Congresso Internacional ABIT

worldfashion • 29/10/25, 16:21

Em pronunciamento remoto, Ricardo Steinbruch, presidente do Conselho de Administração da ABIT, afirmou que produtividade significa muito mais do que eficiência econômica: “É a essência do que buscamos, ou seja, um futuro mais sólido, justo e com mais oportunidades para o setor e para o País”. Ele defendeu investimentos em educação, tecnologia, inovação, automação e sustentabilidade, além de avanços em infraestrutura, segurança jurídica e ambiente de negócios.

Steinbruch alertou para o impacto da informalidade, que “cria concorrência desleal e bloqueia o avanço da produtividade”, e apontou a necessidade de uma taxa de investimento de 25% do PIB, contra os atuais 18%. Segundo ele, o setor têxtil e de confecção precisa investir R$ 15 bilhões anuais para manter sua posição atual e R$ 20 bilhões para crescer. Também destacou a urgência das reformas estruturais e criticou “juros altos e câmbio volátil” como entraves à competitividade.

O diretor de Desenvolvimento Produtivo, Inovação e Comércio Exterior do BNDES, José Luís Gordon, ressaltou que a disputa global é por domínio tecnológico e industrial. Informou que a Nova Indústria Brasil (NIB) já aportou R$ 240 bilhões até setembro deste ano e que o BNDES e a Finep destinaram R$ 57,7 bilhões à inovação desde 2023. Mencionou, ainda, a nova linha de R$ 10 bilhões para a Indústria 4.0 e outros R$ 30 bilhões para apoiar empresas afetadas pelas novas tarifas comerciais impostas pelos Estados Unidos.

Em mensagem de vídeo, Ricardo Alban, presidente da CNI, destacou a relevância do setor têxtil na geração de empregos e inovação. Em seguida, Rafael Cervone, presidente do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (CIESP) e presidente emérito da ABIT, reiterou que o mundo está discutindo quem vai tomar conta das tecnologias, mas o fator humano é fundamental para a produtividade e o crescimento sustentado.

“Precisamos atrair e reter talentos, e estamos trabalhando nisso na Fiesp e no CIESP”, frisou. Porém, alertou que os setores produtivos no Brasil estão competindo por recursos humanos com o crime organizado, que já o maior ‘empregador’ na Região Norte do País.

Cervone também lembrou que o setor têxtil e de confecção é o mais antigo e o primeiro no advento da revolução industrial, foi inspiração da digitalização e é um dos líderes atuais no desenvolvimento da indústria 4.0. Finalizou salientando que “o Congresso da ABIT gera propostas ao governo, ao Congresso e aos empresários para o enfrentamento dos desafios a serem vencidos”.

O presidente da Fiesp, Josué Gomes da Silva, também presidente emérito da ABIT, afirmou que, para recuperar a produtividade, a educação é um fator fundamental. “Há tempos, porém, os indicadores qualitativos de nossa educação deixam muito a desejar. Por isso, a indústria de São Paulo tem atuado com força nessa área, oferecendo ensino de qualidade em suas 140 escolas, distribuídas por 112 municípios paulistas. O Sesi-SP tem uma tecnologia pedagógica avançada”.

No entanto, São Paulo tem cerca de 1,3 milhão de filhos de industriários em idade escolar, considerando o Ensino Fundamental 1 e o Médio. O Sesi-SP atende mais de 100 mil alunos. Ou seja, isso é menos de 10% da demanda potencial. Para absorvê-la, seria necessário ampliar a rede de escolas do Sesi-SP em mais de 1.000%.

“Por isso, decidimos intervir de modo determinado nessa realidade, por meio do programa Sesi Para Todos. Em apenas quatro anos, criamos uma dezena de programas, levados de maneira gratuita à totalidade dos 645 municípios de São Paulo, abrangendo as redes públicas estadual e municipais. Com isso, o Sesi-SP já treinou mais de 160 mil professores e 20 mil gestores das redes municipais e estadual, com reflexos positivos diretos na qualidade do ensino”, relatou Josué.

Em outra frente, quase 20 mil alunos da rede pública cursam gratuitamente no Senai-SP, no contraturno escolar, o quinto itinerário, já saindo dessa etapa escolar com uma profissão. O Senai-SP também realiza a Jornada de Transformação Digital. As 23,5 mil empresas atendidas até o momento registraram ganhos médios de 40% de produtividade e de 10% em eficiência energética, evidenciando o impacto positivo da digitalização nos negócios.

Defesa setorial

O deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE), presidente da Frente Parlamentar Mista “José Alencar” para o Desenvolvimento da Indústria Têxtil e de Confecção, defendeu a taxação de 20% sobre encomendas internacionais até US$ 50, medida adotada para proteger a indústria nacional. “Temos a obrigação de defender quem gera empregos”, disse, ressaltando a importância da ABIT na interlocução com o Poder Legislativo.

Fim do bônus demográfico

Na primeira palestra do congresso, mediada por Fernando Valente Pimentel, diretor-superintendente e presidente emérito da ABIT, o economista Bráulio Borges, da LCA Consultores e FGV Ibre, analisou o cenário macroeconômico e alertou para o fim do bônus demográfico no Brasil, que dará lugar a um “ônus populacional” já na próxima década. “Será preciso compensar esse efeito com reformas, melhor uso dos recursos públicos, participação feminina no mercado de trabalho e adoção de tecnologias”, afirmou. Segundo ele, a reforma tributária poderá elevar o PIB em até 10% nos próximos 15 anos, mas o ganho virá gradualmente.

Pesquisa

Uma pesquisa instantânea feita com os cerca de 500 participantes do congresso apontou que parcerias entre empresas, governo e setor de P&D são o fator mais importante para o aumento da produtividade. As tecnologias de reciclagem e reúso de fibras lideram as prioridades de inovação até 2030. A criatividade e a capacidade de resolver problemas complexos foram indicadas como as competências mais valiosas para o futuro do setor.

O evento prossegue até amanhã (30/10). Haverá novas rodadas de debates e proposições para o fortalecimento da indústria têxtil e de confecção brasileira.


Sobre A ABIT- Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), fundada em 21 de fevereiro de 1957, é uma das mais importantes entidades dentre os setores econômicos do País. Representa a força produtiva de 25,3 mil empresas instaladas por todo o território nacional, de todos os portes, que empregam mais de 1,3 milhão de trabalhadores e geram, juntas, um faturamento anual (em 2024) de R$ 212,6 bilhões.



da redação com informações da Ricardo Viveiros & Associados Oficina de Comunicação


EVENTO - IMERSÃO EM MODA REGENERATIVA

worldfashion • 24/10/25, 16:04

A Trama Afetiva é uma plataforma de design social e regenerativo idealizada por Jackson Araujo e Luca Predabon, que une oficinas criativas de desenvolvimento de projetos de design circular, voltadas para estudantes e interessados nos processos colaborativos de criação.

Esta IMERSÃO EM MODA REGENERATIVA com os participantes selecionados entre pessoas inscritas no formulário divulgado para todo o estado de São Paulo, as atividades terão conteúdo programático voltado para a aprendizagem coletiva sobre design, moda e práticas em reinvenção têxtil. Trata-se de um processo que transforma resíduos urbanos descartados em novos produtos de maior valor, uso ou qualidade.

O evento “Imersão Cultural em Moda Regenerativa”, se realizará entre os dia 28 e 31 de outubro, na Galeria Metrópole, no centro de São Paulo, e além de oficinas de moda e design circular para participantes selecionados, terá encontros com especialistas em sustentabilidade aberto ao público.

Os encontros contemplam uma agenda plural para disseminar conhecimentos sobre o design social e regenerativo, pautados sobre as experiências criativas da Trama Afetiva entre os anos de 2020 e 2025 – pandemia e pós-pandemia – realizadas a partir do uso de náilon de guarda-chuvas, recuperados do descarte de resíduos sólidos por cooperativas de catadores e catadoras na cidade de São Paulo.

Na programação, estão aula magna, painéis de discussão com a participação de nomes de destaque das cenas da moda, do design e da sustentabilidade, como Alexandre Heberte, artista têxtil e tecelão, Thais Losso, Jorge Feitosa, Maria Gabrielly Dantas e Sioduhi, designers de moda com expertise em processos de criação circular e colaborativa, Nina Coimbra, designer de objetos e curadora, a engenheira ambiental Aline Matulja, Laura Cruz, ativista de reciclagem e a mestra em sustentabilidade Monica Picavea, entre outros.

Neste formato, a Trama Afetiva reafirma sua atuação como uma plataforma que alia arte, regeneração e impacto social, conectando mais de 105 colaboradores entre catadores, costureiras e designers, e também beneficiando financeiramente cerca de 300 pessoas em São Paulo.

A Trama Afetiva – Imersão Cultural em Moda Regenerativa conta com patrocínio da Hering e da Fundação Hermann Hering, por meio do ProAC ICMS, reforçando o compromisso de fomentar a inovação social e práticas circulares na moda brasileira.

Programação

DIA 28 - 10h30 às 12h

BOAS-VINDAS

Fala oficial da Trama: Moda como Micropolítica – Jackson Araujo

Fala Patrocinador: Marina Ricciardi, gestora de sustentabilidade e comunicação da Cia. Hering

AULA MAGNA – Regeneração: o chamado da Terra, por Aline Matulja

Mediação: Jackson Araujo

DIA 28/10 - 10h30 às 12h

Mesa 1

DESIGN QUE CONTA HISTÓRIAS

Painelistas:

Thais Losso

Jorge Feitosa

Alexandre Heberte

Nina Coimbra

Mediação:

Ana Paula de Assis

DIA 29 - 10h30 às 12h

Mesa 2

MULHERES QUE CUIDAM DAS CIDADES

Painelistas

Laura Cruz

Anne Catadora

Morena Flowers

Mediação

Monica Picavea

DIA 30 - 10h30 às 12h

Mesa 3

BRASIL REGENERATIVO

Painelistas:

Maria Gabrielly Dantas

Sioduhi

Erico Gondim

Mediação:

Winnie Bastian

DIA 31 - 10h30 às 12h

Mesa 4

“SOMOS COMEÇO, MEIO E COMEÇO”

Apresentação do livro “A Coleta”, com o autor Pedro Vó e seus três personagens catadores (Bispo, Litz Govk e Maura)

Apresentação do episódio “Vivências Circulares”, com fala do produtor da série Sylvio Rocha

Serviço

Evento: Trama Afetiva – Imersão Cultural em Moda Regenerativa

Data: 28 a 31 de outubro de 2025

Local: Espaço Cultural PUBLICA – Av. São Luís, nº 187, Galeria Metrópole, lojas 14, 15 e 16, subsolo, República – São Paulo/SP

da redação com informações da assessoria Lema+

ARTIGO - Importações em alta ameaçam indústria têxtil e de confecções

worldfashion • 23/10/25, 14:01

Por Fernando Valente Pimentel*

Entre julho de 2024 e junho de 2025, o varejo de vestuário avançou 5,5% em termos reais, enquanto a produção nacional cresceu 4,9%. São números que confirmam a resiliência de uma cadeia produtiva que emprega, apenas na indústria, mais de 1,3 milhão de pessoas e desempenha papel estratégico na economia.

Por outro lado, as importações de produtos de vestuário cresceram 17,7% no mesmo período, 3,6 vezes mais rapidamente do que a produção doméstica. Tal descompasso decorre, em grande parte, do aumento de barreiras e tarifas em países compradores tradicionais, gerando um excedente de produção na Ásia, cujas empresas buscam alternativas para escoar o grande volume de peças fabricadas. Para elas, o Brasil é um alvo perfeito, pois tem um grande mercado e, de quebra, desvantagens competitivas acentuadas em relação a nações nas quais há custos mais baixos de capital, subsídios e incentivos robustos, em contraste com a nossa realidade.

Cabe lembrar que parcela importante dos ingressos de vestuário tem ocorrido por meio das plataformas internacionais de e-commerce. Estas, além de contarem com todos os benefícios acima indicados em seus países de origem, aproveitam vantagens tributárias que ainda persistem no Brasil, mesmo após avanços recentes, como a cobrança de 20% de Imposto de Importação sobre encomendas de até 50 dólares. Embora a medida represente um passo importante na direção da igualdade competitiva, ainda é insuficiente para equilibrar o campo de jogo.

Essa desigualdade tributária soma-se às agruras do “Custo Brasil”, que, há tempos, sobrecarrega empresas com uma combinação de fatores que encarecem operações e reduzem a competitividade: ônus trabalhistas elevados, excesso de burocracia, complexidade tributária, infraestrutura deficitária, energia cara, crédito limitado e uma das mais elevadas taxas de juros reais do mundo. Cada um desses elementos, isoladamente, já seria um desafio. Juntos, tornam o ambiente empresarial hostil e criam distorções que não refletem competência ou eficiência das empresas, mas sim barreiras estruturais, que se agravam no contexto da conjuntura mundial.

No cenário geopolítico global, marcado pelo acirramento das disputas comerciais, as soluções tornam-se ainda mais urgentes. Países desenvolvidos não têm hesitado em formalizar pedidos de defesa comercial e adotar tarifas elevadas e incentivos agressivos para proteger e fortalecer suas indústrias, buscando internalizar a produção. O Brasil, se não agir rapidamente para reduzir os ônus da atividade produtiva e defender legitimamente suas empresas, corre o risco de perder cada vez mais espaço no mercado interno e no mundial.

A resposta passa por uma combinação inteligente de políticas: revisão estrutural do “Custo Brasil, estímulo à produtividade e adoção de mecanismos responsáveis de defesa comercial, que podem incluir inclusive a imposição de cotas quantitativas temporárias enquanto perdurarem as turbulências geopolíticas e geoeconômicas. Tais providências são cruciais para garantir a soberania produtiva, preservar empregos e manter o vigor da nossa economia e da indústria.

Políticas públicas como as que vêm sendo adotadas, como a Nova Indústria Brasil (NIB), Depreciação Acelerada e as linhas de crédito para impulsionar a Indústria 4.0, recém-anunciadas, contribuem para revigorar a produção. Também são pertinentes as medidas compensatórias adotadas para atenuar o impacto das tarifas impostas pelos Estados Unidos. Entretanto, para além dessas iniciativas, não podemos nos resignar ao aumento expressivo das importações como algo passageiro, que se solucionará de modo natural quando arrefecer o atual ímpeto tarifário e protecionista internacional.

Nesse contexto, necessitamos de medidas amplas e eficazes de defesa comercial, sem as quais poderemos arcar com um custo altíssimo no futuro, em forma de dependência externa, fragilidade produtiva e perda de força inovadora. Precisamos reagir com agilidade para transformar o presente cenário geopolítico em oportunidades, em vez de sermos reféns passivos de um mundo mais hostil e permeado por bombas tarifárias nas relações comerciais.

*Fernando Valente Pimentel é diretor-superintendente e presidente emérito da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

10ª EDIÇÃO MAQUINTEX

worldfashion • 01/10/25, 11:58

O evento que aconteceu em Forteleza, se destacou como plataforma de negócios, tecnologia e inovação para o segmento, e mais uma vez movimentou o mercado e impulsionou a cadeia produtiva da região norte e nordeste somando 600 milhões de faturamento.

Além  dos negócios a feira ofereceu uma programação que incluiu mais de 50 horas de conteúdos, com palestras, workshops e painéis sobre as principais tendências e desafios do setor, que atraiu empresários, profissionais e empreendedores ligados à indústria da confecção, sublimação, serigrafia e varejo.

PALESTRAS:

Reforma Tributária e Impactos no varejo por Emilio Moraes, Inteligência Artificial e Inovação no varejo com Iago Capistrano.

Estratégia de internacionalização com Igor Maia Gonçalves.

Como a confecção vem mudando a vida dos reclusos no sistema prisional por Mauro Albuquerque.

Mercado têxtil e moda no Brasil nos últimos 25 anos. Transformações que estão definindo o futuro por Marcelo Villin Prado.

As tecnologias do segmento têxtil que estão mudando a vida de quem produz por Ricardo Collazo e Willian Previtalli.

Papo de Gráfica: Como resolver a falta de mão de obra qualidficada no mercado gráfico por Judah Adonai.

A jornada: o verdadeiro motor do sucesso online por Sara Porto e Daniel Gomes.

Finanças como ferramenta de decisão estratégica por Mayke Alexandre.

Como grandes marcas estão usando sustentabilidade para liderar o futuro da moda por Daniela Marx.

Os códigos que estão trasnformando o jeans já estão aí. Quem soube identificá-los saiu na frente. Conheça os sinais dessa revolução por Giuliana Castelo Branco,

O segredo atrás do mercado americano ter se tornado campeão mundial de vendas de jeans, e o que podemos aprender com eles por Iolanda Wutzl.

Marcas Cearences: Juntas pelo impacto positivo. O futuro do Jeans Sutentável e Desejável com Thicyane Pinheiro da TLF Jeans, Isabela Viana da 085 Têxtil, Francisco Marcondes da Caunt Jeans e Marlene Fernandes do Guia Jeans.

Do fio ao beneficiamento: inovação e tecnologia no ciclo do denim com Sueli Pereira da Santista, Marcelo Lobo da ZDHC, Itamar Feitoza da CHT, Fábio Felix da Vicunha, Paulo Rabelo presidente da Sindroupas CE.

O público visitantes, que foram mais de 15 mil, tiveram a oportunidade de conhecer as empresas reconhecidas nacionalmente pelas soluções tecnológicas e inovações voltadas para o setor têxtil,  que apresentaram novidades em automação, maquinário de última geração e ferramentas que prometem transformar os processos de produção, tornando-os mais eficientes e sustentáveis.

A feira também deu continuidade ao sucesso do Startup Corner, espaço que estreou em 2023 com o objetivo de apresentar soluções inovadoras desenvolvidas por startups para a indústria têxtil e de confecção. A iniciativa fortalece o ecossistema de inovação do setor e aproxima os empreendedores das grandes empresas.

O público visitante foi maior que a expectativa, refletindo o aquecimento do mercado e o interesse crescente por inovação, sustentabilidade e eficiência produtiva. De acordo com pesquisas da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), em 2024, o segmento têxtil registrou crescimento de 4,8% na produção em relação ao mesmo período de 2023, enquanto o vestuário avançou 3,9%. Para 2025, o orgão projeta um crescimento de 1,2% em toda a cadeia.

FEIRAS SIMULTÂNEAS

As feiras Signs Nordeste, voltada para comunicação visual, teve a exposição de produtos, áreas de talk e a quinta edição do Campeonato Brasileiro de Envelopamento Automotivo (Cambea) e a 1ª Pack&Graph, contou com uma programação recheada de novidades apresentando os principais lançamentos, tecnologias e serviços para o setor, especializada em soluções para embalagem e impressão, foram realizadas.