O crédito às empresas antes que elas morram

worldfashion • 20/04/20, 15:44

Por *Adilson Seixas e Carlos Ponce de Leon

carlos-adilsonCom o recente bombardeio de informações e opiniões, é difícil imaginar que muitos dos empresários não se sintam confusos ou angustiados. O brasileiro já começa a ter consciência da seriedade dessa pandemia, as consequências para a população mais velha ou com baixa imunidade, mas ainda é difícil dimensionar os reflexos na economia, certo é que serão meses muito difíceis.

O distanciamento social, mesmo que parcial, adotado por alguns estados, tem potencial para ocasionar uma profunda crise econômica, como já é observado em alguns países. A dúvida é sobre o tempo que isso vai durar. Os mais pessimistas já falam em recuperação somente em 2021.

Agora, precisamos concentrar nossa atenção em soluções que estão sob nosso controle, e dar oportunidades e condições para que as empresas atravessem esse período crítico dos próximos meses.

Algumas notícias sobre o crédito para as empresas.

Os primeiros anúncios vieram dos bancos públicos, prometendo reforço nas linhas destinadas às pequenas e médias empresas; depois a Febraban, com a postergação, pelos 5 maiores bancos, dos pagamentos de empréstimos por 60 dias e, recentemente, o BNDES colocando à disposição R﹩ 5 bilhões em crédito novo e o Banco Central anunciando um pacote de mais de R﹩ 1 trilhão para injetar liquidez na economia

Apesar da relevância dessas decisões, existe muita dificuldade e demora para que as medidas cheguem nas empresas.

1 - Primeiro ponto é que há a dificuldade e burocracia na postergação de dívidas. Em todos os bancos que consultamos, para conseguir a postergação será necessário um pedido formal por parte das empresas. Ora, se estamos diante de uma crise que vai atingir praticamente todos os setores, será que tem alguma empresa que não queira adiar seus pagamentos? Se o objetivo é realmente ajudar as empresas, por que não postergar automaticamente os pagamentos dos todos elegíveis e tratar exceções?

2 - Em relação ao alardeado aumento de linhas de crédito, que seriam colocadas à disposição dos pequenos e médios negócios, ficam as questões: onde estão essas linhas? Como as empresas fazem para se candidatar? Que regras e garantias serão exigidas? O que temos visto de concreto é a redução de linhas por parte de alguns bancos.

3 - Já no tocante ao anúncio de R﹩ 5 bilhões em dinheiro novo, por parte do BNDES, para socorrer pequenas empresas, além de ser muito pouco, diante da magnitude do banco e da real necessidade, não ficou claro como esse dinheiro vai chegar no caixa das empresas. De quem será o risco desse crédito? É do banco repassador? Que garantias serão necessárias?

4 - Por último, recentemente o Banco Central anunciou uma injeção de mais de R﹩ 1 trilhão no mercado. Claro que isso dá confiança e suporte ao sistema financeiro como um todo. Contudo, onde estão os mecanismos para que esse dinheiro não fique parado nos bancos e cheguem ao caixa das empresas?

As empresas têm pressa. Precisamos, rapidamente, avançar para a segunda parte desse jogo, que é fazer todo esse dinheiro chegar às empresas. Sabemos que a tarefa não é fácil e o momento é muito delicado. Entretanto, precisamos urgentemente passar da fase de “o que fazer” para o “como fazer”. Se não agirmos rápido, correremos o risco de que previsões alarmantes como a de 40 milhões de desempregados virem realidade.

*Adilson Seixas Sócio-Fundador e CEO, com mais de 20 anos de experiência nos principais bancos de SP, e Carlos Ponce de Leon Sócio-Diretor, CEO do jornal Valor Econômico até 2018, ex-CFO de grandes empresas de SP, são sócios da Loara empresa especializada em negociar as melhores soluções em crédito bancário para empresas, com as melhores taxas de juros e prazos de financiamento, facilitando as relações entre empresas e bancos. São 6 anos de experiência, 4 escritórios e mais de 60 especialistas e centenas de empresas atendidas no estado de SP.

Um novo cenário, um novo mundo para a nova década.

worldfashion • 20/04/20, 11:23

giu-3Por Giulliano Puga

Ainda há muita incerteza em relação a proliferação do coronavírus no Brasil, mas seguimos comprometido com a responsabilidade de evitar o avanço do COVID-19 em nosso país.

Diante da situação decidimos tomar algumas precauções para proteger nossos colaboradores, lojistas e clientes, de acordo com as recomendações da Organização Mundial da Saúde. Objetivo é preservar a saúde do todos os colaboradores e minimizar a propagação do vírus e o seu impacto como um todo.

Empresas de todo o mundo estão sentindo o efeito dessas mudanças de comportamento e renomados economistas preveem que a pandemia resultará em uma perda econômica na ordem de centenas de bilhões de dólares.

O ponto de partida é ter consciência de que os efeitos da pandemia devem durar quase dois anos, pois a Organização Mundial de Saúde calcula que sejam necessários pelo menos 18 meses para surgir uma vacina, que significa que os países devem alternar períodos de abertura e isolamento durante esse período.

Segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI), 2020 é de recessão global mas a recuperação já acontece em 2021.  Se o Brasil esperava crescer mais de 2% neste ano, agora, com a crise, além de não haver crescimento na economia, economistas vislumbram um retrocesso de até 5%.

foto-1As transformações são inúmeras e passam pela política, economia, modelos de negócios, relações sociais, cultura, psicologia social e a relação com a cidade e o espaço público, entre outras áreas da vida humana. Fomos “obrigados” a nos adaptar rapidamente e adotar tendências do futuro do trabalho, como novos comportamentos, tecnologias e mobilidade. E a empresa que melhor se adaptar a este novo cenário sai na frente, hoje e no futuro.

Em um mundo em constante e rápida transformação, atualizar seus conhecimentos é questão de sobrevivência no mercado, mas a era de incertezas causadas pela pandemia evidencia que o aprendizado contínuo – de diferentes maneiras e plataformas - é fundamental para se preparar para o mundo pós-pandemia. Afinal, muitos empregos estão sendo fechados, algumas atividades perdem espaço enquanto outros serviços ganham mercado.

Sobre a Labellamafia - Fundada em 2007, hoje considerada maior marca de fashion fitness da América Latina, produzem as linhas fiitness, streetwear, beachwear e noite. Possuem  20 lojas próprias e centenas de lojas multimarcas em diversos estados do Brasil, a marca atua também no e-commerce, e entregam para 40 países.

Qualidade Total: janela para um mundo sustentável

worldfashion • 16/04/20, 14:55

Por Eleni Kronka

photo-2020-04-15-19-24-27-640x162A performance de um produto, de um serviço e de uma empresa, independentemente do segmento de atuação, pode estar diretamente relacionada ao grau de sustentabilidade dos processos de trabalho e produção. E hoje mais do que nunca.

Para abordar de uma forma muito mais abrangente as questões relacionadas à sustentabilidade e, por tabela, a qualidade dos processos de diversos setores da produção, a Intertek, gigante da área de Qualidade Total e Segurança de produtos, organizou um rico painel reunindo especialistas de diferentes áreas.

photo-2020-04-15-18-41-35A moda vista em panorama de 360º

O painel dedicado à moda trouxe três abordagens. Taísa Caires, da Fundação Espaço Eco, falou sobre Sustentabilidade na moda e processos para empresas eco-eficientes. Valesca Magalhães, da Riachuelo, e Renata Lúcio, da Intertek Brasil, abordaram O futuro do consumo na moda e o Varejo 4.0, com o lançamento do projeto Fab for Life. Já Marcelo Lobo, da C&A, trouxe para a discussão a questão da Gestão de Químicos na Cadeia Têxtil e suas ferramentas.

Ao tratar sobre as empresas eco-eficientes e seus processos produtivos, Taísa Caires mencionou mudanças e traços de amadurecimento no comportamento do consumidor contemporâneo. Segundo a executiva da Fundação Espaço Eco, uma pesquisa da Nielsen de 2019 ouviu mais de 21 mil pessoas em 8.240 domicílios. O estudo mostra que consumidores brasileiros estão mudando seus hábitos para reduzir o impacto sobre o meio ambiente (42%); estão atentos aos ingredientes que compõem os produtos (30%); não compram produtos de empresas que realizam testes em animais (58%), bem como não compram de empresas associadas ao trabalho escravo (65%).

tais-caires-da-fundacao-espaco-eco-e-renata-lucio-da-intertek-brasil1A Fundação Espaço Eco, vale lembrar, foi constituída pela Basf em 2005. A instituição atua como consultoria para sustentabilidade, desenvolvendo projetos customizados para organizações medirem e compreenderem impactos ambientais, sociais e econômicos de seus produtos e processos – com base no pensamento de Ciclo de Vida. Dentro dessa perspectiva, Taísa Caires ressaltou a importância de as empresas estarem atentas ao comportamento do consumidor, sobretudo o que diz e como age a geração Y.

“São pessoas que nasceram nos últimos anos da década de 1970 até o início da década de 1990”, assinala a executiva, frisando que o grupo representa um divisor de águas, uma mudança de comportamento marcante, “muito influenciada pelo contexto socioeconômico e cultural da época”.

img_2628-640x427-copiaA pesquisa da Fundação Espaço Eco destaca que a geração Y é a primeira a ter contato mais direto com a tecnologia, pois ela nasce pouco depois da criação da internet, que começou a dar os seus primeiros passos em 1969. “A geração Y compõe a maior geração viva no momento e em breve também constituirá a maior geração de gastos”, assinala a executiva, acrescentando que são pessoas muito atentas às práticas sustentáveis. Em contrapartida, “não costumam ser leais a marcas específicas, mas são ferozmente fieis a produtos que atendem à sua equação de valores”, sempre ligados à sustentabilidade, vale dizer.

Este é, aliás, um bom motivo para valorizar processos que, dentro da indústria da moda, visam à otimização do uso de insumos. Como é o caso do jeans. Nesse momento, nas consultorias que realiza, a instituição entra com a metodologia capaz de “medir” e quantificar resultados no processo de produção, indicando caminhos mais eficazes.

ai-estao-as-tres-palestrantes-boas-tais-caires-fund-espaco-eco-valesca-magalhaes-riachuelo-e-renata-lucio-intertek-brasil-640x427-640x4271“Primeiramente, lançamos o olhar sobre todo o ciclo de vida do produto, a partir do conceito dos 3P (pessoas, produtos, processos), para então iniciar uma análise mais focada”, observa. A proposta é considerar os impactos possíveis (ambiental, econômico, social). Isto é, desde a extração de recursos naturais, passando pela fabricação, armazenamento e uso, até a última destinação do produto – aterro sanitário, lixão, incineração, ou reciclagem e reuso.

A partir daí, é possível se chegar, por meio de estudos abrangentes, ao desenho de processos que contemplem: consumo de água e de energia, uso da terra e de recursos naturais, formação fotoquímica de ozônio; nível tóxico e potencial aquecimento global. Tudo visando à redução de efeitos negativos nos processos produtivos.

Moda, varejo e futuro

img_2650-1-640x427-copiaRenata Lúcio, líder de Negócios no segmento Softlines da Intertek no Brasil, apontou aspectos cruciais para marcas e empresas varejistas no atual panorama de mercado. A executiva destaca quatro pontos, para os quais a própria Intertek está focada em seu trabalho de consultoria para o têxtil.

O primeiro deles é a redução de riscos e proteção da marca. “Empresários do setor devem minimizar e evitar riscos financeiros, operacionais e ambientais envolvidos com suas atividades, protegendo-se de reclamações e recalls”, assinala.

Outra meta é atender aos requisitos de conformidade. “Regulamentações e restrições tornam-se cada vez mais rigorosas e impõem-se em negociação, tanto em mercados maduros como em mercados novos”.

marcelo-lobo-da-c-a-640x4271O terceiro desafio diz respeito à diferenciação do produto. Segundo Renata Lúcio, a Intertek esmera-se em oferecer conhecimento, visando à geração de insights e à inovação para que as empresas tenham êxito, abram novos mercados e agreguem valor extra aos produtos.

Por fim, a Intertek oferece ferramentas e orientações visando à facilitação da expansão global. “A proposta é ter resposta mais rápida a novos mercados, mantendo produtos de alta qualidade em todo o mundo, atendendo à versátil indústria da moda”.

A consultoria da Intertek Brasil às empresas do setor têxtil e da confecção, tal como nos demais países onde a empresa está presente, se dá por meio de inúmeros serviços: Assurance (Sistemas de Gestão, Benchmarking, Sustentabilidade e Meio Ambiente, entre outros), Testes (encolhimento, solidez de cor, testes regulatórios, etc.), Inspeção (durante o processo; de matérias primas; verificação de quantidades; revisão da etiqueta do produto, etc.) e Certificação (CPSIA; desenvolvimento de esquemas de certificação; programas de auto certificação; High Performance Mark para roupas esportivas).

Sustentabilidade versus consumo

img_2626-640x427Já a abordagem de Valesca Magalhães, executiva da Riachuelo, recai sobre a relação existente entre as vendas de vestuário e o número aproximado de vezes que cada peça é efetivamente usada, antes de chegar ao seu fim.

Segundo dados levantado a partir de estudos da Euromonitor e Banco Mundial, as vendas de artigos de vestuário dobraram no mundo entre 2000 e 2015. Esse crescimento supera o próprio crescimento do PIB dos países.

Enquanto a produção de roupas e as vendas vão em ritmo acelerado, cai vertiginosamente o número de vezes que as peças são de fato usadas. Isso mostra que, na dinâmica do fast fashion, as roupas são rapidamente descartadas para dar lugar a lançamentos constantes.

Nessa perspectiva, a executiva da Riachuelo destaca que a companhia tem implementado ações visando à produção e venda racionais. Dentro do plano de atuação estratégica, a empresa elegeu quatro grandes eixos de trabalho: Cadeia limpa e transparente, Eficiência de recursos e gestão de resíduos, Produtos mais sustentáveis e Investimentos Sociais.

A sustentabilidade, propriamente, se concretiza nos seguintes pontos: Economia de recursos e matéria-prima; Melhoria na reputação da marca; Parceria com fornecedores responsáveis; Durabilidade e reciclagem e Utilização de materiais com menor impacto ambiental.

photo-2020-04-15-19-24-28-180x180photo-2020-04-15-19-24-27-2Para chegar a produtos mais sustentáveis, Renata Lúcio e Valesca Magalhães mencionam a proposta da Moda que Transforma, considerando, sob o aspecto dos Atributos Sociais, a qualidade e sustentabilidade dos fornecedores, tanto de matérias-primas quanto de artigos confeccionados.

Já sob a óptica dos Atributos Ambientais, a proposta sugere atenção aos quesitos: matéria-prima sustentável, menor consumo de água e energia de fontes renováveis.

“Trata-se de uma abordagem holística sobre o ciclo de vida dos produtos, que contempla testes das fibras, dos tecido e das etapas produtivas”, afirmam as palestrantes, completando que o processo inclui a detecção de possíveis falhas químicas em estágios mais avançados, bem como a “identificação de riscos com testes de substâncias restritas no início do processo”.

Imagens: fotos/divulgação

ABIT LIVE

worldfashion • 14/04/20, 11:19

14-abril

Para participar click https://bit.ly/3a61uRu

O FUTURO DA MODA

worldfashion • 13/04/20, 17:02

Esta semana , uma agenda positiva para a indústria da moda com especialistas brasileiros e internacionais para apresentar ferramentas práticas e discutir sobre os caminhos que a indústria da moda no mundo poderá adotar para superar a crise causada pelo COVID-19.

Programação:

Terça-feira, 14/04  - Situação atual e perspectivas futuras da indústria da moda italiana

Enrico Cietta - Economista italiano, fundador da Diomedea e da Metodologia HCP (hybrid creative products, produtos criativos híbridos em inglês), autor dos livros “A Revolução do Fast Fashion” e “A Economia da Moda”.

Bruna Rigato - Co-fundadora da Fashion for Future na Itália, designer de formação, trabalhou em Milão nos escritórios da Moncler e da Gucci, onde desenvolveu seu olhar para a inovação no mercado global.

Quarta-feira, 15/04 - A digitalização no desenvolvimento de coleções

João Risoleo - Especialista em inovações disruptivas por meio de tecnologia, com mais de 12 anos de experiência no mercado têxtil. Mentor de startups e especialista em processos comerciais B2B.

Quinta-feira, 16/04 - Sustentabilidade: o novo normal?

Ana Tavares – Nos últimos 5 anos liderou o departamento de sustentabilidade da Tintex Textiles, focado na inovação de produtos e serviços, garantindo a certificação e rastreabilidade de processos, legitimando a Tintex como líder no setor de desenvolvimento sustentável em Portugal. Fundou a We Sustain, plataforma de aceleração para o desenvolvimento estratégico  de projetos responsáveis juntos da indústria.

Thaísa Peralta - Denim Head da Covolan Têxtil®, trabalha com jeans há 16 anos transpondo barreiras entre os eixos comercial, conceito e sustentável, treinando equipes, desenvolvendo soluções e inspirando pessoas. Se especializou em jeans trabalhando nas empresas: M.Officer, Opera Rock, Siberian, C&A, grupo GSM e Carmim.

Sexta-feira, 17/04 - Comportamento do consumidor pós crise - perspectiva histórica e projeção pós Coronavírus

Carlos Ferreirinha - Especialista em mercado de luxo e premium no Brasil

João Braga - Escritor e articulista, mestre em história da indumentária e da moda. Autor do livro “História da Moda uma narrativa”.

Mediação:

Karine Liotino - Co-fundadora do Fashion Innovation Bureau e da startup Etiqueta Certa, doutora e mestre em engenharia de produção. Além de empreendedora também é consultora, palestrante e apaixonada pela indústria da moda.

Américo Guelere - Co-fundador do Fashion Innovation Bureau, doutor em desenvolvimento de produto e sustentabilidade pela USP e Universidade Técnica de Berlin, há 15 anos atua como consultor  auxiliando empresas a inovarem em linha com os desafios da sustentabilidade tendo já trabalhado com empresa como Natura, Whirlpool, HP, Lenovo, Renner, Dudalina, Companhia Industrial Cataguases, Tecnoblu, Karsten e Altenburg.

Para se inscrever click no link https://bit.ly/2V37dDb

ABIT LIVE

worldfashion • 09/04/20, 14:21

abit-9-de-abrilDaqui a pouco click em  https://www.eventials.com/abit/webinar-tnt-e-as-confeccoes/

COMUNICADO ASSINTECAL

worldfashion • 08/04/20, 13:57

A Assintecal - Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos, há 35 anos representando o setor de componentes com a missão de impulsionar o mercado brasileiro e levar os nossos produtos para além das fronteiras, está com atenção as principais medidas emergenciais anunciadas pelo Governo, para auxiliar as empresas na redução dos impactos do Covid-19.

Por isso pede para todas as empresas interessadas em linhas de crédito que entrem o quanto antes em contato com seus bancos de relacionamento para atualização de cadastro e todas as dúvidas pertinentes. Após isso, podem fazer contato direto com a Assintecal para informar as dificuldades ou dúvidas, e assim a entidade estará atenta para auxiliar.

O canal de atendimento para auxiliar é  pelo Waths’App (51 99155-7813).

foto-ilse-427x640“Estamos aqui com um canal direto com as linhas de crédito e podemos até intervir juntos com as empresas, mas é importante agilizar a atualização de cadastro e outros tramites junto aos bancos. Sem isso terão dificuldades, e podem perder a chance de serem analisados”, enfatiza Ilse Guimarães, superintendente da Assintecal.

A entidade também faz observações sobre as principais linhas de crédito:

CAPITAL DE GIRO COM RECURSOS DO BNDES

São realizados para empresas com faturamento até R$ 300 milhões ao ano. O BNDES não atua diretamente com as empresas, mas sim através dos agentes financeiros designados. É importante que as empresas entrem em contatos com os bancos com os quais mantém relacionamento.

LINHA DE CRÉDITO PARA FINANCIAMENTO PARA PAGAMENTO DE SALÁRIOS POR DOIS MESES

OS bancos credenciados para este tipo de operação são Bancos Bradesco, Santander e Itaú. A taxa de juros é de 3,75% ao ano. A condição é que a empresa tenha a sua folha de pagamento no próprio banco, ou seja, seus funcionários tenham conta nestes bancos. O apoio se faz para empresas com faturamento anual de R$ 360 mil até R$ 10 milhões.

O financiamento é até dois salários mínimos por empregado e a empresa beneficiada não poderá demitir o colaborador.

da redação com informações da C-Comunica  foto: divulgação

dicas de respostas à crise

worldfashion • 01/04/20, 11:44

O surto de COVID-19 declarado pandemia pela Organização Mundial da Saúde (OMS), diferentemente dos cenários sazonais de gripe, estima-se que essa crise seja um evento autossustentável, que dure pelo menos um ano ou mais.

credit-crunch-1-1237440-1920x1440As organizações provavelmente precisarão desenvolver uma estratégia de resposta a crises que vão muito além do plano de resposta existente, adaptando os protocolos vigentes à crise atual. Isso deve incluir os meios para monitorar continuamente o bem-estar dos funcionários e comunicar efetivamente os acontecimentos, para proporcionar confiança aos colaboradores.

A seguir, diretrizes e dicas da BlackBerry que as organizações podem adotar ao trabalhar para atualizar as estratégias de resposta existentes.

• Revise seus planos atuais de resposta a doenças pandêmicas ou infecciosas para determinar se há alguma divergência com os conselhos de saúde locais sobre o COVID-19 e atualize os pontos principais o mais rápido possível.

• Comunique esses planos a todos os funcionários, fornecedores e clientes da sua organização. Se as informações já estiverem no portal online da empresa, faça um resumo rápido e comunique os principais pontos novamente.

• Inicie uma campanha de comunicação sustentada e determine a frequência dos principais pontos/lembretes. Exceções seriam “notícias de última hora” ou comunicações “com efeito imediato”.

• Revise os acordos legais dos fornecedores e clientes atuais e ative seus respectivos planos de continuidade de negócios, especialmente quando o fornecimento de bens ou serviços precisar ser interrompido ou adiado.

• Se um pré-arranjo tiver sido feito, aumente a quantidade de seus equipamentos de proteção individuais (EPIs), como máscaras faciais, desinfetantes para as mãos e termômetros para além do estoque atual, que pode ter sido baseado em antigas premissas de planejamento. No entanto apenas os disponibilize com base na recomendação da autoridade de saúde local.

despair-work-falure-computer-1494555• Inicie uma abordagem equilibrada para trabalho remoto, reuniões virtuais, adiamento de eventos não críticos e/ou não essenciais, bem como práticas de distanciamento social.

• Como o COVID-19 exigirá a segregação do local de trabalho e as rotas designadas a serem seguidas nas instalações, caso a equipe precise ser transportada para o hospital, determine se essas medidas afetarão os processos de outros planos de cenário de segurança física.

• Analise as iniciativas de aconselhamento da equipe, a fim de garantir que a organização esteja preparada para apoiar as necessidades de bem-estar dos funcionários.

• Pense na pós-recuperação, quando sua empresa poderá retomar os negócios normalmente e até prosperar. Analise as habilidades da equipe atual da organização e invista em treinamento; considere quais iniciativas de tecnologia facilitarão não apenas a situação atual do COVID-19, mas também farão parte do aprimoramento da resiliência organizacional durante a normalidade ou crises futuras.

• Continue a monitorar, de perto, os acontecimentos e a adaptar seu(s) plano(s) de acordo. Acima de tudo, mantenha a calma, mas não seja complacente.

Para mais informações e atualizações sobre a situação do COVID-19, visite o site da Organização Mundial da Saúde (OMS) .

Sobre a BlackBerry - a empresa fornece softwares e serviços de segurança inteligente para empresas e governos em todo o mundo. Ela assegura mais de 500 milhões de endpoints, incluindo 150 milhões de carros na estrada hoje. Sediada em Waterloo, Ontário, Canadá, a empresa utiliza inteligência artificial e aprendizado de máquina para fornecer soluções inovadoras nas áreas de segurança cibernética, proteção e privacidade de dados, e é líder nas áreas de gerenciamento de segurança de terminais, criptografia e sistemas integrados.

da redação com informações da Ketchum imagens: fotos/divulgação

Cuidados ao trabalhar de casa

worldfashion • 01/04/20, 10:57

wireless communication networkCom as medidas de reduzir a circulação de pessoas, para frear a propagação do novo coronavírus, muitas empresas aderiram ao “home office”, evitando assim a aglomeração dentro de escritórios, salas de reuniões e coworkings de funcionários, clientes e prestadores de serviços,

De acordo com Fellipe Guimarães, CEO da Codeby, empresa de tecnologia a implementação de um plano eficaz e suporte para funcionários que trabalham remotamente é essencial para garantir que as empresas sejam capazes de manter as operações mesmo com adversidades como, por exemplo, epidemias e doenças contagiosas.

fellipe-codeby-640x427“Existem alguns fatores que influenciam o trabalho “home office”, dentre eles: muitos trabalhadores em home office tendem a usar seus próprios dispositivos ou usar o computador da empresa (que geralmente está logado em uma rede segura), ambos cenários implicam riscos potenciais à segurança”, esclarece Guimarães.

Para ajudar os empresários e funcionários que estão organizando as atividades do trabalho, algumas dicas para ter um “home office” tranquilo e seguro.

São elas:

Dica 1 - Rede: Caso sua casa seja movimentada e muitas pessoas tenham acesso a sua senha do wifi, vale ressaltar que, é importante trocá-la periodicamente. “Com a senha passando de boca a boca é difícil avaliar se sua rede é segura.”, menciona o sócio da Codeby, Victor Almeida.

Dica 2 - Responsabilidade com a empresa: mantenha os sistemas atualizados, não deixe de atualizar os dispositivos. Mantenha sempre o antivírus atualizado e ativo, pois ele pode evitar um ataque e a perda de dados sigilosos da empresa. Use o antivírus com frequência, fazendo “varreduras” e atualizações, caso tenha que atualizar alguma frente ou excluir algum programa, faça a permissão via antivirus e depois reinicie o computador.

Dica 3 - Backups: “Não se esqueça de ter backups do seu trabalho em caso de qualquer problema. Aqui caímos em uma contradição, pois fazer o backup em casa pode ser um assunto controverso, pois você estará mantendo cópias de dados da empresa em um ambiente que ela não controla. No entanto, perder todos os dados pode ser pior. Nesse caso, é importante pedir para que sua empresa determine o que fazer com relação ao assunto.”, alerta Almeida.

Dica 4 - Bloqueio de tela: Outra medida necessária é a de bloquear a tela do computador, caso você divida o espaço com outros membros da família. Os dados da empresa são sigilosos e não dizem respeito a mais ninguém, além de você que é funcionário. Então bloqueie o computador ao se afastar dele.

Dica 5 - Roteador: É importante manter o sistema do seu roteador sempre atualizado, ou seja, muitos fabricantes publicam periodicamente atualizações que corrigem problemas de segurança.

Dica 6 - WPA2: Ativar a configuração WPA2 que dificulta bastante a captura da senha de sua rede em caso de ataque externo.

Dica 7 - VPN: Muito importante pois cria uma espécie de túnel em que, dependendo da configuração, só permitirá a comunicação do computador com a sua empresa. Nesse caso, é necessário que a área de TI da organização configure o mecanismo em seu computador corporativo.

Essas dicas são fundamentais para o combate e prevenção de cibercrimes, onde criminosos virtuais se aproveitam de momentos delicados e vulneráveis para conduzir golpes nas empresas e em seus funcionários. Ou seja, o ataque pode vir via e-mail, SMS, ligação, aplicativos de mensagem (se passando por alguém da equipe).

Além disso, fique atento ao seus e-mails, envio de links suspeitos, domínios inexistentes, e as famosas fake news. “Importante o funcionário ficar em alerta, evitar compartilhar senha do wifi, e-mail, banco, evitar transferências bancárias ou expor informações da empresa via e-mail, telefone, ou mensagens suspeitas.”, finaliza Guimarães.

Sobre a Codeby - a empresa atua há mais de 6 anos no mercado de tecnologia, o Grupo Codeby contribui diariamente para o crescimento de negócios online de diversos segmentos e portes, e se orgulha de ser uma empresa criativa e sempre desenvolvendo produtos e funcionalidades inéditas no mercado. O seu principal objetivo como empresa de tecnologia, é desenvolver ambientes online que não só expresse o que o cliente inspira, mas que seja uma experiência incrível para os clientes também.

da redação com informações da PS Comunicação   fotos: divulgação

ABIT

worldfashion • 30/03/20, 16:03

31A Associação Brasileira da Indústria têxtil e de Confecção (Abit) informa que o parque manufatureiro do setor, quinto maior do mundo e integrado, desde a produção de fibras naturais e sintéticas, passando por fiações e tecelagens, design e tecnologia, até a fabricação de roupas, está mobilizado no sentido de procurar atender às demandas mais urgentes em decorrência da pandemia da Covid-19.

“Nesse sentido, nossa indústria, buscando superar os desafios presentes, está trabalhando, nos locais onde as fábricas podem funcionar, para converter seu processo de fabricação à produção de máscaras, aventais, abrigos e outros produtos, muitos dos quais vinham sendo importados, para atender às necessidades prementes geradas pela pandemia do novo coronavírus”, salienta o presidente da entidade, Fernando Valente Pimentel.

fernando-pimentelA Abit está mobilizada integralmente no sentido de contribuir para coordenar essa ação nacional, junto com os sindicatos e lideranças locais, dada a capilaridade geográfica das fábricas, de reposicionamento da produção na maior rapidez possível, para atender a uma demanda urgente do País, informa Pimentel, acentuando: “Com esta ação, estamos procurando oferecer aos médicos e profissionais de saúde materiais importantes para seu trabalho e proteção na luta contra a Covid-19, bem como à sociedade como um todo”. Esta conversão, porém, depende das características das fábricas, da disponibilidade de matéria-prima que atenda às especificações técnicas, da possibilidade das fábricas poderem trabalhar face a restrições existentes em estados e municípios, bem como da logística e mobilidade possíveis no contexto das medidas restritivas de circulação que vêm sendo adotadas.

O quanto a pandemia afeta a indústria têxtil e de confecçõesimg-8084-640x450Na enquete realizada até sexta feira 27 de março, pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) revela que, 97% dos empresários do setor revelam já estar sentindo impactos negativos da paralisação da economia provocada pelo novo coronavírus. No pequeno grupo de 3% dos empresários ainda não sentem os efeitos da pandemia.

img-8085-640x437Dentre as empresas negativamente afetadas 98% apontam o cancelamento ou adiamento dos pedidos por parte dos clientes, devido ao receio de queda em suas vendas, e 2% dizem que não ocorreram cancelamentos até o momento

img-8086-640x445Em 56% das fábricas, há problemas para o escoamento da produção e entrega dos produtos e negociações de prazos de pagamentos e 41% indicam dificuldades para conseguir insumos. Estes também já estão tendo seus preços alterados, conforme percepção de 28% dos entrevistados.

img-8088-640x447A grande maioria, 96%, prevê impactos inevitáveis à frente e 4% não acreditam nisso. Sete por cento revelam que está crescendo a demanda doméstica pelos produtos que fabricam.

img-8087-640x451No que diz respeito somente ao número de pedidos, 98% das empresas informam que houve alterações e 2% indicam que houve aumento.  Porém, 23% dos entrevistados revelam que houve queda acima de 50%. Em 15% das empresas, diminuição variou entre 10% e 25%.

Medidas de enfrentamento da crise

img-8089-640x4501Para fazer frente à presente conjuntura, 62% dos empresários ouvidos colocaram os colaboradores em férias coletivas e 34% estão recorrendo à aplicação de banco de horas. 30% mantêm funcionários em home office, sem anuência dos sindicatos, 14% com concordância das entidades laborais, e 22% iniciaram a demissão de trabalhadores. A opção de redução de jornada e salários foi apontada por 5%. E 1% está contratando.

img-8090-640x441Por outro lado, praticamente todas as empresas, indicam adoção de medidas de orientação e prevenção ao contágio, visando à proteção dos trabalhadores.

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da redação  com informações da Ricardo Viveiros & Associados Oficina de Comunicação, assessoria da ABIT    imagens: divulgação