INDÚSTRIA TÊXTIL

worldfashion • 06/10/23, 11:43

A presidente da LUNELLI Viviane Cecília Lunelli, disse sobre o painel do ecossistema: “Nossa missão sempre esteve fundamentada na sustentabilidade e práticas responsáveis. ‘Walk the Talk’ é um programa de comunicação para fomentar diálogos e ações em torno dos princípios de ESG, e estamos entusiasmados em trazer este evento para São Paulo, uma das cidades mais vibrantes e dinâmicas do Brasil”. que contou com especialistas e profissionais do setor.

Para os participantes, o evento mostrou as ideias e as melhores práticas relevantes sobre sustentabilidade ambiental e responsabilidade corporativa na moda e no mundo têxtil.

DESTAQUES:

“Na Lunelli, nossa abordagem para a escolha de materiais é guiada por um compromisso responsável e sólido, alinhado com as boas práticas nos campos ambiental, social, da inovação e econômico”, observa a presidente da Lunelli, Viviane Lunelli. Segundo a executiva, a prática se inicia por um olhar panorâmico “para dentro da própria empresa”, já que, para ela, é fundamental estabelecer boas práticas internamente antes de influência externa.

A qualificação dos fornecedores, conforme frisa Viviane Lunelli, é aspecto de extrema importância. “Ao longo dos mais de 20 anos de existência do nosso sistema de gestão ambiental, ganhamos intensamente na qualificação dos nossos parceiros ao longo da cadeia de suprimentos. Queremos estabelecer relacionamentos sólidos que se estendem desde a escolha da matéria-prima até a seleção dos ingredientes mais diversos que utilizamos em nossos processos”, afiança.

No que diz respeito ao parque fabril, foram implementados projetos de melhoria contínua. Isso inclui a otimização da matriz energética e a utilização eficiente de recursos, como trocadores de calor para aproveitar a energia térmica e reduzir o consumo de gás natural ou madeira nas caldeiras. “Também investimos em tecnologia, como a utilização de iluminação LED em vez de lâmpadas convencionais, uma mudança que, mesmo parecendo simples, contribui significativamente para a nossa pegada ambiental”.

No que se refere aos insumos, a presidente da Lunelle frisa que há desafios específicos, como a disponibilidade limitada de viscose no Brasil. “Para superar isto, fomos pioneiros ao utilizar viscose certificada da Lenzing, garantindo a rastreabilidade das florestas utilizadas em nossos processos. Além disso, buscamos algodão orgânico certificado pelo BSI para promover práticas sustentáveis em nossa cadeia de suprimentos”, destaca.

No dia a dia, essas práticas se tornam parte integrante da cultura empresarial na Lunelli, assegura a executiva. “Desde a coleta selecionada, que é uma prioridade em todas as nossas 14 unidades produtivas (13 no Brasil e uma no Paraguai), até outras iniciativas, percebemos a força que reside na organização desses processos. A coleta seletiva, em particular, sempre foi um valor essencial para nós, demonstrando nosso compromisso contínuo com a sustentabilidade em todas as áreas da nossa empresa”.

Camila Zelezoglo, coordenadora de Sustentabilidade e Inovação da Abit - Associação Brasileira da Indústria Têxtil e Confecção, destaca o notável potencial de transformação da cadeia têxtil. Ela ressalta a importância de considerar o uso da terra e dos recursos naturais nesse processo. “Enquanto a indústria de saúde, higiene pessoal, construção civil e outros setores têm sua relevância, ao olharmos especificamente para o setor de fabricação, é evidente que estamos lidando principalmente com a intensidade de mão-de-obra e com os resíduos gerados durante o corte dos tecidos na confecção”, destaca. Para a executiva, o fato leva a considerar que cada segmento da indústria possui seus próprios aspectos ambientais, que podem variar em função da intensidade do uso de recursos e energia.

Na visão da representante da Abit para o tema da Sustentabilidade, é crucial que se volte a atenção para todos os elos dessa complexa cadeia produtiva. “Um dado importante a ser destacado é a alta informalidade que permeia o nosso setor, estimando-se que cerca de 30% da distribuição esteja envolvida nesse contexto. Quando falamos em 30% de informalidade na distribuição, é muito provável que haja também uma informalidade significativa na produção”, observa. Este é, para ela, um dos maiores desafios enfrentados, não apenas no Brasil, mas também no âmbito global, quando se trata de avançar e aprimorar nossa cadeia de produção têxtil.

Hiago B. Martins, administrador da Lavanderia Cristal, ressaltou que a busca pela eliminação total de resíduos de produtos químicos perigosos é uma prioridade absoluta na empresa. “Estamos constantemente aprimorando nosso processo industrial, e isso não se limita apenas à aplicação desses princípios nas peças que fabricamos”. Segundo ele, a sustentabilidade é entendida como parte integrante da infraestrutura da fábrica. A novidade, neste sentido, é que a Lavanderia Cristal, há três meses, obteve a aprovação para implementar um sistema de reciclagem no processo industrial.

“Até então, o lodo resultante do tratamento era destinado a um aterro sanitário, representando um passivo ambiental que impacta diretamente o meio-ambiente. No entanto, há aproximadamente cinco anos, lançamos um projeto ambicioso de reciclagem desse material”. Hoje sapo destinadas entre 15 a 20 toneladas de lodo proveniente do tratamento para uma olaria local, situada a cerca de cinco quilômetros da empresa. “Ali, todo esse material é transformado em algo extremamente importante: argila vermelha que se transforma em tijolos. Assim, fechamos o ciclo e contribuímos para um processo completamente sustentável”, revela.

“Acreditamos firmemente que a verdadeira sustentabilidade não se limita a apenas alguns produtos do nosso portfólio. Ela deve percorrer toda a nossa linha de produtos, englobando todo o nosso portfólio”, afirma o executivo da Lavanderia Cristal.

Paulo Roberto Sensi Filho, diretor comercial do grupo EuroFios, ressalta a importância de uma abordagem renovada no processo de design e fabricação de produtos, com foco na criação de itens alinhados com o conceito de Eco-Design. Ele enfatiza a necessidade de garantir que, ao final de sua vida útil, os produtos possam ser facilmente reciclados e apreciados pelo consumidor final.

O executivo da EuroFios observa que, ao conceber uma peça, é fundamental considerar desde o início como ela será reciclada no futuro. “Isto é o verdadeiro eco-design, pensando não apenas na sua produção, mas também no seu ciclo de vida após o consumo”. Sensi Filho reconhece que o grande desafio não está apenas no pós-consumo, mas também em encontrar maneiras de transformar resíduos pós-consumo em produtos atraentes que os consumidores desejam, evitando que os produtos se tornem obsoletos.

Para alcançar isso, ele enfatiza a importância de uma abordagem sistêmica, envolvendo todos os stakeholders, incluindo desenvolvedores, estilistas, fabricantes e processos de produção. É essencial estabelecer uma comunicação clara e aberta para entender todo o ciclo de vida dos produtos desenvolvidos e identificar oportunidades para aplicar materiais sustentáveis ao longo desse processo. “Isto é fundamental para promover a sustentabilidade e a economia circular na indústria”, finaliza Sensi Filho.

A mediação do talk foi da Flávia Feliz da We.Flow, uma Empresa B que oferece consultoria e treinamento em ESG e liderança regenerativa, especialistas em certificação B.

Os próximos eventos

17 de outubro - SOCIAL EXTERNO - Relação da indústria com a comunidade e o investimento social

em Maracanaú no Ceará com o Grupo de Mulheres do Brasil, BG Soluções Sociais e Vicunha.

31 de outubro - SOCIAL INTERNO - Boas práticas para um excelente lugar para se trabalhar

em Curitiba no Paraná com Gustavo Arns e ABRH PR.

na redação  Yuko Suzuki e Eleni Kronka com a participação presencial no evento

CENÁRIO MACROECONÔMICO

worldfashion • 05/10/23, 15:21

O evento sobre o Panorama Econômico aconteceu na sede da ACI (Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom, Estância Velha e Dois Irmãos) em Novo Hamburgo/RS, e contou com apresentações do gerente de investimentos da Sicredi Pioneira Arthur Müller, do gerente de vendas da Monte Bravo Eduardo Correia e do doutor em Economia e consultor setorial Marcos Lélis.

Abrindo o encontro, Müller destacou o cenário internacional e os seus impactos na economia brasileira. Segundo ele, as exportações brasileiras vêm sendo impactadas pelas altas taxas de juros, principalmente nos Estados Unidos e na Zona do Euro, uma inflação persistente provocada pela guerra entre Ucrânia e Rússia e a desaceleração da economia mundial, principalmente da China. “Neste cenário, alguns poucos setores conseguem despontar no nível internacional”, disse. No cenário, as projeções da Sicredi apontam para um crescimento de 3,1% no PIB brasileiro em 2023. Já para 2024 a projeção é de crescimento bem menor, de 1,5%.

Na sequência, Correia falou sobre a variedade de investimentos em renda física, destacando a importância de diversificar os aportes para diluição de riscos. Segundo ele, ainda que o cenário seja um tanto nebuloso, o Brasil deve crescer ao longo do ano, com graduais cortes nas taxas de juros da Selic. Até o final do ano, a expectativa é de que a SELIC chegue a 11,75% - hoje está em 13,25%. Para 2024, a estimativa é de uma taxa na faixa de 9%.

Calçados

Na última apresentação, Lélis discorreu sobre os setores de calçados, couros, móveis e automotivo. Com uma produção que cresceu 0,9% nos comparativos entre janeiro e julho deste ano com o mesmo período do ano passado, a indústria calçadista lentamente recupera as perdas registradas durante a pandemia de Covid-19. “O setor deve chegar aos níveis de 2019 somente em 2025”, projeta. Segundo o economista, diferentemente de 2022, quando as exportações puxaram a produção, em 2023 o motor do crescimento tem sido o mercado interno. “O cenário internacional está mais complicado para o setor. Em 2022, a China praticamente sumiu do mercado, em função das rígidas políticas de Covid Zero e também pelo aumento no valor dos fretes, que os impediu de exportar para mercados mais distantes. A indústria calçadista brasileira acabou sendo beneficiada por esse cenário, no qual também foi somada a valorização do dólar sobre o real, o que deixou os preços mais competitivos para exportação”, conta. Para este ano, conforme projeção da Abicalçados, a produção deve crescer entre 1% e 1,7%, ao passo que as exportações devem cair entre 6,7% e 9,1% em relação a 2022.

Móveis

Já o setor moveleiro, segundo Lélis, viu sua produção encolher 1,9% entre janeiro e julho, no comparativo com o mesmo período de 2022. “A indústria de móveis está muito mais atrelada à questão do crédito e dos investimentos imobiliários, que estão travados”, avalia. Neste cenário, segundo Lélis, é projetada uma banda de crescimento de 0,9% até uma queda de 2,4% na produção, dependendo muito do comportamento da construção civil até o final do ano. Já as exportações do segmento devem registrar uma queda entre 36,4% e 39,3% em 2023.

Automóveis

O setor automobilístico mundial, que perdeu 1,9% de sua produção no ano passado (produzindo 61,6 milhões de veículos), vem em recuperação, embora lenta. Segundo Lélis, entre janeiro e julho, a produção do setor cresceu 1,98% em relação ao mesmo período do ano passado. “

Couros

Por fim, Lélis detalhou a produção de couros no Brasil. Segundo ele, muito atrelada ao crescimento da China, maior comprador internacional do setor, a indústria de curtumes deve crescer em 2023, embora tenha uma margem de queda. A banda pessimista aponta para um revés de 1,2%, enquanto a otimista para um crescimento de 2,3%.

A realização do Panorama Econômico foi da Assintecal e contou com os apoios da Monte Bravo, Sicredi Pioneira e Unisinos.

da redação com informações da DCR - Assessoria de Imprensa

Calçados infantil

worldfashion • 03/10/23, 13:49

A Calçados Bibi, marca pioneira no mercado infantil, é presença confirmada na primeira edição da Brazilian Footwear Show - BFSHOW. A feira será realizada de 21 a 23 de novembro, em Porto Alegre, no Centro de Eventos da Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs).

A feira é uma iniciativa, promovida pela Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados) e organizada pela NürnbergMesse Brasil, e a Bibi irá apresentar aos compradores nacionais e internacionais a coleção Inverno 2024.

A BFSHOW é considerada uma vitrine do calçado brasileiro, e apresenta oportunidades de conexão para que os compradores encontrem a diversidade e qualidade de calçados femininos, masculinos, infantis e esportivos de diferentes portes e polos produtivos, que irão apresentar os diferenciais da indústria calçadista nacional, e segundo a organização, são esperados mais de 10 mil visitantes.

“A Bibi escolheu a BFSHOW para participar e efetuar o lançamento da coleção Inverno 2024

para o canal multimarca e alguns importadores da região.

Esta será a primeira edição, mas estamos

junto com o setor calçadista que fez uma pesquisa em parceria

com as indústrias e outros canais,

buscando viabilizar um novo formato de feira, que será em Porto Alegre,

além de trazer melhorias para a logística das marcas participantes e dos visitantes.

Diante de tudo isso, estamos com boas expectativas para darmos início à divulgação

da nossa nova coleção voltada para crianças de 0 a 9 anos.

Assim, buscamos colocar em prática o nosso propósito de fazer o bem,

auxiliando o desenvolvimento infantil por meio de produtos com conforto e qualidade”,

ressalta a presidente da marca, Andrea Kohlrausch.

A iniciativa contará com duas edições anuais, e a segunda Brazilian Footwear Show - BFSHOW está marcada para os dias  21 a 23 de maio de 2024, para o lançamento das coleções de primavera/verão 2025, dessa vez em São Paulo, no Transamérica Expo Center, localizado na capital paulista.

Atualmente, a Bibi conta com mais de 150 lojas espalhadas pelo mundo, sendo 20 delas localizadas em países da América Latina. Com dois parques fabris localizados em Parobé, no Rio Grande do Sul, e Cruz das Almas, na Bahia, a marca produz mais de 2,6 milhões de pares de calçados por ano. Destes, cerca de 20% são destinados à exportação para mais de 60 países nos cinco continentes. A Bibi também tem uma forte atuação no canal de e-commerce própria e em mais de 3 mil lojas multimarcas em diferentes regiões brasileiras.

Promover o desenvolvimento natural e saudável para o público de 0 a 9 anos é uma das premissas básicas da Calçados Bibi. A marca é pioneira e líder em desenvolver produtos a partir de pesquisas e estudos científicos. Conquistou reconhecimento do setor a partir do desenvolvimento dos calçados atóxicos, fisiológicos e da tecnologia da exclusiva palmilha Fisioflex Bibi, que proporciona a sensação de andar descalço. Com o propósito de fazer o bem, um passinho por vez, a Bibi, fundada em 1949 e referência no mercado de calçados infantis, visa o incentivo às práticas sustentáveis, o estímulo ao desenvolvimento saudável das gerações futuras, e o cumprimento das suas responsabilidades sociais para a construção de um mundo melhor.

A empresa é a primeira calçadista certificada pelo Selo Diamante de Sustentabilidade, que atesta o compromisso com as iniciativas nos processos industriais, bem como o desenvolvimento de ações em sintonia com os pilares estabelecidos pelo programa de Origem Sustentável: Ambiental, Econômico, Cultural e Social.

da redação com informações da DFREIRE Comunicação e Negócios

FIAÇÃO - The LYCRA Company

worldfashion • 25/09/23, 15:55

A empresa líder global no desenvolvimento de soluções de fibras e tecnologias duráveis, sustentáveis e inovadoras para as indústrias de vestuário e cuidados pessoais, anunciou a publicação de sua segunda atualização anual do programa Planet Agenda, e seu scorecard de pontuação de sustentabilidade global para o ano de 2022. Esses documentos relatam o progresso da empresa em direção às suas metas de sustentabilidade para 2030 anunciadas na publicação do ano passado.

Planet Agenda é o nome do programa de sustentabilidade da The LYCRA Company que abrange todos os aspectos do seu negócio e é construída sobre três pilares: sustentabilidade de produto, excelência na fabricação e responsabilidade corporativa. Os objetivos de sustentabilidade apontados nestes documentos estão organizados em torno desses três pilares e alinhados com cinco dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas. Esta atualização relata o desempenho de 2022 em relação às metas para 2030.

“Os compromissos do Planet Agenda guiam nossa evolução ao mesmo tempo em que nos esforçamos para contribuir para as ações de sustentabilidade das indústrias de vestuário e cuidados pessoais, oferecendo produtos que acrescentam valor e conservam recursos em todos os níveis da cadeia produtiva”, disse Steve Stewart, líder de Brand e Inovação da The LYCRA Company. “Estamos orgulhosos com nossos avanços na busca das metas para 2030. Ao mesmo tempo, reconhecemos que os desafios que a nossa indústria enfrenta são grandes e só poderemos enfrentá-los trabalhando em conjunto com os nossos clientes, fornecedores e parceiros.”

Os destaques da Atualização do Planet Agenda 2022 incluem novidades sobre inovações para moda sustentável que oferecem benefícios de durabilidade com insumos reciclados e renováveis; também traz informações sobre uma redução notável nas emissões de gases de efeito de estufa, impulsionada pela unidade fabril da empresa em Maydown, na Irlanda do Norte, que converteu seu consumo de energia elétrica para fontes renováveis com Certificados de Atribuição de Energia (EACs); e também trada dos três centros fabris da empresa que alcançaram o desempenho de quartil superior verificado por terceiros no Higg Facility Environmental Module (FEM), com dois alcançando o mesmo nível no Higg Facility Social & Labor Module (FSLM).

“Vemos nosso Planet Agenda como um esforço compartilhado com os nossos clientes e parceiros, unidos na crença de que para ter um negócio saudável devemos ter um planeta saudável”, disse Jean Hegedus, Diretora de Desenvolvimento Sustentável na The LYCRA Company. “A nossa tradição de trabalhar em conjunto com os nossos clientes e parceiros, juntamente com a necessidade urgente de colaboração em toda a cadeia de valor, inspiraram o tema da Atualização da Agenda Planeta 2022: Juntos, vamos mais longe.”

Para baixar uma cópia da Atualização do Planet Agenda 2022 ou do Scorecard de Sustentabilidade Global 2022, entre no: lycra.com/update.

Sobre: A The LYCRA Company inova e produz soluções em fibra e tecnologia para as indústrias da moda e cuidados pessoais. Com sede em Wilmington, Delaware, a The LYCRA Company é reconhecida mundialmente por seus produtos inovadores, soluções sustentáveis, conhecimento técnico e suporte de marketing inigualável. A The LYCRA Company é proprietária das marcas líderes de consumo: LYCRA®, LYCRA HyFit®, LYCRA® T400®, COOLMAX®, THERMOLITE®, ELASPAN®, SUPPLEX® e TACTEL®. O legado da The LYCRA Company remonta a 1958, com a invenção do elastano original, a fibra LYCRA®. Hoje, a empresa se concentra em agregar valor aos produtos de seus clientes, desenvolvendo inovações exclusivas, projetadas para atender às necessidades de conforto e desempenho dos consumidores.

da redação com informações da Hey B imagem: divulgação

V.LAUNDRY by VICUNHA

worldfashion • 20/09/23, 10:19

Com o objetivo de impulsionar o desenvolvimento sustentável, dedicado à pesquisa e desenvolvimento de tecnologias e soluções para a indústria têxtil, estimular negócios e transformar o estado do Ceará e o Brasil num polo mundial do setor têxtil, a Vicunha construiu dentro das instalações fabril uma área de 2.300 m2 denominada V.LAUNDRY, com  equipamentos de última geração, sob a coordenação da Helen Gomes e uma equipe de especialistas, como Olívio Augusto design gráfico, Gabriel Barreto responsável da MYR, Bruno Lopes da comunicação, para atingir o objetivo de liderar a transformação do setor no país.

O hub de inovação contou com investimento de R$ 15 milhões e está equipado com softwares de prototipagem e vitrine que possibilitam desenvolver produtos e tornar os processos têxteis e de lavanderia cada vez mais inovadores e sustentáveis.

O espaço recebe os principais públicos de contato da companhia como clientes, estudantes, estilistas e profissionais do setor, proporcionando networking, experiências criativas e parcerias de valor nacionais e internacionais.

Sobre a Vicunha - empresa reconhecida mundialmente pelos elevados padrões de qualidade e sustentabilidade, é uma multinacional brasileira presente na América Latina, Europa e Ásia. Com 55 anos de mercado, é referência global em soluções jeanswear, atuando no segmento de tecidos denim e brim. Além de produtos inovadores, a empresa leva ao mercado inteligência para a customização de serviços em tendências de moda, sustentabilidade, design e lavagens. É isso que faz da Vicunha uma empresa one stop shop, modelo de negócio que possibilita atender as necessidades dos clientes em um só lugar, ajudando a aumentar sua competitividade com soluções integradas. Celebrando a multiplicidade de um mundo em constante evolução, a Vicunha tem como propósito estimular a cultura do jeanswear, para que cada pessoa no mundo encontre seu jeansidentity.

EVENTO - FEBRATEX SUMMIT 2023

worldfashion • 28/08/23, 15:37

A 2ª edição do Febratex Summit, promovida pelo Febratex Group, foi realizado nos dias 23 e 24 de agosto, na Vila Germânica, em Blumenau, Santa Catarina. O evento propôs - INFORMAÇÃO, INOVAÇÃO E INSPIRAÇÃO, para os profissionais da indústria e varejo da cadeia têxtil, (sentimos a ausência do grande público das empresas), para absorver conhecimento e informações nacionais e internacionais sobre sustentabilidade, circularidade, redução de resíduos, neutralidade carbônica, digitalização de processos, rastreabilidade e etc… As metas do ODS (Objetivos Desenvolvimento Sustentável) criado em 2015 na Assembleia Geral da ONU para 2030 são 17 e o objetivo ODS 9 - visa construir infraestruturas resilientes, promover a industrialização inclusiva e sustentável e formentar a inovação. O aumento do acesso das pequenas indústrias e outras empresas particularmente em países em desenvolvimento, aos serviços financeiros, incluindo crédito acessível e sua integração em cadeias de valor e mercados.

Entendemos que todo ser humano que nasce, tem duas necessidades prioritárias: comer e vestir, assim os segmentos do mercado têxtil é de extrema importância, e tem o compromisso de agilizar os processos de sustentabilidade, transparência e rastreabilidade,  para os consumidores, que já estão atentos aos produtos que estejam alinhados para o bem do planeta que vivemos.

Foram mais de 54 horas de conteúdos exclusivos à indústria têxtil, de confecção e varejo, divididas em mais de 76 palestras de conteúdos relevantes para a indústria e comércio têxtil.

“A 2ª edição do Febratex Summit possui um formato totalmente diferente.

O evento buscará promover conhecimento e difundir informações

sobre sustentabilidade e inovação para indústria têxtil,

além de apresentar soluções que empresas expositoras

trarão para promover a prática de negócio

com foco nos três pilares: Inovação, Business e Sustentabilidade”,

disse Giordana Madeira, diretora do evento.

Na Arena Principal informações e reflexões mais aprofundadas, apresentadas em painéis por palestrantes nacionais e internacionais, que compartilharam conhecimento e práticas que estão aplicando.

O evento contou também com dois espaços de talks, onde os expositores, apresentaram suas soluções com foco em inovação e sustentabilidade.

Na abertura, a diretora executiva do Febratex Group, Giordana Madeira, destacou a importância de promover um evento que tenha como objetivo discutir os rumos da indústria têxtil brasileira e a posição dela no desenvolvimento global. Ressaltou ainda que o Febratex Summit é a concretização de um sonho que nasceu a partir da necessidade de oferecer um espaço de reflexão sobre toda a cadeia do vestuário.

“O Summit é um evento inédito, com foco em inovação e sustentabilidade,

um evento disruptivo com a marca da Febratex.

Estar aqui hoje é uma prova de que os obstáculos

foram superados e ver o evento acontecendo

como idealizamos é um sonho realizado,

o sonho de promover a indústria têxtil brasileira

pelo mundo como uma indústria transparente,

ética e comprometida

com o desenvolvimento sustentável”,

completou Giordana Madeira.

LIXO ZERO

O Febratex Summit pretende se tornar o primeiro evento da América Latina a receber a certificação Lixo Zero e o tema foi destaque na palestra “Lixo Zero:  um caminho para potencializar a sustentabilidade do seu negócio - Euro Ambiental e Karsten”.  A certificação Lixo Zero é concedida para eventos ou empresas que conseguem encaminhar corretamente mais de 90% dos resíduos gerados.

A Karsten, empresa do segmento têxtil de Blumenau,  conseguiu reciclar  90,73% dos resíduos gerados e conquistou o selo no mês de agosto.  Para Gabriel Cristofolini, CEO da Euro Ambiental, empresa referência no segmento de soluções ambientais para a indústria têxtil, existem muitos desafios para sensibilizar e conscientizar as pessoas. “Estamos vivenciando a cultura do desperdício, de comprar e jogar fora”, explica. Ao final da palestra, Gabriel também realizou a entrega oficial do Selo Lixo Zero para a Karsten.

CADEIA TÊXTIL

Oportunidades e desafios da moda para o avanço do desenvolvimento sustentável  foram debatidas por Alexander Rose (ONU), Edmundo Lima (ABVTEX), Eduardo Ferlauto (Lojas Renner) e Regina Durante (Lojas Renner), com mediação de Amélia Malheiros (Fiesc). Rose falou sobre a agenda ESG, do Pacto Global estabelecido pela ONU, conjunto de práticas criadas com o objetivo de orientar as empresas para ações mais sustentáveis. A missão é compartilhada pela Abvtex, que reúne grandes varejistas, todos com o objetivo de tornar a cadeia produtiva mais sustentável. Uma das ações da associação busca dar formação para varejistas e para a cadeia produtiva na temática do clima. As Lojas Renner também demonstraram o compromisso com transparência e sustentabilidade e a necessidade de colaboração de todas as partes da cadeia envolvidas.

CONEXÃO

Sustentabilidade e tecnologia na indústria têxtil foram os principais assuntos da palestra “Malharias do futuro: uma nova visão para conectar pessoas, empresas e estratégias mais inovadoras e sustentáveis na indústria têxtil”. O painel mediado por Giordana Madeira, do Febratex Group, comparou as realidades do Brasil e Portugal no ramo têxtil e abordou os desafios de inovar através de uma conversa entre André Klein, CEO da Dalila Ateliê, e Ricardo Silva, CEO da empresa portuguesa Tintext Textiles. Silva ressaltou a importância de aliar a tecnologia com o trabalho humano para garantir a qualidade dos processos e da entrega dos produtos dentro de uma empresa. “O nosso caminho nos últimos dois anos é claramente a digitalização. Quebrar o uso do papel, quebrar os processos, automatizar o máximo possível as operações desnecessárias, mas ressaltar a interação humana”, destacou o CEO.

CIRCULARIDADE

Fábio Viana Barbosa, diretor do setor de malhas e tecidos, da Semear Têxtil, compartilhou experiências sobre economia circular, no talk “Semear Ecotêxtil: Como ela impacta o mundo da moda sustentável”. Barbosa reforçou a necessidade das marcas  buscarem a sustentabilidade como um diferencial para os clientes. Como exemplo, trouxe desfiles 100% sustentáveis e exposições internacionais de roupas de tecidos fornecidos pela Semear Ecotêxtil.

Um dos temas mais debatidos no Febratex Summit é a circularidade na indústria têxtil e todas as suas perspectivas. O diretor de operações da Eurofios, Adilson Moura, apresentou possibilidades de investimento em sustentabilidade por meio da gestão de resíduos no talk “Circularidade através da reciclagem têxtil”. Moura destacou a importância de fazer esse gerenciamento, uma vez que o planeta já está em um nível crítico de consumo de recursos não renováveis e que a estimativa é de que a população global, que já é de 8 bilhões de pessoas, siga crescendo até 2050.  “É necessário e possível migrar do modelo linear de produção - extrair, transformar e descartar - para um modelo circular, estabelecendo um novo relacionamento com bens e materiais, aumentando e longevidade dos recursos e criando modelos de negócios sustentáveis”, afirmou.

INTERNACIONAL

A estratégia da União Europeia em prol da sustentabilidade e circularidade dos têxteis foi tratada em um talk do diretor geral do CITEVE, Braz Costa. Ele deu detalhes sobre o Green Deal, por meio do qual a Europa se propôs a ser o primeiro continente climaticamente neutro até 2025. Na opinião de Costa, a cadeia têxtil tem grandes responsabilidades no que tange ao uso da água, produtos mais duradouros, reciclados e reutilizados. “Acredito que a Europa está estabilizando o consumo. Porém, na África, Ásia e América Latina o consumo ainda tem tudo para crescer”, observa. Segundo ele, o setor têxtil está entre os setores estratégicos da economia europeia, ou seja, encontra-se no centro da estratégia industrial da União Europeia. Portanto, a Comissão Europeia estabeleceu a Estratégia Europeia para os Têxteis Sustentáveis e Circulares, com um conjunto de princípios a serem seguidos relacionados à sustentabilidade, regulação de resíduos, eficiência energética, entre outras medidas. As regras aplicam-se também a quem vende para a Europa.

A palestra  “Negócios mais sustentáveis: da produção de malha ao mercado da moda” abordou discussões sobre  a redução de resíduos de forma natural, com foco no sistema de biotecnologia para criação de tecidos e a busca e a captura de gás carbônico. Amanda Parks, responsável por Inovação na Pangaia, indústria têxtil portuguesa, destacou a grande preocupação da marca. “Estamos tentando reequilibrar nosso relacionamento com a natureza para um planeta onde humanos e a natureza prosperam”, pontua.

PROCESSOS

A palestra “A bioeconomia nos têxteis: caminho crítico para a neutralidade carbônica”, liderada por Braz Costa, diretor geral da CITEVE, destacou que atualmente 70% dos produtos têxteis são feitos de poliéster e nylon.”O caminho da indústria sustentável é um caminho longo e que ainda precisa avançar nos quesitos de tecnologia para melhorar a sustentabilidade da cadeia. É um caminho longo, mas possível de alcançar. E para isso, todos precisam ter em mente que sem carbono não há vida, por isso falamos em desfosilização. Atualmente a estratégia que a moda deve se embasar para tornar a descarbonização uma realidade para todos. O Brasil possui a maior biodiversidade do Mundo, por isso é preciso que a indústria no geral pense em como reutilizar o que já temos disponível na natureza”, declara.

INOVAÇÃO E TECNOLOGIA

A digitalização do vestuário já é realidade para o setor têxtil no Brasil. O caso das Lojas Renner, que digitalizou 40% de sua coleção feminina  da marca “Get Over”, foi apresentado por Janete Marquardt e Akihito Hira. O processo começou com a digitalização corporal. ’Depois de passado esse desafios, entendemos que tínhamos ferramentas no Brasil que possibilitariam ao designer uma pré-visualização das peças’, apontou Janete. ’O 3D ainda é novo. Talvez no futuro quem utilizará essa tecnologia será um 3D designer e não um estilista ou modelista” apontou Katia Susuki, da CLO Virtual Fashion, empresa sul-coreana especializada em 3D. Alguns  resultados dessa digitalização das Lojas Renner foram a redução em 50% na quantidade de amostras produzidas e redução de 25% do tempo de desenvolvimento do produto. ’Não temos como eliminar a amostra física, mas vimos que é possível diminuir o uso de recursos e resíduos. Entre 30 e 35 kg de material estão sendo economizados em desenvolvimento apenas na coleção Get Over’ observou Hira.

DIGITALIZAÇÃO

Por fim, o talk ’A transformação digital da indústria da moda: como se adaptar ao mundo do omniconsumidor’ discutiu sobre as mudanças na indústria da moda com a geração alpha e Z. Tatiane Eleni da Silva, head de ofertas da  Totvs Moda apontou a necessidade de uma operação omnicanal, ou seja, ágil e prática, apostando no ESG. ’É uma geração que está disposta a pagar mais caro desde que ela tenha uma identidade com aquela marca”, afirma a especialista.

SUSTENTABILIDADE

“Construindo moda sustentável”, apresentada por Tiago Peixoto, CEO da Cataguases e Taciana Abreu, head de Sustentabilidade do Grupo Soma, os palestrantes revelaram que a sustentabilidade está presente no DNA de ambas as marcas e que buscam diariamente construir uma moda mais sustentável. “Precisamos lembrar que a moda está no topo do ranking das indústrias mundiais mais poluentes, por isso, reforçamos a importância das marcas se unirem e se conectarem através da sustentabilidade. Somos responsáveis e buscamos sempre o jeito certo de fazer”, conta Taciana.

E o que une essas duas empresas? Promover a sustentabilidade na indústria têxtil. “A nossa atenção e cuidado vão desde a produção, colheita do algodão orgânico e brasileiro, até a entrega do produto final às lojas. Por fim, precisamos lembrar que a sustentabilidade vem da cadeia e do sistema têxtil como um todo, ou seja, desde a matéria-prima até o varejo, tudo isso, unido com a totalidade da cadeia”, finaliza Peixoto.

SEGMENTOS TÊXTEIS

“Transparência e rastreabilidade, do campo ao varejo”, foi o tema do talk que reuniu C&A, Emphasis, Vicuna, Grupo Busato e Abrapa. Silmara Ferraresi, da Abrapa, apresentou o programa Sou de Algodão, movimento que tem o objetivo de despertar uma consciência coletiva em torno da moda e do consumo responsável e falou sobre o interesse da população brasileira por sustentabilidade, com um índice de 60% dos consumidores afirmando que deixariam de comprar de empresas que não demonstram  uma postura ética. Júlio Cézar Busato, do Grupo Busato, destaca que os produtores brasileiros de algodão produzem três vezes mais do que a necessidade do mercado interno.  Cyntia Kasai, da C&A, afirma que a empresa possui uma estratégia e o compromisso diário de produzir moda com impacto positivo, envolvendo todos os fornecedores e parceiros. Uma das primeiras empresas a conquistar a certificação da ABVTEX, a Emphasis sempre teve uma forte ênfase na sustentabilidade social, sobretudo por ser uma empresa familiar. A representante da Vicuna ressalta que sempre deu prioridade para o algodão com certificação e que a rastreabilidade é fundamental para a empresa.

Marcelo Lobo, da C&A, falou sobre experiências práticas de sustentabilidade no talk “Sustentabilidade é um negócio sustentável?” Segundo Lobo, é preciso agir com inteligência, justiça, agilidade e transparência. Ele também ressalta que a C&A foi premiada com o Eco AMCHAM, que reconhece empresas indutoras de boas práticas e  destaca casos e projetos exemplares de sustentabilidade no Brasil. O talk ainda tratou da circularidade como objetivo e das certificações como meio para ajudar no conhecimento da matéria prima e rastreabilidade, por exemplo.

TALKS

- O relatório de sustentabilidade é uma forma da empresa tomar consciência das suas práticas e saber o que precisa ser alterado para melhorar a relação da organização com o meio-ambiente. Esse foi o assunto do talk “A relevância do relatório de sustentabilidade para a construção de uma cultura orientada para valores na Capricórnio Têxtil”, apresentado pelas profissionais da empresa Gabryella Mendonça, supervisora de sustentabilidade, e Ana Valadares, analista de sustentabilidade. Para construir o relatório, a primeira etapa foi uma rodada de entrevistas com os stakeholders. Por último, foi construída uma matriz de materialidade, reunindo as respostas de todos os stakeholders. O tema mais citado foi o de uso e gestão de água na empresa. Com base nessa matriz, a empresa construiu uma série de projetos para suprir esses e outros temas materiais, melhorando as práticas da empresa em relação ao meio ambiente.

- Sustentabilidade é jornada, não destino. Este foi o tema do talk apresentado por Suelen Joner, da Arezzo&CO. Na visão dela, sustentabilidade é sobre pessoas, relacionamento humano e empatia. ’E não é apenas para empresas grandes, é para todos’, frisou. Mas, por onde começar? ’Conheça seu público, foque no que é importante (analise o setor, analise índices e protocolos setoriais, matriz de materialidade), reduza riscos e potencialize suas fortalezas.

- Transformar o que é essencial em um diferencial foi o tema do talk “Botões & Moda Sustentável: O que é essencial, se torna diferencial”. Guilherme Selhorst, diretor da Brasil Botões, explica que a sustentabilidade ambiental é o foco da empresa. “Somos uma parte da cadeia. Nosso objetivo é  o desenvolvimento dos produtos com qualidade e aplicabilidade” afirma. Ele observa ainda que a empresa busca reduzir insumos, dar um novo ciclo aos produtos e reciclar materiais para criar botões sustentáveis, a partir de parcerias com empresas de economia circular.

- Qual a importância das certificações para a sustentabilidade e rastreabilidade para o setor têxtil? Esse foi o tema do talk de Gabriela Rodrigues, da Control Union. Ela explica que a rastreabilidade e cadeia de custódia verificam o caminho do material de entrada até o produto final, garantindo a veracidade do processo. “É comprovado que todas as etapas da cadeia tomaram as medidas necessárias para rastrear a matéria-prima à medida em que se move da fonte até o produto final. As empresas precisam das certificações para validar e comunicar à sociedade sobre a sustentabilidade dos seus produtos e serviços, ou seja, as certificações são grandes aliadas no que se relaciona à sustentabilidade mundial”, conclui

- Já pensou em poder ver o modelo, tamanho e até a cor de uma peça de roupa ou algum objeto, sem precisar da peça física? A digitalização de produtos foi o assunto do talk “A importância de materiais digitais de alta qualidade em pipeline 3D”, apresentado por Paulo Salgado, CEO da SampLess. Durante a conversa, ele ressaltou que essa prática de digitalização em 3D torna possível apresentar os produtos de uma empresa para seus clientes sem precisar de uma versão física da peça, com praticidade e agilidade.

- A SC Gás também participou do evento mostrando as novidades sobre a aplicação de Gás Natural para o transporte e cargas pesadas com o talk “Aplicações do GNV em veículos de transporte de cargas – rumo à descarbonização”. Ronaldo Lopes, engenheiro da SC Gás, destacou os benefícios do uso do gás natural do  ponto de vista ambiental e  econômico. Ele também apresentou o projeto “Corredores Azuis”  que visa ampliar a infraestrutura de abastecimento de gás natural ao longo das principais rodovias do Brasil.

Lixo Zero no Febratex Summit

O Febratex Summit se destacou ainda mais na segunda edição. O evento trabalhou intensamente para se tornar o primeiro da América Latina a receber a certificação Lixo Zero, reforçando o compromisso com a sustentabilidade.  Giordana explica que a certificação Lixo Zero é concedida para eventos ou empresas que conseguem encaminhar corretamente mais de 90% dos resíduos gerados. “O selo reconhecido globalmente é concedido a partir de práticas exemplares para minimizar o desperdício, reduzir a poluição e promover a economia circular e soluções ambientalmente responsáveis em todas as etapas da cadeia produtiva. Estamos muito felizes em participar desse processo,  pois desde a primeira edição buscamos promover a sustentabilidade no segmento têxtil e  também desenvolver uma indústria de eventos mais sustentável”.

A iniciativa do Febratex Summit é liderada pela Euro Ambiental, empresa referência no segmento de soluções ambientais para a indústria têxtil. “A certificação Lixo Zero do Febratex Summit não se limita apenas ao evento em si, mas também abrange a participação de expositores, fornecedores e visitantes”, conta Giordana.

A busca pela certificação Lixo Zero demonstra o comprometimento do Febratex Group em liderar um exemplo e inspirar outras empresas e eventos a adotarem práticas mais responsáveis em prol de um futuro sustentável para todos, transformando a indústria têxtil em uma força positiva para o meio ambiente.

Oferecimento e apoiadores

O evento conta com o oferecimento da Cidade de Campo Verde MT e a SC Gás; Patrocínio Master da Audaces, Coleção.Moda, Lectra e CLO Virtual Fashion e Patrocínio Advanced de Brasil Botões, Cataguases, Coratex, Dalila Têxtil, Epson, IZ Têxti, Molde.Me, Queen Co, Sampless, Semear Ecotêxtil, Senai SP, Senai CETIQT, Senai SC, Texneo, Totvs e Wiva Bordados. São empresas parceiras: Grupo Soma, Arezzo & Co e C&A, B2Mammy, BluIdeias e Convention Bureau de Blumenau.

A curadoria científica internacional do evento será feita pelo Citeve Tecnologia Têxtil.

O Febratex Summit também conta com o apoio da ABIT (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção), ABVTEX (Associação Brasileira do Varejo Têxtil), Sou de Algodão e SINTEX, (Sindicato das Indústria de Fiação, Tecelagem e do Vestuário de Blumenau).

A próxima edição do Febratex Summit já tem data marcada:
20 e 21 de agosto de 2025.

da redação  imagens do vídeo: foto/divulgação

MATÉRIA PRIMA - FIAÇÃO

worldfashion • 21/08/23, 15:50

Hoje 21 de Agosto de 2023, a Rhodia, empresa do Grupo Solvay, anuncia o desenvolvendo do primeiro portfólio de produtos químicos e têxteis com pegada de carbono neutralizada, seguindo sua estratégia de neutralização de emissões de suas operações e produtos.
O objetivo da empresa é acelerar a descarbonização de sua cadeia produtiva, em linha com os objetivos estabelecidos pelo programa Solvay One Planet de avançar em desenvolvimento sustentável, dando a contribuição da empresa para mitigação da crise climática enfrentada pelo planeta.
“Com esse portfólio, composto inicialmente por dois produtos, damos mais um passo na direção da neutralidade de carbono de nossas operações”, diz Daniela Manique, CEO do Grupo Solvay na América Latina e principal executiva da área global de negócios Coatis, responsável pelo desenvolvimento desse portfólio brasileiro de produtos neutros em carbono. A intenção da empresa é ampliar o portfólio ao longo dos próximos meses.
Químicos e têxteis neutros - Na área química, o primeiro produto a compor esse portfólio é o ácido adípico Rhodiacid®, um intermediário químico básico das cadeias produtivas de poliamidas, de poliuretanos base éster e plastificantes.
Tem aplicações em sistemas de poliuretanos, principalmente para a produção de solados de calçados, lubrificantes, plastificantes, adesivos, tintas e resinas, espumas flexíveis e rígidas, aplicações alimentares e de detergência.
O ácido adípico reage a hexametilenodiamina (HMD) formando o adipato de hexametilenodiamina, também chamado de sal nylon. O sal nylon é a matéria-prima da cadeia de fibras têxteis e industriais.
Ainda na área química, a empresa se prepara para o lançamento em breve de solventes oxigenados neutros em carbono, atendendo à demanda de segmentos de mercado tanto no Brasil quanto no Exterior.
Na área têxtil, o primeiro produto a integrar essa gama carbono neutro é fio têxtil de poliamida Amni® Carbon Neutral, para utilização em diversos segmentos da indústria do vestuário e da moda.
A Rhodia tem realizado nos últimos anos uma série de inovações na plataforma de desenvolvimento da poliamida têxtil Amni®, agregando sustentabilidade e funcionalidade aos benefícios já conhecidos da sua poliamida têxtil: tecnologia, conforto e easy care (fácil de usar e de manter).
Produtos certificados – A pegada de carbono desses produtos da Rhodia é certificada por terceira parte, externa à empresa. As emissões de CO2 remanescentes de cada produto são compensadas com a compra de créditos de carbono.
“Quando falamos em produto carbono neutro, estamos nos referindo ao escopo do berço ao portão. Isso significa que todas as emissões, desde a extração das matérias-primas até o portão de nossas fábricas, foram reduzidas por diversos projetos, depois contabilizadas e compensadas
com a aquisição de créditos de carbono de projetos relevantes de conservação de Meio Ambiente”,
diz Antonio Leite, Vice-Presidente da Unidade Global de Negócios Coatis, do Grupo Solvay.
Depois de um criterioso processo de seleção, feito pelas equipes de sustentabilidade, a Rhodia decidiu comprar os créditos de carbono de um projeto de reflorestamento no Brasil, realizado na Fazenda São Nicolau, em Mato Grosso (MT), cujo dono é o Office National des Forêts (ONF Brasil). Esse projeto está localizado na região do arco do desmatamento, onde a floresta amazônica nativa tem sido derrubada para a criação de gado e o cultivo de soja.
Segundo Paulo Pavan, Vice-Presidente de Inovação e Sustentabilidade da Unidade Global de Negócios Coatis do Grupo Solvay, a escolha desse projeto se deveu a diversos fatores que estão em linha com as políticas da empresa na área de Clima e Meio Ambiente, como descarbonização, promoção e conservação da biodiversidade, educação das comunidades, impacto social, econômico e cultural das pessoas e comunidades.
“Além de atuar no reflorestamento, esse projeto promove a conservação da biodiversidade, com a preservação de mais de 2000
espécies de fauna, sendo 800 espécies de vertebrados identificados (aves, anfíbios, répteis, mamíferos pequenos e grandes) e
mais de 500 espécies arbóreas. Também gera empregos para a comunidade local, sedia pesquisas científicas com
experimentos agroflorestais e silvipastoris, e mantém um programa de educação ambiental
para alunos da região. Permite, ainda, a exploração de madeira combinada com mata nativa,
perpetuando a captura de CO2″ diz Paulo Pavan.
Os créditos de carbono comprados pela Rhodia são gerados pelas atividades de reflorestamento da Fazenda e “armazenados” em um Poço de Carbono Florestal. Pelo projeto, já foram plantadas dois milhões e meio de espécies nativas. À medida que as mudas crescem, retiram carbono da atmosfera. Desde sua implementação até 2020 já haviam sido absorvidas quase quatrocentas mil toneladas de CO2. A previsão é que até 2038 esse número alcance um milhão de toneladas.
O projeto da Fazenda São Nicolau está registrado na entidade Verra - organização que gere o principal programa voluntário de créditos de carbono do mundo, o Programa Verified Carbon Standard (VCS), bem como outros programas socioambientais. Dessa forma, o projeto da ONF passa por auditorias periódicas de terceira parte, garantindo que as reduções de emissões sejam de fato adicionais, únicas e verificadas.
Embora neste momento esteja adquirindo créditos de carbono para compensar emissões remanescentes dos produtos desse portfólio, em paralelo, a Rhodia prossegue com projetos para redução das emissões de carbono de sua cadeia produtiva, garante Daniela Manique, CEO do Grupo Solvay na América Latina.
Ao longo das duas últimas décadas, a empresa realizou diversas ações nesse sentido. Uma das mais importantes foi a implantação de unidade de abatimento de gás de efeito estufa, em 2007, em Paulínia (SP), que contribuiu para a empresa alcançar o índice de redução de cerca de 95% de suas emissões naquele conjunto industrial.
“Somente no período de 2018 a 2022, por exemplo, reduzimos mais de 10% as emissões de gases de efeito
estufa nas unidades químicas e têxteis de Paulínia e Santo André, ambas em São Paulo”, diz Daniela Manique.
Esse avanço – segundo ela – também ocorreu por conta de outros projetos tais como a utilização de energia elétrica oriunda de biomassa, além de outros projetos de eficiência energética e troca de óleo para gás natural nas caldeiras da área de produção ocorrida há alguns anos.
Esse histórico de redução é condição imprescindível para que se possa usar créditos para o abatimento de emissões residuais, acrescenta Daniela Manique.
“Em outras palavras, não é uma questão econômica de comprar créditos de carbono e direcioná-los às emissões de um
produto A ou B, mas há que se demonstrar redução expressiva e consistente ao longo do tempo nas emissões de
escopo 1 e 2 combinadas, e só então a empresa se qualifica para “compensar o residual. Essa postura nos dá uma
vantagem competitiva para quem queira começar agora, pois haverá de começar comvultuosos investimentos
em tecnologia ou transição de matriz energética”, afirma Daniela.
Ao mesmo tempo, a Rhodia tem trabalhado com os principais fornecedores para a redução de emissões. Esses projetos são desafiadores em termos de tecnologia/oferta de mercado, e contribuirão para a neutralidade nos próximos anos.
“O desenvolvimento desse portfólio de produtos neutros em carbono é uma ação com o objetivo de ajudar no
combate à crise climática, que é um tema urgente da sociedade. E a compra de créditos de carbono gerados
por projetos de alta qualidade e confiabilidade para compensar emissões remanescentes desse portfólio
nos dá a oportunidade de fazer algo relevante aqui e agora para o planeta”, conclui Daniela Manique.


Sobre o Grupo Solvay
A Solvay é uma empresa de ciências cujas tecnologias oferecem benefícios em muitos aspectos da nossa vida cotidiana. Com 22.000 empregados em 61 países, a Solvay une pessoas, ideias e elementos para reinventar o progresso. O Grupo busca criar valor compartilhado sustentável para todos, principalmente por meio do programa Solvay One Planet, elaborado em torno de três pilares: proteger o clima, preservar recursos e promover uma vida melhor. As soluções inovadoras do Grupo contribuem para produtos mais seguros, limpos e sustentáveis, que podem ser encontrados em residências, alimentos e bens de consumo, aviões, carros, baterias, dispositivos inteligentes, equipamentos de saúde, sistemas de purificação de água e ar. Fundada em 1863, a Solvay está hoje entre as três principais empresas do mundo na maioria de suas atividades e obteve vendas líquidas de € 13,4 bilhões em 2022. A Solvay está listada na Euronext Brussels (SOLB) e Paris e nos Estados Unidos, onde ações (SOLVY) são negociadas por meio de um programa de ADR Nível I. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

da redação com informações da PEXPRESS

EVENTO - WORLD PLASTIC CONNECTION SUMMIT

worldfashion • 16/08/23, 13:36

O III World Plastic Connection Summit, o principal evento brasileiro com foco internacional do setor de plásticos transformados e a maior plataforma de conexão das Américas para a indústria deste setor, acontecerá de 21 a 24 de agosto de 2023, no Blue Tree Premium Alphaville em São Paulo.

O Think Plastic Brazil (Portfólio de soluções que apoiam o setor de produtos transformados plásticos no processo de internacionalização para os mercados alvos), criado pelo INP (Instituto Nacional do Plástico) em parceria com a ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos), será em formato híbrido (presencial e online) o Summit será realizado no Blue Tree Premium Alphaville, com transmissão simultânea em português, espanhol e inglês.

Uma das ações de maior destaque no evento será o lançamento do Guia Internacional de Tendências de Cores (Color Trend 2024), criado para atender aos profissionais da indústria no Brasil e no mundo, que esse ano conta com a direção criativa do renomado artista e designer de produtos, Jum Nakao, que divide a autoria do projeto com Beatriz Abreu.

Reconhecido como um dos mais talentosos criadores brasileiros, Jum Nakao desenha móveis, roupas, espaços; dirige criação de filmes, eventos, espetáculos; realiza palestras, workshops, exposições e mostras, pelo país e no exterior. É referência nas mais importantes publicações sobre Moda e Design do Mundo e sua obra integra acervos Internacionais de Museus de Arte e Moda.

De seu ateliê, criado em 1997, saíram trabalhos para grandes marcas nacionais e internacionais como Nike, TV Globo e Zoomp. De estética impactante e conceitos provocativos, Jum busca trazer uma abordagem única e inovadora que questiona a efemeridade das tendências e a superficialidade da indústria da arte e da moda. Suas peças e performances são uma poderosa expressão artística que desafia e instiga o público a repensar sua própria relação com o consumo e despertar a consciência para a sustentabilidade.

Obra mais icônica de Nakao, “A Costura do Invisível”, apresentada durante a São Paulo Fashion Week de 2004, ganhou reconhecimento mundial ao apresentar uma coleção de roupas feitas de papel que foram rasgadas ao vivo durante um desfile de moda, revelando a beleza efêmera e imperfeita do processo criativo.

À frente do projeto Color Trend 2024, que tem como objetivo, promover o Brasil entre os lançadores de Tendências de Cores e Design. Ao aproveitar os diferenciais da luminosidade e do estado de espírito do povo brasileiro, Jum desenvolveu ideias que poderão ser aplicadas por toda a indústria de plásticos transformados a partir do próximo ano.

“O plástico tem o papel de colorir, de iluminar o mundo. E o Brasil é o lugar onde as pessoas mais têm como referência a luz e as cores. Isso está muito a nosso favor e é nesse sentido que pretendo somar e colaborar com este projeto”, destaca Jum Nakao.

A metodologia para elaboração do guia envolveu o mercado de plásticos transformados. Entrevistas foram realizadas junto às empresas brasileiras que participam do programa Think Plastic Brazil, incluindo os fabricantes de Masterbatch (que desenvolvem os pigmentos que serão utilizados na fabricação do plástico transformado), caso da Colorfix e Engeflex, apoiadoras do projeto.

Para Carlos Moreira, Gestor de Estratégia e Planejamento de projetos do Think Plastic Brazil, o Color Trend é uma grande vitrine da indústria brasileira de plásticos transformados.

“A cada edição atraímos cada vez mais atenção do público internacional. Acreditamos que, a partir disso, podemos consolidar a posição do Brasil como um lançador de tendências em cores para o mundo. Nosso estilo de vida único que conjuga um riquíssimo ecossistema com uma diversidade cultural única, coloca nosso país em uma posição de destaque no cenário mundial do design”, afirma.

O World Plastic Connection Summit é uma das principais ações do projeto setorial para as verticais apoiadas pelo programa Think Plastic Brazil: Agrobusiness, Brinquedos e Puericultura, Construção Civil, Embalagens, Insumos (entre eles o Masterbatch, material responsável pela coloração dos produtos de plástico transformados) e Utilidades Domésticas. Neste ano ele tem como tema central Inovação, Design e Sustentabilidade como diferenciais globais do setor de plásticos transformados brasileiro. A programação do evento será composta por:

Hybrid International Seminar: Seminário técnico internacional em formato híbrido (palestras e acesso presencial e online). Contará com uma seleção exclusiva dos mais importantes profissionais globais para atender às demandas de informação de toda a cadeia de plásticos transformados. Será realizado entre os dias 21 e 22 de agosto. A programação do Seminário também inclui a realização de painéis sobre liderança corporativa e design, além dos lançamentos do Guia Internacional de Tendências de Cores (Color Trend 2024) e do Anuário Internacional (Yearbook 2023), com dados setoriais internacionais e informações das empresas associadas ao Programa.

Prêmio Internacional: com o objetivo de reconhecer e divulgar empresas que investem em processos de internacionalização, além de homenagear ações relevantes das empresas associadas ao Programa, a premiação deste ano traz como principal novidade a abertura de inscrição a empresas não associadas ao Think Plastic Brazil.

Tendência de cores – International Color Trend 2024 Estudo profundo global das tendências de cores do mercado do plástico transformado que reflete a cultura brasileira e apresenta novas possibilidades em produção e desenvolvimento de produtos às empresas nacionais. A pesquisa de cores foi coordenada pelo reconhecido artista, diretor criativo e designer de produtos, Jum Nakao.

Anuário internacional – International Yearbook: A terceira edição do anuário em três idiomas (português, inglês e espanhol) está reformatado, com ainda mais informações e destaque às 146 empresas brasileiras associadas ao Think Plastic Brazil, além de apresentando as informações setoriais internacionais de 2023. O Internarional Yearbook será disponibilizado em formato online e terá alguns exemplares impressos.

Projeto Comprador – Buyers Project International Show: o evento presencial atenderá todas as verticais do setor de plásticos transformados, com mesas de negociação e ampla área para networking, além de um mailing selecionado de compradores internacionais de acesso exclusivo dos participantes.

Projeto Imagem – Image Promotion: empresas associadas ao Programa Think Plastic Brazil recebem compradores e jornalistas convidados.

Visitas Técnicas – Technical Visits: compradores internacionais e jornalistas convidados participarão de visitas técnicas às plantas de empresas associadas ao programa Think Plastic Brazil.

Clínicas de Consultoria - Internationalization Consulting Clinics: reunirá representantes da ApexBrasil, escritórios de advocacia e consultores empresariais que abordarão diversos temas de interesse para os associados do Think Plastic Brazil.

O World Plastic Connection Summit 2023 conta com os seguintes apoiadores: Valgroup (Highlight Plastic); Braskem (Master Plastic); Colorfix e Engeflex (Masterbatch Special Plastic); Câmara de Comércio Árabe-Brasileira; Abiplast e Abiquim (Apoio Institucional); além da Plásticos em Revista, Plástico Virtual e All Pet Food Magazine (Media Partners).

SAVE THE DATE

World Plastic Connection Summit 2023

Data: 21 a 24 de agosto

Local: Hotel Blue Tree Premium Alphaville

Alameda Madeira, 398 – Alphaville, Barueri-SP

Transmissão online em português, espanhol e inglês

Inscrições abertas em https://thinkplasticbrazil.com/wpc_summit_2023/

Sobre o Think Plastic Brazil

O Think Plastic Brazil foi criado em dezembro de 2003, quando a cadeia brasileira de plásticos integrados foi selecionada como uma das 10 maiores do mundo e reconhecida por sua alta tecnologia, assim como a capacidade de seus recursos humanos. O projeto é realizado em colaboração com a ApexBrasil (Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos) e sob a coordenação do Instituto Nacional do Plástico (INP), para promover a exportação de produtos plásticos transformados.

Sobre a ApexBrasil

A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil) atua para promover os produtos e serviços brasileiros no exterior e atrair investimentos estrangeiros para setores estratégicos da economia brasileira. Para alcançar os objetivos, a ApexBrasil realiza ações diversificadas de promoção comercial que visam promover as exportações e valorizar os produtos e serviços brasileiros no exterior, como missões prospectivas e comerciais, rodadas de negócios, apoio à participação de empresas brasileiras em grandes feiras internacionais, visitas de compradores estrangeiros e formadores de opinião para conhecer a estrutura produtiva brasileira entre outras plataformas de negócios que também têm por objetivo fortalecer a marca Brasil.

da redação com informações da Maestrices  imagens: fotos divulgação

FEIRA - MAQUINTEX + SIGNS NORTE NORDESTE

worldfashion • 14/08/23, 15:28

O diretor-presidente do Febratex Group Hélvio Pompeo Madeira, anunciou que a próxima feira, ampliou a área de exposição em 30% e também houve o aumento dos inscritos para visitar a Maquintex + Signs Norte Nordeste.

“Teremos à disposição dentro do Centro de Eventos, 10.500 m², o que ajudou a aumentarmos o espaço para empresas das indústrias gráfica e comunicação visual terem a oportunidade de ter um estande e apresentarem aos visitantes todas as inovações tecnológicas do setor, que chega para ajudar os empresários a otimizarem sua produção e entregarem o melhor produto ao consumidor. Se fossemos contar somente com a contabilidade de pré-inscritos (que se cadastraram antes da feira) nós obtivemos o crescimento de 25% em relação a 2021, então, a Maquintex + Signs Norte Nordeste tem tudo para bombar!”

Os espaços comercializados vão ocupar os salões Mundaú e Taíba, e cada feira possui expositores próprios, totalizando mais de 80 estandes. Além das exposições, a Maquintex + Signs Norte Nordeste terá mais de 20 horas de eventos paralelos, como a Conferência Maquintex + Signs; o Seminário de Tecnologia Gráfica; o espaço Startup Corner on the Road; o Campeonato Brasileiro de Envelopamento Automotivo (CAMBEA) - Etapa Nordeste; o CAMBEA Fast; o PRO Expert Alltak; e as competições de envelopamento promovidas pelo Imprimax: o Decor Fast e o Auto Fast.

Para conferir a programação detalhada, o guia digital da Maquintex + Signs Norte Nordeste está disponível no aplicativo Febratex Group, gratuito para Android e IOS.

Para conhecer as novidades apresentadas na Maquintex + Signs Norte Nordeste, as inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo site https://maquintex.com.br/visitante/ e clicar na aba “Inscrições para 2023″.  Após o preenchimento do formulário, um comprovante de inscrição será gerado.

Serviço:
Maquintex + Signs Norte Nordeste
Data: 12 a 14 de setembro de 2023
Local: Centro de Eventos do Ceará
Av. Washington Soares, 999 - bairro Edson Queiroz - Fortaleza

da redação com informações da Capuchino Press

MATÉRIA PRIMA - PARCERIAS

worldfashion • 11/08/23, 15:24

Quando o atenção no vestir, está cada vez associada a conscientização ambiental e a rastreabilidade do produto, as marcas de confecções buscam nos seus fornecedores, a parceria ideal para os desenvolvimentos dos seus produtos.

A coleção da marca paulistana DOD Alfaiataria, tem vivências urbanas ligadas ao universo do skate, da moda, arte e cultura das grandes metrópoles e tem conquistado cada vez mais fãs. E a conscientização ambiental é um ponto importante das coleções. Deste pensamento, veio a parceria com a TENCEL™, que produz fibras de forma ecologicamente responsável, e a Canatiba Têxtil, tecelagem com reconhecimento mundial, assim foi lançada a primeira Coleção Cápsula Sustentável Dod X TENCEL™ X Canatiba Textil.

São duas opções de calça, uma bermuda e uma jaqueta em jeans, além de uma calça em veludo cotelê – peças genderless - a coleção com o DNA da sustentabilidade. Todo o processo de desenvolvimento e fabricação - desde a madeira de origem responsável usada para extrair a polpa de celulose necessária para a fabricação das fibras TENCEL™, passando pela fiação e construção dos tecidos na Canatiba até a confecção das peças pela Dod - foi pautado com o objetivo de minimizar o desperdício, a poluição e a emissão de carbono.

Com 30 anos de experiência em moda varejista, Jubba Sam, que também é skatista, enxergou na necessidade pessoal de ter uma calça que servisse tanto para os seus compromissos do dia quanto para praticar o esporte, a oportunidade de fundar a Dod Alfaiataria foi em 2018. No início, a especialidade eram as calças feitas por alfaiates, mas em 2022 decidiu expandir a gama de produtos e oferecer peças que se complementam. “Para a marca é muito legal dar esse passo para a sustentabilidade com uma uma indústria tão grande como a Canatiba e com uma marca global como é a TENCEL™. Nós queríamos já desbravar essa matéria prima e testar coisas, shapes, modelagens. Estou incrivelmente feliz com isso’’, completa o empresário.

A TENCEL™ é uma marca de fibra têxtil do Grupo Lenzing, cuja sede fica na Áustria. O Grupo tem como objetivo proteger recursos para gerações futuras com o uso de energia renovável e via recuperação de componentes remanescentes, como coprodutos, tornando toda a cadeia ecologicamente responsável.

Seu trabalho com fiações, tecelagens e marcas brasileiras ocorre há mais de 30 anos e fortalece, cada vez mais, o crescimento de práticas sustentáveis que agridem menos o meio ambiente no País. ”Nossas fibras celulósicas são produzidas a partir de madeira de fonte responsável e de origens controladas ou certificadas que atendem aos padrões FSC® ou PEFC (organizações sem fins lucrativos que promovem a gestão responsável das florestas do mundo), além de serem biodegradáveis e compostáveis. Agregamos valor à comunidade têxtil por meio de serviços e produtos de fibras premium inovadoras e responsáveis. As nossas marcas representam têxteis confortáveis e responsáveis”, declara Juliana Jabour, gerente de Desenvolvimento e Novos Negócios na América do Sul do Grupo Lenzing. Poder fazer essa parceria com marcas parceiras como a Dod Alfaiataria e a Canatiba Textil é de suma importância para nós. “É importante ressaltar que a sustentabilidade é um esforço contínuo e que cada pequena ação faz a diferença. Ao trabalharem juntas, as marcas podem criar uma sinergia poderosa para impulsionar mudanças positivas na indústria da moda e inspirar outras empresas a seguirem o mesmo caminho sustentável”, completa Juliana.

Pautada por práticas industriais alinhadas com a preservação do meio ambiente e a responsabilidade social, a Canatiba Têxtil entra na parceria com a produção dos dois tecidos utilizados para a confecção das peças, além de lavanderia e tingimento das peças. “Para este projeto foram escolhidos o denim fluído maxskin, um tecido mais pesado, com sarja marcada, tingimento original e intenso e com o brilho pela fibra que tem. O tecido é mais pesado, mas a fibra TENCEL™ traz uma fluidez e um conforto no uso que é essencial para a Dod. Já o veludo cotelê vem mais tropicalizado, onde misturamos o algodão com a fibra TENCEL™ que proporciona um conforto térmico que é a cara do Brasil”, explica Ivna Barreto, gerente de marketing da Canatiba Textil.

A Coleção Cápsula Sustentável Dod x TENCEL™ x Canatiba Textil está disponível na loja física da Dod Alfaiataria, em São Paulo, a partir do próximo dia 10 de Agosto e também no e-commerce da marca.

Sobre TENCEL™ (FIBRAS/FIOS)

TENCEL™ é a marca principal do Grupo Lenzing, que oferece fibras para produtos têxteis especiais. Desde 1992, a marca TENCEL™ tem impulsionado a evolução das soluções de fibra para o segmento têxtil nas áreas de vestuário, casa e decoração, por meio de inovações pioneiras no setor e processos de produção ambientalmente responsáveis. As marcas de produtos sob TENCEL™ incluem TENCEL™ Active, TENCEL™ Denim, TENCEL™ Home, TENCEL™ Intimate, TENCEL™ Luxe e TENCEL™ Footwear (para calçados).

Com origem botânica e qualidade biodegradável, as fibras Modal e Lyocell da marca TENCEL™ também são suaves para a pele com maciez duradoura, cores vibrantes e recursos de retenção de cor. As fibras TENCEL™ Lyocell são versáteis e podem ser combinadas com uma ampla variedade de fibras têxteis para melhorar a estética e a funcionalidade dos tecidos. Através do gerenciamento de umidade, as fibras TENCEL™ Lyocell também podem absorver a umidade com eficiência. Oferecendo infinitas possibilidades de design, as fibras TENCEL™ Modal podem ser misturadas com outras fibras e processadas usando máquinas convencionais, melhorando significativamente a maciez e o conforto dos tecidos.

As fibras e filamentos usados sob a marca TENCEL™ são derivados de fontes certificadas e controladas seguindo as diretrizes rigorosas da Política de Madeira e Celulose da Lenzing. Essas matérias-primas são produzidas através de processos ambientalmente responsáveis e são compostáveis e biodegradáveis, portanto, podem reverter totalmente para a natureza. Elas são designadas pelo Programa BioPreferred® do USDA (Departamento de Agricultura dos EUA). TENCEL™ Luxe é registrado pela The Vegan Society.

Sobre a Canatiba Textil (TECELAGEM)

Desde a sua fundação, há mais de 50 anos, a Canatiba busca na tecnologia o caminho para a transformação e modernização do mercado jeanswear – o mais competitivo dos segmentos têxteis. Reunindo entre seus clientes as principais grifes da Europa, América do Sul, América Central e África, a Canatiba investe continuamente em pesquisas de tendência e processos industriais com o objetivo de transformar ideias em permanente inovação. Equipada com tecnologia de ponta, a Canatiba opera com processos certificados e utiliza insumos ecologicamente corretos que possibilitam a redução da emissão de gases, reutilização de água, cumprindo os mais modernos protocolos sustentáveis do planeta.

Sobre a DOD Alfaiataria (CONFECÇÃO)

Idealizada por Jubba Sam, a marca reúne seus 30 anos de experiência na moda varejista do Brasil, construindo uma identidade reflexo das suas vivências urbanas com elementos do skate, moda, arte e cultura local. Nascemos das necessidades individuais e cultivamos essa personalidade. Em um universo de réplicas, tiramos medidas, compramos tecidos únicos e produzimos autenticidade. Abrimos os braços para diferentes corpos e estabelecemos novos parâmetros para o tradicional.

da redação com informações da Tastemakers Brasil  Crédito das imagens da DOD  Jean Mateus Gomes da Cunha