DFB Digifest 2020

worldfashion • 04/08/20, 17:26

A edição virtual do maior encontro da moda autoral da América Latina, apresentou na semana passada o DFB Live Moda, de 28 a 31 de Julho, confiram abaixo:

bruno-olly-por-igor-calvante-12bruno-olly-por-igor-calvante-14No primeiro dia: Bruno Olly trouxe o faroeste como inspiração, apresentando em sua coleção materiais como o jeans com aspecto mais desgastado e lavagem ecológica que mostra a união do velho e o novo. O cirrê, o xadrez e o linho reforçam a identidade das vestimentas, com estampas que contam um pouco das histórias do universo, fazendo uma brincadeira com personagens do cangaço. Com coleção intitulada “O Reencontro do Eu perdido!”,

ivanildo-nunes-por-igor-calvante-11Ivanildo Nunes utilizou formas abstratas do tingimento artesanal, trazendo ainda o crochê, o rechilier e o bordado manual. Feita de forma exclusiva, utilizou em algumas peças sobras de materiais picados que virariam lixo.

lindebergue-por-igor-calvante-5lindebergue-por-igor-calvante-3Em uma coleção que apresenta apenas tons crus, beges e terrosos. Lindebergue Fernandes trouxe em sua coleção cápsula uma homenagem a Thina Rodrigues, travesti, negra, transformista, sertaneja e ativista. Com peças em formas arredondadas e volumosas, a seleção foi formada por amplos vestidos balonês, moletons oversized e “mangas-nuvens” – uma das marcas registradas do designer.

bruno-queiroz-por-igor-cavalcante-3gisela-franck-por-igor-cavalcante-3bikiny-society-por-igor-cavalcante-3No segundo dia iniciou com o desfile do Coletivo composto pelos três estilistas. Bruno Queiroz trouxe ao público a coleção “Entrelaço”, que traz silhuetas abstratas, evocando a substância do sentimento amor. Com tecidos como tafetá, sanjan e shantung, as peças apresentam volumes e cores que arrebatam corações. Gisela Franck apresentou uma coleção atemporal, leve, minimalista, comercial e inspirada na natureza. Em tons crus, contou com tecidos em 100% linho puro, que está no DNA da marca. Completando o trio, Bikiny Society apresentou peças na coleção “Pura Vida”, que em uma criação genuína conta a história de caminhos percorridos por entre praias selvagens da Costa Rica, cachoeiras sem fim, trilhas mágicas entre selva, montanha e florestas.

vitor-cunha-por-igor-cavalcante-2O estilista Vitor Cunha apresentou uma coleção que celebra o equilíbrio entre o homem, a natureza e o conhecimento em uma cartela de tons azuis, inspirada na chuva e nos rios, com pesquisa e desenvolvimento na benatêxtil, uma lavanderia industrial especializada em jeans, que surge tanto em peças mais convencionais, como shorts, calças de modelagem comfort e camisas sem manga, quanto em viés de macramês.

almerinda-maria-por-igor-cavalcante-5almerinda-maria-por-igor-cavalcante-7Almerinda Maria apresentou a coleção “Calmaria”, com cores clássicas de suas coleções anteriores como branco, off white e o nude, mesclando com os tons de rosa pó, verde menta e azul oxigênio. Outro destaque do desfile foram as máscaras de proteção, com um mix de rendas - renda renascença, renda francesa, bordado Richelieu, marca registrada da Almerinda Maria.

renda-por-igor-cavalcante-2No terceiro dia a Rendá por Camila Arraes abriu a transmissão. Com a coleção “Recomeços”, apresentou peças com foco no conforto, voltada para eventos mais intimistas e para o dia a dia. Com um grande mix de cores, a marca trouxe peças que transmitem boas vibrações e energias positivas, e como ela é reconhecida, uma marca que enfatiza o trabalho feito à mão,

ronaldo-silvestre-por-andre-solano-e-yan-senna-7-640x427Contou a seguir com o desfile do estilista Ronaldo Silvestre, que apresentou para o público uma coleção atemporal, com peças em tecidos de sarjas da Santanense Têxtil, denim da Capricórnio Têxtil, resíduos têxteis da G. Vallone, que  fortalecem o movimento “Sou de Algodão”, unindo-se ao tule e aos resíduos da indústria de confecção. O desfile do Ronaldo Silvestre foi gravado na sala de modelagem e costura do Instituto ITI, em Belo Horizonte, sendo o único realizado fora de Fortaleza.

kallil-nepomuceno-por-igor-cavalcante-1Fechando o terceiro dia de desfiles, Kallil Nepomuceno apresentou “Aquarelas”. Com tecidos fluidos, a coleção é marcada por traços orientais nas cores e formas. Nas estampas, apresenta traços de pinceladas despretensiosas em aquarelas e contrastes de cores vivas, com max floral vetorizadas e adornos em crochê e macramê, em vestidos despojados, com uma modelagem casulo que sugere uma gueixa contemporânea.

marina-bitu-por-igor-cavalante-5No quarto e último dia, Marina Bitu inspirada nas raízes e na relação afetiva com o Nordeste, a partir de memórias da infância, a designer resgatou para a sua coleção viagens à cidade da família, no interior do Ceará, marcadas por paisagens e experiências no caminho. O plissado, elemento de estilo característico da marca, é apresentado em novas modelagens e cores. Os vestidos, em comprimentos midi e longo, são as maiores apostas da designer.

theresa-montenegro-por-igor-cavalcante-15A coleção Fashion West, da estilista Theresa Montenegro, é uma ressignificação do Faroeste, que remete às raízes do Sertão Nordestino, que através de seu povo perseverante, sempre há forças para o recomeço. A trilha sonora escolhida para o desfile remeteu a uma (justa) homenagem ao grande Ennio Morricone, mestre da música cinematográfica e precursor do Faroeste.

baba-por-igor-cavalcante-2baba-por-igor-cavalcante-3Finalizando os desfiles, Baba resgatou em seu desfile ícones do passado e da memória afetiva dos cearenses, A nova coleção do estilista olha para a frente e procura desenhar cenários possíveis de uma Fortaleza futurista, imaginando o Centro da Cidade como palco de uma ficção científica.

E ainda foram anunciados no último dia os vencedores dos projetos:  MoveModa,  Prêmio DFB Digital  e  Concurso dos Novos

capa-movemoda011Premiados Move Moda:

- Categoria “Feito em Casa” - prêmio: R$ 2.000 + Troféu DFB Festival: “Don’f forget”, de Bruno Sotti e Heloisa Martire, Apucarana/PR.

- Categoria “Pensamento Crítico”, - prêmio: R$ 2.500 + Troféu DFB Festival o prêmio foi para o curta: “Erro 404”, de Iury Ponte, Fortaleza/CE.

- Categoria “Inovação em Linguagem” - prêmio: R$ 2.500 + Troféu DFB Festival: “Conferência”, de Fernando Carvalho, São Paulo/SP.

- Categoria: “Fashion Film Independente do Ano”, - prêmio: R$ 3.000 + Troféu DFB Festival: “Noa, você está sozinha?”, de Lucas Ervedosa e Gabriel Goersh, Fortaleza/CE.

premiodfbdigitalPrêmiados DFB Digital:

- Categoria “Engajamento Social” - premia o perfil do Instagram que, além de promover seu negócio, trata de questões que vão além do mercado, abraçando temáticas como empoderamento, oportunidade e visibilidade.

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Ganhou nesta categoria o Prêmio DFB Digital + R$ 5.000 foi  para o perfil da Voir Image - instagram.com/voirimage

- Categoria “Negócio Sustentável” - premia o microempreendedor que promove a sustentabilidade e o consumo consciente.

img-1557Nesta categoria o Prêmio DFB Digital + R$ 5.000, foi o Brechó Gato 80 - instagram.com/gato8Os

- Categoria “Feed Criativo” - premia o perfil que utilizam as redes sociais como linguagem para se comunicar e vender de maneira diferenciada.

img-1558E quem ganhou o Prêmio DFB Digital nesta categoria + R$ 5.000, foi o perfil da marca Baba - instagram.com/insta.da.baba

O Prêmio DFB Digital apresentou três nomes indicados pelos sindicatos que compõem a indústria da moda no Ceará e que serão agraciados com o Troféu DFB Digital dos microempreendedores,

O Sindicato das Confecções nomeou a empresa Linhas & Cores.

O SindiRoupas nomeou a empresa Freeboard.

O Sinditêxtil ainda não nomeou uma empresa para receber o Troféu.

Premiados do Concurso dos Novos:

img-15721º lugar: Unifor, Fortaleza/CE (Troféu DFB + R$ 10.000,00)  coordenação Julia Rodrigues

img-15772º lugar: Instituto Federal do Rio Grande do Norte - Campus Caicó/RN  (Troféu DFB) coordenação Aline Gabriel Freire

img-15813º lugar Senai Cetiqt - Rio de Janeiro/RJ  (Troféu DFB) coordemação Marilene Machado

foto-1-copiaAs ações sociais do evento doou, junto com a Enel, 200 mil máscaras de longa proteção a domicílios em áreas de vulnerabilidade social da Região Metropolitana de Fortaleza. Além do projeto Marmita Chic que reúniu, até 31/07, oito restaurantes da culinária autoral do Ceará, para criar pratos comercializados com preços promocionais e com parcerias com o aplicativo de delivery James, a Coca-Cola, a Granja Regina e a Mallory.

Teste_Rápido_Coaph_SaudeO DFB Digifest realizou ainda o Pitstop Contra a Covid-19, que realizou no mês de julho 1.000 exames grátis para a população, em uma espécie de drive-thru instalado no calçadão da Praia de Iracema, em frente ao Hotel Sonata. Com cadastramento e agendamento do horário dos testes realizado somente no dfhouse.com.br, a iniciativa é uma correalização DFB DigiFest/Enel, realização da Cooperativa de Atendimento Pré e Hospitalar (Coaph Saúde), com patrocínio da Qair, apoio institucional da Prefeitura de Fortaleza, e do Instituto Iracema, apoio do Senai, Sistema Fiec e Laboratório Régis Jucá, englobando os sindicatos têxteis do Estado: SindRoupas, SindConfecções e Sinditêxtil.

Sobre o maior encontro da moda autoral da América Latina

dfb_2014-04claudio-silveira_-foto-por-davi-magalhaes_O DFB Festival foi criado, em 1999, para possibilitar o diálogo entre as camadas que compõem o trade da moda no Ceará, facilitando o acesso e a visibilidade tanto para profissionais e marcas estabelecidas no mercado, quanto para novos e promissores talentos. Com o avanço das edições, o Evento abraçou fortemente ações de formação, economia criativa e inovação, sob a direção e coordenação geral do incansável e guerreiro Claudio Silveira (na foto acima de Davi Magalhães)

dfb_festival_2019_credito_davi_magalhaes-4-640x504Na edição 2019, o DFB Festival instalou uma estrutura de 27.000m2 nas areias do Aterro da Praia de Iracema, por onde passaram 36 desfiles, 20 shows, quatro balés, feira de design com 60 expositores, 12 palestras e workshops, além de uma mostra gastronômica reunindo 21 bares e restaurantes.

Celebrando a inclusão de Fortaleza no ranking de Cidades Criativas: Design, outorgado pela Unesco, o DFB Festival 2019 gerou 3.655 postos de trabalho, diretos e indiretos, além da participação voluntária de 132 alunos de 11 instituições de ensino dos estados do Ceará e Rio Grande do Norte, representando as graduações de Design de Moda, Hotelaria, Produção de Eventos e Publicidade & Propaganda.

DFB DigiFest 2020

Festival Online de Moda, Cultura e Empreendedorismo

Os vídeos dos desfiles e premiações estão no canal do YouTube  pesquise por   dfb digifest 2020

da redação com informações da Capuchino Press  imagens: fotos/divulgação

A síndrome de Peter Pan na disfunção tributária

worldfashion • 21/07/20, 13:57

Por Fernando Valente Pimentel*

A economia brasileira está sofrendo muito mais do que as de numerosas nações com a pandemia da Covid-19 porque apresenta problemas crônicos, jamais enfrentados e sanados. Um deles, que afeta diretamente a competitividade, produtividade, investimentos, expansão dos negócios e geração de empregos, é o sistema tributário do País, sabidamente o pior do mundo. Trata-se de um conjunto disfuncional de impostos e taxas exagerados e superpostos, normas confusas e fator de intermináveis demandas jurídicas entre contribuintes e o fisco.

Tal modelo é um dos principais responsáveis pelo “custo Brasil”, que agrega R$ 1,5 trilhão ao ano, o equivalente a 22% de nosso PIB, ao gasto das empresas nacionais para produzir, na comparação com a média das nações integrantes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Esta imensa desvantagem no contexto global, demonstrada em estudo do Boston Consulting Group (BCG), a pedido do Ministério da Economia, corrobora a premência de um sistema tributário simples, de fácil entendimento, menos oneroso à sociedade e não propenso a ambiguidades e interpretações subjetivas.

fernando-pimentelOu seja, não é mais plausível adiar a reforma tributária, reivindicada há mais de 30 anos. No presente modelo, muitas empresas acabam optando por permanecer em regimes fiscais como o Simples, unicamente para evitar a tortura burocrática do labirinto indecifrável de impostos e taxas. Não é rara a abertura de novos negócios apenas para incorporar outras atividades que poderiam ser feitas na própria empresa com ganhos de escala e de escopo.

Obviamente, a fragmentação dos negócios dispersa esforços, pressiona custos e reduz produtividade e competitividade. É inadmissível que o País incuta em seus empreendedores a síndrome de Peter Pan, o menino que não queria crescer, da obra clássica do escritor e dramaturgo britânico James Matthew Barrie. As pequenas e microempresas, de gigantesca importância para a economia brasileira, não podem continuar sendo estimuladas a manter seu porte por mero temor a um sistema tributário hostil, que também fomenta a informalidade e um nocivo antagonismo entre o fisco e os setores produtivos.

Ao contrário do que se observa, o modelo de impostos deveria ser indutor do crescimento empresarial. Estudo apresentado em junho último, durante reunião na sede do Conselho Regional de Economia de São Paulo (Corecon-SP), reitera o significado dos negócios de menor porte, mas também demonstra a relevância de sua desejada expansão para a multiplicação de postos de trabalho: as micro representam 19% das nossas empresas e geram 2,5 milhões de empregos; as pequenas são 71% e empregam 13,5 milhões de pessoas; 10% são médias, nas quais trabalham 14,5 milhões de brasileiros; as grandes são 0,1% do total e mantêm sete milhões de trabalhadores.

Um sistema tributário que incentivasse investimentos e um círculo virtuoso de criação e expansão dos negócios certamente contribuiria para turbinar o crescimento econômico do Brasil, que foi de apenas 2,3% ao ano nas últimas três décadas, ante 2,9% da média global e 5% dos emergentes (Banco Mundial). A defasagem em relação ao mundo é mais acentuada no âmbito da indústria, cuja participação no Produto Interno Bruto nacional caiu, entre 1970 e 2017, de 21,4% para 12,6%. No mesmo período, o setor subiu de 15,7% para 17,3% na composição do PIB planetário (estudo “Desenvolvimento industrial em perspectiva internacional comparada” / IEDI).

A perda de competitividade sistêmica do Brasil tem um preço muito alto para a população, exacerbado na presente pandemia, pois causa desemprego, desigualdade social e precariedade dos serviços públicos de saúde, educação e segurança, prioridades fundamentais à qualidade da vida e ao desenvolvimento. Se, há mais de 30 anos, já precisávamos muito de uma reforma tributária eficaz e alinhada aos melhores modelos globais, agora a medida, inclusive incorporando a tendência digital da economia, é de extrema urgência. Afinal, sua realização será fator decisivo para enfrentarmos com êxito os desafios dos difíceis anos vindouros, nos quais teremos de recuperar o tempo perdido e os danos gravíssimos causados pela Covid-19.

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*Fernando Valente Pimentel é o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

da redação com informações da Ricardo Viveiros & Associados Oficina de Comunicação   imagem: foto/divulgação

JEANS DO BRASIL

worldfashion • 17/06/20, 19:12

slide1Nasceu um projeto para unir todo o setor de denim brasileiro, com o propósito de informar o consumidor sobre os benefícios e fortalecer o jeans nacional.

Com características particulares da moda brasileira, o jeans que consumimos é feita aqui. Temos todos os elos da cadeia produtiva, desde a plantação do algodão até o jeans pronto na loja. Poucos países têm este privilégio.

slide3slide41slide5RESPONSÁVEL por 75% da produção de fios brasileiros, possui certificado socioambiental. AJUDA a economia. GERA empregos e MOVIMENTA a economia. Da semente ao guarda roupa. DURABILIDADE, CONFORTO e SUSTENTABILIDADE.

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COMO  OS CONFECCIONISTAS PODEM COLOCAR A INFORMAÇÃO NOS SEUS JEANS ?

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da redação com informações do DENIMCITYSP e SOU DO ALGODÂO/ABRAPA  imagens divulgação

MÁRIO QUEIROZ

worldfashion • 17/06/20, 17:38

O Designer, Consultor e Professor de Moda e Doutor em Comunicação e Semiótica, orientou durante 40 dias, gratuitamente, o seu método de criação e de forma online, foram 19 projetos de novos designers de diferentes cidades do Brasil e de Portugal.
mario-queiroz-futuro-da-moda-foto-margaret-kato1A idéia de Mário foi postado em seu instagram através de um vídeo, se colocando a disposição para contribuir e ser produtivo para os profissionais de moda, durante a quarentena. O retorno foi imediato e foram escolhidas 19 propostas de diferentes segmentos e públicos.
A fim de por em prática seu método, propôs o desafio da criação de uma coleção voltada a um futuro próximo pós-covid 19.  E assim no dia 10 de junho os designers apresentaram seus projetos de coleções com 7 looks.
O resultado pode ser considerado como um painel da nova Moda dentro do contexto em que estamos. O orientador aponta que muitas das propostas são voltadas para todos os gêneros, e há uma preocupação em novas formas e volumes, apontando um desejo de um novo corpo fora do que até então era constituído como padrão de beleza.
Todo o acompanhamento foi digital, confirmando também um novo rumo para os trabalhos daqui para frente.
“Consegui passar o meu método de criação,  é impressionante como estes novos designers conseguiram desenvolver todas as etapas e ainda projetar coleções realmente inovadoras”  afirma Mário . “Fico muito feliz em ter contribuído com esses grandes talentos e poder apresenta-los”.
Os dezenove designers estão apresentando todo o processo de elaboração e resultado final em suas plataformas e o orientador divulgando para o grande público através das redes sociais.
São eles em ordem alfabética:
adeilson-juniorADEILSON JUNIOR - @avieir - Duque de Caxias – RJ
Público: Mulheres envolvidas com a Arte e Cultura
Tema: “DOGVILLE” de Lars Von Trier.
danca-de-rua-12ALAN VICTOR - @alanvitors - Poa -  SP
Público: Homens e Mulheres Urbanos que se expressam com liberdade para mostrar à sociedade a importância dos seus valores e da sua cultura.
Tema: DANÇA DE RUA. Todos os movimentos desde os anos 70 do Street Dance ao Rap, do Popping passando pelo Vogue e Waacking .
a-partida2ANDREIA HIROMI - @andreia_hiromi - São Paulo, SP.
Público – Homens e Mulheres que querem manter a memória viva e consideram importante a subjetividade coletiva.
Tema – “A partida” de Yohijo Takita. Resgate ao passado. Respeitar e Reconhecer. Dar significado.
o-nome-da-rosa-488x6402BRUNO RAPHAEL - @brunoraphaelsaul - Tubarão – SC
Público: Masculino e Feminino – “não se limita, não anseia por rótulos”
Tema: “O Nome da Rosa” de Umberto Eco (através do filme de Jean-Jacques Amnaud)  “As histórias parecem se replicar, ainda vemos o uso da Fé para justificar julgamentos hipócritas e discursos de ódio”

ainda-nascem-flores-1DEISE CAMPOS - @decoresatelie - São Paulo - SP
PÚBLICO: Infantil – Meninas, pensando também em crianças com síndrome de down.
TEMA: “AINDA NASCEM FLORES EM FUKUSHIMA!” Inspirada no Japão, em especial na cidade que passou por grave acidente nuclear, cria uma coleção com trabalhos artesanais (pinturas e bordados) e tecidos naturais e tingimentos também naturais.
ecdise-6DENISE SALLES - @denise.salles_  - Salvador - BA
Público: Homens e Mulheres. “Uma geração hipercognitiva, capaz de viver múltiplas realidades, presenciais e digitais ao mesmo tempo.”
Coleção: ECDISE. O processo de “muda” dos Artrópodes (insetos, crustáceos, aracnídeos…) inspira a construção de estrutura de camadas com intervenções sobre as matérias.
sensorial-12ESRON CANDEIA -  @esroncandeia - Caicó, RN.
Público: LGBTQ+ frequentadores de festas, amantes de uma estética artificial e carregada de luz e brilho.
Coleção: SENSORIAL – Vem da vontade de nos reconectar, redescobrir o toque, o abraço e o sexo.

tempo-e-memoria1EVEN SALDANHA - @saldanha_even - Fortaleza, CE.
Público: Feminino “ligadas ao trabalho e estudos, vivem em pequenos espaços onde tudo se molda”.
Coleção: “Tempo e Memória”
Inspirado na obra de Salvador Dali , exercita a moulage a partir de um shape ovular que faz referência ao tempo mecânico e derretido.
darkJEFE PICETTI - @jefepicetti - Caxias do Sul – RS
Público – Homens e Mulheres – Ligados ao estilo streetwear. “LGBTQI+, Indie, Cult, Grafiteiros, Hypebeats”.
Tema: A partir da série “Dark”(Netflix) se inspira em manifestantes brasileiros que ser revoltam com a forma como o Governo despreza suas vidas.
Todo o Processo e Coleção em: www.behance.net/gallery/98676009/Colecao-Pos-Covid-19
clovis-11LUAN MATHEUS - @luanmateus - São Paulo, SP.
Público:  Feminino  com salários baixos, vê a moda street e sensual como grande aliada para se expressar e se posicionar na sociedade.
Tema: CLÓVIS (O Pierrô carioca) – Os mascarados do carnaval numa visão de reencontros, memória afetiva e comunicação.
valente-4MARCEL FEITOSA - @theoismos - Santa Cruz do Capibaribe – PE
PÚBLICO : MASCULINO – “Um poeta inserido no meio da correria do cotidiano”.
TEMA : VALENTE -  A saga dos pescadores que lutam contra as tempestades representados no livro “Mar Morto” de Jorge Amado.
havera-arte-pos-covidMARCOS PUGA - @pugaimages - Luso-Brasileiro - Lisboa - Portugal.
Público: Masculino e Feminino “não se importam com gêneros e rótulos”
COLEÇÃO: “HAVERÁ ARTE PÓS-COVID 19?”
Misturando burca e arte pop, Puga cobre e descobre o corpo com estampas que remetem à representação do vírus.

devir-2MAURÍCIO ALEXANDRE - @mauricioalexandre - Fortaleza - CE
Público: Masculino e Feminino “integrar ambos os corpos”
“Gosto de trabalhar no campo da estranheza e do absurdo. Ligando humor, melancolia, ousadia e crítica social com a abordagem artística de encarar o corpo humano em todas as suas potencialidades plásticas.”
COLEÇÃO “DEVIR” – “Vir a ser, tornar-se, transformar-se.” “Heráclito diz que todas as coisas movem-se e nada permanece imóvel. E, ao comparar os seres com a corrente de um rio, afirma que não poderia entrar duas vezes num mesmo rio.” Fazendo uma relação com o que estamos vivendo: levando em conta que nós já não seremos os mesmos de antes e nem voltaremos a ser, pensando a metáfora do rio.
calma-14NATANA OLIVEIRA -  @natanaoliveira - Luso-Brasileira - Guimarães - Portugal.
Público – Mulheres jovens engajadas, com uma visão mais crítica do mundo, preocupadas com o futuro e que valorizam suas vidas profissionais.
Tema- “Calma!” “O mundo vai desacelerar do caos que estava vivendo. O planeta vai respirar novamente. Em breve nos abraçaremos de novo.”  Os caminhos do Slow para a construção de uma coleção em malha retilínea (tricô).
cibercangaco-2PEDRO HERMANO - @phermano - Brasília - DF
Público : “LGBTQI+ crítico e consciente sobre o que consome e não se contenta com o comum na Moda”
Tema:  CYBERCANGAÇO – Os cangaceiros como símbolos de resistência ao estado autoritário vigente não só no sertão e nas ruas mas também no cyberespaço.
as-fotos-de-lewis-hime1PRISCILA THOMAS -  @priscilathomas - Florianópolis - SC
Público: Crianças de 4 a 8 anos: espontâneas, criativas e autênticas, que incentiva a
individualidade e expressão própria.
Tema: As fotos de Lewis Hime de trabalho escravo de crianças no começo do séc XX e o “Raibow Gathering” , encontro de pessoas ao ar livre em prol da liberdade.
SARAH LIMA - @sarahmblima - Caruaru – PE
Público – FEMININO interessada em se expressar através da Moda.
Tema : DESPERTAR : A ESPERANÇA despertar-2DE VIDA. As flores e pássaros que transformam o cenário da Caatinga surge como mensagem de esperança e inspiração para uma coleção com materiais antibacterianos e impermebializados.
a-lei-da-agua1TARSILA COLICHIO - @grottobytmc - Goiânia, GO.
Público: Feminino “onde passa, ousa com seu estilo, não tendo vergonha de ser diferente”.
Tema:   A partir de dois filmes: “A lei da água” e “Interestelar”,  “criar dentro de um novo padrão: de uma sociedade mais evoluída que luta unida pelo planeta e por seus princípios”

mundo-flutuante-11YUMI - @lariakagi -  Londrina - PR
Público:  FEMININO – Mulheres cuja Arte é a Terapia e que buscam sempre se resignificar.
Tema: Mundo Flutuante e a importância do espaço vazio. “A Grande Onda” (1833) é uma xilogravura do artista japonês Katsushika Hokusai. Mundo Flutuante passa a ideia de aspectos efêmeros da natureza (vento, luz, água), como se os temas retratados vagassem no tempo e no espaço.
da redação com informações de Mário Queiroz  imagens/divulgação

Atividades comerciais nos Estados Unidos

worldfashion • 15/06/20, 15:29

Daniel Toledo, advogado especialista em direito de internacional e sócio da Toledo e Advogados Associados, explica que é fundamental que o solicitante exerça um cargo hierárquico e estratégico. “O ideal é que a empresa matriz possua estrutura com funcionários, contabilidade em ordem e capacidade financeira para realizar a transferência” explica.

Empresas familiares também se encaixam no perfil do L1, desde que o solicitante seja um dos sócios ou que tenha função administrativa. “Não importa qual o segmento de atuação, mas é preciso ter habilidade e competências para gerenciar uma equipe, aliadas à capacidade de gestão e implementação de novos negócios”, recomenda o advogado.

daniel_toledo_01242020-44-640x427Comprovar o faturamento também é um ponto importante neste processo. “As empresas no Brasil costumam enxugar os números, principalmente quando o assunto é declaração de imposto de renda. Então é comum alguns empresários apresentarem ganhos na casa dos R$ 10 mil e ainda possuírem sete colaboradores. Talvez o governo brasileiro possa acreditar neste cenário, mas o americano, não”, aponta Toledo.

Por esse motivo, o ideal é apresentar um valor disponível para a implantação a partir de $ 120 mil dólares, pelo menos, e documentos que devem ser demonstrados através do imposto de renda, declaração do contador devidamente assinada e com firma reconhecida, além de folha de pagamento, balancete e extratos que comprovem a movimentação e a capacidade financeira.  “A documentação será analisada pelo órgão consular que aprovará ou negará a aplicação”, afirma Toledo.

A empresa americana não precisa ter o mesmo objeto social da brasileira. “É possível abrir uma floricultura, pet shop, academia, desde que apresente o valor de 80 a 100 mil disponíveis em conta corrente para subsidiar a compra de equipamento, contratação de pessoas, mobiliário, afinal não se alcança um lucro exorbitante logo no primeiro mês, por isso é preciso ter uma reserva para pagar todas as despesas”, orienta o advogado.

Essa organização, que vai garantir o bom funcionamento e a lucratividade, deve estar no plano de negócios. “O ideal é provisionar para cinco anos, o que traz uma solidez muito bacana para um projeto como um todo”, aponta Daniel.

Vale lembrar que a empresa no Brasil deve ser manter ativa e com uma vida financeira saudável. Caso ocorra o fechamento ou falência, a solicitação do visto pode ficar comprometida.

Para que seja concedida a estada do empresário, é preciso que o negócio esteja funcionando com lucratividade, equilíbrio nas contas e contratação de empregados para que o aplicante possa manter o seu visto e o da sua família. “O visto deve ser, sempre, consequência de uma iniciativa bem estruturada e sustentável. Por isso, é muito importante fazer essa análise empresarial com profissional experiente e competente”, avalia Daniel.

O advogado explica que o próximo passo é fazer a aplicação do visto no Consulado, ainda no Brasil, através de um advogado devidamente habilitado e cadastrado na Ordem dos Advogados do Brasil para que tenha o direito legal de postulação e representação em território nacional.

Após um ano da concessão do L1, é preciso fazer a prestação de contas para comprovar o que foi estipulado no plano de negócios, para que que a prorrogação do visto seja aprovada. O índice de lucratividade pode variar ou até mesmo não atingir o valor esperado, o que é normal. Se os números não fugirem muito do que foi provisionado, o visto é renovado para mais dois anos.

Daniel reforça que muitas pessoas conseguem o green card a partir do L1.  “Em um prazo de um ano e seis meses, é bem provável que o gestor tenha conquistado a solidez necessária para manter a empresa com toda a estrutura necessária e com um faturamento relevante. A partir deste cenário, é possível analisar a mudança de visto que conduza ao sonhado Green Card”, conclui Toledo.

Para mais informações, acesse: http://www.toledoeassociados.com.br ou entre em contato por e-mail daniel@toledoeassociados.com.br.

da redação com informações da Lara Comunicação   imagem: foto/divulgação

BOHEMIAN RHAPSODY

worldfashion • 09/11/18, 18:35

51h7uatywl_sy445_Bohemian Rhapsody é uma celebração ao Queen, sua música e seu extraordinário cantor Freddie Mercury. Freddie desafiou estereótipos e quebrou convenções para se tornar um dos mais amados animadores no planeta. O filme mostra a meteórica ascensão da banda por meio de suas músicas icônicas e seu som revolucionário. Eles alcançaram um sucesso incomparável, mas em uma virada inesperada, Freddie, cercado de influências ruins, abandona o Queen para seguir sua carreira solo. Por ter sofrido muito sem a colaboração do Queen, Freddie consegue se reunir com seus colegas de banda a tempo do Live Aid. Apesar de ter sido diagnosticado com AIDS, Freddie lidera a banda e uma das melhores performances na história do rock. Queen deixa um legado que continua inspirando outsiders, sonhadores e amantes da música até hoje.

A Swarovski colaborou com o figurinista Julian Day para criar vários elegantes figurinos do rock usados pelo elenco: Freddie Mercury (Rami Malek) usa uma camiseta preta com raios de sol, uma jaqueta de veludo brilhante em tons de dourado e roxo, um top transpassado preto e uma coroa de cristais. Brian May (Gwilym Lee) usa com colete preto com uma teia de aranha de cristais, enquanto Roger Taylor (Ben Hardy) veste uma camiseta branca coberta de cristais.

nadjaswarovskiismaelghostslesfantomeszut22lt-hfslNadja Swarovski (na foto à direita) membro do conselho executivo da Swarovski, comentou: “Nós estamos encantados de colaborar mais uma vez com a Twentieth Century Fox e Julian Day para adornar as roupas de Bohemian Rhapsody. O filme celebra o legado do Queen e a magia da música e do estilo de Freddie Mercury, e nós estamos emocionados em adicionar mais brilho à produção”.

349412_838381_bohemian_rhapsody3_web_O figurinista Julian Day, que já havia trabalhado com a Swarovski em 2016 no thriller de espionagem Nosso Fiel Traidor, de John Le Carré, comentou: “Queen é realeza do rock e suas performances são extraordinárias e eletrizantes, então meu desafio era ajudar a recriar essa mágica na tela. Quando você precisa do máximo impacto não existe nada melhor do que cristais Swarovski - eles realmente dão aos figurinos mais glamour e carisma”.

A história da Swarovski na tela do cinema remonta o início de Hollywood, mais de 85 anos atrás, quando os cristais fizeram sua estreia em Blonde Venus, de Marlete Dietrich

É uma história brilhante com momentos icônicos, de Marilyn Monroe cantando “Diamonds Are a Girl’s Best Friend” usando joias brilhantes da Swarovski em Os Homens Preferem as Loiras até Audrey Hepburn usando uma tiara de Swarovski com seu vestido preto em Bonequinha de Luxo.

Nos últimos anos, os cristais Swarovski apareceram em produções premiadas, incluindo O Rei do Show, Cisne Negro, O Grande Gatsby e as adaptações de Cinderela e a Bela e a Fera.

1541580616-x2018-bohemian-rhapsody-x2019-light-display-unveiled-on_hiresPara celebrar o lançamento de Bohemian Rhapsody, a mundialmente famosa Carnaby Street, no extremo oeste de Londres, recebeu uma instalação exclusiva no dia 21 de outubro. Os visitantes encontraram letras gigantes e coloridas em neon, incluindo a abertura icônica do Queen “Is this real life? Is this just fantasy”, juntamente com “Galileo” e “Figaro”.

Além disso, uma loja pop up e a exposição com entrada gratuita, localizada na Carnaby Street 3, foram inauguradas em 18 de outubro para apresentar o acervo de fotografias, gravuras, filmagens e figurinos espetaculares de Bohemian Rhapsody.

unnamedA Swarovski colaborou com a Twentieth Century Fox and Regency Enterprises para criar um poster de Bohemian Rhapsody com mais de 14,000 cristais Swarovski para a pop up, que será vendido em prol da Mercury Phoenix Trust, fundação criada em 1992, em memória a Freddie Mercury, que tem como objetivo combater a AIDS por todo o mundo. A Mercury Phoenix Trust foi fundada por Brian May, Roger Taylor e seu gerente Jim Beach em memória de Freddie Mercury, icônico cantor da banda de rock Queen, que morreu em 1991 de AIDS.  Todo ano a MPT encena Freddie por um dia, próximo de seu aniversário, para celebrar sua vida e levantar fundos para ajudar tratamentos de HIV/AIDS pelo mundo. Nos últimos 26 anos a empresa doou mais de 16 milhões de dólares em seu nome e criou mais de 700 projetos na batalha global contra HIV/AIDS - o caminho para o combate dessa doença é pelo conhecimento. Os projetos que nós financiamos são espalhados pelo mundo e, ao todo, nós agora doamos para projetos em 57 países - quando podemos ajudar, ajudamos.

2d5b3a071e909c21fa2a4bb9122c6b3cSobre a Swarovski

Fundada em 1895 na Áustria, a empresa projeta, fabrica e comercializa cristais e pedras preciosas naturais e artificiais de alta qualidade, além de produtos finais como joias, acessórios e produtos para iluminação. Dirigida atualmente pela quinta geração da família, a Swarovski Crystal Business tem alcance global com aproximadamente 3.000 lojas em cerca de 170 países, mais de 27.000 funcionários e receitas em torno de 2,7 bilhões de euros em 2017. Junto com suas empresas irmãs, a Swarovski Optik (dispositivos ópticos) e a Tyrolit (abrasivos), a Swarovski Crystal Business compõe o Swarovski Group. Em 2017, o Grupo gerou cerca de 3,5 bilhões de euros em receitas e empregou mais de 32.000 pessoas. Uma relação responsável com as pessoas e com o planeta sempre foi uma parte essencial da herança da Swarovski, e hoje está incorporada à agenda consolidada de sustentabilidade global da empresa. Além disso, o programa educacional global Swarovski Waterschool alcançou 500.000 crianças nos maiores rios do mundo, e a Swarovski Foundation, fundada em 2013, trabalha para apoiar a cultura e a criatividade, promover os direitos e o bem-estar das mulheres e crianças e conservar os recursos naturais, para alcançar um impacto social positivo.

da redação do World Fashion      fonte: MKTMIX Assessoria de Comunicação     fotos: divulgação

E a MUJI estará entre nós!

worldfashion • 12/06/18, 14:01

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muji-man1Ocupando 218m2 do térreo da JAPAN HOUSE São Paulo, será inaugurada a MUJI Pop Up, uma loja temporária da icônica marca japonesa, famosa por sua proposta minimalista.  Junto com a loja, o centro cultural também recebe uma exposição sobre o conceito MUJI.a iniciativa, que é a primeira realizada pelo grupo na América Latina, pretende oferecer aos visitantes uma experiência completa e exclusiva ao apresentar a filosofia MUJI, que se manifesta em práticos processos de fabricação, resultando em produtos básicos e funcionais. A marca evidencia um estilo de consumo simples e racional, norteado pela austeridade e discrição, peculiares a cultura nipônica. No local, os visitantes entrarão em contato com alguns dos clássicos que representam a essência MUJI, e poderão comprar diversos itens de papelaria, decoração e organização.

muji-soho-06261-550x319Fundada no Japão em 1980, a Mujirushi Ryohin, MUJI em japonês, se traduz como “artigos de qualidade sem marca” e oferece uma ampla variedade de produtos de qualidade, incluindo bens de consumo, vestuário e alimentos. Baseia-se em três princípios fundamentais desde sua fundação: Seleção de materiais; Simplificação de processos e de embalagens. credito_-muji_-body-fit-cushion-navy-denim-coverOs produtos da MUJI são criados por um processo de fabricação extremamente racional, são sucintos e privilegiam a simplicidade e o vazio, englobando os sentimentos e pensamentos de todas as pessoas.

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MUJI Pop Up

JAPAN HOUSE São Paulo – Avenida Paulista, 52 (Piso Térreo)

De 19 de junho a 22 de julho

Horário de funcionamento:

Terça-feira a Sábado: das 10h às 22h

Domingos e feriados: das 10h às 18h

Entrada gratuita

Confira a programação no www.facebook.com/JapanHouseSP/

Por Neiva Otero        fotos:divulgação

Kathia Castilho fala do desafio de ser editora no Brasil

worldfashion • 04/05/18, 10:19

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Doutora e Mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP, Kathia Castilho é também empresária, atuante num dos setores mais desafiantes do País: o editorial. Dona da Estação das Letras e Cores, editora especializada principalmente nas áreas de Moda e Comunicação, Kathia Castilho fala com exclusividade ao World Fashion sobre o mercado em que atua e sobre a necessidade de permanente inovação, tendo sempre em vista a primazia da pesquisa em profundidade para um conteúdo de excelência.

A empresária é autora dos livros: “Corpo e moda – Por uma compreensão do contemporâneo”, “Consumo – Práticas e narrativas”, “Semiótica nas Práticas Sociais” e “Colóquio de Moda: 10 Anos”.

eletrasecoresWorld Fashion – Os dois últimos anos foram severos em termos de resultados para todos e em todas as áreas do mercado e até mesmo para as faculdades, que enfrentam dificuldades para manter os seus cursos. Mas somos testemunhas de sua perseverança em continuar acreditando no mercado editorial de moda, com diversos lançamentos de títulos. Como vê agora a experiência da Estação das Letras e Cores nos dois últimos anos, 2016 e 2017?

Kathia Castilho – A permanência neste mercado tem sido um desafio imenso. Nós nos reinventamos a cada momento, de olho nas oportunidades de continuidade. No  final de 2016, revimos toda a nossa pequena e enxuta estrutura, inclusive com corte de pessoal – o que mais me entristeceu. Tínhamos em mente a dificuldade que seria retornar. Em março de 2017, Solange Pelinson, que vinha do mercado financeiro, tornou-se sócia da Estação das Letras e Cores. 74582f_f78d76f2d90449bc912674a325212047_mv2Foi um ano de grandes mudanças, análise de custos e ajustes. Passamos o ano tentando entender as oscilações de mercado, buscando novas oportunidades, novos canais de vendas, procurando aproximar ainda mais a parceria com os autores. Para uma editora independente, a sobrevivência no mercado editorial depende de fôlego, inovação e força de trabalho. Isso tudo torna nossa missão muito arriscada, mas também desafiadora.

W. F. – Na sua visão, qual a perspectiva para o mercado editorial em 2018?

K. C. – Ainda não sentimos crescimento nas vendas, apesar de os indicadores apontarem que haverá crescimento. No caso específico da Estação de Letras e Cores, é preciso dizer que moda ainda é uma área de baixíssimo investimento e interesse no que diz respeito a leituras especializadas. Também publicamos livros na área de Comunicação, e a diferença é notável. Claro que esta é uma área madura em termos de estudos e pesquisas, e os autores têm público em pesquisa e interessado em determinados fenômenos. Na moda ainda não conseguimos formar este interesse.

livrookcvfinaltrocado.cdrW. F. – Quais os temas de moda que despertam interesse editorial da Estação das Letras e Cores? Negócios; comportamento do consumidor; globalização; histórias de personalidades da moda; revolução digital, teses acadêmicas, etc.?.

K. C. – Aqui na editora, temas relevantes de pesquisas sempre foram muito bem vindos. Aliás, a editora nasceu assim. Sabemos e acompanhamos bem de perto o alto nível de investigação que existe hoje na área em Universidades brasileiras.  Interessa-nos todos os temas relacionados à moda e à comunicação, tratados em profundidade de análise ou que tenham relações e desdobramentos interessantes para o mercado e para a pesquisa, ainda que muitas vezes nos pareça que um setor não olha para o outro.

b0aead_60114f1aa0514f0980e277f33070c242_mv21W.F. – Nos últimos meses, o World Fashion esteve presente em eventos ligados ao varejo. Na quase totalidade dessas palestras, mesas redondas e seminários, com executivos, consultores e professores, temas como a revolução digital, o uso intenso da tecnologia e a necessidade de mudança de atitude para incorporar as novidades desse novo cenário foram recorrentes. Como a Estação das Letras e Cores encara essa tendência de valorizar a tecnologia e processos sobre os aspectos de comportamento e de negócios até então editados?

K. C. – É importante perceber e acompanhar estas mudanças que se inserem em nossos fazeres, se instalam em nossas casas, trabalhos e dinâmicas de vida. Claro que no varejo assumem proporções macro e estes estudos são vitais para que possamos pensar a contemporaneidade. Nós editamos e publicamos o livro Revolução 4.0, por exemplo, que resulta de um grande esforço de associações relacionadas à moda e é distribuído gratuitamente. Mas também temos consciência que o Brasil é um país que tem muitos tipos de mercado que funcionam simultaneamente e que apesar dos mindsets apontarem determinadas tendências, há a necessidade de formar e discutir diferentes modelos de mercado e de grupos que promovem ou espelham tendências por aqui.

74582f_17d038189e2b4350b992fc993252e7fa_mv2W.F. – Como estudiosa da área da Semiótica e sua influência na moda, como vê essa tendência de valorizar tecnologia? Há risco de a moda, como negócio, perder o valor emocional (estilistas, coleções, personagens, modelos, passarelas) para considerar aspectos racionais de eficiência de resultados?

K. C. – A tecnologia nos seduz e muito e nos permite um alcance de conexões e de conhecimento de experiências e de reflexões extraordinárias. A área de Comunicação hoje tem excelentes estudos a este respeito e temos também publicado trabalhos neste sentido. A tecnologia possibilita um investimento afetivo maior e mais amplo por meio de estratégias e mídias diferenciadas. O valor emocional que a marca constrói pode ser compartilhado e narrar também experiências daqueles que acreditam e se identificam com a marca e o produto. Porém, acredito, sim, que o consumidor é cada vez mais protagonista de suas escolhas, tem a possibilidade de analisar e acompanhar os discursos das marcas e estamos cada vez mais interessados nas histórias de mundo criados por estilistas, modelos e passarelas como exercícios narrativos, criativos e éticos (uma postura que me parece cada vez mais chamar a atenção de todos)

downloadW. F. – O Colóquio de Moda – congresso científico tem como principal objetivo promover a troca de conhecimentos a respeito da arte, da ciência e da tecnologia desenvolvidas por meio da produção científica nacional e internacional no campo da Moda – é mais uma de suas iniciativas. Com quase duas décadas de realização do evento, como você vê, da perspectiva editorial, a contribuição do encontro para difusão da cultura da moda academicamente e em matéria de negócios?

Capa_Moda e Sutentabilidade final.inddK. C. – O Colóquio de Moda (http://www.coloquiomoda.com.br/) chega esse ano à 14ª edição. Um evento que, na minha opinião, alicerçou e ancora o pensamento reflexivo e a pesquisa de moda no Brasil. Ele nasce interdisciplinar (como deve ser), agregando pesquisadores interessados em estudo e na cientificidade acadêmica da área de moda no Brasil. O Colóquio é inspirador. Os anais que publicam os textos e pesquisas selecionadas a cada edição mostram, em número, o crescimento de pesquisadores e também o amadurecimento de vários estudiosos que frequentam, discutem e publicam seus trabalhos no Colóquio com frequência. Vai se formando um grande grupo aberto, já que a cada ano descobrem-se outros focos, outros eixos de estudo. Descobri facilmente que incentivar este tipo de articulação de troca, de encontros e de pesquisa com pessoas é um de meus principais interesses de vida. A Estação das Letras e Cores tem muito diálogo com vários dos pesquisadores que por ali estão. Alguns são (orgulhosamente) nossos autores, conselheiros. Há também alguns autores que não fazem necessariamente parte do mundo acadêmico e procuro fazer com que conheçam e participem de alguma de nossas edições. Acredito que a Editora quando publica, procura ampliar uma determinada informação e, neste sentido, tem um papel importante no endereçamento de estudos.

da redação entrevista exclusiva por Luís Tadeu Dix     fotos: divulgação

O LIVRO “HISTÓRIA DA MODA NO BRASIL”

worldfashion • 01/04/17, 16:20

O jornalista Luís André do Prado e o professor de moda João Braga, ambos escritores, assumiram a trabalhosa missão de contar a história da moda no Brasil em uma pesquisa inédita, considerada a mais completa já realizada no país sobre o assunto. A obra, traz pesquisa vasta e inédita que compõe um verdadeiro painel visual de todos os movimentos estéticos e comportamentais vivenciados no Brasil.

Foi lançada pela Disal Editora o livro “História da Moda no Brasil- das influências às autorreferências”, que traz mais de um século de evolução de costumes e tendências, detalhando todos os movimentos estéticos e comportamentais.

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De conteúdo maciço, a obra é dividida de forma fácil e didática, como em uma enciclopédia inteiramente dedicada à moda. Está tudo lá. A Belle Époque (1889 – 1918), os chamados “Anos Loucos” (1919 -1930), a Era do Rádio (1931 -1945), os Anos Dourados (1946 – 1960), a Tropicália (1961 –1975), os “Anos Azuis” (1976 – 1990), até o período conhecido como “Supermercado de Estilos” (1991 – 2010), onde o setor atinge a maturidade com escolas e semanas de moda.

São 642 páginas que garantem uma verdadeira viagem no tempo e que proporcionam um entendimento de todo o processo evolutivo. De quando apenas reproduzíamos ou adaptávamos lançamentos de Paris à criação da alta moda local, os nomes que marcaram cada período, passando pelo surgimento do prêt-à-porter nacional até a consolidação de eventos como a São Paulo Fashion Week e Rio Fashion na primeira década do século XXI.

Um painel visual composto por mais de 400 imagens, 127 depoimentos (incluindo nomes como Glória Kalil e o estilista Lino Villaventura), e muito embasamento teórico com levantamento em diversos acervos. Tudo embrulhado na contextualização cuidadosa da relação simbiótica entre moda e transformação da sociedade e, claro, um acabamento gráfico primoroso, marca característica da Disal Editora. que há mais de meio século em operação, é considerada a mais importante distribuidora de livros e materiais didáticos do Brasil para o ensino de idiomas, e, também, técnicos e científicos, de ciências humanas e sociais, literatura, autoajuda e conhecimentos gerais. Possui um catálogo com 300 editoras e mais de 300 mil títulos comercializados. Tem 17 filiais espalhadas pelo país e um portal www.disal.com.br é possível encontrar todos os serviços e produtos oferecidos.

da redação do WORLD FASHION     informações à imprensa:  KB Assessoria em Comunicação   foto divulgação

Enrico Cietta autografa A Economia da Moda

worldfashion • 07/03/17, 18:21

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O consultor italiano Enrico Cietta estará nesta quinta-feira, dia 9, na Livraria da Vila da Lorena para o lançamento de seu segundo livro A Economia da Moda - Porque hoje um bom modelo de negócios vale mais do que uma boa coleção.  Além da sessão de autógrafos, haverá bate-papo com o público, das 18h30 às 21h30.

Enrico Cietta busca levar a empresário, profissionais e estudantes de moda conhecimentos e discussões acerca dos diversos negócios que a indústria fashion pode gerar direta ou indiretamente, ele é formado pela Universidade Bocconi de Milão (Itália) e tem mestrado em Economia pela Victoria University de Manchester (Reino Unido). Sócio sênior da Diomedea, empresa de pesquisa e comunicação de mercado, é também professor no mestrado “Master in Luxury and Fashion Management”, na Business School Sole24Ore de Milão.

A Economia da Moda – Porque hoje um bom modelo de negócios vale mais do que uma boa coleção

De Enrico Cietta    Ed. Estação das Letras e Cores

Dia 9 de março, quinta-feira, das 18h30 às 21h30

Livraria da Vila - Alameda Lorena 1731 - Jardim Paulista, São Paulo, SP.

da redação do WORLD FASHION   Informações para imprensa: M2 Assessoria de Comunicação      Foto: divulgação