BFSHOW - Brazilian Footwear Show

worldfashion • 06/08/26, 10:41

A BFSHOW criou um programa de engajamento entre representante com seus clientes, no regulamento do Programa Embaixador, cada representante comercial recebe um código exclusivo para compartilhar com seus clientes e parceiros lojistas. Os profissionais que mais incentivarem o credenciamento antecipado conquistam um lugar de destaque, além de hospedagem exclusiva no Holliday Inn durante a BFSHOW e a indicação de dois compradores nacionais para o Programa Comprador - convidados com passagens aéreas ou hospedagens pagas pela promotora.

Na primeira edição da iniciativa, realizada em maio passado, foram cinco vencedores REGIÃO NORTE: Edson Fabricio REGIÃO NORDESTE: Edvaldo Israel das Virgens REGIÃO CENTRO-OESTE: Marcelo Rocha REGIÃO SUDESTE: João Elias Souza e REGIÃO SUL: Carlos Monteiro.

“O Programa tem como objetivo principal gerar oportunidades de negócios para os expositores da feira”, ressalta Letícia Sperb Masselli, gerente de Relacionamento e Negócios da ABICALÇADOS - Associação Brasileira das Indústrias de Calçados.

Felipe Marchioni, head da NürnbergMesse Brasil (NMB) organizadora da feira,  destaca que a iniciativa reconhece e também estimula o engajamento dos representantes comerciais, “elos fundamentais na engrenagem da indústria calçadista”. Considerada a maior vitrine do calçado brasileiro no mundo, a BFSHOW é o ponto de encontro para a indústria de calçados e compradores nacionais e internacionais. A 7ª edição da feira deve contar com cerca de 330 marcas brasileiras e receber, nos seus três dias, mais de 10,5 mil compradores, sendo mais de mil deles estrangeiros de 50 países.

O que dizem os embaixadores

Destaque do Programa realizado em maio, com hospedagem e indicações de compradores garantidas na edição de novembro de 2026, o representante comercial da Pegada no Nordeste, Edvaldo Israel das Virgens, ressalta o papel da BFSHOW para a cadeia calçadista. “A BFSHOW é hoje um dos eventos mais importantes da indústria calçadista brasileira no mundo, reunindo fabricantes, representantes e compradores do Brasil e do exterior. Para nós, representantes, a feira é fundamental para fortalecer relacionamentos, apresentar novas coleções, ampliar oportunidades de negócios e aproximar ainda mais a indústria do varejo, contribuindo para o crescimento do setor”, avalia. O representante indicou compradores da Rede Nacional João e da Rede Econis.

Para João Elias de Souza, representante da Giulia Domna vencedor na região Sudeste, a feira é “indispensável” para a categoria. “É o momento em que grandes negócios se concretizam, tendências se confirmam e parcerias se fortalecem”, diz. Para a edição de novembro, Souza indicou compradores da Loja Carla Medola Style e Loja Capricho.

Representante das marcas Ferracini e Tchocco no Centro-Oeste, Marcelo Rocha destaca a importância da BFSHOW para toda a cadeia produtiva do calçado, do industrial ao lojista e, claro, passando pela representação. “O representante, cada vez mais, precisa apoiar o lojista nas suas compras, de forma a fazer com que sejam mais assertivas. A BFSHOW tem esse papel, pois além de negócios, nos fornece informações muito importantes sobre tendências. É o ponto de encontro do setor e onde o lojista deve estar”, comenta. Para a edição de novembro, Rocha indicou compradores da Rede Flávio’s e Ducal Calçados.

Ganhador da iniciativa na Região Norte, o representante comercial Edson Fabricio, da marca Pegada, ressalta o fato de que a BFSHOW é o ambiente ideal para fortalecer relacionamentos, apresentar lançamentos e gerar negócios. “Como representante, vejo a feira como uma oportunidade única de aproximar ainda mais as marcas dos clientes, entender as necessidades do mercado e contribuir para o crescimento da indústria calçadista brasileira. Participo da BFSHOW desde a sua primeira edição, em 2023, e, a cada ano, percebo o quanto ela vem se consolidando como referência para o nosso segmento”, avalia. Para a edição de novembro, o profissional indicou compradores das redes Monte Sinai e Pé de Ouro.

Representando a marca Grendene, Carlos Monteiro foi o representante comercial destacado na Região Sul. “A BFSHOW é muito importante para nós, pois nos permite apresentar aos lojistas os principais lançamentos, além de receber, in loco, feedbacks dos clientes”, diz. Para a edição de novembro, Monteiro indicou a Tureta Calçados e a Elros Ki Barato.

Mais informações e inscrições no Programa Embaixadores BFSHOW no e-mail: bfshow@nm-brasil.com.br.

SERVIÇO

7ª BFSHOW

Data: 10 a 12 de novembro de 2026, terça-feira a quinta-feira

Local: Distrito Anhembi, em São Paulo/SP

Mais informações: www.bfshow.com.br.

da redação com informações do assessor de imprensa Diego Rosinha

GESTÃO DA PRODUTIVIDADE TÊXTIL

worldfashion • 05/08/26, 16:30

A gestão só baseada em indicadores pressupõe saber quais indicadores olhar, e é nisso que boa parte das indústrias do segmento ainda erra o alvo. “Não basta acompanhar o volume produzido ou o faturamento no fim do mês, é preciso decompor a operação em métricas que mostrem, com precisão, onde está o gargalo” afirma Fábio Kreutzfeld, CEO da Delta Máquinas Têxteis, de Pomerode (SC). Especialistas como ele apontam ao menos oito indicadores como indispensáveis para esse diagnóstico: produtividade, qualidade, capacidade produtiva, lucratividade, margem de contribuição, depreciação de ativos, desempenho da cadeia de suprimentos e indicadores ambientais.

Produtividade e capacidade produtiva formam o par mais citado, mas também o mais mal interpretado. “Produtividade mede quanto se produz em relação ao tempo e aos recursos empregados, já a capacidade mostra o limite da estrutura instalada, ou seja, quanto a fábrica poderia produzir se operasse no seu potencial máximo. A distância entre os dois números costuma ser o primeiro sinal de ineficiência. Uma fábrica com capacidade alta e produtividade baixa não tem problema de máquinas, mas sim de processos”, explica.

A qualidade, por sua vez, deixou de ser avaliada só pelo resultado final. O indicador mais relevante hoje é a taxa de refugo e retrabalho, porque cada peça reprocessada consome tempo, insumos e energia que já haviam sido contabilizados como custo de produção. Fábricas que registram esse dado de forma contínua, e não por amostragem no fim do lote, têm uma leitura mais confiável.

Já lucratividade, margem de contribuição e depreciação de ativos compõem o retrato financeiro da operação. “Lucratividade mostra o resultado líquido do negócio; margem de contribuição isola quanto cada produto efetivamente contribui para cobrir custos fixos e gerar lucro, revelando quais linhas sustentam a empresa e quais apenas ocupam capacidade produtiva; e a depreciação de ativos indica o desgaste do parque fabril e orienta a decisão sobre quando investir em reposição”, explica Fábio, lembrando que, atrasar essa leitura, por exemplo, significa operar com equipamento em queda de rendimento sem perceber.

Cadeia de suprimentos e indicadores ambientais fecham o conjunto e ganham peso crescente diante das exigências de rastreabilidade. Saber a origem da matéria-prima, o tempo de giro de estoque e o consumo de água e energia por lote produzido se tornou critério de habilitação comercial no mercado.

Esse conjunto de indicadores só ganha valor prático quando sai da planilha e passa a ser incorporado ao ritmo da produção. É o que a automação embarcada nas máquinas têxteis vem permitindo: sensores e sistemas de visão computacional registram dado a dado no exato momento em que o processo acontece, sem depender de amostragem manual ou de fechamento de lote. Medir indicadores isoladamente ajuda a corrigir a rota, mas medi-los de forma integrada é o que prepara o negócio à antecipação de possíveis problemas.

“Não adianta ter oito indicadores se a fábrica só consegue medir um deles em tempo real. A automação existe justamente para fechar essa lacuna entre o dado e a decisão. Produtividade é também uma questão de informação. A indústria têxtil brasileira sempre soube produzir bem, o que muda agora é a velocidade com que ela consegue enxergar os próprios números”, reforça o CEO da Delta Máquinas.

Sobre: A Delta Máquinas Têxteis foi fundada em 2007, em Pomerode (SC), a Delta Máquinas Têxteis é referência em tecnologia para otimização da produção industrial têxtil, através do desenvolvimento de máquinas, equipamentos e softwares. São mais de 60 produtos em seu portfólio, aplicados aos processos de tecelagem plana, malharia circular, estamparia digital, beneficiamento e confecção. A Delta desenvolve, ainda, projetos de automação customizados, de acordo com a necessidade de cada cliente. Com foco na indústria 4.0 têxtil e confecção 4.0, alinha automação, gestão de dados e padronização de processos inteligentes. Suas soluções já estão presentes em toda a América, com mais de 300 clientes atendidos.

da redação com informações da Trevo Comunicação