WARP FASHION

worldfashion • 12/03/26, 12:09

O setor têxtil tem criado novas tecnologias para resolver problemas recorrentes no uso das roupas: tecidos que amassam com facilidade, peças que perdem o caimento ao longo do dia, falta de proteção UV, desconforto causado pela umidade e baixa durabilidade após lavagens frequentes.

As inovações acontecem a partir dos fios e da construção dos tecidos/malhas desenvolvidos e já estão disponíveis no mercado, aplicadas a diferentes tipos de peças do vestuário.

Ao desenvolver soluções diretamente na estrutura têxtil, a indústria passou a oferecer materiais que reduzem a necessidade de cuidados, aumentam a vida útil das peças e melhoram a experiência de uso, sem alterar a aparência das roupas.

Uma das inovações mais perceptíveis está nos tecidos/malhas que dispensam o uso do ferro de passar, o que chamamos de easy care, easy wear. É o WARP FASHION, desenvolvido pela Rosset, combina malharia de urdume com a tecnologia LYCRA® T400® EcoMade, resultando em um tecido que não amassa, tem secagem rápida e mantém o caimento ao longo do uso.

A construção do tecido/malha atende à necessidade de praticidade no cotidiano, reduzindo o tempo dedicado ao cuidado com as roupas e facilitando o uso em rotinas intensas ou em viagens, com tecnologias criadas para controle da umidade e conforto térmico.

O desenvolvimento de tecidos/malhas que auxiliam no controle da umidade também avançou.

A fibra COOLMAX® EcoMade foi criada para afastar a umidade do corpo, ajudando a manter a sensação de seco durante o uso. A tecnologia pode ser aplicada em categorias como jeans, moda íntima, roupa esportiva e vestuário do dia a dia.

Para climas frios, o fio THERMOLITE® EcoMade foi desenvolvido para contribuir com a retenção de calor, oferecendo conforto térmico sem adicionar peso ou volume às peças.

SOBRE:

A LYCRA Company é uma empresa e marca de ingredientes com uma longa história de grandes sonhos. São impulsionados por uma equipe de especialistas em diversas áreas — cientistas, pensadores, líderes de mercado — todos motivados por uma paixão em comum: tornar a vida mais confortável.

A principal inovação, a fibra LYCRA® , foi inventada pelo pioneiro cientista químico Dr. Joseph Shivers em 1958, introduzindo conforto e elasticidade a uma indústria de vestuário dominada por designs estruturados e restritivos, como cintas modeladoras femininas de borracha.

Em seus mais de 65 anos no mercado, a fibra LYCRA® transformou a indústria de vestuário, ajudando a impulsionar o crescimento das roupas esportivas e casuais e tornando tudo, desde roupas de banho e jeans até peças íntimas, mais confortável.

Hoje, a The LYCRA Company continua tão vital como sempre no mercado têxtil, conectando fábricas, fabricantes e marcas ao longo de toda a cadeia de valor e apoiando o desenvolvimento de designs de tecidos e vestuário que melhoram o dia a dia.

As fibras e soluções têxteis desempenham um papel fundamental na inovação têxtil e, com nosso alcance global, alto reconhecimento de marca e qualidade excepcional consistente, os produtos e tecnologias elevam e aprimoram os designs dos parceiros. Também estão focados na sustentabilidade , expandindo constantemente os portfólio de inovações feitas com materiais reciclados e renováveis ​​e transformando os processos de fabricação para ajudar a reduzir o impacto no planeta, com o espírito pioneiro e equipe apaixonada, inovar constantemente para atender às necessidades do futuro.

A Rosset - Empresa  fundada em 1939, no bairro do Bom Retiro em São Paulo. Desde o início da sua trajetória, a empresa assumiu o compromisso com a qualidade e tecnologia, desenvolvendo uma grande variedade de tecidos em poliamida com elastano. Hoje, é a maior fabricante de malhas em poliamida com elastano da América Latina.

Entre a variedade de artigos, o portfólio é composto por artigos de Ketten, Circular, Rendas, Laises e Estampados, voltados para os segmentos de praia, lingerie, esportivo e moda.

Investe constantemente no que há de mais moderno em equipamentos, aperfeiçoamento e treinamento constante da mão de obra. Algumas das atitudes ambientais, colocam as fábricas do grupo dentro dos mais rígidos padrões mundiais, e trazem alternativas para preservar os recursos hídricos e controlar a emissão de gases na atmosfera.

A C&A - Empresa de moda focada em propor experiências que vão além do vestir. Fundada em 1841 pelos irmãos Clemens e August na Holanda, entendem e defendem a moda como um dos mais fundamentais canais de conexão das

pessoas consigo mesmas, com todos à sua volta e, por isso, coloca os clientes  no centro da estratégia. É uma das maiores varejistas do mundo e, no Brasil, estão  presentes desde 1976, quando inauguraram a primeira loja no shopping Ibirapuera,

em São Paulo (SP). Atualmente, operam com mais de 330 lojas em todo o território nacional, além do e-commerce.

Estão listados na bolsa brasileira (B3) desde outubro de 2019 e são uma empresa pioneira em diversas inovações no nosso seguimento, a partir da oferta de serviços e soluções digitais e omnicanais, que visam ampliar a experiência on e off line dos clientes.

Consolidadas de ASG (Governança Ambiental, Social e Corporativa), sendo  uma das empresas mais premiadas e reconhecidas internacionalmente por  boas práticas de sustentabilidade em prol de uma moda com impacto positivo.

Já no aspecto social, por meio do seu braço filantrópico, o Instituto C&A, atuam  no fortalecimento de comunidades por intermédio da moda, no voluntariado  corporativo, no fomento ao empreendedorismo de grupos em maior vulnerabilidade social e ajudas humanitárias.

A AVIATOR - Empresa fundada em 1987 como uma pequena boutique de camisas, é uma marca carioca reconhecida por seu compromisso em criar produtos com matérias-primas e acabamentos superiores, feitos para durar, por isso estabelecem altos padrões em nos produtos para garantir durabilidade, funcionalidade e estilo.

Asas para Voar é o projeto de incentivo ao empreendedorismo. Através dele buscam alimentar o ecossistema do empreendedorismo brasileiro e mostrar as novas formas e experiências de trabalho e negócios.

Seja contando histórias inspiradoras, seja viabilizando a aceleração de startups promissoras, é através dessa iniciativa que os conectam com as próximas empresas de sucesso.

da redação

Artigo - Internacionalização da manutenção e inovação industrial

worldfashion • 11/03/26, 15:39

Por Jurandir Ferreira de Sousa*

A manutenção industrial deixou, há muito tempo, de ser uma função operacional limitada ao chão de fábrica. Hoje, ela ocupa posição estratégica na engrenagem da competitividade global.

Em um cenário caracterizado por cadeias produtivas integradas, tecnologia, automação avançada e padrões internacionais rigorosos de qualidade, segurança e sustentabilidade, a internacionalização da manutenção industrial passa a ser exigência do mercado.

A globalização dos processos produtivos ampliou significativamente a circulação de máquinas, componentes e sistemas automatizados entre países. Equipamentos fabricados na Alemanha, no Japão, nos Estados Unidos ou na China operam diariamente em plantas brasileiras. Isso exige que a manutenção industrial domine tecnologias embarcadas, protocolos de comunicação industrial, sistemas supervisórios e padrões técnicos desenvolvidos em diferentes partes do mundo.

Nesse contexto, a internacionalização se manifesta de duas formas principais. A primeira ocorre quando empresas nacionais prestam serviços especializados a multinacionais instaladas no Brasil, seguindo padrões corporativos globais. A segunda acontece quando companhias brasileiras expandem sua atuação para projetos no exterior, realizando montagem industrial, retrofit, comissionamento e manutenção preventiva, preditiva e corretiva de ativos de alta complexidade.

Essa evolução exige alinhamento com normas internacionais consolidadas, como as certificações ISO voltadas à gestão da qualidade, meio ambiente e segurança ocupacional, além de conformidade com padrões de segurança elétrica, automação e confiabilidade operacional. A adoção de metodologias como Manutenção Centrada em Confiabilidade (RCM), Manutenção Produtiva Total (TPM) e estratégias baseadas em análise preditiva com sensores e dados em tempo real tornou-se diferencial competitivo.

No entanto, um dos principais gargalos do setor permanece sendo a escassez de mão de obra altamente qualificada. A manutenção internacionalizada demanda profissionais com formação sólida em mecatrônica, eletromecânica e automação, domínio técnico de softwares globais de gestão de ativos (CMMS/EAM), capacidade de interpretar manuais técnicos em outros idiomas e habilidade para atuar em ambientes multiculturais. Investir em capacitação contínua, certificações internacionais e programas de intercâmbio técnico deixou de ser custo e passou a ser estratégia.

A internacionalização também transforma o modelo de negócios. Contratos de manutenção incorporam indicadores-chave de desempenho (KPIs) alinhados a matrizes globais, acordos de nível de serviço (SLAs) rigorosos e métricas baseadas em disponibilidade operacional, MTBF (tempo médio entre falhas) e MTTR (tempo médio para reparo). Isso exige governança estruturada, rastreabilidade documental, compliance técnico e capacidade de resposta rápida a auditorias internacionais.

Sob a ótica econômica, a inserção em mercados internacionais amplia oportunidades de exportação de serviços técnicos, fortalece a reputação da marca e reduz a vulnerabilidade à instabilidade do mercado interno. Empresas que operam com padrões globais agregam valor à sua imagem institucional, posicionam-se como parceiras estratégicas de grandes grupos industriais e conquistam maior previsibilidade contratual.

Entretanto, internacionalizar a manutenção industrial não significa apenas atravessar fronteiras geográficas. Trata-se de incorporar uma cultura organizacional orientada à excelência, disciplina operacional, segurança, inovação e melhoria contínua. Significa compreender que a manutenção não é apenas suporte à produção, mas elemento central da estratégia empresarial.

Ao assumir esse protagonismo, a manutenção industrial reafirma seu papel como base essencial da competitividade moderna e consolida-se como vetor estratégico de crescimento sustentável para empresas que desejam atuar em um mercado cada vez mais integrado, tecnológico e exigente.

Diante desse cenário, cada vez mais empresas optam pelo retrofit de máquinas antigas, uma solução que alia economia e modernização tecnológica.

A prática do retrofit, que consiste na modernização de sistemas elétricos, eletrônicos, pela substituição de CLPs antigos, painéis de comando, sensores, inversores de frequência e softwares de controle, permite que equipamentos considerados obsoletos voltem a operar com níveis mais altos de eficiência, precisão e segurança. Sendo assim, a solução deixou de ser apenas emergencial e passou a integrar o planejamento estratégico de muitas indústrias brasileiras.

Afinal, com o dólar alto, importar uma máquina nova pode custar duas ou três vezes mais do que há alguns anos, e o retrofit surge como uma alternativa inteligente, porque permite modernizar o processo produtivo com um investimento muito menor, aproveitando o que a empresa já tem de equipamentos.

Além do fator econômico, o retrofit também tem papel central na adaptação das indústrias à indústria 4.0, já que a integração de máquinas antigas a sistemas digitais de monitoramento, sensores de segurança, coleta de dados e manutenção preditiva tem resultado em ganhos de produtividade, redução de falhas e paradas não programadas, além da diminuição de riscos e acidentes de trabalho, sem a necessidade de grandes investimentos em ativos importados.

Embora iniciativas governamentais recentes tenham buscado estimular a renovação do parque industrial, o retrofit continuará sendo uma solução complementar e estratégica. Enquanto o câmbio continuar pressionado e o crédito seguir caro, o retrofit será uma escolha natural, por proporcionar que a indústria brasileira avance tecnologicamente, ao unir eficiência, inovação e sustentabilidade financeira, mesmo em um cenário econômico desafiador.

*Jurandir Ferreira, técnico em mecatrônica e CEO da Erluma Comércio de Máquinas e  Manutenção Industrial

108ª edição BIJOIAS

worldfashion • 09/03/26, 15:17

A próxima BIJOIAS, maior e mais representativa feira de negócios do setor de acessórios e semijoias da América Latina, acontecerá nos dias 17 e 18 de março de 2026, das 9h às 18h, no Centro de Convenções Frei Caneca, Rua Frei Caneca, 569 / Consolação, em São Paulo. O evento é uma plataforma estratégica de negócios, uma vitrine de tendências que reunem marcas, designers e compradores que sempre encontram inovação e exclusividade.

Mais do que uma exposição, a BIJOIAS consolida-se como espaço de inspiração e networking, fortalecendo o setor e ampliando oportunidades de crescimento

VITRINE

As tendências da temporada serão apresentadas oficialmente durante a 108ª BIJOIAS, Edição SOMA, nome de origem grega que significa “corpo total”, traduzindo plenitude e integração. A macrotendência SOMA representa uma jornada multissensorial que desperta transformação e promove cura. Mais do que estimular os sentidos, explora inovação e bem-estar, criando conexões profundas entre corpo e mente. É a fusão perfeita entre imersão e experiência multissensorial, onde cada detalhe convida à descoberta e ao equilíbrio.

As tonalidades da temporada reforçam a atmosfera elegante: marrom, vinho e verde musgo aparecem em peças com banho em ouro envelhecido e ródio negro, criando composições que remetem à profundidade e ao luxo discreto.

O design ganha protagonismo com linhas arquitetônicas e acabamentos texturizados, transformando cada peça em uma verdadeira obra de arte em miniatura. Brincos longos com movimento, colares com pingentes orgânicos e pulseiras com mix de metais surgem como protagonistas da estação, traduzindo intensidade e sofisticação.

O maximalismo segue em alta, mas com uma leitura refinada: anéis volumosos e peças statement convivem com delicados detalhes em pedras naturais, criando equilíbrio entre impacto e delicadeza.

Segundo Vera Masi, Diretora da BIJOIAS, “o consumidor busca cada vez mais peças que transmitam personalidade e exclusividade. A estação inspira intensidade e profundidade, e isso se reflete nas coleções”. Ela destaca ainda que o mercado de acessórios e semijoias vive um momento de consolidação e expansão. “Estamos diante de um público exigente, que valoriza inovação, mas também tradição e qualidade. É esse equilíbrio que torna as criações tão desejadas”, afirma.

Para mais informações e credenciamentos acessar o site oficial www.bijoias.com.br.

da redação com informações da  Agência Alma

MATÉRIA PRIMA

worldfashion • 06/03/26, 16:23

A Incofios, indústria têxtil com sede em Indaial (SC), anuncia a inclusão de fios sintéticos e 100% de algodão, importados em seu portfólio. Reconhecida nacionalmente pela produção própria de fios 100% algodão, a empresa passa agora a oferecer novas opções ao mercado, ampliando sua atuação e fortalecendo o posicionamento como fornecedora de soluções completas para a indústria têxtil.

A decisão é resultado de pesquisas de mercado e de um processo contínuo de diálogo com clientes. De acordo com a supervisora administrativo comercial da Incofios, Lavinia Kaun, a ampliação surgiu a partir da identificação de uma demanda crescente por fios diferenciados.

“Anualmente conversamos com nossos clientes para entender suas necessidades de consumo. Durante essas análises, percebemos um grande potencial de crescimento ao incorporar novos produtos ao portfólio”, afirma,  supervisora administrativo comercial da Incofios, Lavinia Kaun

A nova linha contempla poliéster texturizado 150/48 e  (75/36), poliéster viscose 30/1, viscose vortex 30/1, poliéster viscose vortex 30/1 e fio 30/1 penteado 100% algodão importado.

Os produtos atendem segmentos variados, como moda esportiva, uniformes profissionais, lingerie, camisaria, tecidos planos e decoração.

Segundo a empresa, os fornecedores foram selecionados com base em critérios técnicos e reconhecimento de qualidade no mercado internacional, garantindo padrão e confiabilidade aos clientes. A produção interna da Incofios segue concentrada exclusivamente no algodão, que permanece como principal pilar estratégico da companhia.

A supervisora comercial destaca que o movimento acompanha as transformações do setor têxtil e sinaliza uma estratégia de crescimento baseada em diversificação responsável e visão de longo prazo. “A expectativa é monitorar o desempenho da nova linha e avaliar futuras ampliações conforme a evolução do consumo”, finalizou.


Sobre a Incofios: Empresa fundada em 2001, a Incofios é uma das líderes na produção de fios 100% algodão, com foco na excelência e na inovação. A empresa se destaca por sua capacidade de produzir fios com os mais altos padrões de qualidade, atendendo a diferentes segmentos da indústria têxtil. Com unidades produtivas localizadas em Indaial, Luiz Alves (SC) e Campo Verde (MT), a Incofios alia tecnologia avançada, sustentabilidade e compromisso com o desenvolvimento do setor têxtil, sendo referência em toda a cadeia produtiva de fios.

da redação com informações da Presse Informações

RIO FASHION WEEK

worldfashion • 06/03/26, 11:37

O Rio Fashion Week vai ocupar o Pier Mauá em um hub criativo que unirá grandes desfiles à programação de talks internacionais, agenda de negócios, festas, red carpet, exposições e experiências gastronômicas. Dos mesmos organizadores do Rio Open, Cirque de Soleil, Taste e SPFW, a nova semana de moda brasileira é uma realização da IMM, maior empresa de esportes e entretenimento do Brasil, com patrocínio da Prefeitura do Rio. Promete entregar show, business e visibilidade global.

“O Rio Fashion Week chega com tudo. É mais um grande ativo que a IMM traz para uma cidade que respira estilo, atitude e criatividade. O Rio sempre foi passarela natural da moda brasileira. Agora, graças à visão da Prefeitura, vamos colocar a cidade de volta no circuito dos maiores eventos internacionais de moda”, diz Alan Adler, CEO da IMM.

Cerca de 20 marcas, vindas de todas as regiões do país, apresentarão suas coleções. Entre as já confirmadas, estão Adidas, Aluf, Angela Brito, Apartamento 03, Blueman, Dendezeiro, Handred, Helô Rocha, Isabela Capeto, Lenny, Lucas Leão, Misci, Normando, Osklen, Patricia Viera, Piet + Pool e Salinas. O RIOFW trará também três estreantes em temporadas brasileiras: a Argalji, com as criações volumosas da carioca Monique Argalji; a Hisha, da bordadeira mineira Giovanna Resende; e Karoline Vitto, catarinense radicada em Londres, que costuma ilustrar diversidades de corpos com peças recortadas na London Fashion Week.

“Com o Rio Fashion Week, a cidade reafirma sua força cultural e sua capacidade de transformar arte em projeção internacional. Estamos unindo a nossa vocação para o espetáculo com uma agenda sólida de negócios da indústria da moda e visibilidade mundial. É o Rio mostrando que, além de ser a cidade mais bonita do mundo, é o lugar onde a criatividade brasileira dita as regras. O Rio abraça esse evento que já nasce gigante”, celebra o Prefeito Eduardo Paes.

Como nas principais capitais da moda, o conteúdo vai ter papel central na programação, distribuída por três armazéns do Pier Mauá e pelo prédio do Touring, um dos ícones do estilo Art Déco no Rio, que acaba de ser revitalizado. Uma agenda de talks com nomes de peso do mercado de alta moda internacional conectará figuras estratégicas para discutir temas fundamentais do sistema contemporâneo, como internacionalização de marcas, construção de imagem além-fronteiras e posicionamento competitivo. Em paralelo, uma área dedicada ao networking vai promover encontros estruturados entre criadores, compradores e indústria.

O RIOFW trará também um salão de negócios. A venda de ingressos para todas as áreas do evento começa no dia 11 de março, com pré-venda para clientes C6 Bank a partir do dia 9.

“Estamos muito felizes em realizar esta grande semana de moda na nossa cidade. O RIOFW nasce como uma plataforma que vai além dos desfiles, reunindo moda, negócios, entretenimento, talks, bem-estar, gastronomia e iniciativas de sustentabilidade em uma experiência completa. O evento veio para ficar, com edições recorrentes, e passa a integrar o calendário global da moda”, reforça Gustavo Oliveira, diretor da IMM.

Com a chegada do RIOFW, as semanas de moda do Rio e de São Paulo passam a operar de forma integrada dentro do Calendário Oficial da Moda Brasileira. O São Paulo Fashion Week segue no segundo semestre, mantendo sua estrutura, identidade e posicionamento histórico, enquanto o Rio Fashion Week acontecerá no primeiro semestre, já com três edições previstas pelo apoio da Prefeitura.

“O Rio de Janeiro tem uma vocação natural para sediar grandes eventos de projeção internacional, e a RIOFW nasce justamente desse momento em que a cidade volta a ocupar um lugar estratégico no cenário global. Esta primeira edição marca não apenas o retorno dos grandes desfiles ao Rio, mas a consolidação de uma plataforma que complementa o calendário nacional, dialogando com São Paulo e ampliando a presença do Brasil no circuito internacional”, diz Olívia Merquior, curadora de conteúdo do evento.

A expectativa da Prefeitura é que o evento movimente mais de R$ 200 milhões na economia, com a geração de 8 mil empregos e a capacitação de jovens para o setor. Além disso, o RIOFW tem potencial para gerar até R$ 1 bilhão em mídia espontânea para a cidade do Rio de Janeiro.


“O Rio Fashion Week é estratégico, pois recoloca nossa cidade no centro do calendário internacional e mostra que criatividade também é desenvolvimento econômico. A moda movimenta a economia, gera emprego e projeta a imagem do Rio para o mundo. Apoiar o Rio Fashion Week é investir na vocação criativa da cidade e nas oportunidades para os cariocas”, reforça o futuro Prefeito da cidade do Rio Eduardo Cavaliere.

“A moda é ampla! Nesse universo existe uma economia enorme: costureiras, cabeleireiros, modelos, indústrias têxtil e da beleza, designers, produtores, estilistas, lojistas, cenógrafos, os veículos de comunicação e muito mais. O Rio é uma marca internacional. Trazer de volta uma semana de moda é ter a certeza de um palco com visibilidade para o mundo, de atração do turismo e de um movimento potente na geração de empregos”, completa a Secretária de Turismo Daniela Maia.

Em um momento em que o Brasil desperta atenção pela sua potência criativa, o Rio reafirma a sua vocação natural de cidade-referência e de inspiração permanente para a moda global. Do Rio para o mundo. E contará com os patrocínios da: Prefeitura do Rio de Janeiro /Riachuelo /C6 Bank /Prio /Decathlon  e Adidas e apoios de: Granado /True e World Wine

da redação com informações das assessorias de imprensa - Multifato Comunicação e MKT Mix

TECNOLOGIA NO VAREJO DA MODA

worldfashion • 05/03/26, 16:04

Por trás de uma vitrine cheia de novidades há uma série de decisões que definem o sucesso ou o fracasso de uma coleção. Escolher o que vai para o mostruário, quanto comprar de cada peça e o momento certo de fazer uma promoção são tarefas que exigem mais do que intuição.

No varejo de moda, errar significa ver o capital parado em prateleiras, e o acerto pode representar semanas de caixa saudável.

No setor, em que o ciclo do produto é curto e a obsolescência é rápida, o risco de manter peças encalhadas, com baixo giro e alto custo, é elevado. Consultorias como a McKinsey e a FashionUnited indicam que o giro de estoque médio das varejistas de moda varia entre quatro e seis vezes ao ano, o que significa que cada peça precisa ser vendida e reposta a cada dois ou três meses para manter a eficiência operacional.

Relatórios recentes de benchmarking apontam que, no mercado americano, o giro médio do varejo de roupas alcançou 6,5 vezes no segundo trimestre de 2025, segundo dados da CSIMarket.

E estudos do Council of Supply Chain Management Professionals (CSCMP) mostram que os custos de manutenção de estoque os chamados carrying costs podem equivaler de 20% a 30% do valor total do inventário por ano, pressionando margens e fluxo de caixa.

É justamente nesse ponto que a tecnologia muda o jogo. “Uma boa gestão envolve conhecer profundamente o público, compreender o comportamento de compra e manter o controle sobre o volume de estoque”, afirma Chrystian Scanferla, Head de Negócios da Irrah Tech, empresa paranaense que desenvolveu o KIGI, um ERP que transforma dados dispersos em decisões precisas.

Para Scanferla, “O estoque que parece girar bem, a promoção que talvez funcione, o cliente que diz gostar, mas não volta… Sem organização, esses dados se tornam ruído. O papel de um sistema de gestão vai muito além de emitir notas ou controlar o estoque”.

O CEO explica que a proposta do KIGI é substituir o “achismo” por previsibilidade. “A plataforma antecipa movimentos com base em dados de histórico, sazonalidade e comportamento de compra, permitindo que o lojista enxergue o negócio sob uma nova ótica: a da inteligência de gestão”.

Com poucos cliques, o sistema mostra quais produtos mantêm giro constante, quais fornecedores entregam melhor margem por categoria, em quais horários o volume de vendas dispara e até quando é o momento ideal de abordar novamente um cliente que não compra há algum tempo.

“No varejo de moda, isso é ainda mais importante, pois o ciclo do produto é rápido e o erro é caro. Uma compra equivocada, uma promoção mal planejada ou um estoque desajustado podem travar o caixa por semanas”, observa Scanferla.

Ela ainda explica que “O sistema cruza informações de diferentes áreas e oferece uma espécie de checklist do comportamento de compra, que ajuda o empreendedor a entender de onde vem seu resultado. É possível identificar quais segmentos compram com mais frequência, o ticket médio por faixa etária ou canal, o momento ideal para reativar consumidores inativos e o desempenho de cada vendedor, tudo em tempo real, em um painel intuitivo.”

Para passar de “gestão por intuição” para decisões baseadas em dados, o varejista precisa de visibilidade em três frentes: produto, cliente e estoque. No plano do produto, saber quais modelos giram bem, quais viram “sujeira” no estoque e quais categorias têm margem mais alta.

No plano do cliente, identificar perfis que retornam, canais que performam melhor, horários de pico de vendas. E, no plano do estoque, controlar a quantidade certa, evitar excesso e usar o ROI do estoque como ferramenta de competitividade.


“Sem integração desses dados, cada área da loja vira uma ilha. O resultado? Dados que se acumulam, relatórios que não conversam entre si e decisões atrasadas que viram prejuízo”, destaca.

Uma abordagem estruturada permite que o varejista antecipe movimentos. “Por exemplo, saber que determinado fornecedor entrega com melhor margem em determinada categoria; ou que, em determinados dias e horários, o ticket médio sobe; ou que certos clientes inativos têm chances maiores de retorno se abordados no momento certo”, explica.

A ferramenta também gera relatórios automáticos de faturamento, margem, giro e fluxo de caixa, indicadores que, antes, exigiam horas de planilhas e interpretações manuais. “Essa previsibilidade é exatamente o que separa as empresas que reagem, com promoções de desespero, daquelas que se antecipam, giram estoque, otimizam capital e evitam peças paradas”, reforça.

Para o varejista que quer transformar decisão em vantagem, o caminho passa por algumas recomendações, como destaca Scanferla:

• Mapear os indicadores-chave, como giro de estoque, ticket médio e margem por fornecedor.

• Integrar as áreas vendas, marketing, compras e fornecedores não podem operar em silos.

• Usar tecnologia para previsibilidade dados históricos e padrões de compra permitem agir antes que o problema apareça.

• Tratar o estoque como capital imobilizado, e não apenas mercadoria.

• Atuar rápido, porque no varejo de moda o tempo é inimigo do lucro.

“No varejo de moda, o que separa o jogador comum daquele que sai na frente é a capacidade de transformar dados de produto, cliente e estoque em decisões rápidas e estratégicas. Quando a vitrine, o estoque, os fornecedores e o cliente passam a falar a mesma língua, a peça encalhada deixa de ser risco e vira exceção”, resume.

Sobre a Irrah Tech: é um ecossistema de empresas unidas por um propósito comum: gerar valor real por meio da excelência operacional, da inovação constante e do compromisso com resultados duradouros. Atuamos para transformar nossos clientes em verdadeiros fãs, construindo relevância e impacto com base em nossos valores corporativos.

da redação com informações da Engenharia de Comunicação

CALÇADOS - 101ª EDIÇÃO MICAM MILANO 2026

worldfashion • 25/02/26, 17:03

A feira que ocorreu entre os dias 22 e 24 de fevereiro, em Milão, na Itália, teve a participação de 71 marcas verde-amarelas, que abriram 448 novos contatos durante os três dias.

No evento, as calçadistas comercializaram, in loco, 273 mil pares, que geraram mais de US$ 8,4 milhões. Somando as expectativas em negócios que ficaram alinhavados na feira, o número salta para 1 milhão de pares e US$ 20,4 milhões.

A coordenadora de Negócios da Abicalçados, Paola Pontin, destaca que esta edição da Micam Milano foi marcada pela diversidade de países que circularam pelos corredores do evento.

“Tivemos resultados muito positivos, apesar dos desafios globais enfrentados pelo setor e da redução de compradores do Oriente Médio, já que a feira coincidiu com o período do Ramadã. Após o evento, percebemos que os negócios reportados pelas empresas, inclusive, superaram os números da edição de inverno da Micam do ano passado. Dessa forma, a feira demonstra que o grupo brasileiro conseguiu manter mercados e estabelecer novos contatos, o que é fundamental em um evento como esse”, comenta Paola.

“Positiva em vários sentidos.” Essa é a avaliação da feira feita pelo gerente de exportação da Opananken Antitensor (Franca/SP), Leandro Moscardini, ao citar que a mudança de localização no evento possibilitou a abertura de novos contatos durante os três dias.

“Tivemos cinco pedidos fechados durante a Micam, inclusive uma compradora já fez o pedido para duas estações. A maioria dos clientes que estiveram no nosso estande comentaram que sempre visitam a Micam e não conheciam a empresa. Essa nova posição possibilitou vários contatos em mercados como Austrália, Estados Unidos, Japão, Índia, Coreia, Estônia, China, Taiwan, Kuwait, Ilhas Maurício e Singapura”, fala Moscardini, ao ressaltar que em pelo menos seis desses países eles ainda não atuavam.

Já confirmados para a edição de setembro, o gerente de exportação destaca, ainda, a sinalização positiva que foi sentida diante da redução da tarifa para os Estados Unidos.

“Dois clientes que não estavam mais comprando com a taxação nos visitaram e estão voltando agora que teve a diminuição.”

Brasil é destaque na passarela

Essa edição da Micam Milano teve desfiles de moda nos dois primeiros dias do evento. E o Brasil, que é a segunda maior delegação internacional da feira, brilhou na passarela. Afinal, 17 marcas verde-amarelas tiveram calçados selecionados para esta que é uma das ações mais esperadas da mostra: Andacco, Arezzo, Camminare, Carrano, Dinasty, JotaPe, Lightgel, Luiza Barcelos, Madeira Brasil, Melissa, Piccadilly, Ramarim, Santa Lolla, Schutz, Variettá, Vizzano e Werner.

Selecionada para o desfile, a marca Dinasty da Calçados Sandra (Nova Hartz/RS) participou pela primeira vez da feira nesta edição. O diretor comercial da empresa, Fábio Emílio Hartz, comenta que esse movimento representa uma retomada de mercados para a calçadista, que já trabalhou a exportação muito forte no passado e agora está com um projeto estratégico de expansão.

“Ficamos contentes em ver o nosso calçado no desfile. E aqui na Micam conseguimos iniciar esse processo ao encontrar e iniciar um contato com potenciais clientes no Oriente Médio, Ásia, África, Europa e América Latina. Tivemos dois pedidos fechados nestes dias e essa presença é importante para mostrar ao mercado a qualidade de produção e de design da fábrica.” A ideia é voltar para a edição de setembro para dar continuidade ao trabalho já iniciado” completou Fábio Emílio Hartz

Presente há vários anos na feira, a Santa Lolla (Itajaí/SC) também está voltando para o Brasil feliz com os resultados do evento. A gerente de exportação da empresa, Haide Sehen, destaca o movimento dos dois primeiros dias.

“Nos surpreendemos com o fluxo de visitantes para uma edição de inverno. Todos os clientes se encantaram com a coleção, em que trouxemos características do Brasil, com o trabalho artesanal dos trançados e cores vibrantes. A tendência é abrir novos mercados a partir dos contatos realizados, além da manutenção de clientes”, diz, ao lembrar que seis sapatos da Santa Lolla brilharam nas passarelas da feira. “Essa seleção também foi muito gratificante porque traz mais visibilidade para a marca.” disse Haide Sehen

A 101ª edição da Micam Milano teve a participação, com o apoio do Brazilian Footwear, das marcas Actvitta, Adrun, Anatomic Prime, Anatomic Shoes, Andacco, Archetti, Arezzo, Azillê, Beira Rio, Bibi, Bonton Leather Care, BR Sport, Camminare, Capelli Rossi, Carrano, Cartago, Cecconello, Comfortflex, Cristófoli, Degalls, Democrata, Dinasty, Ferracini, Grendene, Grendha, Guilhermina, Ipanema, Itapuã, Jorge Bischoff, Jotape, Killana, Levecomfort, Leveterapia, LigthGel, Loucos &  Santos, Luiza Barcelos, Luz da Lua, Madeira Brasil, Melissa, Mini Melissa, Modare Ultraconforto, Moema, Moleca, Molekinha, Molekinho, New Face, Opananken Antitensor, Pegada, Petite Jolie, Piccadilly, Quiz, Ramarim, Renata Mello, Rider, Santa Lolla, Santinelli, Savelli, Schutz, Suzana Santos, Usaflex, Valentina, Variettá, Verofatto, Vicenza, Villione, Vinci Shoes, Vizzano, Voices Culture, Werner, Wirth e Zaxy.

Sobre a Abicalçados:

A Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) é a entidade que representa a indústria nacional, quarta maior produtora de calçados do mundo, a maior do Ocidente. Fundada em 1983, a Abicalçados, sediada em Novo Hamburgo/RS, possui em seu quadro de associados empresas de todos os portes e que respondem por mais de 65% do total de pares produzidos no País. A entidade representa uma indústria que emprega, diretamente, mais de 290 mil pessoas. Sua missão é representar, defender, desenvolver e promover a indústria calçadista brasileira, com respeito, excelência e resultados. Saiba mais: abicalcados.com.br.

Sobre Brazilian Footwear:

O Brazilian Footwear é um programa de incentivo às exportações desenvolvido pela Abicalçados em parceria com a ApexBrasil. Este programa tem como objetivo aumentar a presença da indústria brasileira e de suas marcas no mercado internacional por meio de ações de desenvolvimento, promoção comercial e de imagem. Atualmente, cerca de 300 empresas são atendidas pelo Programa, que no último ano gerou US$ 128,3 milhões para as empresas brasileiras apoiadas pelo Brazilian Footwear. A participação é gratuita e os interessados devem entrar em contato com a Abicalçados.   Conheça: brazilianfootwear.com.br | abicalcados.com.br/brazilian-footwear.

Sobre a ApexBrasil:

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar os objetivos, a ApexBrasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil. A Agência também atua de forma coordenada com atores públicos e privados para atração de investimentos estrangeiros diretos (IED) para o Brasil com foco em setores estratégicos para o desenvolvimento da competitividade das empresas brasileiras e do País.

da redação com informações do assessor de imprensa Diego Rosinha

Brasil Fashion Designers - edição de São Paulo

worldfashion • 24/02/26, 15:41

Nesta edição, o concurso é voltado a estudantes regularmente matriculados e egressos (com até dois anos de formação) dos cursos técnicos e superiores de moda e vestuário da cidade de São Paulo, reforçando o papel da capital do estado, como um importante pólo de criação, inovação e formação profissional de moda.

Os participantes foram desafiados a desenvolver coleções inéditas compostas por dois looks completos, destinados ao inverno 2026, a partir do tema “Na Batida do Funk e na Rimada do Rap”, que propõe um diálogo entre moda, música urbana brasileira, identidade cultural e expressão contemporânea. As criações podiam ser femininas, masculinas ou mistas e seguindo critérios, que vedam o uso de materiais perecíveis, peles ou matérias-primas de origem animal.

A edição Cidade de São Paulo 2026 dá continuidade ao histórico do concurso no estado. Em 2025, o Brasil Fashion Designers realizou uma edição especial que homenageou Vivi Haydu, referência da moda brasileira, celebrando sua trajetória e contribuição para o fortalecimento da criação independente no país.

Realizado pelo Febratex Group, o Brasil Fashion Designers tem como missão aproximar novos designers da indústria têxtil, estimulando a criatividade, a inovação e a inserção profissional de talentos em formação.


“O Brasil Fashion Designers é um projeto que conecta educação, criatividade e indústria. Ao realizar mais uma edição em São Paulo, reforçamos a importância da cidade como território estratégico para o desenvolvimento da moda”, destaca Ricardo Gomes, gerente de projetos especiais do Febratex Group.

Para Helvio Júnior, diretor de comunicação do Febratex Group, o concurso cumpre um papel estratégico na conexão entre criação e mercado.


“O Brasil Fashion Designers é uma vitrine para novos talentos e um elo direto com a indústria. Ao integrar o concurso à programação da FebraTêxtil 2026, ampliamos oportunidades reais de visibilidade, aprendizado e inserção profissional para jovens designers, fortalecendo a moda brasileira desde a sua base formativa”, afirma.

O processo seletivo do concurso é realizado em cinco etapas, que incluiem a pré-inscrição, com o envio de projetos com croquis e memorial descritivo, a seleção técnica dos finalistas, a confecção das peças e o desfile final.

Além do desfile no dia 5 de maio, os looks finalistas também ficarão expostos nos dias 6 e 7 de maio de 2026, durante a programação da FebraTêxtil, ampliando a visibilidade dos trabalhos, onde o “Júri Popular” constituído pelos expositores e visitantes da feira entre eles: indústrias, compradores, profissionais e formadores de opinião do setor, depositarão as suas notas.

Durante o desfile, serão escolhidos o 1º, 2º e 3º colocados, além do Prêmio Excelência. O vencedor receberá como premiação um convite para desfilar na Expotextil Perú 2026, em Lima, com despesas de passagens aéreas, hospedagem, alimentação e transporte custeadas pela organização. Já o vencedor do Júri Popular será contemplado com uma máquina de costura reta. Todos os finalistas recebem certificado de participação.

Os Selecionados – Brasil Fashion Designers | Cidade de São Paulo 2026

ALMEIDA SANTANA – 19 anos

UNIP - SÃO PAULO – SP

ASHLEY MARCELLE – 18 anos

BELAS ARTES - SÃO PAULO – SP

DOUGLAS FERRER – 27 anos

SENAI - SÃO PAULO – SP

ISRAINY LIMA DOS SANTOS – 22 anos

BELAS ARTES - SÃO PAULO – SP

IVYE VIDAL – 18 anos

USP - SÃO PAULO – SP

JOCKS REIS – 20 anos

FAAP - SÃO PAULO – SP

MAURICIO MAZZON – 27 anos

USP - SÃO PAULO – SP

NARA PAIDOSZ – 18 anos

BELAS ARTES - SÃO PAULO – SP

THAISA CHAVES – 31 anos

BELAS ARTES - SÃO PAULO – SP

VITÓRIA AMARAL – 21 anos

FAAP - SÃO PAULO – SP

Serviço

Brasil Fashion Designers – Cidade de São Paulo 2026

Onde: FebraTêxtil | Expo Center Norte – São Paulo (SP)

Quando: Desfile em 5 de maio de 2026

Exposição dos looks: 6 e 7 de maio de 2026

da redação com informação da P.A. Comunicação 360

ARTIGO - Fim do hype: por que o varejo entrou na “era da execução”?

worldfashion • 19/02/26, 11:48

Por Tailan Oliveira*

Durante anos, as conferências de varejo pareciam roteiros de ficção científica. Nesses encontros, falava-se de robôs, metaverso e até mesmo entregas por drones. Entretanto, a NRF 2026 consolidou uma virada de chave silenciosa, mas de alto impacto: o hype morreu. Como destacou David Lawrence na abertura do evento: “Se não funcionou, aprendemos. Mas, ficar parado não era uma opção”.

Podemos afirmar que entramos oficialmente na era da execução. E, nesse novo cenário que se consolida, três pilares surgem como divisores de águas entre as empresas do setor que apenas sobrevivem e as que lideram.

São eles:

#1 A IA saiu da vitrine. Se em 2025 a Inteligência Artificial era uma promessa abstrata, em 2026 é algo puramente pragmático. O mercado não se interessa mais em saber o que a IA pode fazer, mas o que ela está entregando em casos reais de uso, como: otimização logística, redução drástica de rupturas de estoque e, principalmente, a IA Conversacional. Com o avanço do protocolo UCP (Universal Commerce Protocol), o consumidor está migrando sua preferência para assistentes inteligentes. Desta forma, se o dado do produto não for legível por uma máquina, a marca poderá deixar de existir para esse novo consumidor.

#2 A Reforma Tributária como catalisadora de eficiência. No Brasil, podemos afirmar que o motor de inovação veio direto de Brasília. A transição para o novo modelo tributário se tornou o teste definitivo para o varejo. Aqueles que ainda operam com dados fragmentados ou sistemas legados, certamente, sofrerão com a complexidade fiscal. Nesse cenário, o software de gestão como, por exemplo, o ERP deixou de ser uma ferramenta de suporte para se tornar o “escudo” para garantir a margem de lucro. Afinal, organizar dados e garantir o compliance em tempo real não se restringe apenas à burocracia, mas trata-se de estratégia competitiva.

#3 Consumo em “K” e a valorização humana. O cenário macroeconômico desenhou uma curva em “K”, na qual, de um lado, há o consumo impulsionado pela valorização de ativos e busca por experiências positivas; do outro, existe a constante luta pela eficiência no varejo. No meio desse fogo cruzado, nosso país tem uma “arma secreta”: o acolhimento. Desta forma, a grande lição para 2026 é que a tecnologia deve ser “invisível” para servir e empoderar o humano. Na prática, a IA deve dar munição para que o vendedor conheça o cliente tão bem quanto o algoritmo, mas com a personalização que só o atendimento presencial oferece.

Em 2026, o varejo deve ser pautado em dados com propósito. Ou seja, não basta digitalizar as operações em nuvem; é necessário ser autônomo. Da mesma forma, não basta apenas ter IA; é preciso ter margem. Até porque, na prática, o sucesso pertence às empresas que já entenderam que a inovação tecnológica só tem sentido quando traduzida em eficiência operacional e conexão humana real.

Como sinalizado por Lawrence, o hype acabou. Essa afirmação ganha ainda mais força ao olharmos a projeção do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) de que, até março, o setor tenha uma alta de 6,3% nas vendas no país. Mesmo em meio às sazonalidades, é importante enfatizar que o setor não está buscando mais promessas, mas a execução. Quanto a isso, a pergunta que deve ser feita não é sobre qual tecnologia comprar, mas o quão rápido é possível executá-la para proteger o negócio.

*Tailan Oliveira é CRO da ALFA a única consultoria SAP com expertise no varejo e que mais cresce no Middle Market nos últimos 6 anos. Com mais de 180 clientes ativos no Brasil e no exterior, uma equipe de 150 especialistas e 38 prêmios de excelência da SAP, a empresa se consolidou como parceira estratégica para organizações em expansão.

da redação com informações da InformaMidia

ARTIGO - Agenda da jornada de trabalho deve caminhar junto com produtividade e competitividade

worldfashion • 19/02/26, 10:22

Por Fernando Valente Pimentel*

O debate sobre a redução da jornada, que voltou à agenda nacional, merece ser tratado com a seriedade e a profundidade que um tema dessa magnitude exige. Trata-se de uma discussão importante que envolve qualidade de vida, saúde e equilíbrio entre trabalho e vida pessoal. No entanto, seus impactos ultrapassam a esfera social, pois alcançam diretamente a produtividade, a competitividade das empresas, a geração de empregos formais e o futuro do desenvolvimento econômico do País.

É importante lembrar que o Brasil não parte de um cenário de cargas horárias excessivamente elevadas. Dados recentes indicam que a jornada média efetivamente trabalhada situa-se pouco acima de 39 horas semanais, enquanto na indústria a média gira em torno de 40,2 horas. Ou seja, já existe, na prática, um nível significativo de acomodação decorrente de negociações coletivas, arranjos setoriais e organização produtiva das empresas.

Essa realidade reforça um ponto central: a diversidade econômica e produtiva brasileira torna inadequadas soluções uniformes e rígidas. Setores com operação contínua, forte sazonalidade ou elevada competição internacional, como a indústria têxtil e de confecção, apresentam dinâmicas distintas de atividades predominantemente administrativas ou de serviços. O mesmo se aplica às diferenças regionais, que refletem realidades econômicas, estruturais e sociais variadas.

Por essa razão, o melhor caminho para eventuais ajustes na jornada de trabalho não é a imposição legal uniforme, mas sim a negociação coletiva e os acordos entre trabalhadores e empregadores. Esse instrumento permite acomodar especificidades setoriais e regionais, preservar empregos e garantir soluções equilibradas entre produtividade, competitividade e bem-estar dos trabalhadores. A experiência brasileira demonstra que, quando há espaço para negociação, surgem soluções criativas e sustentáveis.

Outro aspecto essencial é reconhecer que reduções sustentáveis da jornada de trabalho, observadas em economias avançadas, ocorreram em contextos de aumento de produtividade, modernização tecnológica e reorganização dos processos produtivos. Quando a redução ocorre sem ganhos correspondentes de eficiência, o resultado tende a ser o aumento do custo por unidade produzida, perda de competitividade, informalidade e retração do emprego formal.

Nesse contexto, causa preocupação que propostas de redução da carga semanal de trabalho e extinção do regime 6×1 avancem sem que se inclua, na mesma medida, a discussão sobre a mitigação do “Custo Brasil” e dos encargos que incidem sobre o emprego formal. Os ônus do trabalho no País permanecem elevado quando considerados tributos, encargos sociais, energia e custos logísticos e do capital. Alterações que elevem o valor unitário da produção sem enfrentar esses fatores estruturais tendem a penalizar a indústria, estimular a informalidade e ampliar a substituição por importados.

Além disso, uma discussão com impactos estruturais sobre o custo do trabalho, a organização produtiva e a competitividade nacional não deve ser conduzida de maneira açodada, especialmente em períodos eleitorais. Temas dessa relevância exigem análise técnica aprofundada, diálogo amplo com os setores produtivos e avaliação criteriosa de seus efeitos sobre crescimento econômico, inflação, investimento e geração de empregos de qualidade.

O Brasil precisa avançar no seu desenvolvimento e, com isso, proporcionar maior bem-estar à sociedade. Mas, esse avanço, para ser sustentável, deve caminhar junto com produtividade, inovação e competitividade. A negociação coletiva, o respeito às diferenças setoriais e regionais e a construção gradual de soluções efetivas representam o caminho mais seguro para equilibrar esses objetivos.

Tratar esse tema com responsabilidade é garantir que o País avance socialmente sem comprometer sua capacidade de produzir, competir e gerar oportunidades para milhões de brasileiros.

*Fernando Valente Pimentel é o diretor-superintendente e presidente emérito da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).