oskar Metsavaht, fundador e diretor de arte da carioca Osklen, Thais Gusmão, Cris Barros, Pedro Lourenço, Juliana Jabourt, Zapalla, Martha Medeiros e Lorenzo Merlino, por exemplo, e internacional como Donatella Versace, Karl Lagerfeld e Moschino.

Recentemente a marca lançou o projeto “Viva Arte”, criado para dar visibilidade e promover a valorização de artistas nacionais, como o designer João Incerti, natural do Rio de Janeiro, o baiano Paulo Mariotti e a artista visual paulistana Verena Smit, além do ilustrador recifense Gabriel Azevedo.

Sobre a Gallerist

Fundado em 2011 pelas irmãs Carolina, Fernanda, Mariana e Amanda Cassou, o Gallerist é uma multimarcas que busca novidades entre os novos e talentosos artistas do mercado. Além do trabalho de curadoria de artigos que são vendidos no e-commerce e nas lojas físicas, em 2017 o Gallerist lançou sua primeira marca própria e hoje conta com seis marcas autorais; Framed, marca mais fashionista que veio para complementar o mix de produtos da curadoria; Allmost Vintage, parceria com Luiza Ortiz, que possui forte inspiração retrô; A Clemence, que foca no back to basics e no conforto, sendo ideal para composições com as demais marcas do grupo; Edamami, que traz peças clean, modernas e com cores neutras para o guarda-roupa de crianças de 0 a 11 anos; Linnen, marca de resortwear que transita entre o mood praiano e urbano, assinada por Denise Cassou, mãe da família; E a RSVP, marca mais recente da multimarcas que vem com a proposta de oferecer roupas de festas descomplicadas e acessíveis.

da redação com informações da Loures Comunicação  imagens: fotos divulgação

VISUAL MERCHANDISING

worldfashion • 10/05/23, 09:53

ECOALF
By PhD. Sylvia Demetresco
A empresa Ecoalf, de Madri, conhecida por criar coleções esportivas com roupas 100% feitas de produtos reciclados, em cujas coleções não usam nenhuma matéria bruta, preocupada em criar um link entre sua história, sua materialidade e seu discurso, quis criar uma loja que seguisse seu lema.
Sua fala emblemática é: “BECAUSE THERE IS NO PLANET B”
Para continuar nesta pegada a Ecoalf chama o escritório Nagami para realizar sua nova loja no shopping fora da cidade, Las Rozas Village, em Madri.
O conceito é usar o mesmo ideal, de utilizar materiais recicláveis, para a criação da loja. Foi um projeto milimetricamente estudado e realizado por máquinas de impressão impecáveis e nos mínimos detalhes. Tudo se ajustou antes da montagem da loja. Paredes, prateleiras, mesas, expositoras tudo realizado com plástico reciclado, em impressão 3D.
Foram 3,3 toneladas de plástico retirado do mar. Tudo para reduzir as emissões de CO2; o espaço é todo reciclável. A loja tem 90m² para expor as roupas, acessórios e calçados da
O conceito é usar o mesmo ideal, de utilizar materiais recicláveis, para a criação da loja. Foi um projeto milimetricamente estudado e realizado por máquinas de impressão impecáveis e nos mínimos detalhes. Tudo se ajustou antes da montagem da loja. Paredes, prateleiras, mesas, expositoras tudo realizado com plástico reciclado, em impressão 3D.
Foram 3,3 toneladas de plástico retirado do mar. Tudo para reduzir as emissões de CO2; o espaço é todo reciclável. A loja tem 90m² para expor as roupas, acessórios e calçados da Ecoalf – todos feitos com materiais reciclados e de baixo impacto. Quase que temos a impressão te entrar num iglu gelado, escorregadio, brilhante, como o gelo, ao ver a loja! Luz branca azulada, iluminação fria na maior parte do espaço com focos de luz solar nos produtos; a sensação das paredes e mesas com estrias como rajadas de vento e de gelo; e a textura apesar de toada a sensação de gelo, é agradável, morna, suave.
Exposição de tênis num espaço curvo; prateleiras lisas e longas mostram as roupas; cabideiros entre duas lâminas de gelo; chão brilhante e displays quadrados como blocos de gelo. Resultado realizado a partir de garrafas de plástico, pneus, nylon… todos os resíduos plásticos recolhidos foram transformados em materiais têxteis para criar suas coleções sustentáveis e eco responsáveis mas, também, na construção do espaço, como forma de reciclar o plástico, de forma arquitetônica, em todos os cantos da loja.
A empresa NAGAMI está na vanguarda da arquitetura sustentável; com design e tecnologia para aumentar a conscientização sobre a mudança climática e inspirar mudanças, foi o que disse
Exposição de tênis num espaço curvo; prateleiras lisas e longas mostram as roupas; cabideiros entre duas lâminas de gelo; chão brilhante e displays quadrados como blocos de gelo. Resultado realizado a partir de garrafas de plástico, pneus, nylon… todos os resíduos plásticos recolhidos foram transformados em materiais têxteis para criar suas coleções sustentáveis e eco responsáveis mas, também, na construção do espaço, como forma de reciclar o plástico, de forma arquitetônica, em todos os cantos da loja.
A empresa NAGAMI está na vanguarda da arquitetura sustentável; com design e tecnologia para aumentar a conscientização sobre a mudança climática e inspirar mudanças, foi o que disse Javier Goyeneche, fundador da Ecoalf, e pediu para focar nesta conscientização aos arquitetos, para criarem este projeto, por hora, único.

da redação

VAREJO

worldfashion • 04/05/23, 14:25

Um ano após inovar no mercado brasileiro ao lançar uma coleção piloto criada de forma digital, a Renner vem expandindo o uso da tecnologia tridimensional (3D) no seu processo de desenvolvimento de produto. No final de abril, chegou às lojas físicas e ao e-commerce uma coleção feminina de Get Over, linha esportiva da marca, com quase 90 peças desenvolvidas de ponta a ponta com 3D, utilizando ferramentas avançadas em todas as etapas de concepção dos itens, incluindo o desenho, modelagem e aprovação das roupas.

Atualmente, aproximadamente 40% dos produtos femininos de Get Over já são criados de forma totalmente virtual, com 3D. A marca é precursora na incorporação da moda phygital ao varejo, com os times de design trabalhando em colaboração com o Hub Digital e com o Lab de Inovação, núcleos multidisciplinares criados pela Renner para impulsionar a inovação no negócio.

A tecnologia tem gerado à empresa ainda mais agilidade e sustentabilidade no desenvolvimento dos produtos. Nesta coleção de Get Over, por exemplo, a digitalização de processos permitiu reduzir em 25% o tempo de desenvolvimento técnico do produto, que é o tempo que leva desde a concepção de um item até a sua disponibilização para venda. Já a geração de amostras físicas para aprovação da coleção foi 50% menor que o convencional.


“Ao ampliar a aplicação das ferramentas de moda digital no fluxo de desenvolvimento de coleções, garantimos maior eficiência ao trabalho de criação, permitindo à Renner e aos nossos fornecedores, responsáveis pela fabricação das peças, reagir de forma cada vez mais rápida aos desejos dos clientes, com assertividade e baixo volume de estoques. A iniciativa também está totalmente alinhada à nossa estratégia ESG, usando a inovação a serviço da sustentabilidade”, diz o diretor de Produto da Lojas Renner, Henry Costa.

O processo envolve uma série de passos: desenho de roupas em um ambiente virtual, de forma rápida e intuitiva; existência de uma biblioteca de materiais têxteis digitais e manequins digitais, que possibilitam experimentar texturas e cores em peças que se ajustam a diferentes tipos de corpos; visualização em tempo real, para que os designers vejam como as criações ficarão no mundo online antes de produzi-las fisicamente; e aprovação das peças em todas as etapas, diminuindo a necessidade de amostras físicas. A Renner usa o software coreano CLO3D — principal simulador de moda digital do mundo.

Comunicação segue o formato phygital

O fortalecimento deste conceito phygital e o lançamento da nova coleção de Get Over reafirmam o pioneirismo da Renner em moda digital no mercado brasileiro. A marca foi a primeira grande varejista do país a fazer uma coleção piloto com tecnologia tridimensional, como parte da sua campanha Outono Inverno do ano passado. De lá pra cá, realizou desfiles em 3D outras experiências unindo o mundo físico ao digital.

Agora, a comunicação dos novos produtos de Get Over também carrega uma pegada inovadora e phygital. As fotos que estarão no e-commerce e nas redes sociais vão misturar imagens das peças em 3D com modelos reais vestindo as roupas físicas. A campanha terá ainda a participação de influenciadores parceiros da marca e da Rennata, persona digital da Renner.

Sobre a Lojas Renner - Constituída em 1965, a Lojas Renner S.A. abriu capital em 1967 e se tornou, em 2005, a primeira corporação brasileira com 100% das ações negociadas em bolsa e está listada no Novo Mercado, grau mais elevado dentre os níveis de governança corporativa da B3. Seu ecossistema de moda e lifestyle é formado pelas seguintes marcas: Renner, que tem roupas e acessórios para todos os estilos; Camicado, do segmento de casa e decoração; Youcom, especializada em moda jovem; Ashua Curve & Plus Size, que oferece roupas nos tamanhos 46 a 54; e Repassa, plataforma de revenda de roupas, calçados e acessórios.

Atualmente, são mais de 660 lojas em operação, considerando todos os negócios do ecossistema. Além de estar presente no Brasil com todas as suas marcas, a Companhia iniciou seu processo de internacionalização ao inaugurar unidades da Renner no Uruguai a partir de 2017 e na Argentina em 2019. A Lojas Renner S.A. é formada ainda pela Realize CFI, que apoia a atividade de varejo através da oferta e gestão de produtos financeiros; e pela Uello Tecnologia, uma logtech nativa digital focada em soluções para entregas urbanas.

da redação com informações da FSB Comunicação - imagens: fotos divulgação

VAREJO

worldfashion • 20/04/23, 15:26

A SHEIN, varejista global online de moda, beleza e estilo de vida, anuncia hoje que fará um grande investimento no Brasil, a fim de tornar o País um pólo mais moderno de produção têxtil e de exportação para a América Latina. A empresa planeja estabelecer parceria com dois mil fabricantes locais e criar aproximadamente 100.000 empregos nos próximos três anos para produzir peças com a marca SHEIN.

Para apoiar os fabricantes brasileiros e aumentar a competitividade, a companhia investirá inicialmente 750 milhões de reais para fornecer tecnologia e treinamento aos fabricantes a fim de atualizar seus modelos atuais de produção para o modelo sob demanda da SHEIN. Isto permitirá aos produtores locais gerenciar melhor os pedidos, reduzir o desperdício e diminuir o excesso de estoque, resultando em uma maior agilidade para responder à demanda do mercado. Além de beneficiar as comunidades locais, o onshoring (produção no mercado onde o bem será consumido) da manufatura também contribuirá para a competitividade geral da indústria têxtil com o potencial de aumentar as exportações.

“A chave para nossa estratégia de crescimento é alavancar nossa escala global e excelência operacional para apoiar e contribuir para as economias e ecossistemas locais”, afirma Marcelo Claure, Chairman da SHEIN para a América Latina. “Temos visto grande sucesso no Brasil desde nosso lançamento em 2020 e, com a crescente demanda dos consumidores, vimos a oportunidade de localizar mais a nossa cadeia de fornecimento para beneficiar os consumidores, as pequenas empresas e a economia em geral”, ressalta Claure.
“Começamos a trabalhar com a SHEIN recentemente e, desde então, atingimos um crescimento de 120%. A empresa tem uma clara metodologia de trabalho e know-how para estruturar a indústria para o comércio eletrônico. Um dos maiores diferenciais da companhia é a agilidade na análise do desempenho de vendas do produto e a rápida reposição dos mesmos, feito de forma automática”, disse Kauê Chofi, proprietário da fábrica têxtil Naif.

MARKETPLACE

Além do investimento na fabricação no Brasil, a SHEIN anuncia hoje seu marketplace para vendedores locais para atender às demandas dos clientes brasileiros por uma variedade muito maior de produtos e categorias, bem como tempos de entrega mais rápidos. O modelo do marketplace começou a ser testado no País em 2022.

Um dos objetivos do marketplace é ajudar a capacitar a comunidade de vendedores locais para alcançar a base de clientes da empresa por meio do site e do aplicativo da companhia. Além disso, o modelo de marketplace também permite que os vendedores possam aproveitar ainda a vasta experiência em marketing, redes sociais, logística e ecossistema de distribuição da SHEIN.

“O Brasil é um mercado importante para nós, e estamos comprometidos em continuar a apoiar o crescimento econômico e o sucesso da SHEIN por todo o País”, acrescenta Felipe Feistler, General Manager da empresa no Brasil. “Nosso objetivo é apoiar os fabricantes e fornecedores brasileiros para que possam aumentar seu alcance e crescimento no Brasil, bem como agir como um bloco de construção para futuras oportunidades globais”, ressalta Feistler.
“Graças ao apoio e ao alcance do marketplace da SHEIN, vimos um aumento nas vendas de cerca de 220% em apenas três meses. Alcançamos consumidores que de outra forma não teríamos alcançado e, como resultado, dobramos nossos números de pedidos diários. Nos dias de promoção, as vendas aumentaram incríveis 300%”, comenta João Paulo Galvão, proprietário da Moderna & Slim e vendedor local do marketplace da companhia.

O modelo do marketplace da companhia também tem apoiado os vendedores locais para que as suas marcas sejam reconhecidas como marcas de moda, ao contrário de outros marketplaces, onde isso não ocorre. A expectativa da SHEIN é que, até o final de 2026, cerca de 85% de suas vendas sejam locais, tanto de fabricantes como de vendedores.

da redação com informações da BCW-Global  imagem: foto divulgação

TECNOLOGIA

worldfashion • 18/04/23, 10:18

Não foi à toa que a BBC - British Broadcasting Corporation, elegeu o código de barras como “uma das 50 inovações que transformaram a economia moderna”. Desde a sua criação, em 1973, este simples código é utilizado atualmente em mais de 1 bilhão de produtos que são lidos nos checkouts no mundo todo.

O código de barras mudou para sempre a nossa experiência de compra no varejo. Apesar de parecerem todos iguais, cada código de barras identifica um produto de forma exclusiva. Graças aos padrões GS1, uma simples leitura conecta um produto físico a diversas informações ao longo da cadeia de suprimentos. Essa mudança proporcionou novas experiências para o consumidor, que passou a ter mais qualidade no atendimento e ser mais bem informado ao longo do tempo. Agora, uma nova transformação está em curso e traz resultados positivos para a qualidade de vida dos consumidores, além de muito mais agilidade e economia para as empresas.

E vem aí a nova geração de código bidimensional — 2D — tem mais capacidade de fornecer dados confiáveis e precisos a consumidores, empresas e agências reguladoras. Na área da saúde, proporciona mais segurança a profissionais e pacientes. O código 2D pode contar a “história” de um produto: de onde vem, dados nutricionais, composição, rastreabilidade e muito mais. Esse foi um movimento global, que teve início no fim de 2020, quando a GS1 iniciou o processo de transição dos códigos de barras tradicionais para o bidimensional, num trabalho conjunto com os principais players do setor de varejo. São mais de 20 países — incluindo China, EUA, Austrália e Brasil — que já iniciaram pilotos de sucesso.

Para João Carlos de Oliveira, presidente da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, “a transição para a nova geração de códigos de barras, o chamado código 2D, vai favorecer a cadeia de suprimentos com mais agilidade, eficiência, economia e rastreabilidade”.

O brasileiro conhece o código de barras desde 1983, quando entidades representativas de vários setores da indústria e do varejo se juntaram para promover a automação comercial. Foi criada então a Associação Brasileira de Automação Comercial (ABAC). Posteriormente, passou a ser chamada EAN Brasil e, mais adiante, Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil. São 40 anos de trabalho no País que contribui para o desenvolvimento de tecnologias e soluções para toda a cadeia de suprimentos, com o objetivo de inserir associados e parceiros numa rede global de crescimento contínuo e sustentável.

Durante essas quatro décadas, a GS1 Brasil apoiou vários projetos que colaboraram com a evolução na gestão de processos e de adoção de novas tecnologias. Essa forte atuação fez com que empresas de diversos setores da economia se tornassem mais modernas e eficientes. Além disso, o consumidor ganhou mais agilidade no atendimento e segurança ao ter acesso a informações qualificadas de produtos, fornecidas diretamente pelos donos das marcas.

Hoje, a GS1 Brasil conta com mais de 58 mil associados que representam 36% do PIB nacional e 12% dos empregos formais, com duas sedes no país, uma em São Paulo e outra em Brasília. O escritório do Distrito Federal tem como objetivo expandir a representatividade da organização junto aos órgãos governamentais em áreas de interesse público e privado.

A GS1, organização responsável mundialmente pelo código de barras, também evoluiu nas últimas cinco décadas para uma organização de padrões e serviços, atualmente presente em 116 países. A GS1 promove a transformação digital de empresas de todos os tamanhos e diversos setores, contribuindo para o desenvolvimento e modernização dos negócios.

As informações disponíveis sobre um produto nas prateleiras do mercado não se limitam mais apenas ao espaço físico das embalagens. Agora, o consumidor terá acesso a muito mais informações sobre o item que coloca no carrinho por meio das “embalagens estendidas”. Isso é possível graças à leitura do código 2D, que começa a conquistar espaço nos rótulos dos produtos. Ao apontar a câmera do celular para o código 2D, o cliente poderá acessar diferentes dados, inclusive todo o caminho percorrido desde a escolha da matéria-prima até chegar ao ponto de venda.

A utilização do código 2D tem sido cada vez mais presente na indústria de suprimentos, uma vez que ele permite a inserção de uma grande quantidade de informação. Com um smartphone em mãos é possível, em poucos cliques, saber detalhes sobre a produção, transporte, armazenamento e comercialização de um item com transparência, o que permite uma relação de confiança maior entre o fabricante, seu produto e o cliente.

O Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial demonstra confiança da indústria neste ano ao mostrar crescimento em janeiro e fevereiro. Segundo esse indicador que mede a intenção da indústria de transformação em lançar produtos quando solicita o cadastro de códigos de barras, o setor que mais está programando novidades é o de vestuário.

Medido pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, gestora dos códigos de barras, o índice demonstra crescimento de 54,1% em fevereiro na intenção da indústria de vestuário em lançar produtos em relação a janeiro deste ano. Já no acumulado de 12 meses, o crescimento foi de 24,6%, o que demonstra um bom cenário para 2023. Para Virginia Vaamonde, CEO da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, “o resultado do índice de uma forma geral nos traz boas perspectivas para o ano com relação a intenção de lançamento de produtos e esperamos que esse otimismo se reflita para próximos meses.”

Entenda o índice

Índice antecedente de produção industrial que mede a intenção de lançamento de produtos no Brasil, por meio dos pedidos de códigos barras pelas empresas.

ORIGINAL — dado bruto reflete as solicitações de GTIN mês a mês.

DESSAZONALIZADO — série livre de efeito sazonal, exclui efeitos típicos de meses específicos e permite uma avaliação mais intuitiva de tendência do crescimento da série entre os meses (ex. comportamento histórico de aumento de pedidos por conta de datas comemorativas).

O Índice GS1 Brasil de Atividade Industrial será divulgado:

Todo 1º dia útil do mês

Primeiro indicador antecedente de Indústria a ser divulgado

Poder explicativo adicional — não direto — com significância estatística

Relacionado com Inovação — portfólio de produtos das empresas

Setores relacionados com CNAE — Divisão 10 a 33

Número Índice (Base: média de 2012 = 100)

Com mais de 50 anos de experiência no mercado, a UnidaSul viu nessa tecnologia uma forma de aprimorar a relação de confiança com seus consumidores, e tornou-se exemplo na utilização do código 2D em suas embalagens. Além disso, a padronização para o uso do código pela Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil fomenta o vínculo entre o produtor e o consumidor final. Seja na apresentação do produto de maneira aprofundada, seja na criação da ponte de contato efetivo entre cliente e produtor para esclarecer dúvidas ou encaminhar sugestões. “No padrão GS1, os envolvidos na cadeia agroalimentar vão ter a capacidade de identificar essas informações, justamente por elas estarem organizadas e padronizadas”, destaca Douglas Figueiredo, gerente de produção da UnidaSul.

Além de proporcionar uma experiência mais completa na hora das compras, os códigos 2D inseridos nas embalagens têm impacto direto na rastreabilidade e no monitoramento de determinados produtos. Para os consumidores, isso significa ter acesso a informações sobre o produtor, a origem do produto, data de colheita, dados nutricionais expandidos e até mesmo possíveis promoções. Por meio dessa embalagem inteligente, o cliente pode saber de onde e como vêm os produtos que vão chegar até a sua mesa e tomar decisões mais conscientes sobre qual tipo de produto deseja adquirir.

Se para o consumidor final as embalagens estendidas servem como uma garantia maior de qualidade no que vai comprar, para a indústria ir além do código barras usual também tem um impacto direto nos atributos oferecidos pelas empresas. Dentro das possibilidades de rastreabilidade e monitoramento, permitidas por essa tecnologia, é possível destacar a transparência nas informações passadas para os clientes, assim como a eficiência na hora de identificar possíveis problemas na cadeia produtiva. Ainda, com a aplicação do código 2D é possível fazer a gestão da data de validade dos produtos e possíveis inconformidades, o que reforça a garantia da qualidade.

Atuante nos ramos do atacado, varejo e atacarejo, além de distribuição, fabricação, transporte e logística de bens de consumo, a UnidaSul trabalha para inserir as embalagens estendidas nos seus produtos do setor Frutas, Legumes ou Verduras (FLV). Em 2019, a empresa passou a integrar o Programa de Rastreabilidade e Monitoramento dos Alimentos (Rama), o qual visa trazer maior precisão na identificação da origem do produto, fortalecer boas práticas agrícolas e prover informação para todos os agentes na cadeia de produção alimentícia. O Rama foi criado pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras).

Sobre o Código 2D

O código 2D, como o próprio nome já diz, é um código bidimensional, que possui a capacidade de armazenar muito mais informações que o código de barras linear, como data de validade, lote, número de série, dados nutricionais, entre outros. Enquanto o código de barras tradicional carrega 13 dígitos, o bidimensional pode conter milhares de dígitos, além de permitir a impressão em uma área muito menor na embalagem. Estamos falando de uma verdadeira revolução tecnológica, possibilitando à indústria e ao varejo, físico ou digital, simplificar processos, melhorar gestão e controle de estoques, monitorar a data de validade, além de prevenir perdas. Para os consumidores, permite garantir a autenticidade dos produtos e a melhor experiência de compra.

Sobre a UnidaSul

Com mais de 55 anos de história, a UnidaSul atua nos ramos de atacado, varejo, atacarejo, distribuição, fabricação, transporte e logística de bens de consumo. Desde a união entre a Comercial Unida e a Comercial Rissul, em 2006, a UnidaSul conta com cerca de 7 mil colaboradores e atende diferentes pontos no Rio Grande do Sul com uma grande diversidade de produtos. Em 2019, a empresa passou a investir no rastreamento e monitoramento das mercadorias comercializadas — práticas que garantiram o Prêmio Automação 2002, da Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil.

Sobre a Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil

A Associação Brasileira de Automação-GS1 Brasil, é uma organização multissetorial sem fins lucrativos que representa nacionalmente a GS1 Global. A entidade conta com cerca de 58 mil associados que representam 36% do PIB nacional e 12% dos empregos formais. Em todo o mundo, a GS1 é responsável pelo padrão global de identificação de produtos e serviços (Código de Barras e EPC/RFID) e comunicação (EDI e GDSN) na cadeia de suprimentos. Além de estabelecer padrões de identificação de produtos e comunicação, a associação oferece serviços e soluções para as áreas de varejo, saúde, transporte e logística.

da redação com informações da DFreire Comunicação e Negócios