54ª edição da Casa de Criadores

worldfashion • 18/07/24, 17:19

A Casa de Criadores é um dos eventos mais influentes e inovadores do calendário da moda no Brasil, estabelecendo-se como uma plataforma essencial para a promoção de novos talentos e a reinvenção da moda nacional. Serve como um ponto de encontro para designers, estilistas, estudantes, profissionais da indústria e amantes da área, oferecendo uma visão única e contemporânea.

A partir da palavra “Catarse” que vem da palavra grega “kátharsis” cujo significado é a consciência no sentido de uma descoberta divisora de águas, gerando deslumbramento e até fascínio. E assim que é a perspectiva da 54ª edição da Casa de Criadores (CdC), evento de moda autoral iniciado há 27 anos pelo diretor artístico André Hidalgo - e não é por acaso. A CdC, em sua trajetória, costuma lançar provocações para a moda nacional: desta vez, André Hidalgo, junto aos conselheiros Dudu Bertholini, Eduardo Araújo Silva (Dudx) e Neon Cunha, iniciam o chamado para a próxima edição do evento propondo a questão “Qual o sentido da moda?”, em vídeos e nas mídias sociais da CdC. É um convite à percepção de como a moda age de fato e de como poderia agir para mover estruturas, à tomada de consciência e, assim, à catarse, assim a edição de número 54 levanta um debate amplo sobre o sentido da moda como sistema em um contexto de questionamento.

Dentre os principais destaques da edição 54, estão Nalimo, com a constância e coerência do trabalho e a abordagem da cultura indígena, Mônica Anjos, que prestará homenagem à linguista e escritora Conceição Evaristo, além de Rober Dognani, Sukeban, Le Benites, Studio Ellias Kaleb, Guma Joana, Jal Vieira Brand, Guilherme Valente. Estreantes na temporada, Lourrani Baas, N/E* Recycled e Ofegallery trazem representatividade transsexual e preta.

Ao todo, a Casa de Criadores 54 oferecerá espaço para cerca de 10 estilistas transgênero e marcas que abordam questões raciais em suas narrativas, como Studio Ellias Kaleb, Visén, NotEqual, Jal Vieira, MOCKUP, DCRLHS, VOUASSIM, Berimbau Brasil e Estúdio Cena. O evento mantém, como seu cerne, a promoção de um ambiente no qual designers de diferentes origens, identidades e estilos podem mostrar suas criações. A diversidade reflete uma ampla gama de influências culturais, estéticas e sociais, permitindo que diferentes perspectivas sejam representadas no cenário da moda.

Outro destaque entre os estilistas que tratam de questões étnicas é a marca veterana Shitsurei, que se baseia na vivência nipo-brasileira, incluindo, em todas as suas coleções, esse viés racial. Para a linha que será desfilada, máscaras do teatro Noh e Kabuki serão utilizadas como figura de linguagem. Refletindo também a influência da ascendência nipônica, tem no trabalho de Sim Sukeban, diretora criativa da SUKEBAN.

Fazendo jus à sua definição social, a Casa de Criadores 54 se une ao Sebrae para apresentar a oficina Crie Moda Autoral Trans-Forma, que ocorrerá entre os dias 26 e 30 de julho na Galeria Prestes Maia, em paralelo aos desfiles.

Com foco em sustentabilidade e destinado exclusivamente à população trans, o curso oferece capacitação gratuita em moda, enfatizando o reuso de materiais têxteis e o desenvolvimento de projetos criativos que refletem vivências trans.

A oficina, que visa fomentar a autonomia financeira, a afirmação social por meio da moda autoral e busca gerar oportunidades para 25 participantes em situação vulnerável, contará com a participação dos designers Alexandre dos Anjos, Jorge Feitosa e Dayony Moura.

O início será dia 24 de julho, com o desfile do renomado estilista Alexandre Herchcovitch e a sua marca Herchovitch; Alexandre no Salão Almeida Junior. As  demais apresentações serão entre os dias 26 e 30 de julho, sempre em locais históricos do centro da cidade de São Paulo — como o Viaduto do Chá, a Praça Ramos de Azevedo, a Biblioteca Mário de Andrade, a Galeria Prestes Maia e o Vale do Anhangabaú.

A presença da moda num espaço de circulação tão amplo afirma sua força em manifestar a expressão cultural que a cidade pulsa, mesmo que muitas vezes ela não chegue aos seus múltiplos grupos, que agora têm mais chances de se aproximar dela durante o evento. “Para nós, é um orgulho imenso poder sediar este evento tão importante dedicado à moda autoral brasileira e também impulsionar novos talentos, como é a Casa de Criadores. Poder unir o melhor da moda com a beleza dos locais icônicos do centro de São Paulo, localizados no Vale do Anhangabaú, é algo único, pois isso transborda a arte que a moda e a arquitetura urbana oferecem”, afirma Gustavo Fioretto Torres, diretor do Novo Anhangabaú.

Assim como em anos anteriores, a Casa de Criadores 54 tem entrada gratuita para o público geral por meio da distribuição de 250 ingressos por sessões de desfiles. As cotas serão liberadas diariamente entre 22 e 26 de julho, às 11h00, conforme  abaixo, mesmo considerando que a área dos desfiles tem visibilidade para quem passa pelas ruas da cidade.

Confira o line up completo abaixo:

24/07 (quarta-feira) Salão Almeida Junior

•11h30 - Desfile Herchcovitch; Alexandre

26/07 (sexta-feira) Viaduto do Chá

•17h30 - Desfiles: LOURRANI BAAS

VIVAO PROJECT

BERIMBAU BRASIL

•19h00 - Desfiles: MOCKUP - Fashion Filme

Ken-gá

Vou Assim + DCRLHS

NotEqual

27/07 (sábado) Praça Ramos de Azevedo

•16h00 - Desfile: PEDRA BR

27/07 (sábado) Viaduto do Chá

•17h30 - Desfiles: ‘a neoutopia’ - Projeto Lab

UMS 458 - LL

NALIMO

•19h00 - Desfiles: Fkawallyspunkculture - Fashion Filme

Estúdio Traça

SUKEBAN

Le Benites

28/07 (domingo) Praça Ramos de Azevedo

•15h00: Desfile ARTSOUJÊ

•16h00: Leandro Castro

28/07 (domingo) Galeria Prestes Maia

•17h00: Desfile - Studio Ellias Kaleb

28/07 (domingo) Viaduto do Chá

•18h30 - Desfiles: YHRA - Fashion Filme

N/E* Recycled - Projeto Lab

Visén - Projeto Lab

Estúdio CENA

GUMA JOANA

JORGE FEITOSA

29/07 (segunda-feira) Biblioteca Mário de Andrade

•16h00: Desfile - Jal Vieira Brand

29/07 (segunda-feira) Viaduto do Chá

•17h30: Desfiles - Plataforma Açu - Fashion Filme

ALEXEI

DELLUM

Mônica Anjos

29/07 (segunda-feira) Praça Ramos de Azevedo

•19h00: Desfile - Ofegallery

30/07 (terça-feira) Praça Ramos de Azevedo

•16h00: Desfile - Shitsurei

30/07 (terça-feira)  Viaduto do Chá

•17h30: Desfiles - SHERIDA

Xyboia

Dystopic.core Lab

•19h00: Desfiles - JACOBINA - Fashion Filme

Vittor Sinistra

GUILHERME VALENTE

Rober Dognani x Felipe Fanaia

SERVIÇO - CASA DE CRIADORES - 54a. EDIÇÃO

Evento: Abertura: desfile Herchcovitch; Alexandre

Data: Dia 24 de julho de 2024, quarta-feira, às 11h30

Local: Galeria Prestes Maia, Salão Almeida Júnior - Pça do Patriarca, 2, Sé, CEP 01002-010, São Paulo - SP

Pontos de Chegada/Acesso: Desembarque de carros, Banca Sironi. Metrô, entrada pela Estação Anhangabaú.

Evento: Programação: desfiles line-up Casa de Criadores 54

Data: De 26 a 30 de julho de 2024

Local: Vale do Anhangabaú e arredores

Pontos de Chegada/Acesso: Desembarque de carros Banca Sironi. Metrô, acesso pela Estação Anhangabaú.

Plataforma de ingressos: link via Sympla disponível no site da Casa de Criadores(https://casadecriadores.com.br/)

e no Instagram do Novo Anhangabaú (https://www.instagram.com/novoanhangabau/).

Datas da distribuição de ingressos:

22/07 - liberação de ingressos para as sessões do dia 26/07

23/07 - liberação de ingressos para as sessões do dia 27/07

24/07 - liberação de ingressos para as sessões do dia 28/07

25/07 - liberação de ingressos para as sessões do dia 29/07

26/07 - liberação de ingressos para as sessões do dia 30/07

Horário da distribuição de ingressos: 11 hrs.

Evento: Oficina Crie Moda Autoral Trans-Forma - Casa de Criadores 54

Data: De 26 a 30 de julho de 2024, das 10h00 às 18h00

Local: Galeria Prestes Maia (Vale do Anhangabaú)

da redação com informações da Agência Lema

LACOSTE

worldfashion • 18/07/24, 10:33

A história da LACOSTE tem origem nos anos 20 com René Lacoste, a lenda do tênis cujas invenções mudaram todo o esporte e revolucionaram a indústria da moda para sempre. Em 1927, contrariando os códigos de vestimenta da época, René substituiu, nas quadras, a camisa de manga comprida com tecido plano por sua mais recente invenção: uma camisa inovadora. Surgiu um dos maiores ícones da moda, que, após ganhar novo tecido mais leve e ventilado, foi lançado em 1933 com uma campanha publicitária, dando origem à icônica Camisa Polo LACOSTE. Desde então, a marca se mantém fiel à sua história, conciliando elegância, liberdade de movimento e conforto em cada uma de suas coleções.

Neste ano a LACOSTE presta uma especial homenagem à herança olímpica ao revelar sua nova coleção cápsula ‘Olympic Heritage’ dedicada aos Jogos de Paris de 1924.

A marca, cuja história está entrelaçada com a do esporte, presta homenagem aos Jogos Olímpicos passados e demonstra o status emblemático da marca com o lançamento de sua nova coleção Paris 1924.

A linha, composta por oito peças distintas, celebra os lendários jogos que conquistaram o coração de Paris há 100 anos. É a sexta coleção ‘Olympic Heritage’ criada sob o acordo de licenciamento(*) com o Comité Olímpico Internacional.

Com este drop único a Lacoste reinterpreta a herança gráfica do histórico evento de 1924, infundindo-o com códigos de estilo vintage em uma variedade de roupas e acessórios icônicos. Desde a indispensável camisa polo até o boné e a jaqueta impermeável, cada peça incorpora o espírito esportivo e a elegância francesa. Esta coleção cápsula reflete perfeitamente os valores compartilhados da marca do Crocodilo e da herança olímpica, incluindo ousadia, fair play e autenticidade.

Desenhada para todas as gerações, a nova coleção ‘Paris Olympic Heritage’ em homenagem aos jogos de Paris de 1924 já está disponível no e-commerce brasileiro da Lacoste, nas lojas próprias e em algumas multimarcas.

(*) Sobre o programa global de licenciamento do COI - Comité Olimpico Internacional

Como parte das iniciativas da Agenda Olímpica 2020+5, o COI desenvolveu um programa global de licenciamento para fortalecer e promover a marca olímpica, não apenas durante os Jogos Olímpicos, mas também entre os Jogos. Os programas principais de licenciamento do COI incluem The Olympic Collection, que visa engajar um público jovem e ativo através de produtos exclusivos de marca, incluindo vestuário, brinquedos e jogos, bolsas, itens de papelaria e equipamentos esportivos; a Olympic Heritage Collection, que celebra a arte e os designs dos Jogos Olímpicos passados com produtos de alta qualidade e edições limitadas voltadas para colecionadores e entusiastas olímpicos que desejam se conectar com a tradição olímpica e suas memórias dos Jogos Olímpicos passados; e as Olympic and Paralympic Games Collections, que celebram cada edição futura dos Jogos, como Paris 2024, Milano Cortina 2026 e LA28, e incluem uma ampla gama de acessórios, souvenirs, artigos para fãs e vestuário. Através da venda de mercadorias oficiais, colecionáveis e souvenirs, os programas de licenciamento olímpico oferecem aos fãs uma conexão tangível com os Jogos Olímpicos e os valores olímpicos. Todos os programas de merchandising olímpico estão disponíveis para venda na Olympic Shop.

da redação com informações da Agência Lema  - Fotos: divulgação

ARTIGO - Comércio digital global e a necessidade de novas regras tributárias e regulatórias

worldfashion • 15/07/24, 15:11

Por Fernando Valente Pimentel* e Patrícia Pedrosa**

Uma das mudanças mais marcantes tem sido o aumento vertiginoso das pequenas encomendas por meio do e-commerce. Esta tendência não apenas criou mais oportunidades de negócios para pequenos empreendedores, mas também fez grandes plataformas digitais ganharem relevante espaço no comércio internacional de bens de consumo final, como vestuário. Também devemos explorar essas novas formas de vendas para colocar mais produtos brasileiros no mercado mundial.

No Brasil, de acordo com os últimos dados divulgados pela Receita Federal, a média mensal de pacotes recebidos é de 18 milhões. Nos EUA os números são ainda mais expressivos. Estima-se que o país receba cerca de três milhões todos os dias. Será que as regras atuais de comércio internacional e as legislações implementadas pelos países são adequadas para lidar com as características especificas desse tipo de negócio?

O debate sobre o comércio eletrônico cross border tem se intensificado não só no Brasil, mas em todo o mundo. Questões tributárias, controle aduaneiro, oferta de produtos ilegais e falsificados são desafios que se apresentam com força. A regulamentação e aplicação consistentes de normas técnicas e padrões de qualidade também se tornam cruciais para proteger os consumidores e garantir a equidade no mercado.

Nesse contexto é que tem ocorrido a mobilização pela igualdade tributária no Brasil. Em seu mais recente episódio, foi estabelecida pelo Congresso Nacional taxação de 20% do Imposto de Importação para encomendas de até 50 dólares das plataformas internacionais. O fim da isenção foi um primeiro passo, mas o empenho pela isonomia continua, pois persiste grande diferença em relação aos 90% de impostos incidentes sobre a indústria e o varejo do nosso país.

Cabe observar que os benefícios concedidos às plataformas internacionais, a começar pela isenção tributária iniciada em agosto de 2023, e agora com uma taxação ainda muito aquém do que pagam as empresas brasileiras, são muito característicos de acordos comerciais entre países ou bloco de nações, como o que se está tentando efetivar há mais de 20 anos entre Mercosul e União Europeia. No caso da isenção e “preferência tarifária” para as encomendas internacionais via comércio eletrônico não houve nenhum processo de negociação com avaliação dos parceiros comerciais envolvidos e interesses ofensivos e defensivos.

O Brasil simplesmente ofereceu condições especiais a essas empresas estrangeiras, sem qualquer contrapartida ou negociação e de maneira muito simplista. Não se admite como contrapartida, como se justificou na origem do privilégio, a aderência dos sites de e-commerce ao Programa Remessa Conforme, pois cumprir leis e normas é obrigação.

Concessões dessa natureza neste novo cenário do comércio exterior geram riscos para os países, em especial num momento em que não se pode contar com arbitragem adequada de organismos multilaterais, num cenário geopolítico no qual a Organização Mundial do Comércio (OMC) parece letárgica, encontrando-se, inclusive, sem o seu órgão de solução de controvérsias. Assim, precisamos nos adaptar com os recursos e possibilidades que temos para vencer os novos desafios, o que inclui a igualdade de condições quanto aos impostos e ao aspecto normativo, tendência que já se observa na Europa.

É premente conferir o mesmo tratamento tributário, legal e regulatório a tudo o que é vendido em nosso país, prioridade que se coloca aos poderes Executivo e Legislativo e aos organismos reguladores e fiscalizadores. Caso contrário, seremos atropelados pela realidade irresistível de um planeta hoje sintetizado nas telas de múltiplos devices, no qual metade da população está a apenas um clic de comprar tudo o que desejar e de infinitas possibilidades de satisfazer seus anseios de consumo.

*Fernando Valente Pimentel é diretor-superintendente e presidente emérito da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

**Patrícia Pedrosa é gerente de Comércio Exterior e Assuntos Regulatório da Abit.

da redação

Ronaldo Silvestre

worldfashion • 12/07/24, 11:41

É o estilista/designer e ativista social, que cuida de todos os processos de pesquisa, análise de materiais, estudo de ergonomia e qualidade colocando a sua essência, para atingir a sua meta social.

Após anos apresentando as coleções “WEARABLE ART” verdadeiras arte vestíveis (peças únicas) trabalhado com resíduos de jeans, em vários eventos pelo Brasil. Marcou em 2021 sua estreia na edição 51 do SPFW São Paulo Fashion Week, onde apresentou a coleção “Conspiração”, uma apresentação virtual no auge da pandemia, com o fashion film gravado em Minas, na fazenda onde o Carlos Drummond de Andrade nasceu, em Itabira, cidade natal do estilista e sede da Fábrica Social ITI do Instituto ITI.

Sobre o meu primeiro desfile no SPFW, Ronaldo Silvestre fala:  “As vezes eu acho que é difícil para as pessoas entenderem que para mim é um prazer poder trabalhar com moda, design, desenvolvimento social, empoderamento feminino, defesa dos direitos da minha comunidade LGBTQIA+ e mais uma infinidade de outros projetos. Porque eu estou construindo o meu sonho. É o meu legado. E está tudo bem se as pessoas não querem isto para a vida delas. Eu quero para minha vida ser alguém que faz o que precisa ser feito.

E eu estou disposto a pagar o preço que for. Estou “sumido” “sem graça” “só sei trabalhar” “sem tempo”, mas eu vim do nada e tudo o que eu tenho hoje, eu conquistei lutando, trabalhando e olhando cada coisinha que conquistei com uma felicidade e agradecimento imenso. É o que eu gosto de fazer. Não tem jeito, eu não me encaixo em outra coisa que não seja ir além e cuidar de mim, mas cuidar do outro também. E eu estou superfeliz de ter me encontrado.  Eu sou todo coração, sou a moda, sou a construção de um futuro melhor”.

No início de 2024, a Fábrica Social do ITI iniciou o processo de uniformização de mais de 10.000 crianças, por meio do Termo de Fomento 049/2022 assinado pelo Instituto em parceria com a Prefeitura de Itabira “como eu sou todo coração e coloco amor em tudo o que faço. Após meses de desenvolvimento criou um tênis cheio detalhes e milhares de sentimentos: respeito aliado a qualidade, a durabilidade e resistência.” conta Ronaldo Silvestre.

Do conceito à produção dos tênis para a Secretaria de Educação de Itabira

Entregar para uma criança da rede municipal de ensino um tênis especialmente desenvolvido para a realidade local de Itabira, não tem preço e muito menos comparação com artigos similares. “Afinal eu sou um designer social e estou ajudando a transformar através da educação a vida de 10.000 crianças. São 10.000 FUTUROS!” diz Ronaldo

E complementa “Eu sou um designer social, em todos os meus processos de pesquisa, análise de materiais, estudo de ergonomia e qualidade eu coloco a minha essência, um pouquinho da minha história de vida… uma criança pobre que não tinha um calçado para ir à escola, que dividia o calçado com o irmão mais novo”.

Do conceito, criação e produção o projeto foi muito importante e especial feito em parceria com a Rider do grupo Grendene.

O estilista Ronaldo Silvestre também é um fazedor do futuro. Na collab em parceria com o Instituto ITI utilizou a prática “upcycling”, reconhecida por utilizar materiais obsoletos, para ressignificar produtos e assim com o RNEXT. Desenvolvida pelas mãos das costureiras do Instituto ITI, o modelo reforça o propósito de recriar uma moda com responsabilidade social e que pensa em soluções para a preservação do meio ambiente.

Sobre o Instituto ITI é uma organização não governamental, sem fins lucrativos, fundada em 2009. Funciona como centro de convergência para o fortalecimento das aptidões locais, com projetos focados na geração de renda e no desenvolvimento sustentável do terceiro setor. Com a missão de criar, qualificar e transferir tecnologias sociais orientadas ao desenvolvimento humano, atua no território nacional por meio do fortalecimento da economia criativa, das redes sociais e educativas, da autonomia produtiva, do protagonismo cultural das comunidades, da valorização dos recursos naturais e da biodiversidade de cada região. A partir da energia social estabelecida na confiança da comunidade, das parcerias públicas e privadas que a instituição conquistou ao longo de sua história.

da redação

PROJETO MODA REGENERATIVA E CIRUCLAR

worldfashion • 11/07/24, 11:19

O projeto Moda Regenerativa e Circular do Instituto Focus Têxtil com duração de dois anos, terá cinco turmas até o final de 2024, e pretende reutilizar cerca de uma tonelada de resíduos têxteis e peças descartadas, por meio da capacitação internacional de designers, professores e estudantes.

Os resíduos de materiais e peças descartadas serão disponibilizadas pelo Instituto Focus Têxtil, para que os participantes façam a escolha. Pretende-se utilizar, inicialmente, os resíduos oriundos de materiais descartados e/ou já peças confeccionadas (estoques e/ou defeituosas). Essas são a origem de 80% de todos os resíduos do setor.  O intuito é criar coleções capsulas a serem expostas e comercializadas no Focus Fashion Summit, que acontece entre os dias 05 e 07 de novembro. Já foram feitos contatos com vários varejistas e há muito interesse de participação para levar ao consumidor as coleções desenvolvidas pelos participantes deste projeto, que trabalham com a criatividade e a aplicação dos conceitos de upcycling.

CONVÊNIO COM O PROGRAMA  AL-INVEST Verde

O Instituti Focus Têxtil, braço social da Focus Têxtil, uma das maiores importadoras de artigos têxteis da América Latina firmou convênio com a União Europeia por meio do programa AL-INVEST Verde, que impulsiona a economia circular da moda por meio do reaproveitamento de resíduos têxteis e peças descartadas. Concorrer para o programa, mais de 150 instituições da América Latina e Caribe, e o Instituto Focus Têxtil conquistou o convênio.

O convenio total é de 375 000 EUR, sendo que o apoio através do Programa AL-INVEST verde é 300 000 EUR e a contrapartida do Instituto é de 75 000 EUR. Esses recursos serão aplicados em capacitação de empreendedores, formação de designers, criação de materiais virtuais sobre o assunto, rodadas de negócios e encontros B2B.

Segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), apenas o Brasil é responsável por descartar, anualmente, mais de quatro milhões de toneladas de resíduos têxteis. “A maioria das peças acaba em lixões e aterros sanitários, além de não ser biodegradável. Parte poderia ser reaproveitada e ganhar novos rumos e é exatamente isso que estamos propondo”, explica Paulo Cristelli, Gerente do Instituto Focus Têxtil.

PROJETO MODA REGENERATIVA E CIRUCLAR

Por meio de aulas teóricas e práticas, além de oficinas gratuitas, os 22 alunos da primeira turma aprenderão sobre um design inteligente que cause menos desperdícios, bem como práticas sustentáveis. O objetivo é que, ao final do curso, eles estejam habilitados a multiplicarem as técnicas aos grupos seguintes e possam criar coleções com os resíduos para algumas das maiores varejistas do país em parceria com o Instituto.

Embora a produção de artigos têxteis gere sobras desde o início, o programa se concentrará no pós-consumo, ou seja, na reutilização de uma peça já existente que seria descartada. “Vamos contar com uma consultoria de Portugal focada no design verde que apresentará novas perspectivas sobre o tema. Esperamos que, a partir dos resíduos previamente coletados, os alunos criem coleções que voltarão a circular entre o público”, complementa Walter Rodrigues, estilista e um dos mentores do projeto.

O Instituto também leva em consideração os impactos do projeto no meio ambiente “Segundo estudo realizado pelo site de revenda americano ThredUp, cada peça que reaproveitamos implica em reduzir a pegada de carbono em uma média de 25%. As mudanças climáticas estão cada vez mais evidentes, portanto, especialmente enquanto indústria, precisamos conscientizar e agir proativamente para mitigar os seus efeitos!”, conclui Paulo.

Sobre a Focus Têxtil - Empresa fundada há mais de 80 anos, é uma das maiores importadoras de artigos têxteis da América Latina. Sempre em busca do melhor produto aliada ao amplo conhecimento, a empresa tem como missão inspirar clientes agregando valor e oferecendo informação de moda por meio de um mix completo de tecidos e serviços.

Em seu portfólio, a Focus Têxtil conta com mais de seis mil produtos que atendem os segmentos feminino, masculino, activewear, lingerie, beach, workwear, denim, infantil, meias, home, calçados, acessórios e estampados. Por meio de estudo de comportamento, consumo e mercado são desenvolvidas e criadas coleções com novas texturas, composições, cores e padronagens a cada estação.

Atualmente, a Focus Têxtil tem dois espaços de atendimento ao cliente, localizados em São Paulo, nos bairros Bom Retiro e Barra Funda. Em cada Showroom, o cliente recebe um atendimento personalizado e poderá ter acesso a todos os artigos disponíveis, acervo de peças de pesquisa, além de contar com uma equipe capacitada com informações sobre tendências de moda.

Sobre o Instituto Focus Têxtil - Criado em 2013, é o braço social e sustentável da Focus Têxtil, uma das maiores importadoras têxteis da América Latina. A organização tem como missão fomentar a sustentabilidade na cadeia da moda por meio de ações de conscientização e desenvolvimento social. Os seis projetos da organização incentivam o empreendedorismo, estimulam a criatividade de novos talentos e buscam facilitar o acesso à capacitação de profissionais do setor, diminuindo a desigualdade social.

O Instituto foi incorporado ao plano de sustentabilidade da Focus Têxtil em 2018 com metas e indicadores que envolvem fornecedores, tecidos, colaboradores e sociedade. Neste escopo, o Instituto Focus Têxtil trabalha, principalmente, com resíduos têxteis que seriam descartados e os reaproveita como material para os projetos de forma a incentivar a economia circular.

Sobre o AL-INVEST Verde - É um programa da Aliança entre a União Europeia e a América Latina para o Crescimento Sustentável e o Emprego, teve início em 1994. Após várias edições, graças ao seu sucesso, o AL-INVEST Verde, está na sexta edição do programa, que foi lançado em 2021. O Programa financiado pela Comissão Europeia promove o crescimento sustentável e a criação de emprego na América Latina. O seu objectivo é apoiar a transição para uma economia com baixo teor de carbono, eficiente em termos de recursos e mais circular, a fim de facilitar a implementação de modelos de produção sustentáveis. O projeto tem um orçamento de 37,7 milhões de euros e uma duração de 60 meses: começou em outubro de 2021 e terminará em setembro de 2026.  No seu desenvolvimento, o programa divide-se em três componentes trabalhar, respectivamente, com as pequenas empresas latino-americanas, as instituições públicas da região e a gestão dos direitos de propriedade intelectual.

da redação com informações da Focus Têxtil e Instituto Focus Têxtil pela Trama Comunicação

MAQUINÁRIOS

worldfashion • 03/07/24, 14:45

A indústria têxtil é um solo fértil para a inovação e sua relação natural com a moda potencializa ainda mais essa característica. Por isso, é um dos setores que se mostrou mais receptivo ao uso de inteligência artificial (IA) em diferentes aplicações na sua cadeia produtiva. Os objetivos giram em torno de melhora da qualidade, redução de tempo e custos, personalização, inovação e melhor aproveitamento de matéria-prima.

As inovações que chegam podem ser aplicadas de diversas formas, que vão desde o design e a produção até a venda e o marketing. O que faz dessa inovação tecnológica, já tão popular, é uma tendência que veio para ficar, conforme destaca o Fábio Kreutzfeld, CEO da empresa Delta Máquinas Têxteis.

“A inteligência artificial, junto com a sustentabilidade, são, sem dúvidas, as maiores tendências que acompanharão a indústria têxtil nos próximos anos. Ambas por necessidade de melhoria na produção, tanto na questão de lucro quanto de preservação do meio-ambiente. Isso porque a tecnologia também impulsiona melhores práticas ambientais, além de todas os demais benefícios que a inovação traz para garantir maior controle de qualidade nos materiais produzidos”, comenta o Fábio Kreutzfeld.

A IA é uma prioridade para 74% dos executivos de moda, conforme representantes do setor afirmaram para o relatório The State Of Fashion 2024, publicado pela McKinsey. O que reforça a ideia de que ela deve estar cada vez mais presente no setor têxtil, assim como em outros.

A Delta Máquinas, que tem sede em Pomerode (SC), há mais de 17 anos desenvolve e exporta soluções de automação industrial para o setor têxtil, e as atualizações tecnológicas e tendência de mercados, inclusive para diversos países da América.

Em 2023, a empresa lançou na ITMA seu conceito da primeira máquina com uso de IA, a Smart Vision iConcept View, aplicada à fase de inspeção de tecidos. O processo evita que materiais com erros cheguem ao processo de corte e costura e precisem ser descartados, gerando desperdício e gastos extras.

Para aplicação nesta fase a empresa desenvolveu uma máquina de inspeção, que agora foi aprimorada com emprego de IA, para  realizar, corretamente, a inspeção dos defeitos dos tecidos. Com ela, o tecido é revisado através do uso da tecnologia de imagens, que qualifica e registra em um software especialmente desenvolvido, com as informações necessárias sobre o material. “A inteligência artificial abriu novas possibilidades para a criação e aprimoramento de produtos inovadores na indústria têxtil e nós vimos isso como uma oportunidade de apresentar soluções cada vez melhores à indústria. A tecnologia não para de evoluir e sabendo aplicá-la é possível chegar a níveis elevados da inspeção automatizada de tecidos”, pontua Fábio Kreutzfeld.

Sobre a Delta Máquinas Têxteis: Fundada em 2007 em Pomerode (SC), a empresa é referência em tecnologia para otimização da produção industrial têxtil através do desenvolvimento de máquinas, equipamentos e softwares. São mais de 50 produtos em seu portfólio, aplicados aos processos de tecelagem plana, malharia circular, estamparia, acabamento e confecção. A Delta desenvolve ainda projetos de automação exclusivos, de acordo com a necessidade de seus clientes. Com foco na indústria 4.0, alinha automação, gestão de dados e padronização de processos inteligentes, possui mais de 300 clientes localizados no Brasil, Argentina, Paraguai, Peru, Equador, Colômbia, El Salvador, Honduras, Guatemala e México.

da redação com informações da Trevo Comunicação

LYCRA - tecnologia COOLMAX EcoMade

worldfashion • 01/07/24, 10:32

Para comemorar os 40 anos da primeira medalha olímpica, e apresentar o novo uniforme da seleção brasileira de vôlei, Bodywork/ Riachuelo e CBV promoveram evento exclusivo no principal cartão postal do Rio de Janeiro com projeção no Cristo Redentor. O dia 27 de junho celebra o Dia do Vôlei e, por isso, foi escolhido para o grande lançamento, que contou com a presença de atletas renomados e convidados especiais que puderam conferir em primeira mão a revelação do design da nova camisa que foi projetada no Cristo Redentor.

“A geração de prata de 84 foi a principal inspiração para a criação do modelo da camiseta desenvolvida especialmente para os jogos de Paris. Buscamos no passado os símbolos que representaram anos áureos da nossa seleção e que desencadearam em muitas conquistas do vôlei brasileiro, sem esquecer de homenagear o país sede, que esse ano comemora 100 anos dos últimos jogos olímpicos que aconteceram na França.”, diz Camila de Paula Souza, gerente de Estilo da BodyWork I Riachuelo.


“Estamos a 30 dias dos Jogos Olímpicos de Paris. A reta final de uma caminhada que, para a CBV, começou assim que a chama olímpica se apagou em Tóquio. O voleibol brasileiro mais uma vez estará entre os grandes do planeta. Classificamos as duas seleções de quadra. E quatro duplas de vôlei de praia, número máximo que um país pode levar ao evento” disse Radamés Lattari, presidente da CBV. “E iremos muito bem-vestidos! A Bodywork I Riachuelo desenvolveu um uniforme que vai amplificar a força do talento dos nossos atletas. Um uniforme com protagonismo da sustentabilidade, uma das mais importantes pautas do vôlei brasileiro atual. Mas acima de tudo, um uniforme que valoriza a nossa história olímpica. História que começou há 60 anos, com a primeira participação do vôlei nos Jogos de Tóquio. Se consolidou há 40 anos, com a conquista da primeira medalha olímpica do vôlei brasileiro, pela fantástica Geração de Prata. E continua até hoje, com feitos como o bicampeonato olímpico da seleção feminina, que foi mais uma vez lembrado e celebrado” completou.

Os uniformes de quadra e de praia trazem referências ao Brasil e à moda francesa. A frente da peça conta com estampas de losangos, remetendo à bandeira do Brasil e ao Art Déco, movimento parisiense de 1924. Para formar os desenhos geométricos o grafismo, conta com 20 linhas que se cruzam 24 vezes, fazendo referência ao ano de 2024.  Nas peças do vôlei de quadra, o número de identificação de cada jogador e a gola em modelo polo foram inspirados nos uniformes das décadas de 80 e 90. Na parte interna da gola, a frase “Contém 40 anos de conquistas olímpicas” celebra o feito da Geração de Prata em 1984.

Para potencializar a performance dos atletas, pela primeira vez na história as camisas de quadra foram confeccionadas com o tecido Paris Eco, desenvolvido com a tecnologia COOLMAX EcoMade da The LYCRA® Company, produzido 100% a partir de resíduos têxteis e que oferecem melhor resfriamento contra o calor e maior respirabilidade para o corpo.

“As tecnologias da The LYCRA® Company sempre estiveram presentes em grandes eventos esportivos, desde os jogos de inverno de 1968, que também aconteceram na França. Nosso foco além de proporcionar conforto e mais liberdade de movimentos, é colaborar na performance e desempenho dos atletas. O fio COOLMAX EcoMade é um marco para a empresa e é nosso mais novo desenvolvimento nesse sentido”, reforça Maria Luiza Amaro, Gerente de Marketing da The LYCRA® Company

da redação com informações da hey B! assessoria de comunicação

DFB FESTIVAL - Dragão Fashion Brasil

worldfashion • 28/06/24, 14:18

Durante os quatro dias de desfiles, que acontecem de 24 a 27 de julho, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza, o público poderá conferir criações dos designers e estilistas autorais Lino Villaventura, Projeto 100%CE, Almir França, Almerinda Maria, Marina Bitu, Vitor Cunha, Fruto do Conde, Lindebergue, David Lee, Bruno Olly, Melk ZDA, Baba e Catarina Mina.

O DFB (Dragão Fashion Brasil) busca também aliar a valorização e cultura de moda por meio da formação e ações multidisciplinares, e realiza através de um edital do “Concurso dos Novos”, que reune instituições brasileiras de ensino superior e técnico de estilismo/moda e apresenta os desfiles dos alunos selecionados do: IFRN (RN — Campus Caicó); Senai Moda (RN); UDESC (SC); UFC (CE); UFCA (CE); UFMG (MG); UniAteneu (CE); Unifor (CE); Unipê (PB); e UTFPR (PR) e premiará o vencedor do primeiro lugar com R$ 20.000.  O concurso ao longo do tempo, vem revelando nomes para o cenário nacional e internacional.

DFB XXV - Dragão Fashion Brasil 2024

O mega evento retorna, pelo segundo ano consecutivo, ao Centro de Eventos do Ceará, para celebrar um ano marcante com novidades em seu formato e um novo posicionamento, reforçando o compromisso com a moda consciente e a valorização do “handmade”.

A edição comemorativa marca o início de um novo ciclo para o DFB FESTIVAL (Dragão Fashion Brasil), idealizado por Cláudio Silveira. O evento reinventa e se conecta com as tendências mais relevantes do universo da moda, e se destaca por sua programação gratuita, democrática e plural, que inclui desfiles autorais, shows, o tradicional Concurso dos Novos, um espaço dedicado a negócios sustentáveis e um panorama completo do design cearense.

A edição DFB XXV coincide com o Ano do Dragão no calendário chinês, símbolo de força, criatividade, expansão e boa sorte. Essa energia inspiradora se traduz na programação do evento, que visa impulsionar a moda brasileira para um futuro promissor.

Segundo os diretores do festival, Cláudio e Helena Silveira, reverenciar o Ano do Dragão é, também, renovar a memória afetiva do público, já que ‘DFB‘ é a abreviatura do nome do evento, ‘Dragão Fashion Brasil‘, até hoje citado pelo trade.

Sustentabilidade

Consciente da importância da preservação ambiental, o DFB FESTIVAL convida todos os participantes a desenvolverem apresentações que utilizem técnicas de reuso como principal elemento. Essa iniciativa reforça o compromisso do evento com uma cadeia produtiva mais consciente e sustentável.

O DFB Festival 2024 é uma realização da Equipe de Produção, com apoio institucional da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult-CE), nos termos da Lei 13.811, de 16 de agosto de 2006. Apoio: Secretaria de Turismo do Estado do Ceará. Agradecimento: Enel Brasil.

Confira a programação:

24 de julho — 1ºDia  (quarta-feira)

17h — Concurso dos Novos: Senai Moda RN / UDESC Univ. Est. Santa Catarina / UFC

18h — 100%CE

19h — Almir França

20h — Almerinda Maria

21h — Marina Bitu

25 de julho — 2ºDia  (quinta-feira)

17h — Concurso dos Novos: UFCA / UFMG / Instituto Federal do Rio Grande do Norte – Campus Caicó

18h — Vitor Cunha

19h — Fruto do Conde

20h — Lindebergue

21h — David Lee

26 de julho — 3ºDia  (sexta-feira)

17h — Concurso dos Novos: Uniateneu / Unifor / Centro Universitário de João Pessoa (Unipê) / Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR)

18h — Bruno Olly

10h — Melk ZDA

20h — Baba

21h — Catarina Mina

27 de julho — 4ºDia  (sábado)

18h — Concurso dos Novos: resultado

20h — Lino Villaventura: desfile especial de encerramento

DFB Festival 2024

Data: 24 a 27 de julho (quarta a sábado)

Local: Centro de Eventos do Ceará - Av. Washington Soares, 999 - Edson Queiroz - Fortaleza–CE

da redação com informações da Capuchino Press

MARCA - ANARQUIA DE VESTIR

worldfashion • 26/06/24, 10:52

A marca santista Anarquia de Vestir, das sócias Adriana Seixas e Suzaña Azär, chega ao mercado com o propósito de uma moda ética, com ênfase e foco na sustentabilidade com reaproveitamento de tecidos e roupas, criando assim peças únicas, respeitando todos os corpos e acreditando na beleza real de cada um, incentivando a autoestima e a criatividade. Para a Anarquia de Vestir não existem regras de moda a serem seguidas. A única regra é exatamente não seguir regras e sim sua autenticidade o lema é

Seja quem você é e celebre ser você.

Para o lançamento da primeira coleção da marca Anarquia de Vestir, elas se inscreveram e foram aprovadas no edital do FWPS Novos Talentos.

Na passarela do FWPS - Fashion Weekend Plus Size Novos Talentos apresentarão a coleção Burlesque: peças únicas, criadas com tecidos que as sócias tinham em seus acervos, reaproveitamento de tecidos de roupas que não usam mais e as bijuterias artesanais feitas por Adriana Seixas que é artesã e trabalha com bijuterias há mais de 20 anos e o stylist do desfile praticamente será complementado por acessórios dos acervos das sócias, com bolsas de ancestrais, chapéus, e muito mais.

O desfile que acontecerá no sábado, 13 de julho, às 18 horas abrindo o segundo bloco de desfiles do dia, na Fábrica de Cultura do Jardim São Luís, o destaque será a presença de duas mulheres da Baixada Santista, que foram especialmente convidadas pela Anarquia de Vestir: Isa Shipward, 25 anos, é professora de dança e nunca atuou como modelo; e Elaine Ribeiro, empreendedora, modelo e Miss Plus Size, com mais de 22 títulos como Musa Plus Size do Santos Futebol Clube - categoria master; e Miss São Vicente Plus Size, entre outros.

Isa Shipward fará uma performance especial além de abrir o desfile, sendo seu primeiro trabalho como modelo plus size. A bailarina participará de todo o desfile mostrando um pouquinho de Chair Dance ou Dança da Cadeira, que tem sinergia com o tema da coleção Anarquia de Vestir que é o Burlesque.

Para valorizar ainda mais a moda autoral da região da Baixada Santista a Anarquia de Vestir priorizou contratar profissionais da região para trabalhar no projeto, desde o DJ Ice que mixou a trilha sonora do desfile e mora na Praia Grande, até a modelagem a cargo de Danieli Carvalho, que apoiou a marca e criou peças pensadas para minimizar resíduos têxteis e aproveitar o máximo dos materiais de forma criativa  e a costura de Cris Carvalho, mãe de Danieli.

Memória Afetiva

A cofundadora da Anarquia de Vestir, Suzaña Azär tem histórico familiar com tecidos e roupas, e reuniu diversos tecidos antigos que estavam na casa de seus pais já falecidos para serem a matéria-prima da primeira coleção da Anarquia de Vestir. A sócia e designer Adriana Seixas também juntou tecidos de seu acervo e juntas criaram a maioria das peças da coleção com esses tecidos cheios de histórias. Algumas peças da coleção como o Tule, foram comprados no comércio de São Vicente para valorizar o varejo local.

São peças únicas, que misturam tecidos, e convidam a cada um a montar seu look sem seguir as ditas regras de moda como: não usar a cor branca se você é plus size; não misturar estampas e padronagens, entre outras.

Sobre a Anarquia de Vestir: Adriana Seixas e Suzaña Azär se conheceram em 1990, na Faculdade de Comunicação Social, da Universidade Católica de Santos. Suzaña cursava Jornalismo e Adriana estudava Publicidade e Propaganda. A identificação foi imediata, inclusive porque as duas já eram apaixonadas por moda e tinham estilos únicos de se vestir. Em 2002 as amigas chegaram a montar a Chiquita Banana (um dos apelidos da Adriana é Bananinha) com a proposta de upcycling e de consultoria de moda, mas Suzaña acabou voltando para São Paulo e seu trabalho como assessora de imprensa e Adriana seguiu outros rumos, mas sempre fazendo uma bijuteria aqui outra ali, atendendo pedidos de amigas e clientes. Agora, 8 anos após a volta da Suzaña como moradora de Santos, muitas conversas, planos e ideias, em 2024 as amigas que se chamam de gêmeas decidiram que era o momento de colocar o sonho de uma marca disruptiva como elas. Assim nasceu Anarquia de Vestir que no próprio nome já mostra que a proposta é a da liberdade de corpos e a moda como expressão de cada pessoa.

Sobre o evento: O Fashion Weekend Plus Size foi criado em 2010 por Renata Poskus, uma das pioneiras da moda plus size no país.  Nesta 20ª edição do Fashion Weekend Plus Size há uma repaginação com foco em Novos Talentos. O evento será realizada no sábado e domingo, 13 e 14 de julho, na Fábrica de Cultura do Jardim São Luís, na capital paulista.  Modelos e marcas de todo o estado de São Paulo puderam participar dos editais do evento que selecionou as marcas, designers e modelos. Além dos desfiles o Fashion Weekend Plus Size Novos Talentos conta com programação ao longo do dia como oficinas diversas e rodas de conversa.  A entrada é gratuita, mas é necessário fazer inscrição no Sympla, tanto para as atividades como para os desfiles. Mais informações podem ser acessadas no site www.fwps.com.br

da redação com informação da Suzana Comunica

E-COMMERCE MAGALU E ALIEXPRESS

worldfashion • 25/06/24, 15:52

O Magalu e o AliExpress, marketplace internacional do Alibaba International Digital Commerce Group, anunciaram nesta segunda (24/06/2024), em Hangzhou, na China, a celebração de um acordo estratégico.

A parceria prevê que o AliExpress passará a vender nos canais digitais do Magalu itens da sua linha Choice, serviço de compras premium que oferece uma curadoria de produtos com o melhor custo-benefício e velocidade de entrega.

O Magalu, por sua vez, oferecerá produtos de estoque próprio (1P) na plataforma brasileira do AliExpress. É a primeira vez que o AliExpress vende itens em uma plataforma terceira no mundo, e que o Magalu assume o papel de seller em outro marketplace.

“Temos focado cada vez mais na expansão da nossa operação local, reforçando o compromisso do AliExpress em contribuir com o desenvolvimento do e-commerce brasileiro”, afirma Kai Li, CEO Latam do AliExpress. “A inclusão dos itens do Magalu no nosso catálogo garante maior complementariedade de sortimento, além de impulsionar a experiência do cliente.”

“A inclusão de milhares de produtos do AliExpress na nossa plataforma acelera nossa estratégia de diversificação de categorias e de aumento da frequência de compra, além de impulsionar a nossa operação cross border“, diz Frederico Trajano, CEO do Magalu. “Já a oferta de nosso 1P no AliExpress vai fortalecer as vendas e consolidar a absoluta liderança nas categorias que são tradicionais da companhia. Há uma complementaridade total de sortimento, sem sobreposição”.

Os produtos importados inicialmente vendidos pelo AliExpress nos canais digitais do Magalu fazem parte da linha Choice. Os itens seguem as regras do Remessa Conforme, programa instituído em 2023 pelo Governo Federal. No site e aplicativo, os produtos do AliExpress serão destacados em um “Mundo” específico, assim como acontece com determinadas marcas e categorias. Além disso, poderão ser oferecidos pelos vendedores das mais de 1.250 lojas físicas do Magalu espalhadas por todo o Brasil.

Ao mesmo tempo, o Magalu oferecerá produtos do seu estoque próprio (1P) na plataforma brasileira do AliExpress, também complementando o sortimento oferecido por eles. Serão vendidos, inicialmente, itens das categorias de bens duráveis, nas quais o Magalu é líder de mercado no Brasil, com capilaridade logística e multicanalidade.

Fundado há mais de 60 anos no interior de São Paulo, o Magalu é hoje uma das maiores plataformas digitais de varejo do Brasil, com cerca de 36 milhões de clientes ativos. Seu modelo de negócios único – baseado na multicanalidade – combina rentabilidade com um alto nível de serviço ao consumidor final. Em 2023, o Magalu registrou vendas totais de 63,1 bilhões de reais. Desse total, 43 bilhões de reais foram receitas geradas pelo e-commerce da companhia. Seu marketplace, criado há apenas sete anos, atingiu 18 bilhões de reais em vendas, com crescimento de 17% em relação a 2022.

O AliExpress, marketplace internacional do Alibaba International Digital Commerce Group, foi criado em 2010. Tornou-se uma das plataformas de varejo mais populares do mundo, ao conectar diretamente vendedores e fabricantes de todo o mundo a consumidores localizados em mais de 100 países e regiões. Além da versão global em inglês, a plataforma também está disponível em outras 15 línguas. O AliExpress está no Brasil há quase 15 anos, sendo o país um dos poucos territórios onde a plataforma atua localmente, com a plataforma aberta a lojas nacionais.

da redação com informações da NOVA PR e APPROACH Comunicação