FebraTêxtil 2026

worldfashion • 24/04/26, 15:42

A FebraTêxtil 2026, acontecerá entre os dias 5 e 7 de maio, no Expo Center Norte, pavilhão amarelo, em São Paulo.

Inicialmente prevista para fevereiro, a edição de 2026 teve sua data alterada para se alinhar ao calendário de lançamentos e compras do setor, oferecendo mais tempo de preparação aos expositores e aproximando o evento de um período estratégico para decisões comerciais.

“Essa mudança de data foi pensada estrategicamente para potencializar os resultados da feira. Queremos proporcionar um ambiente ainda mais favorável para geração de negócios, conexões e troca de conhecimento entre os diferentes elos da indústria têxtil”, afirma Hélvio Pompeo, presidente do Febratex Group.

Um dos expositores a Capricórnio Têxtil, uma das principais referências brasileiras na produção de denim e sarja, apresentará sua linha de tecidos com destaque para os lançamentos mais recentes, incluindo a coleção Bossa. A novidade traduz a essência da marca em produtos com identidade e sofisticação, reunindo listrados, microestruturas, fios com efeito flamê e composições com liocel, além de novas larguras que ampliam as possibilidades criativas para o mercado.

Os diferenciais da coleção estão na combinação entre inovação e versatilidade. As construções diferenciadas e o uso de matérias-primas que proporcionam conforto e sustentabilidade atendem às demandas de um setor cada vez mais dinâmico, além de oferecer maior flexibilidade para diferentes aplicações na indústria da moda.

“A FebraTêxtil é uma oportunidade estratégica para reforçarmos nosso posicionamento no mercado e estarmos ainda mais próximos dos nossos clientes e parceiros. Estar em São Paulo, um dos principais polos da moda e do denim no Brasil, potencializa essa conexão e amplia nossa visibilidade. Estamos muito felizes em apresentar a coleção Bossa, que traduz a essência da Capricórnio em inovação, qualidade e estilo, e confiantes de que será um grande diferencial durante a feira”, afirma João Bordignon, diretor-executivo de Marketing e Sustentabilidade da empresa.

Neste ano, o evento acontecerá em sinergia com a ENT Brasil - Feira de Nãotecidos e Têxteis Técnicos, ampliando a conexão entre diferentes segmentos da indústria.

Terá também a New&Now, plataforma de conteúdo e pesquisa de moda que conecta o mercado brasileiro às tendências internacionais, referência em eventos e conteúdo para a cadeia têxtil e de moda na América Latina. Será lançada o “Radar Têxtil”, projeto que pretende transformar a forma como a indústria brasileira acessa e aplica conhecimento sobre tendências globais.

Inspirado nos principais eventos internacionais do setor, como Première Vision Paris e London Textile Fair, o “Radar Têxtil” combinará conteúdo, experiência sensorial e direcionamento comercial, reunindo curadoria de macrotendências, exposição de materiais e palestras aplicadas, criando uma ponte direta entre a pesquisa global e o desenvolvimento de produto no Brasil.

O projeto será apresentado com foco nas macrotendências para o Inverno 2027, incluindo apresentação de conteúdo e palestra voltadas à tradução da pesquisa internacional para o contexto da indústria e das confecções brasileiras.

“O objetivo é criar uma experiência que vai além da informação. Queremos que os visitantes possam ver, tocar e compreender como as tendências globais se materializam em tecidos, cores e texturas, sempre com um olhar voltado para a aplicabilidade no mercado brasileiro”, explica Symone Rech, diretora de pesquisa e inteligência criativa da New&Now.

A iniciativa se destaca por valorizar a pesquisa de materiais, cores e texturas como ferramenta estratégica para inovação e desenvolvimento de produto, conectando indústria, criadores e mercado em um ambiente que estimula o diálogo e a interpretação criativa.

“Este projeto nasce para aproximar o design de moda da indústria têxtil. Quando a criatividade caminha mais perto da realidade produtiva, toda a cadeia se fortalece. Nos eventos do Febratex Group, conectamos quem pensa, quem desenvolve e quem produz, e é desse encontro que surgem soluções mais inteligentes, viáveis e uma indústria preparada para evoluir com consciência e competitividade”, reflete Giordana Madeira, diretora-executiva do Febratex Group.

A feira ainda contará com uma programação que inclui Espaço Talks, com palestras sobre  inovação, podcast ao vivo com especialistas do setor, Startup Corner, voltado a soluções tecnológicas, e o Fashion Show, com apresentações de produtos e coleções. E a edição do Brasil Fashion Designers (BFD), concurso voltado a estudantes e novos talentos da moda, integrando a agenda do evento.

Serviço:

● O quê: FebraTêxtil 2026

● Onde: Expo Center Norte, São Paulo (SP)

● Quando: 5 a 7 de maio de 2026

● Credenciamento: gratuito no link: https://bit.ly/4u8sskS

Os visitantes devem realizar o cadastro online e apresentar o comprovante no dia do evento para acesso à feira.

Sobre a New&Now
A New&Now é uma plataforma pioneira em pesquisa de tendências, inovação e estratégia para a indústria da moda e desenvolvimento de coleções. Fundada por Symone Rech, a empresa se consolida como um ecossistema criativo, especializado em traduzir macrotendências globais para o cenário brasileiro. Seu portfólio inclui curadoria, palestras e projetos sob medida, integrando pesquisa, criatividade e aplicação prática.
Destaque da plataforma, a New&Now lançou recentemente a SY.A, a primeira inteligência artificial criativa integrada a um sistema de pesquisa de moda na América Latina. Essa ferramenta exclusiva transforma referências de varejo em produtos comerciais em poucos cliques, otimizando positivamente o processo de criação e desenvolvimento de coleções.
Sobre o Febratex Group
O Febratex Group é o maior grupo de feiras e eventos do setor têxtil das Américas. Com 45 anos de atuação, celebrados em 2026, a empresa é 100% brasileira e atua nos principais polos têxteis do país.
Com matriz em Porto Alegre e filiais em São Paulo e Blumenau, o grupo organiza nove feiras especializadas, entre elas a Febratex, responsável por impulsionar cerca de 40% dos negócios de máquinas têxteis no Brasil.
Referência em inovação e sustentabilidade, o Febratex Group foi pioneiro na América Latina ao conquistar o Selo Lixo Zero com o Febratex Summit. A empresa também é signatária do Pacto Global da ONU e membro da Ubrafe, reforçando seu compromisso com práticas responsáveis no setor.
da redação por Yuko Suzuki

8ª edição - AGRESTE TEX 2026

worldfashion • 22/04/26, 14:09

Neste edição, além dos maquinários, constatamos maior participação de malharias e tecelagens, que além das novidades e informações, compartilharam conhecimento, como a Avil que em parceria com Makipeças, mostraram a produção em loco, como transformar o tecido numa peça pronta, em 40 minutos com estilista/modelista e costureiro Jack Araujo (instagram @jhonny_costureiro).

Confirmando os dados da Danielle Souto - Secretária do Desenvolvimento Econômico do Governo de Pernambuco, a indústria de vestuário de Pernambuco apresentou desempenho positivo entre 2024 e 2025, com crescimento consistente na produção, no consumo e, principalmente, na geração de empregos. É o que revelou o levantamento do IEMI - Inteligência de Mercado, referência nacional em estudos do setor. De acordo com os dados, o setor ampliou em 14,8% o número de trabalhadores diretos, ritmo significativamente superior ao crescimento de 2,4% no total de unidades produtoras, que chegaram a 1.011 estabelecimentos no período, conforme citado por Marcelo Prado, consultor e diretor do IEMI - Inteligência de Mercado.

O avanço da mão de obra indica aumento da intensidade produtiva e reforça o papel do segmento como um dos principais motores de geração de renda no estado. O volume da produção em peças também cresceu 2,8%, enquanto o valor da produção (em Reais) registrou alta mais expressiva, de 7,4%, sinalizando ganho de valor agregado e possível diversificação para produtos de ticket médio maior.

No mercado interno de vestuário, os indicadores mostram um ambiente de aquecimento. O número de pontos de venda especializados avançou 4,8%, enquanto o potencial de consumo no estado cresceu 5,8%, ultrapassando R$ 8,9 bilhões. O desempenho reflete a melhora das condições de renda e emprego, além do fortalecimento do varejo local.

“Estamos observando um ciclo positivo impulsionado principalmente pelo mercado interno. O crescimento da mão de obra em ritmo superior ao das unidades produtivas indica aumento da capacidade instalada e maior intensidade de produção. Ao mesmo tempo, o avanço mais forte do valor da produção em relação ao volume de peças sugere ganho de eficiência e maior presença de produtos com valor agregado”, afirmou Marcelo Prado, durante o talk realizado na feira.

No contexto nacional, Pernambuco mantém uma posição relevante na cadeia produtiva do vestuário. O estado concentra 4,9% das unidades produtoras do país e responde por 3,8% da mão de obra direta do setor. Em termos de produção, porém, a participação é de 2,5%, indicando que, embora tenha capilaridade industrial, ainda opera com escala média inferior à de polos mais consolidados.

Já no consumo, Pernambuco representa 3,3% dos pontos de venda especializados e 2,9% do potencial de consumo nacional, evidenciando a força do mercado interno como principal eixo de sustentação do setor. Nas exportações, a participação ainda é limitada, com 0,3% em volume e 0,4% em valor, o que aponta espaço para crescimento na inserção internacional.

Segundo Prado, o cenário também reflete fatores estruturais. “A consolidação de arranjos produtivos regionais, a maior integração com o mercado nacional e estratégias comerciais voltadas ao consumo interno ajudam a explicar esse desempenho. Ao mesmo tempo, os dados mostram que existe uma oportunidade clara de ampliar a inserção internacional e agregar mais valor às exportações”, completa.

O levantamento do IEMI reforça o papel estratégico da indústria de vestuário para a economia pernambucana, especialmente na geração de empregos e na dinamização do consumo, ao mesmo tempo em que evidencia desafios e oportunidades para aumentar competitividade e presença no mercado externo.

Os resultados refletem o sucesso da feira. Para Pedro Amâncio, diretor da SVC Laser Epson, a participação foi altamente positiva. “Atendemos muita gente de toda a região e de outros estados. Já ultrapassamos R$ 300 mil em negócios durante a feira, além de um volume significativo de oportunidades futuras. Trouxemos novidades como a DTF industrial, que chega para transformar o mercado local em produtividade”, contou.

Maurício Soares, gestor de marketing da Silmaq, também destacou o impacto da edição 2026. “Foi extremamente positiva. Abrimos novos clientes, fechamos negócios em novas regiões e apresentamos inovações importantes, como a primeira máquina de costura com inteligência artificial integrada. A expectativa é de crescimento entre 10% e 20% em relação à última edição”, revelou.

Rener Agostini, gerente nacional de vendas da Audaces, ressaltou a relevância estratégica da feira. “O Agreste pernambucano é uma região que respira moda. Estimamos um faturamento entre R$ 5 e 6 milhões durante a feira, podendo chegar a R$ 7 milhões com os desdobramentos dela. É um mercado essencial, tanto pelo volume quanto pela qualidade e potencial criativo”, ressaltou.

Outro momento de destaque foi o resultado do júri popular do Brasil Fashion Designers (BFD), que consagrou a estudante Camyle Nogueira, de 22 anos, natural de Toritama e aluna do Senai Caruaru. Com 24% dos votos, ela venceu com a coleção “Brasilidades”, marcada por cores vibrantes e estampas expressivas em contraste com tons mais suaves. Como premiação, recebeu uma máquina de costura da Silmaq. Emocionada, Camyle celebrou a conquista: “Cresci vendo o jeans sustentar minha família. Sou mãe e aspirante a designer, e chegar aqui com uma coleção escolhida pelo público é extremamente gratificante”, comemorou.

Entre os destaques, o desfile “Toritama by Acit” reforçou a importância da ‘capital do jeans’, apresentando ao público uma prévia das coleções que estarão no Festival do Jeans de Toritama 2026. A passarela evidenciou criatividade, identidade regional e a força produtiva local, consolidando o evento como vitrine de tendências e talentos.

Com resultados expressivos, forte adesão do público e alto nível de inovação, a oitava edição da Agreste Tex encerra reafirmando seu papel como uma das principais feiras do setor no Brasil e já projeta expectativas ainda maiores para a próxima edição, marcada para ocorrer de 4 a 7 de abril de 2028.

“Voltamos em 2028 para impulsionar, ainda mais, esse mercado tão importante para o Brasil. A nona edição vem com ainda mais grandiosidade, mais criativa e mais transformadora, ampliada e mais ousada”, finalizou Hélvio Pompeo Júnior, diretor de Operações do Febratex Group.

por Yuko Suzuki

ARTIGO - A urgência da sensatez

worldfashion • 17/04/26, 09:41

Por Luiz Arthur Pacheco*

A discussão em torno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 8/25), que prevê o fim da escala 6×1 e a implementação de uma jornada de 36 horas semanais sem redução salarial, atingiu o ápice do debate público em 2026.

Trata-se de um tema que desperta paixões e mobiliza anseios legítimos da sociedade brasileira, como a busca por saúde mental e maior convívio familiar. No entanto, a magnitude dessa transformação nas relações de trabalho exige que a análise técnica se sobreponha à retórica passional, especialmente em um ano marcado por processos eleitorais.

Representado pelo Sinditêxtil-SP e pela Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção), esse setor produtivo tem defendido que a modernização da jornada de trabalho deve ser pautada pela racionalidade econômica.

Recentemente, o Sindicato foi signatário de um manifesto juntamente com a Abit e outras 172 instituições destacando a necessidade de equilibrar o bem-estar social com a produtividade e a competitividade do país. O receio é que uma mudança abrupta e imposta por decreto possa asfixiar empresas, elevar custos operacionais e, em última instância, prejudicar o próprio trabalhador através da precarização do emprego e do aumento da informalidade.

Um dos pontos mais críticos dessa discussão é o seu timing. No atual cenário de 2026, com a proximidade das eleições, o debate sobre a jornada de trabalho corre o risco iminente de ser contaminado pelo oportunismo político e por discursos de caráter populista. Reformas estruturais que impactam o Produto Interno Bruto (PIB) e a sustentabilidade de milhares de empresas não podem ser decididas sob o crivo de promessas eleitorais que visam ganhos de curto prazo em detrimento da estabilidade econômica futura.

Por essa razão, defende-se que a profundidade deste debate seja preservada e que o foco legislativo seja deslocado para 2027. Adiar a conclusão dessa pauta para o próximo ano é uma medida de prudência que permitiria um ambiente político mais sereno, livre das pressões típicas de períodos de votação. Somente fora do calor das urnas será possível construir uma transição gradual e segura, fundamentada em dados reais de produtividade e não em conveniências partidárias.

A indústria têxtil paulista, que já enfrenta desafios produtivos severos e convive com taxas de juros elevadas, não possui margem para erros. Estudos e consultas realizadas com empresas associadas indicam que a redução da jornada sem a correspondente redução de salário aumentaria drasticamente os custos de produção, o que inevitavelmente seria repassado ao consumidor final, encarecendo fretes e insumos básicos. Sem um ganho de eficiência técnica ou automação que compense a redução de horas, o Brasil corre o risco de perder ainda mais competitividade no mercado global.

A modernização é um conceito que o setor têxtil abraça, mas ela deve vir acompanhada de segurança jurídica e diálogo franco. O país precisa de soluções que integrem a inovação tecnológica à valorização do capital humano, sem ignorar a matemática financeira que sustenta a atividade industrial. A discussão sobre a escala 5×2 ou a jornada de quatro dias deve ser o desfecho de um processo maduro de negociação coletiva e estudos setoriais, e não uma imposição legislativa apressada.

Portanto, a responsabilidade deve ser a tônica deste momento. É imperativo que as lideranças políticas e a sociedade civil compreendam que o futuro do trabalho no Brasil é importante demais para ser sacrificado no altar do populismo. O amadurecimento técnico do tema no próximo ano, em um ambiente desprovido de cunho eleitoral, é o único caminho para garantir que o avanço social pretendido não se transforme, ironicamente, em um retrocesso econômico para o Estado de São Paulo e para toda a nação.

*Luiz Arthur Pacheco é presidente do Sinditêxtil-SP

Real Leather. Stay Different

worldfashion • 01/04/26, 15:59

International Student Design Competition é um concurso global voltado a estudantes de moda e design que valorizam a individualidade, acreditam na criatividade consciente e desejam explorar a beleza, a versatilidade e a sustentabilidade do couro como material nobre e natural. A competição é uma iniciativa do Leather and Hide Council of America (LHCA), entidade sem fins lucrativos que representa a indústria de couros e peles dos Estados Unidos, e conta com o apoio institucional do CICB (Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil).

A iniciativa visa integrar novos talentos brasileiros a uma rede internacional de inovação, sustentabilidade e slow fashion.

O painel de jurados é composto por renomados profissionais do setor, que trarão sua expertise para avaliar os projetos dos estudantes. São eles:

Patricia Carta. Diretora Editorial da Harper’s Bazaar Brasil e Publisher da Carta Editorial, editora que completa 50 anos em 2026. Iniciou a carreira nos anos 80, foi editora de moda da Revista da Folha, diretora de moda da Vogue e trouxe a Harper’s Bazaar para o Brasil em 2011. São 15 anos do título no país e cinco décadas de uma editora que formou o olhar editorial sobre moda de gerações inteiras. Além da revista, Patricia foi curadora adjunta de moda do MASP (2015-2018) e participou de exposições que trouxeram acervos como Rhodia/MASP e Renner/MASP para o museu. Ela entende moda como cultura, não apenas como produto.

Renatta Gomes tem 15 anos de carreira especializada em moda de couro. Começou como sacoleira e hoje comanda a Renatta Gomes Couro grife com duas lojas em São Paulo que completa 7 anos e atende clientela formada por influenciadoras, atrizes, blogueiras e modelos.

Sua expertise não é teórica. É prática acumulada em coleções, ajustes, escolha de fornecedores, desenvolvimento de modelagem e compreensão do que funciona comercialmente sem perder identidade criativa. Renatta sabe o que separa projeto bonito de peça que vende, que veste bem e que representa valor real para quem compra.

Marnei Carminatti atua como coordenador do projeto Preview do Couro e se destaca como designer, palestrante e especialista em processos criativos voltados ao desenvolvimento de produto, contribuindo com uma visão aprofundada sobre a cadeia produtiva e as tendências do setor. Também participa ativamente de iniciativas de desenvolvimento setorial ao lado da ASSINTECAL e do CICB, colaborando na criação de coleções apresentadas em importantes feiras internacionais, como a LINEAPELLE, em Nova York e Milão, e a Première Vision Paris.

Caio Nakane e Victoria Nakane

Os irmãos Caio Nakane e Victoria Nakane representam uma nova geração de criadores brasileiros que transitam entre arte, design e expressão autoral. Caio é designer de calçados, tatuador há mais de uma década, diretor criativo da Viga e artista multidisciplinar, com um trabalho que cruza moda, arte e cultura urbana em peças que combinam robustez, sofisticação e narrativa conceitual. Já Victoria, após mais de dez anos no mercado financeiro, hoje atua como CEO da Viga, liderando estratégia, gestão e expansão da marca. Juntos, desenvolvem a Viga como um projeto que integra design autoral, pensamento contemporâneo e visão de negócio.

Os jurados terão a responsabilidade de selecionar os finalistas que irão desenvolver peças autorais com, no mínimo, 50% de couro, alinhando viabilidade comercial, durabilidade e design com propósito.

Os projetos podem concorrer nas categorias de vestuário, calçados e acessórios, além do People’s Choice Award, votação popular online.

Com a extensão do prazo, estudantes de moda e design têm agora até o final de abril de 2026 para submeter seus projetos e participar desta competição global que promove o uso do couro na moda, no design e na arte artesanal, destacando a sustentabilidade e a valorização de materiais naturais.

Para inscrição acessar:

Site: www.chooserealleather.com

E-mail: lhca@riverglobal.net

da redação  com informações da MIKI MALKA