Presidente da Abit participa de audiência pública sobre Guerra nos Portos

admin • 20/03/12, 21:43

Aguinaldo Diniz Filho, presidente da Abit participa nesta quarta-feira 21, às 14h, de audiência pública em Brasília, para debater o Projeto de Resolução do Senado (PRS) 72/2010, que uniformiza a cobrança de ICMS para operações interestaduais com bens e mercadorias importados. De autoria do senador Romero Jucá (PMDB-RR), a proposta tem objetivo de dar fim à Guerra dos Portos, tendo como alvo os dez estados queconcedem incentivos aos importados em detrimento do produtor nacional. A audiência no Senado será na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), presidida pelo senador Delcídio do Amaral, e contará com vários expositores: Aguinaldo Diniz Filho (Abit), Paulo Pereira (Força Sindical), Jorge Gerdau (Aço Brasil) e Luz Aubert (Abimaq), dentre outros como juristas e economistas. Cerca de 62%  das importações de têxteis  e confeccionados em 2011  passaram por estados que concedem este tipo de incentivo via ICMS e atendência é crescente, caso nada seja feito para corrigir este verdadeiro crime contra os brasileiros. Esse “fogo amigo” de cessar o quanto antes” pede  Aguinaldo Diniz Filho.

SEBRAE-SP e COUROMODA incentivando o crescimento do pequeno varejo

admin • 19/09/11, 17:13

O SEBRAE-SP e a COUROMODA estão organizando, em uma ação conjunta, um projeto que tem como objetivo alavancar o pequeno varejo do interior de São Paulo. Funciona da seguinte maneira: serão criadas caravanas que levarão pequenos lojistas de calçados, confecções e outros segmentos para visitar as feiras COUROMODA 2012 e São Paulo Prêt-à-Porter, que acontecerão em São Paulo, de 15 a 19 de janeiro de 2012. As caravanas serão subsidiadas pelo SEBRAE-SP, e partirão de diversas cidades do interior do estado para que os participantes possam conferir as novidades das feiras e firmar novos negócios e parcerias, potencializando assim o crescimento do micro e pequeno empresário que muitas vezes encontra dificuldade de ter acesso a informação de moda e novos negócios.

Emprego e competitividade

admin • 16/09/11, 15:24

Aguinaldo Diniz Filho*

Exercitando seu legítimo papel de representação classista, a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT) encaminhou ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior sugestões cruciais para o resgate da competitividade do setor e preservação do volume de 1,7 milhão de postos de trabalho que mantém no País. As soluções são urgentes para esse importante parque fabril, segundo maior empregador na manufatura nacional e o que mais oferta a primeira oportunidade de trabalho aos jovens.

A premência das medidas justifica-se pelo fato de o câmbio sobrevalorizado ter chegado a um nível insustentável, somando-se aos conhecidos e danosos efeitos do “Custo Brasil”. Constitui-se, assim, um conjunto de fatores que nos ameaça com um processo de desindustrialização. Sintoma inequívoco do problema é o déficit comercial do segmento, que fechou 2010 em US$ 3,5 bilhões de dólares, o que nos custou a não-criação de 135 mil empregos diretos. Um exagero, em especial se considerarmos que, em 2005, éramos superavitários.

No presente cenário mundial pós-crise, a performance positiva do Brasil, prestes a ser confirmado como a sétima maior economia, tornou muito atrativo o nosso mercado consumidor, no qual ingressaram 30 milhões de pessoas nos últimos oito anos. Todos querem uma fatia desse bolo para a venda de seus produtos, como ficou evidente na visita que nos fez o presidente norte-americano, Barack Obama. Nosso País, entretanto, não tem oferecido condições às suas próprias empresas para enfrentarem em pé de igualdade a concorrência advinda do crescente assédio internacional. Não temos conseguido sequer responder à verdadeira guerra cambial declarada pela China e por algumas outras nações, inclusive os Estados Unidos, que vêem nas exportações uma das alternativas para ativarem seu nível de atividade, ainda muito aquém do período anterior à grande crise de 2008 e 2009.

Assim, são muito pertinentes as reivindicações da indústria têxtil e de confecção voltadas ao imediato restabelecimento de sua competitividade: isenção tributária para investimentos produtivos e alongamento dos prazos para recolhimento de impostos; linhas de crédito específicas para atenuar a majoração das matérias-primas; desoneração dos custos trabalhistas; redução dos encargos sobre as contas de energia elétrica e diminuição do seu preço para as indústrias, das 22 às 6 horas; ampliação dos programas de capacitação profissional; desoneração integral das exportações, tratamento igualitário para produtos brasileiros e estrangeiros quanto às exigências trabalhistas, sociais e ambientais e reestruturação do sistema de defesa comercial; ampliação do teto de receita e exclusão, no limite de faturamento do Simples, do valor relativo às exportações e criação de um regime trabalhista e previdenciário específico para pequenas e microempresas que lhes permita empregar mais trabalhadores.

Tais providências, absolutamente exequíveis, não se restringem aos interesses do setor, pois contribuiriam de maneira expressiva para a reversão do saldo negativo da balança comercial da indústria de transformação brasileira como um todo, superior a US$ 70 bilhões no ano passado. Sua adoção evitaria o prosseguimento da criação em outras nações de empregos que poderiam ser gerados no Brasil e mitigaria as consequências nefastas do câmbio sobrevalorizado. Seria decisiva, ainda, para combater as importações advindas de países que não se pautam pelas leis de mercado e por práticas produtivas ambiental e politicamente corretas. O que preconizamos, portanto, nada mais é do que acelerar a implementação da agenda nacional da competitividade!

*Aguinaldo Diniz Filho é presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil  e de Confecção (ABIT).

Roupa pra quem?

admin • 16/09/11, 15:17

Por Aguinaldo Diniz Filho

A indústria têxtil e de confecção brasileira tem batido recordes de investimentos. Somente em 2010, foram mais de US$ 2 bilhões. Assim, o setor multiplica empregos e contribui para o crescimento sustentado, bem como amplia e garante sua capacidade de atender à demanda doméstica e à exportação. Ou seja, são infundadas informações que vêm sendo difundidas quanto a um eventual risco de desabastecimento do mercado interno.

Tal alarmismo soa como reação aos sinais de nosso novo governo de que adotará medidas para conter as importações provenientes da Ásia. Ser contrário às providências defensivas e, como se não bastasse, reivindicar a redução das taxas de importação são atitudes conspiratórias contra a saúde da economia brasileira, tamanho o dano para a indústria, a balança comercial do País e os consumidores. Ficaríamos todos reféns do dólar e de fornecedores que não se pautam pelas leis de mercado e normas civilizadas quanto à qualidade e salubridade do que e de como produzem.

Assim, ao invés de escancarar definitivamente nossos portos, é premente implementar medidas que aumentem a competitividade sistêmica do Brasil. Precisamos reduzir os encargos trabalhistas, isentar os investimentos de tributos e desonerar as exportações (e não as importações…). No setor de têxteis e vestuário tais providências são essenciais, assim como em numerosos outros segmentos da indústria de transformação. Não é prudente repudiar medidas que atendem aos interesses maiores desta nação, devido ao mero oportunismo representado pela fortuita possibilidade de se beneficiar dos ganhos propiciados pelo câmbio sobrevalorizado.

A incongruência é ainda mais evidente quando se observa que aqueles que estão aproveitando uma circunstância conjuntural para maximizar lucros não têm repassado os ganhos ao consumidor brasileiro. Seria justo conceder-lhes imposto menor? Não há razão concreta para isso, pois nossas fábricas de têxteis e confecção estão capacitadas a suprir o mercado interno, apesar das dificuldades relativas aos preços dos insumos e matérias-primas e da concorrência desigual com empresas estrangeiras.

Prova de que, apesar de todos os problemas enfrentados, a indústria têxtil e de confecção do Brasil tem capacidade  de suprir o consumo interno é o fato de que já abastece 95% do mercado nacional. As próprias empresas varejistas do setor informaram recentemente o governo que 90% do que vendem são constituídos por produtos nacionais. Ademais, o segmento do vestuário, com ociosidade atual de 17%, pode ampliar bastante sua produção, se houver demanda.

Portanto, é inconsequente preconizar mais facilidades para a importação. A Fiesp acaba de mostrar que, em 2010, registrou-se o déficit recorde de US$ 70,9 bilhões na balança comercial da indústria brasileira. Se continuarmos estimulando indefinidamente esse rombo, de nada adiantará importar roupas, pois não teremos a quem vendê-las, já que estaremos criando empregos e renda apenas do outro lado do mundo.

*Aguinaldo Diniz Filho é presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil  e de Confecção (ABIT).

Um país contra o estigma da corrupção

admin • 13/09/11, 15:24

Por  Aguinaldo Diniz Filho*

Ha cerca de seis anos, em trabalho realizado no âmbito de seu programa de governança e anticorrupção, o Banco Mundial (BIRD) salientava serem a probidade e a ética fatores primordiais no combate á  pobreza. No contexto do atual cenário brasileiro, com a recorrência de casos e denuncias de improbidade, o estudo ganha instigante atualidade, considerando que o dinheiro desviado deixa de ser investido na economia, na criação de empregos e renda e em áreas sociais.

Em outro relatório, o BIRD já havia estimado que a queda de 50% nos índices de corrupção possibilitaria redução de 45% no número de pessoas que vivem abaixo da linha da miséria. Se, ao longo de duas décadas, convivendo com “anões do orçamento”, “vampiros” da saúde, “sanguessugas”, “mensaleiros” e outras criaturas do submundo da corrupção, conseguimos incluir 53 milhões de pessoas na sociedade de consumo, o que dizer então  quando a presidente Dilma Rousseff terminar a sua faxina ética? A sociedade precisa apoia-la integralmente nessa  missão, pois o problema, além de envergonhar os brasileiros, recoloca em alto risco a credibilidade internacional da Nação, mitiga investimentos e semeia incertezas.

A corrupção parece ser um estigma nacional. Em ranking elaborado pela ONG Transparência Internacional, no qual 178 nações são classificadas em ordem inversa á  sua envergadura ética, o Brasil figura em 69º lugar (2010). Um dos efeitos graves da corrupção, segundo o relatório, é a redução da competitividade econômica. É algo mais danoso ainda para um país, como o nosso, já premido por impostos exagerados, os juros mais altos do mundo e, mais recentemente, o câmbio sobrevalorizado.

Precisamos resgatar nossa competitividade, não só combatendo a improbidade, como também corrigindo aquelas distorções. Não podemos continuar assistindo á  desindustrialização e ao aumento preocupante do déficit da balança comercial de setores da manufatura, como o têxtil e de confecção, cujo saldo negativo foi superior a dois bilhões de dólares no primeiro semestre deste ano. Os prejuízos são muito grandes, incluindo a letargia do Congresso Nacional provocada pelos efeitos do jogo político inerente á  rotina das acusações e demissões, retardando o trâmite de importantes projetos.

Nós, brasileiros, somos resistentes. Assim, embora inevitável o constrangimento ante as denúncias diárias, a sociedade e os setores produtivos mantém-se ativos e dedicados a agenda do trabalho e do desenvolvimento. Nossa economia está¡ aquecida, os indicadores gerais do mercado de trabalho são positivos e deveremos fechar 2011 com razoável crescimento do PIB. Entretanto, poderíamos estar muito melhores. Por isso, mais uma vez o Brasil tem de se empenhar para vencer problemas internos, pois os sucessivos casos de corrupção incluem-se entre os mais graves empecilhos ao seu ingresso num duradouro ciclo de prosperidade.

*Aguinaldo Diniz Filho - Presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil  e de Confecção (ABIT).

Sinditêxtil: a nova diretoria e 1º Prêmio Sinditêxtil

admin • 06/05/11, 15:18

Aconteceu na noite da última quinta feira, dia 28, o evento de posse da nova diretoria do Sinditêxtil-SP e a entrega do Prêmio Sinditêxtil a empresas e personalidades paulistanas. Empresáios, fashionistas, jornalistas, politicos e personalidades da indústria têxtil paulistana estavam presentes no Jockey Club de São Paulo para prestigiar o evento. Na ocasião, o novo presidente do Sinditêxtil-SP, Alfredo Emílio Bonduki, ressaltou em seu discurso suas principais prioridades para a administração do triênio 2011-2013: “Ao meu trabalho, que merecerá dedicado e permanente empenho, soma-se a competência, abnegação e o elevado espírito voluntário de meus companheiros da diretoria. Estamos juntos com a ABIT em todos os desafios e nas seguintes questões, que estamos desenvolvendo no Governo Federal: redução dos juros e dos encargos trabalhistas, assinatura de acordos bilaterais com os principais mercados consumidores, diminuição dos tributos nas contas de energia elétrica e gás, reforma tributária e uma política industrial pragmática, que inclua medidas compensatórias”. Após a cerimônia de posse, a entrega do 1º Prêmio Sinditêxtil, reconheceu o trabalho de empresas que contribuíram de alguma maneira para o desenvolvimento da indústria têxtil. Entre os premiados estão a Tavex, com o case de neutralização de efluentes com CO2; a Rhodia, vencedora na categoria Inovação Tecnológica pela criação do fio EMANA®, e o empresário Fuad Mattar, contemplado na categoria Mérito Exportador.

Divulgada a balança comercial do setor têxtil e de confecção do Brasil.

admin • 06/05/11, 15:16

Confira abaixo algumas das informações:

Janeiro a Março de 2011 (sem fibra de algodão)

Déficit da balança comercial da indústria têxtil e de confecção do Brasil, no primeiro trimestre (janeiro a março) de 2011: US$ 1.177,9 milhões no primeiro trimestre, o que representa um crescimento no déficit de 47,3% em relação ao mesmo período do ano passado, em que o saldo negativo foi de US$ 799,9 milhões.

Importações de janeiro a março de 2011: US$ 1.518,6 milhões, 35,6% maior do que os US$ 1.119,8 milhões referentes ao mesmo período do ano anterior.

Exportações de janeiro a março de 2011: US$ 340,7 milhões, ante US$ 319,9 milhões do mesmo período de 2010, aumento de 6,5%.

Volume das importações de janeiro a março de 2011: 300,5 mil toneladas, crescimento de 1,6% em comparação ao mesmo período de 2010, quando o volume registrado foi de 278,4 mil toneladas)

Volume de exportações de janeiro a março de 2011: 70,8 mil toneladas, aumento de 7,9% nas 69,7 mil toneladas registradas de janeiro a março de 2010.

Os 10 estados que mais receberam produtos estrangeiros, em valor (importações): Santa Catarina, São Paulo, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Paraíba, Ceará, Paraná, Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Bahia.

Os 10 estados que mais venderam produtos brasileiros, em valor (exportações): São Paulo, Rio Grande do Sul, Bahia, Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso, Ceará, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Goiás.

Os 10 países que mais receberam produtos brasileiros, em valor: Argentina, Estados Unidos, Holanda, Venezuela, Colômbia, Paraguai, Uruguai, México, Chile e Peru.

Os 10 países dos quais o Brasil mais importou produtos, em valor: China, Índia, Indonésia, Estados Unidos, Argentina, Bangladesh, Taiwan (Formosa), Coréia do Sul, Tailândia e Itália.

SEBRAE-SP oferece cursos gratuitos para empresários e empreendedores.

admin • 18/03/11, 16:06

Estão abertas as inscrições para 21 cursos gratuitos de educação a distância do SEBRAE-SP. São cursos voltados para quem quer iniciar seu próprio negócio ou melhorar a sua empresa. Vendas, fluxo de caixa, planejamento e atendimento são alguns dos cursos oferecidos, todos com duração de 3h, e após o cadastro o usuário tem até 15 dias para concluir todo o conteúdo. Os cursos de EAD do SEBRAE-SP formaram 40 mil alunos desde outubro de 2009, quando começaram a ser oferecidos pela internet. Na época, eram três opções e a boa aceitação fez com que fossem criados novos cursos, atingindo os 21 atuais. Inscrições gratuitas no site www.sebraesp.com.br/ead.

Mais informações pelo telefone 0800-570-0800. Fernando Gallo

1° Prêmio Sinditêxtil

admin • 04/03/11, 15:41

Estão abertas as inscrições para o primeiro prêmio Sindtêxtil, que acontece dia 28 de abril. Criado pelo sindicato das indústrias de fiação e tecelagem do estado de São Paulo o Prêmio irá homenagear, em duas categorias, empresas que têm apresentado resultados positivos em gestão ambiental e em inovação tecnológica. Podem participar do 1º Prêmio Sinditêxtil as empresas que integram a relação de CNAE’s - Classificação Nacional de Atividades Econômicas, que estão no âmbito do Sindicato. As inscrições podem ser feitas até o dia 24 de março, através do site http://sinditextilsp.org.br/premio. Fernando Gallo

PR: Balanço Paraná Business Collection

admin • 24/02/11, 16:32

O Show Room de Negócios, que funcionou de 14 a 19 de fevereiro, no Centro de Convenções da Fiep, reuniu 45 marcas paranaenses das regiões oeste, sudoeste, norte, noroeste e centro-sul do Estado. Aproximadamente 150 lojistas de alguns estados brasileiros foram convidados para o evento que gerou cerca de R$11,5 milhões em negócios fechados e prospectados, superando o valor apurado na edição anterior. Essas informações foram divulgadas pelo Sebrae/PR e pela Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), realizadores do evento. Fernando Gallo