ABVTEX

worldfashion • 24/05/22, 11:03

download3Fundada em 1999, a Associação Brasileira do Varejo Têxtil (ABVTEX), é a entidade que congrega as mais representativas redes nacionais e internacionais de varejo de moda, que comercializam itens de vestuário, calçados, acessórios de moda, além de artigos têxteis para o lar. O propósito da ABVTEX é de promover a sustentabilidade da moda, tornando-a mais acessível a partir do desenvolvimento de uma cadeia produtiva ética, responsável, inovadora, competitiva e transparente.

A ABVTEX (Associação Brasileira do Varejo Têxtil), mantém desde 2010 um programa de desenvolvimento e monitoramento de fornecedores que é considerado o maior esforço setorial da cadeia de valor da moda no Brasil e na América Latina, em prol da responsabilidade social, do compliance e na promoção do trabalho digno, combatendo o uso de trabalho análogo ao escravo, infantil e estrangeiro irregular.

abvtex_beneficios_programa-1024x606No mês em que é celebrado internacionalmente o Dia do Trabalhador, o Programa ABVTEX alcançou um resultado bastante expressivo em sua trajetória, foram registrados o total de 391.052 trabalhadores diretos da produção de vestuário, calçados e acessórios, que são impactados positivamente com seus direitos garantidos e condições dignas de trabalho.

angela-bozzon-1Estes quase 400 mil trabalhadores beneficiados pelo Programa são oriundos das 3.715 empresas fornecedoras aprovadas, localizadas em 635 munícipios, em 17 estados brasileiros.

Entre as iniciativas da associação, a Cartilha do Programa ABVTEX, apresenta de forma didática e ilustrada o que é o Programa e a forma de adesão, veja no link: https://www.abvtex.org.br/sobre-o-programao

“O objetivo é tornar o Programa mais conhecido e ampliar a adesão de empresas que ainda não fazem parte deste grande movimento da sustentabilidade na moda para se beneficiarem das oportunidades de crescimento que o Programa proporciona, além de promover a concorrência leal no setor”, explica Angela Bozzon, gerente do Programa ABVTEX.

da redação com informações da ADS Comunicação Corporativa  imagens: fotos/divulgação

ARTIGO

worldfashion • 23/05/22, 09:57

Brasil precisa da indústria para impulsionar o desenvolvimento

Fernando Valente Pimentel*

Neste Dia da Indústria, 25 de maio, cabe refletir sobre a premência do fomento do setor para a retomada do crescimento econômico em níveis expressivos e o aumento da competitividade do Brasil no cenário global. Tal objetivo é ainda mais relevante se considerarmos que, a partir das rápidas transformações suscitadas pela pandemia, com restrições da oferta de produtos e insumos, há um claro reposicionamento da manufatura como base da recuperação econômica e das disputas comerciais.

Muitas nações desenvolvidas estão procurando repatriar fábricas ou levá-las para mais perto de seu território, numa nova ordem mundial na qual reduzir dependências, inclusive na logística e no transporte, torna-se diferencial estratégico. Essas tendências podem ser ainda mais acentuadas na esteira do conflito entre Rússia e Ucrânia, que tem forte potencial para redesenhar parcela significativa da estrutura global de poder e de fornecimento nas distintas cadeias de valores.

Portanto, o Brasil, sem demoras, precisa de uma política industrial moderna, eficaz e alinhada às mais contemporâneas tendências. É preciso pensar estrategicamente e estabelecer fortes mecanismos de planejamento e controle. Hoje, a indústria de transformação representa apenas 11,3% do PIB nacional, tendo retornado ao patamar dos anos de 1950. O País passou a experimentar crescimento muito aquém do seu potencial quando o setor reduziu sua expansão. Não deve ser mera coincidência…

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Observando a história mais recente, o que tivemos até agora à guisa de política industrial foram, a rigor, medidas compensatórias ao ambiente de negócios predominantemente desfavorável. São elevados impostos, ondas de juros altos e falta de crédito, câmbio muito volátil, insegurança jurídica e todos os conhecidos componentes do “Custo Brasil”. O resultado é visível no crescimento de apenas 0,3% por ano, em média, de 2011 a 2020. Empobrecemos em valores absolutos e, mais ainda, na proporção relativa à expansão demográfica.

Precisamos, portanto, de uma política industrial com planejamento e previsibilidade, ancorada em P&D e que contemple linhas especiais de crédito, incentivos à produção conforme vocações regionais e mercadológicas e regime tributário incentivador aos investimentos voltados à inovação, incluindo os bens de capital. Cumpre ao governo, em parceria com o setor privado, fomentar a pesquisa e ciência nas universidades e institutos públicos, remover obstáculos burocráticos e promover incentivos nas áreas nas quais haja vantagens competitivas ou interesse estratégico, principalmente na agenda que envolva a bioeconomia. É essencial, ainda, realizar as reformas estruturantes, principalmente a tributária e a administrativa, para melhorar a estrutura do setor público e proporcionar melhor ambiente de negócios.

O programa de fomento setorial, que não deve ser um plano de governo, mas sim de Estado, também precisa estar em linha com as novas tecnologias e as demandas da sociedade, investidores e consumidores. Ou seja, já é necessário contemplar uma política que insira o setor na chamada Manufatura Avançada, permeada pela digitalização da economia, inteligência artificial, internet das coisas, impressão 3 D, robotização e o conceito de ESG (do inglês Environmental, Social and Governance / Meio Ambiente, Social e Governança Corporativa). Alta tecnologia e responsabilidade socioambiental são as novas marcas do fomento da indústria.

Além das políticas públicas, cabe a cada ramo manufatureiro buscar seus caminhos para avançar nessa direção, como tem feito a indústria têxtil e de confecção, que se pauta por um conteúdo de planejamento estratégico intitulado “Têxtil 2030”, em linha com os Objetivos de Desenvolvimento (ODS) e com inovação, P&D. O setor tem sido uma referência como provedor e usuário de tecnologias, design e gerador de conhecimento. Sua cadeia de valor no Brasil, uma das poucas que integra todos os elos da produção, desde as fibras naturais, artificiais e sintéticas até a fabricação dos produtos finais, é uma das cinco maiores do mundo nessa área de atividade.

Todos os setores são importantes e precisam ser estimulados para conduzir o País a um novo patamar de desenvolvimento. Porém, a indústria tem papel estratégico, pois é provedora de tecnologia e inovação, gera empregos de modo intensivo e de qualidade e produz bens e mercadorias de alto valor agregado, inclusive para incrementar nossas exportações. Assim, cabe uma política adequada para que a atividade seja uma das protagonistas de um Brasil mais próspero e socialmente avançado.

*Fernando Valente Pimentel é o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

CONFECÇÕES

worldfashion • 20/05/22, 11:33

O vestuário para os próximos meses mais frio do ano, da lingerie passando pelo homewear ao streetwear, propõem peças mais quentes prezando sempre o conforto com modelagens e materiais, que proponha uma moda consciente e gentil com o planeta.

CALZEDONIA / INTIMISSIMI

homewear-caros-1080x1080-02cNo últimos dois anos da pandemia, com grande parte das pessoas passando mais tempo em casa, ou seja em home office ou em sistema híbrido de trabalho, a busca pelo vestuário mais casual, mas ainda com detalhes atraentes, se tornaram item obrigatório no guarda-roupa de qualquer mulher.

Com a entrada da temporada de outono/inverno, materiais térmicos e confortáveis também ganham atenção. Assim a marca italiana de legwear, Calzedonia, expandiu sua sessão de homewear com foco no conforto e na proteção fashionista contra o frio.

Calças joggers estilosas e confortáveis são complementadas por um amplo leque de leggings de cashmere, ou tecidos térmicos, disponíveis nos tamanhos P ao GG. Essa peça confortável e feminina fica perfeita estilizada com um maxi cardigan de tricô, ou um moletom esportivo.  As leggings de tecido térmico com amarração na cintura, serão a estrela de qualquer look e tornar até as peças mais confortáveis em roupas extremamente sofisticadas.  Para que o conforto seja dos pés à cabeça, a Calzedonia também apresenta meias com cashmere e lã nas mais diversas estampas e alturas, perfeitas para combater o friozinho do inverno.

4-60x30Já a Intimissimi apresenta uma seleção especial de peças sofisticadas e confortáveis, da marca reconhecida pela confecção italiana de alta qualidade, seleciona uma série com blusas básicas e confortáveis para o dia a dia dentro e fora de casa. A suavidade da lã se mistura com a delicadeza da seda para criar uma gama de malhas moderna e dinâmica na coleção Wool & Silk. Já na linha Ultralight com Cashmere, combina leveza e maciez nas peças com um caimento perfeito e detalhem em renda, gola alta ou canoa.

SOBRE A CALZEDONIA - É a marca histórica que dá o nome ao Grupo, representando a essência do patrimônio da empresa. Desde 1986, cada uma de suas coleções moldou as últimas tendências em meias e trajes de banho para mulheres, homens e crianças, unindo qualidade de confecção com estilo e preços acessíveis. Hoje a marca está presente em 43 países com mais de 2.000 lojas, das quais 600 estão na Itália e 15 no Brasil. Durante os primeiros 30 anos de sua história, a Calzedonia afirmou seus valores em uma indústria complexa que vive em constante mudança, satisfazendo as exigências do público e oferecendo um estilo que é sempre original e no qual o acessório é o protagonista incontestável.

SOBRE A INTIMISSIMI - Fundada em 1996, a Intimissimi faz parte do tradicional grupo Calzedonia, com sede em Verona, Itália, e, desde sua criação é líder no mercado europeu de lingerie. Famosa pela alta qualidade de sua matéria prima e expertise em modelagem, a Intimissimi segue um estilo clássico, romântico e elegante, que conquistou milhares de fãs ao redor do mundo. Chegou ao Brasil em 2012 e de lá para cá não para de crescer. Atualmente, a Intimissimi está presente em 46 países, em mais de 1460 pontos de venda, sendo 83 deles no Brasil.

da redação com Informações da Suporte Comunicação Imagens: fotos/divulgalção

MYBASIC

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Marca paulistana de básicos femininos, apresenta linha de roupas “Raízes” para o segundo semestre de 2022. Com a volta das baixas temperaturas e a frente fria, repensar no guarda-roupa será invitável, assim a MyBasic propostõe peças invernais, com design autoral e sustentáveis, na nova coleção intitulada “Raízes”, é uma homenagem a todas as heranças da marca, revistando as modelagens atemporais e repaginando para a nova estação.

mybasic-inverno-0030A proposta é o conforto e praticidade para a estação. Entre as novidades que serão apresentadas pela marca paulistana de básicos femininos estão quimonos, casacos, cardigans e uma seleção de peças atemporais feitas para durarem diferentes estações.

Intrínseco ao DNA da marca, a prioridade foi seguir com tecidos naturais e modelagens confortáveis para continuar oferecendo peças de roupa numa base para todos os estilos, vestindo bem os diferentes corpos e idades. São chemises em linho, tecidos especiais como o mix do linho com modal e algodão. As peças aparecem mais estruturadas e sofisticadas.

As apostas da coleção são as jaquetas e casacos estruturados feitos em lã, com design minimalista. Também estão presentes tricots e algodão em quimonos e cardigans listrados.

SOBRE A MYBASIC: A marca vem há 10 anos se reinventando e possui muitos objetivos, dentre eles criar uma identidade que não impusesse padrão às mulheres. A ideia é ter liberdade para se vestir como se quer, com seu próprio estilo, a partir de peças com design atemporal, tecidos de alta qualidade e preços justos. Outro objetivo, talvez até maior, intangível e de longo alcance: impactar positivamente uma indústria, que está entre as mais poluentes do mundo. Com posicionamento consistente e efetivo de inclusão racial, social e econômica em toda a sua cadeia produtiva e de comunicação, a MyBasic após cerca de dois anos de auditoria e acompanhamentos rigorosos, recebe a certificação do Sistema B, que é o articulador na América Latina do movimento global de Empresas B, que trabalha para a construção de um sistema econômico mais inclusivo, equitativo e regenerativo para as pessoas e planeta. Com isso a marca paulistana de básicos sustentáveis passa a fazer parte do grupo global de 4.384 empresas em todo o mundo certificadas pelo B, sendo 233 empresas no Brasil, cuidadosamente selecionadas por um comitê gestor e consultivo.

da redação com informações da Bossa 360°     imagens: fotos/divulgação de Thais Vandanezi.

NOAGE

1-noage-29011A coleção Sound of Blindness da marca, foi desenvolvida dentro do contexto histórico que vivemos, momentos globais desafiadores e que ninguém imaginava ser possível em pleno século XXI, a coleção expressa tudo isso de forma irreverente e otimista, afinal o momento também destaca a importância de cidades mais sustentáveis e uma nova economia, com horários flexíveis, trabalho remoto e foco em qualidade de vida e bem-estar.

A coleção é composta por peças oversized (característica da marca), bolsos utilitários e assimétricos, modelagens mais clean e funcionais, costuras aparentes, recortes e mix de cores na mesma peça (bem na trend Color Block), uma leve pegada de alfaiataria mixada com a modelagem street de forma moderna e totalmente comfy (conforto continua sendo importante nesse momento de retomada de atividades externas).

A cartela de cores vai do preto ao rosa, passando por verde-oliva, amarelo-queimado, verde-água, com pitadas de cores vibrantes como laranja e verde-néon. Cores suaves e néon se misturam e contrastam.

photo-2022-05-18-15-54-49Nas estampas destaque para fontes mais pesadas e ao mesmo intimistas evidenciando o olhar de dentro para fora. Os alienígenas que já estavam presentes na coleção de verão, agora fazem a festa na melhor vibe de ficção científica em uma linha: Bora Fugir para Marte, Baby?

SOBRE A NOAGE - A empresa foi fundada em 2018 pelo empreendedor Cláudio Gaibina, que acredita nas empresas com capacidade de impactar pessoas e comunidades. E a moda é um meio importante de conexão e expressão pessoal e/ou em grupo, por isso, criou a NoAge. Uma marca urban street voltada para pessoas de espírito jovem independente da idade cronológica, pessoas com personalidade própria que escolhem suas roupas para expressar quem são sem rótulos de idade ou de estilo.

da redação com informações da Suzana Comunica Imagens: fotos/divulgação

ZSOLT [fala “Zou-ti”]

A empresa propõe uma moda mais consciente e gentil com o planeta, que valoriza os processos manuais. Suas peças são fruto de extensa pesquisa no uso dos tecidos e no tingimento manual. Os retalhos destes tecidos também são transformados em matéria-prima, numa trama que reutiliza cada um deles para produção de novos produtos, sem geração de resíduos têxteis ou uso excessivo da água.

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“Com o descarte de roupas há o aumento da emissão de gases e do efeito estufa; tem a liberação de microfibras sintéticas nos oceanos, sem contar a poluição do solo a partir do uso de pesticidas no plantio de fibras naturais”, resume Bruno Schott, sócio da marca.

A moda, com razão, vem sendo retratada como a grande vilã a partir das questões climáticas. Apesar da indústria têxtil movimentar cerca de US$ 2,4 trilhões e empregar mais de 75 milhões de pessoas, por outro lado, 6 a 9 trilhões de água por ano são usadas apenas para o tingimento de tecidos, praticamente ¾ de toda água utilizada não conseguem ser reutilizados.

image010Neste momento, não bastam discursos bonitos. A atualidade pede ações urgentes por causa do clima: chuvas intensas, secas, calor extremo. Em boa hora, surge um movimento mundial que combina moda e sustentabilidade, do qual a Zsolt faz parte, que tem como objetivo claro de contribuir com o desenvolvimento socioeconômico, alinhado com as questões climáticas.

Para Thatiana Schott, cocriadora da marca, cada recurso da natureza economizado conta. “O princípio da Zsolt parte da transformação do que poderia ser resíduo têxtil em aterros ou incinerado em peças de design sustentável, de aspecto atemporal e durável. As peças da marca são tingidas artesanalmente e secas ao sol, sem consumo de energia”. De acordo com consulta feita ao Sebrae, este processo causa um menor impacto do que os produtos que utilizamos em nossa higiene diária, como pastas de dentes, sabonetes e outros,

foto-bruno-e-thatiana-creditos-patricia-ikedaBaseado no conceito japonês wabi-sabi (”quietude” e “simplicidade”), relacionado às doutrinas do Zen budismo de viver uma vida despojada e desapegada, a marca carioca de moda sustentável dedicou mais de 10 anos à pesquisa dos processos de tingimento artesanal e aplica diversas técnicas e formas no desenvolvimento de sua estamparia: “O handmade stamping, processo de estamparia íntima, feita uma a uma, de forma manual e extremamente artesanal, revela essa investigação sobre formas e seu impacto sobre a maleabilidade da malharia de algodão, sem perder de vista o conforto e a usabilidade”, dizem os sócios (à direita/foto de Patricia Ikeda)

O resultado são peças – femininas, masculinas e “roupas de casa” – com aspecto natural e estampadas manualmente, reforçando seu caráter atemporal e uma alternativa para a falsa necessidade de trocar o guarda-roupa a cada estação: produzir roupas que durem mais. Peças carregadas de significados, algumas com a herança de outras tramas que iriam ser descartadas e se juntam para formar um novo tecido, um novo uso.

image0081“Trabalhamos com fios de algodão de origem certificada, produzidos no Brasil, e seguimos todas as orientações ambientais, de segurança e trabalhistas: tingimentos de origem certificada colourtex, que garante o cumprimento de rigorosa legislação ambiental vigente no Brasil, uso de amaciantes especiais à base de castanha do Pará e livres de silicone – que pode ser solicitado pelo cliente –, fazemos parte do Sou de Algodão, e convidamos nossos a também aderir ao movimento”, diz Bruno, que completa: “Temos orgulho de trabalhar de forma humana e responsável com matéria prima  e mão de obra 100% brasileiras, sempre procurando cada vez mais ficar o mais próximo do ideal.”

Durante a pandemia, pela impossibilidade da venda em pontos físicos, a Zsolt partiu para o amadurecimento do comércio digital e agora retoma, com força total, seus espaços de experiência para os consumidores: nova loja em Ipanema, Rio de Janeiro.

SOBRE A ZSOLT - A marca nasceu em 2014, com investimento inicial de 6 mil reais, tem uma produção média de 200 peças por mês, com 7 empregos diretos e 6 indiretos. A preocupação com o meio ambiente fez com que a Zsolt questionasse o destino dos seus resíduos têxteis.  Assim nasceu a linha Patchwork que dá destino e transforma retalhos de tecidos, sobras das peças anteriores, em matéria-prima em vez de deixar que sigam para aterros ou para a incineração. Criando assim uma nova peça. Não desenvolvem coleções, pois as peças são atemporais e não datadas. O  tingimento artesanal são com pigmentação química, devido a bom manejo do produto e baixa escala, sendo assim o impacto é muito pequeno. Sobre equidade de gênero, buscam sempre representatividade, seja na direção criativa, modelos e criação de imagem. A equação da moda para Zsolt: ação + compromisso x ideias novas - desperdício = futuro positivo para você e para o mundo.

da redação com informações da Vicente Negrão Assessoria  Imagens: fotos/divulgação

TÊNIS

worldfashion • 16/05/22, 16:28

É o calçado eleito por 9 entre dez consumidores, assim os desenvolvimentos somados à tecnologia, abrem multiplas possibilidades para atender a todos, desde os pés das crianças ao uso utilitário para as práticas esportivas e como complemento de life style.

BIBI

cfef03745a9f86472799b476b1a9e194A empresa busca inspirações e investe em tecnologias inovadoras para trazer aos seus produtos elementos que estimulem a criatividade e a ludicidade às crianças. Há mais de 70 anos no mercado calçadista, a marca carrega em seu DNA a preocupação de oferecer aos pequenos de 0 a 9 anos calçados e acessórios ligados às tendências globais e lança o Bibi Lumi, um produto que brilha no escuro e que conta com uma lanterna de luz negra, que quando acionada e em contato com a sola e estampa do calçado, gera com a luminosidade uma surpresa, estimulando as brincadeiras e o imaginário dos pequenos.

11Para deixar mais dinâmico, a lanterna do Bibi Lumi também conta com a opção de luz branca, permitindo às crianças desbravar e criar diferentes aventuras dentro e fora de casa. O calçado une o conforto, segurança e praticidade, além de proporcionar momento de diversão e muita brincadeira, em que o pequeno pode criar um universo onde é o personagem principal da história. É importante ressaltar que, sempre preocupada com a saúde e segurança das crianças, o projeto do Bibi Lumi só foi possível por meio de pesquisas com objetivo de encontrar uma tecnologia que proporcionasse toda a diversão de brilhar no escuro sem causar nenhum mal aos pequenos, sendo 100% segura.

22São duas opções de modelos, com o solado roller, um clássico da marca criado para acompanhar os movimentos dos pezinhos e a palmilha FisioFlex, que proporciona um desenvolvimento natural, saudável e promover o bem-estar do público infantil.

Para as meninas, o Bibi Lumi chega com o fundo rosa, explorando a temática do espaço, com desenhos de corações, e estrelas, unindo estilo e aventura. Já para os meninos, o novo produto também brinca com o universo intergaláctico, espaçonaves, planetas, extraterrestres e traz um fundo mais escuro para representar o espaço.

camila-kohlrausch“Nosso objetivo com o calçado foi estimular as crianças a brincarem juntas, assim gerando boas lembranças durante a infância. Com a proposta de brilhar no escuro, a diversão é garantida. O solado permite criar desenhos com o acionamento da luz negra, que também tem interação com a estampa. Isso permite que a criança brinque, crie história e viva aventuras, estimulando criatividade em diferentes momentos”, comenta a diretora de Marca e Varejo da Calçados Bibi, Camila Kohlrausch.

Sobre a Calçados Bibi

Empresa fundada em 1949 é referência no mercado de calçados infantis, e visa o incentivo às práticas sustentáveis, o estímulo ao desenvolvimento saudável das gerações futuras, e o cumprimento das suas responsabilidades sociais para a construção de um mundo melhor. Com fábricas em Parobé (RS) e em Cruz das Almas (BA), produz mais de 2 milhões de pares ao ano. Presente em mais de 70 países nos cinco continentes, no Brasil está em mais de 3.500 mil pontos de venda multimarcas, além do e-commerce e de uma rede de franquias com mais de 140 lojas. A empresa é a primeira calçadista certificada pelo Selo Diamante de Sustentabilidade, que atesta o compromisso com as iniciativas nos processos industriais, bem como o desenvolvimento de ações em sintonia com os pilares estabelecidos pelo programa de Origem Sustentável: Ambiental, Econômico e Social.

da redação com informações da DFREIRE Comunicação e Negócios   imagens: fotos/divulgação

ON RUNNING

6199026-cloudmonster-ss22-acai_lavender-w-kvA marca suíça, lançou o seu mais novo modelo de tênis, o Cloudmonster, foi projetada para oferecer mais conforto em corridas longas, com máximo amortecimento. Para isso, o produto conta com os maiores elementos da tecnologia CloudTec já feitos, com uma sola que amortece o pé na aterrissagem e permite impulsos poderosos.

Com esta tecnologia criada pela On, que é mundialmente conhecida por produzir tênis mais leves e que se adaptam à pisada de cada um, o Cloudmonster aposta em máximo amortecimento, em conjunto com a super espuma Helion™ e uma Speedboard em polipropileno para decolagens explosivas. O modelo foi desenvolvido para incentivar novos corredores e também agradar aos atletas mais experientes, que gostam de leveza e design, mas não abrem mão da velocidade.

fabiana-de-oliveira“Agora o público brasileiro vai poder acompanhar as novidades que lançamos no mundo todo simultaneamente. O Cloudmonster é o mais recente tênis da marca, muito versátil e cheio de estilo. É indicado para rodagem, recover ou treinos diários”, comenta Fabiana de Oliveira, head de marketing da On no Brasil.

O novo calçado está disponível em todos os pontos de venda da On Running no Brasil e pelo site da marca, com opções nas cores açaí/lavender, açaí/aloe, glacier/meadow e frost/surf.

Sobre a On Running

Com o objetivo de revolucionar a sensação de correr, a On foi criada em 2010, na Suíça pelo ex-atleta profissional Oliver Bernhard e seus amigos David Allemann e Caspar Coppett. Atualmente, todas as linhas da marca contam com a tecnologia Cloud, fazendo com que sejam mais leves e se adaptem à pisada de cada um.

da redação com informações da Agência Lema    Imagens: fotos/divulgação

PUMA

12A empresa acaba de anunciar Larissa Manoela como sua nova embaixadora no Brasil. A atriz e a marca alemã comunicaram a parceria na nova capa de maio da revista de moda, Harper’s Bazaar. Larissa estreia como a nova cara da categoria de Women’s Training da marca ao lado de Isis Valverde.

“É uma honra poder fazer parte do time de embaixadoras da PUMA, ao lado de tantas mulheres fortes e inspiradoras que eu admiro. Estar com uma marca que eleva as mulheres e as encoraja a serem o que elas são, por meio da campanha #SheMovesUs, é motivo de muito orgulho para mim. Para mim, praticar algum esporte, seja ele Yoga ou até musculação, vai muito além do estético, é autocuidado, bem-estar. Estou muito feliz com essa parceria e de representar a categoria Women’s Training, espero poder incentivar muitas mulheres a se moverem comigo!”, compartilha Larissa Manoela.

A atriz se une ao time de embaixadoras da PUMA que conta com nomes como a atriz Bruna Marquezine, a cantora Malia, a skatista olímpica Isadora Pacheco, as jogadoras da seleção brasileira Ludmila Silva, Barbara Barbosa, Gabi Nunes, Tamires Britto e o elenco feminino do Palmeiras. O time de embaixadoras global conta com nomes como Dua Lipa, Winnie Harlow, Cara Delevingne, Danna Paola, Dixie D’Amelio, Molly Seidel, Nikita Parris e outras atletas e celebridades.

fabio-kadow“Queremos nos conectar com todas as mulheres, de todas as idades, a fim de levar a mensagem de #SheMovesUs para elas, incentivando-as e inspirando-as a cuidar se si e a praticar algum esporte para seu bem-estar. Ter alguém como a Larissa agregando ao nosso time, uma artista completa, que tem atitudes e valores que vão de acordo com os nossos é de imenso orgulho para a PUMA.”, divide Fábio Kadow, diretor de Marketing da PUMA Brasil.

#SheMovesUs é uma plataforma de comunicação em que a marca alemã busca motivar as mulheres a se moverem juntas para alcançar seus objetivos por meio do esporte, da cultura e de seus próprios valores.

Sobre a PUMA

A empresa é uma das principais marcas esportivas do mundo que projeta, desenvolve, vende e comercializa calçados, vestuário e acessórios. Há mais de 70 anos, a PUMA impulsiona o esporte e a cultura, criando produtos para os atletas mais rápidos do mundo. Os produtos trazem performance e esporte inspirados no lifestyle de categorias como Futebol, Running e Training, Basquete, Golfe e Motorsport. A PUMA colabora com designers e marcas renomadas, trazendo influências esportivas para a cultura de rua e moda. O grupo PUMA possui as marcas PUMA, Cobra Golf e Dobotex. A empresa distribui seus produtos em mais de 120 países, emprega mais de 14 mil funcionários em todo o mundo e está sediada na cidade de Herzogenaurach, Alemanha.

da redação com informações da Brain A/G     Imagens: fotos/divulgação

UNDER ARMOUR

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Para os amantes de basquete, acaba de chegar por aqui a nova cor do tênis criado pelo astro das quadras, Stephen Curry. Esta é a terceira cor apresentada deste modelo, que faz parte da Curry Brand, linha assinada pelo jogador.

A cor da vez é a “Talking Trash”, em tons de cinza com detalhes em verde. O nome é inspirado na gíria “Trash Talk”, que é usada quando um jogador fica mexendo com o time adversário no meio da partida. A coleção é inspirada no clássico programa Sesame Street.

under-armour_-curry-9_-talking-trash_r-109999-5Como um tênis de basquete profissional, o Curry Flow 9 possui duas tecnologias principais: UA Flow, uma sola feita sem borracha que deixa o tênis mais leve e aderente. E a UA Warp, que reveste o tênis inteiro e ajuda na leveza e firmeza da pegada. As duas tecnologias trabalham em conjunto com tiras de suporte que prendem o pé na sola intermediária do UA Flow, permitindo o movimento natural.

A coleção é dividida em seis cores e traz o espírito dos icônicos Muppets da Sesame Street para a quadra de basquete, celebradas com marcações exclusivas na língua do calçado. Stephen Curry, pai de três filhos todos com menos de 9 anos, sabe que a parceria com a Sesame Workshop, organização educacional sem fins lucrativos por trás da Sesame Street seria uma extensão natural de seus esforços recentes para inspirar jovens atletas.

stephen-curry“A Curry Brand e a Sesame Street pregam a mesma mensagem. Trata-se de apoiar todas as crianças, especialmente aquelas de comunidades carentes que procuram uma oportunidade de fazer o seu melhor”, diz Curry, três vezes campeão da NBA, duas vezes MVP da liga e que está prestes a se tornar o maior cestinha de bolas de três da história.

Escolhido para a collab, o programa sempre foi um modelo de inclusão em suas histórias e um elenco diversificado de Muppets, humanos e estrelas convidadas. A conexão pessoal de Curry com a Sesame Street vai além da paternidade: o atleta fez uma aparição no programa ao lado de sua esposa, Ayesha, para ensinar as crianças sobre a importância de compartilhar e comer um café da manhã saudável.

Sobre a Under Armour, Inc.

A empresa está sediada em Baltimore, Maryland, é uma marca global, referência em inovação e criação de vestuário, calçados e acessórios voltados para o esporte. Projetados para tornar todos os atletas melhores, os produtos inovadores da marca são vendidos em todo o mundo para consumidores com estilos de vida ativos.

da redação com informações da Cíntia Banús PR & Mkt  Imagens: fotos/divulgação

IDENTIDADE DIGITAL

worldfashion • 13/05/22, 10:25

images-1Como nos identificaremos no futuro?

Por: Lincoln Ando (*) CEO e Fundador da idwall

No “mundo real”, muitos de nós já temos uma identidade. Somos uma pessoa com nome, carteira de identidade, talvez também uma carteira de motorista ou uma conta bancária - o número de brasileiros bancarizados chegou a 182,2 milhões em dezembro de 2021. Mas quando vamos para o mundo online, nossa identidade se torna mais flexível. Você pode criar diferentes emails no seu nome, por exemplo, sem grandes burocracias. Mas tal liberdade tem um custo – é difícil comprovar uma identidade digitalmente, e muitas das abordagens atuais (e-mail + senha + código PIN SMS) apenas adicionam complexidade para o usuário, sem realmente resolver o maior problema – quais dessas identidades podem ser confiáveis?

E esse é outro ponto: a confiança é essencial em nossas atividades diárias. Online, a confiança se torna ainda mais importante porque é muito mais fácil criar identidades falsas e muito mais difícil saber em quem se pode confiar.

Em primeiro lugar, é preciso reconhecer que o atual paradigma de identidade é falho. Não é porque ele funcionou para nós por décadas, que funcionará indefinidamente. Os cidadãos brasileiros recebem muitos documentos diferentes - e cada estado emite seu próprio documento de identificação. Dessa forma, uma única pessoa pode ter diferentes documentos de identidade em diferentes locais, uma vez que esses dados não conversam.

Já a CNH e o CPF, por exemplo, apesar de serem documentos com números de identificação, não se destinam a identificar civilmente as pessoas, apenas garantem que as pessoas terão acesso a benefícios ou exercem certas funções, como dirigir. Além disso, como os bancos de dados não são unificados, é mais difícil e leva mais tempo para cruzar os dados para confirmar se a pessoa é quem afirma ser sempre que ela precisa acessar um serviço, como abrir uma conta em um banco ou alugar um carro. Este cenário complexo e descentralizado cria muitos problemas para governos e cidadãos.

images-21Nesse sentido, cada vez mais o nosso dia a dia se tornou online e é preciso que as tecnologias acompanhem essas mudanças. E essa tecnologia precisa ser construída com base no princípio de que, uma vez estabelecida a confiança em uma identidade, essa identidade deve ser reutilizável - permitindo que a confiança seja transferida entre empresas e acumulada ao longo do tempo.

Adotar essa abordagem beneficia a todos. A frustração do consumidor é reduzida - eles podem carregar sua identidade com eles em ecossistemas digitais, em vez de começar do zero a cada nova transação. As empresas também desfrutam desses benefícios, além de muito outros - uma abordagem reutilizável da identidade permite que elas acelerem seus processos com confiança - impulsionados por um processo de integração mais rápido e um compartilhamento de informações quando se trata de combater a fraude.

E esses benefícios também não existem isoladamente - eles também ajudam a criar confiança entre o cliente e a empresa. E ao tornar essa confiança transferível, significa que a construção da confiança não começa do zero todas as vezes - impulsionando o crescimento, melhorando a satisfação do cliente e criando uma economia digital mais inclusiva para todos.

Para além disso, a identidade digital faz parte de um tendência global relacionado à criação de uma sociedade verdadeiramente digital – sendo o principal case o projeto Aadhaar, identidade digital nacional indiana implementado na Índia em 2010.

O avanço da tecnologia está cada vez mais conectado ao ambiente urbano e global, trazendo consistência, segurança e inovações para a relação entre as comunidades, as autoridades públicas e cada indivíduo. Além disso, uma sociedade digital abre novos caminhos para melhorias e criação de novos produtos e serviços, tornando a vida do seu cliente mais eficiente no dia a dia.

historia-idwall1Por isso, a identidade digital é parte fundamental de como os indivíduos conectam cada âmbito de suas vidas, criando oportunidades únicas para a criatividade e a disrupção.

Governos e Identidades Digitais: Como smartphones, wifi ou computação em nuvem, a identidade digital está seguindo a mesma trajetória de crescimento em direção à adoção em massa. Daqui a cinco anos, muitos mais de nós usaremos canais digitais para verificar nossa identidade diariamente. E as ferramentas de tecnologia necessárias para catalisar o futuro deste setor já estão disponíveis. A Estônia, garota-propaganda para a adoção em massa da identificação digital, vem usando esse sistema há décadas.

Nesse sentido, acessar os serviços do governo provavelmente será essencial nessa construção. Em 2020, a Austrália anunciou que a identidade digital será o foco principal de seu pacote de orçamento de tecnologia de US$ 800 milhões. O objetivo é ajudar a simplificar e reduzir o custo de interação com os serviços públicos.

A definição de padrões para a identidade também ajuda a superar o risco de fragmentação do mercado à medida que as Identidades digitais se tornam mais difundidas na sociedade. Com padrões centralizados, o governo pode estabelecer um requisito de interoperabilidade, enquanto ainda permite que as empresas ofereçam diferenciação competitiva na qualidade do serviço prestado.

Na Estônia, embora seja um país muito menor com uma forte estratégia de digitalização, eles têm um cartão de identificação físico, um cartão SIM e um aplicativo, todos vinculados a uma identidade digital única que é alimentada por blockchain há vários anos, os benefícios dos quais são amplamente experimentados em toda a sociedade.

download2Segundo Toomas Hendrik Ilves, presidente do país entre 2006 e 2016, a digitalização dos serviços públicos reduziu a burocracia e deixou os cidadãos mais felizes. Mas não só. O impacto econômico foi significativo. Ele afirma que o país conseguiu poupar 2% do PIB graças à digitalização.

Isso também trás desenvolvimentos mais amplos no que tange a regulamentação de dados. O objetivo principal é aumentar o nível de confiança dos indivíduos sobre como seus dados serão usados e incentivar um maior compartilhamento desses dados. Essa forma de identificação digital tem privacidade por design e empoderamento do cidadão em seu núcleo.

Ainda nesse sentido, com as mudanças relacionadas ao Open Banking e a LGPD, por outro lado, dentro de alguns anos, empresas e governos podem não ter mais domínio sobre identidades digitais; o poder, em vez disso, terá mudado para pertencer aos próprios indivíduos. E essas pessoas poderão definir, gerenciar, compartilhar e retirar partes específicas de sua identidade com as organizações, levando em consideração suas necessidades.

images-3E como fica a identidade digital no Metaverso? A aposta do Facebook no “metaverso” mudando seu nome para Meta no ano passado vem despertando o interesse de pessoas e empresas para se prepararem para o novo universo virtual proposto por Mark Zuckerberg. E nesse sentido, como toda novidade tecnológica temos uma preocupação com a segurança digital dos usuários. Que perigos esse universo trás e como se proteger nesse novo ambiente?

Envolvendo uma ampla gama de tecnologias, incluindo realidade aumentada, blockchain, 5G e inteligência artificial, o conceito de metaverso se expande quase diariamente. À medida que mais e mais novas pessoas habitam esses mundos virtuais, verificar a identidade dos alter-egos virtuais se tornará essencial.

lincoln-andoNesse sentido, o vazamento de dados adquire uma dimensão muito maior. Por isso é essencial entender como as ferramentas disponíveis podem ajudar usuários a se proteger quando estiverem usando suas identidades digitais e aumentar as relações de confiança dentro da plataforma.

Sem uma solução de identidade adaptada aos requisitos da próxima geração do metaverso, será impossível garantir que os avatares sejam realmente quem dizem ser. Para grandes empresas, celebridades e empresários, os imitadores podem ser altamente prejudiciais para suas marcas e abrir as portas para golpistas.

Por isso, à medida que as poderosas possibilidades do mundo virtual continuam a se desdobrar, fica claro que um vínculo tangível com o mundo real será vital para a segurança. Para que o metaverso cumpra seu imenso potencial, sem ameaçar a segurança e o controle de seus usuários, ele precisa ser construído com a identidade digital em mente.

(*) Sobre Lincoln Ando: Selecionado como um dos jovens mais inovadores do mundo na lista Innovators Under 35 do MIT e nomeado Forbes 30 under 30 pela Forbes Brasil, Lincoln Ando é formado em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pela Unicamp, com especialização internacional em segurança computacional pelo INFOSEC (EUA, Washington) e MBA executivo em Harvard. Lincoln também faz parte do Forbes Technology Council e escreve mensalmente para a Forbes Council. Empreendedor desde os 20 anos, Lincoln iniciou sua carreira trabalhando no primeiro banco digital do Brasil. Desde 2016, ele é fundador e CEO da idwall, uma das RegTechs que mais crescem na América Latina. Em cinco anos, a idwall já recebeu mais de R$ 260 milhões em investimentos e foi certificada pela lista brasileira de Great Places to Work.

da redação com informações da SMARTPR  imagens: fotos/divulgação

Great Place to Work

worldfashion • 12/05/22, 13:00

fc6ecf55245c8b5190e406299a0e1e62Criado em 1980, o Great Place to Work, é uma consultoria global americana, que atua hoje em 109 países e se tornou referência por sua certificação e ranking de melhores práticas no ambiente de trabalho ao redor do mundo, e o Grupo Kyly, detentor da marca Milon (*), foi certificado como um excelente local para trabalhar segundo o ranking GPTW. E também conquistou o reconhecimento máximo por meio do Selo Ouro da ABVTEX (Associação Brasileira do Varejo Têxtil), por assegurar a responsabilidade socioambiental e condições de trabalho dignas. Ao todo, foram auditados 173 itens em diversas categorias, elevando o nível da empresa para ouro.

claudinei-martins-grupo-kyly“Um excelente lugar para trabalhar é feito por pessoas. Poder receber o certificado da GPTW, uma consultoria global que apoia organizações para que obtenham os melhores resultados por meio de uma cultura de confiança, alto desempenho e inovação é um marco importante para a história da nossa empresa como um todo. E para celebrarmos em grande estilo, elevamos o potencial do grupo com a conquista do Selo Ouro, concedido pela ABVTEX. Essa certificação é a confirmação do nosso compromisso com as leis trabalhistas, o meio ambiente, a saúde dos colaboradores e a segurança do trabalho, as questões de compliance e a rastreabilidade da produção. Reforça que atuamos, diariamente, seguindo nossos valores, como integridade, qualidade, sustentabilidade e valorização das pessoas. Além disso, a associação é reconhecida internacionalmente, e a obtenção do Selo Ouro fortalece a confiabilidade do Grupo Kyly e abre novas possibilidades de negócios”, finaliza o diretor executivo comercial e de marketing do grupo, Claudinei Martins.

grupo-kylyO Grupo Kyly tem sede localizada em Pomerode, no interior de Santa Catarina, e é hoje a maior empresa de vestuário infantil do Brasil. Detentor das marcas Kyly, Milon, Nanai, Amora, Lemone e parceiro de uma empresa de jeans infantil, o grupo possui produção anual de 31 milhões de peças e atua de forma verticalizada, contando com sua própria Fiação, a Fio Puro, considerada uma das mais modernas da América Latina e que opera com 100% da sua matéria prima sendo algodão brasileiro responsável. O grupo conta com mais de 11 mil clientes multimarcas e exporta para 36 países, além de forte presença no e-commerce próprio e nos principais marketplaces do país. Já no franchising, a marca Milon, possui 80 lojas.

(*) A Milon está no mercado desde 2006, a marca é conhecida pela inspiração francesa e estilo clássico, e veste desde bebês até o tamanho 14. Fabricados com tecidos e detalhes elaborados, os produtos Milon possuem alto valor agregado e excelente custo-benefício. A marca abriu a primeira loja da rede em 2010 em Joinville, Santa Catarina e, em 2017, ingressou no mercado de franchising. Atualmente, são 80 lojas físicas em operação, sendo 47 franquias e 33 lojas próprias. O investimento inicial para se tornar um franqueado é de R$ 350 mil, com prazo de retorno a partir de 24 meses.

da redação com infomações da DFREIRE Comunicação e Negócios   imagens: fotos/divulgação

INDÚSTRIA TÊXTIL

worldfashion • 10/05/22, 14:45

img-2098Podemos apontar que a tendência da aplicação de matérias-primas sustentáveis veio para ficar, impulsionada principalmente pelas novas gerações. Para se ter uma ideia, de acordo com o estudo Generation Z And Consumer Trends In Environmental Packaging, cerca de 70% dos membros das gerações Y e Z dão preferência para produtos que sejam alinhados com suas crenças pessoais. Cerca de 66% dos consumidores da geração Z, por exemplo, não se importam com marcas de luxo ou designs exclusivos, dando preferência para produtos com propósito. Por isso, a aposta em produtos que causem menos impacto no meio ambiente devem tornear a indústria têxtil nos próximos anos.

download1Sempre atenta às principais tendências mundiais, a Texneo (*), uma das principais empresas da indústria têxtil no Brasil, acaba de ter um de seus produtos selecionados com 100% de aceitação durante a Functional Fabric Fair 2022, evento realizado em Portland, Estados Unidos, foi criado para dar luz às empresas e empresários da indústria têxtil, destacando as inovações mais atuais em tecidos funcionais de alto desempenho, acabamentos e acessórios.

O produto selecionado da empresa, foi o Life Green Digital, uma malha para estamparia digital que possui 50% de poliamida reciclada em sua composição, proveniente do reaproveitamento de resíduos têxteis. Além disso, a estamparia digital Texneo é uma tecnologia limpa, que usa menos água durante o processo de estampar.

ricardo_texneo“Participar da Functional Fabric Fair já é uma honra para nós, pois conseguimos atuar em um espaço onde a inovação e o olhar atento para ações sustentáveis se unem. Agora, com a seleção do Life Green Digital, estamos ainda mais empolgados, pois sabemos que essa atenção especial é dada para pouquíssimos participantes”, comemora Ricardo Axt, CEO da Texneo. (foto acima)

41746_sense-green-0431-sportswearE a empresa acaba de receber o selo ‘Movimento Somos ODS’, fundado em 2004, o movimento é composto apenas por voluntários e tem o intuito de mobilizar a sociedade brasileira para o desenvolvimento sustentável pleno por meio da adoção da Agenda 2030. A certificação comprova que a empresa cumpre os requisitos de Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

“Essa conquista é um marco muito importante, já que para tal feito é preciso comprovar uma série de fatores e ações que dizem muito sobre os compromissos sociais e sustentáveis da Texneo para com o meio ambiente e a sociedade em geral”, completa Francis Axt, gestora do Comitê de Sustentabilidade Texneo.

download-11O Movimento Somos ODS contempla 17 objetivos ambiciosos criados pela ONU, como saúde e bem-estar, igualdade de gênero, trabalho descente e crescimento econômico, indústria, inovação e infraestrutura, consumo e produção responsáveis e outros temas.

Também foi pioneira no uso da fibra de bioamida (feita de milho) no país. Com isso corrobora sua atuação com matérias-primas sustentáveis e eleva a empresa a um patamar muito interesse no que se trata de cuidado com bem-estar, meio ambiente e sustentabilidade.  “Somos focados nos segmentos de sportswear, beachwear e underwear. Nossa premissa é uma busca constante por inovação, crescimento e expansão para outros mercados. O resultado desses esforços é traduzido em malhas leves, tecnológicas e com estilo”, completa Ricardo Axt, CEO da Texneo.

fabricio_texneoDentre outras tecnologias que compõem o TexneoGreen, o fio de bioamida é considerado um produto inovador para o mercado da moda por se tratar de fonte renovável, produzido a partir da biomassa vegetal de um milho geneticamente modificado para a atender o uso industrial, não competindo com o usado para alimentação. Ele aparece no novo produto  Sense Green, que além dos benefícios para o meio ambiente, ainda oferece um toque mais macio, suave e uma sensação de frescor que traz mais conforto durante o uso. “Dentro de todas as ações pensadas e executadas por nossas equipes, o conceito de sustentabilidade e preocupação com impactos no meio ambiente fazem parte da atmosfera da Texneo. Por isso, estamos contentes em sermos pioneiros no uso da bioamida no Brasil e vamos expandir ainda mais outras ações nesse sentido”, finaliza Axt.

(*) Sobre a Texneo - Fundada em 1995 pelo irmãos Ricardo Axt e Fabrício Axt, (na foto à direita) a Texneo é uma das principais indústrias têxteis no Brasil, com foco na produção de malhas em rolo para os segmentos sportwear, beachwear e underwear. A empresa aposta na tríade de sustentabilidade, inovações e olhar humano para desenvolver seus produtos e ampliar seu atendimento em todo território nacional e outros 17 países, entre eles: Uruguai, Argentina, Bolívia e boa parte da América Latina. A empresa marca presença também nos Estados Unidos, Europa, África do Sul, somando mais de 1,5 mil clientes ativos.

da redação com informações da Piar Comunicação   imagens: fotos/divulgação

CERTIFICAÇÃO DIAMANTE

worldfashion • 08/05/22, 18:21

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A Piccadilly considerada uma referência de evolução na área de sustentabilidade, não somente ambiental, mas também nos pilares econômico, social e cultural. Foi certificada no nível máximo do programa, o Diamante (80% ou mais dos indicadores de ESG atingidos), com uma produção de mais de 6 milhões de pares por ano, desde 2008 a indústria, que possui unidades em Rolante/RS e Teutônia/RS, onde soma mais de 1,7 mil colaboradores, não utiliza mais materiais de origem animal em seus calçados. Mas essa é apenas a ponta de todo um processo que enxerga na sustentabilidade uma cultura organizacional. Na oportunidade da entrega do certificado, a vice-presidente e diretora de Desenvolvimento de Produto da empresa, Ana Carolina Grings, destacou a importância da certificação, que corrobora um trabalho que já vem sendo realizado há bastante tempo pela indústria. “Receber este selo do Origem Sustentável nos instiga a seguir nesse caminho da sustentabilidade.”, disse.

image002Da esquerda para direita: Haroldo Ferreira, presidente-executivo da Abicalçados; Cristine Grings Nogueira, presidente da PICCADILLY; Ana Carolina Grings, vice-presidente e diretora de produto da PICCADILLY; Morgana Marca, coordenadora de ESG e sustentabilidade da PICCADILLY; Camila da Costa, analista de marketing internacional da PICCADILLY; Gerson Berwanger, presidente da Assintecal e Marco Antonio Schmitt, vice-presidente de sustentabilidade da Assintecal.

O presidente-executivo da Abicalçados, Haroldo Ferreira, ressaltou a importância do dia em que a certificação máxima chega a uma das principais indústrias de calçados do País. “Quando entramos no ambiente da Piccadilly, enxergamos esse compromisso com a sustentabilidade. O ato que estamos fazendo aqui hoje é um ato importante, mas mais importante é o que está no DNA da empresa e o envolvimento de toda a equipe para chegar até aqui”, comentou o executivo.

Também presente no evento de entrega, o presidente da Assintecal, Gerson Berwanger, destacou a importância do engajamento de toda a cadeia em prol da sustentabilidade, dos fornecedores aos produtores de calçados, e parabenizou a calçadista pelo trabalho. “Percebemos aqui um grande envolvimento de toda a equipe para que a certificação no nível máximo fosse entregue”.

Após passar por todas as categorias do programa – bronze, prata e ouro – a calçadista conquistou o prêmio máximo do programa que avalia o comprometimento do setor calçadista com as práticas de ESG (Environmental, Social and Governance) e Sustentabilidade. A conquista é reflexo de vários processos implantados na empresa, como comitê de inovação e sustentabilidade, upgrade da área de ESG e programa Conexão Total para gestão de fornecedores

A PICCADILLY, uma das maiores empresas do Brasil no setor calçadista feminino, recebeu recentemente a certificação nível Diamante, premiação de nível máximo do programa Origem Sustentável, projeto que busca impactar positivamente as empresas para um futuro mais sustentável, e que guia a evolução das organizações, e por consequência, toda cadeia produtiva do calçado. A certificação foi conquistada após uma avaliação da gestão de sustentabilidade da PICCADILLY, nas dimensões econômica, ambiental, social e cultural, obtendo uma pontuação geral de 695 pontos.

image004Cristine Grings Nogueira, presidente da PICCADILLY; Morgana Marca, coordenadora de ESG e sustentabilidade e Ana Carolina Grings, vice-presidente e diretora de produto.

Para conquistar a certificação Origem Sustentável com o selo de diamante, foi levado em consideração vários projetos de inovação e sustentabilidade, como o apoio e envolvimento da alta direção com o tema; aplicação da sustentabilidade na prática, com projetos de reaproveitamento de resíduos reciclados no desenvolvimento de componentes aplicados nos próprios produtos, em projetos sociais com a comunidade e com resultado positivo no projeto “aterro zero”; upgrade da área de ESG e Sustentabilidade no organograma da empresa, adquirindo maior autonomia e responsabilidade; programa Conexão Total para gestão de fornecedores e estabelecimento de parcerias para otimizar materiais e componentes ecológicos; entre outros. Todos esses pontos foram identificados pela certificadora DNV, uma das maiores empresas de certificação do mundo, e foram essenciais para a conquista da certificação.

Entre as ações destaques estão a criação do Comitê de Inovação e Sustentabilidade, que é formado por lideranças multidisciplinares da organização e visa instituir a Política de Sustentabilidade e os objetivos da empresa nos pilares econômico, ambiental, social e cultural; além de fazer a gestão da estratégia ESG, por meio da definição de metas de médio prazo e monitora indicadores para o acompanhamento do desempenho. Na área de Sustentabilidade, o comitê atua na construção do Relatório de Sustentabilidade, desenvolve projetos de impacto positivo e participa dos processos de certificação, como o programa Origem Sustentável. Já na área de Inovação, o comitê busca por novas tendências tecnológicas alinhadas à Indústria 4.0, explora as novas experiências de imersão como a realidade virtual e metaverso e estimula o compartilhamento de ideias.

Para a vice-presidente da marca e diretora de produto, Ana Carolina Grings, a certificação Origem Sustentável gera grande valor para a companhia, pois serve como um guia para a empresa buscar constantemente aumentar seu nível de maturidade em relação às práticas ESG e de sustentabilidade corporativa. “Sabemos que as iniciativas voltadas ao ESG são hoje vistas como grande diferencial junto aos importadores do mercado externo e também cada vez mais debatido e valorizado pelos consumidores do mercado nacional. E por isso, acreditamos que a certificação nos ajuda a ganhar competitividade, estar um passo à frente para abrir novos mercados, além de nos orientar no caminho evolutivo desse tema”, conta.

Além disso, Ana Carolina revela que receber esse prêmio, ajuda a PICCADILLY a evoluir no caminho certo com suas ações, que são importantes para fazer a diferença no meio ambiente e na sociedade, e também, contribuir para um futuro mais sustentável reduzindo os impactos gerados pela indústria. Temos esse grande compromisso com as próximas gerações.

A empresa busca contribuir não só em projetos que ajudam o meio ambiente, como também em calçados sustentáveis, para agregar a moda mais consciente e responsável. E por isso, lançou no último ano, a linha So.Si Ecoar:  tênis que levam 3,5 unidades de garrafas PET recicladas em cada par, contam com 17% de fio recuperado na indústria têxtil, palmilha produzida com materiais reaproveitados no processo fabril e fabricação em knit, processo que une técnicas do tricô com sistemas inteligentes, são super práticos de calçar, oferecendo leveza no caminhar. Vale destacar que a linha não possui nenhuma origem animal.

SOBRE A PICCADILLY COMPANY  - Presente no mercado há mais de 66 anos, a empresa é uma das maiores empresas do Brasil no setor calçadista feminino, com produtos em mais de 14 mil pontos de vendas no país, incluindo franquias, lojas exclusivas e multimarcas. Com 30 mil pares de calçados produzidos por dia e 6 milhões por ano, a marca tem o propósito de encorajar as mulheres para que revelem suas essências. Sempre atenta ao impacto que pode causar no meio ambiente, a empresa investe constantemente em iniciativas sustentáveis que fizeram com que a marca recebesse o Selo Ouro no Programa Origem Sustentável em 2019. Líder no desenvolvimento e criação de tecnologias e diferenciais de conforto, e está presente em mais 100 países com 7 mil pontos de vendas no exterior, e conta hoje com 2 unidades fabris, todas no Rio Grande do Sul. São cerca de 1,7 mil colaboradores focados em oferecer qualidade, conforto, moda e bem-estar para suas consumidoras.

A ABICALÇADOS informa que a certificação ORIGEM SUSTENTÁVEL, levando em consideração as dimensões ambiental, econômica, social e cultural traduzidos em 104 indicadores desenvolvidos em consonância com parâmetros internacionais de ESG, é o único programa de certificação de sustentabilidade da cadeia calçadista no mundo. O objetivo é certificar desde o fornecedores de componentes até o fabricante de calçados, fechando o ciclo produtivo. O programa certifica processos produtivos sustentáveis e conta com auditorias externas do SENAI, SGS, Intertek, Bureau Veritas e DNV.

Atualmente, já estão certificadas, além da Piccadilly, a Vulcabras (Diamante), Bibi (Diamante), Beira Rio (Diamante), Usaflex (Diamante), Boxprint (Diamante), Caimi & Liaison (Diamante), Bertex (Ouro), Tintas Killing (Ouro), Perfil Injetados (Prata) e Fibertex (Prata). Encontram-se em processo de certificação mais de 50 fabricantes de calçados e componentes brasileiras.

da redação com informações da Picadilly pela BCBIZ Comunicação  e da ABICALÇADOS pelo assessor de imprensa Diego Rosinha    imagens: fotos/divulgação

SUSTENTABILIDADE

worldfashion • 06/05/22, 14:33

9c4e25d3-a586-4862-80c5-bcf3ab98fc6bA Brandili, marca de roupa infantil com mais de 54 anos de história focada em trazer o melhor em moda infantil para meninas e meninos, possui uma grande variedade de roupas direcionadas às crianças de todas as idades, sendo uma das marcas preferidas pelas mães e pelos lojistas, e está presente em mais de 67% das cidades brasileiras e em mais 25 países, produz 15 milhões de roupas infantis ao ano.

foto-006-2022-economia-circularEm dezembro de 2021, decidiram reciclar as sobras de alimentos em adubo e os resíduos têxteis em fios ecológicos, com exemplos práticos de economia circular, também reduzem a emissão de gases de efeito estufa e a quantidade de lixo destinada aos aterros sanitários. Assim construiram na matriz da empresa, em Apiúna (SC) uma horta orgânica dentro da empresa, onde é utilizado adubo natural produzido a partir das sobras geradas no preparo e consumo de alimentos do refeitório. Foi uma iniciativa da área de sustentabilidade, com o apoio de colaboradores de diversas áreas, se tornou possível o projeto. “Foram adquiridas duas recicladoras de orgânicos. Estes equipamentos desidratam e reduzem os resíduos orgânicos da cozinha industrial a um composto orgânico inerte, o qual é utilizado como adubo. Passam pela máquina cascas, talos, sobras de frutas e vegetais, grãos crus ou cozidos e temperados, pães, bolos, tortas, cascas de ovos, ou sobras desse alimento cru e cozido, além de sopas ou ensopados”, explica o gerente de Sustentabilidade da Brandili, Leonir Felipe Soliman Filho( foto abaixo)foto_012-2022-leonir A ação vem como um exemplo prático de economia circular em função de um melhor uso dos recursos naturais e da reciclagem de nutrientes e de matéria orgânica estabilizada. “Há uma base de cálculo para que não haja desperdício de alimentos. Mas, como oferecemos refeições em três turnos, sempre temos uma perda e também as sobras normais de preparo dos alimentos. Buscamos essa iniciativa para amenizar os impactos”, ressalta Leonir Filho.

O termo economia circular tem pautado cada vez mais as ações de grandes empresas que, quando preocupadas em minimizar os impactos ambientais e sociais, se desafiam a desenvolver novas soluções para uma recuperação inteligente de recursos. Na indústria têxtil Brandili, que emprega cerca de 1,2 mil colaboradores diretos e 700 indiretos em oficinas de confecção, iniciativas vêm gerando números positivos e mostrando que esse é o caminho para um mundo mais sustentável.

Para o Leonir, os aspectos sustentáveis deste projeto vão além da redução da quantidade de lixo destinada ao aterro sanitário. “Com base no volume de resíduos orgânicos gerado na Brandili em Apiúna (40 toneladas/ano), deixamos de emitir uma tonelada de gás metano (CH4) e 28 toneladas de dióxido de carbono (CO2) por ano no aterro sanitário localizado em Timbó (SC), o que contribui positivamente para a redução da emissão de gases de efeito estufa e reflete diretamente no incentivo a práticas de economia circular”, detalha o gerente.

foto-007-2022-economia-circularHoje, na horta da Brandili, são cultivadas as hortaliças de época, como alface, chicória e também alguns temperos verdes. Ao todo, são cinco canteiros que compõem cerca de 75 metros quadrados. “Atualmente, nossa horta já supre de 10 a 15% da demanda de hortaliças da cozinha industrial”, explica Leonir Filho. A manutenção é feita pelo jardineiro e outros colaboradores voluntários da empresa, com o apoio da equipe de sustentabilidade que possui um engenheiro agrônomo.

Desde 2014, assegura também a reciclagem dos resíduos têxteis gerados nas mais de 40 oficinas de confecção responsáveis por uma parcela significativa do processo de costura e embalagem de produtos. Elas estão localizadas em 13 municípios de Santa Catarina e oportunizam inúmeros empregos diretos. Beneficiando e consumindo 2 mil toneladas de malha anualmente, a empresa catarinense é responsável pela produção de aproximadamente 18 milhões de peças por ano.

foto-009-2022-economia-circularO processo funciona da seguinte forma: a matriz da Brandili em Apiúna (SC) recebe os resíduos de confecção produzidos pela unidade de Otacílio Costa (SC) e facções de costura. O material se junta aos resíduos de corte e confecção gerados pela empresa. Eles são pesados e identificados de acordo com o local de origem. A Brandili tem uma parceria com a empresa EuroFios, de Blumenau (SC), que faz a coleta do material e realiza o processo de desfibração do fio e a fabricação de um novo, que é chamado de fio ecológico. “Fazemos todo o controle do processo, desde o transporte do resíduo até a comprovação de destinação/reciclagem, de acordo com padrões e regulamentações ambientais”, complementa o gerente de Sustentabilidade.

O material desfibrado possui diversas aplicações, como enchimentos de pelúcias e almofadas, revestimentos acústicos, cobertores, mantas térmicas, geotêxteis, feltros, filtros, fios e barbantes reciclados. “Adotando de forma continuada ações de não geração, redução e reutilização, e cientes de que os aterros devem ser utilizados apenas depois de esgotadas todas as possibilidades de tratamento, recuperação disponíveis e economicamente viáveis, podemos afirmar que na Brandili, mensalmente, cerca de 21,2 toneladas de resíduos têxteis são transformadas em desfibrados e fios reciclados”, enaltece o diretor Geral, Jacques Douglas Filippi.

da redação com informações da  Oficina das Palavras – Inteligência em Comunicação e Conteúdo   imagens: fotos/divulgação

PROJETO SCORE

worldfashion • 04/05/22, 10:41

download-2A Organização Internacional do Trabalho (OIT), em parceria com a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) e a Associação Brasileira do Varejo Têxtil (ABVTEX), vai fortalecer as pequenas e médias empresas (PMEs) da cadeia têxtil e de confecções da Região Metropolitana de São Paulo inicialmente, por meio da introdução no Brasil da metodologia Sustentando Empresas Competitivas e Responsáveis (SCORE, na sigla em inglês).

A metodologia SCORE é uma iniciativa global da OIT que reúne experiências de sucesso em mais de 20 países na África, Ásia e América Latina, e tem como objetivo aumentar a produtividade e melhorar as condições de trabalho de PMEs. Por meio de treinamentos práticos e consultorias in-factory, a metodologia estimula a adoção de ferramentas de cooperação no local de trabalho e o trabalho decente.

A metodologia está organizada em módulos e explora temas como gestão da força de trabalho, produção limpa, controle de qualidade, saúde e segurança no trabalho e promoção da igualdade de gênero, sempre com foco no papel da cooperação entre trabalhadores e empregadores para a obtenção de ganhos compartilhados de produtividade de competitividade.

download-1Segundo dados da RAIS de 2020, o setor têxtil e de confecções é um dos mais importantes empregadores da indústria de transformação brasileira, com mais de 730 mil trabalhadores formais, dos quais 56,7% são empregados em PMEs. Apesar de sua importância para a produção industrial e para a geração de empregos no Brasil, persistem obstáculos para a melhoria das condições de trabalho e da produtividade na cadeia têxtil.

martin-hahnPara Martin Hahn, diretor do Escritório da OIT no Brasil, “as PMEs do setor enfrentam desafios relevantes para a agenda do Trabalho Decente, como qualificação de trabalhadores, práticas de subcontratação e informalidade, saúde e segurança, além da integração de grupos vulneráveis, sobretudo imigrantes. Muitos desses temas têm sido abordados por iniciativas da OIT no Brasil em parceria com organizações do setor. Esse novo projeto se beneficiará das experiências bem-sucedidas que tivemos anteriormente com Abit e ABVTEX.”

No Brasil, a metodologia introduzida pelo Projeto SCORE conta com o apoio do Ministério Público do Trabalho (MPT). Os recursos do projeto são utilizados para apoiar a adaptação da metodologia SCORE para o contexto brasileiro, capacitar treinadores, apoiar a realização de treinamentos piloto e desenvolver iniciativas de conscientização de atores do setor sobre os benefícios de práticas empresariais responsáveis.

A participação da Abit e da ABVTEX, como membros do Comitê Executivo do Projeto SCORE, contribui para aproximar a metodologia dos desafios específicos do setor têxtil e de confecções no Brasil e para mobilizar atores estratégicos para o sucesso da iniciativa.

abvetexEdmundo Lima, diretor executivo da ABVTEX, observa que esta é mais uma iniciativa colaborativa entre a OIT e entidades que trará resultados positivos para o setor de moda. “A ABVTEX tem como um dos seus principais pilares de atuação o desenvolvimento da cadeia de valor para a construção de uma moda socioambientalmente sustentável. Diante de uma cadeia produtiva complexa e pulverizada instalada no País, o uso de metodologias que promovam melhorias de produtividade e competitividade ajudarão a criar um novo ambiente a ser replicado para outras empresas e a participação da ABVTEX no SCORE ajuda a consolidar o propósito da entidade.”

fernando-pimentel-06Por sua vez, Fernando Pimentel, presidente da Abit, considera que: “Se manter competitivo, aumentar a produtividade e reter trabalhadores não é tarefa fácil, principalmente para pequenas empresas da indústria têxtil e de confecção. E são essas, que representam a maioria, que movem a cadeia da moda no Brasil. Com essa união de esforços entre a indústria, o varejo e a OIT, temos a expectativa de aprimorar a oferta de capacitações para o setor e alcançar bons resultados em produtividade de forma perene, a partir da melhoria das relações de trabalho nas fábricas”.

O projeto adota uma abordagem gradual, que se inicia com a implementação de treinamentos piloto nas PMEs selecionadas da cadeia têxtil e de confecção da Região Metropolitana de São Paulo. A definição do setor e da região de início do projeto se deve à origem dos recursos, ao potencial do cluster têxtil e de confecções de São Paulo e a infraestrutura de treinamento local para uma primeira utilização da metodologia SCORE.

As atividades serão desenvolvidas até, pelo menos, novembro de 2024 e poderão ser ampliadas para outros setores e regiões do país, a depender da disponibilidade de recursos. A longo prazo, o projeto tem como objetivo a incorporação sustentável da metodologia SCORE por parceiros nacionais.

Este projeto contribui para atingir os seguintes Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030 no Brasil: ODS 5 (Igualdade de gênero), ODS 8 (Trabalho decente e crescimento econômico), ODS9 (Indústria, Inovação e Infraestrutura), e ODS 12 (Consumo e produção responsáveis).

download-3Sobre a OIT - Fundada em 1919 para promover a justiça social, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) é a única agência das Nações Unidas que tem estrutura tripartite, na qual representantes de governos, de organizações de empregadores e de trabalhadores de 187 Estados-membros  participam em situação de igualdade das diversas instâncias da Organização.

A missão da OIT é promover oportunidades para que homens e mulheres possam ter acesso a um trabalho decente e produtivo, em condições de liberdade, equidade, segurança e dignidade. Para a OIT, o trabalho decente  é condição fundamental para a superação da pobreza, a redução das desigualdades sociais, a garantia da governabilidade democrática e o desenvolvimento sustentável.

da redação com informações de Ricardo Viveiros & Associados Oficina de Comunicação/ABIT  imagens: fotos/divulgação