ABEST - Associação Brasileira de Estilistas
worldfashion • 03/06/20, 16:32A associação preparou uma proposta de protocolo para orientação e adaptação das marcas de moda no período de retomada das atividades e circulação social. O protocolo foi enviado à Prefeitura de São Paulo que irá analisar a proposta juntamente com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho e Secretaria da Saúde,
PROPOSTA DE INTERAÇÃO COM O CONSUMIDOR
Limpeza
• Disponibilizar álcool gel na entrada e no interior das lojas.
• Limpar e desinfetar objetos de uso regular e superfícies. As máquinas de cartão devem ser higienizadas na frente do cliente antes de sua utilização e envelopadas em plástico.
• Disponibilizar soluções para a limpeza dos sapatos na entrada da loja.
• Retirar serviços e amenidades que retardem a saída do cliente da loja.
• É importante que o protocolo de higiene adotado seja comunicado claramente, trazendo o máximo de segurança ao cliente.
• Considerar manter os provadores fechados, ou assegurar o distanciamento entre as cabines com higienização regular dos provadores e produtos.
• Considerar algumas soluções possíveis para os produtos a serem provados que incluem o armazenamento dos produtos, a utilização de produtos tecnológicos que matam o vírus ou uso de steamers em alta temperatura.
• Recomendamos investir em displays de vidro ou acrílico, que destaquem o produto e facilitem a sua higienização, além de recursos visuais como vídeo ou imagens que mostrem o seu uso. Caso haja experimentação, tudo o que o cliente for tocar deverá ser higienizado.
Comunicação
• Comunicar de forma clara, através de recursos audiovisuais, nos espaços físicos e até nas mídias sociais, os protocolos de higiene adotados pela marca, bem as orientações um atendimento seguro nas lojas.
Distanciamento
• Limitar o número de consumidores dentro da loja, assegurando de que fiquem em uma distância mínima de 1,5m entre outros clientes e/ou colaboradores.
• Sempre que possível, promover o autosserviço. Horários de funcionamento
• Operar em horário reduzido, conforme orientação das autoridades, além de estudar a possibilidade de um período para atendimentos agendados.
Horários de funcionamento
• Operar em horário reduzido, conforme orientação das autoridades, além de estudar a possibilidade de um período para atendimentos agendados. Uso das máscaras
• Uso de máscara obrigatório para clientes e colaboradores.
• As máscaras de tecido deverão ser de dupla camada e deverão ser trocadas a cada 2 horas ou sempre que estiver úmida. Após utilização deverá ser armazenada em saco plástico vedado para retorno ao domicílio para lavagem posterior e passar com ferro quente em alta temperatura. • as máscaras descartáveis devem ser confeccionadas em TNT e podem ser descartadas em lixo comum.
• Todas as máscaras devem ser retiradas pela lateral, sem contato com a parte da frente.
COLABORADORES
• Fazê-los se sentirem seguros com uma comunicação clara e fornecimento de equipamentos de higiene e segurança (álcool gel, máscaras e/ou luvas)
• Afastar colaboradores em grupo de risco e reduzir a quantidade de colaboradores na loja, adotando escalas.
• Evitar o compartilhamento dos itens pessoais, como computador, telefone fixo e celular. Caso haja a necessidade de compartilhar, higienizar antes e depois do compartilhamento com Álcool em Gel ou Álcool 70%.
• Realizar checagem de temperatura e de bem-estar na chegada e saída do trabalho. Caso o trabalhador apresente sintomas
• Comunicar imediatamente o seu gestor para imediato afastamento do convívio coletivo. Seu retorno só deve acontecer após autorização médica.
• Recomenda-se o afastamento por 14 dias de toda equipe que tenha tido contato direto com o colaborador.
da redaçãco com informações da ABEST
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Na última terça-feira (26/03) foi realizado o desfile do Projeto Empreendendo Esperança e Solidariedade, com apoio do Programa Força Voluntária da Itaipu Binacional e desenvolvido pela Cáritas por meio do Projeto Anjo Gabriel. Foi a apresentação de um trabalho de superação, feito por um grupo mulheres que conquistam autonomia financeira com curso de corte e costura apoiado pela Itaipu.
As longas caminhadas de Zulma Ramos, 47 anos (foto à esquerda) recebendo o diploma, até o Curso de Corte e Costura eram repletas de questionamentos. O sol forte e as dificuldades de locomoção com as filhas gêmeas ainda pequenas a desmotivavam a continuar. Porém, a persistência a levou, juntamente com suas 13 colegas de turma, à conquista do sonhado diploma. Após três meses de curso, o que era dúvida se transformou em motivo de orgulho para Zulma quando ela assistiu ao desfile de modas das lingeries feitas com as técnicas aprendidas na capacitação.
“Não consigo nem explicar a minha felicidade. Jamais imaginei que um dia eu fosse receber um diploma de corte e costura. A partir de agora, vou poder ajudar na renda da minha casa com o meu próprio trabalho”, afirmou Zulma, na foto à direita com a sua família.
“Nosso objetivo com o projeto foi capacitar essas mulheres e estimular o empreendedorismo para que elas ganhem autonomia. Com ele, nós também trabalhamos a autoestima e as condições psicológicas”, ressalta Jéssica Maciel (na foto à esquerda) integrante da equipe gestora do Programa Força Voluntária de Itaipu.
Os reflexos dessa independência financeira foram vistos antes mesmo da formatura. Uma das alunas já conseguiu emprego com carteira assinada e outras três estão trabalhando em casa com máquinas próprias. Uma delas é a Zulma. “Com o meu trabalho, eu não passo mais necessidade. Estou fazendo as lingeries em casa, costurando para outras pessoas e no meu lar não falta mais nada”, celebrou a formanda. “Daqui a um ano eu me vejo ainda mais profissional. Quem sabe até sendo professora de algum curso sobre corte e costura de lingerie. Eu sinto muito orgulho de mim e quero pensar cada vez mais alto.” (foto o grupo de formandas com as equipes que apoiaram no curso e no evento.)