LYCRA - tecnologia COOLMAX EcoMade

worldfashion • 01/07/24, 10:32

Para comemorar os 40 anos da primeira medalha olímpica, e apresentar o novo uniforme da seleção brasileira de vôlei, Bodywork/ Riachuelo e CBV promoveram evento exclusivo no principal cartão postal do Rio de Janeiro com projeção no Cristo Redentor. O dia 27 de junho celebra o Dia do Vôlei e, por isso, foi escolhido para o grande lançamento, que contou com a presença de atletas renomados e convidados especiais que puderam conferir em primeira mão a revelação do design da nova camisa que foi projetada no Cristo Redentor.

“A geração de prata de 84 foi a principal inspiração para a criação do modelo da camiseta desenvolvida especialmente para os jogos de Paris. Buscamos no passado os símbolos que representaram anos áureos da nossa seleção e que desencadearam em muitas conquistas do vôlei brasileiro, sem esquecer de homenagear o país sede, que esse ano comemora 100 anos dos últimos jogos olímpicos que aconteceram na França.”, diz Camila de Paula Souza, gerente de Estilo da BodyWork I Riachuelo.


“Estamos a 30 dias dos Jogos Olímpicos de Paris. A reta final de uma caminhada que, para a CBV, começou assim que a chama olímpica se apagou em Tóquio. O voleibol brasileiro mais uma vez estará entre os grandes do planeta. Classificamos as duas seleções de quadra. E quatro duplas de vôlei de praia, número máximo que um país pode levar ao evento” disse Radamés Lattari, presidente da CBV. “E iremos muito bem-vestidos! A Bodywork I Riachuelo desenvolveu um uniforme que vai amplificar a força do talento dos nossos atletas. Um uniforme com protagonismo da sustentabilidade, uma das mais importantes pautas do vôlei brasileiro atual. Mas acima de tudo, um uniforme que valoriza a nossa história olímpica. História que começou há 60 anos, com a primeira participação do vôlei nos Jogos de Tóquio. Se consolidou há 40 anos, com a conquista da primeira medalha olímpica do vôlei brasileiro, pela fantástica Geração de Prata. E continua até hoje, com feitos como o bicampeonato olímpico da seleção feminina, que foi mais uma vez lembrado e celebrado” completou.

Os uniformes de quadra e de praia trazem referências ao Brasil e à moda francesa. A frente da peça conta com estampas de losangos, remetendo à bandeira do Brasil e ao Art Déco, movimento parisiense de 1924. Para formar os desenhos geométricos o grafismo, conta com 20 linhas que se cruzam 24 vezes, fazendo referência ao ano de 2024.  Nas peças do vôlei de quadra, o número de identificação de cada jogador e a gola em modelo polo foram inspirados nos uniformes das décadas de 80 e 90. Na parte interna da gola, a frase “Contém 40 anos de conquistas olímpicas” celebra o feito da Geração de Prata em 1984.

Para potencializar a performance dos atletas, pela primeira vez na história as camisas de quadra foram confeccionadas com o tecido Paris Eco, desenvolvido com a tecnologia COOLMAX EcoMade da The LYCRA® Company, produzido 100% a partir de resíduos têxteis e que oferecem melhor resfriamento contra o calor e maior respirabilidade para o corpo.

“As tecnologias da The LYCRA® Company sempre estiveram presentes em grandes eventos esportivos, desde os jogos de inverno de 1968, que também aconteceram na França. Nosso foco além de proporcionar conforto e mais liberdade de movimentos, é colaborar na performance e desempenho dos atletas. O fio COOLMAX EcoMade é um marco para a empresa e é nosso mais novo desenvolvimento nesse sentido”, reforça Maria Luiza Amaro, Gerente de Marketing da The LYCRA® Company

da redação com informações da hey B! assessoria de comunicação

30ª edição INSPIRAMAIS serão no RS e em SP

worldfashion • 04/06/24, 16:54

Conhecido por ser o evento “onde a moda começa”, o INSPIRAMAIS lança materiais para as indústrias de calçados, couros, móveis e bijuterias, sempre a partir de uma minuciosa pesquisa realizada pelo seu Núcleo de Design e Pesquisa. Para a próxima edição, o tema da pesquisa é Periféricos, que destaca criações do chamado Sul Global.

O coordenador do Núcleo de Design e Pesquisa da Assintecal, Walter Rodrigues, destaca que a pesquisa, que será apresentada no espaço Conexão INSPIRAMAIS, durante ambas as realizações, aponta que, no topo (10%), está o conceito de descolonialismo. “O conceito tem ganhado cada vez mais força, subvertendo a lógica do padrão colonial não somente no campo econômico, mas também cultural e político“, explica. Dentro dos 10% da pesquisa Periféricos, Rodrigues destaca os subtemas: Malemolência, com tecidos fluídos, formas arredondadas, bordados, solados exagerados e estilizados que dão ideia de movimento; Ginga, com fibras naturais, franjas, tramas e formas 3D; Cacofonia, que faz referência à multiplicidade de expressões e mistura, harmoniosamente, histórias diversas, o que remete à “gambiarra” e abusa de grafismos e estampas.

Já nos 30% da metodologia, Rodrigues detalha o tema Intergeracional, que destaca o fato de o mundo ter, pela primeira vez, cinco gerações convivendo simultaneamente, o que tem impacto na moda e suas criações. Neste contexto, o criativo lista criações que unem excentricidade, nostalgia e busca por identidade, o que resulta em materiais com muito volume, muitas texturas, elementos 3D e metalizados, além da contraposição de designs mais tecnológicos e minimalistas.

Por fim, a pesquisa apresentada traz os 60% do Homo Faber, que destaca a manualidade, a originalidade e a sustentabilidade, com muitas referências de alfaiataria, metais e estampas geométricas e trabalhos manuais.

Sobre o evento

A superintendente da Assintecal, Silvana Dilly, conta que a indústria da moda, em especial a do Rio Grande do Sul, tem demonstrado grande resiliência, com uma recuperação rápida e que conta com o auxílio dos próprios colaboradores. “A indústria da moda gaúcha, que foi atingida, também entende que a roda precisa girar para preservar os negócios e os empregos. Por isso, mesmo diante das dificuldades logísticas, anunciamos que a 30ª edição do INSPIRAMAIS está confirmada para acontecer no Centro de Eventos da Faccat, em Taquara/RS, e na Casa Petra, em São Paulo/SP. A moda resiste!”, ressalta.

Como explica o presidente-executivo do CICB, José Fernando Bello, o INSPIRAMAIS é um elo vital de uma extensa cadeia de produção, e, por isso, sua realização inovadora em dois grandes centros é tão importante. “As novas datas e realização em dois locais são uma solução que atende à demanda do mercado junto ao INSPIRAMAIS. O evento é uma fonte de pesquisa e negócios imprescindível, que dá origem a milhares de coleções e entregas de produtos em couro e outros materiais a cada semestre, e não será diferente agora, contando com a união de todos os envolvidos”, destaca o presidente-executivo.

‏Para o diretor-superintendente da Abit, Fernando Valente Pimentel, as edições RS e SP do INSPIRAMAIS são oportunidades para conhecer as tendências e fazer negócios com o mercado nacional e internacional. “É muito importante dar continuidade a esse evento que sempre foi exitoso e fundamental para a moda e para os negócios da cadeia do couro, agora mais do que nunca. Por isso, é crucial a participação das empresas expositoras e dos compradores para fortalecer esse importante segmento”, salienta.

EVENTOS

Na edição gaúcha, o INSPIRAMAIS contará com o espaço Conexão INSPIRAMAIS, o Preview do Couro, palestras sobre tendências de moda e mercado, e exposição de produtos.

Já na edição de São Paulo, além dos espaços Conexão INSPIRAMAIS e Preview do Couro, além da exposição de lançamentos, o salão trará compradores e jornalistas internacionais para rodadas de negócios. “Compradores e jornalistas internacionais já estavam confirmados e foram redirecionados para o evento de São Paulo, pelas condições logísticas. A pauta de exportação é essencial para o nosso setor e foi por isso que realizamos todos os esforços possíveis para manter os projetos”, explica Silvana.

O credenciamento para visitação ao INSPIRAMAIS  https://bit.ly/45etW1x

30ª edição do INSPIRAMAIS

RS

Centro de Eventos Faccat - Av. Oscar Martins Rangel, 4500 - ERS 115, em Taquara/RS

23 de julho: 13h às 19h

24 de julho: 13h às 18h

SP

Casa Petra - Av. Aratãs, 1010 - Bairro Moema, em São Paulo/SP

30 de julho: 9h às 18h

31 de julho: 9h às 17h

da redação com informações da DCR - Assessoria de Imprensa

COSTURA À MÃO X TECNOLOGIA

worldfashion • 27/05/24, 11:14

A confecção de roupas antigamente era um processo meticuloso e manual, onde cada peça era única e refletia a habilidade e o tempo dedicado pelo artesão. Com a Revolução Industrial no século XVIII, o setor têxtil passou por uma transformação radical marcada pela invenção de máquinas como o tear mecânico e a máquina de costura. A automatização de grande parte da fabricação de peças abriu caminho para a produção em massa e para o desenvolvimento da indústria como ela é hoje, formada por processos altamente tecnológicos e diversificados. Mas em meio a sistemas cada vez mais avançados e sustentáveis, uma questão se sobressai: com o passar do tempo a profissão de costureira vai continuar existindo?

Na data em que foi celebrado o Dia da Costureira, em 25 de maio, a resposta é sim, segundo a opinião de Gizele Cunha, coordenadora de Gestão do conhecimento da Audaces, multinacional ítalo-brasileira que é referência mundial em soluções para a indústria da moda. Hoje a companhia fornece tecnologia de moda para mais de 60 mil profissionais em mais de 70 países, especialmente com o Audaces360, uma plataforma integrada que cobre todas as etapas da produção de moda, desde a criação até a fabricação.

Para a especialista, o que muda é que com a tecnologia esses profissionais terão maior empoderamento frente aos seus negócios e na tomada de decisões sobre suas confecções, além de focar em atividades que exijam menos esforço manual — dando espaço para explorar a ideação e a criatividade das roupas e desenvolver habilidades de gestão e negociação. Enquanto os hardwares e softwares servirão de aliados para acelerar a modelagem e produção, reduzir o desperdício de tecidos por meio de cortes precisos e ajustes automatizados, entre outras funcionalidades

Segundo dados recentes, o Brasil possui cerca de 1,5 milhão de trabalhadores no setor têxtil e de confecções, que incluem costureiros, técnicos e outros envolvidos na produção de vestuário. Essas pessoas estão espalhadas por aproximadamente 25 mil empresas da área em todo o país, que vão desde pequenos ateliês e microempresas até grandes fábricas com produção em larga escala. Ou seja, o segmento está consolidado no país e há espaço tanto para os profissionais que seguem fazendo roupas “à moda antiga” ou com máquinas de costura mais simples quanto para aqueles que estão operacionalizando tecnologias mais avançadas.

“A Audaces vê a tecnologia como uma ferramenta de empoderamento para os profissionais de confecção, proporcionando-lhes as ferramentas necessárias para se destacarem e inovarem em suas carreiras. Ao contrário de ameaçar os postos de trabalho, a tecnologia tem o potencial de elevar a profissão, criando oportunidades para o crescimento pessoal e profissional. A empresa acredita que o futuro do setor está na combinação das habilidades humanas com as capacidades tecnológicas, resultando em uma indústria de confecção mais eficiente, criativa e sustentável”, afirma Gizele Cunha.

Os impactos da tecnologia no dia a dia do trabalho de um profissional de costura podem ser medidos por exemplos simples, como a confecção de uma camisa de botão ou mesmo um vestido bordado. Nas décadas passadas a produção de uma peça com essas características exigia um trabalho intensivo em tempo e habilidade. Enquanto uma camisa de botão poderia levar dias para ser feita, no caso do vestido, a depender da complexidade do bordado, esse processo poderia levar semanas ou até meses.

Os recursos disponíveis também eram restritos a máquinas de costura mecânicas, fitas métricas e réguas, tesouras, teares manuais e agulhas e dedais. Conforme Gizele Cunha, dentre as dificuldades de produção mais comuns estavam a precisão do corte e costura, uma vez que sem as ferramentas que existem hoje, o corte do tecido e a costura eram feitos manualmente, exigindo muita habilidade para garantir que as peças se encaixassem perfeitamente.

“Outro quesito desafiador era o cálculo de padronização, todo feito à mão, no qual costureiras e alfaiates usavam medidas corporais específicas e desenhavam padrões em papel ou diretamente no tecido, ajustando conforme necessário. Fora isso, os bordados também demandavam um trabalho complexo, que exigia paciência e atenção aos detalhes”, explica.

Segundo a especialista, com a automatização uma camisa de botão pode ser produzida em questão de horas com o auxílio de máquinas de costura automatizadas e processos de linhas de montagem rápidos e eficientes. Já um vestido bordado pode ser desenvolvido por meio de máquinas de bordar computadorizadas em um ou dois dias, conforme a complexidade do design. Os cortes também podem ser feitos a laser e, ainda em fase experimental, as impressoras 3D de tecidos prometem criar peças inteiras de tecido, personalizadas e com desperdício mínimo — gerando economia na produção das peças e maior competitividade no mercado.

A Audaces defende que a tecnologia não substitui o profissional, mas potencializa suas capacidades. Mas para que isso aconteça é importante que esses costureiros e costureiras busquem se capacitar por meio de treinamentos e atualização técnica contínua, para estarem sempre alinhados com as últimas tendências e inovações tecnológicas.

Essa integração também é capaz de promover uma valorização desses trabalhadores, por meio da qualificação e especialização nas soluções disponíveis no mercado e capacidade de interpretar os dados gerados por meio das linhas de produção automáticas. Outro ganho significativo está relacionado à produtividade, já que as ferramentas que automatizam tarefas repetitivas oportunizam aos profissionais produzirem mais e melhor, aumentando sua relevância no mercado.

Apesar dos benefícios, a falta de familiaridade com a tecnologia também é um dos principais obstáculos para o desenvolvimento de profissionais do setor. Isso leva parte desses trabalhadores a terem dificuldade em se adaptar às novas tecnologias. Os entraves podem incluir capacitação insuficiente, o que pode gerar medo ou fazer com que essas pessoas não se sintam confiantes em operar máquinas e software avançados.

“A resistência à adoção de soluções tecnológicas na indústria de confecção é multifacetada, envolvendo questões de familiaridade, custo, cultura organizacional e percepção de ameaça ao emprego. Superar essas barreiras requer uma abordagem integrada que inclua treinamento, demonstração clara de benefícios, suporte contínuo e incentivos financeiros. Com essas medidas, é possível facilitar a transição para um ambiente de trabalho mais moderno e eficiente”, finaliza Gizele Cunha.

Com mais de 1,5 milhão de profissionais têxteis no Brasil, a integração da tecnologia com habilidades humanas ainda é desafio, mas revela um caminho promissor para o setor e seus trabalhadores.

da redação com informações da Agência Dialetto

FASHION MEET BY EPSON

worldfashion • 14/05/24, 15:24

Com convidados exclusivamente da indústria têxtil, a Epson marcou o fortalecimento da empresa no setor têxtil e consolidou como referência no segmento no Brasil, e comemorou também os 30 anos da carreira do estilista Alexandre Herchcovitch, parceiro de longa data da Epson, que apresentou um desfile inédito, com diversas técnicas de impressão têxtil.

A Epson, investe cada vez mais em soluções de impressão digital têxtil para auxiliar as empresas a produzirem mais, de forma econômica, rápida e inovadora, conforme contou Fábio Neves - vice presidente de vendas, marketing de produtos comerciais e industriais e comunicações da America Latina.

Os resultados das novas soluções desenvolvidas pela empresa, para o mercado têxtil nos últimos anos, os convidados do Fashion Meet puderam ver de perto. A coleção que Alexandre Herchcovitch apresentou foi o que há de melhor na impressão digital e o que é possível produzir são peças incríveis quando se investe em equipamentos inovadores.

“Estamos entusiasmados em apresentar diretamente aos líderes da indústria têxtil brasileira nossa tecnologia de impressão digital, que já está revolucionando o setor no Brasil e em outros mercados globais.”, disse Evelin Wanke, Diretora de vendas da Divisão de Impressoras Industriais da Epson no Brasil. “Estamos comprometidos em ajudar as empresas a impulsionar a inovação, reduzir seu impacto ambiental e melhorar sua rentabilidade. Acreditamos que essa tecnologia revolucionária abrirá novas oportunidades e possibilitará um crescimento significativo para o setor no país.”

“O Epson Fashion Meet é mais que um evento, é uma celebração do futuro da indústria têxtil brasileira, onde a inovação e a criatividade se unem para moldar novos horizontes”, fala Alexandre Herchcovitch.

Sobre a Epson

A Epson é líder global em tecnologia dedicada a cocriar sustentabilidade e enriquecer comunidades ao alavancar suas tecnologias eficientes, compactas e de precisão, além das tecnologias digitais para conectar pessoas, coisas e informações. A empresa está focada na solução de problemas da sociedade por meio de inovações em impressão doméstica e de escritório, impressão comercial e industrial, e para manufatura, mercado visual e estilo de vida. A Epson se tornará carbono negativa e eliminará o uso de recursos subterrâneos esgotáveis, como petróleo e metal, até 2050. Liderado pela Seiko Epson Corporation, com sede no Japão, o Grupo Epson gera mundialmente vendas anuais de cerca de JPY 1 trilhão. Global.epson.com/

Saiba mais sobre impressão digital têxtil no link: https://epson.com.br/impressao-digital-textil



Sobre Alexandre Herchcovitch

Celebrando três décadas de inovação e influência na moda, Alexandre Herchcovitch é um ícone do design contemporâneo. Desafiando convenções desde o início, ele redefiniu os limites da expressão artística no vestuário, destacando-se como um dos designers mais inovadores de sua geração. Com colaborações em diversos setores criativos, sua visão única e compromisso com a excelência o consolidam como uma figura proeminente na moda contemporânea.

da redação com informações da CDI Comunicação

PROJETO REGEN BY VICUNHA

worldfashion • 07/05/24, 15:30

A iniciativa é um marco significativo na história da Vicunha, que segue investindo na implementação de ações de inovação e sustentabilidade ambiental e social em seus processos, com práticas que impactam positivamente toda a sua cadeia de valor. Atualmente, as três unidades produtivas da Vicunha localizadas na região Nordeste do Brasil são certificadas regenagri®, possibilitando a rastreabilidade de ponta a ponta do algodão regenerativo, de seu cultivo ao consumidor final, além de assegurar o bem-estar tanto do solo, quanto das pessoas que cuidam dele.

“Com sua qualidade, durabilidade e abordagem holística para a sustentabilidade, os tecidos produzidos com algodão regenerativo alinham-se com as atuais demandas do setor e tendências de consumo. Tais produtos proporcionam oportunidades de diferenciação e proposta de valor  para as marcas e designers que buscam se destacar em um mercado que exige cada vez mais transparência, consistência , ações reais e efetivas por parte dos players de moda”, comenta German Alejandro, diretor comercial e de marketing da Vicunha.

REGEN Collection

A partir desta temporada, a Vicunha oferece ao mercado uma variedade de possibilidades com algodão regenerativo em seu portfólio de Denim & Denim Colour, em diferentes construções e acabamentos, e combinadas com outras fibras sustentáveis. Uma das novidades é a colaboração da fabricante com a Lenzing, para a TENCEL x Regenerative Cotton Denim Collection, apresentando ao mercado artigos de alta qualidade e durabilidade, que combinam a fluidez, o toque macio e sofisticação do Tencel aos atributos sustentáveis do algodão regenerativo. O resultado desta parceria é um denim premium com visual autêntico e máximo conforto.

“Nesta coleção colaborativa com a Vicunha, queremos passar uma mensagem abrangente à indústria a partir de uma linha de produtos que tem uma história forte em termos de sustentabilidade, tendência e satisfação do consumidor, indispensáveis para o sucesso. Esperamos trabalhar em muitos outros projetos no futuro, pois só poderemos criar um impacto se trabalharmos juntos na cadeia de abastecimento”, afirma Tuncay Kılıçkan, Head de Desenvolvimento Global de Negócios para Denim na Lenzing.


Coleção FW 25/26

A Vicunha apresentou na Kingpins sua coleção FW 25/26, com artigos em Denim &  Denim Colour que vão ao encontro das principais demandas do mercado global e das mais atualizadas tendências de moda. Do uso de fibras sustentáveis, aplicação de técnicas especiais de tingimento, até o desenvolvimento de tecidos versáteis com looks atemporais ou que valorizam o visual vintage e autêntico do jeans, sem abrir mão do conforto, as novidades reforçam o compromisso da Vicunha em desenvolver soluções jeanswear com altos padrões de qualidade e sustentabilidade. Ao todo, são 6 conceitos apresentados inicialmente na Europa e que poderão chegar ao Brasil no segundo semestre de 2024, entre eles o Regen, Timeless, New Vintage, Fit & Flex, Wide & Flash e Premium Crafts.

Sobre a Vicunha

Reconhecida mundialmente pelos elevados padrões de qualidade e sustentabilidade, a Vicunha é uma multinacional brasileira presente na América Latina, Europa e Ásia. Com 55 anos de mercado, é referência global em soluções jeanswear, atuando no segmento de tecidos denim e brim. Além de produtos inovadores, a empresa leva ao mercado inteligência para a customização de serviços em tendências de moda, sustentabilidade, design e lavagens. É isso que faz da Vicunha uma empresa one stop shop, modelo de negócio que possibilita atender as necessidades dos clientes em um só lugar, ajudando a aumentar sua competitividade com soluções integradas. Celebrando a multiplicidade de um mundo em constante evolução, a Vicunha tem como propósito estimular a cultura do jeanswear, para que cada pessoa no mundo encontre seu jeansidentity.

da redação com informações da In Press Porter Novelli

COLLAB DOD ALFAIATARIA/TENCEL E CANATIBA TEXTIL

worldfashion • 19/04/24, 16:48

A DOD Alfaiataria, idealizada por Jubba Sam, reúne nos seus 30 anos de experiência na moda varejista do Brasil, uma identidade reflexo das suas vivências urbanas com elementos do skate, moda, arte e cultura local. Nasceram das necessidades individuais e cultivaram essa personalidade. Em um universo de réplicas, tiraram medidas, compraram tecidos únicos e produziram autenticidade. Abriram os braços para diferentes corpos e estabeleceram novos parâmetros para o tradicional.

Incorporaram a essência das grandes metrópoles em suas coleções, ao mesmo tempo em que a conscientização ambiental permeiam seu processo criativo. Em decorrência dessa autenticidade, desde o ano passado a marca mantém parceria com a TENCEL™, referência global na produção de fibras ecologicamente responsáveis, em parceria com a renomada tecelagem Canatiba Textil.

O novo projeto lançado é a coleção cápsula sustentável “Quintal 540″ - que homenageia sambistas dos anos 20 e a cultura afro-brasileira.

Inspirada na icônica turnê do grupo musical Oito Batutas, em Paris, durante os anos de efervescência cultural de 1922, a coleção celebra a genialidade de Pixinguinha, Donga, João da Baiana e outros artistas que encantaram a Europa com o vibrante ritmo do samba. Mais do que simples peças de vestuário, esta coleção é um convite para explorar a interseção entre moda e história, resgatando um capítulo significativo da música popular brasileira muitas vezes esquecido.

As vestimentas em alfaiataria desempenham um papel fundamental na representação estética do samba, destacando valores de elegância e reverência à tradição.

Composta por quatro peças - três calças e uma jaqueta - a matéria-prima base é o denim da Canatiba Textil feito com fibras TENCEL™. Além da durabilidade, o tecido é suave e apresenta a respirabilidade essencial para o conforto térmico brasileiro.

A coleção “Quintal 540″ é fruto de uma parceria que une expertise e paixão para criar peças únicas que celebram a cultura brasileira e a moda sustentável. ‘‘Mais uma vez, buscamos a parceria com a Canatiba e a TENCEL™ para dar vida a esta coleção, inspirada no samba. A primeira colaboração foi incrível, superando nossas expectativas. E pensar em produtos feitos no Brasil, com tecnologia estrangeira, faz todo sentido. Buscamos melhorar a matéria-prima nacional, mostrando que é possível. Essa parceria com a Canatiba Textil e TENCEL™ demonstra que temos produtos de alta qualidade no Brasil, combinando tecnologia e design para criar peças únicas e incríveis”, diz Jubba Sam, fundador e diretor criativo da Dod Alfaiataria.

A TENCEL™ é uma marca de fibra têxtil do Grupo Lenzing, cuja sede fica na Áustria e a atuação no Brasil ocorre há mais de 30 anos. O Grupo tem como objetivo proteger recursos para gerações futuras com o uso de energia renovável e via recuperação de componentes remanescentes, como coprodutos, esforçando-se para apoiar a cadeia de valor ecologicamente responsável.

Seu trabalho com fiações, tecelagens e marcas brasileiras fortalece, cada vez mais, o crescimento de práticas sustentáveis que agridem menos o meio ambiente. Suas fibras celulósicas são derivadas de matéria-prima natural de origens controladas ou certificadas que atendem aos padrões FSC® ou PEFC, além de serem biodegradáveis e compostáveis. ‘‘A parceria com marcas como a Dod Alfaiataria e a Canatiba Textil é fundamental para construirmos um futuro mais sustentável para a indústria da moda. Acreditamos que a sustentabilidade é um compromisso contínuo, onde cada pequena ação, desde a escolha de materiais até a produção, contribui para um todo maior. Através da colaboração e do compartilhamento de conhecimentos, podemos impulsionar mudanças positivas e inspirar outras empresas a se unirem a essa jornada.”, declara Juliana Jabour, gerente de Desenvolvimento e Negócios na América do Sul do Grupo Lenzing.

Pautada por práticas industriais alinhadas com a preservação do meio ambiente e a responsabilidade social, a Canatiba Textil entra na parceria com a produção dos dois tecidos utilizados para a confecção das peças, além de lavanderia e tingimento das peças. “É muito importante para nós esta parceria com a Dod e TENCEL™, pois eles nos fazem rever as possibilidades que os nossos tecidos podem apresentar. Todas as peças trazem um conceito de moda atual muito forte aliado à excelência de produto. E, dessa vez, aumentamos o nosso mix de produtos. Além da fibra TENCEL™, a Canatiba também entra com complemento com nossos tecidos de algodão e elastano. Usamos um fio tinto que mostra todo um listrado feito nele próprio, o que enriquece a cultura do jeanswear”, explica Ivna Barreto, gerente de marketing da Canatiba Textil.

Sobre TENCEL™

TENCEL™ é a principal marca de fibra têxtil do Grupo Lenzing. Desde 1992, a marca TENCEL™ tem impulsionado a evolução das soluções de fibra para vestuário e têxteis-lar com múltiplas inovações e processos de produção eficientes em termos de recursos. As ofertas de produtos TENCEL™ incluem TENCEL™ Active, TENCEL™ Denim, TENCEL™ Home, TENCEL™ Intimate, TENCEL™ LUXE e TENCEL™ for Footwear.

Derivadas de fontes de madeira controladas ou certificadas, as fibras modais e de liocel da marca TENCEL™ são naturalmente macias, suaves ao toque e podem suportar cores ricas em tecidos. Com um controle eficaz da umidade, as fibras também suportam uma sensação natural de secura. As fibras TENCEL™ Lyocell e Modal são altamente versáteis e podem ser combinadas com uma ampla gama de fibras têxteis para oferecer uma variedade quase infinita de designs e funções de produtos.

As fibras TENCEL™ Lyocell e Modal podem ser decompostas e compostadas no final do seu ciclo de vida (certificado pela TÜV Áustria). As fibras também são certificadas com o Rótulo Ecológico da UE (licença nº AT/016/001) de excelência ambiental, reconhecendo os elevados padrões ambientais ao longo de todo o seu ciclo de vida.

Sobre o Grupo Lenzing

O Grupo Lenzing defende a produção ecologicamente responsável de fibras especiais feitas a partir da matéria-prima renovável madeira. Como líder em inovação, a Lenzing é parceira de fabricantes globais de têxteis e não tecidos e impulsiona muitos novos desenvolvimentos tecnológicos.

As fibras de alta qualidade do Grupo Lenzing formam a base para uma variedade de aplicações têxteis, desde roupas femininas elegantes até jeans versáteis e roupas esportivas de alto desempenho. Devido à sua alta qualidade consistente, à sua biodegradabilidade e compostabilidade, as fibras Lenzing também são altamente adequadas para produtos de higiene e aplicações agrícolas.

O modelo de negócios do Grupo Lenzing vai muito além do de um produtor tradicional de fibras. Juntamente com os seus clientes e parceiros, a Lenzing desenvolve produtos inovadores ao longo da cadeia de valor, criando valor acrescentado para os consumidores. O Grupo Lenzing luta pela utilização e processamento eficiente de todas as matérias-primas e oferece soluções para ajudar a redirecionar o setor têxtil para uma economia de ciclo fechado. A fim de reduzir a velocidade do aquecimento global e cumprir as metas do Acordo Climático de Paris e do “Acordo Verde” da Comissão Europeia, Lenzing tem uma visão clara: nomeadamente tornar realidade um futuro com zero carbono.

Principais fatos e números do Grupo Lenzing 2022

Receita: 2,57 mil milhões de euros

Capacidade nominal: 1.145.000 toneladas

Número de funcionários (headcount): 8.301

TENCEL™, VEOCEL™, LENZING™, REFIBRA™, ECOVERO™ e LENZING MODAL™ são marcas registradas da Lenzing AG.

Sobre a Canatiba Textil

Desde a sua fundação, há mais de 50 anos, a Canatiba busca na tecnologia o caminho para a transformação e modernização do mercado jeanswear – o mais competitivo dos segmentos têxteis. Reunindo entre seus clientes as principais grifes da Europa, América do Sul, América Central e África, a Canatiba investe continuamente em pesquisas de tendência e processos industriais com o objetivo de transformar ideias em permanente inovação. Equipada com tecnologia de ponta, a Canatiba opera com processos certificados e utiliza insumos ecologicamente corretos que possibilitam a redução da emissão de gases, reutilização de água, cumprindo os mais modernos protocolos sustentáveis do planeta.

da redação com informações da assessoria tmkrs.co

CIRCULARIDADE NA INDÚSTRIA TÊXTIL

worldfashion • 11/04/24, 10:17

A indústria têxtil passa por transformação sustentável com lançamento de SENSIL® Flow da multinacional NILIT, que traz abordagem inédita para o conceito de circularidade em sua linha de poliamida 6.6 premium.

É mais do que uma fibra sustentável, é uma abordagem inovadora que envolve toda a cadeia produtiva para alcançar verdadeiramente a circularidade, desde o design de produtos até parcerias.

Hoje, a reciclagem de tecidos e roupas é limitada pela complexidade da triagem e separação dos materiais, com diferentes fibras misturadas nos produtos finais, que dificultam o processo de reciclagem para poderem retornar aos seus componentes originais. As roupas feitas com fibras e tecidos misturados são especialmente difíceis de reciclar.

O SENSIL® Flow é um fio que possibilita que um tecido seja produzido com apenas e exclusivamente um componente, a poliamida 6.6 em um número maior de peças. Desenvolvido para fornecer propriedades de elasticidade, de conforto e recuperação, oferecendo uma alternativa ao elastano em determinadas aplicações e possibilitar o desenvolvimento de tecidos de performance que sejam confortáveis, macios e elásticos para os segmentos de lifestyle e moda casual. Além disso, SENSIL® Flow tem excelente absorção de cor e ainda possibilita efeitos 3D além de sua reciclagem contar com um processo que não requer produtos químicos adicionais e gera emissões mínimas de CO₂.

“Este lançamento marca nosso compromisso com a transformação da indústria têxtil e promove uma mudança de mentalidade em toda a cadeia de valor. SENSIL® Flow representa uma abordagem inovadora que permite diretamente a reciclagem de fios e tecidos, estabelece as bases para a reciclagem de vestuário e faz parte de uma missão de circularidade mais ampla para a NILIT”, afirma Ilan Melamed, CEO da NILIT®. “Estamos criando possibilidades para um futuro mais sustentável por meio de uma transformação tão significativa da indústria que só pode ser alcançada através de fortes parcerias que criem produtos e processos inovadores, designs visionários e uma reconfiguração colaborativa da própria cadeia de valor. Com esta inovação, também vamos além de reduzir resíduos, ao estabelecer um novo padrão de excelência em toda a cadeia produtiva”, continua Ilan.

“De acordo com especialistas do setor, mais de 90 milhões de toneladas de vestuário acabam em aterros todos os anos globalmente, sendo que estudos indicam que 4 milhões de peças de roupa acabam nos lixões todos os anos no Brasil”, afirma Fabianne Pacini, Diretora Global de Marketing da NILIT. “Apenas cerca de um quinto das roupas descartadas são reutilizadas ou recicladas globalmente. A abordagem SENSIL® Flow elimina desperdícios em toda a cadeia de produção e permite que as marcas criem roupas que durem mais e, no final de uma vida útil ampla, possam ser recicladas mais facilmente, com o menor impacto possível no processo.” completa Fabianne

Além disso, a NILIT® atuará também junto a parceiros de reciclagem para facilitar a recuperação eficiente de resíduos de tecidos pós-consumo que, de outra forma, acabariam em aterros ou incineradores. Esses parceiros devem criar chips de poliamida reciclada de alta qualidade que podem ser reintroduzidos no processo produtivo e futuramente na produção de novas peças, ou ainda em plásticos de engenharia. Esse processo será certificado para validar e garantir a circularidade, com transparência e responsabilidade para os parceiros comprometidos em construir uma economia têxtil circular.

Sobre a NILIT®

Celebrando 50 anos de excelência, a NILIT® apresenta um portfólio de poliamida premium projetado para promover uma abordagem mais sustentável no vestuário. A empresa lançou o pioneiro SENSIL® ByNature, produzido a partir de biogás proveniente de resíduos recuperados de aterros sanitários. SENSIL® BioCare é aprimorado com uma tecnologia comprovada, destinada a reduzir a persistência de resíduos têxteis na água do mar e em aterros sanitários. Já SENSIL® EcoCare, produzido com poliamida reciclada, contribui para a circularidade e o LCA (Life Cycle Assessment). Enquanto isso, o SENSIL® WaterCare, com cor já incorporada, possibilita uma economia de até 100% da água utilizada nos processos tradicionais de tingimento a úmido. Além disso, todo o portfólio de produtos de marca SENSIL® é fabricado em conformidade com os rigorosos critérios de Sustentabilidade Total do Produto da NILIT®. Esses fios oferecem aos designers materiais de alta performance e ecologicamente responsáveis, essenciais para a criação de coleções que atendam às exigências dos consumidores.

Sobre SENSIL®

SENSIL® é a marca premium sustentável de poliamida 6.6 da NILIT para a moda. SENSIL® é o novo padrão de qualidade para roupas íntimas, legwear, roupas esportivas, jeans, roupas para atividades ao ar livre e outros produtos. SENSIL® é marca registrada da NILIT.

da redação com informações da XCOM Agência de Comunicação da SENSIL

PERIFÉRICOS

worldfashion • 28/03/24, 14:15

O tema presente na pesquisa 2025_II, realizada pelo Núcleo de Design e Pesquisa da ASSINTECAL - Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos. E será apresentada em milhares de materiais inovadores para a cadeia produtiva de calçados, confecções, móveis e bijuterias, durante o próximo INSPIRAMAIS.

Na metodologia da Pirâmide, na qual 10% é laboratório/inovação, 30% planejamento/estratégia e 60% mercado/preço, a pesquisa apontou que, no topo (10%), está o conceito de descolonialismo. Segundo o coordenador do Núcleo de Design e Pesquisa da Assintecal, Walter Rodrigues, o conceito tem ganho cada vez mais força, subvertendo a lógica do padrão colonial não somente no campo econômico, mas também cultural e político. A moda, como um fenômeno social, não fica imune às mudanças provocadas pelo conceito. “Essa reorganização cultural abre espaços para que países periféricos possam assumir um papel cada vez mais importante nas próximas décadas, no que teóricos chamam de um mundo pós-ocidental”, explica o estilista.
Dentro dos 10% da pesquisa Periféricos, Rodrigues destaca os subtemas:
Malemolência, com tecidos fluídos, formas arredondadas, bordados, solados exagerados e estilizados que dão ideia de movimento; Ginga, com fibras naturais, franjas, tramas e formas 3D;
Cacofonia, que faz referência à multiplicidade de expressões e mistura, harmoniosamente, histórias diversas, o que remete à “gambiarra” e abusa de grafismos e estampas.
Na tendência, o criativo cita expoentes como o arquiteto boliviano Freddy Mamani, que vem aplicando em suas construções elementos culturais do seu povo; o grupo Nordestesse, que coloca em evidência a moda nordestina; o pintor brasileiro Samuel Sabóia, com pinturas diferenciadas que são destaque em Bruxelas; o pintor brasileiro Heitor dos Prazeres, que no início do século passado já representava a periferia em suas pinturas; a artista equatoriana Nina Folk, com uma linha de bordados diferenciados; entre outros personagens.

Nos 30%, Rodrigues detalha o tema Intergeracional, pelo qual ressalta o fato de o mundo ter cinco gerações convivendo simultaneamente e que, por isso, os produtos devem ser desenvolvidos para pessoas e suas experiências e não mais com base somente na faixa etária. Aqui, o estilista lista os subtemas Estimulante, que imprime nos produtos a excentricidade, a nostalgia e a busca por identidade e afirmação, trazendo este muitos volumes, texturas, elementos 3D e metalizados; e Techform, que em contraposição do primeiro traz design mais tecnológico e funcional, com redução das formas e minimalismo em tecidos mais macios, aconchegantes e confortáveis.

Por fim, a pesquisa traz os 60% do Homo Faber, que destaca a manualidade, a originalidade e a sustentabilidade nos subtemas Pragmatismo, que destaca a resistência dos materiais e a retomada da alfaiataria; a Geometria, que traz metais, estampas e modelagens que usam elementos geométricos; e a Manualidade, que destaca materiais tramados, como macramê, rendas e acabamentos perolizados.

O salão
A 30ª edição do INSPIRAMAIS será realizada nos dias 9 e 10 de julho 2024, no Centro de Eventos FIERGS, em Porto Alegre/RS. O salão de lançamentos de materiais para as indústrias de calçados, confecções, móveis e bijuterias na América Latina, é uma promoção da Assintecal em parceria com o Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e Associação Brasileira das Indústrias de Mobiliário (Abimóvel).

da redação com informações da DCR - Assessoria de Imprensa

AGRESTE TEX 2024

worldfashion • 26/03/24, 10:38

Consolidada como a maior feira bienal de máquinas, serviços e tecnologias para a indústria têxtil e de confecção do Norte/Nordeste, a AGRESTE TEX, em sua sétima edição, confirmou por que recebeu esse título. Maior em 2024, ocupando uma área de oito mil metros quadrados de pavilhão e exibindo mais de 300 marcas, o evento bateu recorde de público, chegando ao fim, nesta sexta-feira, totalizando 12.200 visitantes. A movimentação financeira também surpreendeu e ultrapassou os R$ 300 milhões em vendas ao longo dos quatro dias. Opinião unânime entre os expositores é o grande movimento registrado desde o primeiro dia de evento, o que tem surpreendido a todos positivamente.

EXPOSITORES:

Uma delas vem de Santa Catarina e marca a sua estreia no evento. A Rovitex tem 38 anos de existência e possui, dentro do parque fabril, produção do fio, malharia, fiação, tinturaria, corte, costura e até a peça pronta. Embora já atenda diversos clientes em Pernambuco, a malharia busca expandir sua produção.

“A gente vem buscar em Pernambuco essa parceria com diversas confecções, distribuidores para poder colocar nosso produto e atender as melhores marcas do País com entregas boas e rápidas, mostrando a qualidade dos nossos produtos”, afirma Anderson Marcheski, gerente comercial da Rovitex. Ele fala da felicidade de participar pela primeira vez da AGRESTE TEX, evento consagrado como a principal arena de negócios do Polo de Confecções.

“É uma feira que a gente tem uma expectativa muito grande. Estou bem feliz em ver o primeiro dia já com muitas pessoas, bastante movimentado, os corredores cheios. Tivemos atendimento no nosso estande em menos de duas horas de feira, então está sendo bem produtivo. Esperamos que continue assim até a sexta-feira”, completa.

Também de Santa Catarina e mais uma estreante no evento, a Texneo tem como premissa a sustentabilidade. “Essa é uma pauta muito forte dentro da empresa, é algo que nos norteia. Temos relatório de sustentabilidade, que reúne todas as informações sobre as questões ecológicas que a gente está focando, os ganhos e as economias de água, de matéria-prima e a reciclagem que fazemos. Essa feira é muito importante para conseguirmos expandir nosso mercado interno aqui na região. Estamos com expectativas bem altas para a AGRESTE TEX”, ressalta Thaíse de Oliveira, coordenadora de Desenvolvimento da Texneo.

Matéria-prima sustentável é um dos carros-chefe da marca. Diversos tecidos são produzidos a partir de materiais recicláveis. “Nós temos uma malha que é feita totalmente de garrafas pet. Além dela, temos a poliamida reciclada, o elastano reciclado e o fio de bioamida, que é produzido a partir da biomassa do milho. É fantástico”, destaca.

A Andrade Máquinas Ltda, há mais de 60 anos no mercado de máquinas de costura industriais, tem uma gama de produtos para todas as necessidades da indústria de confecção em geral, desde o corte até o acabamento. Com início na década de 60 com uma pequena loja de máquinas de costura domésticas, com apenas 35m², situada no bairro da Penha, onde atualmente encontra-se o Shopping Center Penha, dava início a sua trajetória rumo ao complexo mundo das máquinas de costura industriais para setor confeccionista. São distribuidores oficiais das melhores marcas do mundo: Sansei, Kansai, Brother, Singer, Macpi, Japsew, Suzuki, Durkopp Adler, Orange e Aegis. Em 2016 firmou parceria com o reconhecido estilista Alexandre Herchcovitch para que este testasse e aprovasse as máquinas SANSEI.

Na AGRESTE TEX trouxeram a DFB1412PQ/DM Kansai Elástiqueira 12 agulhas ponto corrente de base plana, preparada orginalmente para aplicação de lastex. Com exclusivo sistema de aplicação independente dos lastex entre as linhas da agulha e do looper, com fácil ajuste da tensão, que proporcionam elasticidade de até 200% na peça. Indicada para moda feminina, adulto e infantil de tecidos médios e leves. Com motor Direct-drive com posicionador de agulha acoplado diretamente no volante da máquina, com economia de energia de até 70% .

A Agabê, empresa com 67 anos no mercado, fabricando produtos para serigrafia, emulsões e tecidos técnicos. A marca que já conhece a região há uma década. “Nós temos parcerias com distribuidores locais de longas datas e sabemos que é um polo têxtil importante nacionalmente. É imprescindível estarmos perto destas empresas e profissionais, pois são eles que fazem nosso produto chegar ao cliente final, que é o fabricante”, explica Ildione Dogado, gerente comercial da marca. “Estamos bem contentes com a feira e é só o segundo dia. Ontem, por exemplo, ficamos com clientes no estande até as 21h30. Estamos bastante otimistas”, revela.

Quem também está satisfeito com a movimentação do evento é Gabriel Rodrigues, head de Marketing da Bonor. “O primeiro dia foi bem surpreendente pelo movimento que teve. Até comentei que, de todas as feiras que fizemos até hoje, foi um dos primeiros dias mais movimentados que a gente teve. Isso foi uma surpresa bem bacana pra gente. São pessoas focadas bem no nosso nicho de mercado, então elas entram aqui e ficam impressionadas com os produtos, querem fechar o negócio ali na hora. Está sendo bem produtivo”, comemora. A Bonor existe há 57 anos e, depois de iniciar as atividades no Recife, migrou para Parnamirim, no Rio Grande do Norte. Atualmente, sua linha de aviamentos é a maior da América Latina.

Após quase dez anos sem participar de uma feira no Brasil, a Savyon reestreia na AGRESTE TEX. “Depois de alguns anos participando de feiras internacionais em lugares como Paris, Nova Iorque e Califórnia, voltamos ao mercado nacional observando o crescimento de empresas têxteis. O primeiro dia, aqui, já foi bem positivo e nossa expectativa é fechar bons negócios”, conta Wellington Maximiano, gerente da marca. Situada no bairro do Bom Retiro, em São Paulo, a Savyon comemora 60 anos no ramo de malharia, com clientes em todo o País e, também, no exterior. “Temos clientes aqui na região Agreste, já temos essa relação, mas atuamos em todo o Brasil com grifes como Água de Coco, Animale, PatBO. Hoje, também exportamos 30% da nossa produção”, complementa.

Estreando na AGRESTE TEX, a Avanti comemora a valorização de um setor que é tão rico. “É a nossa primeira vez aqui e estamos satisfeitos, muitas pessoas têm vindo. Mais iniciativas como esta serão bem-vindas”, ressalta Mohamad Nagib, representante da Avanti. A importadora tem 25 anos e sede em São Paulo. “Nossa especialidade são os fios têxteis, de poliéster, de viscose, elastano, poliéster fiado e PV, e agora também borracha, algodão, PA. Ela é voltada para o segmento têxtil e industrial, não só têxtil, mas como todas as aplicações que usem fio”, explana.

Há nove anos investindo no mercado de impressão digital de grande formato, a Wiprime se preparou para estar pela primeira vez na AGRESTE TEX com um objetivo bem definido. “Temos vários clientes aqui na região e nossa pretensão é abrir uma filial aqui em Caruaru, pois é um mercado muito importante pra nós”, revela Walter Tolosa Jr, diretor da Wiprime, que tem sua matriz em São Paulo e uma filial em Santa Catarina. Além da área têxtil, a empresa atua na área de comunicação visual.

Fazendo parte do time de empresas de Santa Catarina que marca presença no evento, a Brasil Botões estreou não só como expositora, mas como patrocinadora do Brasil Fashion Designers, evento paralelo à AGRESTE TEX, que deu oportunidade a jovens estilistas do estado de criarem e desfilarem suas obras para o público.

“É muito importante entrar lá, desde a academia, quando eles estão começando, entendendo como se faz uma coleção, escolhendo aviamento, tecido, enfim, aprendendo a montar uma ficha técnica. Acho que sempre que a gente puder contribuir com isso, é muito importante. Foi bem prazeroso participar do concurso, ver o resultado, ver o olho brilhando no final. Até a gente ficou emocionado e ansioso”, reconhece a diretora da Brasil Botões, Camila Wittkowski. Sobre a feira, ela diz que tem sido uma grata surpresa. “A gente está bem feliz com o resultado, como foi a primeira vez, a gente não tinha noção do que encontraria. Estamos bem contentes com o movimento”, finaliza.

A Blips é estreante não apenas na AGRESTE TEX, mas numa feira no Nordeste, território onde a empresa vem se expandindo. “O Nordeste é uma região que carregamos no coração. A gente foi muito bem recebido e tem sido muito bacana o trabalho desenvolvido aqui. Nossa participação na feira é importante para que a gente se aproxime mais ainda dos nossos clientes, além de conquistar novos”, conta Rafaela De Nadai, live marketing da Blips.

Sediada em Minas Gerais, a empresa está no mercado de sublimação há cinco anos e conta ainda com a  Ideal, uma das suas marcas, há mais de 20 anos em atividade. A companhia faz planos para o futuro ao lado da AGRESTE TEX. “Tem sido uma experiência muito positiva. Acredito que é a primeira de muitas em que estaremos presentes. Tem sido bem representativa e importante para o nosso negócio este evento. A gente vê que é uma feira já consolidada”, avalia Rafaela.

A Golapu aprovou a estreia na AGRESTE TEX. “Para nós, o primeiro dia foi uma experiência nova, pois já tinha bastante gente. E o segundo dia, realmente nos surpreendeu. Tivemos a presença de um público grande e bem direcionado para nosso produto. Está sendo bem bacana a experiência”, afirma o diretor comercial da companhia, Roberto Júnior. Com um trabalho respeitável em Pernambuco, onde atua há mais de 35 anos, a Golapu começou fabricando golas e punhos e, hoje, tem como carro-chefe malha para moda esportiva.

Nem sempre os negócios são fechados durante a feira, mas a prospecção de clientes e possíveis vendas entusiasma os empresários, como relata Erico Freire, gerente comercial da Nacional Têxtil, que tem sede no Recife e atua no ramo de malharia. “Aqui, o importante é fazer negócios e dar abertura a esses negócios para que eles se consolidem depois. Não quero apenas vender uma vez, eu quero vender todos os meses. De fato, queremos criar uma relação com o cliente. A gente cria essa relação aqui para que ela tenha continuidade lá adiante.” Embora o gerente valorize o pós-feira, a movimentação durante esta semana já é admirável. Freire revela que, até a noite desta quinta-feira (21), a marca já registrava R$ 500 mil em vendas. “A feira está muito boa, bastante movimentada, e desde o primeiro dia surpreendeu a gente. Todos os dias oc corredores estão lotados”, completa.

Um deles é a Yguaçu Máquinas, de Londrina (PR), há mais de 30 anos no mercado fabricando equipamentos para sublimação e serigrafia. Pela primeira vez em Caruaru, a companhia ficou tão satisfeita que já bateu o martelo para a presença em 2026, e com um espaço ainda maior. “Saímos da feira extremamente satisfeitos. Vendemos todos os produtos, vamos voltar sem nada. Estamos muito felizes com essa aceitação e com o tamanho do evento. Fomos muito bem atendidos e, com certeza, voltaremos em 2026. Já queremos um espaço com o dobro de tamanho”, afirma, entusiasmado, Leandro Guassu, gerente geral da Yguaçu.

A SVC Laser, distribuidora da Epson, também faz sua estreia e comemora os resultados obtidos na AGRESTE TEX. “Foi uma feira proveitosa, em que tivemos a exposição de novos produtos e a presença de muitas pessoas. Geralmente, as feiras são ambientes de prospecção de futuros negócios, mas já tiramos alguns de imediato aqui mesmo, e temos bastante leads para o pessoal trabalhar nas próximas semanas”, explica o diretor da empresa, Sérgio Amâncio. A SVC, que existe há 34 anos, tem uma matriz em Ribeirão Preto (SP), e duas filiais no Agreste pernambucano, em Caruaru e Santa Cruz do Capibaribe.

Presente desde a primeira edição da AGRESTE TEX, a Audaces elegeu esta a melhor edição da história da feira. “O movimento foi fantástico em comparação à última feira, que foi muito boa, mas não teve o movimento que a gente obteve de venda como dessa vez. A gente entende que na última feira era um momento de volta da pandemia, tinha muita gente com medo ainda, não tinha voltado à vida 100%, mas esta edição a gente realmente está muito surpreso positivamente porque foi muito boa, conseguimos fechar bons negócios, surpreendeu. Foi a melhor de todas”, opina Lucas Dutra, gerente regional da marca. A Audaces é sediada em Florianópolis e trabalha com software e hardware destinados desde a parte de criação ao desenvolvimento da peça.

“Além dos negócios gerados, há também os investimentos e toda a economia que as redes de hotelaria, restaurantes e demais players do turismo geram. Essa feira veio pra somar na região. São inovações, muitas marcas e quem vier visitar a feira, com certeza, vai levar daqui alguma coisa boa para sua fábrica, para sua empresa”, ressalta Hélvio Pompeo Júnior, diretor de Comunicação do Febratex Group.

Buscando valorizar a indústria têxtil regional, Brena Castelo Branco, diretora-geral de Atração de investimentos da Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco (Adepe), esteve na AGRESTE TEX e ressaltou a importância do evento para impulsionar o setor têxtil local. “Estamos participando e reconhecemos a importância do evento, que é considerado a principal feira têxtil e de confecção do Agreste pernambucano. É uma oportunidade valiosa para impulsionar o setor têxtil local, promovendo o intercâmbio de crescimento tecnológico e de negócios. E a presença da Adepe, aqui, em Caruaru, fortalece parcerias estratégicas, estimula o desenvolvimento sustentável do setor e cria oportunidades, gerando impacto positivo para toda a comunidade”, salienta Brena.

A sétima AGRESTE TEX conta com parceiros para ser realizada. Um deles é a Associação Comercial e Empresarial de Caruaru (Acic). “A Acic se orgulha de, junto com o Febratex Group, proporcionar para região uma iniciativa do porte da AGRESTE TEX, que impulsiona o Polo de Confecções do Agreste, o segundo maior do País, com inovação, tecnologia, conhecimento e tendências, que são fundamentais para que os nossos negócios superem os desafios impostos pelo mercado global”, frisa Newton Montenegro, presidente do órgão.

AGRESTE TEX 2026

Com um coquetel bastante prestigiado, o Febratex Group lançou a data da oitava edição da AGRESTE TEX. Será de 14 a 17 de abril de 2026, e a feira foi anunciada já com um tamanho ainda maior. “Nós estamos encerrando aqui a sétima edição, esse sucesso grande, já anunciando nosso próximo evento, ampliando a área de exposição, e já com a renovação em torno de 75% dos expositores atuais. Isso nos dá a certeza de que teremos uma feira maior ainda, trazendo mais inovação, tecnologias do primeiro mundo para que, cada vez mais, a região Agreste se desenvolva industrialmente, com competência e qualidade, e não só produzindo para o Brasil, quiçá para o mundo”, ressalta o presidente do Febratex Group, Hélvio Pompeo.

Parceira do grupo, a Associação Comercial e Empresarial de Caruaru (ACIC) também participou da solenidade. “Nós vemos a AGRESTE TEX como uma feira muito importante e ela chega à sétima edição contribuindo com o desenvolvimento do território Agreste. Para nós, é uma satisfação muito grande continuar contribuindo desde a edição número um até já a próxima prevista”, pontua Newton Montenegro, presidente da ACIC.

Representando a Prefeitura de Caruaru, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Economia Criativa, Pedro Augusto Cavalcanti, falou das possibilidades de abertura de mercado oportunizadas pela AGRESTE TEX. “Estou muito feliz de encontrar tudo isso aqui em Caruaru. A feira mostra a força da região e o potencial que há no segundo maior polo de confecção do Brasil. Durante esta semana, em que o evento trouxe tantas marcas à cidade, recebemos a visita de três empresas interessadas em vir para o Polo do Agreste. Parabéns pelo evento e, em 2026, nós estaremos aqui dentro ajudando a atrair ainda mais empresas, com um estande”, prometeu o secretário Pedro Augusto Cavalcanti.

“Estamos encerrando a sétima edição da AGRESTE TEX com todos os objetivos cumpridos. Isso demonstra a exuberância da feira, o resultado que foi dado a todos os expositores e, o que é mais importante, a qualificação dos visitantes no evento. Um evento como esta feira deixa como legado uma evolução tecnológica muito grande, uma qualificação profissional na região. E os próprios expositores já ficaram impressionados com o público que veio à feira, porque trouxeram debate, tinham interesse, demostraram ser pessoas que sabiam realmente o que buscavam”, avaliou o presidente do Febratex Group, Hélvio Pompeo.

A oitava edição já tem data marcada: de 14 a 17 de abril de 2026 e, devido ao sucesso deste ano, 90% dos expositores atuais já renovaram a participação na próxima feira.

O último dia da AGRESTE TEX foi marcado também pelo anúncio da coleção mais votada pelo público da feira. Os looks exibidos na entrada do pavilhão do evento já haviam sido mostrados na passarela do desfile promovido pelo Brasil Fashion Designers Pernambuco (BFD), concurso que apresentou o trabalho de jovens estilistas de Pernambuco. Nesta sexta-feira, a grande vencedora foi apresentada. Aluna do curso de Técnico em Vestuário do Senai Caruaru, Deisy Silva, com sua coleção Vaqueiro Nordestino, conquistou 28,6% dos votos do público. Premiada com uma máquina de costura profissional da Andrade Máquinas Ltda.

Emocionada, ela agradeceu a todos que votaram. “Eu estou muito feliz com essa coleção que eu entreguei. Por mais que tenha passado por perrengues, não só eu como os meninos, em pouco tempo pra desenvolver tudo, mas estou feliz com tudo o que entreguei, eu dei o melhor de mim. Muito obrigada a todo mundo”, comemorou.

da redação com informações da Mia Comunicação

24ª EDIÇÃO PRÊMIO PRIMUS

worldfashion • 12/03/24, 14:23

A cerimônia de entrega da premiação, ocorreu na noite desta segunda (11 de março) em Novo Hamburgo, em clima de confraternização e reflexões sobre os rumos da cadeia produtiva do calçado, a Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal) reconheceu 11 cases para referência ao desenvolvimento da indústria de base.

1- DESIGN - MPE:  FIBRART (Reflexus futuros)

2- INOVAÇÃO TECNOLÓGICA COVESTRO

PROJETO NO PLANO - MGE: AMBIENTE VERDE (Transformando resíduos em riqueza)

3- INOVAÇÃO TECNOLÓGICA COVESTRO

PROJETO EM ANDAMENTO - MPE: FIBRART (Reflexus futuros)

4- INOVAÇÃO TECNOLÓGICA COVESTRO

PROJETO EM ANDAMENTO - MGE: KILLING (Resultados de desenvolvimento continuado de resinas para impressão 3D)

5- INOVAÇÃO TECNOLÓGICA COVESTRO

PROJETO EM ANDAMENTO - MGE: GRUPO COFRAG (Eco-byo recycle: tecido reciclado biodegradável)

6- INOVAÇÃO TECNOLÓGICA COVESTRO

INOVAÇÃO ABERTA - MGE:  CIPATEX (Parcerias estratégicas no desenvolvimento de produtos sustentáveis)

7- ORIGEM SUSTENTÁVEL

SUBCATEGORIA AMBIENTAL - MGE: CIPATEX (Engenharia reversa como estratégia para avançar na sustentabilidade)

8- ORIGEM SUSTENTÁVEL

SUBCATEGORIA AMBIENTAL - MPE RR COMPONENTES (Gerenciamento inteligente de resíduos sólidos)

9- ORIGEM SUSTENTÁVEL

SUBCATEGORIA SOCIAL- MGE: BOXPRINT (Primeiro projeto do Brasil de doação de excedentes de restaurantes)

10- ORIGEM SUSTENTÁVEL

SUBCATEGORIA SOCIAL - MPE PRIMUS TÊXTIL (Quilos de solidariedade)

11- EXPORTAÇÃO

MATRIZARIA POLAKO (Exportação triunfante: desbravando fronteiras e alimentando o crescimento global)

Na oportunidade, o presidente da Assintecal, Gerson Berwanger, destacou a importância do engajamento cada vez maior por parte dos associados da entidade, o que não fortalece somente a premiação, mas a atividade. “O Prêmio Primus, há mais de 20 edições, tem a missão de gerar referências positivas para a nossa atividade. O engajamento dos associados é um indicador de que estamos cada vez mais fortes e prontos para vencer os desafios do setor no mercado nacional e internacional com a integração da cadeia”, disse. Segundo o dirigente, as empresas reconhecidas são “gigantes” e fundamentais para o posicionamento do Brasil como referência na produção de materiais para calçados no mundo.

Berwanger ressaltou, ainda, o papel da Assintecal enquanto fomentadora da cultura criativa na cadeia de moda. “Aqui temos um reconhecimento de todo um trabalho realizado pela entidade em parceria com os seus associados, a nossa espinha dorsal”. E foi visando ouvir justamente esses parceiros que a entidade deu início, no evento, a uma pesquisa para entender como é possível continuar impulsionando o crescimento do setor da melhor forma possível.

O Prêmio Primus acontece há mais de duas décadas como uma iniciativa da Assintecal que tem grandes apoiadoras no mercado. Uma delas é a Braskem, empresa brasileira de atuação global nas indústrias da química e do plástico. O líder comercial de Solventes da empresa, Bruno Bellini, destaca que é uma honra manter a parceria com a premiação. “Para nós, é um prazer participar e patrocinar por mais um ano o Prêmio Primus, sendo este um evento que reconhece as iniciativas sustentáveis e inovadoras do setor calçadista e que impulsiona o desenvolvimento de toda a cadeia”, ressalta o gestor, acrescentando que a Assintecal tem um papel importante de integrar as principais empresas ligadas ao setor, não só no momento do Prêmio, mas de forma contínua, com diversos projetos, pesquisas e na troca de informações relevantes.

Patrocinadora master do Prêmio Primus, a Covestro ressalta a missão do reconhecimento para dar luz às diferentes tendências e avanços tecnológicos em todo o setor. “Para nós, da Covestro, estar presente na premiação reforça nosso compromisso com o desenvolvimento de soluções que atendem às demandas de nossos clientes alinhadas a produtos com alta tecnologia e sustentabilidade”, diz Helga Wysocki, Sales & Market Development LATAM do grupo.

Origem Sustentável

Além da premiação, durante o Prêmio Primus foram certificadas indústrias de componentes no âmbito do Origem Sustentável, único programa de certificação de ESG voltada para empresas da cadeia produtiva do calçado no mundo. No total, mais de 100 empresas, que representam quase 50% da produção nacional de calçados, já estão certificadas.

Na ocasião, a Fibertex foi recertificada e obteve um upgrade, passando do nível Prata (mais de 40% dos indicadores do programa atingidos) para Diamante (mais de 80% dos indicadores atingidos). Já a Bertex foi recertificada como OURO. A empresa Perfil Injetados teve sua recertificação, no nível Prata, enquanto a BM Strass e a Elastosul Filmes receberam a certificação Prata pela primeira vez.

A 24ª edição do Prêmio Primus contou com patrocínios da Covestro e Braskem (masters), Biason Assessoria Ambiental, Eurolatina Turismo, Fenac/Fimec, Grupo Sinos, Faculdades IENH, Montebravo Corretora, Rech Sistemas de Gestão, Traduzca, Transduarte, Triart Estandes e Eventos e Voren.

da redação com informações da DCR - Assessoria de Imprensa