TIFFANY

worldfashion • 20/01/21, 10:04

victoria-reynolds-chief-gemologist-and-vice-president-of-global-merchandising-high-jewelry-scaled“Quer melhor maneira de marcar a inauguração de nossa loja principal com este colar incrível da Feira Mundial de 1939, uma de nossas peças mais celebradas quando abrimos nossas portas na 57th Street e Fifth Avenue pela primeira vez,” conta Victoria Reynolds, Gemologista-chefe da Tiffany&Co. “O novo colar reflete perfeitamente a herança de nossa marca como joalheiro de luxo de Nova York, cujo fundador era conhecido como o Rei dos Diamantes”.

A pedra central, de tirar o fôlego, traz um diamante oval com mais de 80 quilates, cor D, impecável. Não é apenas muito rara, mas é um símbolo da abordagem pioneira da indústria da Tiffany&Co. para a rastreabilidade do diamante. Com origem responsável em Botswana, África, o diamante será engastado por artesãos da Tiffany na cidade de Nova York.

12A grande água-marinha do colar original e as formas excepcionais de diamante encantaram milhões de pessoas que passaram a admirar o espetáculo internacional.

Com seu tema futurista, “Amanhecer de um novo dia”, a Feira Mundial de 1939 prometia um vislumbre do “Mundo de Amanhã”. A intenção da feira era inspirar, em seus mais de 44 milhões de visitantes, o sonho de um amanhã melhor e mais efervescente.

A obra-prima da Tiffany fez exatamente isso, preparando o cenário para a inauguração de sua icônica loja principal na 57th Street e Fifth Avenue no ano seguinte, em 1940 - prenunciando o que será um momento histórico semelhante para a marca quando o colar de diamantes será revelado em comemoração à importante reabertura, em 2022, da loja principal da Tiffany Fifth Avenue

22A Tiffany adquiriu muitas gemas raras e notáveis para seus designs de joias em seus 183 anos de história, incluindo o lendário Tiffany Diamond, um dos maiores e mais sofisticados diamantes amarelos, bem como o Hooker Emerald, agora exibido no Smithsonian e no Mazarin Diamonds, adquiridos pela Tiffany no leilão das joias da coroa francesa.

Sobre a Tiffany & Co. Em 1837, Charles Lewis Tiffany fundou sua empresa em Nova York, onde sua loja logo foi aclamada como o palácio das jóias por suas pedras preciosas excepcionais. Desde então, a TIFFANY & CO. Tornou-se sinônimo de elegância, design inovador, artesanato fino e excelência criativa. Durante o século XX, sua fama prosperou em todo o mundo com expansão da rede de lojas e relevância cultural contínua, como exemplificado pelo café da manhã de Tumanany, de Truman Capote, e pelo filme estrelado por Audrey Hepburn.

Hoje, com mais de 14.000 funcionários, a TIFFANY & CO. E suas subsidiárias projetam, fabricam e comercializam joias, relógios e acessórios de luxo - incluindo mais de 5.000 artesãos qualificados que cortam diamantes e joias artesanais nas oficinas da empresa, cumprindo seu compromisso com a qualidade superlativa .

A Companhia opera mais de 300 lojas de varejo. em todo o mundo como parte de sua abordagem omnicanal, e confirma o compromisso com a sustentabilidade.

da redação com informações da MktMix   imagens: fotos/divulgação

COLOMBIATEX 2021 DIGITAL

worldfashion • 19/01/21, 14:20

1Com o manifesto abaixo, abriu ontem (18 de Janeiro até 05 de fevereiro) a importante feira da América Latina a Colombiatex DIgital

“Não somos os mesmos que éramos ontem; somos o resultado de experiências

Que nos fizeram olhar para o mundo de uma forma diferente.

Deixamos ir os medos, aceitamos o desafio e abraçamos a aprendizagem.

Assumir riscos nos tornou bravos e capazes de enfrentar novas realidades, descobrindo talentos e capacidades ocultas, que se misturam, mostram novas formas de seguir.

Compartilhar o nosso aprendizado está sendo generoso com o conhecimento, porque a energia é aumentada quando as ideias se juntam.

O caminho a seguir será marcado por aprendizados adquiridos e um livro aberto de informações e tecnologia que permitem ser omnichannel.

Será marcado pela compartilhamento de ideias e pela capacidade de trabalhar como comunidade.

Estes são os novos códigos do mundo; este é um mundo de código aberto.

Bem-vindo ao colombiatex de las américas 2021 digital”


As empresas brasileiras que confirmaram presença

Canatiba Denim Industry

1-2-427x640participa com atendimento remoto dos seus clientes, investindo na continuidade do diálogo com o mercado internacional, os compradores agendarão o contato com a gestora de exportação da Canatiba, Paloma Ruschioni, que apresentará os produtos usando as plataformas virtuais da empresa. Paloma também terá amostras dos lançamentos, arquivos e todas as informações disponíveis durante as vídeo conferências.

A organização do evento agendará até oito reuniões diárias, cada qual com aproximadamente uma hora de duração. A Canatiba espera atender clientes da Colômbia, Peru, Equador, Paraguai, Argentina, Bolívia e países da América Central.

O foco da empresa nessa edição serão os lançamentos com reposição automática, os produtos da linha EKO (tingimento com economia de água, fibras recicladas e certificadas) e a linha Everclean (tecidos capazes de prevenir a proliferação de vírus, bactérias e fungo).

No campo da tecnologia, destaque para a linha Elastopol com a inédita utilização de fios 100% produzidos nas fábricas da tecelagem. Esse exclusivo sistema de fiação deu origem a um poliéster que ‘respira’ melhor que os fios filamentados, proporcionando maior conforto térmico diante de temperaturas elevadas.

A tecelagem também ampliou a linha Trio Core que consiste em um fio com três almas: um filamento de PES (bi componente) e mais dois elastanos, todos recobertos com algodão. O resultado são três fios elásticos dentro do fio de algodão, o que possibilita uma grande elasticidade, menor compressão, com todo o conforto e manutenção da forma.

A Canatiba acredita no mercado internacional como uma frente das mais promissoras para o Denim brasileiro. Nessa edição, mesmo em meio à pandemia, a ampliação do mercado exportador continua entre os alvos dessa empresa que, em mais de meio século de história, preparou-se para esse desafio com tecnologia, sustentabilidade e responsabilidade social.

Cedro Têxtil

flexripstop-cedro-textilmais uma vez, marcará presença no evento, apresentando seu portfólio diversificado, com linhas Jeanswear e Workwear. Entre os produtos apresentados pela Cedro Têxtil o destaque será o acabamento antiviral, antifúngico e antibacteriano AMV, que apresenta proteção comprovada contra a Covid-19. Ele inativa o SARS-COV-2 com 99,8% de eficiência, a partir de dois minutos, podendo apresentar uma pequena variação dependendo do tecido.

Na linha JeansWear, o Nasus é uma aposta da tecelagem devido ao seu apelo sustentável. Produzido a partir da reciclagem de garrafas PET, o produto apresenta diversas possibilidades de utilização, atendendo os clientes mais exigentes. “Acreditamos que o Nasus possa ter uma boa aceitação no mercado internacional, devido ao aumento da consciência do consumidor em relação à sustentabilidade do processo de produção. Entretanto, a preferência dos clientes da Colombiatex, tradicionalmente, é para a nossa linha Duo, que utiliza tecnologia LYCRA® com fio T400. São produtos que oferecem strech com até 80%, menor laceamento, maior flexibilidade e conforto e melhor modelagem no corpo”, explica Alessandra Leonel, gerente de exportações da Cedro Têxtil.

Para atender essa demanda também na linha de uniformização profissional, a Cedro está levando para a feira virtual, por meio da tecnologia Elasticcedro, a combinação perfeita entre desempenho e estética para uniformes que requerem elasticidade, proporcionando maior recuperação e durabilidade da peça, além de um toque mais leve e macio. Ela está presente nos tecidos de fardamentos militares da linha Flex RipStop II que, além de resistente, capaz de reter a evolução de rasgos e proteger contra raios ultravioleta, é flexível. “O Flex RipStop II é o único do mercado com essa tecnologia, podendo alcançar até 20% de elasticidade e oferecendo ao usuário, além da resistência, mais conforto, mobilidade e alta performance sob condições adversas”, detalha Renata Garcia Parcia, gerente comercial Workwear da Cedro Têxtil.

da redação com informações da CANATIBA DENIM INSTUSTRY pela Duo Press   e  da CEDRO TÊXTIL pela 22 Graus Comunicação e Marketing  imagens: foto/divulgação

Iguatemi 365

worldfashion • 18/01/21, 16:21

imagesO e-commerce da Iguatemi Empresa de Shopping Center foi idealizado com a proposta de oferecer aos clientes uma plataforma de vendas online com a excelência e curadoria da marca Iguatemi, 24 horas por dia, durante os 365 dias no ano. Com mais de 370 marcas nacionais e internacionais, a operação nasceu conectada ao espaço físico para a entrega de uma experiência multicanal, aproveitando a estrutura das lojas dos shoppings, integrando os estoques e respeitando a precificação dos lojistas.

Para 2021 novas marcas que contam com muita personalidade e inovação em seu DNA. Enquanto algumas já desembarcaram na plataforma, outras tem previsão de lançamento ainda para este mês de Janeiro. Entre as labels exclusivas de moda, beleza e decoração,que somam ao portfólio do e-commerce são:

Aesop - fundada em Melbourne, Austrália, com o objetivo de proporcionar produtos unissex para nutrir a pele, os cabelos e o corpo. A marca combina ingredientes botânicos e cientificamente comprovados para criar opções eficazes que protegem a pele. Aesop acredita na importância de concentrar seus esforços na pesquisa científica rigorosa e acreditam em uma abordagem honesta e genuína com seus clientes, onde o envelhecimento é celebrado, não oculto, e a individualidade é uma virtude. Já pode ser encontrada na plataforma.

iguatemi-365-bvlgari-3-512x640Bvlgari - fundada em Roma em 1884 pelo talentoso artesão grego Sotirio Bulgari, a marca estabeleceu rapidamente uma reputação de excelência italiana graças à sua requintada técnica artesanal e criações magníficas. Ao longo das décadas, as gerações da família Bulgari aprimoraram um estilo próprio, cheio de combinações vibrantes de cores, volumes perfeitamente equilibrados e motivos inconfundíveis que prestam tributo às raízes romanas da Maison. Já pode ser encontrada na plataforma.

iguatemi-365-chefanie-3-420x5901Chefanie - a influenciadora culinária e designer, Stephanie Nass, conhecida como Chefanie, começou sua empresa em 2014 e ao longo dos anos a marca acabou se tornando um negócio multifacetado, vendendo itens para casa, num estilo de vida que mistura o tradicional e o fun. Seu objetivo é inspirar o cliente a unir as pessoas em torno de comida e arte. Já pode ser encontrada na plataforma.

iguatemi-365-fernando-jorge-1-427x6401Fernando Jorge - sintetiza a descontração e sensualidade brasileira através de suas joias. Sua trajetória na joalheria começou em São Paulo, onde estudou desenho industrial e ganhou experiência trabalhando em empresas nacionais até se mudar para Londres para seu mestrado em design de joias na Central Saint Martins. Com 10 anos de marca recém completos, suas joias desejáveis e elegantes conquistaram celebridades, receberam diversas premiações e são distribuídas pelas lojas mais prestigiadas do mundo. Já pode ser encontrada na plataforma.

iguatemi-365-jonathan-adler-1-502x580Jonathan Adler - designer e autor, Jonathan Adler lançou sua marca homônima depois de deixar seu emprego para buscar seu primeiro amor: a cerâmica. Em 1993, a Barneys comprou sua coleção de potes e, cinco anos depois, abriu sua primeira loja no Soho. A marca se tornou uma empresa de design completa, sendo a cerâmica a alma do negócio e o compromisso de manter o trabalho artesanal sempre impecável. Entre as opções de produtos estão porta-copos, bandejas, vasos e caixas decorativas sempre coloridos e divertidos. Já pode ser encontrada na plataforma.

iguatemi-365-james-perse-1-348x4481James Perse - natural de Los Angeles, Califórnia, o fundador James Perse levou seu nome e estilo de vida para marca. Sua paixão pela arquitetura minimalista influenciada pela calorosa vida interna e externa da costa oeste e as roupas casuais que são inspiradas por ela, resultou na filosofia de design pessoal e estética de James - alta moda de baixa manutenção - enfatizando elegância e conforto, combinando sofisticação com simplicidade. Será lançada no final de janeiro na plataforma.

iguatemi-365-livincool-2-427x640Livincool - fundado por Emanuele D’Angelo, a Livincool começou como um blog de lifestyle em 2008, onde Emanuele publicava seus trabalhos fotográficos nos primeiros anos de carreira. Atualmente é um dos fotógrafos de moda mais procurados do mundo e aproveita as suas contribuições criativas que recebe diariamente para criar produtos únicos e reconhecidos. Moletons, camisetas, shorts e calças no melhor estilo comfy estão entre as opções de peças. Será lançada no final de janeiro na plataforma.

iguatemi-365-vacavaliente-4-427x640Vacavaliente - marca argentina de produtos de couro sustentável. Sua criações dão uma segunda vida aos descartes vinculados à cadeia de valor da indústria do couro. O compromisso da Vacavaliente é gerar um impacto positivo na sociedade, nas pessoas e no meio ambiente Entre as opções de produtos estão cadernos, bolsas e objetos de decoração. Será lançada no final de janeiro na plataforma.

da redação com informações da Index Conectada   - imagens: fotos/divulgação

INSPIRAMAIS + TÊXTIL EM 2021

worldfashion • 15/01/21, 12:15

822-junho-2019

O Salão iniciou há 12 anos,  com um programa de pesquisa de comportamento, base da consultoria do Núcleo de Design do Inspiramais, para as  empresas expositoras do salão, com o objetivo de auxiliar o desenvolvimento de materiais, e a ampliação de negócios com outros setores da moda.

No decorrer do desenvolvimento dos materiais, são realizadas palestras de inspirações abertas aos fabricantes de produtos acabados de moda, antecipando o tema que será apresentado nos dias do evento.

831-junho-2019O salão apresenta os materiais desenvolvidos com base na pesquisa e mais os projetos especiais que fomentam inovação e sustentabilidade. Apresenta um conteúdo para inspirar os visitantes e ainda realiza palestras com especialistas e rodadas de negócios nacionais e internacionais conectando compradores e os expositores.

O programa é uma referência para o mercado por reunir informações que unificam a linguagem e uma metodologia para toda a cadeia produtiva da moda em um único espaço.

837-junho-20191E neste ambiente o têxtil vem crescendo a participação no evento, para atender os 30% dos visitantes, que são do mercado de moda, marcas e confecções. Assim nesta próxima edição terá um espaço exclusivo de materiais têxteis para confecção. A apresentação das empresas têxteis participantes será de forma segmentada: materiais ligadas à sustentabilidade, funcionais e técnicos, os denins e os materiais de performance.

_ero5275hr-427x640“É no Inspiramais que a moda começa, aqui é um lugar de pesquisa e negócios. Estamos inspirados para receber as fiações, tecelagens e toda a cadeia do vestuário no Inspiramais Têxtil!”, comenta Walter Rodrigues, um dos curadores do projeto, ao lado de Rodrigo Zen.

“O Inspiramais nasceu do setor calçadista, mas ao longo dos anos vem ampliando o número de empresas do setor têxtil que participam para fazer negócios e buscar inspirações”, observa a consultora do Inspiramais, Mayra Montel.

mayra-montelAlém do espaço exclusivo para apresentação de materiais têxteis, o segmento também é contemplado pelo projeto +Estampa, que convida estúdios de design de todo o país a participarem desenvolvendo estampas exclusivas, que trazem elementos da cultura brasileira.  “A moda está em tudo: na decoração, no sapato, na roupa e o Inspiramais está unindo tudo isso”, destaca Mayra.

Empresas como  Advance Têxtil, Aradefe, Altero, Castanhal, Brand Têxtil, Coltex, Covolan, Estrela Aviamentos, Lancaster, Macias, Perfeitos Acessórios, Rhodia, Sprint Têxtil, Tecnoblu entre outras expositoras estarão presentes nesta edição do evento. entre outras expositoras estarão presentes na próxima edição do evento.

fernando_pimentel-460x300“O Inspiramais é um momento ímpar de lançamento das melhores propostas e sugestões para que as empresas desenvolvam seus produtos e serviços para atender de forma adequada, sustentável, tecnologicamente avançada o mercado e seus clientes”, avalia Fernando Valente Pimentel, presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit).

ilse_salto-15-427x640O Inspiramais sob a superintendencia de Ilse Guimarães, conta com a promoção da Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal), da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB), Associação Brasileira das Indústrias do Mobiliário (Abimóvel), Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), através do projeto By Brasil, Components, Machinery and Chemicals e apoio das principais entidades setoriais do país como: Abest ( Associação Brasileira de Estilistas), Abiacav (Associação Brasileira das Indústrias de Artefatos de Couro e Artigos de Viagem), Abicalçados( (Associação Brasileira das Indústrias de Calçados),  In-Mod (Instituto Nacional de Moda e Design), IBGM (Instituto Brasileiro de Gemas e Metais Preciosos), IBB (Instituto By Brasil), ABVTEX (Associação Brasileira do Varejo Têxtil), Ápice (Associação pela Indústria e Comércio Esportivo), Abrafati (Associação Brasileira dos Fabricantes de Tintas).

Para se credenciar basta acessar: https://inspiramaisdigital.com.br/home/

da redação      com imagens/fotos divulgação

O universo plus size

worldfashion • 14/01/21, 11:12

MODELO

loiane-bienow-por-catarino_joy-16_kdyi1hjlAos 33 anos, nascida em Nova Vencia, município com pouco mais de 50 mil habitantes no interior do Espirito Santo, Loiane - que trabalha como modelo desde os doze - tem se destacado no mercado da moda, rompendo tabus e representando autoaceitação e diversidade de corpos.

Coleciona passagens por países como Inglaterra, Estados Unidos, Japão e Alemanha, onde trabalhou para grandes grifes e profissionais do mercado, fez ensaios para Nick Knight - um dos mais prestigiados fotógrafos do mundo, além de ter posado para prestigiadas publicações como Vogue, Elle e Marie Claire. No Brasil trabalhou para  Ellus, Alexandre Herchcovitch, Forum, Zoomp e Água de Coco,

Há pouco mais de dez anos, um tratamento médico para tratar uma infecção urinária a fez lidar com o ganho de peso causado pelos medicamentos - que precisou tomar ao longo de mais de seis meses: “Eu não podia me loiane-bienow-por-catarino_joy-10_kdyi1hg8exercitar durante o tratamento, porque a infeção tinha afetado o meu rim. A medicação combinada com a falta de exercícios físicos me fez engordar quase 30 quilos. Foi um desafio mas, aos poucos, fui mudando minha forma de pensar e aceitar meu novo corpo”, afirma.

Hoje, Loiane desponta em um crescente cenário, que se atenta - cada vez mais - à necessidade de representatividade genuína: “Depois de passar por todo o tratamento, algo mudou dentro de mim. Meus pensamentos e conceitos eram outros, e deixei então de dar importância às pressões da sociedade e às minhas próprias cobranças. Aos poucos, fui me sentindo livre para me amar”, relembra e complementa “A beleza está na mulher gorda e na magra. Na alta e na baixa. A beleza se manifesta em todas as formas - e vem de dentro!”. É com essa afirmação que Loiane Bienow, da agenciada pela JOY Model, debate a quebra de padrões e empodera a mulher curvilínea.

loiane-bienow-por-catarino_joy-13_kdyi1hi3loiane-bienow-por-catarino_joy-6_kdyi1heoNa busca de novas perspectivas, a modelo exalta o amor próprio e quebra padrões: “O mercado internacional para modelos curvilíneas já é bastante avançado e oferece muitas oportunidades. Ainda há muito a ser feito em relação à quebra de padrões no Brasil, mas procuro ser otimista e colaborar, usando meu corpo como forma de comunicar, de empoderar mulheres que não se viam representadas”, finaliza.

VESTUÁRIO

look-neuza-leao-7-480x640look-neuza-leao-5-455x640Um estudo feito pelo Senai, para apoiar a indústria da moda a estipular o padrão das etiquetas, mostrou que a mulher brasileira tem em média 97 centímetros de busto, 85 de cintura e 102 de quadril. O que corresponde a uma numeração 44 e um corpo cheio de  curvas. O mercado da moda está de olho nesse perfil, tanto que as grandes marcas já apostam em modelos que representem essa realidade para suas campanhas de marketing. Centenas de perfis de influenciadoras digitais com esse padrão também já povoam as redes sociais onde elas mostram que é completamente possível ter auto-estima, se vestir bem e ser linda, independente da numeração da roupa.

alessandra-leao-divulgacao-1Longe de ser uma apologia à obesidade, a indústria e a mídia tem se adaptado a esse mercado plus size que está em ascensão, conforme apontou a Associação Brasileira do Vestuário, em 2018, um crescimento de 8% e uma movimentação financeira de R$ 7 bilhões. “Até bem pouco tempo as marcas trabalhavam do 36 ao 42 e o plus size iniciava a partir do 44, mas grandes marcas estão trazendo sua grade para até o GG”, detalha a consultora de estilo e imagem Alessandra Leão (foto à esquerda)

Segundo ela, as mulheres estão mudando de comportamento e se aceitando mais e isso impactou na forma como a indústria da moda oferece seus produtos.  “Tivemos que nos adequar a esse público que ficou mais exigente. Elas querem se sentir seguras, bonitas e não aceitam qualquer roupa, independente do preço”, explica Alessandra que comanda ao lado das irmãs e da mãe a loja Neuza Leão, instalada no Shopping Estação Goiânia. A marca tem fabricação própria e investe em coleções exclusivas para moda maior, além dos tamanhos padrão. Ela explica que confeccionar  peças plus size não se resume em apenas aumentar alguns centímetros nos tamanhos, mas respeitar os contornos que o corpo maior tem. “A  modelagem é um pouco diferente, pois na graduação das numerações menores fazemos a aplicação de um tamanho para outro de maneira padronizada. Quando vamos trabalhar o mesmo modelo 36 para o 46 e 48, adequamos pequenos detalhes, como comprimento, cavas, largura das costas”.

look-neuza-leao-1-466x640look-neuza-leao-3-466x640Nas calças, as proporções do quadril e bumbum  também são ajustadas, assim como o gancho.  “Se a cliente veste uma peça que não tem um bom caimento, não importa a estampa, o tecido, o preço. Ela precisa se sentir à vontade, só assim ela vai transmitir a sensação de segurança e de estar bem vestida. Um sentimento que todas as mulheres almejam, independente do tamanho da cintura” completa.

Dos modelos que mais saem, Alessandra destaca as blusas de tecidos mais leves com manguinhas e dá uma dica de ouro: “Antes de sair comprando tente entender os objetivos das suas compras. Lembre-se que é muito importante pois a roupa tem que se encaixar no corpo. Não compre por impulso só porque a peça está barata e atente-se ao seu estilo”. conclui

afinal, estilo e beleza também podem se encontrar nas peças plus size. Cada vez mais as marcas apostam nesse mercado pujante, que valoriza o corpo da mulher brasileira.

CALÇADO

modelo-1O Body Positive é um movimento que nasceu em 1967, nos Estados Unidos, aqui como Movimento Corpo Livre, de alguns anos pra cá, muitos movimentos ganharam força, com destaque àqueles que buscam conscientizar sobre a inclusão da diversidade. O movimento tenta conscientizar a população, principalmente feminina, de que todos os corpos são bonitos, ao contrário do que prega a indústria da moda. Uma das principais figuras responsáveis por disseminar essa corrente no Brasil é a modelo e influencer Rita Carrera. É ela quem está presente num momento histórico na moda, a capa da Vogue de novembro, ao lado de Preta Gil e Duda Beat, que faz ode ao Movimento Corpo Livre. Com 143 mil seguidores no Instagram, Rita busca debater e desconstruir padrões impostos pela sociedade aos corpos femininos e compartilhar sua história como modelo Plus Size.

modelo-3A influencer busca abordar temas de aceitação, amor próprio  e ativismo negro em suas redes sociais.  Ela é um representante chave na inclusão de diferentes tipos de corpos na indústria da moda e afirma que é fundamental se sentir representado. A carreira de Rita não começou cedo nas passarelas, por muito tempo ela ouviu frases do tipo”emagreça que você conseguirá ser modelo”. Porém, a modelo-influencer não se rendeu aos padrões impostos pela sociedade e escreveu uma nova página na própria vida e na de outras jovens que procuram alguém a se espelhar. Rita hoje é modelo agenciada pela FORD Models, estrela campanhas como Monte Carlos Joias, Eurico Calçados, Haskell cosméticos, é colunista da VOGUE Brasil e muito mais. Rita não é a única a passar maus bocados com os padrões impostos pela sociedade, existem várias influencers como Ju Romano, Fluvia Lacerda, Mel Soares, Manuh Rubi, Alexandrismo, Caio Revela, Thaís Carla, Isabella Trad, Luiza Junqueira e Carla Lemos que debatem sobre o mesmo tema. Se a lista de influencers que debatem sobre o assunto é grande, imaginem a quantidade de pessoas comuns que sofrem com o mesmo problema?

modelo-55modelo-2Foi o que mostrou uma matéria de 2013 do G1 Paraná, na qual duas mulheres que calçavam 31 e 41 relataram a dificuldade e constrangimento de encontrar calçados. O que para grande parte da população é um momento de descontração e lazer acaba sendo um pesadelo para quem não se encaixa nos padrões.

max-euricoPorém, existem marcas que pensam na inclusão de corpos fora do padrão há anos. A clientela da  A Casa - Eurico Calçados, fundada em 1936 pelo casal de alemães Erich e Leonie Rosenthal na capital paulista, especializada em calçados masculinos e femininos com numerações tidas como fora dos padrões, relatam uma felicidade sem tamanho ao encontrar calçados de sua numeração. Muitos deles queriam um calçado para se formar, se casar ou apenas para sair de casa usando algo que não machucasse seus pés. Sem abri mão do design e conforto os sapatos femininos vão da numeração 40 a 43, já os masculinos vão do 44 ao 48, abrangendo assim toda a parcela “esquecida” por boa parte da indústria de sapatos.

da redação com informações de Thiago Bunduky Loiane Bienow; da Comunicação sem Fronteiras Loja Neuza Leão; da Giovana Ricci Eurico Calçados    imagens: fotos/divulgação

COMUNICADO

worldfashion • 12/01/21, 10:40

logologo-2A Rhodia, empresa do Grupo Solvay, assinou acordo com Grupo MCassab, que atuará na distribuição de fibras e fios têxteis de poliamida. Atualmente, a MCassab já é distribuidora de especialidades químicas produzidas pela Rhodia no Brasil.

A implantação deste canal de distribuição para as fibras e fios têxteis da Rhodia faz parte da estratégia de crescimento da empresa neste segmento, ampliando a sua rede de promoção, atendimento e disponibilidade junto aos clientes com necessidades e volumes específicos.

imagemDentre os principais fios de poliamida da Rhodia que o Grupo MCassab passa a distribuir destacam-se:

Amni® Virus-Bac Off, desenvolvido para combater a contaminação cruzada de vírus e bactérias, incluindo o coronavírus, entre os artigos têxteis e o usuário. A poliamida pode ser usada em roupas casuais, esportivas, uniformes escolares, roupas profissionais, meias, calçados e acessórios, máscaras de uso social e até vestimentas e enxovais hospitalares.

Amni Soul Eco®, primeiro fio de poliamida 6.6 biodegradável do mundo, cuja fórmula foi aprimorada para permitir que as roupas feitas com esse fio se decomponham rapidamente após serem descartadas em aterros sanitários.

Amni® Biotech Eco, fio biodegradável com proteção bacteriostática para uso diário, especialmente em peças de lingerie, underwear, meias e roupas esportivas.

Amni® UV Protection, tecnologia com proteção contra raios UVA e UVB com, principalmente para alta exposição à luz solar, usado em artigos de moda praia, esportiva, de lazer e acessórios.

Amni Colors®, que oferece otimização de recursos têxteis com o desenvolvido para inserir uma tonalidade especial ao fio. Além de eliminar a etapa de tingimento e o risco de manchas, também evita a perda de intensidade da cor nas roupas.

Emana®, fio inteligente com minerais bioativos incorporados em seu DNA, que absorvem o calor do corpo humano e emitem raios infravermelhos longos de volta ao corpo, proporcionando benefícios cosméticos e esportivos com muito conforto e bem-estar.

antonio-leite“Estamos confiantes de que, juntos, conseguiremos ampliar ainda mais a aplicação das tecnologias inovadoras da Rhodia no setor têxtil, levando as nossas inovações sustentáveis e que promovem qualidade de vida para um maior número de pessoas”, afirmou Antonio Leite, Vice-Presidente Global de Poliamida e Fibras do Grupo Solvay.

Sobre o Grupo Solvay

A Solvay é uma empresa de ciências cujas tecnologias oferecem benefícios em muitos aspectos da nossa vida cotidiana. Com 24.100 empregados em 64 países, a Solvay une pessoas, ideias e elementos para reinventar o progresso. O Grupo busca criar valor compartilhado sustentável para todos, principalmente por meio do programa Solvay One Planet, elaborado em torno de três pilares: proteger o clima, preservar recursos e promover uma vida melhor. As soluções inovadoras do Grupo contribuem para produtos mais seguros, limpos e sustentáveis, que podem ser encontrados em residências, alimentos e bens de consumo, aviões, carros, baterias, dispositivos inteligentes, equipamentos de saúde, sistemas de purificação de água e ar. Fundada em 1863, a Solvay está hoje entre as três principais empresas do mundo na maioria de suas atividades e obteve vendas líquidas de € 10,2 bilhões em 2019. A Solvay está listada na Euronext Brussels (SOLB) e Paris e nos Estados Unidos, onde ações (SOLVY) são negociadas através de um programa de ADR Nível I. No Brasil, a Solvay também atua com a marca Rhodia.

da redação com informações da PexPress  imagens: fotos/divulgação

CONSUMO E PLANEJAMENTO DOS NEGÓCIOS DA MODA 2021

worldfashion • 11/01/21, 16:32

monica-cacais-2A designer de joias Monica Rosenzweig, carioca que vive atualmente em Cascais, Portugal, e mantém um atelier por lá e outro em Ipanema, no Rio de Janeiro, explica como as mudanças estão acontecendo no mundo da moda e o que esperar para 2021.

1) Valores de acordo com a economia atual – “O mundo inteiro está sofrendo os impactos na economia desde o início da pandemia. Os salários de uma forma geral foram reduzidos, a necessidade de compra de alguns produtos tem sido questionada pelos consumidores e as empresas que quiserem se manter ativas vão precisar rever conceitos, e isso inclui preços. E na moda isso não será diferente. Isso quer dizer, em linhas simples, que o poder de compra diminuiu de uma forma geral. O consumo por impulso, que muito se viu no início da pandemia, é quase inexistente atualmente, e as pessoas estão focando no que precisam e, sim, analisando o custo e benefício de cada compra. Portanto, as marcas vão precisar reavaliar a forma como chegam ao preço final dos produtos e, provavelmente, se adequar a essa nova demanda”.

2) Roupas para dentro e fora de casa – “A moda não é apenas feita para vestir pessoas para ocasiões e locais especiais, ela existe para dar soluções à sociedade. E, neste momento, em que trabalhamos mais em casa, mesmo com a flexibilização cada vez maior, a criação precisará se voltar não apenas para as roupas confortáveis, mas também para as que sejam fáceis de lavar e passar e que visem a praticidade, mas sem deixar de lado a vaidade de quem quer se sentir bem vestido mesmo dentro de casa. Sim, as pessoas abandonaram o uso constante de pijamas em tempo integral, que aconteceu muito no início do isolamento, e agora elas acordam, se vestem e permanecem arrumadas dentro de casa. Mas esse “se arrumar” agora tem um novo significado, com peças que tragam a chamada ‘confort sensation’, mas que também possam ser usadas caso precisem ir a rua em algum momento “.

3) Simbologias e memória afetiva – “Nós, designers e estilistas, teremos que ressignificar nosso trabalho. As pessoas estão em busca de peças que lhes passem algum tipo de mensagem, uma simbologia. Eu, por exemplo, passei o consumir muito o que me traz sensações de proteção. E isso será uma tendência na moda de uma forma geral. O público vai procurar roupas, acessórios etc, que lhes transmitam alguma mensagem, alguma coisa positiva. Coleções com simbologias ligadas à proteção e ao aconchego, com desenhos e formas que remetam a momentos felizes, vão estar em alta”.

4) Atemporalidade – “Acredito que teremos menos “vítimas da moda”, que seguiam os lançamentos a cada temporada, e que mudavam seu guarda-roupa a cada estação. Se antes muitas vezes comprávamos algo que seria usado apenas em uma ocasião e depois colocado de lado, por conta da tendência da estação, agora acredito que fará mais parte de um conceito criado apenas para atender o mercado de luxo, que na minha visão deve permanecer inabalado, já que tem um público muito específico e com um poder de compra que não sofreu desgastes pela pandemia. Mas de uma forma geral, pensando em todos os perfil de público, o consumo será direcionado para acessórios, roupas e calçados que possam ser usados em diferentes ocasiões, que não sigam tendências muito específicas. Será a celebração do bom e velho jeans; das camisetas de cores que se complementam; de blazers, calças e vestidos de cortes mais sequinhos (porém confortáveis); dos acessórios que pontuam cor e estilo, mas sem exageros. A aposta nessa linha são peças geométricas, com estilo, mas também neutralidade, combinando com roupas de todas as cores e perfis”.

5) Moda consciente de verdade e respeito com o meio ambiente – “A moda é um reflexo da sociedade e os profissionais que fazem moda não podem se alienar à realidade, fingindo que nada esteja acontecendo ao seu redor. As marcas precisam rever seus processos na criação de produtos, se tornando cada vez mais sustentáveis. É preciso um olhar mais atento ao que é criado. Uma nova tecnologia para um novo tecido, por exemplo, não pode ser tão interessante a ponto de poluir o meio ambiente ou de causar estragos no habitat de outros seres. O uso de peles, que já não deveria ser tolerado há muito tempo, a partir de agora é inaceitável. Testes em animais para novos produtos também devem ser banidos. Estamos vivendo uma situação que, ao que tudo indica, teve início exatamente pelo Homem interferir na vida animal. É preciso que passemos a enxergá-los com cuidado e respeito, ou pagaremos um preço ainda mais alto pelos males que estamos causando à Natureza no futuro”.

da redação com informações da Alessandra Ceroy  imagens: foto/divulgação

andressa-rando-favorito-640x427Andressa Rando Favorito, formada em Design e Desenvolvimento de Produtos para a Indústria da Moda na London College of Fashion, na Inglaterra, e mestre em Tecnologia e Sustentabilidade pela UTFPR, é especialista em gestão de negócios de Moda. Atualmente, segue com o propósito #TáNaModaFazerOBrasilCrescer, estando à frente de consultorias, palestras, workshops e treinamentos relacionados ao mercado. Ao todo, mais de 500 pessoas físicas e jurídicas tiveram o suporte da especialista. Entre as empresas, estão Sebrae, Magazine Luiza, Cia Hering e Loungerie.

Desafiador é a palavra que mais representa o ano de 2020, principalmente na economia. Segundo informações divulgadas pelo Desempenho Econômico do Distrito Federal (Idecon-DF), o período foi responsável por uma variação negativa de 4,2% nos cofres públicos brasileiros. Neste contexto, os varejistas do setor de Moda tiveram que investir em atividades, como remanejamento de estoque, reposicionamento de marca e transformação do modelo de serviço, a fim de conquistar a sobrevivência dos negócios.

De acordo com Andressa Rando Favorito, a tendência é que o primeiro semestre do comércio de 2021 seja semelhante a este último ano. No entanto, é possível vivenciá-lo com uma maior tranquilidade, por meio de um planejamento estratégico. Para isso, a executiva lista as cinco principais dicas para os empreendedores que desejam iniciar essa nova fase de maneira mais assertiva. Confira:

1) Defina as metas

Qual é o ritmo de vendas atual? As vendas estão em crescimento ou estagnadas? Quanto você pretende faturar? O quanto é necessário vender para alcançar essa pretensão comercial? Estas são algumas reflexões imprescindíveis para iniciar o planejamento de negócios de 2021.

“É fundamental analisar o recente desempenho da marca em termos de vendas e faturamento, para que se possa definir metas tangíveis para o próximo ano. É importante ressaltar que essas metas devem ser elaboradas mensalmente, visto que cada mês tem as suas particularidades, como Dia das Mães, em maio, e Dia dos Namorados, em junho. Desta forma, também simplifica o processo de gerenciamento de estoque, pois é possível saber quais e quantos produtos serão necessários para cada mês”, afirma Andressa.

2) Filtre o estoque

Independentemente do planejamento estratégico, não há vendas sem estoque. Então, avalie os produtos que ficaram parados no último ano, para definir quais irão se manter no próximo. “A marca terá sobras que não farão sentido para o primeiro trimestre de 2021. Portanto, para garantir que as necessidades dos consumidores sejam atendidas e, consequentemente, ocorram as vendas, é fundamental realizar uma filtragem do que irá permanecer no portfólio e do que será remanejado. Aqui, já é possível também entender quantas novas peças deverão ser adquiridas para alcançar a meta de vendas inicial”, explica a especialista.

3) Analise o histórico

Como foi o seu primeiro semestre de 2020? Essa análise é importante porque provavelmente o primeiro semestre de 2021 será similar, e servirá de base para entender os pontos de atenção e os acertos para o ano que está por vir. “A ideia é entender as boas práticas e identificar os pontos de melhoria”, pontua Andressa.

4) Encontre o seu caminho

Em março de 2021, a pandemia terá alcançado um ano de duração, período suficiente para as pessoas adotarem um novo estilo de vida. Ou seja, os consumidores terão adquirido novos hábitos e, consequentemente, uma nova maneira de se vestir. “Agora é o momento de utilizar a trajetória do seu negócio no último ano para identificar o melhor caminho a ser seguido. Talvez sejam necessárias mudanças na comunicação da marca, no atendimento ao cliente ou até mesmo na linha de produtos”, explica a especialista.

5) Posicione-se!

Por fim, é preciso ir a campo com uma clareza dos hábitos e decisões de negócio que ficarão em 2020 e daqueles que valem a pena manter no próximo ano. “Todo desafio é uma oportunidade de melhoria. As aprendizagens precisam ser colocadas em prática”, conclui Andressa.

da redação com informações da Oliver Press   imagem: foto/divulgação

HYOSUNG

worldfashion • 08/01/21, 11:59

20160711-1-3-1A Hyosung empresa Sul Coreana, é referência mundial em tecnologia de ponta, inovação, qualidade e serviço incomparável. Com mais de 100 locais de trabalho localizados em 30 países, possui 20 mil colaboradores em todo o mundo. O elastano é produzido em 10 plantas industriais localizada na Coréia do Sul, China, Turquia, Vietnã, Brasil e Índia. No segmento têxtil é a líder mundial em fios de elastano através da marca creora®.

43No Brasil, em 2011 instalou a mais moderna planta industrial do Grupo, situada na cidade de Araquari, em Santa Catarina. Com terreno de 250 mil metros quadrados e área construída de 40 mil metros quadrados. É a unidade com o ponto estratégico, não só para produção e distribuição nacional, mas como base de produção e distribuição de elastano para países como a Argentina, Peru, Equador, Colômbia e Chile.

11O Grupo sul-coreano Hyosung anunciou essa semana o investimento de R$ 200 milhões no Brasil para ampliação de sua planta industrial, o que aumentará a escala de produção de sua fábrica de elastano localizada em Santa Catarina. Com isso a sua capacidade produtiva aumentará para 22 mil toneladas no total - 80% a mais da capacidade produtiva atual (hoje a produção é de 12 mil toneladas por ano).

3-640x3601No Brasil a expansão foi decidida devido ao rápido aumento da demanda no mercado por elastano, fibra sintética conhecida por seu excepcional alongamento, já que a venda de roupas confortáveis, como homewear e uso esportivo aumentou no mercado têxtil da América Latina devido à propagação do COVID-19. Outro motivo são as tarifações de importação no Brasil. Portanto, uma base de produção local é essencial para manter a competitividade de preços. Além disso, o Brasil faz fronteira com dez dos doze países da América do Sul e tem uma grande extensão do seu limite em contato com o mar, características geográficas vantajosas para exportação para regiões próximas.

Com a expansão da fábrica, a Hyosung espera não apenas atender à crescente demanda na região Sul Americana, mas também responder preventivamente à era pós-COVID-19, expandindo a liderança frente aos seus concorrentes. Atualmente, a participação da empresa no Brasil é a maior, com 65% do mercado.

presidente-hyosung-554x640“O risco sem precedentes causado pelo COVID-19 agravou a incerteza e acelerou a velocidade da mudança”, disse o presidente da Hyosung, Cho Hyun-joon. Ele enfatizou: “Em tempos de mudança, devemos transformar a crise em oportunidade, investindo continuamente em nosso futuro”.

Expansão também na Europa, que se iniciou em novembro 2020, a empresa decidiu ampliar sua fábrica de elastano na Turquia para 2021 por meio de um investimento de USD 55 milhões (KRW 60 bilhões) para atingir o mercado europeu. Também foi estabelecida uma base de produção na Índia em 2019 para os mercados emergentes da Ásia, além de uma fábrica no Vietnã para atingir todo o mercado asiático.

A estratégia é dedicar esforços para estabelecer plantas de produção de elastano por continentes, mantendo sua posição incontestável como líder global. Elastano creora® marca posição da empresa no setor têxtil e de confecção O posicionamento da Hyosung Brasil está muito atrelado a seu desenvolvimento de produtos inovadores em elastano, reconhecido mundialmente no mercado por sua alta performance e rendimento – com seu rendimento, de 8 a 10% superior, gerando resultado direto para os produtores de têxteis e confecções.

hyosung1_2maio20181Os artigos confeccionados com o fio creora® tem maior qualidade e durabilidade e sua consistência superior garante estabilidade produtiva, com risco de rompimento de fibra quase nulo. Resistente a altas temperaturas, o elastano suporta até 135 graus no processo de tingimento. Além disso, também aceita reprocesso sem perder a força do fio e sem comprometer as características do produto têxtil, que mais chama atenção no elastano.

5-640x289Este ano a Hyosung também apresentou ao mercado mundial seu novo fio creora® 3D Max especial para Denim, creora® Color+ com afinidade tintorial para cores extraordinárias em misturas de fibras naturais e/ou sintéticas e seus recentes desenvolvimentos como creora® Regen fio certificado pela Global Recycle Standard (GRS) e feito 100% de resíduos recuperados, e o creora® Bio-massa, uma série de fios com tecnologias multifuncionais de desempenho.

da redação com informações de Carlos Lopes Assessoria    imagens: fotos/divulgação

DelfimProtect

worldfashion • 06/01/21, 10:44

maquina-640x427A Delfim Tecidos, indústria de médio porte especializada em produção têxtil com mais de 60 anos de estrada no mercado nacional. Com modernas máquinas Kettenstuhl, Rachel, Jacquard Tronic e Tramadeira saem, tules, filós, organzas e mosquiteiros. Em cores diversas e metragens específicas para produtos finais nas áreas de moda, decoração e artesanato. Sua tinturaria própria permite desenvolver tingimentos e acabamentos específicos para atender as mais recentes tendências e necessidades do mercado. Além de uma coleção de toalhas de mesa rendadas em diferentes tamanhos e padronagens.

A empresa presta serviços personalizados de urdimento, tingimento e acabamento de tecidos para outras empresas do ramo.Qualidade na produção e agilidade na entrega do produto são fatores determinantes no atendimento a clientes de pequeno, médio e grande porte. A competente equipe de vendas e o sistema de distribuição capilarizado permitem obter os melhores resultados para estes clientes. escreveu uma nova história.

Durante a adversidade da pandemia que arrasou diversos negócios, a empresa corajosamente andou na contramão e com um investimento de R$ 1 milhão e desenvolveu um tecido antiviral que inativa o vírus em um minuto e garantiu que a empresa surfasse a onda da inovação nesse período crítico e lançou a DelfimProtect, um tecido inovador antiviral que é capaz de inativar a ação do vírus em um minuto, segundo dado comprovado em laudo emitido pela Unicamp.

foto-mauro-deutsch-640x4271Essa largada foi possível graças à visão da companhia, que desde quando o assunto virou notícia na China, acionou o modo ‘atenção’ e refletiu sobre como as coisas seriam quando a doença chegasse no Brasil. Porém, não imaginava que de sua linha de produção sairia um produto com uma relevância tão significativa e que fizesse sucesso em tão pouco tempo. “Nós não fazíamos ideia onde esse produto iria nos levar, pois ele se mostrou muito mais potente sob o ponto de vista antiviral. E ele nos permitiu surfar muito bem essa onda de inovação”, conta Mauro Deutsch, CEO da empresa.

O DelfimProtect ganhou protagonismo e permitiu que a empresa atravessasse os primeiros meses mais críticos da pandemia sem precisar demitir nenhum colaborador. Concedeu férias coletivas, interrompeu a produção, porém, nesse período concentrou seus esforços totalmente na realização dos últimos testes científicos de validação do tecido, que se diferencia por ser 100% poliéster, possuir alta eficiência da filtração bacteriana superior a 93% (o padrão exigido pela ABNT é de 70%) e repelência à água.

Para garantir que tudo corresse bem com o desenvolvimento do DelfimProtect e alinhar o cenário da empresa para colocá-lo no mercado, contou com um suporte de várias frentes: um comitê gerencial que se encarregou de levantar as condições da companhia e fazer os ajustes necessários, fez contato com médicos infectologistas para trocar informações, teve o apoio dos fabricantes das máquinas de sua linha de produção, a participação de uma equipe interna que detém um forte conhecimento sobre malha e a parceria da Nanox, empresa ligada à Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). “Foi um trabalho bastante disruptivo, desenvolvido de forma rápida, por quase 20 mãos. Nada teria acontecido sem esse time” declara Mauro Deutsch

maquina-1-640x427Com o sucesso do DelfimProtect, a empresa teve que ajustar sua capacidade de produção de sua linha. As máquinas, que antes eram mais dedicadas à fabricação do tule, passaram a produzir o produto. De 60 mil metros/mês, saltou para 500 mil metros/mês. E, de acordo com Mauro, a capacidade produtiva tem fôlego para atingir até 1 milhão de metros/mês. E ele está confiante nisso. “Tem muito mercado e demanda para isso. O tecido deixou de ser usado só para a confecção de máscaras”, analisa. Hoje é possível encontrar o DelfimProtect em toalhas de restaurantes, aventais de uniformes de garçons, equipamentos de EPI, uniformes hospitalares. Mas o céu é o limite, na visão do executivo da Delfim. “Já existem clientes utilizando o produto em camisetas e calças com punho”.

Esse passo dado pela Delfim coloca a empresa em uma situação estratégica neste momento, porém também diante de novos desafios: a busca por novas inovações não pode parar, para Mauro Deutsch: “Essa é uma crise diferente das outras. É mundial, que tirou nossa capacidade de planejar o ano seguinte. Para lidar com as incertezas e o medo, temos que continuar inovando. Nosso mercado principal é o tule, cujo principal período de venda do ano é o carnaval. Já sabemos que em 2021 a festa não será realizada e, por isso, não podemos ficar parados. Temos que ajudar a sociedade a resolver outros problemas”.

Pensar no outro é algo que faz parte do DNA da Delfim. Duas decisões mostram esse princípio. Uma delas foi não repassar integralmente o custo da produção do DelfimProtect para o cliente, tornando o tecido acessível para o mercado. A outra foi uma parceria feita com o G-10 Favelas, que possibilitou a doação de um volume de tecidos equivalente a três mil máscaras para o projeto Costurando Sonhos. “Nós ampliamos nossa preocupação social para além dos portões da empresa. Isso permitiu que muita gente possa se proteger adequadamente durante a pandemia e várias costureiras possam levar comida para casa nesses tempos difíceis”, aponta Mauro Deutsch.

foto-mauro-deutsch-1-472x640Perante o setor, Mauro Deutsch presidente da Delfim está orgulhoso e com os resultados obtidos. Espera que seu exemplo sirva de incentivo para os demais empresários a assumir uma postura mais corajosa perante à crise. “É muito gostoso ver que as coisas estão funcionando, que fomos na contramão e que valeu cada investimento”. Para este ano, a expectativa é fechar o período com tudo equilibrado, sem perda de receitas. “Nós não vamos crescer em 2020, mas se fecharmos no zero a zero será uma grande conquista. A incerteza é a única certeza que nós temos neste momento. Tudo o que fizemos nesses últimos meses será nossa base para que nos próximos dois anos possamos retomar o crescimento”, conclui.

Enquanto isso boa parte do setor lacrou suas portas, cortou custos, perdeu pedidos, demitiu pessoas, teve dificuldade de acesso ao crédito e amargou prejuízos - segundo um levantamento da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e Confecção (Abit) feito em junho deste ano, 96% das empresas do mercado tiveram queda na carteira de encomendas, sendo que mais da metade das fábricas (55%) registrou redução maior do que 50% no número de pedidos - a Delfim caminhou corajosamente na contramão. Investiu para viabilizar o DelfimProtect. “A dor de barriga veio para todo mundo. Eu aprendi que você tem que ir para frente. Cada vez que você recua, para dar um passo para frente há uma grande inércia a ser vencida. E nós decidimos apostar no produto, mesmo sofrendo muitas críticas pela nossa ousadia. Se não tivéssemos feito isso, estaríamos no retrocesso”, reflete Mauro Deutsch.


da redação com informações da Digital Trix Comunicação  imagens: fotos/divulgação

ABIT projeta para 2021 produção semelhante à de 2019

worldfashion • 21/12/20, 10:19

O presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Fernando Valente Pimentel, ressalva que os números previstos para 2021, são comparáveis a uma base, que o setor vinha buscando se recuperar desde 2010 e, em 2019 estava reconquistando um crescimento mais sólido, mas foi atropelado pela pandemia, sendo um dos que mais sofreram. 0013-640x360

0009-640x360Em 2020, o setor estima encerrar dezembro tendo produzido 1,87 milhão de toneladas de manufaturados têxteis e 4,76 bilhões de unidades de vestuário, volumes afetados pelo reflexo da crise sanitária na atividade econômica. Em faturamento, o setor projeta para o próximo ano R$ 55,3 milhões em manufaturados têxteis e R$ 152,1 bilhões em produtos de vestuário, o que representará, respectivamente, altas de 10,5% e 24% em relação aos valores registrados neste ano. Os dados foram apresentados na quinta-feira 17 de dezembro 2020, durante a divulgação do balanço anual da Abit.

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Com relação às vendas no varejo, a entidade espera a comercialização de 6,2 bilhões de peças em 2021, o que representará um crescimento de 25% em comparação com este ano de 2020, quando devem ser vendidas até o fim de dezembro 5 bilhões de peças. Em faturamento, no mesmo comparativo, o incremento deve acompanhar o ritmo das vendas, e o comércio espera atingir R$ 228,9 bilhões no próximo ano. O número é 26% maior que os R$ 181,4 bilhões que deverão ser registrados em receita do setor em 2020.

14785962351_342aa98ff5_z-430x640“A previsão está atrelada à manutenção das atividades econômicas em relativa normalidade, em ano em que ainda será necessário se superar efeitos da crise sanitária”, avalia Fernando Pimentel. “Um eventual novo fechamento do varejo por conta do recrudescimento da pandemia deve jogar a estimativa para baixo”.

0011-640x360Com relação ao nível de emprego, Pimentel explica que o setor perdeu neste ano 39 mil postos de trabalho, mas que já para o ano que vem a expectativa é recuperar aproximadamente 65% desse volume, fechando 2021 com saldo positivo de 25 mil vagas de trabalho. “A recuperação será gradual”, diz o presidente da Abit.

0014-640x360Apesar de um 2020 difícil, por conta da pandemia provocada pela Covid-19, as empresas associadas à Abit demonstraram grande poder de adaptação e contribuíram para que o País fizesse a travessia da maneira mais natural possível. A produção de máscaras cirúrgicas pelas empresas do setor saltou de 6,5 milhões para 140 milhões em quatro meses, período em que 140 empresas converteram suas linhas de produção para atender a essa demanda.

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O setor, por meio das Companhias, doou R$ 53 milhões em equipamentos de proteção individual e respiradores (contabilizados até maio). A tecnologia de tecidos com proteção antiviral, antes pouco conhecida pelo grande público, também se popularizou.

0031-640x3601
0030-640x360As perspectivas, segundo estudos das equipes econômicas, o PIB do Brasil deve crescer em 2021 perto de 4% e, desta forma, Fernando Pimentel espera alavancar o PIB da indústria têxtil em torno de 2,5%. Ele reforça, no entanto, que esse incremento nos resultados está diretamente atrelado à retomada de uma agenda positiva, que envolve diversas discussões, como reforma tributária, reforma do setor elétrico, pacto federativo, nova lei de licitações, entre outros temas da agenda governamental.

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da redação com informações de Ricardo Viveiros & Associados Oficina de Comunicação e imagens divulgação