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	<title>World Fashion Plataforma de Moda</title>
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	<description>O BLOG PARA OS PROFISSIONAIS DA MODA</description>
	<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 14:38:44 +0000</pubDate>
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		<title>Artigo - Varejo de moda está vendendo mais e lucrando menos</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Jun 2026 14:38:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>worldfashion</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[ARTIGO]]></category>

		<category><![CDATA[VAREJO]]></category>

		<category><![CDATA[#IRRAH TECH]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Chrystian Scanferla, Head de Negócios do IRRAH Tech
Ao longo dos anos, acompanhando operações e conversando com empresários, percebi um padrão que se repete: o problema raramente começa na venda. Ele começa antes, na gestão. Produção desalinhada, compra mal dimensionada, estoque parado, margem corroída. O cliente vê a vitrine. O empresário convive com a planilha.
Os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Chrystian Scanferla, Head de Negócios do IRRAH Tech</p>
<p>Ao longo dos anos, acompanhando operações e conversando com empresários, percebi um padrão que se repete: o problema raramente começa na venda. Ele começa antes, na gestão. Produção desalinhada, compra mal dimensionada, estoque parado, margem corroída. O cliente vê a vitrine. O empresário convive com a planilha.</p>
<p>Os exemplos estão aí, e não são poucos. A Forever 21 entrou em falência nos Estados Unidos entre 2019 e 2020, após um ciclo de expansão sem sustentação operacional. A Select Fashion encerrou dezenas de lojas no Reino Unido depois de acumular prejuízos. A United Colors of Benetton, que por décadas construiu marca global, reduziu centenas de unidades para conter perdas que ultrapassaram centenas de milhões de euros.</p>
<p>Esses movimentos não são isolados e revelam um ponto estrutural: vender mais não resolve quando a operação não acompanha.</p>
<p>Existe hoje um paradoxo. O consumo continua girando, o fluxo nas lojas físicas responde. O e-commerce amplia alcance e, ainda assim, a rentabilidade não acompanha o mesmo ritmo. Na prática, são empresas que trabalham mais para ganhar menos.</p>
<p>Em eventos e conversas com o mercado, percebe-se que não existe mais operação de varejo sem dados estruturados. A NRF Retail&#8217;s Big Show consolidou isso de forma direta: dados não são mais suporte, e sim infraestrutura.</p>
<p>Eu passei a tratar dados como energia operacional. Eles não aparecem na vitrine, mas sustentam tudo. Sem eles, a decisão vira tentativa; com eles, vira gestão.</p>
<p>Na prática, isso muda o jogo. Deixar de comprar por “feeling” e passar a comprar por histórico. Parar de reagir à sobra de estoque e começar a prever demanda. Trocar desconto emergencial por estratégia de margem. Parece básico, mas não é o que predomina.</p>
<p>Soluções, hoje, entram exatamente nesse ponto: organizar o que já existe dentro da operação e transformar em leitura. O impacto não está no discurso tecnológico, mas na execução. Um ERP específico para moda resolve um problema que muita empresa ainda tenta contornar manualmente, com grade, cor, tamanho, reposição, giro. Quando isso não está sob controle, o restante da operação vira consequência.</p>
<p>Com integração à retaguarda, fornecedores e até oficinas, a operação deixa de ser fragmentada. E, quando deixa de ser fragmentada, fica previsível. Isso muda completamente a forma de trabalhar.</p>
<p>Eu vejo isso com mais clareza nos períodos de maior pressão, como datas promocionais. Quando não há controle, a empresa entra em campanha no escuro: compra demais, erra mix, liquida margem. Quando há estrutura, a campanha deixa de ser aposta. Passa a ser execução.</p>
<p>Menos ruptura, menos excesso de estoque, menos dependência de desconto. Mais conversão, com margem preservada.</p>
<p>O que sustenta o resultado não é o pico de venda, é o que acontece antes dele, no bastidor. É o dado organizado, a leitura correta, a decisão tomada no tempo certo.</p>
<p>Porque, no varejo de moda, quem enxerga antes decide melhor. E quem decide melhor não depende do acaso para crescer.</p>
<p><strong>SOBRE A IRRAH TECH </strong>- é um ecossistema de empresas unidas por um propósito comum: gerar valor real por meio da excelência operacional, da inovação constante e do compromisso com resultados duradouros. Atuamos para transformar nossos clientes em verdadeiros fãs, construindo relevância e impacto com base em nossos valores corporativos.</p>
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		<title>COLLAB - FLAVIA ARANHA / TENCEL</title>
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		<pubDate>Thu, 28 May 2026 19:12:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>worldfashion</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[COLEÇÃO]]></category>

		<category><![CDATA[COLLAB]]></category>

		<category><![CDATA[ESTILISTAS]]></category>

		<category><![CDATA[VAREJO]]></category>

		<category><![CDATA[# FLAVIA ARANHA]]></category>

		<category><![CDATA[#LENZING #TEXTIL CARMEM # G.VALLONE TÊXTIL]]></category>

		<category><![CDATA[#TENCEL #LENZING]]></category>

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		<description><![CDATA[Em um cenário em que a responsabilidade ambiental se torna cada vez mais essencial em diferentes setores, especialmente na moda, uma das indústrias que mais repensa seus processos para reduzir impactos socioambientais, o futuro do segmento caminha em direção a soluções ecofriendly, inovação sustentável e práticas mais conscientes. Reconhecida por ter a sustentabilidade como um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em um cenário em que a responsabilidade ambiental se torna cada vez mais essencial em diferentes setores, especialmente na moda, uma das indústrias que mais repensa seus processos para reduzir impactos socioambientais, o futuro do segmento caminha em direção a soluções ecofriendly, inovação sustentável e práticas mais conscientes. Reconhecida por ter a sustentabilidade como um dos pilares de sua criação, a Flavia Aranha segue expandindo sua pesquisa em torno de novas possibilidades para a moda por meio de fibras inovadoras, corantes bacterianos e tingimentos naturais.</p>
<p>Agora, a estilista dá continuidade a essa investigação ao anunciar uma colaboração com TENCEL™, principal marca de fibras sustentáveis do Lenzing Group, a fiação Textil Carmem e a G.Vallone Têxtil.</p>
<p>O lançamento apresenta 19 modelos divididos em três linhas desenvolvidas com TENCEL™ Modal com tecnologia Micro. Entre elas, a família Transpasse reúne peças amplas e fluidas, com modelagens transpassadas que valorizam a silhueta e oferecem diferentes possibilidades de uso com praticidade e versatilidade. Já a linha Torção evidencia o trabalho de moulage por meio de tecidos mais encorpados e com textura crepe, criando peças que exploram movimento, estrutura e dimensão. Complementando a coleção, a família Básicos aposta em modelagens confortáveis e atemporais, pensadas para composições versáteis e duradouras no cotidiano. Em toda a coleção, a floresta surge como conceito central do processo criativo, não apenas como paisagem, mas como um sistema vivo traduzido em texturas, movimentos e construções têxteis.</p>
<p><strong><em>“Desenvolver essa colaboração com a TENCEL™, a fiação Textil Carmem e G.Vallone Têxtil, foi uma experiência muito especial. Essa relação já vem de longa data, desde a minha primeira coleção, há 16 anos, já trabalhávamos com fibras sustentáveis. Foi muito interessante criar, juntos, um tecido exclusivo a partir da fibra TENCEL™ Modal Micro, buscando uma base e um caimento específicos para a coleção. São parceiros que fazem parte da nossa trajetória há muitos anos, e oficializar essa colaboração foi uma forma de fortalecer ainda mais esse vínculo com marcas nas quais acreditamos e que valorizamos muito”</em></strong>, ressalta Flavia Aranha.</p>
<p>As criações propõem uma conexão viva com a natureza, incentivando uma relação mais consciente com o meio ambiente. Nesse contexto, TENCEL™ desempenha um papel essencial ao priorizar a eficiência de recursos e a redução de impactos ambientais ao longo do processo de produção. As fibras da marca possuem certificação ClimatePartner, reconhecimento ligado às suas ações climáticas, que incluem metas de redução de emissões, monitoramento da pegada de carbono, medidas de mitigação e apoio a projetos climáticos certificados.</p>
<p><strong><em>“Nosso objetivo é impactar e inspirar outras marcas a incorporarem a sustentabilidade de forma cada vez mais autêntica e envolvente em suas criações. A parceria fortalece esse propósito, já que compartilhamos do mesmo compromisso com a responsabilidade ambiental e a construção de uma moda mais consciente. Além disso, as fibras TENCEL™, fiadas pela Textil Carmem, contam com uma tecnologia de identificação que permite o rastreamento físico em todas as etapas do processo produtivo e são produzidas com pelo menos 50% menos emissões de carbono e consumo de água, reforçando nosso compromisso com inovação e impacto positivo”</em></strong>, afirma Juliana Jabour, Gerente de Desenvolvimento de Negócios Têxteis do Grupo Lenzing na América do Sul.</p>
<p>Com mais de três décadas de atuação no mercado têxtil, a fiação Textil Carmem integra a colaboração como responsável pela transformação das fibras em fios. Reconhecida pela expertise na produção de fios de alta performance para malharia e tecelagem, a empresa se destaca pelo investimento contínuo em inovação, tecnologia e excelência têxtil, desenvolvendo soluções que aliam qualidade, desempenho e evolução de processos.</p>
<p><strong><em>“Participar da coleção Floresta é uma experiência muito valiosa para nós, principalmente porque a Textil Carmem já trabalha com fibras da Lenzing há muitos anos. Existe uma relação muito consolidada com essas matérias-primas dentro do nosso desenvolvimento de fios, então é muito significativo ver esse trabalho presente em uma coleção com uma proposta tão alinhada ao que acreditamos”</em></strong>, afirma Maria Eduarda Martins, Marketing da fiação Textil Carmem.</p>
<p>A coleção Floresta, desenvolvida por Flavia Aranha em parceria com TENCEL™, fiação Textil Carmem e a G.Vallone Têxtil, está disponível desde 26 de maio nas lojas físicas da marca, localizadas na Vila Madalena, em São Paulo, e em Paraty, no Rio De Janeiro, além do e-commerce oficial flaviaaranha.com.</p>
<p>da redação com informações da Tastemakers Brasil - créditos da foto Caia Ramalho</p>
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		<title>VAREJO DE MODA BRASILEIRO</title>
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		<pubDate>Mon, 25 May 2026 17:56:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>worldfashion</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[VAREJO]]></category>

		<category><![CDATA[#ABIT ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÙSTRIA TÊXTIL E DE CONFECÇÃO]]></category>

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		<description><![CDATA[Em um ambiente econômico ainda marcado por incertezas, o varejo de moda brasileiro deve registrar crescimento moderado durante a temporada de inverno de 2026. A expectativa é de avanço discreto no volume de vendas, acompanhado de um cenário ainda desafiador para empresas e consumidores.
Com a chegada das coleções de inverno às vitrines das lojas físicas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em um ambiente econômico ainda marcado por incertezas, o varejo de moda brasileiro deve registrar crescimento moderado durante a temporada de inverno de 2026. A expectativa é de avanço discreto no volume de vendas, acompanhado de um cenário ainda desafiador para empresas e consumidores.</p>
<p>Com a chegada das coleções de inverno às vitrines das lojas físicas e plataformas digitais, a estação segue entre as mais relevantes para o setor de vestuário. Em 2026, porém, fatores como as incertezas geopolíticas internacionais, a pressão sobre combustíveis, o ambiente político em ano eleitoral, o elevado endividamento das famílias e a proximidade da Copa do Mundo devem influenciar diretamente o comportamento do consumo.</p>
<p>Dados do<strong> IEMI – Inteligência de Mercado</strong> apontam que o varejo brasileiro de vestuário deverá comercializar cerca de 1,85 bilhão de peças entre maio e agosto de 2026, crescimento de apenas 0,65% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram vendidas 1,84 bilhão de peças. Apesar de haver avanço nominal também no faturamento, o desempenho do setor ainda deve permanecer pressionado pelos custos elevados ao longo da cadeia produtiva e pela inflação acumulada nos últimos 12 meses.</p>
<p>A estimativa é de que as vendas movimentem R$ 63,34 bilhões na estação, alta de 4,2% em relação aos R$ 60,79 bilhões registrados na estação passada. O avanço, porém, praticamente acompanha a inflação do período e não elimina os desafios relacionados ao aumento dos custos de energia, combustíveis, logística e insumos, agravados pelo atual cenário geopolítico internacional e pelos desdobramentos da guerra no Oriente Médio.</p>
<p>Os números refletem um cenário de recuperação gradual do consumo, ainda marcado por cautela tanto do varejo quanto dos consumidores. Segundo Fernando Pimentel, diretor-superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), as perspectivas para o inverno de 2026 são moderadamente positivas, mas cercadas de desafios.</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>“O inverno no Brasil sempre representou um desafio para o planejamento do setor, por sermos um país predominantemente tropical, e as mudanças climáticas têm tornado esse cenário ainda mais imprevisível. Temperaturas acima da média ou ondas de calor fora de época impactam diretamente o desempenho das coleções de inverno e o comportamento de compra do consumidor”</em></strong>, afirma.</p>
<p>De acordo com o executivo, fatores como clima, juros elevados, crédito mais restrito e o elevado comprometimento da renda das famílias seguem pressionando o consumo. “O consumidor continua mais seletivo e cauteloso nas compras, especialmente em itens não essenciais. Isso exige do varejo maior assertividade comercial, eficiência operacional e capacidade de adaptação rápida às mudanças do mercado”, destaca.</p>
<p>Outro fator que gera apreensão no setor é a flexibilização da tributação das pequenas encomendas internacionais via plataformas digitais. A medida pode ampliar ainda mais a concorrência assimétrica enfrentada pela indústria e pelo varejo nacional, justamente em um momento de desaceleração do consumo e forte pressão sobre custos e investimentos.</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>“Além dos desafios macroeconômicos e climáticos, existe uma preocupação crescente com o aumento das importações via plataformas digitais internacionais. O Brasil precisa preservar condições mínimas de isonomia competitiva para quem produz, investe e gera empregos no País”</em></strong>, pondera Pimentel.</p>
<p>Consumidor mais digital e varejo mais integrado</p>
<p>Além do cenário econômico desafiador, o varejo de moda atravessa um processo acelerado de transformação na relação com o consumidor. A integração entre lojas físicas e plataformas digitais tornou-se estratégica para ampliar conveniência, personalização e agilidade no atendimento.</p>
<p>Ferramentas digitais, redes sociais e canais de comunicação direta passaram a desempenhar papel central na divulgação de coleções, construção de marca e relacionamento com o consumidor. Para Fernando Pimentel, o varejo brasileiro evoluiu significativamente nos últimos anos, especialmente na integração entre os canais físico e digital.</p>
<p><strong><em>“Hoje, existe uma integração muito maior entre o físico e o digital, com empresas investindo em omnicanalidade, experiência do consumidor, inteligência de dados e agilidade logística”,</em></strong> afirma. Segundo ele, o consumidor atual busca conveniência, preço competitivo, rapidez e identificação com as marcas. <strong><em>“O varejo vem trabalhando modelos mais flexíveis, coleções mais adaptáveis às variações climáticas e estratégias digitais cada vez mais fortes para atender um consumidor mais conectado e exigente”</em></strong>, conclui.</p>
<div>da redação</div>
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		<title>FIAÇÃO</title>
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		<pubDate>Wed, 20 May 2026 13:44:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>worldfashion</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[FIAÇÃO]]></category>

		<category><![CDATA[MATERIA PRIMA]]></category>

		<category><![CDATA[#INCOFIOS]]></category>

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		<description><![CDATA[Na indústria têxtil, a qualidade de um produto começa muito antes do tear. O tipo de fio escolhido, e o processo pelo qual ele foi produzido, define resistência, toque, absorção e durabilidade do que chega às mãos do consumidor.
No centro dessa decisão estão dois processos de fiação com lógicas distintas: o penteado compactado e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na indústria têxtil, a qualidade de um produto começa muito antes do tear. O tipo de fio escolhido, e o processo pelo qual ele foi produzido, define resistência, toque, absorção e durabilidade do que chega às mãos do consumidor.</p>
<p>No centro dessa decisão estão dois processos de fiação com lógicas distintas: o penteado compactado e o open-end. A Incofios, fabricante catarinense de fios 100% algodão, trabalha com os dois e a escolha entre eles começa na pergunta certa: qual é o produto final?</p>
<p>Na prática, esse conhecimento orienta cada etapa da produção na Incofios. A especificação do fio é feita em conjunto com o cliente, levando em conta o uso final do produto, o processo de beneficiamento e até o comportamento esperado após lavagens repetidas. O resultado é menos retrabalho, menos desperdício de matéria-prima e um produto final que entrega o que promete.</p>
<p>O fio penteado compactado é um tipo de fio de algodão de alta qualidade que passa por dois processos rigorosos: a penteação (remoção de fibras curtas) e a compactação (alinhamento denso das fibras).</p>
<p>Isso resulta em um fio extremamente macio, resistente, uniforme e com baixíssima pilosidade (menos fiapos/bolinhas), ideal para tecidos premium.</p>
<p>Já a fiação por Rotor (Open End) acontece quando a fita de fibra individualizada é inserida no rotor de alta velocidade, torcida e transformada em fio. O resultado é um fio mais volumoso, com ótima absorção de umidade e custo competitivo, características que o tornam ideal para toalhas de banho, panos de prato, jeans, moletom e uniformes. A produtividade mais alta do processo também favorece grandes volumes.</p>
<p>A escolha do processo começa, na prática, antes mesmo da fiação,<strong><em> “O comprimento da fibra de algodão usada como matéria-prima já define muito do que o fio pode entregar. Fibras longas, acima de 28 mm, garantem maior resistência, uniformidade e toque mais macio, e são justamente as que alimentam o processo penteado. Fibras médias, entre 21 e 28 mm, são a base do open-end e atendem bem à maioria dos artigos de uso diário”</em></strong>, garante Olívio Vieira Da Silva Neto, Supervisor de Qualidade da Incofios.</p>
<p>Ainda segundo ele, no penteado compactado, as fibras são alinhadas e aproximadas antes da torção, o que resulta em um fio com superfície mais limpa e maior coesão. <strong><em>“No open-end, o rotor forma o fio de maneira mais aberta, o que aumenta o volume e a capacidade de absorção. São lógicas diferentes, para produtos diferentes”, </em></strong>destaca.</p>
<p>Sobre a Incofios: Fundada em 2001, a Incofios é uma das líderes na produção de fios 100% algodão, com foco na excelência e na inovação. A empresa se destaca por sua capacidade de produzir fios com os mais altos padrões de qualidade, atendendo a diferentes segmentos da indústria têxtil. Com unidades produtivas localizadas em Indaial, Luiz Alves (SC) e Campo Verde (MT), a Incofios alia tecnologia avançada, sustentabilidade e compromisso com o desenvolvimento do setor têxtil, sendo referência em toda a cadeia produtiva de fios.</p>
<p>da redação com informações da A Presse Inf</p>
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		</item>
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		<title>MAQUINÁRIO TÊXTIL</title>
		<link>http://worldfashion.com.br/wfdaily/2026/05/maquinario-textil/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 May 2026 20:48:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>worldfashion</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[MAQUINAS E EQUIPAMENTOS]]></category>

		<category><![CDATA[#DELTA MÁQUINAS TÊXTEIS]]></category>

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		<description><![CDATA[A Delta Máquinas Têxteis produziu e entregou a primeira RAMA 100% produzida no Brasil, marcando assim um novo capítulo da engenharia nacional e reforçando o avanco na tecnologia em direção à automação e à Indústria 4.0. A máquina foi apresentada durante o Delta Innovation Day, especialmente organizado para marcar a entrega da RAMA para a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Delta Máquinas Têxteis produziu e entregou a primeira RAMA 100% produzida no Brasil, marcando assim um novo capítulo da engenharia nacional e reforçando o avanco na tecnologia em direção à automação e à Indústria 4.0. A máquina foi apresentada durante o Delta Innovation Day, especialmente organizado para marcar a entrega da RAMA para a Textilfio Malhas, de Jaraguá do Sul (SC).</p>
<p>Considerada um divisor de águas para o mercado nacional, a solução chega para atender as etapas de preparação e acabamento de malhas e tecidos planos. Com estrutura de grande porte, que pode ultrapassar 50 metros de comprimento e operar com tecidos de até 3,2 metros de largura, a RAMA integra várias etapas do processo têxtil em uma única linha contínua.</p>
<p>Entre elas estão a impregnação química, o alinhamento da estrutura do tecido, a secagem e a termofixação — operações que passam a acontecer de forma sincronizada, com velocidade de produção que pode chegar a 60 metros por minuto.</p>
<p>Equipada com tecnologia aplicada ao processo e integração de dados, a solução foi desenvolvida para atuar como um sistema central dentro da planta industrial, aumentando a previsibilidade da produção.</p>
<p>O projeto também envolve consultoria pré-vendas focada na realidade de cada cliente, além de assistência técnica local e disponibilidade de peças.</p>
<p><strong><em>“A RAMA é resultado de um trabalho consistente de engenharia e de entendimento profundo do processo têxtil. Ao desenvolver uma solução desse porte no Brasil, conseguimos atender melhor as necessidades da indústria local, reduzir a dependência de tecnologia externa e dar mais agilidade às empresas. É um avanço que impacta diretamente a produtividade, a qualidade e a capacidade de competir em um mercado cada vez mais exigente”</em></strong>, afirma Fábio Kreutzfeld, CEO da Delta.</p>
<p>Entre os principais ganhos estão a melhoria na qualidade final dos tecidos, maior controle produtivo, redução de desperdícios de matéria-prima e economia de energia — aspectos cada vez mais relevantes em um cenário de pressão por custos e necessidade de ganho de escala com eficiência.</p>
<p>Além disso, a máquina incorpora conceitos da Indústria 4.0, com integração de dados e automação de processos, permitindo maior previsibilidade e controle da operação. O projeto também contempla requisitos de segurança e ergonomia, alinhados à norma brasileira NR 12, e foi desenvolvido com foco em baixo custo de manutenção e alta disponibilidade operacional.</p>
<p>Para a Textilfio Malhas, a aquisição da RAMA está alinhada ao movimento de modernização e fortalecimento da operação. A expectativa é elevar o padrão de qualidade dos produtos, aumentar a produtividade e garantir maior controle sobre os processos industriais. “A chegada da RAMA representa um avanço importante para a nossa produção. Estamos investindo em tecnologia para evoluir em eficiência e consistência, com mais segurança nos resultados e capacidade de atender um mercado cada vez mais exigente”, destaca. Valdir Conti, diretor da Textilfio Malhas.</p>
<p>Sobre a Delta Máquinas Têxteis</p>
<p>Fundada em 2007, em Pomerode (SC), a Delta Máquinas Têxteis é referência em tecnologia para otimização da produção industrial têxtil, através do desenvolvimento de máquinas, equipamentos e softwares. São mais de 60 produtos em seu portfólio, aplicados aos processos de tecelagem plana, malharia circular, estamparia digital, beneficiamento e confecção. A Delta desenvolve, ainda, projetos de automação customizados, de acordo com a necessidade de cada cliente. Com foco na indústria 4.0 têxtil e confecção 4.0, alinha automação, gestão de dados e padronização de processos inteligentes. Suas soluções já estão presentes em toda a América, com mais de 300 clientes atendidos.</p>
<p>da redação com informações da Trevo Comunicação</p>
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		<title>NOTA DE REPÚDIO</title>
		<link>http://worldfashion.com.br/wfdaily/2026/05/nota-de-repudio/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 May 2026 19:53:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>worldfashion</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[ASSOCIAÇÕES]]></category>

		<category><![CDATA[#ABIT ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÙSTRIA TÊXTIL E DE CONFECÇÃO]]></category>

		<category><![CDATA[#ABIV ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DO VESTUÁRIO; #SINDIJOIAS-SP]]></category>

		<category><![CDATA[#SINDITÊXTIL SINDICATO DAS INDÚSTRIAS DE FIAÇÃO E TECELAGEM DO ESTADO DE S.PAULO S.PAULO]]></category>

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		<description><![CDATA[ABIT - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA TÊXTIL E DE CONFECÇÃO
A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) manifesta profunda preocupação e repudia a decisão anunciada pelo Governo federal de extinguir a tributação sobre compras internacionais de até US$ 50, medida conhecida como “taxa das blusinhas”. Trata-se de uma decisão extremamente equivocada, que penaliza [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>ABIT - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA TÊXTIL E DE CONFECÇÃO</strong></p>
<p>A Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit) manifesta profunda preocupação e repudia a decisão anunciada pelo Governo federal de extinguir a tributação sobre compras internacionais de até US$ 50, medida conhecida como “taxa das blusinhas”. Trata-se de uma decisão extremamente equivocada, que penaliza de modo direto quem investe, produz, emprega e acredita no Brasil.</p>
<p>Em vez de fortalecer a indústria nacional, o varejo formal, os empregos e a arrecadação do País, a medida amplia ainda mais a desigualdade tributária e regulatória entre as empresas brasileiras e as plataformas internacionais. Trata-se de um tratamento desigual, danoso à indústria e ao varejo nacionais.</p>
<p>Os dois setores atendem, há décadas, consumidores de todas as faixas de renda, oferecendo produtos acessíveis, qualidade, inovação e diversidade. Além disso, geram milhões de empregos formais. Cerca de 80% das peças comercializadas no Brasil têm valor abaixo de US$ 50, justamente a faixa que agora volta a receber tratamento favorecido para produtos importados.</p>
<p>É inadmissível que empresas brasileiras arquem com elevada carga tributária, juros reais altíssimos, custos logísticos, exigências trabalhistas, ambientais e regulatórias, enquanto concorrentes estrangeiros passam a ter vantagens ainda maiores para acessar o mercado nacional. Cabe lembrar que as indústrias fabricantes dos produtos que ingressam via plataformas eletrônicas já têm subsídios em seus países. O fim da taxa representa mais uma subvenção, mas concedida pelo governo brasileiro.</p>
<p>A decisão também representa um duro golpe sobre os investimentos produtivos, a geração de empregos formais e toda a cadeia têxtil e de confecção do Brasil. Esta é uma das maiores geradoras de empregos industriais do País e presente em mais de 60% dos municípios brasileiros. Cabe enfatizar que as mulheres representam  80% dos postos de trabalho do setor. Ou seja, a medida afeta de modo grave as trabalhadoras brasileiras.</p>
<p>Além disso, a medida impactará negativamente a própria arrecadação pública. Apenas nos quatro primeiros meses de 2026, as encomendas internacionais geraram R$ 1,78 bilhão em arrecadação federal, demonstrando que havia um caminho de maior equilíbrio competitivo e formalização do comércio eletrônico internacional.</p>
<p>O Brasil precisa fortalecer sua produção, ampliar sua competitividade e estimular investimentos industriais. A revogação da “taxa das blusinhas” conspira contra esses objetivos, aprofundando a dependência externa e desestimulando aqueles que aqui produzem sob regras rígidas e custos elevados.</p>
<p>A Abit seguirá atuando com firmeza perante o Congresso Nacional e as autoridades competentes em defesa da indústria nacional, do emprego formal, da concorrência justa e do desenvolvimento econômico sustentável do Brasil.</p>
<p>Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit)</p>
<p><strong>SINDITÊXTIL-SP SINDICATO DAS INDÚSTRIAS DE FIAÇÃO E TECELAGEM DO ESTADO DE SÃO PAULO</strong></p>
<p>O Sinditêxtil-SP (Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem do Estado de São Paulo), entidade com 94 anos de história na defesa do setor, manifesta seu mais veemente repúdio à decisão do Governo Federal de extinguir a tributação sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”. Esta medida é um retrocesso gravíssimo que penaliza diretamente quem produz, investe e gera riqueza no Brasil.</p>
<p>São Paulo é o &#8220;coração pulsante&#8221; da indústria têxtil brasileira, sendo responsável por quase 30% da produção nacional. Com aproximadamente 6.500 empresas espalhadas pelo Estado, o setor sustenta mais de 370.000 empregos diretos em toda a sua cadeia produtiva. A isenção concedida às plataformas internacionais de e-commerce desestabiliza esse ecossistema, criando uma concorrência desleal e predatória que ameaça a sobrevivência de milhares de confecções e fiações paulistas.</p>
<p>Os impactos econômicos e sociais são devastadores. É inadmissível que a indústria nacional, que opera sob regras rígidas, custos logísticos elevados, juros altos e uma pesada carga tributária, tenha que enfrentar concorrentes estrangeiros subsidiados que agora recebem nova subvenção do próprio governo brasileiro.  Cerca de 80% das peças têxteis comercializadas no Brasil custam menos de US$ 50, justamente a faixa impactada pela medida. Como as mulheres representam 80% da força de trabalho do setor, a revogação da taxa afeta de forma desproporcional as trabalhadoras brasileiras.  Apenas nos primeiros quatro meses de 2026, a tributação sobre essas encomendas gerou R$ 1,78 bilhão para os cofres públicos. Abrir mão desses recursos em um momento de busca por equilíbrio fiscal é uma decisão contraditória e irresponsável.</p>
<p>O Sinditêxtil-SP, em conjunto com a Abit , CNI, Fiesp, Ciesp e a Coalizão Prospera Brasil, reafirma que a isonomia tributária não é um privilégio, mas uma condição básica para a justiça concorrencial. Não pedimos proteção, mas sim o direito de competir com as mesmas armas.</p>
<p>Exortamos o Governo Federal e o Congresso Nacional a agirem em defesa da indústria nacional e do varejo formal. O futuro de centenas de milhares de famílias paulistas e o desenvolvimento econômico sustentável do Brasil não podem ser sacrificados em favor de plataformas estrangeiras que não geram empregos nem investem em nosso País.</p>
<p>Sinditêxtil-SP -  Sindicato das Indústrias de Fiação e Tecelagem do Estado de São Paulo</p>
<p><strong>ABIV - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DO VESTUÁRIO</strong></p>
<p>A Associação Brasileira da Indústria do Vestuário (ABIV), entidade que representa o Polo do Bom Retiro, em São Paulo, e empresas do segmento do vestuário de diferentes estados, repudia a decisão anunciada pelo Governo federal de extinguir a tributação sobre compras internacionais de até US$ 50, medida conhecida como “taxa das blusinhas”.</p>
<p>Grande parte dos produtos comercializados no Polo de Moda do Bom Retiro está justamente na faixa de preço afetada pela medida, abaixo de US$ 50, o que torna a concorrência com plataformas estrangeiras ainda mais direta e sensível para o setor.</p>
<p>Hoje, cerca de 95% das confecções do Polo são pequenas e médias empresas. A região movimenta R$ 5,3 bilhões por ano na produção de vestuário, fabrica 50,5 milhões de peças anualmente e concentra 19,4 mil trabalhadores em um único bairro da capital paulista. A grande maioria das empresas opera em formato de loja, 93,2%, e possui produção própria, 97%.</p>
<p>Ao beneficiar tributariamente as plataformas estrangeiras no acesso ao mercado nacional, o governo sacrifica empresas brasileiras, sobretudo as micro e pequenas, que produzem, empregam, investem, convivem diariamente com custos tributários elevados, juros altos, despesas logísticas e um ambiente regulatório complexo e sustentam a arrecadação do país.</p>
<p>Aos consumidores, um convite à reflexão. Ao optar por produtos importados sem a mesma carga tributária e sem o mesmo nível de exigências regulatórias, quem perde é o Brasil: são menos empregos, menos investimentos, menor arrecadação e menos oportunidades para milhões de brasileiros.</p>
<p>A ABIV seguirá atuando com firmeza junto ao Congresso Nacional e às autoridades competentes em defesa da isonomia competitiva, para assegurar que empresas nacionais e estrangeiras estejam sujeitas, no mínimo, às mesmas regras e condições de competição.</p>
<p>Cinthia Kim | Associação Brasileira da Indústria do Vestuário (ABIV).</p>
<p><strong>SINDIJOIAS-SP</strong></p>
<p>“O Sindilojas-SP manifesta posição contrária e enxerga com muita preocupação o recente movimento do governo federal, de publicação da medida provisória que extingue o imposto para compras em sites internacionais para compras até US$ 50. A taxação até então vigente contribuía para reduzir distorções competitivas históricas, desencadeando efeitos positivos na economia, como a retomada do crescimento em segmentos relevantes do varejo, o aumento da geração de empregos e a ampliação de investimentos produtivos, além do fortalecimento da indústria nacional e maior previsibilidade para o ambiente de negócios.</p>
<p>Ao se posicionar de maneira contrária à revogação da “Taxa das blusinhas”, o Sindilojas-SP reforça uma atuação histórica em defesa do comércio varejista da capital paulista, especialmente no que diz respeito à proteção do mercado interno e à promoção de condições equitativas de concorrência. A entidade tem, ao longo dos anos, pautado junto ao poder público a necessidade de isonomia tributária como elemento central para garantir competitividade, estimular investimentos e preservar empregos, e seguirá atuando contra o retrocesso que a publicação dessa MP representa, e que tem impacto direto sobre a atividade econômica, a geração de renda e a sustentabilidade das empresas nacionais. A entidade seguirá defendendo a continuidade do aperfeiçoamento do sistema tributário, sempre com foco na justiça fiscal e no fortalecimento do ambiente de negócios no País.” – Aldo Nuñez Macri, presidente do Sindilojas-SP</p>
<p>da redação</p>
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		<title>COLLAB - PAULA RAIA/ TENCEL E CANATIBA</title>
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		<pubDate>Tue, 12 May 2026 18:09:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>worldfashion</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[COLLAB]]></category>

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		<category><![CDATA[VAREJO]]></category>

		<category><![CDATA[#PAULA RAIA #TENCEL #CANATIBA]]></category>

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		<description><![CDATA[A estilista Paula Raia traz ruptura, arte e experiência sensorial na coleção com TENCEL™ e Canatiba Textil, inspirada em referências como Joni Mitchell, Lygia Clark e Joan Mitchell, a collab une versatilidade e sustentabilidade em peças de formas arquitetônicas e orgânicas.
O universo da moda se transforma constantemente, acompanhando as mudanças de comportamento e movimentações culturais. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A estilista Paula Raia traz ruptura, arte e experiência sensorial na coleção com TENCEL™ e Canatiba Textil, inspirada em referências como Joni Mitchell, Lygia Clark e Joan Mitchell, a collab une versatilidade e sustentabilidade em peças de formas arquitetônicas e orgânicas.</p>
<p>O universo da moda se transforma constantemente, acompanhando as mudanças de comportamento e movimentações culturais. Neste contexto, Paula Raia lança em sua coleção AW26 peças desenvolvidas em parceria com a TENCEL™, principal marca de fibras sustentáveis do Grupo Lenzing, e a Canatiba Textil.</p>
<p>Com modelagens que evocam um universo onde o lúdico ganha espaço, a parceria apresenta cinco peças em jeans — jaqueta, calças, camisa e jardineira — com recortes em diferentes tons de azul e também em jeans marmorizado colorido, elementos que reforçam a proposta estética e contemporânea da coleção.</p>
<p><strong><em>“Desenvolvidas com tecidos da Canatiba Textil, contendo as fibras sustentáveis TENCEL™ Liocel, as peças trazem um frescor ao Inverno 26, unindo shapes já consagrados com a versatilidade do jeans, resultando em roupas despretensiosamente elegantes que carregam em si conforto e atemporalidade.”</em></strong>, ressalta Paula Raia, CEO &amp; Diretora Criativa.</p>
<p>Incorporar a sustentabilidade de forma estruturada à coleção foi uma estratégia para ampliar um valor que já é intrínseco à identidade da marca. Esse movimento reforça o posicionamento no mercado de luxo consciente, estimulando um impacto positivo e fomentando uma demanda cultural por processos cada vez mais responsáveis e transparentes. A TENCEL™ integra a parceria para dar vida às peças com responsabilidade ambiental, por meio de fibras produzidas com, no mínimo, 50% menos emissões de carbono e consumo de água.</p>
<p>A Lenzing, empresa responsável pela TENCEL™, foi a primeira produtora de fibras celulósicas a estabelecer metas concretas e cientificamente validadas, alinhadas à ciência, para a redução das emissões de gases de efeito estufa. <strong><em>“Esta é nossa primeira parceria com Paula Raia e nasce como um projeto pensado desde a origem, acompanhando o desenvolvimento de cada peça. Nosso objetivo é traduzir a sustentabilidade em algo desejável, presente no cotidiano e carregado de inovação. Colaborar com marcas que compartilham a visão de um impacto mais consciente é fundamental para construir projetos que não apenas dialogam com o presente, mas também apontam caminhos transformadores para o futuro”</em></strong>, destaca Juliana Jabour, Gerente de Desenvolvimento de Negócios Têxteis do Grupo Lenzing na América do Sul.</p>
<p>Com mais de 55 anos de trajetória, a Canatiba Textil consolidou-se como uma referência global em tecelagem, fornecendo materiais de alta qualidade para marcas renomadas na Europa e nas Américas. Seu compromisso com pesquisa, tecnologia e aprimoramento contínuo dos processos industriais fortalece sua atuação como protagonista na moda sustentável, impulsionando a inovação e contribuindo para um futuro mais responsável na indústria têxtil.</p>
<p><strong><em>“A escolha do tecido é determinante para o resultado final do produto. Neste caso, o tecido Tornado Maxskin, um denim de peso encorpado (12 oz), une estrutura, caimento sofisticado e conforto graças à combinação de algodão, TENCEL™ Liocel e elastano. O algodão garante a autenticidade do denim, enquanto o TENCEL™ Liocel se destaca como o elemento-chave da composição, proporcionando maciez superior, toque extremamente suave e um caimento elegante que eleva a qualidade e o conforto da peça. Já o elastano adiciona a flexibilidade necessária para um jeans contemporâneo, confortável e sofisticado”,</em></strong> afirma Vanessa Covo, Diretora de Produto da Canatiba Textil.</p>
<p>A coleção cápsula, fruto da colaboração entre Paula Raia, TENCEL™ e Canatiba Textil, está disponível na loja física da marca e no e-commerce www.paularaia.com.br.</p>
<p><strong>Sobre Paula Raia</strong></p>
<p>A cada coleção, diversas expressões do ser são trabalhadas de forma poética e criteriosa. diferentes emoções, cosmos e desejos são materializados em profunda pesquisa de modelagem, silhueta e matéria-prima, com uma visão única e autoral da designer que dá nome à marca.</p>
<p><strong>Sobre a TENCEL™</strong></p>
<p>TENCEL™ é a principal marca de fibras têxteis do Grupo Lenzing. Desde 1992, a marca TENCEL™ tem sido uma potência que defende uma mudança positiva na indústria têxtil por meio de processos de produção eficientes em termos de recursos e inovações contínuas em fibras. As fibras Liocel e Modal da marca TENCEL™ são materiais de baixo impacto e alto conforto feitos de fontes de madeira gerenciadas de forma sustentável. Ambas as fibras são naturalmente macias, suaves ao toque e podem suportar cores ricas em tecidos. Com controle eficaz da umidade, os tecidos feitos de ambas as fibras também suportam uma sensação natural de secura.</p>
<p>Como soluções têxteis sustentáveis, as fibras TENCEL™ Liocel e Modal são altamente versáteis e podem ser combinadas com uma ampla gama de fibras têxteis para oferecer uma variedade quase infinita de designs e funções de produtos. As fibras podem ser incorporadas em quase todas as categorias têxteis, desde prêt-à-porter, jeans, roupas íntimas, roupas esportivas, roupas de trabalho, calçados e até produtos têxteis-lar.</p>
<p>As fibras TENCEL™ Liocel e Modal podem se decompor e compostar no final de seu ciclo de vida (certificado TÜV AUSTRIA). As fibras também são certificadas com o rótulo ecológico da UE (licença nº. AT/016/001) pela excelência ambiental, reconhecendo os elevados padrões ambientais ao longo de todo o seu ciclo de vida.</p>
<p><strong>Sobre o Grupo Lenzing</strong></p>
<p>O Grupo Lenzing representa a produção ecologicamente responsável de fibras especiais à base de celulose e material reciclado. Como líder em inovação, a Lenzing é parceira de fabricantes globais de têxteis e não tecidos e impulsiona muitos novos desenvolvimentos tecnológicos. As fibras de alta qualidade do Grupo Lenzing formam a base para uma variedade de aplicações têxteis, desde roupas funcionais, confortáveis e modernas até têxteis-lar duráveis e sustentáveis. Devido às suas propriedades especiais e à sua origem botânica, as fibras Lenzing biodegradáveis e compostáveis certificadas pela TÜV também são altamente adequadas para produtos de higiene do dia a dia.</p>
<p>O modelo de negócios do Grupo Lenzing vai muito além do de um produtor tradicional de fibras. Juntamente com seus clientes e parceiros, a Lenzing desenvolve produtos inovadores ao longo da cadeia de valor, criando valor agregado para os consumidores. O Grupo Lenzing se esforça para a utilização e processamento eficientes de todas as matérias-primas e oferece soluções para ajudar a transformar a indústria têxtil do atual sistema econômico linear para uma economia circular. A fim de reduzir a velocidade do aquecimento global e, assim, também apoiar as metas do Acordo de Paris e do &#8220;Green Deal&#8221; da Comissão Europeia, a Lenzing desenvolveu um plano de ação climática claro e baseado na ciência que visa reduzir significativamente as emissões de gases de efeito estufa até 2030 e uma meta líquida zero (escopo 1, 2 e 3) até 2050.</p>
<p>Principais dados e números do Grupo Lenzing 2025</p>
<p>Receita: 2,60 bilhões de euros</p>
<p>Capacidade nominal (fibras): 1.110.000 toneladas</p>
<p>Funcionários (equivalentes em tempo integral): 7.738</p>
<p>TENCEL™, LENZING™ ECOVERO™, VEOCEL™, LENZING™ e REFIBRA™ são marcas comerciais da Lenzing AG.</p>
<p><strong> Sobre a Canatiba Textil</strong></p>
<p>Há mais de 55 anos a Canatiba Textil tece inovação e sustentabilidade todos os dias, combinando tradição, tecnologia e pesquisa para criar soluções para todos os criadores de moda e confeccionistas do mundo que conectam moda, performance e responsabilidade ambiental. A Canatiba Textil oferece qualidade, inteligência, pioneirismo, parceria e sustentabilidade nas relações e no atendimento às demandas dos mercados de Jeanswear, Workwear e tecidos planos de moda abrindo novos caminhos e revolucionando o consumo nesses setores, por meio de soluções e resoluções inovadoras os clientes e parceiros. Ética, transparência, responsabilidade, respeito à sociedade e ao ambiente serão sempre os guias de todos os processos e ações da empresa. Com o objetivo de disseminar conhecimento e fomentar o desenvolvimento da indústria da moda, a Canatiba também promove iniciativas e plataformas de conteúdo como o Canatiba Trends, de pesquisa e direcionamento de tendências, e o Canatiba+Conhecimento, dedicado à difusão de informação, inovação e educação para o mercado.</p>
<p>da redação com informações da Tastemakers Brasil  Fotos crédito: Cassia Tabatini</p>
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		<title>Brasil Fashion Designers 2026 CIDADE DE SÃO PAULO - FEBRA TÊXTIL</title>
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		<pubDate>Thu, 07 May 2026 13:27:52 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O grande vencedor desta edição foi Mauricio Mazzon, que conquistou a oportunidade de apresentar sua coleção na Expotextil Perú 2026, uma das principais feiras do setor têxtil na América Latina. Intitulada “Elos”, a coleção é composta por dois looks de palco em denim, com peças como jaqueta, calça, casaco e corset. A proposta apresenta uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O grande vencedor desta edição foi Mauricio Mazzon, que conquistou a oportunidade de apresentar sua coleção na Expotextil Perú 2026, uma das principais feiras do setor têxtil na América Latina. Intitulada “Elos”, a coleção é composta por dois looks de palco em denim, com peças como jaqueta, calça, casaco e corset. A proposta apresenta uma reflexão sobre conexão a partir do encontro entre o funk e o rap, dois ritmos brasileiros marcados pela origem periférica e pela denúncia social.</p>
<p><strong><em>“Foi muito trabalho, de 8h da manhã até 10h da noite, então ver esse esforço reconhecido fez tudo valer a pena. Sou muito detalhista, então queria que tudo estivesse perfeito, principalmente o acabamento. Na coleção, criei dois looks de palco inspirados na energia do rap e do funk, o rap como estrutura e ostentação, e o funk como poder e sensualidade. Também quis trabalhar o denim de forma diferente, elevando o tecido para além do uso cotidiano e valorizando sua estética urbana na passarela”</em></strong>, destaca o vencedor Mauricio Mazzon.</p>
<p>Com todas as despesas pagas, o vencedor levará sua criação para o cenário internacional, ampliando sua visibilidade e dando um passo importante na consolidação de sua trajetória profissional. Além disso, recebe uma máquina de costura reta industrial da Silmaq e uma assinatura anual da plataforma New &amp; Now, que oferece acesso a conteúdos exclusivos de tendências e inteligência criativa.</p>
<p>O segundo lugar ficou com Thaisa Chaves, com a coleção “Vestir para Resistir”, que traz como referência a música “Negro Drama”, dos Racionais MC’s, e a vivência da designer no Capão Redondo, traduzindo a moda como ferramenta de expressão, resistência e identidade.</p>
<p>Já o terceiro lugar foi conquistado por Vitória Amaral, com a coleção “Entendeu o Que Nóis Sente?”, inspirada nas batalhas de rap e na potência da palavra como instrumento de afirmação e pertencimento nas periferias. Como premiação, ambas receberam máquinas de costura da Silmaq e licença da plataforma New &amp; Now.</p>
<p>As coleções foram avaliadas por um júri formado por profissionais renomados da indústria têxtil, da moda e da comunicação, garantindo um olhar técnico e multidisciplinar sobre os trabalhos apresentados.</p>
<p>Integraram o júri Yuko Suzuki, editora da revista World Fashion desde 1996 e presença histórica na cobertura da São Paulo Fashion Week desde sua primeira edição; Silvia Boriello, jornalista e editora da revista Costura Perfeita, voltada ao setor confeccionista; Priscila Faiad, mestre em Engenharia Têxtil e consultora especialista em qualidade de tecidos e fornecedores; Francesco Bogarin, designer vencedor do Concurso Novos Designers Brasil 2015, com atuação em design de moda e styling; Roberto Lima, gerente de Comunicação e Marketing da Abit e do Sinditêxtil-SP; e Symone Rech, especialista em Design Estratégico e Economia Comportamental, além de diretora de pesquisa e inteligência criativa da plataforma New &amp; Now.</p>
<p><strong>Sobre o Brasil Fashion Designers</strong></p>
<p>Nesta edição, os finalistas foram desafiados a criar coleções inéditas compostas por dois looks completos para o inverno 2026, a partir do tema “Na Batida do Funk e na Rimada do Rap”. A proposta trouxe para a passarela um diálogo potente entre moda, música urbana brasileira e identidade cultural, explorando referências das periferias, estética contemporânea e narrativas sociais.</p>
<p>As coleções foram apresentadas em um desfile exclusivo e seguiram em exposição durante a programação da FebraTêxtil, ampliando a visibilidade dos novos talentos junto a compradores, empresas e formadores de opinião do setor. Realizado pelo Febratex Group, o Brasil Fashion Designers tem como missão aproximar jovens designers da indústria têxtil, promovendo oportunidades reais de inserção profissional.</p>
<p><strong><em>“O Brasil Fashion Designers é uma vitrine para novos talentos e um elo direto com a indústria. A cada edição, vemos o quanto esses novos criadores chegam preparados, com propostas consistentes e alinhadas às transformações culturais e de mercado”</em></strong>, destaca Ricardo Gomes, gerente de projetos especiais do Febratex Group.</p>
<p>Para Hélvio Júnior, diretor de comunicação do Febratex Group, o concurso cumpre um papel estratégico no fortalecimento da moda brasileira.<strong><em> “Ao integrar o BFD à FebraTêxtil, ampliamos o acesso desses jovens ao mercado, conectando criatividade e cadeia produtiva. É uma iniciativa que fortalece a base da indústria e estimula a inovação no setor”,</em></strong> afirma.</p>
<p>A edição Cidade de São Paulo 2026 deu continuidade ao concurso no estado. Em 2025, o Brasil Fashion Designers realizou uma edição especial em homenagem à estilista Vivi Haydu, referência da moda brasileira, celebrando sua trajetória e contribuição para o fortalecimento da criação independente no país.</p>
<p><strong>Com o patrocínio da Silmaq e com apoio da New &amp; Now, Associação Brasileira da Indústria Têxtil (ABIT) e Capricórnio, o Brasil Fashion Designers reafirma seu papel como uma das principais plataformas de incentivo à nova geração de designers do país, impulsionando carreiras e conectando talentos ao futuro da moda brasileira.</strong></p>
<p>da redação com informação da assessoria de imprensa PA Comunicação 360</p>
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		<title>QUINTESS</title>
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		<pubDate>Wed, 06 May 2026 17:53:49 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[#QUINTESS GRUPO POSTHAUS]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a visão contemporânea aplicada na abordagem em uma calça jeans, que deve servir a todos, resultou na interpretação aliada a uma engenharia de produto. O desafio é atender a diferentes biotipos com naturalidade, do 38 ao 56, sem se prender a um padrão, a Quintess, marca do Grupo Posthaus, de Blumenau (SC), com 18 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a visão contemporânea aplicada na abordagem em uma calça jeans, que deve servir a todos, resultou na interpretação aliada a uma engenharia de produto. O desafio é atender a diferentes biotipos com naturalidade, do 38 ao 56, sem se prender a um padrão, a Quintess, marca do Grupo Posthaus, de Blumenau (SC), com 18 anos no mercado e milhões de clientes atendidos, inserido em um cenário que ainda dita padrões, escolheu trilhar um caminho mais sensível valorizando a individualidade e o estilo.</p>
<p><strong><em>“Uma calça que aperta, outra que sobra. Quantas vezes já ouvimos isso? Para nós, a pergunta era clara: como lançar algo que realmente dialogasse com cada mulher? A resposta moldou a criação, que combina um olhar técnico e sensível. O que surge disso vai além do caimento, é uma nova experiência de vestir”</em></strong>, conta Ana Damásio, estilista do Grupo Posthaus.</p>
<p><strong>O segredo está no processo de produção </strong></p>
<p>A criação demonstra que é possível desenvolver um jeans capaz de se alinhar de forma natural a diferentes silhuetas. A inovação começa pelo cós, muitas vezes subestimado, mas essencial para o caimento. Ele foi redesenhado com precisão, incorporando discretamente um elástico nas laterais, que suaviza volumes sem comprometer o design.</p>
<p><em>“Não é mágica, é técnica”</em>, explica a estilista.<strong><em> “Cada ajuste é pensado para acompanhar proporções variadas, valorizando cinturas e quadris de diferentes formatos. O efeito é sutil, mas perceptível no conforto e na elegância”. </em></strong></p>
<p>O tecido também desempenha um papel fundamental. O denim 100% algodão oferece respirabilidade, resistência e um caimento que evolui com o uso. Ele acompanha os movimentos, mantendo a estrutura mesmo após múltiplas lavagens, garantindo durabilidade e a sensação de roupa nova.</p>
<p>Por fim, a modelagem reta conclui o processo, equilibrando a proporção e alongando as linhas corporais. Diferentemente de cortes justos ou flare, mantém largura constante do quadril até a barra, criando uma linha uniforme que respeita os formatos naturais do corpo de maneira harmoniosa, entregando liberdade de mobilidade e fluidez.</p>
<p><strong>Pessoas reais no desenvolvimento </strong></p>
<p>O processo contou com pessoas reais, cujos corpos e percepções guiaram cada decisão. Mulheres provaram, ajustaram, comentaram e aprovaram detalhes, transformando feedbacks em instrumento de precisão que norteou todas as etapas.</p>
<p><strong><em>“Fui convidada para participar da confecção da calça jeans e, quando provei a versão final, pensei: é isso. A modelagem é pensada para corpos reais e diversos, para adaptar e servir bem em mulheres diferentes. Isso é algo que eu sempre bato na tecla, usar a roupa que serve de verdade, não só cabe. A calça conforta, valoriza e faz a gente se sentir bem dentro dela. Parece algo básico, mas faz toda a diferença na nossa autoestima”</em></strong>, relata a influenciadora Ana Luiza Palhares, conhecida pelo perfil Cinderela de Mentira.</p>
<p>Dessa forma, o projeto partiu da experiência de quem já enfrentou dificuldade para encontrar um jeans que realmente se ajustasse, do P ao plus size, conceito que, inclusive, integra o DNA da Quintess. Todas as sugestões contribuíram para transformar um modelo clássico em algo que acompanha e valoriza proporções diversas, sem comprometer a estética.</p>
<p><strong>“Não se trata apenas de caber, mas de se reconhecer na roupa, de sentir que ela foi pensada para você. Proporcionar isso é um gesto de cuidado, fruto de um caminho que escutou e respeitou histórias diversas”</strong>, completa Ana.</p>
<p>A peça está disponível no site da marca.</p>
<p>da redação com informações da Oficina das Palavras – Comunicação para Negócios</p>
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		<title>FebraTêxtil 2026</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2026 18:42:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>worldfashion</dc:creator>
		
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		<category><![CDATA[#FEBRA TÊXTIL 2026]]></category>

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		<description><![CDATA[A FebraTêxtil 2026, acontecerá entre os dias 5 e 7 de maio, no Expo Center Norte, pavilhão amarelo, em São Paulo.
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			<content:encoded><![CDATA[<p>A FebraTêxtil 2026, acontecerá entre os dias 5 e 7 de maio, no Expo Center Norte, pavilhão amarelo, em São Paulo.</p>
<p>Inicialmente prevista para fevereiro, a edição de 2026 teve sua data alterada para se alinhar ao calendário de lançamentos e compras do setor, oferecendo mais tempo de preparação aos expositores e aproximando o evento de um período estratégico para decisões comerciais.</p>
<p><strong><em>“Essa mudança de data foi pensada estrategicamente para potencializar os resultados da feira. Queremos proporcionar um ambiente ainda mais favorável para geração de negócios, conexões e troca de conhecimento entre os diferentes elos da indústria têxtil”</em></strong>, afirma Hélvio Pompeo, presidente do Febratex Group.</p>
<p>Um dos expositores a Capricórnio Têxtil, uma das principais referências brasileiras na produção de denim e sarja, apresentará sua linha de tecidos com destaque para os lançamentos mais recentes, incluindo a coleção Bossa. A novidade traduz a essência da marca em produtos com identidade e sofisticação, reunindo listrados, microestruturas, fios com efeito flamê e composições com liocel, além de novas larguras que ampliam as possibilidades criativas para o mercado.</p>
<p>Os diferenciais da coleção estão na combinação entre inovação e versatilidade. As construções diferenciadas e o uso de matérias-primas que proporcionam conforto e sustentabilidade atendem às demandas de um setor cada vez mais dinâmico, além de oferecer maior flexibilidade para diferentes aplicações na indústria da moda.</p>
<p><strong><em>“A FebraTêxtil é uma oportunidade estratégica para reforçarmos nosso posicionamento no mercado e estarmos ainda mais próximos dos nossos clientes e parceiros. Estar em São Paulo, um dos principais polos da moda e do denim no Brasil, potencializa essa conexão e amplia nossa visibilidade. Estamos muito felizes em apresentar a coleção Bossa, que traduz a essência da Capricórnio em inovação, qualidade e estilo, e confiantes de que será um grande diferencial durante a feira”</em></strong>, afirma João Bordignon, diretor-executivo de Marketing e Sustentabilidade da empresa.</p>
<p>Neste ano, o evento acontecerá em sinergia com a ENT Brasil - Feira de Nãotecidos e Têxteis Técnicos, ampliando a conexão entre diferentes segmentos da indústria.</p>
<p>Terá também a New&amp;Now, plataforma de conteúdo e pesquisa de moda que conecta o mercado brasileiro às tendências internacionais, referência em eventos e conteúdo para a cadeia têxtil e de moda na América Latina. Será lançada o<strong> &#8220;Radar Têxtil&#8221;</strong>, projeto que pretende transformar a forma como a indústria brasileira acessa e aplica conhecimento sobre tendências globais.</p>
<p>Inspirado nos principais eventos internacionais do setor, como Première Vision Paris e London Textile Fair, o<strong> &#8220;Radar Têxtil&#8221;</strong> combinará conteúdo, experiência sensorial e direcionamento comercial, reunindo curadoria de macrotendências, exposição de materiais e palestras aplicadas, criando uma ponte direta entre a pesquisa global e o desenvolvimento de produto no Brasil.</p>
<p>O projeto será apresentado com foco nas macrotendências para o Inverno 2027, incluindo apresentação de conteúdo e palestra voltadas à tradução da pesquisa internacional para o contexto da indústria e das confecções brasileiras.</p>
<p><strong><em>&#8220;O objetivo é criar uma experiência que vai além da informação. Queremos que os visitantes possam ver, tocar e compreender como as tendências globais se materializam em tecidos, cores e texturas, sempre com um olhar voltado para a aplicabilidade no mercado brasileiro&#8221;,</em></strong> explica Symone Rech, diretora de pesquisa e inteligência criativa da New&amp;Now.</p>
<p>A iniciativa se destaca por valorizar a pesquisa de materiais, cores e texturas como ferramenta estratégica para inovação e desenvolvimento de produto, conectando indústria, criadores e mercado em um ambiente que estimula o diálogo e a interpretação criativa.</p>
<p><strong><em>“Este projeto nasce para aproximar o design de moda da indústria têxtil. Quando a criatividade caminha mais perto da realidade produtiva, toda a cadeia se fortalece. Nos eventos do Febratex Group, conectamos quem pensa, quem desenvolve e quem produz, e é desse encontro que surgem soluções mais inteligentes, viáveis e uma indústria preparada para evoluir com consciência e competitividade”</em></strong>, reflete Giordana Madeira, diretora-executiva do Febratex Group.</p>
<p>A feira ainda contará com uma programação que inclui Espaço Talks, com palestras sobre  inovação, podcast ao vivo com especialistas do setor, Startup Corner, voltado a soluções tecnológicas, e o Fashion Show, com apresentações de produtos e coleções. E a edição do Brasil Fashion Designers (BFD), concurso voltado a estudantes e novos talentos da moda, integrando a agenda do evento.</p>
<p>Serviço:</p>
<p>● O quê: FebraTêxtil 2026</p>
<p>● Onde: Expo Center Norte, São Paulo (SP)</p>
<p>● Quando: 5 a 7 de maio de 2026</p>
<p>● Credenciamento: gratuito no link:<strong> https://bit.ly/4u8sskS </strong></p>
<p>Os visitantes devem realizar o cadastro online e apresentar o comprovante no dia do evento para acesso à feira.</p>
<div>
<div><strong>Sobre a New&amp;Now</strong></div>
<div>A New&amp;Now é uma plataforma pioneira em pesquisa de tendências, inovação e estratégia para a indústria da moda e desenvolvimento de coleções. Fundada por Symone Rech, a empresa se consolida como um ecossistema criativo, especializado em traduzir macrotendências globais para o cenário brasileiro. Seu portfólio inclui curadoria, palestras e projetos sob medida, integrando pesquisa, criatividade e aplicação prática.</div>
<div>Destaque da plataforma, a New&amp;Now lançou recentemente a SY.A, a primeira inteligência artificial criativa integrada a um sistema de pesquisa de moda na América Latina. Essa ferramenta exclusiva transforma referências de varejo em produtos comerciais em poucos cliques, otimizando positivamente o processo de criação e desenvolvimento de coleções.</div>
<div><strong>Sobre o Febratex Group</strong></div>
<div>O Febratex Group é o maior grupo de feiras e eventos do setor têxtil das Américas. Com 45 anos de atuação, celebrados em 2026, a empresa é 100% brasileira e atua nos principais polos têxteis do país.</div>
<div>Com matriz em Porto Alegre e filiais em São Paulo e Blumenau, o grupo organiza nove feiras especializadas, entre elas a Febratex, responsável por impulsionar cerca de 40% dos negócios de máquinas têxteis no Brasil.</div>
<div>Referência em inovação e sustentabilidade, o Febratex Group foi pioneiro na América Latina ao conquistar o Selo Lixo Zero com o Febratex Summit. A empresa também é signatária do Pacto Global da ONU e membro da Ubrafe, reforçando seu compromisso com práticas responsáveis no setor.</div>
</div>
<div>da redação por Yuko Suzuki</div>
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