MANZAN BRAND

worldfashion • 19/07/24, 10:53

Na Manzan Band a sustentabilidade, é pilar fundamental da filosofia da marca. Trabalham para minimizar o impacto ambiental. Utilizando tecidos certificados e buscam parcerias com fornecedores que compartilham dos valores de sustentabilidade. As práticas incluem a redução de resíduos no processo de produção, a reutilização de materiais e a criação de peças duradouras que transcendem as tendências passageiras da moda. Acreditam que a moda deve ser consciente e responsável, contribuindo positivamente para o meio ambiente.

A marca, utiliza uma combinação de tecidos de tecelagens e malharias nacionais e importadas para garantir a melhor qualidade e variedade das criações. Trabalham com fornecedores nacionais renomados, além de importar tecidos de empresas prestigiadas. Esta diversidade permite oferecer aos clientes tecidos de alta qualidade, com texturas e acabamentos únicos. Além do conforto e da proteção térmica, os tecidos que utilizados oferecem uma série de outras propriedades que realçam os looks. Os tecidos são escolhidos pela sua durabilidade, resistência e estética. Alguns deles possuem propriedades de secagem rápida, ideais para garantir a praticidade do cliente. Também focam em tecidos com caimento perfeito e que realçam a silhueta, proporcionando um ajuste impecável e uma sensação de luxo.

As modelagens inovadoras pensam nas combinações, como o short saia composto com casaqueto de tweed, mantendo sempre a identidade que fez Leticia Manzan ficar conhecida nacionalmente no segmento de luxo.

Uma das grandes novidades da coleção do Alto Inverno é a alfaiataria de tweed colorido, indo na contramão dos itens monocromáticos que normalmente invadem a estação. Trabalhada em cartelas de cores especiais, que vão dos clássicos neutros às cores vibrantes, as peças foram projetadas para darem um toque de juventude e modernidade ao look.

A camisaria Manzan também marca presença na coleção, sem perder a leveza e a elegância que as clientes já conhecem, amam e pedem reprise. E as peças em couro vem com tudo na estação mais fria do ano, em cores sóbrias como o preto e também no roxo metalizado.

As peças podem ser encontradas nas lojas Manzan em São Paulo e Uberlândia, além do website oficial e revendas autorizadas.

Dentro da filosofia da sustentabilidade, as manutenções das peças da Manzan são pensada para ser o mais prática e sustentável possível. Recomendam as clientes seguirem as instruções específicas de cuidado fornecidas com cada peça, que incluem limpeza a seco para tecidos mais delicados e lavagem à mão para outras peças. O objetivo é garantir que as peças mantenham sua beleza e qualidade por muitos anos.

A Manzan Brand é de propriedade da Leticia Manzan, graduada em Design de Moda e com especialização pelo Instituto Marangoni de Milão e pelo Bunka Fashion College de Tóquio, com uma carreira de mais de 18 anos, quase dez deles à frente de sua própria marca, a Manzan Brand. Reconhecida internacionalmente, ela é a primeira estilista brasileira a lançar uma coleção completa em parceria com a Swarovski, a convite da própria marca austríaca de cristais.

da redação com informações da Balancê Agência

54ª edição da Casa de Criadores

worldfashion • 18/07/24, 17:19

A Casa de Criadores é um dos eventos mais influentes e inovadores do calendário da moda no Brasil, estabelecendo-se como uma plataforma essencial para a promoção de novos talentos e a reinvenção da moda nacional. Serve como um ponto de encontro para designers, estilistas, estudantes, profissionais da indústria e amantes da área, oferecendo uma visão única e contemporânea.

A partir da palavra “Catarse” que vem da palavra grega “kátharsis” cujo significado é a consciência no sentido de uma descoberta divisora de águas, gerando deslumbramento e até fascínio. E assim que é a perspectiva da 54ª edição da Casa de Criadores (CdC), evento de moda autoral iniciado há 27 anos pelo diretor artístico André Hidalgo - e não é por acaso. A CdC, em sua trajetória, costuma lançar provocações para a moda nacional: desta vez, André Hidalgo, junto aos conselheiros Dudu Bertholini, Eduardo Araújo Silva (Dudx) e Neon Cunha, iniciam o chamado para a próxima edição do evento propondo a questão “Qual o sentido da moda?”, em vídeos e nas mídias sociais da CdC. É um convite à percepção de como a moda age de fato e de como poderia agir para mover estruturas, à tomada de consciência e, assim, à catarse, assim a edição de número 54 levanta um debate amplo sobre o sentido da moda como sistema em um contexto de questionamento.

Dentre os principais destaques da edição 54, estão Nalimo, com a constância e coerência do trabalho e a abordagem da cultura indígena, Mônica Anjos, que prestará homenagem à linguista e escritora Conceição Evaristo, além de Rober Dognani, Sukeban, Le Benites, Studio Ellias Kaleb, Guma Joana, Jal Vieira Brand, Guilherme Valente. Estreantes na temporada, Lourrani Baas, N/E* Recycled e Ofegallery trazem representatividade transsexual e preta.

Ao todo, a Casa de Criadores 54 oferecerá espaço para cerca de 10 estilistas transgênero e marcas que abordam questões raciais em suas narrativas, como Studio Ellias Kaleb, Visén, NotEqual, Jal Vieira, MOCKUP, DCRLHS, VOUASSIM, Berimbau Brasil e Estúdio Cena. O evento mantém, como seu cerne, a promoção de um ambiente no qual designers de diferentes origens, identidades e estilos podem mostrar suas criações. A diversidade reflete uma ampla gama de influências culturais, estéticas e sociais, permitindo que diferentes perspectivas sejam representadas no cenário da moda.

Outro destaque entre os estilistas que tratam de questões étnicas é a marca veterana Shitsurei, que se baseia na vivência nipo-brasileira, incluindo, em todas as suas coleções, esse viés racial. Para a linha que será desfilada, máscaras do teatro Noh e Kabuki serão utilizadas como figura de linguagem. Refletindo também a influência da ascendência nipônica, tem no trabalho de Sim Sukeban, diretora criativa da SUKEBAN.

Fazendo jus à sua definição social, a Casa de Criadores 54 se une ao Sebrae para apresentar a oficina Crie Moda Autoral Trans-Forma, que ocorrerá entre os dias 26 e 30 de julho na Galeria Prestes Maia, em paralelo aos desfiles.

Com foco em sustentabilidade e destinado exclusivamente à população trans, o curso oferece capacitação gratuita em moda, enfatizando o reuso de materiais têxteis e o desenvolvimento de projetos criativos que refletem vivências trans.

A oficina, que visa fomentar a autonomia financeira, a afirmação social por meio da moda autoral e busca gerar oportunidades para 25 participantes em situação vulnerável, contará com a participação dos designers Alexandre dos Anjos, Jorge Feitosa e Dayony Moura.

O início será dia 24 de julho, com o desfile do renomado estilista Alexandre Herchcovitch e a sua marca Herchovitch; Alexandre no Salão Almeida Junior. As  demais apresentações serão entre os dias 26 e 30 de julho, sempre em locais históricos do centro da cidade de São Paulo — como o Viaduto do Chá, a Praça Ramos de Azevedo, a Biblioteca Mário de Andrade, a Galeria Prestes Maia e o Vale do Anhangabaú.

A presença da moda num espaço de circulação tão amplo afirma sua força em manifestar a expressão cultural que a cidade pulsa, mesmo que muitas vezes ela não chegue aos seus múltiplos grupos, que agora têm mais chances de se aproximar dela durante o evento. “Para nós, é um orgulho imenso poder sediar este evento tão importante dedicado à moda autoral brasileira e também impulsionar novos talentos, como é a Casa de Criadores. Poder unir o melhor da moda com a beleza dos locais icônicos do centro de São Paulo, localizados no Vale do Anhangabaú, é algo único, pois isso transborda a arte que a moda e a arquitetura urbana oferecem”, afirma Gustavo Fioretto Torres, diretor do Novo Anhangabaú.

Assim como em anos anteriores, a Casa de Criadores 54 tem entrada gratuita para o público geral por meio da distribuição de 250 ingressos por sessões de desfiles. As cotas serão liberadas diariamente entre 22 e 26 de julho, às 11h00, conforme  abaixo, mesmo considerando que a área dos desfiles tem visibilidade para quem passa pelas ruas da cidade.

Confira o line up completo abaixo:

24/07 (quarta-feira) Salão Almeida Junior

•11h30 - Desfile Herchcovitch; Alexandre

26/07 (sexta-feira) Viaduto do Chá

•17h30 - Desfiles: LOURRANI BAAS

VIVAO PROJECT

BERIMBAU BRASIL

•19h00 - Desfiles: MOCKUP - Fashion Filme

Ken-gá

Vou Assim + DCRLHS

NotEqual

27/07 (sábado) Praça Ramos de Azevedo

•16h00 - Desfile: PEDRA BR

27/07 (sábado) Viaduto do Chá

•17h30 - Desfiles: ‘a neoutopia’ - Projeto Lab

UMS 458 - LL

NALIMO

•19h00 - Desfiles: Fkawallyspunkculture - Fashion Filme

Estúdio Traça

SUKEBAN

Le Benites

28/07 (domingo) Praça Ramos de Azevedo

•15h00: Desfile ARTSOUJÊ

•16h00: Leandro Castro

28/07 (domingo) Galeria Prestes Maia

•17h00: Desfile - Studio Ellias Kaleb

28/07 (domingo) Viaduto do Chá

•18h30 - Desfiles: YHRA - Fashion Filme

N/E* Recycled - Projeto Lab

Visén - Projeto Lab

Estúdio CENA

GUMA JOANA

JORGE FEITOSA

29/07 (segunda-feira) Biblioteca Mário de Andrade

•16h00: Desfile - Jal Vieira Brand

29/07 (segunda-feira) Viaduto do Chá

•17h30: Desfiles - Plataforma Açu - Fashion Filme

ALEXEI

DELLUM

Mônica Anjos

29/07 (segunda-feira) Praça Ramos de Azevedo

•19h00: Desfile - Ofegallery

30/07 (terça-feira) Praça Ramos de Azevedo

•16h00: Desfile - Shitsurei

30/07 (terça-feira)  Viaduto do Chá

•17h30: Desfiles - SHERIDA

Xyboia

Dystopic.core Lab

•19h00: Desfiles - JACOBINA - Fashion Filme

Vittor Sinistra

GUILHERME VALENTE

Rober Dognani x Felipe Fanaia

SERVIÇO - CASA DE CRIADORES - 54a. EDIÇÃO

Evento: Abertura: desfile Herchcovitch; Alexandre

Data: Dia 24 de julho de 2024, quarta-feira, às 11h30

Local: Galeria Prestes Maia, Salão Almeida Júnior - Pça do Patriarca, 2, Sé, CEP 01002-010, São Paulo - SP

Pontos de Chegada/Acesso: Desembarque de carros, Banca Sironi. Metrô, entrada pela Estação Anhangabaú.

Evento: Programação: desfiles line-up Casa de Criadores 54

Data: De 26 a 30 de julho de 2024

Local: Vale do Anhangabaú e arredores

Pontos de Chegada/Acesso: Desembarque de carros Banca Sironi. Metrô, acesso pela Estação Anhangabaú.

Plataforma de ingressos: link via Sympla disponível no site da Casa de Criadores(https://casadecriadores.com.br/)

e no Instagram do Novo Anhangabaú (https://www.instagram.com/novoanhangabau/).

Datas da distribuição de ingressos:

22/07 - liberação de ingressos para as sessões do dia 26/07

23/07 - liberação de ingressos para as sessões do dia 27/07

24/07 - liberação de ingressos para as sessões do dia 28/07

25/07 - liberação de ingressos para as sessões do dia 29/07

26/07 - liberação de ingressos para as sessões do dia 30/07

Horário da distribuição de ingressos: 11 hrs.

Evento: Oficina Crie Moda Autoral Trans-Forma - Casa de Criadores 54

Data: De 26 a 30 de julho de 2024, das 10h00 às 18h00

Local: Galeria Prestes Maia (Vale do Anhangabaú)

da redação com informações da Agência Lema

LACOSTE

worldfashion • 18/07/24, 10:33

A história da LACOSTE tem origem nos anos 20 com René Lacoste, a lenda do tênis cujas invenções mudaram todo o esporte e revolucionaram a indústria da moda para sempre. Em 1927, contrariando os códigos de vestimenta da época, René substituiu, nas quadras, a camisa de manga comprida com tecido plano por sua mais recente invenção: uma camisa inovadora. Surgiu um dos maiores ícones da moda, que, após ganhar novo tecido mais leve e ventilado, foi lançado em 1933 com uma campanha publicitária, dando origem à icônica Camisa Polo LACOSTE. Desde então, a marca se mantém fiel à sua história, conciliando elegância, liberdade de movimento e conforto em cada uma de suas coleções.

Neste ano a LACOSTE presta uma especial homenagem à herança olímpica ao revelar sua nova coleção cápsula ‘Olympic Heritage’ dedicada aos Jogos de Paris de 1924.

A marca, cuja história está entrelaçada com a do esporte, presta homenagem aos Jogos Olímpicos passados e demonstra o status emblemático da marca com o lançamento de sua nova coleção Paris 1924.

A linha, composta por oito peças distintas, celebra os lendários jogos que conquistaram o coração de Paris há 100 anos. É a sexta coleção ‘Olympic Heritage’ criada sob o acordo de licenciamento(*) com o Comité Olímpico Internacional.

Com este drop único a Lacoste reinterpreta a herança gráfica do histórico evento de 1924, infundindo-o com códigos de estilo vintage em uma variedade de roupas e acessórios icônicos. Desde a indispensável camisa polo até o boné e a jaqueta impermeável, cada peça incorpora o espírito esportivo e a elegância francesa. Esta coleção cápsula reflete perfeitamente os valores compartilhados da marca do Crocodilo e da herança olímpica, incluindo ousadia, fair play e autenticidade.

Desenhada para todas as gerações, a nova coleção ‘Paris Olympic Heritage’ em homenagem aos jogos de Paris de 1924 já está disponível no e-commerce brasileiro da Lacoste, nas lojas próprias e em algumas multimarcas.

(*) Sobre o programa global de licenciamento do COI - Comité Olimpico Internacional

Como parte das iniciativas da Agenda Olímpica 2020+5, o COI desenvolveu um programa global de licenciamento para fortalecer e promover a marca olímpica, não apenas durante os Jogos Olímpicos, mas também entre os Jogos. Os programas principais de licenciamento do COI incluem The Olympic Collection, que visa engajar um público jovem e ativo através de produtos exclusivos de marca, incluindo vestuário, brinquedos e jogos, bolsas, itens de papelaria e equipamentos esportivos; a Olympic Heritage Collection, que celebra a arte e os designs dos Jogos Olímpicos passados com produtos de alta qualidade e edições limitadas voltadas para colecionadores e entusiastas olímpicos que desejam se conectar com a tradição olímpica e suas memórias dos Jogos Olímpicos passados; e as Olympic and Paralympic Games Collections, que celebram cada edição futura dos Jogos, como Paris 2024, Milano Cortina 2026 e LA28, e incluem uma ampla gama de acessórios, souvenirs, artigos para fãs e vestuário. Através da venda de mercadorias oficiais, colecionáveis e souvenirs, os programas de licenciamento olímpico oferecem aos fãs uma conexão tangível com os Jogos Olímpicos e os valores olímpicos. Todos os programas de merchandising olímpico estão disponíveis para venda na Olympic Shop.

da redação com informações da Agência Lema  - Fotos: divulgação

LYCRA - tecnologia COOLMAX EcoMade

worldfashion • 01/07/24, 10:32

Para comemorar os 40 anos da primeira medalha olímpica, e apresentar o novo uniforme da seleção brasileira de vôlei, Bodywork/ Riachuelo e CBV promoveram evento exclusivo no principal cartão postal do Rio de Janeiro com projeção no Cristo Redentor. O dia 27 de junho celebra o Dia do Vôlei e, por isso, foi escolhido para o grande lançamento, que contou com a presença de atletas renomados e convidados especiais que puderam conferir em primeira mão a revelação do design da nova camisa que foi projetada no Cristo Redentor.

“A geração de prata de 84 foi a principal inspiração para a criação do modelo da camiseta desenvolvida especialmente para os jogos de Paris. Buscamos no passado os símbolos que representaram anos áureos da nossa seleção e que desencadearam em muitas conquistas do vôlei brasileiro, sem esquecer de homenagear o país sede, que esse ano comemora 100 anos dos últimos jogos olímpicos que aconteceram na França.”, diz Camila de Paula Souza, gerente de Estilo da BodyWork I Riachuelo.


“Estamos a 30 dias dos Jogos Olímpicos de Paris. A reta final de uma caminhada que, para a CBV, começou assim que a chama olímpica se apagou em Tóquio. O voleibol brasileiro mais uma vez estará entre os grandes do planeta. Classificamos as duas seleções de quadra. E quatro duplas de vôlei de praia, número máximo que um país pode levar ao evento” disse Radamés Lattari, presidente da CBV. “E iremos muito bem-vestidos! A Bodywork I Riachuelo desenvolveu um uniforme que vai amplificar a força do talento dos nossos atletas. Um uniforme com protagonismo da sustentabilidade, uma das mais importantes pautas do vôlei brasileiro atual. Mas acima de tudo, um uniforme que valoriza a nossa história olímpica. História que começou há 60 anos, com a primeira participação do vôlei nos Jogos de Tóquio. Se consolidou há 40 anos, com a conquista da primeira medalha olímpica do vôlei brasileiro, pela fantástica Geração de Prata. E continua até hoje, com feitos como o bicampeonato olímpico da seleção feminina, que foi mais uma vez lembrado e celebrado” completou.

Os uniformes de quadra e de praia trazem referências ao Brasil e à moda francesa. A frente da peça conta com estampas de losangos, remetendo à bandeira do Brasil e ao Art Déco, movimento parisiense de 1924. Para formar os desenhos geométricos o grafismo, conta com 20 linhas que se cruzam 24 vezes, fazendo referência ao ano de 2024.  Nas peças do vôlei de quadra, o número de identificação de cada jogador e a gola em modelo polo foram inspirados nos uniformes das décadas de 80 e 90. Na parte interna da gola, a frase “Contém 40 anos de conquistas olímpicas” celebra o feito da Geração de Prata em 1984.

Para potencializar a performance dos atletas, pela primeira vez na história as camisas de quadra foram confeccionadas com o tecido Paris Eco, desenvolvido com a tecnologia COOLMAX EcoMade da The LYCRA® Company, produzido 100% a partir de resíduos têxteis e que oferecem melhor resfriamento contra o calor e maior respirabilidade para o corpo.

“As tecnologias da The LYCRA® Company sempre estiveram presentes em grandes eventos esportivos, desde os jogos de inverno de 1968, que também aconteceram na França. Nosso foco além de proporcionar conforto e mais liberdade de movimentos, é colaborar na performance e desempenho dos atletas. O fio COOLMAX EcoMade é um marco para a empresa e é nosso mais novo desenvolvimento nesse sentido”, reforça Maria Luiza Amaro, Gerente de Marketing da The LYCRA® Company

da redação com informações da hey B! assessoria de comunicação

MARCA - ANARQUIA DE VESTIR

worldfashion • 26/06/24, 10:52

A marca santista Anarquia de Vestir, das sócias Adriana Seixas e Suzaña Azär, chega ao mercado com o propósito de uma moda ética, com ênfase e foco na sustentabilidade com reaproveitamento de tecidos e roupas, criando assim peças únicas, respeitando todos os corpos e acreditando na beleza real de cada um, incentivando a autoestima e a criatividade. Para a Anarquia de Vestir não existem regras de moda a serem seguidas. A única regra é exatamente não seguir regras e sim sua autenticidade o lema é

Seja quem você é e celebre ser você.

Para o lançamento da primeira coleção da marca Anarquia de Vestir, elas se inscreveram e foram aprovadas no edital do FWPS Novos Talentos.

Na passarela do FWPS - Fashion Weekend Plus Size Novos Talentos apresentarão a coleção Burlesque: peças únicas, criadas com tecidos que as sócias tinham em seus acervos, reaproveitamento de tecidos de roupas que não usam mais e as bijuterias artesanais feitas por Adriana Seixas que é artesã e trabalha com bijuterias há mais de 20 anos e o stylist do desfile praticamente será complementado por acessórios dos acervos das sócias, com bolsas de ancestrais, chapéus, e muito mais.

O desfile que acontecerá no sábado, 13 de julho, às 18 horas abrindo o segundo bloco de desfiles do dia, na Fábrica de Cultura do Jardim São Luís, o destaque será a presença de duas mulheres da Baixada Santista, que foram especialmente convidadas pela Anarquia de Vestir: Isa Shipward, 25 anos, é professora de dança e nunca atuou como modelo; e Elaine Ribeiro, empreendedora, modelo e Miss Plus Size, com mais de 22 títulos como Musa Plus Size do Santos Futebol Clube - categoria master; e Miss São Vicente Plus Size, entre outros.

Isa Shipward fará uma performance especial além de abrir o desfile, sendo seu primeiro trabalho como modelo plus size. A bailarina participará de todo o desfile mostrando um pouquinho de Chair Dance ou Dança da Cadeira, que tem sinergia com o tema da coleção Anarquia de Vestir que é o Burlesque.

Para valorizar ainda mais a moda autoral da região da Baixada Santista a Anarquia de Vestir priorizou contratar profissionais da região para trabalhar no projeto, desde o DJ Ice que mixou a trilha sonora do desfile e mora na Praia Grande, até a modelagem a cargo de Danieli Carvalho, que apoiou a marca e criou peças pensadas para minimizar resíduos têxteis e aproveitar o máximo dos materiais de forma criativa  e a costura de Cris Carvalho, mãe de Danieli.

Memória Afetiva

A cofundadora da Anarquia de Vestir, Suzaña Azär tem histórico familiar com tecidos e roupas, e reuniu diversos tecidos antigos que estavam na casa de seus pais já falecidos para serem a matéria-prima da primeira coleção da Anarquia de Vestir. A sócia e designer Adriana Seixas também juntou tecidos de seu acervo e juntas criaram a maioria das peças da coleção com esses tecidos cheios de histórias. Algumas peças da coleção como o Tule, foram comprados no comércio de São Vicente para valorizar o varejo local.

São peças únicas, que misturam tecidos, e convidam a cada um a montar seu look sem seguir as ditas regras de moda como: não usar a cor branca se você é plus size; não misturar estampas e padronagens, entre outras.

Sobre a Anarquia de Vestir: Adriana Seixas e Suzaña Azär se conheceram em 1990, na Faculdade de Comunicação Social, da Universidade Católica de Santos. Suzaña cursava Jornalismo e Adriana estudava Publicidade e Propaganda. A identificação foi imediata, inclusive porque as duas já eram apaixonadas por moda e tinham estilos únicos de se vestir. Em 2002 as amigas chegaram a montar a Chiquita Banana (um dos apelidos da Adriana é Bananinha) com a proposta de upcycling e de consultoria de moda, mas Suzaña acabou voltando para São Paulo e seu trabalho como assessora de imprensa e Adriana seguiu outros rumos, mas sempre fazendo uma bijuteria aqui outra ali, atendendo pedidos de amigas e clientes. Agora, 8 anos após a volta da Suzaña como moradora de Santos, muitas conversas, planos e ideias, em 2024 as amigas que se chamam de gêmeas decidiram que era o momento de colocar o sonho de uma marca disruptiva como elas. Assim nasceu Anarquia de Vestir que no próprio nome já mostra que a proposta é a da liberdade de corpos e a moda como expressão de cada pessoa.

Sobre o evento: O Fashion Weekend Plus Size foi criado em 2010 por Renata Poskus, uma das pioneiras da moda plus size no país.  Nesta 20ª edição do Fashion Weekend Plus Size há uma repaginação com foco em Novos Talentos. O evento será realizada no sábado e domingo, 13 e 14 de julho, na Fábrica de Cultura do Jardim São Luís, na capital paulista.  Modelos e marcas de todo o estado de São Paulo puderam participar dos editais do evento que selecionou as marcas, designers e modelos. Além dos desfiles o Fashion Weekend Plus Size Novos Talentos conta com programação ao longo do dia como oficinas diversas e rodas de conversa.  A entrada é gratuita, mas é necessário fazer inscrição no Sympla, tanto para as atividades como para os desfiles. Mais informações podem ser acessadas no site www.fwps.com.br

da redação com informação da Suzana Comunica

LEE

worldfashion • 20/06/24, 13:57

A marca Lee patenteado nos Estados Unidos em 1873, o jeans foi inicialmente vestido por mineiros, cowboys e trabalhadores de fábricas, para em seguida virar uniforme oficial da Primeira Guerra Mundial. Passada essa fase, logo viria a “Era de Ouro,” quando astros e estrelas hollywoodianos desfilavam orgulhosamente seus jeans com o aval de publicações importantes, como a Vogue.

Já nos anos 50, foi associado à juventude rebelde, tendo como embaixadores Marlon Brando e James Dean e, nos anos 60, as divas Marilyn Monroe e Brigitte Bardot valorizavam suas silhuetas com o jeans. Mas o que todos eles tinham em comum? Todos vestiam Lee, marca criada em 1889, reconhecida pelo slogan “o jeans que construiu a América”.

“O jeans nunca sai da moda e possui uma história muito rica. É um tecido versátil, confortável e resistente. A marca Lee foi símbolo dos jovens nos anos 70 no movimento hippies e da contracultura e objeto de status nos anos 80 e 90, seguindo assim até os dias de hoje. A Lee, muito mais que criadora do primeiro macacão, da primeira jaqueta, ou da primeira calça com zíper, está mais moderna e ativa do que nunca em design, ousadia fashion, funcionalidade, qualidade, conforto e estilo”, assinala Renato Abras, CEO e fundador do Grupo Garra, que, além de licenciar a Lee no Brasil desde 2019, é dono de marcas de peso como a Young Style Jeans.

Além de experiência e do conhecimento técnico, a empresa tem o DNA mineiro do jeans, o que envolve o know-how do conforto superior, da matéria-prima à lavagem, do corte ao acabamento, do tratamento correto do meio ambiente à humanização com a equipe. Com um Centro de Distribuição (CD) localizado na capital mineira, a companhia emprega 120 funcionários diretos, 600 indiretos e conta com uma equipe de representantes de vendas por todo o país. Outro ponto forte da é a parceria com cerca de 30 fornecedores fixos que prestam serviços desde a fundação da fábrica.

Desde que passou a fabricar o jeans Lee há cinco anos, a empresa tem registrado um crescimento acelerado nas vendas, na ordem de 30% ao ano. Isso tudo praticamente só utilizando a marca Lee, que segue muito forte e conhecida pelo público. No total, a companhia produz mais de 50 mil peças/mês da grife Lee e 2 milhões e 500 mil peças de jeans por ano.

O Grupo acredita que há muito espaço para crescer. Segundo pesquisa realizada pelo Ibope Inteligência sobre o jeanswear no Brasil, 46% dos brasileiros vestem jeans; que o uso diário é maior entre os jovens; e que suas vantagens estão o conforto para o lazer (51%) ou para trabalhar (49%). O segundo benefício mais importante é a sua praticidade (21%) e o caimento no corpo (19%). Na média, segundo o Ibope, os consumidores compram sete peças de jeans por ano, com destaque para a calça (85%).

Assim, a meta da empresa é expandir suas operações, seja adquirindo ou licenciando empresas do segmento jeans ou de marcas regionais. Para o futuro, a empresa tem planos de abrir lojas físicas da marca Lee. Atualmente, tanto Lee quanto Young Style chegam aos consumidores por meio do e-commerce e por representantes que possuem lojas multimarcas espalhadas Brasil afora.

da redação com informações da A4&Holofote Comunicação

30ª edição INSPIRAMAIS serão no RS e em SP

worldfashion • 04/06/24, 16:54

Conhecido por ser o evento “onde a moda começa”, o INSPIRAMAIS lança materiais para as indústrias de calçados, couros, móveis e bijuterias, sempre a partir de uma minuciosa pesquisa realizada pelo seu Núcleo de Design e Pesquisa. Para a próxima edição, o tema da pesquisa é Periféricos, que destaca criações do chamado Sul Global.

O coordenador do Núcleo de Design e Pesquisa da Assintecal, Walter Rodrigues, destaca que a pesquisa, que será apresentada no espaço Conexão INSPIRAMAIS, durante ambas as realizações, aponta que, no topo (10%), está o conceito de descolonialismo. “O conceito tem ganhado cada vez mais força, subvertendo a lógica do padrão colonial não somente no campo econômico, mas também cultural e político“, explica. Dentro dos 10% da pesquisa Periféricos, Rodrigues destaca os subtemas: Malemolência, com tecidos fluídos, formas arredondadas, bordados, solados exagerados e estilizados que dão ideia de movimento; Ginga, com fibras naturais, franjas, tramas e formas 3D; Cacofonia, que faz referência à multiplicidade de expressões e mistura, harmoniosamente, histórias diversas, o que remete à “gambiarra” e abusa de grafismos e estampas.

Já nos 30% da metodologia, Rodrigues detalha o tema Intergeracional, que destaca o fato de o mundo ter, pela primeira vez, cinco gerações convivendo simultaneamente, o que tem impacto na moda e suas criações. Neste contexto, o criativo lista criações que unem excentricidade, nostalgia e busca por identidade, o que resulta em materiais com muito volume, muitas texturas, elementos 3D e metalizados, além da contraposição de designs mais tecnológicos e minimalistas.

Por fim, a pesquisa apresentada traz os 60% do Homo Faber, que destaca a manualidade, a originalidade e a sustentabilidade, com muitas referências de alfaiataria, metais e estampas geométricas e trabalhos manuais.

Sobre o evento

A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, conta que a indústria da moda, em especial a do Rio Grande do Sul, tem demonstrado grande resiliência, com uma recuperação rápida e que conta com o auxílio dos próprios colaboradores. “A indústria da moda gaúcha, que foi atingida, também entende que a roda precisa girar para preservar os negócios e os empregos. Por isso, mesmo diante das dificuldades logísticas, anunciamos que a 30ª edição do INSPIRAMAIS está confirmada para acontecer no Centro de Eventos da Faccat, em Taquara/RS, e na Casa Petra, em São Paulo/SP. A moda resiste!”, ressalta.

Como explica o presidente-executivo do CICB, José Fernando Bello, o INSPIRAMAIS é um elo vital de uma extensa cadeia de produção, e, por isso, sua realização inovadora em dois grandes centros é tão importante. “As novas datas e realização em dois locais são uma solução que atende à demanda do mercado junto ao INSPIRAMAIS. O evento é uma fonte de pesquisa e negócios imprescindível, que dá origem a milhares de coleções e entregas de produtos em couro e outros materiais a cada semestre, e não será diferente agora, contando com a união de todos os envolvidos”, destaca o presidente-executivo.

‏Para o diretor-superintendente da Abit, Fernando Valente Pimentel, as edições RS e SP do INSPIRAMAIS são oportunidades para conhecer as tendências e fazer negócios com o mercado nacional e internacional. “É muito importante dar continuidade a esse evento que sempre foi exitoso e fundamental para a moda e para os negócios da cadeia do couro, agora mais do que nunca. Por isso, é crucial a participação das empresas expositoras e dos compradores para fortalecer esse importante segmento”, salienta.

EVENTOS

Na edição gaúcha, o INSPIRAMAIS contará com o espaço Conexão INSPIRAMAIS, o Preview do Couro, palestras sobre tendências de moda e mercado, e exposição de produtos.

Já na edição de São Paulo, além dos espaços Conexão INSPIRAMAIS e Preview do Couro, além da exposição de lançamentos, o salão trará compradores e jornalistas internacionais para rodadas de negócios. “Compradores e jornalistas internacionais já estavam confirmados e foram redirecionados para o evento de São Paulo, pelas condições logísticas. A pauta de exportação é essencial para o nosso setor e foi por isso que realizamos todos os esforços possíveis para manter os projetos”, explica Silvana.

O credenciamento para visitação ao INSPIRAMAIS  https://bit.ly/45etW1x

30ª edição do INSPIRAMAIS

RS

Centro de Eventos Faccat - Av. Oscar Martins Rangel, 4500 - ERS 115, em Taquara/RS

23 de julho: 13h às 19h

24 de julho: 13h às 18h

SP

Casa Petra - Av. Aratãs, 1010 - Bairro Moema, em São Paulo/SP

30 de julho: 9h às 18h

31 de julho: 9h às 17h

da redação com informações da DCR - Assessoria de Imprensa

PROJETO REGEN BY VICUNHA

worldfashion • 07/05/24, 15:30

A iniciativa é um marco significativo na história da Vicunha, que segue investindo na implementação de ações de inovação e sustentabilidade ambiental e social em seus processos, com práticas que impactam positivamente toda a sua cadeia de valor. Atualmente, as três unidades produtivas da Vicunha localizadas na região Nordeste do Brasil são certificadas regenagri®, possibilitando a rastreabilidade de ponta a ponta do algodão regenerativo, de seu cultivo ao consumidor final, além de assegurar o bem-estar tanto do solo, quanto das pessoas que cuidam dele.

“Com sua qualidade, durabilidade e abordagem holística para a sustentabilidade, os tecidos produzidos com algodão regenerativo alinham-se com as atuais demandas do setor e tendências de consumo. Tais produtos proporcionam oportunidades de diferenciação e proposta de valor  para as marcas e designers que buscam se destacar em um mercado que exige cada vez mais transparência, consistência , ações reais e efetivas por parte dos players de moda”, comenta German Alejandro, diretor comercial e de marketing da Vicunha.

REGEN Collection

A partir desta temporada, a Vicunha oferece ao mercado uma variedade de possibilidades com algodão regenerativo em seu portfólio de Denim & Denim Colour, em diferentes construções e acabamentos, e combinadas com outras fibras sustentáveis. Uma das novidades é a colaboração da fabricante com a Lenzing, para a TENCEL x Regenerative Cotton Denim Collection, apresentando ao mercado artigos de alta qualidade e durabilidade, que combinam a fluidez, o toque macio e sofisticação do Tencel aos atributos sustentáveis do algodão regenerativo. O resultado desta parceria é um denim premium com visual autêntico e máximo conforto.

“Nesta coleção colaborativa com a Vicunha, queremos passar uma mensagem abrangente à indústria a partir de uma linha de produtos que tem uma história forte em termos de sustentabilidade, tendência e satisfação do consumidor, indispensáveis para o sucesso. Esperamos trabalhar em muitos outros projetos no futuro, pois só poderemos criar um impacto se trabalharmos juntos na cadeia de abastecimento”, afirma Tuncay Kılıçkan, Head de Desenvolvimento Global de Negócios para Denim na Lenzing.


Coleção FW 25/26

A Vicunha apresentou na Kingpins sua coleção FW 25/26, com artigos em Denim &  Denim Colour que vão ao encontro das principais demandas do mercado global e das mais atualizadas tendências de moda. Do uso de fibras sustentáveis, aplicação de técnicas especiais de tingimento, até o desenvolvimento de tecidos versáteis com looks atemporais ou que valorizam o visual vintage e autêntico do jeans, sem abrir mão do conforto, as novidades reforçam o compromisso da Vicunha em desenvolver soluções jeanswear com altos padrões de qualidade e sustentabilidade. Ao todo, são 6 conceitos apresentados inicialmente na Europa e que poderão chegar ao Brasil no segundo semestre de 2024, entre eles o Regen, Timeless, New Vintage, Fit & Flex, Wide & Flash e Premium Crafts.

Sobre a Vicunha

Reconhecida mundialmente pelos elevados padrões de qualidade e sustentabilidade, a Vicunha é uma multinacional brasileira presente na América Latina, Europa e Ásia. Com 55 anos de mercado, é referência global em soluções jeanswear, atuando no segmento de tecidos denim e brim. Além de produtos inovadores, a empresa leva ao mercado inteligência para a customização de serviços em tendências de moda, sustentabilidade, design e lavagens. É isso que faz da Vicunha uma empresa one stop shop, modelo de negócio que possibilita atender as necessidades dos clientes em um só lugar, ajudando a aumentar sua competitividade com soluções integradas. Celebrando a multiplicidade de um mundo em constante evolução, a Vicunha tem como propósito estimular a cultura do jeanswear, para que cada pessoa no mundo encontre seu jeansidentity.

da redação com informações da In Press Porter Novelli

FRANKIE AMAURY

worldfashion • 30/04/24, 15:08

Alexandre Schnabl, filho de austríaco e carioca de carteirinha, o jornalista, diretor de arte e stylist  encabeça o projeto do livro sobre Frankie Amaury e a importância da marca dos anos 80 aos anos 2000, pela Luste Editores. Um filme também está sendo negociado para um streaming, com direção de Zé Henrique Fonseca, de “Bom dia, Verônica”, produzido pela Zola Filmes. Este é apenas o início de um verdadeiro resgate documental da marca Frankie Amaury.

O “match” entre a moda e o high society carioca, da virada dos anos oitenta a meados dos anos 2000, a grife de leatherwear Frankie Amaury – criada pela dupla de estilistas dublês de enfants terribles Frankie Mackey, argentino de Rosário, e Amaury Veras, nascido na Tijuca, Zona Norte do Rio – está de volta pelas mãos da sobrinha do segundo, Renata Veras, herdeira da marca.

Para o relançamento da grife, que acontece hoje terça-feira, dia 30, na Pinga Store, em Ipanema, Renata Veras, herdeira da marca convocou Alexandre Schnabl, seu professor na Faculdade de Moda da UCAM, que trabalhou como visual merchandiser na Frankie Amaury de 1998 a 2002, para participação direta como diretor criativo e stylist dessa nova fase.

Marcando esse retorno no ano em que se comemoram os 45 anos do início da Frankie Amaury, Renata, que hoje mora no Sul da Espanha e desfilava como nova designer no line-up do Fashion Rio, revive um dos itens mais icônicos da brand: a mochila de couro com ilhoses metálicos, objeto de desejo durante os 25 anos de percurso da dupla como ponta de lança da moda made in Rio.

“Existe um imenso valor afetivo por quem viveu aquela época, era cliente e conviveu com os dois naqueles tempos disruptivos, tão politicamente incorretos que hoje não seriam possíveis, mas absolutamente divertidos. As mochilas da marca eram algumas das peças mais icônicas, tanto que continuaram fazendo o maior sucesso mesmo com a abertura do Brasil para a moda internacional e a enxurrada de marcas gringas por aqui a partir do final do século. Quem ainda tem a sua FA não abre mão; é item-fetiche, coisa de colecionador”, conta Renata, que precisou garimpar os arquivos originais da Frankie Amaury para poder desenvolver novamente um dos modelos então à venda, assim como uma bolsa saco. “Praticamente não havia mais nada, muito se perdeu. Quando a marca acabou, em 2004, nada estava digitalizado, mas sobraram fotografias e croquis. Foi preciso matriciar de novo todas as ferragens personalizadas, fechos e maxi ilhoses”, completa Renata.

São 11 variantes de cor, incluindo  um animal print – clássico-perua da Frankie Amaury – tanto da mochila quanto da bolsa saco, que poderão ser encontradas a partir de 30 de abril no site e Instagram da marca e na Pinga de Ipanema, e, a partir de junho, na filial paulistana da multimarcas comandada por Catharina Tamborindeguy Johannpeter, filha de Narcisa, justamente a amiga unha e carne dos meninos.

“Esse é um projeto de afeto, não apenas pelo que a grife representa para a História da Moda Carioca e Brasileira, mas pelo o que vivi ao lado de Amaury nestes últimos momentos da sua trajetória, pouco antes de tudo o que aconteceu, quando ele morreu e depois Frankie abandonou o Brasil. Para marcar esse relançamento, a gente convocou três modelos-síntese da dupla, com quem eles gostavam de brincar de boneca nos desfiles e campanhas. Fátima Muniz Freire, Alexia Dechamps e Silvia Pfeiffer não só fazem parte dessa narrativa como participaram ativamente, no convívio com os dois, da consagração de uma moda em couro urbana e deluxe no país, em uma era de excessos, quando as supermodelos começavam a despontar como musas no cenário global e as três passaram a ocupar a pole position no mercado nacional. As duas primeiras estão no shooting e Silvia estrela o fashion film”. conta Alexandre.

Sobre o encantamento que os rapazes proporcionavam, Silvia é categórica: “A leitura inovadora, irreverente e audaz do couro, e ao mesmo tempo super chique, fez com que, seja quem usasse ou quem estivesse mostrando Frankie Amaury, todos curtissem aquela moda. Lembro as provas de roupas no ateliê, impagáveis, e de uma das mais charmosas fotos que fiz para uma campanha, em preto & branco. Eles eram muito animados, queridos, era ótimo ter a Naná Paranaguá nessa equipe que revolucionou a moda de couro, tirando o peso e a caretice desse material, tornando-o acessível a todas as idades. Era moderno e antietário”.

Alexia não lembra se conheceu os estilistas no trabalho ou na vida social. “O Rio da Zona Sul era um cidade muito pequena. Eu era argentina como o Frankie, isso nos aproximou. Vira e mexe a gente estava com o embaixador ou o cônsul de lá nos jantares, chegamos a encontrar o presidente [Carlos] Menem num rega-bofe no Copacabana Palace promovido pela marca. Além das profissões, nosso país de origem e o círculo social nos uniram. Eu era muito jovem, apaixonada por eles e nos divertíamos imensamente em um Rio nada careta, bafônico”. comenta Alexia.

Sobre o estilo da marca, a atriz e modelo afirma o aspecto autoral da criação: “Pouca gente na cidade era capaz de criar coleções com identidade tão peculiar. O Rio era território das popozudas. Aí a gente viu surgir essa grife maravilhosa, que fazia saias douradas em couro, botava para jogo peças geniais, jaquetas incríveis, mandava ver na oncinha marcando presença com uma pegada muito glamourosa e uma qualidade maravilhosa. Tenho conhecidas cujas mochilas originais, dessas que estamos relançando, estão inteiras há mais de trinta anos. Eu mesma guardo um casaco, que amarrava a cintura e ia até a metade da coxa, do qual me recuso a desfazer”. Silvia Pfeiffer completa: “Eles deixaram um legado importantíssimo. Trouxeram a roupa de couro com caimento bonito e toque sensacional. Foram pioneiros. Isso não pode cair no esquecimento”.

Fátima Muniz Freire faz coro com Silvia: “Devemos a eles a validação de que a roupa de couro não tem dia, hora ou estação. Eles ampliaram a potência do look em couro. Amaury tinha um olhar adiante do seu tempo e as novas gerações precisam muito conhecê-los. Já tive um armário inteiro só de Frankie Amaury”.

Alexandre Schnabl fala do porquê do livro, que vai ser editado pela Luste Editores: “Por 25 anos, Frankie Amaury simbolizou um Rio de Janeiro luxuoso, descolado e imitado, mas em constante mutação. Através do encontro entre esses dois rapazes, em Copacabana e depois Saint-Tropez, que viraram tsunami da moda no convívio com o soçaite, é possível traçar um delicioso painel carioca de mais de duas décadas, uma salada panorâmica que começa na virada da Era Disco para o New Wave, passa pelo Rock Brasil, avança pela Nova República das emergentes e segue pela alvorada do Novo Milênio. O storytelling da marca é um poderoso caleidoscópio social e cultural do Rio”.

Renata Veras arremata: “Eles foram protagonistas, aqui no Brasil, do processo que transformou a moda em espetáculo, retirando o trabalho dos estilistas do gueto dos endinheirados para dar-lhes visibilidade equivalente à dos pop stars. A partir dos eighties, essa moda passaria a ocupar o imaginário das massas, com direito a muito glam, borbulhas, sexo e pó. Afinadíssima com o planeta ao redor, Frankie Amaury resumiu esse fenômeno no Rio de Janeiro, mas com aquele típico sabor carioca”.

Nova coleção:

Foto: Lucio Luna

Direção criativa e styling: Alexandre Schnabl

Modelos: Alexia Dechmps, Fatima Muniz Freire e Renata Figueiredo

Beleza: Igor Leite

Assistente de produção: Andrey Costa

da redação com informações da Scena Lúdica

BIJOIAS

worldfashion • 25/04/24, 16:26

A única feira no mundo, com mais de 100 edições realizadas, marco histórico alcançado em 2023, a BIJOIAS, evento profissional voltado para lojistas, revendedores, atacadistas e distribuidores, levou nos dias 24 e 25 de Abril, ao Centro de Convenções Frei Caneca em São Paulo, os acessórios e semi joias que irão compor os looks de diferentes estilos para o próximo Inverno.

A frente da BIJOIAS desde o início, há 33 anos, Vera Masi, diretora da B8 Eventos, empresa promotora e organizadora do evento, comenta o tema da 102ª edição e explica um pouco das coleções que foi apresentadas. “O tema DUO vem de dualidade, no sentido de que as pessoas estão sempre tentando buscar um caminho ou outro em todos os sentidos da vida, inclusive na moda. Esta é uma edição focada nos lançamentos para o Dia das Mães e Dia dos Namorados, que representam um segundo Natal para o setor, pois é o momento que o varejo busca por peças para presentear suas mães e namorados que perpetuem esse momento. A feira trouxe os lançamentos para o Inverno 2024, mas com foco nas duas datas comemorativas, que pedem semijoias e acessórios mais românticos, com corações, medalhas e símbolos religiosos”, finaliza.

Essa junção de elementos busca propor uma reflexão sobre vivências e realidades ancestrais ao mesmo tempo em que dialoga com temas obrigatórios do presente com o olhar do futuro. Cada tendência abaixo foi pensada por acolher e confortar diferentes sensações e o empoderamento.

●  Sentimental: Estilos atemporais e a moda circular são a esperança para o futuro da moda. Reaproveitar e reutilizar peças com design divertido e inovador é pensar na circularidade, condição-chave para tornar a moda mais sustentável e para que resista ao passar do tempo, como forma de bem-estar e sensação de encontrar satisfação e cura por meio do sentimentalismo e da arte do artesanato, numa perspectiva nostálgica ao mesmo tempo moderna para dar nova vida ao design tradicional.

●  Virtualidade: A tecnologia digital continua a empurrar os limites da realidade, e a internet permeia nossas vidas, trazendo uma gama de cores brilhantes, vivas e cristalinas. Elas nos remetem a mundos inexplorados, à liberdade de viajarmos por lugares desconhecidos que nem sonhamos e chegam com novas ferramentas digitais a fim de explorar as belezas naturais por meio da tecnologia, que resultam numa sensibilidade estética baseada em tons digitais vibrantes e texturas inspiradas em design 3D.

●  Contrassenso: Criar é transformar conceitos, ideias e a contemporaneidade em temas de coleção. A crise climática derrete as geleiras e a poluição tinge o planeta de cinza. As coleções trazem estas referências para nos alertar e fazer com que heroicamente lutemos pela preservação, mas uma estética com clima de guerra, onde a agitação política, a polarização cultural e a mudança climática geram incertezas que exortam as belezas do imperfeito.

●  Hiperfeminino: A estética hiperfeminina é o centro desta tendência que celebra a beleza e a diversidade da feminilidade em todas as suas formas. O feminismo evoluiu ao longo dos anos, e a verdadeira libertação ocorreu quando abraçamos a feminilidade, e não a apagamos. E tem o bem-estar como foco, com uma seleção de materiais e superfícies agradáveis e suaves.

A feira também proporcionou aos visitantes conhecimento sobre as novidades e o futuro do segmento para o com quatro palestras sobre diferentes temas da atualidade idealizados por especialistas do setor, nos dois dias de evento.

● Tendências do Inverno e a importância das vitrines. Por Cristina Sant’Anna - expert em moda, design e estilo de vida @studiocristinasantanna_bis.

Entre os assuntos abordados a confirmação das tendências do Inverno 2024 e a importância das vitrines como primeiro canal de contato entre o cliente e a marca para impulsionar as vendas.

● Gestão da experiência: como entender os novos cenários de consumo para otimizar o seu negócio. Por Francine Pacheco - consultora estratégica e docente @francine_pacheco.

Assuntos como o avanço da transformação do comportamento de consumo e a inovação do varejo aliado a experiência do cliente que se torna imprescindível para otimizar seu negócio, foram abordados pela especialista.

● Comunicação intencional. Por Carol Claudino - especialista em relacionamento com o cliente e networking @carolclaudinorp.

Abrindo a programação do dia, Carol trouxe um dado importante, o de que 87% do que está sendo comunicado não está sendo falado, e explicou sobre suas pesquisas e a importância de se comunicar bem para vender mais e ter melhores oportunidades.

● Como usar a inteligência artificial para melhorar o seu atendimento. Por Matheus Dias - especialista em vendas para e-commerce @md_profissional.

Nesta palestra Matheus explicou como utilizar a IA para atingir a excelência nos relacionamentos com os clientes e com isso solucionar este problema das empresas.

Para tornar a experiência do visitante da feira ainda mais agradável, algumas ações, foram programadas, como a MAC Cosmetics, por exemplo, tradicional fabricante canadense de cosméticos, participou pela quarta vez da feira, e preparou um super espaço no lounge central da feira, onde disponibilizou profissionais para dicas personalizadas de maquiagem ao mesmo tempo que fizeram makes para o público presente, com prévio agendamento. E todos os convidados BIJOIAS tiveram 15% de desconto na compra dos produtos MAC Cosmetics e o valor da make será revertido em itens da marca: ou seja, a pessoa se maquia e ainda leva os produtos para casa.

SOBRE A BIJOIAS

Desde a primeira edição, em 1990, a BIJOIAS é reconhecida pelo mercado como a maior e mais representativa feira de negócios do segmento de bijuterias, acessórios, joias de prata e de aço, semijoias e adereços da América Latina. A feira profissional tem quatro edições por ano, todas realizadas em datas estratégicas para o comércio, e é destinada exclusivamente a lojistas, revendedores, atacadistas, distribuidores e profissionais da área, contando com um inovador sistema de pronta-entrega dos produtos.

Em 33 anos de história, a BIJOIAS já recebeu mais de 10 mil expositores, 1 milhão de visitantes e gerou R$ 3,5 bilhões em negócios realizados em suas 100 edições.

da redação com informações da Agência de Comunicação Clau Neves