JBS COUROS - INOVAÇÃO RESÍDUO INDUSTRIAL

worldfashion • 07/11/25, 10:16

A JBS Couros, líder global no segmento, anualmente com milhões de peles sendo processadas nas 21 unidades industriais da empresa, distribuídas nos quatro continentes. Posiciona a Companhia como uma das maiores produtoras do material no mundo.

A empresa redefiniu o conceito de resíduo industrial ao transformar o farelo de rebaixe, resultante do processo de rebaixamento do couro, a partir do qual chega-se à espessura ideal da peça, em fonte de receita, e passou a exportar mensalmente 550 toneladas do material de três das suas quatro fábricas (Itumbiara, Uberlândia e Lins) para a Itália, onde o farelo é utilizado como matéria-prima na produção de fertilizantes, transformando resíduo em receita.

Com isso, os artigos da empresa já registraram uma redução média de 15% nas emissões de carbono, chegando em até 25% em alguns casos. “Esse projeto mostra que cada elo da cadeia pode gerar valor. Transformamos desafios em oportunidades. Com inovação e foco, comprovamos que é possível ser sustentável, rentável e eficiente ao mesmo tempo.”, afirma Guilherme Motta, presidente da JBS Couros.

Essa inovação é parte de uma estratégia mais ampla de aproveitamento total da matéria-prima pela JBS Couros. Lançado em 2019,o “Kind Leather” é outro pilar dessa visão. A tecnologia otimiza o uso da pele desde o início, removendo as partes de menor aproveitamento antes do curtimento, transformando o que antes seria resíduo em coproduto para outras indústrias. A abordagem aumenta o rendimento do couro e reduz de forma significativa o consumo de água, de energia e de resíduos sólidos.

Com um sistema de produção que contempla um manuseio minucioso em cada etapa, os clientes têm acesso a um produto de alto valor agregado. “Nosso papel é completar o ciclo da cadeia de valor da pecuária, transformando um subproduto em um material de alta qualidade”, pontua Motta. “Atendemos setores com padrões rigorosos, que demandam não apenas excelência no produto final, mas também uma garantia de origem e de processo produtivo responsável”, complementa.

Toque italiano na vanguarda

Na Itália, a Companhia mantém a Conceria Priante, referência mundial em design, maquinário e tecnologias mais modernas para produção do couro. Além de produzir artigos de alto padrão, a unidade funciona como um laboratório de tendências, onde são desenvolvidos acabamentos, cores e texturas que chegam a marcas internacionais de renome. “A proximidade com os maiores polos de design do mundo nos permite antecipar demandas e criar soluções que influenciam todo o setor”, comenta o executivo.

Ao integrar tecnologia, sustentabilidade e controle de ponta a ponta, a JBS Couros requalifica a percepção sobre o processamento das peles: de um simples subproduto a um ativo belo, durável e confortável, sempre inovando ao trazer soluções em economia circular e aumento da eficiência da cadeia produtiva.

Sobre: A JBS é uma empresa global líder em alimentos, com um portfólio diversificado de produtos de alta qualidade, incluindo frango, suínos, bovinos, cordeiros, peixes e proteínas vegetais. A companhia emprega mais de 280 mil pessoas e opera em mais de 20 países, como Brasil, Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Austrália e China. No mundo todo, a JBS oferece um amplo portfólio de marcas reconhecidas pela excelência e inovação, como Friboi, Seara, Swift, Pilgrim’s Pride, Moy Park, Primo, Just Bare, entre outras, que chegam diariamente à mesa de consumidores em 180 países. A empresa também investe em negócios correlatos, como couro, biodiesel, colágeno, fertilizantes, envoltórios naturais, soluções para gestão de resíduos sólidos, reciclagem e transporte, com foco na economia circular. A JBS prioriza um programa de segurança alimentar de excelência, adotando as melhores práticas de sustentabilidade e bem-estar animal ao longo de sua cadeia de valor, com o objetivo de alimentar o mundo de forma mais sustentável.

da redação com informações da FSB Assessoria

CONCURSO - DESAFIO DENIM NEXT 2026

worldfashion • 05/11/25, 11:07

O concurso é idealizado pela Denim City SP e Mauricio Lobo, o Denim Next convida jovens criadores a desenvolverem propostas que expressem inovação, consciência e  no universo do denim.

O desafio integra a semana de lançamentos da indústria e apresenta o Troféu Denim Next como símbolo de reconhecimento ao mérito criativo e técnico dos participantes.

FOCO em CRIATIVIDADE, CONEXÃO e SUSTENTABILIDADE

O projeto foi desenvolvido a partir de três pilares — Criatividade, Colaboração e Sustentabilidade — incentivando o uso de matérias-primas e processos inovadores dentro da moda denim.

Os participantes deverão escolher um único item - base — calça ou jaqueta — e inscrever seu projeto em uma das duas categorias:

CRIAÇÃO CONCEITUAL: voltada à inovação em design e processo criativo;

UPCYCLING: dedicada à reutilização e reinvenção de peças existentes, com foco em sustentabilidade.

BENEFÍCIOS

Mais do que uma competição, o Denim Next reforça a missão da Denim City SP de aproximar o mercado, a academia e os negócios da moda, conectando pessoas, empresas, startups e instituições em torno do desenvolvimento do setor.

O projeto está alinhado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODS 4, 9, 12 e 17), reforçando o compromisso com Educação de Qualidade, Inovação, Produção.

O Desafio Denim Next 2026 oferece aos participantes a oportunidade de ganhar visibilidade nacional e construir conexões reais com o mercado.

Os projetos finalistas serão expostos na Denim City SP e concorrerão a premiações em dinheiro, tecidos, troféus, placas e benefícios técnicos.

A participação é gratuita e aberta a estudantes de Moda e áreas relacionadas.

CRONOGRAMA

Inscrições Até 02 de Janeiro 2026

Seleção Janeiro de 2026

Anúncio dos finalistas Janeiro de 2026

Exposição e premiação Março de 2026

PREMIAÇÃO

• 1º lugar, R$5.500,00 + 22 metros de tecido Denim + Troféu “DENIM NEXT 2026”

• 2º lugar, R$3.000,00 + 13 metros detecido Denim + placa “DENIM NEXT 2026”

• 3º lugar: R$1.500,00 + 10 metros de tecidoDenim + placa “DENIM NEXT 2026”

MAIS INFORMAÇÕES E INSCRIÇÕES PELO LINK:  httpps://forms.gle/49HWhpcpyEqCL6447

EVENTO - FEVEST Inspire 2026

worldfashion • 02/11/25, 11:55

A FEVEST maior feira de lingerie, moda praia, fitness e matéria-prima da América Latina será nos dias 9, 10 e 11 de junho de 2026 em Nova Friburgo/RJ, considerada a Capital Nacional da Moda Íntima.

O tema “Inspire”, da próxima edição promete ser inovadora, ousada e visionária, reafirmando o papel de liderança da FEVEST na promoção de negócios, tendências e conexões que impulsionam o setor. O evento é reconhecido por transformar ideias em movimentos e encontros em novas oportunidades, consolidando-se como um verdadeiro portal de inspiração para expositores, compradores, visitantes e patrocinadores.

Durante o lançamento da edição, foram apresentadas algumas das novidades, como os estandes, a ampliação da planta do evento, desfiles imersivos, momentos de networking e a terceira edição do projeto Sindexporta, que promoverá rodadas de negócios e mesas-redondas com compradores internacionais.

Em seu discurso, Gustavo Moraes, presidente do SINDVEST (Sindicato das Indústrias do Vestuário de Nova Friburgo e Região) e responsável pela realização da feira, destacou a importância do momento para o setor e expressou gratidão aos empresários pela confiança depositada na diretoria reeleita.

“Foram três anos de muito trabalho e conquistas que qualificaram nossos empresários e fortaleceram o polo de moda de Nova Friburgo”, afirmou. “Projetos como o SINDIVEST ACADEMY, o SINDEXPORTA, o SINDCONECTA, o SINDMULHER e o Resíduo Zero se tornaram pilares do nosso compromisso com o desenvolvimento e a sustentabilidade. E, agora, com a nova diretoria, estamos prontos para um novo ciclo de inovação e crescimento.”

O presidente também celebrou o reconhecimento nacional recebido na última semana, quando o SINDVEST foi premiado pela FIRJAN na categoria Melhores Práticas Sindicais, com o projeto SINDEXPORTA.

Encerrando o evento, o público assistiu a um vídeo institucional que reforçou o título de Nova Friburgo como a Capital da Lingerie e destacou a força do SINDVEST na representatividade da moda confecção.

“A FEVEST Inspire 2026 será um grande portal de inspirações, um evento para viver, sentir e compartilhar”, concluiu o presidente.

da redação com informações de Alex Ferraz Comunicação

Congresso Internacional ABIT

worldfashion • 29/10/25, 16:21

Em pronunciamento remoto, Ricardo Steinbruch, presidente do Conselho de Administração da ABIT, afirmou que produtividade significa muito mais do que eficiência econômica: “É a essência do que buscamos, ou seja, um futuro mais sólido, justo e com mais oportunidades para o setor e para o País”. Ele defendeu investimentos em educação, tecnologia, inovação, automação e sustentabilidade, além de avanços em infraestrutura, segurança jurídica e ambiente de negócios.

Steinbruch alertou para o impacto da informalidade, que “cria concorrência desleal e bloqueia o avanço da produtividade”, e apontou a necessidade de uma taxa de investimento de 25% do PIB, contra os atuais 18%. Segundo ele, o setor têxtil e de confecção precisa investir R$ 15 bilhões anuais para manter sua posição atual e R$ 20 bilhões para crescer. Também destacou a urgência das reformas estruturais e criticou “juros altos e câmbio volátil” como entraves à competitividade.

O diretor de Desenvolvimento Produtivo, Inovação e Comércio Exterior do BNDES, José Luís Gordon, ressaltou que a disputa global é por domínio tecnológico e industrial. Informou que a Nova Indústria Brasil (NIB) já aportou R$ 240 bilhões até setembro deste ano e que o BNDES e a Finep destinaram R$ 57,7 bilhões à inovação desde 2023. Mencionou, ainda, a nova linha de R$ 10 bilhões para a Indústria 4.0 e outros R$ 30 bilhões para apoiar empresas afetadas pelas novas tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos.

Em mensagem de vídeo, Ricardo Alban, presidente da CNI, destacou a relevância do setor têxtil na geração de empregos e inovação. Em seguida, Rafael Cervone, presidente do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP) e presidente emérito da ABIT, reiterou que o mundo está discutindo quem vai tomar conta das tecnologias, mas o fator humano é fundamental para a produtividade e o crescimento sustentado.

“Precisamos atrair e reter talentos, e estamos trabalhando nisso na Fiesp e no CIESP”, frisou. Porém, alertou que os setores produtivos no Brasil estão competindo por recursos humanos com o crime organizado, que já o maior ‘empregador’ na Região Norte do País.

Cervone também lembrou que o setor têxtil e de confecção é o mais antigo e o primeiro no advento da revolução industrial, foi inspiração da digitalização e é um dos líderes atuais no desenvolvimento da indústria 4.0. Finalizou salientando que “o Congresso da ABIT gera propostas ao governo, ao Congresso e aos empresários para o enfrentamento dos desafios a serem vencidos”.

O presidente da Fiesp, Josué Gomes da Silva, também presidente emérito da ABIT, afirmou que, para recuperar a produtividade, a educação é um fator fundamental. “Há tempos, porém, os indicadores qualitativos de nossa educação deixam muito a desejar. Por isso, a indústria de São Paulo tem atuado com força nessa área, oferecendo ensino de qualidade em suas 140 escolas, distribuídas por 112 municípios paulistas. O Sesi-SP tem uma tecnologia pedagógica avançada”.

No entanto, São Paulo tem cerca de 1,3 milhão de filhos de industriários em idade escolar, considerando o Ensino Fundamental 1 e o Médio. O Sesi-SP atende mais de 100 mil alunos. Ou seja, isso é menos de 10% da demanda potencial. Para absorvê-la, seria necessário ampliar a rede de escolas do Sesi-SP em mais de 1.000%.

“Por isso, decidimos intervir de modo determinado nessa realidade, por meio do programa Sesi Para Todos. Em apenas quatro anos, criamos uma dezena de programas, levados de maneira gratuita à totalidade dos 645 municípios de São Paulo, abrangendo as redes públicas estadual e municipais. Com isso, o Sesi-SP já treinou mais de 160 mil professores e 20 mil gestores das redes municipais e estadual, com reflexos positivos diretos na qualidade do ensino”, relatou Josué.

Em outra frente, quase 20 mil alunos da rede pública cursam gratuitamente no Senai-SP, no contraturno escolar, o quinto itinerário, já saindo dessa etapa escolar com uma profissão. O Senai-SP também realiza a Jornada de Transformação Digital. As 23,5 mil empresas atendidas até o momento registraram ganhos médios de 40% de produtividade e de 10% em eficiência energética, evidenciando o impacto positivo da digitalização nos negócios.

Defesa setorial

O deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE), presidente da Frente Parlamentar Mista “José Alencar” para o Desenvolvimento da Indústria Têxtil e de Confecção, defendeu a taxação de 20% sobre encomendas internacionais até US$ 50, medida adotada para proteger a indústria nacional. “Temos a obrigação de defender quem gera empregos”, disse, ressaltando a importância da ABIT na interlocução com o Poder Legislativo.

Fim do bônus demográfico

Na primeira palestra do congresso, mediada por Fernando Valente Pimentel, diretor-superintendente e presidente emérito da ABIT, o economista Bráulio Borges, da LCA Consultores e FGV Ibre, analisou o cenário macroeconômico e alertou para o fim do bônus demográfico no Brasil, que dará lugar a um “ônus populacional” já na próxima década. “Será preciso compensar esse efeito com reformas, melhor uso dos recursos públicos, participação feminina no mercado de trabalho e adoção de tecnologias”, afirmou. Segundo ele, a reforma tributária poderá elevar o PIB em até 10% nos próximos 15 anos, mas o ganho virá gradualmente.

Pesquisa

Uma pesquisa instantânea feita com os cerca de 500 participantes do congresso apontou que parcerias entre empresas, governo e setor de P&D são o fator mais importante para o aumento da produtividade. As tecnologias de reciclagem e reúso de fibras lideram as prioridades de inovação até 2030. A criatividade e a capacidade de resolver problemas complexos foram indicadas como as competências mais valiosas para o futuro do setor.

O evento prossegue até amanhã (30/10). Haverá novas rodadas de debates e proposições para o fortalecimento da indústria têxtil e de confecção brasileira.


Sobre A ABIT- Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), fundada em 21 de fevereiro de 1957, é uma das mais importantes entidades dentre os setores econômicos do País. Representa a força produtiva de 25,3 mil empresas instaladas por todo o território nacional, de todos os portes, que empregam mais de 1,3 milhão de trabalhadores e geram, juntas, um faturamento anual (em 2024) de R$ 212,6 bilhões.



da redação com informações da Ricardo Viveiros & Associados Oficina de Comunicação


EVENTO - IMERSÃO EM MODA REGENERATIVA

worldfashion • 24/10/25, 16:04

A Trama Afetiva é uma plataforma de design social e regenerativo idealizada por Jackson Araujo e Luca Predabon, que une oficinas criativas de desenvolvimento de projetos de design circular, voltadas para estudantes e interessados nos processos colaborativos de criação.

Esta IMERSÃO EM MODA REGENERATIVA com os participantes selecionados entre pessoas inscritas no formulário divulgado para todo o estado de São Paulo, as atividades terão conteúdo programático voltado para a aprendizagem coletiva sobre design, moda e práticas em reinvenção têxtil. Trata-se de um processo que transforma resíduos urbanos descartados em novos produtos de maior valor, uso ou qualidade.

O evento “Imersão Cultural em Moda Regenerativa”, se realizará entre os dia 28 e 31 de outubro, na Galeria Metrópole, no centro de São Paulo, e além de oficinas de moda e design circular para participantes selecionados, terá encontros com especialistas em sustentabilidade aberto ao público.

Os encontros contemplam uma agenda plural para disseminar conhecimentos sobre o design social e regenerativo, pautados sobre as experiências criativas da Trama Afetiva entre os anos de 2020 e 2025 – pandemia e pós-pandemia – realizadas a partir do uso de náilon de guarda-chuvas, recuperados do descarte de resíduos sólidos por cooperativas de catadores e catadoras na cidade de São Paulo.

Na programação, estão aula magna, painéis de discussão com a participação de nomes de destaque das cenas da moda, do design e da sustentabilidade, como Alexandre Heberte, artista têxtil e tecelão, Thais Losso, Jorge Feitosa, Maria Gabrielly Dantas e Sioduhi, designers de moda com expertise em processos de criação circular e colaborativa, Nina Coimbra, designer de objetos e curadora, a engenheira ambiental Aline Matulja, Laura Cruz, ativista de reciclagem e a mestra em sustentabilidade Monica Picavea, entre outros.

Neste formato, a Trama Afetiva reafirma sua atuação como uma plataforma que alia arte, regeneração e impacto social, conectando mais de 105 colaboradores entre catadores, costureiras e designers, e também beneficiando financeiramente cerca de 300 pessoas em São Paulo.

A Trama Afetiva – Imersão Cultural em Moda Regenerativa conta com patrocínio da Hering e da Fundação Hermann Hering, por meio do ProAC ICMS, reforçando o compromisso de fomentar a inovação social e práticas circulares na moda brasileira.

Programação

DIA 28 - 10h30 às 12h

BOAS-VINDAS

Fala oficial da Trama: Moda como Micropolítica – Jackson Araujo

Fala Patrocinador: Marina Ricciardi, gestora de sustentabilidade e comunicação da Cia. Hering

AULA MAGNA – Regeneração: o chamado da Terra, por Aline Matulja

Mediação: Jackson Araujo

DIA 28/10 - 10h30 às 12h

Mesa 1

DESIGN QUE CONTA HISTÓRIAS

Painelistas:

Thais Losso

Jorge Feitosa

Alexandre Heberte

Nina Coimbra

Mediação:

Ana Paula de Assis

DIA 29 - 10h30 às 12h

Mesa 2

MULHERES QUE CUIDAM DAS CIDADES

Painelistas

Laura Cruz

Anne Catadora

Morena Flowers

Mediação

Monica Picavea

DIA 30 - 10h30 às 12h

Mesa 3

BRASIL REGENERATIVO

Painelistas:

Maria Gabrielly Dantas

Sioduhi

Erico Gondim

Mediação:

Winnie Bastian

DIA 31 - 10h30 às 12h

Mesa 4

“SOMOS COMEÇO, MEIO E COMEÇO”

Apresentação do livro “A Coleta”, com o autor Pedro Vó e seus três personagens catadores (Bispo, Litz Govk e Maura)

Apresentação do episódio “Vivências Circulares”, com fala do produtor da série Sylvio Rocha

Serviço

Evento: Trama Afetiva – Imersão Cultural em Moda Regenerativa

Data: 28 a 31 de outubro de 2025

Local: Espaço Cultural PUBLICA – Av. São Luís, nº 187, Galeria Metrópole, lojas 14, 15 e 16, subsolo, República – São Paulo/SP

da redação com informações da assessoria Lema+

ARTIGO - Importações em alta ameaçam indústria têxtil e de confecções

worldfashion • 23/10/25, 14:01

Por Fernando Valente Pimentel*

Entre julho de 2024 e junho de 2025, o varejo de vestuário avançou 5,5% em termos reais, enquanto a produção nacional cresceu 4,9%. São números que confirmam a resiliência de uma cadeia produtiva que emprega, apenas na indústria, mais de 1,3 milhão de pessoas e desempenha papel estratégico na economia.

Por outro lado, as importações de produtos de vestuário cresceram 17,7% no mesmo período, 3,6 vezes mais rapidamente do que a produção doméstica. Tal descompasso decorre, em grande parte, do aumento de barreiras e tarifas em países compradores tradicionais, gerando um excedente de produção na Ásia, cujas empresas buscam alternativas para escoar o grande volume de peças fabricadas. Para elas, o Brasil é um alvo perfeito, pois tem um grande mercado e, de quebra, desvantagens competitivas acentuadas em relação a nações nas quais há custos mais baixos de capital, subsídios e incentivos robustos, em contraste com a nossa realidade.

Cabe lembrar que parcela importante dos ingressos de vestuário tem ocorrido por meio das plataformas internacionais de e-commerce. Estas, além de contarem com todos os benefícios acima indicados em seus países de origem, aproveitam vantagens tributárias que ainda persistem no Brasil, mesmo após avanços recentes, como a cobrança de 20% de Imposto de Importação sobre encomendas de até 50 dólares. Embora a medida represente um passo importante na direção da igualdade competitiva, ainda é insuficiente para equilibrar o campo de jogo.

Essa desigualdade tributária soma-se às agruras do “Custo Brasil”, que, há tempos, sobrecarrega empresas com uma combinação de fatores que encarecem operações e reduzem a competitividade: ônus trabalhistas elevados, excesso de burocracia, complexidade tributária, infraestrutura deficitária, energia cara, crédito limitado e uma das mais elevadas taxas de juros reais do mundo. Cada um desses elementos, isoladamente, já seria um desafio. Juntos, tornam o ambiente empresarial hostil e criam distorções que não refletem competência ou eficiência das empresas, mas sim barreiras estruturais, que se agravam no contexto da conjuntura mundial.

No cenário geopolítico global, marcado pelo acirramento das disputas comerciais, as soluções tornam-se ainda mais urgentes. Países desenvolvidos não têm hesitado em formalizar pedidos de defesa comercial e adotar tarifas elevadas e incentivos agressivos para proteger e fortalecer suas indústrias, buscando internalizar a produção. O Brasil, se não agir rapidamente para reduzir os ônus da atividade produtiva e defender legitimamente suas empresas, corre o risco de perder cada vez mais espaço no mercado interno e no mundial.

A resposta passa por uma combinação inteligente de políticas: revisão estrutural do “Custo Brasil, estímulo à produtividade e adoção de mecanismos responsáveis de defesa comercial, que podem incluir inclusive a imposição de cotas quantitativas temporárias enquanto perdurarem as turbulências geopolíticas e geoeconômicas. Tais providências são cruciais para garantir a soberania produtiva, preservar empregos e manter o vigor da nossa economia e da indústria.

Políticas públicas como as que vêm sendo adotadas, como a Nova Indústria Brasil (NIB), Depreciação Acelerada e as linhas de crédito para impulsionar a Indústria 4.0, recém-anunciadas, contribuem para revigorar a produção. Também são pertinentes as medidas compensatórias adotadas para atenuar o impacto das tarifas impostas pelos Estados Unidos. Entretanto, para além dessas iniciativas, não podemos nos resignar ao aumento expressivo das importações como algo passageiro, que se solucionará de modo natural quando arrefecer o atual ímpeto tarifário e protecionista internacional.

Nesse contexto, necessitamos de medidas amplas e eficazes de defesa comercial, sem as quais poderemos arcar com um custo altíssimo no futuro, em forma de dependência externa, fragilidade produtiva e perda de força inovadora. Precisamos reagir com agilidade para transformar o presente cenário geopolítico em oportunidades, em vez de sermos reféns passivos de um mundo mais hostil e permeado por bombas tarifárias nas relações comerciais.

*Fernando Valente Pimentel é diretor-superintendente e presidente emérito da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

10ª EDIÇÃO MAQUINTEX

worldfashion • 01/10/25, 11:58

O evento que aconteceu em Forteleza, se destacou como plataforma de negócios, tecnologia e inovação para o segmento, e mais uma vez movimentou o mercado e impulsionou a cadeia produtiva da região norte e nordeste somando 600 milhões de faturamento.

Além  dos negócios a feira ofereceu uma programação que incluiu mais de 50 horas de conteúdos, com palestras, workshops e painéis sobre as principais tendências e desafios do setor, que atraiu empresários, profissionais e empreendedores ligados à indústria da confecção, sublimação, serigrafia e varejo.

PALESTRAS:

Reforma Tributária e Impactos no varejo por Emilio Moraes, Inteligência Artificial e Inovação no varejo com Iago Capistrano.

Estratégia de internacionalização com Igor Maia Gonçalves.

Como a confecção vem mudando a vida dos reclusos no sistema prisional por Mauro Albuquerque.

Mercado têxtil e moda no Brasil nos últimos 25 anos. Transformações que estão definindo o futuro por Marcelo Villin Prado.

As tecnologias do segmento têxtil que estão mudando a vida de quem produz por Ricardo Collazo e Willian Previtalli.

Papo de Gráfica: Como resolver a falta de mão de obra qualidficada no mercado gráfico por Judah Adonai.

A jornada: o verdadeiro motor do sucesso online por Sara Porto e Daniel Gomes.

Finanças como ferramenta de decisão estratégica por Mayke Alexandre.

Como grandes marcas estão usando sustentabilidade para liderar o futuro da moda por Daniela Marx.

Os códigos que estão trasnformando o jeans já estão aí. Quem soube identificá-los saiu na frente. Conheça os sinais dessa revolução por Giuliana Castelo Branco,

O segredo atrás do mercado americano ter se tornado campeão mundial de vendas de jeans, e o que podemos aprender com eles por Iolanda Wutzl.

Marcas Cearences: Juntas pelo impacto positivo. O futuro do Jeans Sutentável e Desejável com Thicyane Pinheiro da TLF Jeans, Isabela Viana da 085 Têxtil, Francisco Marcondes da Caunt Jeans e Marlene Fernandes do Guia Jeans.

Do fio ao beneficiamento: inovação e tecnologia no ciclo do denim com Sueli Pereira da Santista, Marcelo Lobo da ZDHC, Itamar Feitoza da CHT, Fábio Felix da Vicunha, Paulo Rabelo presidente da Sindroupas CE.

O público visitantes, que foram mais de 15 mil, tiveram a oportunidade de conhecer as empresas reconhecidas nacionalmente pelas soluções tecnológicas e inovações voltadas para o setor têxtil,  que apresentaram novidades em automação, maquinário de última geração e ferramentas que prometem transformar os processos de produção, tornando-os mais eficientes e sustentáveis.

A feira também deu continuidade ao sucesso do Startup Corner, espaço que estreou em 2023 com o objetivo de apresentar soluções inovadoras desenvolvidas por startups para a indústria têxtil e de confecção. A iniciativa fortalece o ecossistema de inovação do setor e aproxima os empreendedores das grandes empresas.

O público visitante foi maior que a expectativa, refletindo o aquecimento do mercado e o interesse crescente por inovação, sustentabilidade e eficiência produtiva. De acordo com pesquisas da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), em 2024, o segmento têxtil registrou crescimento de 4,8% na produção em relação ao mesmo período de 2023, enquanto o vestuário avançou 3,9%. Para 2025, o orgão projeta um crescimento de 1,2% em toda a cadeia.

FEIRAS SIMULTÂNEAS

As feiras Signs Nordeste, voltada para comunicação visual, teve a exposição de produtos, áreas de talk e a quinta edição do Campeonato Brasileiro de Envelopamento Automotivo (Cambea) e a 1ª Pack&Graph, contou com uma programação recheada de novidades apresentando os principais lançamentos, tecnologias e serviços para o setor, especializada em soluções para embalagem e impressão, foram realizadas.

SUSTENTABILIDADE - VICUNHA

worldfashion • 25/09/25, 09:45

No Relatório de Sustentabilidade 2024, VICUNHA celebra a consolidação da estação de tratamento VSA, uma iniciativa pioneira que trata o esgoto doméstico de cidades vizinhas à sua fábrica, em Pacajus (CE), gerando água de reúso para alimentar seus processos industriais. Com isso, poderá utilizar entre 15 e 20 milhões de litros de água de reúso por mês, um total de cerca de 200 milhões de litros em 2025.

A VSA tem a capacidade de dobrar a produção de água de reúso, podendo chegar a 500 milhões de litros/ano, o que possibilitará à Vicunha autossuficiência hídrica nos processos industriais na unidade de Pacajus, bem como o fornecimento de água a outras empresas da região, impactando positivamente o ecossistema industrial no Ceará. Esse avanço representa um marco significativo na redução da utilização de água de manancial e reforça a gestão eficiente dos recursos naturais, em uma jornada que fortalece a sustentabilidade da indústria.

Outro destaque do relatório é o reaproveitamento de algodão, que é a principal matéria-prima para a produção do denim e do brim. Em 2024, a empresa utilizou mais de 9 mil toneladas de algodão reciclado e reutilizado em suas linhas de produção, cerca de 15% do uso total deste recurso, sendo uma das empresas que mais recicla e reutiliza materiais têxteis no mundo. Com esta iniciativa, a Vicunha diminui o uso de algodão virgem da natureza, o que evita um consumo significativo de água e outros insumos na plantação, bem como reduz a emissão de gases de efeito estufa no transporte da matéria-prima do campo à fábrica.

A empresa também relata que destinou aproximadamente 63% dos resíduos produzidos para reaproveitamento e reciclagem, um aumento de quase 20% em relação à 2023, evitando o envio de materiais a aterros sanitários. O objetivo é aumentar para 90% o percentual de resíduos não destinados a aterros até 2030, por meio de práticas como reutilização, reciclagem, compostagem, refino, uso agrícola ou recuperação energética.

“Cada ação reforça nosso compromisso com uma moda mais limpa, circular e consciente — onde o que sobra encontra um novo caminho. Com isso, contribuímos para uma cadeia têxtil mais sustentável, favorecendo uma moda responsável”, afirma German Alejandro Silva, diretor Executivo Comercial e de Marketing da Vicunha.

RESPONSABILIDADE SOCIAL

O compromisso social da Vicunha também ganha vida por meio da plataforma V.Tex, que fomenta o empreendedorismo feminino e de pequenos criadores de moda. Isso se dá por meio da doação de tecidos e com o compartilhamento de conhecimento e suporte técnico para costureiras e estilistas em situação de vulnerabilidade social ou em início de carreira. Em 2024, foram 108 parcerias realizadas pela Vicunha com atores da comunidade e cerca de 20 mil metros de tecidos doados, contribuindo para uma moda mais diversa, inclusiva e que gera oportunidades para quem precisa.

Outro destaque é o Projeto Pescar, no qual a empresa realiza investimentos sociais e voluntariado para a capacitação profissional e humana de jovens em situação de vulnerabilidade social. A iniciativa forma cerca de 100 jovens por ano nas suas três unidades fabris no Brasil, em Maracanaú (CE), Pacajus (CE) e Natal (RN). Os cursos oferecidos pelo Pescar dentro da Vicunha são: Manutenção Mecânica, Eletromecânica e TI, favorecendo a inserção de jovens no mercado de trabalho.

GOVERNANÇA E TRANSPARÊNCIA

O relatório também demonstra práticas de governança, nas quais a Vicunha reforça sua cultura ética e transparente, com 100% dos líderes e colaboradores treinados em políticas anticorrupção e conformidade. Por meio de uma gestão integrada e íntegra, a empresa garante o monitoramento contínuo de indicadores ambientais, sociais e operacionais, assegurando excelência e alinhamento com as melhores práticas internacionais.

No âmbito da moda e inovação, a empresa segue como referência global, com um portfólio de mais de 300 produtos em denim e brim, incluindo linhas com algodão regenerativo, materiais reciclados e processos que reduzem o uso de água e químicos. Investimentos no seu centro de inovação, o V.Laundry, e em plataformas digitais como o app V.Space, ampliam a experiência dos clientes, integrando inovação, sustentabilidade e o universo da moda.

Sobre: Vicunha empresa reconhecida mundialmente pelos elevados padrões de qualidade e sustentabilidade, é uma multinacional brasileira presente na América Latina, Europa e Ásia. Com quase 60 anos no mercado, é referência global em soluções jeanswear, atuando no segmento de tecidos denim e brim. Além de produtos inovadores, a empresa leva ao mercado inteligência para a customização de serviços em tendências de moda, sustentabilidade, design e lavagens. É isso que faz da Vicunha uma empresa one stop shop, modelo de negócio que possibilita atender as necessidades dos clientes em um só lugar, ajudando a aumentar sua competitividade com soluções integradas. Celebrando a multiplicidade de um mundo em constante evolução, a Vicunha tem como propósito estimular a cultura do jeanswear, para que cada pessoa no mundo encontre seu jeansidentity.

da redação com informações da assessoria Ágorasite

PROJETO DA ASSINTECAL NA COP30

worldfashion • 11/09/25, 11:09

O objetivo do projeto Iconografia Local - Bioma Amazônico, é valorizar a identidade cultural e produtiva da Amazônica e capacitar 20 micro empreendedores locais para desenvolver produtos a partir dos insights de uma pesquisa realizada sobre como o bioma da floresta pode contribuir para criações cheias de identidade e design regional. Os produtos criados serão objeto de vídeo e serão fotografados para o livro do projeto, entre os dias 17 e 26 de setembro próximo.

Já o lançamento da publicação e do vídeo acontecerá durante a COP30, entre os dias 10 e 21 de novembro, em Belém/PA.

O coordenador do projeto, Walter Rodrigues, explica que a iniciativa, realizada nos territórios de Santarém/Alter do Chão, Belterra e Mojuí dos Campos, desenvolveu uma pesquisa territorial aprofundada com foco em identidade local. A investigação contempla elementos como bioma, história, arquitetura, culinária, crenças, saberes artesanais, festas populares e uma cartela de cores representativa da região. “A partir dos insumos criativos da pesquisa, a Assintecal auxilia as micro e pequenas empresas locais no desenvolvimento de produtos e serviços com identidade territorial, valorizando o ecossistema da moda regional e promovendo inovação com base na cultura local”, explica Rodrigues, destacando que a pesquisa serve como base para desenvolvimento de coleções inovadoras e que valorizam a cultura do pertencimento nos segmentos de moda, móveis, turismo/gastronomia, hotelaria, artesanato e economia criativa em geral.

Valorização e preservação da floresta

Segundo Silvana Dilly, superintendente da Assintecal, o projeto valoriza e conecta a floresta Amazônica com a indústria da moda. “Nós acreditamos e atuamos para que as empresas entendam que, para se manterem competitivas, é essencial compreender o tema da sustentabilidade que é um dos pilares do projeto. Se quisermos ser reconhecidos mundialmente como a indústria mais sustentável do planeta, precisamos observar as práticas globais, mas, sobretudo, olhar para dentro do nosso próprio e rico país, onde está a nossa identidade e muito do que buscamos quando falamos em capitalismo consciente” comenta a executiva, ressaltando que o projeto ganhou vida como uma iniciativa que valoriza a identidade territorial e transforma conhecimento local em oportunidade, fortalecendo empresas e comunidades. “Mais que mapear elementos visuais e culturais, o projeto construiu pontes entre o que a Amazônia é e o que ela pode se tornar no mercado global”, ressalta, destacando que o objetivo do projeto não é mudar, mas estimular o potencial criativo dos artesãos, “embalando” essa criatividade com o processo de iconografia. “É uma forma de gerar rendas para as comunidades locais e ajudar a manter a floresta de pé, pois quando se vive da floresta, não se derruba a floresta”, conclui.

Quem participa

Participam do projeto Iconografia Local Bioma Amazônico: Amazoniere, Amélias da Amazônia, Biojoias Natureza Viva, Chácara Nova Esperança, Casa do Eltom, Coomflona – Cooperativa Mista da Flona Tapajós, Cuias Aíra – Associação das Artesãs Ribeirinhas de Santarém (Asarisan), Deveras Amazônia, Escola Indígena Borari Antônio de Sousa Pedroso, Etno Confecções Borari – Associação de Mulheres Indígenas Suraras do Tapajós, H Móveis Madeira, Quintal Produtivo Belt Bom, Loja Zagaia, Mestre Jefferson Paiva, Nunghara Biojoias, Pousada do Mingote, Quilombo de Murumurutuba – Rafro Modas, Quilombo de Murumurutuba – Azearte, Trançados do Arapiuns e Viveiro Floresta Ardosa.

da redação com informações da DCR - Assessoria de Imprensa

VAREJO - CAMPANHA “QUEM ENCONTRA O LOOK, SENTE”

worldfashion • 04/09/25, 11:03

A varejista C&A lançou a campanha “Quem Encontra o Look, Sente”, criada a partir de uma pesquisa inédita em parceria com a Box1824, consultoria estratégica especializada em mapeamento de comportamentos. O estudo mergulhou no impacto emocional da moda no cotidiano das consumidoras e revelou que o encontro com o look ideal vai muito além da estética: ele desperta autoestima, fortalece o pertencimento e influencia comportamentos no dia a dia.

Ao longo dos anos, a C&A realizou diversos estudos em campo, nas lojas e no ambiente digital para compreender as sensações associadas ao encontro com a moda. A partir desse acervo, a marca em parceria com a Box1824, buscou aprofundar os insights, mapeando o comportamento online do público-alvo, conduzindo entrevistas com consumidoras e dialogando com especialistas em moda e consumo. Esse processo permitiu traduzir de forma estratégica as emoções relatadas, revelando como a moda impacta a vida emocional das brasileiras, a partir da escuta de referências do setor e, sobretudo, das próprias clientes em todo o País.

Em um dos momentos mais sólidos de sua trajetória, com 49 anos de história no Brasil, a C&A segue pioneira no mercado, traduzindo o agora e acompanhando as transformações culturais, sociais e tecnológicas que moldam o consumo. Com o estudo, a marca dá continuidade ao posicionamento lançado em outubro de 2024 e reafirma o que constrói desde sua chegada ao Brasil: impactar as pessoas para que sejam o que desejam ser por meio da moda.

PESQUISA - O impacto real da moda

A pesquisa mostrou que encontrar o look certo não é apenas sobre estilo, mas também sobre impulsionar conquistas no cotidiano. Quando uma mulher se sente imbatível diante do espelho, o look se transforma em combustível emocional: coragem para encarar uma entrevista, tomar decisões difíceis ou iniciar novos ciclos.

Dentre os três principais efeitos estão a autoestima, que traz coragem e sensação de competência; pertencimento, que fortalece conexões sociais; e impacto comportamental, que influencia desde pequenas decisões até grandes momentos do dia a dia.

“Nossa pesquisa é inédita e explorou os efeitos comportamentais e sensações que surgem quando as pessoas se encontram na escolha do look em frente ao espelho. Esses insights, recolhidos a partir do olhar para a nossa cliente, nos ajudam a quebrar a percepção da moda ligada apenas à roupa, como algo superficial. Eles comprovam que a moda é muito mais: é extensão da identidade, da confiança e da forma como a mulher se coloca no mundo. É esse poder transformador da moda que a C&A quer amplificar”, afirma Cecília Preto Alexandre, CMO da C&A Brasil.

Essas descobertas inspiram a nova campanha da marca, “Quem encontra o look, sente”, que traduz esses achados em narrativas visuais e emocionais. Cada peça e cada história são desenhadas para que a cliente se reconheça e sinta o poder transformador do look que escolheu.


O reforço de posicionamento ganha vida em uma estratégia 360º: nas ruas, com presença marcante em OOH; nas redes, com histórias contadas por influenciadores de diferentes perfis; em conteúdos especiais nos canais da marca; e em um filme publicitário gravado no Centro Histórico de São Paulo, que apresenta a coleção inédita de Jeans – categoria icônica da C&A e símbolo do encontro com o look perfeito.

A C&A com especialistas da Box1824 e em moda e comportamento, como Nathalia Anjos, autora de O Cérebro e a Moda; Isa Isaac Silva, empresária e designer; Iza Dezon, especialista em pesquisa de tendências; e Tete Conde, comunicadora digital  discutiram as descobertas do estudo com Cecília Preto Alexandre, CMO da C&A.

“Toda marca busca se conectar com seus consumidores, e ouvir de fato o que eles sentem é o caminho mais certeiro. Neste projeto, percebemos que compreender as nuances das emoções envolvidas nesse encontro não apenas fortalece a identificação, mas também cria uma conexão emocional genuína com a C&A”, explica Vivian Maciel, Diretora de Estratégia na Box1824.

Com isso, a C&A reafirma sua especialidade na mulher brasileira e traz para o centro do debate algo que sempre existiu, mas nunca havia sido nomeado: o poder transformador do encontro com o look perfeito.

“Quando uma mulher se sente bem com o que veste, pequenas vitórias se tornam possíveis: encarar desafios, se divertir mais, se sentir viva. É essa energia que queremos amplificar com nossa campanha”, finaliza Cecília Preto Alexandre, CMO da C&A Brasil.

Sobre:

A C&A é uma empresa de moda focada em propor experiências que vão além do vestir. Fundada em 1841 pelos irmãos Clemens e August na Holanda, a C&A entende e defende a moda como um dos mais fundamentais canais de conexão das pessoas consigo mesmas, com todos à sua volta e, por isso, coloca os seus clientes no centro da estratégia. Uma das maiores varejistas de moda do mundo, a C&A chegou ao Brasil em 1976 quando inaugurou a sua primeira loja no shopping Ibirapuera, em São Paulo (SP). Atualmente, a companhia opera em mais de 330 lojas em todo o território nacional, além do seu E-commerce. Listada na bolsa brasileira (B3) desde outubro de 2019, a C&A é pioneira em diversas inovações em seu segmento a partir da oferta de serviços e soluções digitais e omnicanais, visando ampliar experiência on e offline dos seus clientes. Com cerca de 15 mil associados em todo o país e presente na vida de um milhão de clientes por dia, a empresa se destaca ainda por oferecer uma moda jovem, inovadora, diversa e inclusiva para mulheres, homens e crianças.

da redação com informações à imprensa da Máquina