COMUNICADOS: C&A / RIACHUELO / RENNER

worldfashion • 24/03/20, 15:04

image17-1A C&A Brasil fecha todas as suas lojas físicas no país por tempo indeterminado em função da evolução da pandemia do COVID-19. Desde o início, a companhia adotou um plano de contingenciamento conduzido por uma equipe multidisciplinar que vem implementando uma série de medidas preventivas para evitar a proliferação do novo coronavírus entre seus associados, clientes, fornecedores e parceiros comerciais em linha com as recomendações e determinações das autoridades de saúde do país, Organização Mundial da Saúde (OMS) e governos estaduais e municipais.

Com a paralisação da operação, todos os associados de loja passam a seguir a recomendação da companhia de ficarem em quarentena, além de contarem com todas as orientações necessárias. A C&A criou uma hotline de atendimento 24 horas com médicos e enfermeiros para que os associados tirem suas dúvidas. A empresa disponibilizou ainda, junto aos seus parceiros de plano de saúde, exames para detecção do vírus para todos os seus colaboradores que apresentarem sintomas de COVID-19.

Como alternativa aos seus clientes, a C&A mantém o seu e-commerce ativo e aumento da frequência de higienização — medidas preventivas já adotadas desde o início da pandemia. As entregas do e-commerce funcionarão com rígida operação de higiene e com prazo de troca estendido de 30 para 60 dias, válido também para os consumidores que compraram nas lojas físicas, nas últimas semanas.

Também por tempo indeterminado, a C&A também suspendeu o Click & Retire, serviço de compra online e retirada em loja física. Para os clientes que, recentemente, efetuaram compras por meio desta modalidade a empresa pede para que entrem em contato com serviço de atendimento ao consumidor no site cea.com.br para que seja combinada uma nova data e forma de entrega.

A C&A lançou ainda o projeto C&A em Casa. Criado especialmente para este momento de quarentena, em que os brasileiros ficarão mais distantes uns dos outros para conter a disseminação do COVID-19. Com esta iniciativa a companhia transformará as suas redes sociais em uma grande plataforma de conteúdo, onde serão oferecidas aulas e bate papos online sobre temas variados. Para isso, a empresa abrirá espaço em suas redes para pequenos empreendedores e influenciadores que terão a oportunidade de divulgar o seu trabalho de forma remunerada e ajudar a todos a cuidar do corpo e da mente neste período.

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irhvA Riachuelo suspendeu as atividades nas fábricas do Grupo Guararapes, localizadas em Fortaleza e Natal como uma medida de prevenção ao avanço do novo coronavírus COVID-19, e deu férias coletivas a todos os funcionários. A decisão passou a valer ontem para o parque fabril de Fortaleza e hoje para Natal, e foi comunicada diretamente às equipes por seus gestores e através de um vídeo institucional publicado pelo CEO Oswaldo Nunes na rede social corporativa Workplace.

Com mais de doze mil colaboradores em ambos os parques fabris, a medida visa impedir a aglomeração de pessoas no mesmo ambiente, a utilização de equipamentos coletivos e evitar expor seus funcionários a maiores riscos como o uso do transporte público, em que ainda circulam milhares de pessoas por dia.    Além do fechamento das fábricas, a Riachuelo também suspendeu as atividades em todas as 323 lojas espalhadas pelo Brasil como uma medida de prevenção ao avanço do novo coronavírus (COVID-19). A decisão é para todas as unidades fora do estado do Rio de Janeiro e São Paulo, que já estavam fechadas seguindo decretos das autoridades locais. Reduziu o quadro de funcionários e os centros de distribuição e centro de atendimento ao cliente, concedeu regime de home office a colaboradores com a possibilidade de realizar suas atividades de forma remota, reforçou rotinas de limpeza e higienização e afastou funcionários pertencentes ao grupo de risco, seguindo as recomendações das autoridades de saúde.

A varejista ainda produziu e doará mais de dez mil aventais hospitalares para associações e órgãos de saúde.

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12A Lojas Renner, por meio de seu braço social, o Instituto Lojas Renner, irá apoiar instituições hospitalares para atender às suas necessidades mais urgentes no combate ao coronavírus no Brasil. O apoio, no total de R﹩4,1 milhões, servirá para custear a aquisição de suprimentos básicos e fundamentais no tratamento da doença e conter sua disseminação. A companhia também vai dar suporte para comunidades na região sul do país, onde fica localizada a sede da empresa e estão concentrados boa parte de seus fornecedores. A decisão foi tomada a partir do mesmo posicionamento que levou a companhia a ser a primeira grande empresa de varejo a fechar 100% de suas lojas em todo o território nacional: a responsabilidade de todos para frear o avanço do Covid-19 no país.

“Queremos reafirmar o compromisso em agir, dentro do que estiver ao alcance da companhia, em um esforço coletivo, para a contenção e enfrentamento da pandemia”, afirma Fabio Faccio, diretor presidente da Lojas Renner. “Estamos presentes em todo o Brasil e nossa principal preocupação neste momento é com a população. Este é o ponto de partida da nossa contribuição para a saúde o bem-estar dos nossos colaboradores, clientes, parceiros de negócio e para a comunidade em geral”, diz. As iniciativas serão reavaliadas constantemente e poderão ser ampliadas nas próximas semanas.

O apoio é destinado para a compra de insumos para hospitais responsáveis por unidades do Sistema Único de Saúde (SUS), tidos como importantes centros de tratamento no combate à doença. As instituições são os hospitais São José, em Criciúma, São Donato, em Içara - ambos de Santa Catarina, os hospitais Conceição e Clínicas, de Porto Alegre, além de unidades de saúde referência em São Paulo, como o InCor (Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da FMUSP). “Estamos em contato direto com os hospitais, entendendo quais são suas maiores urgências. Nosso objetivo é mobilizar os recursos que temos e apoiar a sociedade de forma contínua”, reforça Faccio.

“Teremos um resultado ainda melhor se atuarmos em rede e unirmos esforços em uma grande corrente de solidariedade, com o objetivo de cuidar daqueles que mais precisam de nós neste momento. Por isso, estamos à disposição das autoridades e de outras empresas que queiram construir em conjunto outras alternativas de apoio”, diz Fabio. “À medida que as entidades privadas e públicas colaboram entre si para um objetivo único, que é combater o avanço da doença no país, teremos muito mais chances de atravessar este momento e vencer essa luta”.

Além disso, o Instituto Lojas Renner direcionará parte do valor à comunidade do bairro Bom Jesus, em Porto Alegre, próximo à sede administrativa da companhia, onde vivem aproximadamente 35 mil pessoas. O foco, neste momento, é dar assistência aos grupos familiares com crianças e adolescentes atendidos por nove organizações da sociedade civil na Bom Jesus e os serviços da Assistência Social que atendem famílias na mesma região. Outra iniciativa será assegurar a renda mínima de recicladores do Centro de Educação Ambiental (CEA) e costureiras, que já eram apoiadas pelo Instituto.

O Instituto Lojas Renner desenvolve projetos de longa data com os moradores do bairro Bom Jesus, sendo um deles o Empreendedoras da Moda, que capacita mulheres para atuação no setor têxtil, com conhecimentos de gestão e empreendedorismo. Desde sua fundação, em 2008, o braço social da Renner apoiou quase 900 projetos com foco na mulher, beneficiando mais de 200 mil pessoas.

da redação com informações da  Máquina Cohn & Wolfe (C&A); da FSB Comunicação (Riachuelo) e da PresPass (Renner)  imagens: fotos/divulgação

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