CONFECÇÃO - TEX COTTON

worldfashion • 10/08/26, 14:47

A Tex Cotton, uma das maiores empresas de moda infantil e juvenil de Santa Catarina, completa quatro décadas em 2026 sob o conceito “40 anos unindo histórias e corações”. A companhia tem, atualmente, mais de 800 colaboradores e uma produção de cerca de 4 milhões de peças por ano, presentes em mais de 3 mil pontos de venda no país.

A marca, no entanto, começou de forma modesta quando, em 1986, o então bancário Sérgio Ferrari deixou o emprego para empreender no setor têxtil. Inspirado na produção artesanal da mãe costureira, fundou a Sol Tropical, uma pequena facção voltada à produção private label.

Em 1997, a empresa passou por uma reestruturação decisiva: adotou o nome Tex Cotton e redirecionou o foco para o público infantojuvenil. Atendendo a grandes magazines, nos anos seguintes também conquistou licenciamentos de marcas como Hello Kitty e Pucca, e em 2008 lançou sua primeira marca própria, a Animê. O movimento abriu caminho para um portfólio que hoje inclui Momi — carro-chefe da companhia, especializada em roupas para meninas, Authoria, Youccie e a recém-lançada Bimbi. Atualmente, toda a produção da empresa é feita sob marcas próprias.

“O conhecimento adquirido ao atender grandes magazines nos propiciou dar o próximo passo, e em 2008 lançamos nossa primeira marca, a Animê. Isso nos deu mais liberdade para criar e rentabilidade. Além disso, imprimimos o nosso DNA, de fazer peças com amor, que unem alta qualidade e estilo, sempre respeitando a infância”, destaca Sérgio Ferrari, fundador e presidente da Tex Cotton.

Aquisição e revalização do parque industrial da Sulftabril

Em dezembro de 2018, a Tex Cotton arrematou em leilão o antigo complexo industrial da Sulfabril — uma das marcas que ajudaram a projetar internacionalmente a indústria têxtil catarinense antes de encerrar suas atividades. A aquisição proporcionou o crescimento necessário para a companhia, concentrando a produção fabril e uma loja de fábrica, aberta ao público. Mais do que isso, porém, representou a preservação de um patrimônio à memória de Blumenau.

As novas instalações, que somam 45 mil metros quadrados, passaram por ampla reforma. No entorno, a empresa manteve elementos simbólicos da história local, como a praça aberta à comunidade, com a icônica ferrovia e uma locomotiva adquirida em São Paulo e revitalizada especialmente para o local.

Ações especiais marcam os 40 anos

Para celebrar o marco de quatro décadas, a Tex Cotton prepara uma série de ações de celebração. Além de um evento especial com colaboradores no fim do ano, a companhia vai realizar a Tex Run, sua primeira corrida, aberta à comunidade. O evento acontece no dia 30 de agosto, com largada na praça anexa ao complexo fabril da empresa, com percursos de 4k e 8k, caminhada e maratoninha kids passando pelo centro da cidade e principais pontos turísticos.

“Escolhemos celebrar com a corrida que reforça os cuidados com a saúde, trazendo o público para perto da nossa estrutura. Teremos ativações especiais em cada quilômetro do percurso e premiação tanto para o público em geral quanto um pódio especial para os nossos colaboradores. Sem dúvidas, será um evento para marcar nossa história e, quem sabe, se tornar recorrente em nosso calendário anual”, reforça Amanda Ferrari, diretora de marketing da companhia.

Na Oktoberfest, a companhia vai patrocinar o Lebkuchen, Carro da Bolacha que integra os desfiles da festa. Em todos os desfiles haverá distribuição de bolachas premiadas, com descontos especiais para que turistas e comunidades possam aproveitar as peças na loja de fábrica da Tex Cotton.

Formação profissional e ingresso de profissionais experientes

Para criar as mais de 4 milhões de peças ao ano, a Tex Cotton tem o desafio de manter e engajar colaboradores de diferentes idades. Para isso, investe em projetos como o Programa Vida Ativa, que é direcionado a pessoas a partir dos 50 anos, com jornada de trabalho reduzida, valorizando a experiência e a inclusão de profissionais maduros. Em paralelo, a empresa investe em formação por meio de uma escola de costura, iniciativa que capacita novas costureiras e abre oportunidades especialmente para mulheres — com destaque para a unidade de Otacílio Costa, onde a demanda por trabalho feminino qualificado é elevada.

da redação com informações da Trevo Comunicação

GRUPO MORENA ROSA

worldfashion • 08/08/26, 14:27

Com o uso de inteligência artificial o Grupo Morena Rosa reduz em até 50% o tempo de desenvolvimento das coleções, a tecnologia é utilizada para otimizar o encaixe de tecidos, prever demandas e aprimorar o planejamento da produção, reduzindo desperdícios, custos e acelerando o desenvolvimento de produtos na indústria da moda.

A inteligência artificial já deixou de ser uma ferramenta restrita ao marketing e ao atendimento ao cliente para ganhar espaço em uma das áreas mais estratégicas da indústria da moda: a produção.

Em um setor em que pequenos ganhos de eficiência representam milhões de reais em economia, empresas têm recorrido à tecnologia para reduzir desperdícios, otimizar o uso de matéria-prima e tornar a operação mais competitiva.

Seguindo essa tendência, o Grupo Morena Rosa, uma das maiores companhias de moda feminina do país, investiu R$ 5 milhões em inteligência artificial somente no último ano, ampliando o uso da tecnologia em diferentes etapas da cadeia produtiva. As novas soluções passaram a fortalecer processos como planejamento de produção, previsão de demanda e otimização do encaixe dos moldes nos tecidos, etapa responsável por definir a melhor disposição das peças antes do corte, reduzindo sobras de matéria-prima.

O investimento recente se soma a uma jornada de transformação digital iniciada há vários anos.

O Grupo Morena Rosa mantém uma parceria de longa data com a Audaces para digitalizar o desenvolvimento das coleções e integrar áreas como estilo, modelagem e engenharia de produto. Ao longo dessa evolução, a companhia aperfeiçoou continuamente seus processos, incorporando novas tecnologias para tornar o desenvolvimento de produtos mais ágil, integrado e eficiente.

Os resultados alcançados fizeram com que a experiência do Grupo Morena Rosa passasse a ser apresentada como case de aplicação de tecnologia para outras empresas da indústria da moda.

Além de aumentar a eficiência operacional, a iniciativa contribui diretamente para a redução de custos industriais e para uma produção mais sustentável, uma vez que diminui o descarte de tecidos e melhora o aproveitamento dos insumos utilizados na fabricação das coleções.

Segundo Lucas Franzato, CEO do Grupo Morena Rosa, o uso da inteligência artificial vem mudando a forma como a empresa toma decisões ao longo de toda a operação. “A inteligência artificial deixou de ser apenas uma tendência para se tornar uma ferramenta de gestão. Hoje conseguimos analisar um volume muito maior de informações em poucos minutos, prever cenários com mais precisão e identificar oportunidades de melhoria que seriam praticamente impossíveis apenas com análises manuais. Isso nos permite produzir de forma mais eficiente, reduzir desperdícios e utilizar melhor cada metro de tecido, gerando ganhos financeiros e ambientais ao mesmo tempo.”

A IA também auxilia a companhia na previsão de demanda, cruzando históricos de vendas, comportamento do consumidor, sazonalidade e desempenho de coleções anteriores para orientar decisões de produção. Com previsões mais assertivas, a empresa reduz riscos de superprodução ou falta de produtos, equilibrando estoques e evitando desperdícios ao longo da cadeia.

Outro avanço está no planejamento industrial. Com apoio da inteligência artificial, é possível simular diferentes cenários de produção, distribuir melhor a capacidade das fábricas e identificar gargalos antes que impactem prazos ou custos operacionais.

Como resultado da evolução contínua dessa estratégia de transformação digital, fortalecida pelo investimento realizado no último ano, os ganhos já aparecem em diferentes indicadores da operação. Com a integração das soluções de inteligência artificial ao desenvolvimento das coleções, o Grupo reduziu em até 50% o tempo necessário para desenvolver uma coleção. A redução do ciclo permite incorporar tendências mais recentes às coleções, acelerar a chegada dos produtos ao mercado e ampliar a capacidade de resposta às mudanças no comportamento do consumidor.

O ganho adicional expressivo foi a redução de cerca de 60% no retrabalho durante o desenvolvimento das coleções. Com acesso antecipado às informações técnicas, simulações das peças e estimativas de custos antes mesmo da confecção dos pilotos, as equipes conseguem identificar ajustes de forma preventiva, diminuindo significativamente a necessidade de refações. A mudança também reduziu custos com pilotos, gerou economia de matéria-prima, energia e papel e tornou todo o processo de desenvolvimento mais sustentável.

Para Franzato, o diferencial está em utilizar a tecnologia como suporte à tomada de decisão, sem substituir o conhecimento humano. “A inteligência artificial vai muito além da automação. Ela nos permite antecipar decisões, validar informações antes da produção física e evitar desperdícios em toda a cadeia. O resultado é uma operação mais ágil, com menor custo, mais sustentabilidade e coleções que chegam ao mercado muito mais alinhadas às tendências.”

Além dos ganhos operacionais, o investimento faz parte da estratégia de transformação digital do Grupo Morena Rosa, que vem ampliando continuamente o uso de tecnologia para tornar seus processos mais ágeis, sustentáveis e preparados para acompanhar as constantes mudanças do mercado de moda. Com a digitalização dos processos e a integração das equipes em uma única plataforma, a companhia também ganhou agilidade na comunicação entre diferentes áreas e unidades, tornando o desenvolvimento das coleções mais colaborativo, preciso e eficiente.

Sobre o Grupo Morena Rosa - Fundado em Cianorte (PR), um dos principais polos têxteis do Brasil, o Grupo Morena Rosa é uma das maiores plataformas de moda feminina do país, reunindo as marcas Morena Rosa, Maria.Valentina, Zinco, Lebôh e Iódice. Com mais de 33 anos de atuação, produção 100% nacional e mais de 1 milhão de peças fabricadas anualmente, a companhia opera por meio de uma estratégia multicanal que integra franquias, lojas próprias, e-commerce, exportação e uma ampla rede de varejistas multimarcas. A força de suas marcas também é reconhecida internacionalmente: a Morena Rosa Beach foi eleita a 2ª melhor marca de moda praia do mundo em levantamento da revista Time em parceria com a Statista, enquanto a Morena Rosa foi apontada pelo prêmio Best Brands To Sell como a melhor marca para vender no varejo de moda brasileiro.

da redação com informações da JN Assessoria de Comunicação

VAREJO - RENNER

worldfashion • 07/08/26, 15:59

A Lojas Renner S.A. encerrou o segundo trimestre de 2026 com lucro líquido de R$ 397,3 milhões, desempenho que representa, em (*) base comparável, um crescimento de 8% em relação ao mesmo período de 2025. No primeiro semestre, o lucro líquido contábil somou R$ 607,2 milhões, com alta de 13,2%, em base comparável, enquanto o retorno sobre o capital investido (ROIC) dos últimos 12 meses chegou a 15,1%, com avanço, também em base comparável, de 1,9 ponto percentual.

“Os resultados do trimestre refletem a resiliência e a capacidade de execução da companhia. Mesmo em um trimestre com impacto no fluxo em lojas físicas decorrentes da Copa do Mundo e uma base comparativa robusta, alcançamos níveis recordes de margem bruta, avançamos em nossa jornada digital, ampliando nossa conexão com os clientes, e seguimos entregando rentabilidade de forma consistente”, afirma Fabio Faccio, CEO da Lojas Renner S.A.

No período, o canal digital cresceu dois dígitos, com alta de 13,1% no volume bruto de mercadorias (GMV). O valor alcançou R$ 837,6 milhões, com participação de 16,9% sobre as vendas totais, e com rentabilidade também superior. Em um trimestre com redução do fluxo nas lojas físicas durante a Copa do Mundo, as plataformas digitais ajudaram a capturar a demanda online por meio de ações comerciais e de relacionamento com os clientes nos dias de jogos. Além disto, a taxa de conversão cresceu 19,7%, impulsionada por melhorias na experiência de compra, como a expansão da funcionalidade de busca por imagem e produtos similares no aplicativo da Renner. Esse desempenho reforça a relevância da proposta omnicanal da Lojas Renner S.A. e a capacidade de se conectar com os consumidores em diferentes momentos da jornada de compra.

As margens brutas de varejo e de vestuário alcançaram recordes para um segundo trimestre de 57,5% e 58,7%, respectivamente, que resultou em crescimento de 1,8% do lucro bruto. A evolução foi impulsionada pela melhor gestão de estoques, maior participação das vendas a preço cheio e câmbio favorável, o que evidencia a capacidade da companhia de capturar ganhos de eficiência do modelo operacional. Ao mesmo tempo, a disciplina na gestão das despesas operacionais, que cresceram apenas 1,5%, permitiu o crescimento de 2,3% no EBITDA de varejo para R$ 791 milhões.

A receita líquida de varejo atingiu R$ 3,689 bilhões, com aumento de 1,1% sobre uma base elevada de comparação. Considerando apenas a receita de vestuário, a alta alcançou 2,5%, para R$ 3,345 bilhões. Ao longo do trimestre, a Lojas Renner S.A. avançou em importantes frentes comerciais e de fortalecimento de marca. Em Renner, por exemplo, a campanha de Dia das Mães elevou as vendas do período para patamares recordes, enquanto as colabs com o tema Brasilcore ampliaram o engajamento durante a Copa. Além disso, a Renner expandiu seu portfólio de marca própria na categoria de beleza com o lançamento da linha de perfumes Alchemia, reforçando sua capacidade de criação, diferenciação e geração de valor para os clientes.

Investimentos aceleram expansão da rede

Os investimentos totalizaram R$ 167 milhões no segundo trimestre, alta de 0,7% em relação ao ano anterior, com destaque para os recursos direcionados a novas lojas, que aumentaram de R$ 14,3 milhões para R$ 50,4 milhões no 2T26. Entre abril e junho, foram inauguradas 14 unidades, sendo duas da marca Renner, 3 da Camicado e 9 da Youcom. Já no semestre foram abertas 16 unidades, sendo três da Renner, três da Camicado e dez da Youcom, e os investimentos cresceram 20% versus o ano anterior, atingindo R$ R$ 273,1 milhões.

Além disto, no primeiro semestre, sete lojas de grande porte da Renner foram reformadas e modernizadas, duas das quais entrarão em operação no terceiro trimestre, nos shoppings Eldorado (SP) e na Tijuca (RJ). Também foram reformadas e já reabertas as lojas da Youcom no shopping Iguatemi, de Porto Alegre, e da Camicado no shopping Morumbi (SP).

Mesmo com esta expansão e um cenário pressionado pela inflação, a companhia manteve disciplina na gestão das despesas operacionais graças a iniciativas de eficiência, revisão de processos e ganhos de produtividade. Para todo o ano, a previsão de investimentos é de R$ 1,05 bilhão, incluindo de 50 a 60 inaugurações, sendo 22 a 30 lojas Renner, 23 a 25 Youcom e cerca de cinco Camicado, em linha com a meta de alcançar, até 2030, de 570 a 600 unidades Renner, preferencialmente em novas cidades de até 100 mil habitantes, e de 260 a 290 unidades da Youcom.

“Avançamos na execução da nossa estratégia de longo prazo apoiados nas iniciativas estruturais que sustentam nossas ambições para 2030: expansão de lojas, aumento da produtividade omni e crescimento do digital. O desempenho médio das lojas inauguradas neste ano e nos últimos anos está acima das nossas expectativas, reforçando a confiança no plano de expansão”, acrescenta Fabio Faccio.

Primeiro semestre combina crescimento, margem recorde e avanço digital

No acumulado dos seis primeiros meses do ano, a receita líquida de varejo da Lojas Renner S.A. cresceu 2,5% em comparação com o mesmo período de 2025, para R$ 6,565 bilhões, e a receita de vestuário avançou 3,6%, para R$ 5,909 bilhões. Já o GMV digital aumentou 10,6%, para R$ 1,464 bilhão com participação de 16,8%, ao mesmo tempo em que as margens brutas de varejo e de vestuário também atingiram os recordes para o período, de 57,1% e 58,4%, respectivamente.

O EBITDA de varejo somou R$ 1,278 bilhão no semestre, com alta de 9,5%, enquanto a margem avançou 1,3 ponto percentual, para 19,5%. O lucro por ação aumentou 11% e a companhia destinou R$ 750 milhões aos acionistas por meio de juros sobre capital próprio e recompra de ações, como parte da estratégia de equilibrar investimentos, expansão e remuneração do capital.

Guidance revisado

O guidance de receita para 2026, de 9% a 13%, previa um primeiro semestre mais desafiador e aceleração no segundo, apoiada em novas lojas e reinaugurações. Diante do desempenho de vendas abaixo do esperado no 2T26 e de uma conjuntura macroeconômica e competitiva mais desafiadora, a companhia revisou a projeção de 9% a 13% para 4% a 8%. A revisão da projeção de receita líquida para 2026 reflete a atualização das expectativas de curto prazo, sem alterar a estratégia do negócio. Todas as demais métricas permanecem inalteradas.

(*) A comparação exclui efeitos extraordinários líquidos de tributos, entre eles o benefício de R$ 50 milhões decorrentes da alteração dos critérios da baixa de ativos vencidos na Realize no ano passado após a entrada em vigor da resolução 4.966 do Banco Central do Brasil e do Conselho Monetário Nacional.

Sobre a Lojas Renner S.A. - Constituída em 1965, a Lojas Renner S.A. abriu capital em 1967 e, em 2005, tornou-se a primeira corporação brasileira com 100% das ações negociadas na bolsa de valores. A companhia também integra o Novo Mercado, o mais elevado nível de governança corporativa da B3.  Seu ecossistema de moda e lifestyle é composto por marcas que atendem diferentes perfis e necessidades: Renner, líder nacional que oferece itens de moda para todos os estilos; Camicado, referência em casa e decoração; Youcom, especializada em moda jovem; e Ashua Curve & Plus Size, dedicada a roupas femininas nos tamanhos 42 a 58. A estrutura da Lojas Renner S.A. inclui ainda a Realize CFI, que apoia a operação de varejo com serviços financeiros, e a Uello Tecnologia, logtech nativa digital voltada para soluções de entregas urbanas. A companhia está presente nos canais digitais e em mais de 720 lojas físicas, com atuação em todos os estados brasileiros, além da Argentina e do Uruguai. Reconhecida por sua jornada de sustentabilidade, a Lojas Renner S.A. mantém compromissos públicos para promover uma moda cada vez mais responsável.

da redação com informações da FSB Comunicação

VAREJO - RIACHUELO

worldfashion • 07/08/26, 14:58

O grupo  Riachuelo (B3: RIAA3), que reúne as marcas Riachuelo, Casa Riachuelo, Carter’s e Midway financeira, divulgou na quarta-feira, 05 de agosto, os resultados do segundo trimestre de 2026 (2T26).

Mantendo a trajetória consistente de evolução dos resultados ao longo do primeiro semestre, a companhia reforça os avanços obtidos em sua estratégia de transformação e consolida um modelo operacional cada vez mais eficiente e integrado. No período, registrou lucro líquido recorde de R$168 milhões, o maior já alcançado para um segundo trimestre, sustentado pelo fortalecimento da operação de moda, pela evolução consistente dos Serviços Financeiros e pela disciplina na alocação de capital.

O principal destaque do trimestre foi a evolução de Vestuário, combinando crescimento das vendas e expansão da rentabilidade. O Same Store Sales (SSS) da categoria avançou 7,8%, alcançando o 12º trimestre consecutivo de crescimento, mesmo com a forte base de comparação de 15,8% do 2T25. A margem bruta atingiu 59,2%, recorde para um segundo trimestre e o 11º trimestre seguido de expansão. O desempenho impulsionou o EBITDA de Mercadorias para R$342 milhões, alta de 14,7% na comparação anual e resultado recorde para um segundo trimestre, com margem EBITDA de Mercadorias de 17,0%, a maior dos últimos 11 anos.

A Midway manteve sua estratégia de crescimento com disciplina na concessão de crédito e foco na qualidade da carteira. A receita bruta cresceu 7,0% e o EBITDA atingiu R$119 milhões, alta de 7,2% em relação ao segundo trimestre de 2025, sustentado pela expansão da carteira e pela manutenção de indicadores de risco em níveis controlados.

Esse desempenho se refletiu diretamente nos resultados consolidados da companhia. O EBITDA consolidado atingiu R$461 milhões, crescimento de 12,7% em relação ao mesmo período de 2025. A margem EBITDA ajustada alcançou 17,1%, o maior patamar para um segundo trimestre dos últimos 12 anos, refletindo ganhos contínuos de eficiência operacional e maior captura de valor ao longo da operação. O lucro líquido atingiu R$168 milhões, crescimento de 36,2% em relação ao 2T25 e maior patamar histórico para o período.

“Os resultados mostram a força dos nossos core business e a consistência da estratégia que temos executado. Conseguimos combinar crescimento das vendas, expansão das margens e um lucro recorde para um segundo trimestre, ao mesmo tempo em que seguimos investindo na marca, na experiência dos clientes e na evolução da nossa operação. Esse equilíbrio é o que sustenta nosso crescimento e nos dá confiança para continuar avançando ao longo do segundo semestre”, afirma André Farber, CEO da Riachuelo.

Nova fase de expansão e evolução da experiência

O desempenho também é sustentado pelos investimentos contínuos na evolução da experiência do consumidor e na expansão da rede. A companhia entra em uma nova fase de crescimento com a conclusão da transformação da unidade do ParkShopping Barigui, em Curitiba, que passa a ser a primeira loja full da Riachuelo no conceito Incrivelmente Brasil.

O novo conceito ganhará tração ao longo do segundo semestre, reforçando o fortalecimento da marca na jornada do cliente e impulsionando a produtividade da rede. Como parte desse movimento, a companhia prevê entre 15 e 20 inaugurações e reformas até o fim do ano, acelerando a modernização de lojas estratégicas e ampliando a consistência da experiência oferecida aos consumidores.

“Seguimos entregando evolução consistente dos indicadores financeiros, combinando crescimento das vendas e expansão da rentabilidade com disciplina na gestão de despesas e na alocação de capital. O avanço contínuo da eficiência operacional e o rigor financeiro fortalecem nossa capacidade de sustentar o crescimento e gerar valor para os acionistas no longo prazo”, comenta Miguel Cafruni, CFO da companhia.

Com os resultados do 2T26, a Riachuelo consolida um primeiro semestre marcado pela combinação entre crescimento, rentabilidade e disciplina na execução. A evolução dos indicadores financeiros, aliada aos investimentos em produto, experiência e marca, reforça a estratégia da companhia de gerar valor sustentável no longo prazo.

Sobre a Riachuelo - Do fio à vitrine, há 78 anos a Riachuelo promove ativamente a democratização da moda e a geração de impacto positivo, destacando-se pela sua capacidade de inovação, dinamismo e agilidade, entregando coleções e produtos para todos os estilos. São mais de 440 lojas próprias e 33 mil funcionários – cerca de metade deles na região Nordeste do Brasil, berço da marca. Como parte do Grupo Guararapes, que contempla, ainda, o maior parque fabril da América Latina, além das marcas Casa Riachuelo e Carters, a financeira Midway e dois teatros Riachuelo, na capital potiguar e no Rio de Janeiro, a rede é uma das principais referências do setor e é reconhecida como uma das maiores empresas de moda do Brasil.

da redação com Informações à Imprensa da Loures Consultoria

BFSHOW - Brazilian Footwear Show

worldfashion • 06/08/26, 10:41

A BFSHOW criou um programa de engajamento entre representante com seus clientes, no regulamento do Programa Embaixador, cada representante comercial recebe um código exclusivo para compartilhar com seus clientes e parceiros lojistas. Os profissionais que mais incentivarem o credenciamento antecipado conquistam um lugar de destaque, além de hospedagem exclusiva no Holliday Inn durante a BFSHOW e a indicação de dois compradores nacionais para o Programa Comprador - convidados com passagens aéreas ou hospedagens pagas pela promotora.

Na primeira edição da iniciativa, realizada em maio passado, foram cinco vencedores REGIÃO NORTE: Edson Fabricio REGIÃO NORDESTE: Edvaldo Israel das Virgens REGIÃO CENTRO-OESTE: Marcelo Rocha REGIÃO SUDESTE: João Elias Souza e REGIÃO SUL: Carlos Monteiro.

“O Programa tem como objetivo principal gerar oportunidades de negócios para os expositores da feira”, ressalta Letícia Sperb Masselli, gerente de Relacionamento e Negócios da ABICALÇADOS - Associação Brasileira das Indústrias de Calçados.

Felipe Marchioni, head da NürnbergMesse Brasil (NMB) organizadora da feira,  destaca que a iniciativa reconhece e também estimula o engajamento dos representantes comerciais, “elos fundamentais na engrenagem da indústria calçadista”. Considerada a maior vitrine do calçado brasileiro no mundo, a BFSHOW é o ponto de encontro para a indústria de calçados e compradores nacionais e internacionais. A 7ª edição da feira deve contar com cerca de 330 marcas brasileiras e receber, nos seus três dias, mais de 10,5 mil compradores, sendo mais de mil deles estrangeiros de 50 países.

O que dizem os embaixadores

Destaque do Programa realizado em maio, com hospedagem e indicações de compradores garantidas na edição de novembro de 2026, o representante comercial da Pegada no Nordeste, Edvaldo Israel das Virgens, ressalta o papel da BFSHOW para a cadeia calçadista. “A BFSHOW é hoje um dos eventos mais importantes da indústria calçadista brasileira no mundo, reunindo fabricantes, representantes e compradores do Brasil e do exterior. Para nós, representantes, a feira é fundamental para fortalecer relacionamentos, apresentar novas coleções, ampliar oportunidades de negócios e aproximar ainda mais a indústria do varejo, contribuindo para o crescimento do setor”, avalia. O representante indicou compradores da Rede Nacional João e da Rede Econis.

Para João Elias de Souza, representante da Giulia Domna vencedor na região Sudeste, a feira é “indispensável” para a categoria. “É o momento em que grandes negócios se concretizam, tendências se confirmam e parcerias se fortalecem”, diz. Para a edição de novembro, Souza indicou compradores da Loja Carla Medola Style e Loja Capricho.

Representante das marcas Ferracini e Tchocco no Centro-Oeste, Marcelo Rocha destaca a importância da BFSHOW para toda a cadeia produtiva do calçado, do industrial ao lojista e, claro, passando pela representação. “O representante, cada vez mais, precisa apoiar o lojista nas suas compras, de forma a fazer com que sejam mais assertivas. A BFSHOW tem esse papel, pois além de negócios, nos fornece informações muito importantes sobre tendências. É o ponto de encontro do setor e onde o lojista deve estar”, comenta. Para a edição de novembro, Rocha indicou compradores da Rede Flávio’s e Ducal Calçados.

Ganhador da iniciativa na Região Norte, o representante comercial Edson Fabricio, da marca Pegada, ressalta o fato de que a BFSHOW é o ambiente ideal para fortalecer relacionamentos, apresentar lançamentos e gerar negócios. “Como representante, vejo a feira como uma oportunidade única de aproximar ainda mais as marcas dos clientes, entender as necessidades do mercado e contribuir para o crescimento da indústria calçadista brasileira. Participo da BFSHOW desde a sua primeira edição, em 2023, e, a cada ano, percebo o quanto ela vem se consolidando como referência para o nosso segmento”, avalia. Para a edição de novembro, o profissional indicou compradores das redes Monte Sinai e Pé de Ouro.

Representando a marca Grendene, Carlos Monteiro foi o representante comercial destacado na Região Sul. “A BFSHOW é muito importante para nós, pois nos permite apresentar aos lojistas os principais lançamentos, além de receber, in loco, feedbacks dos clientes”, diz. Para a edição de novembro, Monteiro indicou a Tureta Calçados e a Elros Ki Barato.

Mais informações e inscrições no Programa Embaixadores BFSHOW no e-mail: bfshow@nm-brasil.com.br.

SERVIÇO

7ª BFSHOW

Data: 10 a 12 de novembro de 2026, terça-feira a quinta-feira

Local: Distrito Anhembi, em São Paulo/SP

Mais informações: www.bfshow.com.br.

da redação com informações do assessor de imprensa Diego Rosinha

GESTÃO DA PRODUTIVIDADE TÊXTIL

worldfashion • 05/08/26, 16:30

A gestão só baseada em indicadores pressupõe saber quais indicadores olhar, e é nisso que boa parte das indústrias do segmento ainda erra o alvo. “Não basta acompanhar o volume produzido ou o faturamento no fim do mês, é preciso decompor a operação em métricas que mostrem, com precisão, onde está o gargalo” afirma Fábio Kreutzfeld, CEO da Delta Máquinas Têxteis, de Pomerode (SC). Especialistas como ele apontam ao menos oito indicadores como indispensáveis para esse diagnóstico: produtividade, qualidade, capacidade produtiva, lucratividade, margem de contribuição, depreciação de ativos, desempenho da cadeia de suprimentos e indicadores ambientais.

Produtividade e capacidade produtiva formam o par mais citado, mas também o mais mal interpretado. “Produtividade mede quanto se produz em relação ao tempo e aos recursos empregados, já a capacidade mostra o limite da estrutura instalada, ou seja, quanto a fábrica poderia produzir se operasse no seu potencial máximo. A distância entre os dois números costuma ser o primeiro sinal de ineficiência. Uma fábrica com capacidade alta e produtividade baixa não tem problema de máquinas, mas sim de processos”, explica.

A qualidade, por sua vez, deixou de ser avaliada só pelo resultado final. O indicador mais relevante hoje é a taxa de refugo e retrabalho, porque cada peça reprocessada consome tempo, insumos e energia que já haviam sido contabilizados como custo de produção. Fábricas que registram esse dado de forma contínua, e não por amostragem no fim do lote, têm uma leitura mais confiável.

Já lucratividade, margem de contribuição e depreciação de ativos compõem o retrato financeiro da operação. “Lucratividade mostra o resultado líquido do negócio; margem de contribuição isola quanto cada produto efetivamente contribui para cobrir custos fixos e gerar lucro, revelando quais linhas sustentam a empresa e quais apenas ocupam capacidade produtiva; e a depreciação de ativos indica o desgaste do parque fabril e orienta a decisão sobre quando investir em reposição”, explica Fábio, lembrando que, atrasar essa leitura, por exemplo, significa operar com equipamento em queda de rendimento sem perceber.

Cadeia de suprimentos e indicadores ambientais fecham o conjunto e ganham peso crescente diante das exigências de rastreabilidade. Saber a origem da matéria-prima, o tempo de giro de estoque e o consumo de água e energia por lote produzido se tornou critério de habilitação comercial no mercado.

Esse conjunto de indicadores só ganha valor prático quando sai da planilha e passa a ser incorporado ao ritmo da produção. É o que a automação embarcada nas máquinas têxteis vem permitindo: sensores e sistemas de visão computacional registram dado a dado no exato momento em que o processo acontece, sem depender de amostragem manual ou de fechamento de lote. Medir indicadores isoladamente ajuda a corrigir a rota, mas medi-los de forma integrada é o que prepara o negócio à antecipação de possíveis problemas.

“Não adianta ter oito indicadores se a fábrica só consegue medir um deles em tempo real. A automação existe justamente para fechar essa lacuna entre o dado e a decisão. Produtividade é também uma questão de informação. A indústria têxtil brasileira sempre soube produzir bem, o que muda agora é a velocidade com que ela consegue enxergar os próprios números”, reforça o CEO da Delta Máquinas.

Sobre: A Delta Máquinas Têxteis foi fundada em 2007, em Pomerode (SC), a Delta Máquinas Têxteis é referência em tecnologia para otimização da produção industrial têxtil, através do desenvolvimento de máquinas, equipamentos e softwares. São mais de 60 produtos em seu portfólio, aplicados aos processos de tecelagem plana, malharia circular, estamparia digital, beneficiamento e confecção. A Delta desenvolve, ainda, projetos de automação customizados, de acordo com a necessidade de cada cliente. Com foco na indústria 4.0 têxtil e confecção 4.0, alinha automação, gestão de dados e padronização de processos inteligentes. Suas soluções já estão presentes em toda a América, com mais de 300 clientes atendidos.

da redação com informações da Trevo Comunicação