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	<title>World Fashion Plataforma de Moda</title>
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	<description>O BLOG PARA OS PROFISSIONAIS DA MODA</description>
	<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 19:33:34 +0000</pubDate>
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		<title>Brasil Fashion Designers - Sudeste 2027</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Oct 2026 19:12:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>worldfashion</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[CONCURSO]]></category>

		<category><![CDATA[EVENTOS]]></category>

		<category><![CDATA[FEIRAS]]></category>

		<category><![CDATA[#BFD BRASIL FASHION DESIGNERS SUDESTE 2027]]></category>

		<category><![CDATA[#TECNOTÊXTIL BRASIL]]></category>

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		<description><![CDATA[O Brasil Fashion Designers (BFD), concurso voltado à descoberta e valorização de novos talentos da moda brasileira, lançou, em 19 de outubro de 2026, a edição Sudeste do estado de São Paulo. O concurso é destinado a estudantes e recém-formados da região, com exceção da cidade de São Paulo, que terá uma etapa própria.
A iniciativa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil Fashion Designers (BFD), concurso voltado à descoberta e valorização de novos talentos da moda brasileira, lançou, em 19 de outubro de 2026, a edição Sudeste do estado de São Paulo. O concurso é destinado a estudantes e recém-formados da região, com exceção da cidade de São Paulo, que terá uma etapa própria.</p>
<p>A iniciativa, promovida pelo Febratex Group, referência na organização e realização de feiras B2B voltadas ao desenvolvimento da indústria têxtil no Brasil, terá como tema o rock brasileiro e selecionará dez criadores para disputar a grande final, marcada para 26 de abril de 2027, em Americana (SP), paralelamente à programação da Tecnotêxtil Brasil, importante feira do setor.</p>
<p>As pré-inscrições são gratuitas e poderão ser realizadas até as 23h59 de 19 de novembro, pelo site www.brasilfashiondesigners.com.br. Esta primeira fase tem caráter eliminatório e os interessados que não realizarem a pré-inscrição dentro do prazo, não poderão avançar para a etapa seguinte, mesmo que atendam aos demais requisitos do regulamento.</p>
<p>O concurso é destinado a estudantes regularmente matriculados em cursos técnicos ou superiores ligados às áreas de moda e vestuário, oferecidos por instituições de ensino da região Sudeste, exceto da cidade de São Paulo, que contará com uma edição exclusiva do concurso em data a ser divulgada. Também poderão participar profissionais formados há menos de dois anos, respeitada a mesma abrangência geográfica. Os candidatos deverão ter, no mínimo, 18 anos até 26 de abril de 2027. Estudantes de pós-graduação não são elegíveis.</p>
<p><strong><em>“Ter o BFD de volta em todas as nossas feiras é de suma importância porque nos ajuda a reafirmar o nosso compromisso de conectar os elos da cadeia produtiva têxtil nas feiras profissionais, além de impulsionar os jovens talentos da moda nas regiões de abrangência de cada edição do concurso”</em></strong>, diz Hélvio Roberto Pompeo Madeira, diretor-presidente do Febratex Group.</p>
<p>Ricardo Gomes, gerente de Projetos Especiais do Febratex Group e idealizador do concurso, destaca a ampliação do Brasil Fashion Designers, que permitirá a participação de estudantes de moda de todas as regiões do País nas edições previstas para 2027 e 2028. <strong><em>“Sempre tivemos o objetivo de levar o BFD a estudantes de moda de todo o Brasil e agora estamos tornando isso realidade. Nos próximos meses, divulgaremos o calendário completo das edições de 2027 e 2028. Serão dois anos dedicados à valorização de novos talentos e à criação de coleções inspiradas nos principais estilos musicais brasileiros. É uma oportunidade de conectar moda, cultura e criatividade, ampliando o alcance do concurso e a visibilidade dos participantes”</em></strong>, afirma.</p>
<p>Com o tema <strong>“No grito do cantor e no riff da guitarra pulsa o rock brasileiro”</strong>, a edição desafia os participantes a traduzirem a identidade, a estética e as influências do rock nacional em coleções autorais para o Inverno 2027. Cada projeto deverá apresentar dois looks completos, masculinos, femininos ou mistos, desenvolvidos a partir de matérias-primas disponibilizadas pela organização.</p>
<p>Após a etapa de pré-inscrição, os candidatos habilitados poderão formalizar a inscrição a partir de 20 de novembro, quando também serão divulgados as matérias-primas e o software de moda e design a ser utilizado na elaboração dos croquis.</p>
<p>A avaliação considerará critérios como criatividade, originalidade, conceito e adequação ao tema e à estação proposta. Os trabalhos deverão ser inéditos e serão analisados por um júri formado por profissionais do setor de moda. Ao todo, dez projetos serão selecionados para a fase final, com divulgação dos classificados prevista para 27 de janeiro.</p>
<p><strong>Final durante a Tecnotêxtil Brasil</strong></p>
<p>Os dez finalistas terão a oportunidade de transformar seus projetos em coleções e apresentá-las em um desfile no Teatro Municipal Lulu Benencase, em Americana (SP), no dia 26 de abril de 2027. A final será realizada paralelamente à programação da Tecnotêxtil Brasil, ampliando a visibilidade dos novos criadores junto a profissionais e empresas da cadeia têxtil e de confecção.</p>
<p>Durante o desfile, um júri especializado escolherá os três primeiros colocados e o vencedor do prêmio Excelência. As peças finalistas também ficarão expostas na Tecnotêxtil Brasil entre 27 e 30 de abril, período em que ocorrerá a votação popular, com anúncio do vencedor dessa categoria no último dia da feira.</p>
<p><strong>Premiação</strong></p>
<p>O vencedor do Brasil Fashion Designers será contemplado com a oportunidade de apresentar sua coleção na Expotextil Perú 2027, em Lima, com despesas de passagens aéreas, hospedagem, alimentação e transporte local custeadas pela organização e uma Máquina de Costura DL-7600 SIRUBA. Já o 2º e 3º colocados, recebem uma Máquina Zig Zag Siruba HSM-2712, cada um, enquanto o vencedor do Prêmio excelência e Júri popular ganham uma Máquina de Costura DL-7600 SIRUBA, cada. As máquinas são um oferecimento da Silmaq, parceira do evento e uma das maiores fornecedoras de máquinas e equipamentos para a Indústria Têxtil da América Latina.</p>
<p>Ao conectar formação acadêmica, criação autoral e indústria, o Brasil Fashion Designers busca aproximar novos profissionais do mercado e estimular o desenvolvimento de coleções que aliem identidade criativa, pesquisa e aplicação de materiais têxteis.</p>
<p><strong>Regulamento:</strong></p>
<p>A participação no Brasil Fashion Designers Sudeste 2027 é gratuita e está condicionada ao cumprimento das regras e dos prazos estabelecidos pela organização. Confira os principais pontos:</p>
<p>Quem pode participar: estudantes de cursos técnicos ou superiores nas áreas de moda e vestuário, além de profissionais formados há menos de dois anos, vinculados a instituições de ensino da região Sudeste, exceto da cidade de São Paulo. É necessário ter pelo menos 18 anos até 26 de abril de 2027. Alunos de pós-graduação não podem participar.</p>
<p>Pré-inscrição obrigatória: de 19 de outubro a 19 de novembro de 2026, até as 23h59. A etapa é eliminatória e indispensável para a continuidade no concurso.</p>
<p>Tema e coleção: “No grito do cantor e no riff da guitarra pulsa o rock brasileiro”. Cada participante deverá desenvolver uma proposta inédita para o Inverno 2027, composta por dois looks completos, masculinos, femininos ou mistos.</p>
<p>Materiais e criação: os croquis deverão ser elaborados no software indicado pela organização, com utilização das matérias-primas previstas para o concurso. Não serão aceitos trajes infantis nem produções com materiais perecíveis, peles ou matérias-primas de origem animal.</p>
<p>Seleção dos finalistas: dez projetos serão classificados para a etapa final, com divulgação prevista para 27 de janeiro de 2027.</p>
<p>Confecção das peças: os finalistas serão responsáveis pela produção dos looks aprovados, utilizando as matérias-primas fornecidas gratuitamente pela organização e respeitando os projetos apresentados.</p>
<p>Grande final: desfile em 26 de abril de 2027, no Teatro Municipal Lulu Benencase, em Americana (SP).</p>
<p>Exposição e júri popular: os looks finalistas serão expostos na Tecnotêxtil Brasil entre 27 e 30 de abril de 2027. O resultado do júri popular será anunciado em 30 de abril.</p>
<p><strong><em>O regulamento completo e o formulário de pré-inscrição estão disponíveis em www.brasilfashiondesigners.com.br.</em></strong></p>
<p><strong>Serviço</strong> | Brasil Fashion Designers Sudeste 2027 – exceto cidade de São Paulo</p>
<p>Pré-inscrições: 19/10 a 19/11/2026, até as 23h59</p>
<p>Prazo para entrega dos projetos: 21/01/2027</p>
<p>Divulgação dos finalistas: 27/01/2027</p>
<p>Grande final: 26/04/2027</p>
<p>Local: Teatro Municipal Lulu Benencase, Americana (SP)</p>
<p>Participação: gratuita</p>
<p>Site: www.brasilfashiondesigners.com.br</p>
<p>da redação com informações da Febratex Group</p>
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		<item>
		<title>Lei nº 4.888 do Couro</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Oct 2026 17:32:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>worldfashion</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[ASSOCIAÇÕES]]></category>

		<category><![CDATA[CURTUMES]]></category>

		<category><![CDATA[#CICB Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo o CICB - Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil - entidade que representa as indústrias que produzem couro no país - , a legislação existe desde 1965, para proteger o consumidor e os produtores.
É notório que o couro tem propriedades como durabilidade e resistência, que não se reproduzem em outros materiais. “Ao nomear, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo o CICB - Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil - entidade que representa as indústrias que produzem couro no país - , a legislação existe desde 1965, para proteger o consumidor e os produtores.</p>
<p>É notório que o couro tem propriedades como durabilidade e resistência, que não se reproduzem em outros materiais. <strong><em>“Ao nomear, por exemplo, um calçado com revestimento sintético como tendo sido feito em couro, há a ocorrência de crime de concorrência desleal”,</em></strong> esclarece Ricardo Andrade, executivo do CICB.</p>
<p>Segundo ele, um artigo em couro pode durar gerações, ao passo que o mesmo produto feito com material sintético que tenta imitar a aparência do couro pode hidrolisar em pouco tempo, descamar, produzir odores e outros problemas. <strong><em>“Então a lei existe para que o cliente saiba com clareza o que está comprando”</em></strong>, frisa.</p>
<p><strong>Fiscalização</strong></p>
<p>Assim como outras legislações brasileiras, a Lei do Couro não é cumprida em muitos casos. A infração que constitui crime de concorrência desleal previsto no artigo 195 do Código Penal, cuja pena é a detenção do infrator de 3 meses até 1 ano, ou multa, muitas vezes nem chega a ser aplicada.</p>
<p>O CICB tem um trabalho de diálogo e orientação com influenciadores, e-commerce e grandes marcas, enviando notificações de forma administrativa, sem poder de punição.</p>
<p>Desde 2013, a entidade realiza este monitoramento nas mídias sociais e na web, com uma varredura de palavras e expressões-chave tipo “couro sintético” e “couro ecológico”. <strong><em>“Sempre que o software detecta uma infração, a equipe envia uma mensagem informando sobre a Lei e pedindo a correção. Após, o CICB monitora se houve o ajuste. Casos recorrentes ou não corrigidos podem ser encaminhados para canais como o Procon ou por meio de ação judicial na esfera cível”</em></strong>, explica Andrade.</p>
<p><strong>Tamanho do setor</strong></p>
<p>Os números do CICB impressionam, mas não têm sido suficientes para frear a enxurrada de ilegalidades, especialmente a partir dos dispositivos digitais. Desde o princípio do projeto, foram mais de cerca de 200 mil notificações, uma média de mais de 15 mil por ano. <strong><em>“Muitos retiram a publicidade do ar, mas outros insistem em manter. Esses são denunciados para os órgãos competentes”</em></strong>, explica.</p>
<p>Atualmente, o setor está entre os três principais produtores de couros do mundo, com 216 curtumes em todo o Brasil. Com o maior rebanho comercial do planeta, a produção brasileira ultrapassa os 40 milhões de couros bovinos por ano, sendo que entre 70% e 80% desse volume é exportado para cerca de 80 países.</p>
<p>da  redação com informações da DCR - Assessoria de Imprensa</p>
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		<title>ASSOCIAÇÃO - PROGRAMA ORIGEM SUSTENTÁVEL</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Oct 2026 17:22:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>worldfashion</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[ESG]]></category>

		<category><![CDATA[INDÚSTRIA]]></category>

		<category><![CDATA[PROGRAMA ORIGEM SUSTENTÁVEL]]></category>

		<category><![CDATA[SUSTENTABILIDADE]]></category>

		<category><![CDATA[#ABICALÇADOS -ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DE CALÇADOS]]></category>

		<category><![CDATA[#AMBIENTE VERDE]]></category>

		<category><![CDATA[#ASSINTECAL ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DAS EMPRESAS DE COMPONENTES PARA COURO]]></category>

		<category><![CDATA[#CRESPI DO BRASIL]]></category>

		<category><![CDATA[#DUBLAUTO GAÚCHA]]></category>

		<category><![CDATA[#JR SOLUÇÕES]]></category>

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		<description><![CDATA[O Programa Origem Sustentável foi criado pela  ASSINTECAL - Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos em parceria com a ABICALÇADOS - Associação Brasileira da Indústria e Comércio de Calçados, em 2013, e é o único programa de certificação de práticas ESG voltado exclusivamente para empresas da cadeia produtiva do calçado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Programa Origem Sustentável foi criado pela  ASSINTECAL - Associação Brasileira das Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos em parceria com a ABICALÇADOS - Associação Brasileira da Indústria e Comércio de Calçados, em 2013, e é o único programa de certificação de práticas ESG voltado exclusivamente para empresas da cadeia produtiva do calçado no mundo.</p>
<p>A partir de janeiro de 2027, o programa passará a certificar também os curtumes brasileiros, fortalecendo o posicionamento da cadeia produtiva do calçado brasileiro como a mais sustentável do planeta. Além de certificar a produção sustentável, a iniciativa funciona como um guia de práticas ESG para empresas de todos os portes e maturidades. O Origem Sustentável conta com quatro níveis de certificação: Diamante (+80% dos indicadores alcançados); Ouro (+60%); Prata (+40%) e Bronze (+20%). As auditorias são realizadas por órgãos independentes como SENAI, SGS, ABNT, Intertek e Bureau Veritas.</p>
<p><strong>AMBIENTE VERDE </strong></p>
<p>A empresa foi recertificada no nível máximo do Origem Sustentável, o Diamante (mais de 80% dos indicadores atingidos), é uma fabricante de componentes para as indústrias de calçados, móveis, revestimentos, construção civil e segmento pet que criou um laminado termoplástico (Ambiplast) 100% reciclável em em 2010. Tendo a sustentabilidade, literalmente, como o próprio negócio, a Ambiente Verde tem, entre seus destaques na área ESG, o uso de energia elétrica proveniente de fontes renováveis, adquirida integralmente por meio do Mercado Livre de Energia. Já na gestão da água, a Ambiente Verde conta com quatro cisternas, totalizando 80 mil litros de capacidade para captação de água da chuva. O projeto prevê ampliar esse aproveitamento para processos operacionais, possibilitando o uso de mais de quatro mil litros de água da chuva por dia no curto prazo.</p>
<p>Segundo o sócio diretor da Ambiente Verde, Alberto Luiz Wanner, a recertificação do Origem Sustentável representa o reconhecimento de uma jornada que vem sendo construída continuamente pela empresa. <strong><em>“Mais do que manter um selo, a recertificação demonstra que a sustentabilidade está integrada à estratégia e à forma como conduzimos nossos negócios”</em></strong>, avalia, ressaltando que a certificação transmite mais confiança e credibilidade para clientes, parceiros, investidores e demais stakeholders.</p>
<p><strong>CRESPI</strong></p>
<p>Também recertificada no nível Diamante, a Crespi do Brasil atua no setor de laminados sintéticos de poliuretano (PU), atendendo indústrias de calçados, bolsas e artefatos. Com a sustentabilidade integrada à sua estratégia corporativa, a empresa possui uma estrutura de governança responsável e um Comitê de Sustentabilidade multidisciplinar, que promove a disseminação da cultura ESG em toda a organização. Entre seus destaques, no pilar ambiental, a empresa reporta que, nos anos de 2024 e 2025, o consumo total de matérias-primas somou aproximadamente 2,1 mil toneladas, sendo parte delas recicladas e recuperadas.  A Crespi do Brasil utiliza, ainda, um sistema de abate de gases, destinado ao tratamento das emissões geradas durante a produção de laminados sintéticos. O equipamento permite a captura e o tratamento de compostos gasosos antes de sua liberação para a atmosfera, contribuindo para a redução dos impactos ambientais associados às operações industriais.</p>
<p>Para o sócio e diretor industrial da Crespi, Paulo Roberto dos Reis Filho, a conquista da certificação <strong><em>“é motivo de orgulho para todos na empresa”. “Alcançar o nível máximo do Origem Sustentável reconhece o trabalho que estamos construindo juntos, unindo qualidade, inovação, eficiência industrial e responsabilidade com as pessoas e o meio ambiente”</em></strong>, destaca, ao ressaltar que o programa tem um papel importante na orientação da gestão na Crespi, auxiliando na identificação de oportunidades de melhoria.</p>
<p><strong>Dublauto Gaúcha</strong></p>
<p>A empresa que desenvolve componentes para calçados, tem a sustentabilidade integrada ao seu negócio. Entre seus principais marcos está a recertificação no nível Ouro do Origem Sustentável (mais de 60% dos indicadores atingidos).  Entre os resultados recentes, destaca-se o aproveitamento de 84,23% das sobras de soluções de beneficiamento têxtil no biênio 2024–2025, além da redução do consumo de água da rede. Na gestão de resíduos, os indicadores apresentaram redução de 7,1% na geração por metro linear produzido, 4,5% no indicador volumétrico e 35,3% na relação de custos, reforçando a busca por eficiência e circularidade.</p>
<p>De acordo com Evandro Daniel Wolfart, diretor técnico da empresa, a certificação Origem Sustentável representa “muito mais<strong><em>” do que um reconhecimento institucional. “O processo contribuiu diretamente para a organização e melhoria dos processos internos, maior controle de resíduos e recursos, criação e acompanhamento de indicadores e uma visão mais ampla dos impactos ambientais, sociais, econômicos e de governança da empresa”</em></strong>, comenta.</p>
<p><strong>JR Soluções</strong></p>
<p>Atuando no desenvolvimento e transformação de materiais para os setores calçadista, têxtil, moveleiro, automotivo e de segurança do trabalho, com presença no Brasil e no México, o Grupo JR Soluções também foi recertificado durante o evento. Com o selo no nível Prata (mais de 40% dos indicadores atingidos), a JR Soluções tem investido continuamente em inovação, tecnologia, sustentabilidade e desenvolvimento de pessoas. Entre seus principais destaques estão o desenvolvimento e a ampliação do portfólio de materiais com atributos sustentáveis, a busca por matérias-primas de menor impacto ambiental, o melhor aproveitamento de recursos, a minimização da geração de resíduos gerados nos processos produtivos e o fortalecimento da rastreabilidade e das certificações relacionadas à origem e à sustentabilidade dos materiais. A empresa também se destaca pelo projeto Fechando o Ciclo, iniciativa voltada à economia circular e ao reaproveitamento de calçados pós-consumo. Por meio do projeto, materiais que antes poderiam ser descartados passam a ser reaproveitados e transformados novamente em matéria-prima, que será utilizada para fabricação de novos calçados.</p>
<p>Nalva Guimarães, coordenadora de Marketing do Grupo, ressalta que a recertificação é muito importante, pois representa a continuidade e a validação dos processos e compromissos que a empresa mantém relacionados à sustentabilidade.<strong><em> “Desde 2022, somos certificados com a empresa JClass no selo prata do Origem Sustentável. Agora damos um passo ainda maior: ampliamos o escopo da certificação, incorporando mais duas unidades e passamos a ser reconhecidos como Prata na totalidade da JR Soluções”</em></strong>, comemora, acrescentando que a empresa dá um passo importante rumo à maior competitividade, pois enxerga uma demanda crescente do mercado por comprovações relacionadas à área.</p>
<p>da redação com informações da DCR - Assessoria de Imprensa</p>
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		<title>DESFILE - GUSTAVO SILVESTRE</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Oct 2026 13:41:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>worldfashion</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[COLEÇÃO]]></category>

		<category><![CDATA[DESFILES E SEMANAS DE MODA]]></category>

		<category><![CDATA[LANÇAMENTOS]]></category>

		<category><![CDATA[#GUSTAVO SILVESTRE]]></category>

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		<description><![CDATA[No seu primeiro desfile independente, fora do calendário oficial de moda, Gustavo Silvestre apresentou, no Formosa Hi-Fi espaço dedicado à música e à cultura do vinil, em São Paulo,  a coleção &#8220;ORIGINAL&#8221;.
A apresentação marca uma nova fase da marca e amplia a autonomia criativa do estilista com maior liberdade para definir os elementos que compõem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No seu primeiro desfile independente, fora do calendário oficial de moda, Gustavo Silvestre apresentou, no Formosa Hi-Fi espaço dedicado à música e à cultura do vinil, em São Paulo,  a coleção &#8220;ORIGINAL&#8221;.</p>
<p>A apresentação marca uma nova fase da marca e amplia a autonomia criativa do estilista com maior liberdade para definir os elementos que compõem o desfile e suas colaborações. A coleção aprofunda a pesquisa autoral de Gustavo sobre o crochê, incorporando novas técnicas e ampliando suas possibilidades de construção e de uso.</p>
<p>Em ORIGINAL, Gustavo Silvestre extrapola os limites do crochê a partir da combinação e ressignificação de diferentes elementos, como metais, pedras, cristais, materiais reciclados e resíduos da indústria têxtil. Muitos deles são desenvolvidos no próprio ateliê e incorporados diretamente às tramas, resultando em peças únicas, que não são reproduzidas em série. A exclusividade de cada criação também traduz o modelo de negócio da marca, que mantém uma distribuição controlada e uma relação próxima com clientes de diferentes partes do mundo, atraídos pela singularidade de cada peça.</p>
<p>Entre as novidades de ORIGINAL estão as pedras brasileiras, como ágatas, incorporadas diretamente ao crochê. Esse encontro entre pedra e crochê já aparecia na produção artística de Gustavo e na coleção é transportado pela primeira vez para o vestuário. Resíduos e materiais reciclados também são trabalhados artesanalmente, ganhando novas formas e aplicações dentro das tramas.</p>
<p>O jeans é outro elemento de destaque em ORIGINAL. Nesta edição, a parceria com a C&amp;A ganha continuidade com novas peças que serão apresentadas no desfile. As criações foram desenvolvidas a partir de peças de jeans recolhidas pelo Movimento Reciclo, maior programa de logística reversa do varejo de moda, presente em 78% das lojas da C&amp;A em todos os estados do Brasil. Com técnicas de upcycling e jeans circular, Gustavo Silvestre transforma peças que já existiam em criações com novas texturas e cores, e leva para o denim o mesmo rigor artesanal que define o trabalho de seu ateliê.</p>
<p>A Rider completa o styling da coleção com as plataformas da coleção R High, lançamento na marca, apresentados tanto em suas versões originais quanto em intervenções desenvolvidas especialmente pelo ateliê para o desfile.</p>
<p>O desfile também marca o encontro entre o crochê de Gustavo Silvestre e o trabalho de Janaïna Milheiro, designer e artista franco-brasileira radicada em Paris. Reconhecida por desenvolver técnicas autorais com plumas, Janaïna transita entre moda, design e arte contemporânea e colabora com casas como Dior, Chanel, Hermès e Schiaparelli. Para Original, os dois artistas desenvolveram juntos paetês de plumas criados especialmente para a coleção e incorporados às peças de Gustavo. A coleção conta ainda com acessórios desenvolvidos pelo designer Carlos Penna, dando continuidade à parceria com Gustavo Silvestre.</p>
<p>Nome recorrente na trajetória da marca, Dudu Bertholini assina o styling do desfile. A beleza é assinada por Pamela Hübner.</p>
<p>Ao longo de mais de 12 anos de pesquisa, Gustavo Silvestre desenvolveu uma linguagem própria a partir do crochê e uma estética imediatamente reconhecível. Essa trajetória também está ligada ao Ponto Firme, projeto criado pelo estilista em 2015, de forma voluntária, dentro de uma penitenciária masculina, a partir do ensino do crochê. Com o passar dos anos, a iniciativa ampliou sua atuação para pessoas que passaram por diferentes situações de vulnerabilidade social e encontraram nas artes manuais uma possibilidade de reconstrução e autonomia. Parte dos participantes passou a integrar projetos ligados ao ateliê e às coleções da marca.</p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>“Original fala sobre origem, mas também sobre aquilo que torna um trabalho reconhecível e único. Depois de tantos anos pesquisando o crochê, continuo interessado em descobrir novas possibilidades dentro de uma técnica que faz parte da minha identidade. Fazer esse desfile de forma independente também me deu liberdade para reunir colaborações e conseguir construir essa apresentação da maneira como eu imaginava”</em></strong>, afirma Gustavo Silvestre.</p>
<p><strong>Sobre Gustavo Silvestre</strong></p>
<p>Designer, artesão e educador pós-graduado em artes manuais para a educação, Gustavo Silvestre desenvolve há mais de 12 anos uma pesquisa autoral a partir do crochê, conectando moda, arte e impacto social. Nascido no Recife, cresceu observando as mulheres de sua família crochetar e, anos mais tarde, passou a desenvolver sua própria pesquisa com a técnica. Seu trabalho transita entre o vestuário e a arte, com peças únicas produzidas artesanalmente e uma trajetória que inclui apresentações no Brasil e na alta-costura de Paris. A transformação social por meio das artes manuais é parte fundamental de sua atuação e da identidade da marca.</p>
<p>da redação com informações da INDEX  e foto da _@agfotosite</p>
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		<title>FIAÇÃO - GRUPO ROVITEX</title>
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		<pubDate>Mon, 05 Oct 2026 17:44:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[FIAÇÃO]]></category>

		<category><![CDATA[#GRUPO ROVITEX #INCOFIOS #INCOFIBRAS]]></category>

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		<description><![CDATA[A Incofios começou como uma produção voltada a abastecer o consumo interno do Grupo Rovitex e, ao longo dos anos, se expandiu até se tornar uma referência nacional em fios 100% algodão. Hoje, a unidade de Indaial conta com 41 mil metros quadrados de área construída e aproximadamente 430 colaboradores, produzindo cerca de 1.500 toneladas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Incofios começou como uma produção voltada a abastecer o consumo interno do Grupo Rovitex e, ao longo dos anos, se expandiu até se tornar uma referência nacional em fios 100% algodão. Hoje, a unidade de Indaial conta com 41 mil metros quadrados de área construída e aproximadamente 430 colaboradores, produzindo cerca de 1.500 toneladas de fios por mês, distribuídas entre 29.760 fusos de fio penteado e compacto e 5.832 rotores de Open End. Uma década depois da fundação da Incofios, o grupo decidiu ampliar sua atuação na fiação de algodão e criou a Incofibras, em Campo Verde, no coração da principal região produtora de algodão do país. Especializada em fiação open-end, a unidade conta com cerca de 27 mil metros quadrados de área construída e produz aproximadamente 1.200 toneladas de fios por mês, distribuídas em 7.560 rotores de Open End.</p>
<p>Esse crescimento é sentido de perto por quem viveu boa parte dele. A colaboradora da Incofios, Jaquemira Hertel, que entrou na empresa em 2005, lembra bem dessa evolução.<strong><em> &#8220;Quando entrei, tínhamos apenas 10 filatórios e uma parte da empresa ainda estava vazia. Depois, foram instalados mais 10 filatórios e, dali em diante, a empresa continuou crescendo&#8221;</em></strong>, relembra. Já Elpídio Gonçalves da Rocha, colaborador desde 2007, também viu de perto essa transformação.<strong><em> &#8220;Houve uma mudança muito grande. Quando cheguei, havia um número menor de máquinas e de colaboradores. Hoje, a empresa cresceu, aumentou o número de pessoas e também incorporou muitas máquinas com alta tecnologia&#8221;,</em></strong> conta.</p>
<p>Para Edson Augusto Schlogl, diretor geral da Incofios, celebrar as duas datas juntas reforça o caráter estratégico da decisão tomada há dez anos. <strong><em>&#8220;Criar a Incofibras foi uma forma de ampliar nossa atuação na fiação de algodão e nos aproximar da origem da matéria-prima, com uma operação especializada em open-end. Hoje, os 25 anos da Incofios e os 10 anos da Incofibras contam a mesma história, só que vista de dois estados diferentes&#8221;,</em></strong> afirma.</p>
<p>Com as duas empresas somando experiência, o grupo mantém a meta declarada de superar 5 mil toneladas de fios produzidos por mês até 2030. Mais do que uma coincidência de calendário, os 25 anos da Incofios e os 10 anos da Incofibras marcam a consolidação de uma estratégia pensada desde o início: unir duas fiações complementares, ampliando a capacidade e a atuação do grupo na produção de fios penteados compactados e open-end, sob o mesmo padrão de qualidade. É esse conjunto de experiência acumulada nas duas pontas da cadeia que sustenta a próxima década de crescimento das duas empresas.</p>
<p>da redação com informações da Presse Informações</p>
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		<title>EXPOSIÇÃO - REFLEXOS</title>
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		<pubDate>Fri, 02 Oct 2026 18:17:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>worldfashion</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[EXPOSIÇÃO]]></category>

		<category><![CDATA[#EXPOSIÇÃO REFLEXOS]]></category>

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		<description><![CDATA[“Reflexos” propõe um mergulho na relação entre fotografia, moda, memória e cultura, a partir do olhar de uma profissional que, ao longo de sua trajetória, fotografou personagens que ajudaram a construir a história da moda contemporânea, como Naomi Campbell, Gisele Bündchen, Gabriela Pascolato, mãe de Costanza Pascolato, Christine Yufon, responsável por lançar e formar diversas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Reflexos” propõe um mergulho na relação entre fotografia, moda, memória e cultura, a partir do olhar de uma profissional que, ao longo de sua trajetória, fotografou personagens que ajudaram a construir a história da moda contemporânea, como Naomi Campbell, Gisele Bündchen, Gabriela Pascolato, mãe de Costanza Pascolato, Christine Yufon, responsável por lançar e formar diversas modelos brasileiras, Gisele Zelauy, destaque da moda internacional nas décadas de 1980 e 1990.</p>
<p>A exposição também revela uma dimensão menos conhecida de sua trajetória: o reconhecimento de seu trabalho no circuito internacional. Entre as 63 fotografias selecionadas, cinco receberam prêmios em bienais, reforçando uma produção que transitou por diferentes territórios da fotografia.</p>
<p>Entre os trabalhos premiados estão “GISELE”, que recebeu o segundo lugar na 9ª Bienal de Roma, “LEGATTA PER SEMPRE?”, reconhecida com o quinto lugar na Mostra Di Arti Brasiliani, em Nettuno, Itália além de uma das imagens integrar o Aaervo do Museu do Patrimônio Histórico e Cultural do Estado de São Paulo com a Obra “WAVE”, 2012.</p>
<p>Para Fernanda, a exposição representa não apenas um reencontro com imagens produzidas ao longo de 25 anos, mas também a possibilidade de revisitar uma trajetória construída em um mercado no qual precisou ocupar diferentes espaços.</p>
<p><strong><em>“Durante muito tempo, a mulher esteve diante das minhas lentes, enquanto eu precisava conquistar meu espaço atrás delas. Construir uma carreira internacional como fotógrafa brasileira, circular por ambientes majoritariamente liderados por homens e ser reconhecida também no campo da arte foi uma conquista que não aconteceu de um dia para o outro. ‘Reflexos’ é, de certa maneira, o registro desse caminho”</em></strong>, afirma Fernanda Calfat.</p>
<p>Fernanda se especializou no International Center of Photography (ICP), em Nova York, e em Milão, e por mais de duas décadas atua como fotógrafa oficial da New York Fashion Week para a Getty Images, um dos maiores bancos de imagens do mundo.</p>
<p>A relação entre moda, passagem do tempo e memória está no centro da seleção apresentada em “Reflexos”.</p>
<p><strong><em>“A moda está sempre olhando para o futuro, mas a fotografia tem a responsabilidade de preservar aquilo que acabou de acontecer. Uma coleção dura uma temporada; uma fotografia pode atravessar décadas. É nesse encontro entre o efêmero e o permanente que encontro o sentido do meu trabalho”</em></strong>, explica a fotógrafa.</p>
<p>As obras foram produzidas e impressas em padrão museum quality, utilizando materiais como papel algodão e papel arroz, valorizando a dimensão artística e a experiência de cada imagem. A exposição também incorpora textos/ depoimentos de nomes ligados à moda, à arte e à cultura, que ajudam a ampliar a leitura das fotografias e contextualizar diferentes momentos da trajetória de Fernanda.</p>
<p>Entre as vozes presentes no projeto estão Costanza Pascolato, Daniela Thomaz, Carol Ribeiro, Luciana Curtis, Jun Nakao, Davi Ramos, Amir Slama e Ronaldo Fraga,  que contribuem com diferentes perspectivas sobre a moda, a imagem e a construção de memória a partir da fotografia.</p>
<p>“Reflexos” também amplia seu alcance para além do espaço expositivo. Durante o período da mostra, serão comercializados pôsteres exclusivos assinados por Fernanda Calfat, com 100% da renda revertida para projetos socioculturais do Museu da Fotografia de Fortaleza.</p>
<p>Os recursos serão destinados aos projetos “Despertando Olhares”, que oferece formação em fotografia para jovens em medidas socioeducativas, e “Ampliando Olhares”, voltado para crianças autistas e com Síndrome de Down.</p>
<p>A programação contará ainda com uma série de talks conforme abaixo:</p>
<p><strong>03/10 | 10h30 às 12h</strong></p>
<p>A Exposição: trajetória, memória e impacto</p>
<p>Paulo Borges, Fernanda Calfat e Silvio Frota, do Museu da Fotografia de Fortaleza e idealizador das duas ONGs que receberão 100% da renda arrecadada com a venda dos pôsteres.</p>
<p><strong>03/10 | 14h às 15h30</strong></p>
<p>Melissa: 30 anos de trajetória e SPFW</p>
<p>Fernando Serrudo Silva, diretor de Marketing da Melissa, compartilha sua trajetória de 30 anos e sua relação com a São Paulo Fashion Week.</p>
<p><strong>03/10 | 16h30 às 18h</strong></p>
<p>Moda em transformação: legado, inovação e novos direitos</p>
<p>Juliana Chuahy, da Tecelagem Chuahy, fala sobre tradição, sucessão familiar e os novos caminhos da moda.</p>
<p>Sofia Karabachian aborda o Fashion Law e os desafios do Direito na era digital.</p>
<p><strong>06/10 | 10h30 às 12h</strong></p>
<p>SPFW por trás das passarelas: produção e bastidores</p>
<p>Graça Borges fala sobre os desafios da produção na SPFW, enquanto Jô Camareira compartilha histórias e bastidores dos backstages da semana de moda.</p>
<p><strong>06/10 | 14h às 15h30</strong></p>
<p>Uma conversa sobre momentos marcantes da carreira de Fernanda Calfat</p>
<p>Uma conversa descontraída com Elcio Ohnuma, da ESPM/EPA; Penha Maia, estilista; Yuko Suzuki, da World Fashion; e Eduardo Paziam, sobre encontros, trajetórias e momentos que marcaram a carreira de Fernanda Calfat.</p>
<p><strong>09/10 | 18h00 às 19:30h</strong></p>
<p>Moda, carreira e os caminhos da indústria</p>
<p>Amir Slama, estilista de moda praia e primeiro cliente nacional e internacional de Fernanda Calfat, compartilha sua trajetória na SPFW e NYFW.</p>
<p>Samuel Cirnansck, estilista, também participa da conversa sobre sua trajetória e experiência na moda. Celso Kamura, make up artist</p>
<p><strong>15/10 | 18h00 às 19:30h</strong></p>
<p>A joia como inspiração para Moda</p>
<p>Lydia Sayeg, joalheira e empresária compartilha sua trajetória no mundo da moda</p>
<p>A presença de profissionais de diferentes gerações reforça uma das propostas centrais de “Reflexos”: discutir não apenas como a moda é vista, mas quem constrói as imagens que permanecem quando aquela temporada termina.</p>
<p>A exposição conta com apoio institucional do São Paulo Fashion Week, Museu da Fotografia de Fortaleza, Epson e Faculdade de Belas Artes, que também integra as comemorações de seus 100 anos.</p>
<p>Ação social: venda de pôsteres exclusivos com 100% da renda destinada aos projetos socioculturais do Museu da Fotografia de Fortaleza</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>Exposição “Reflexos” – Fernanda Calfat</p>
<p>Curadoria: Paulo Borges</p>
<p>Abertura para convidados: 2º de outubro de 2026</p>
<p>Visitação pública: 2º a 19 de outubro de 2026</p>
<p>Local: Mula Preta – Jardins, São Paulo (SP) - Alameda Gabriel Monteiro da Silva, 289 - Jardim América, São Paulo</p>
<p><strong>SOBRE FERNANDA CALFAT</strong></p>
<p>Nascida em São Paulo, Fernanda Calfat Nami é fotógrafa de moda e artista visual com formação nacional e especialização no International Center of Photography NY e em Milão. Reconhecida por posicionar suas lentes na intersecção entre o universo fashion e a arte contemporânea, atuou por mais de 20 anos como fotógrafa oficial da New York Fashion Week pela Getty Images, cobrindo as principais semanas de moda do mundo. Em sua prestigiada trajetória artística, acumula prêmios internacionais, como o 2º lugar na 9ª Bienal de Arte Contemporânea de Roma, possui obras em importantes acervos institucionais (como o da Assembleia Legislativa de SP.</p>
<p>da redação com informações da MKT MIX Assessoria de Comunicação</p>
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		<title>MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Oct 2026 13:13:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>worldfashion</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[INDÚSTRIA]]></category>

		<category><![CDATA[INOVAÇÃO]]></category>

		<category><![CDATA[MAQUINAS E EQUIPAMENTOS]]></category>

		<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>

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		<description><![CDATA[Levantamentos da Abit e da BCG dimensionam o problema; indústrias brasileiras já registram reduções de até 95% em etapas críticas da produção com o uso de tecnologia.
O desperdício têxtil movimenta uma conta que poucas empresas conseguem visualizar no dia a dia. Um levantamento da consultoria Boston Consulting Group aponta que o setor perde globalmente mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Levantamentos da Abit e da BCG dimensionam o problema; indústrias brasileiras já registram reduções de até 95% em etapas críticas da produção com o uso de tecnologia.</p>
<p>O desperdício têxtil movimenta uma conta que poucas empresas conseguem visualizar no dia a dia. Um levantamento da consultoria Boston Consulting Group aponta que o setor perde globalmente mais de US$ 150 bilhões por ano em matérias-primas descartadas, um volume que cresce junto com a produção de roupas.</p>
<p>No Brasil, o cenário ajuda a explicar por que essa perda deixou de ser um detalhe operacional para entrar na pauta estratégica das indústrias. Segundo a Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), o país reúne 25,3 mil empresas têxteis e de confecção com mais de cinco funcionários, que juntas produzem cerca de 2 milhões de toneladas de têxteis e 8 bilhões de peças por ano. Em um mercado desse tamanho, cada ponto percentual de perda em teste, revisão ou embalagem se multiplica rapidamente em toneladas de matéria-prima, água e energia jogadas fora.</p>
<p>Uma outra pesquisa da Abit mostra que 74% dos empresários do setor pretendem investir em maquinário e equipamentos, enquanto 55% vão direcionar recursos para tecnologia e automação. Ainda de acordo com a entidade, o desperdício de matéria-prima, os erros de corte e a baixa rastreabilidade foram apontados como os principais riscos da etapa de produção, com impacto direto no custo dos produtos e na sustentabilidade da cadeia.</p>
<p>É nessas etapas de testes laboratoriais, relaxamento de malha, revisão e embalagem, que fabricantes de máquinas têxteis como a Delta, indústria catarinense de Pomerode, vêm acompanhando o resultado diário da adoção de tecnologias por clientes brasileiros. Entre os dados registrados pela empresa estão reduções de até 95% no tempo de testes laboratoriais, 99% no tempo de relaxamento de malha e 80% no tempo operacional de embalagem, além de quedas expressivas no consumo de água, energia e matéria-prima nas etapas automatizadas, guiadas por dados.</p>
<p>Para Fábio Kreutzfeld, CEO da corporação, o desperdício raramente é uma questão de volume de produção.</p>
<p><strong><em>&#8220;Na maioria dos casos que acompanhamos, a perda não está na quantidade que a fábrica produz, mas na falta de controle sobre variáveis como temperatura, tempo de processo e uniformidade. Quando esses pontos passam a ser medidos e automatizados, a indústria não só reduz desperdício, como também ganha previsibilidade para competir&#8221;,</em></strong> afirma.</p>
<p>Um exemplo prático ajuda a dimensionar esse tipo de perda, que costuma passar despercebida na rotina da fábrica. Uma linha de sublimação que produz 20 mil metros de tecido por mês e perde 3% por variação térmica no processo descarta 600 metros neste período. São 7,2 mil metros ao final de um ano, sem contar energia, tinta e outros insumos consumidos sem retorno.</p>
<p><strong><em><br />
</em></strong></p>
<p><strong><em>&#8220;Esse tipo de perda raramente está ligado ao volume que a fábrica produz, mas à instabilidade térmica de um equipamento como a calandra, que compromete a uniformidade do processo. Quando essa variável passa a ser medida e controlada automaticamente, a perda que parecia pequena no dia a dia some da conta no fim do ano</em></strong>&#8220;, explica Fábio.</p>
<p>Contas como essa ajudam a explicar por que empresários da indústria têxtil pretendem investir em maquinário. A decisão de compra deixou de ser guiada só pela velocidade da máquina e passou a considerar sua capacidade de mostrar, em tempo real, onde a matéria-prima está sendo perdida. Para uma indústria pressionada por custo e concorrência, saber disso durante o processo, e não apenas no balanço de fim de ano, é o que separa quem reduz desperdício de quem só descobre o tamanho dele tarde demais.</p>
<p>Sobre a Delta Máquinas Têxteis</p>
<p>Fundada em 2007, em Pomerode (SC), a Delta Máquinas Têxteis é referência em tecnologia para otimização da produção industrial têxtil, através do desenvolvimento de máquinas, equipamentos e softwares. São mais de 60 produtos em seu portfólio, aplicados aos processos de tecelagem plana, malharia circular, estamparia digital, beneficiamento e confecção. A Delta desenvolve, ainda, projetos de automação customizados, de acordo com a necessidade de cada cliente. Com foco na indústria 4.0 têxtil e confecção 4.0, alinha automação, gestão de dados e padronização de processos inteligentes. Suas soluções já estão presentes em toda a América, com mais de 300 clientes atendidos.</p>
<p>da redação com informações da Trevo Comunicação</p>
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		</item>
		<item>
		<title>ARTIGO - ISONOMIA PARA PRODUZIR, COMPETIR E CRESCER</title>
		<link>http://worldfashion.com.br/wfdaily/2026/09/artigo-isonomia-para-produzir-competir-e-crescer/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 18:09:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>worldfashion</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[ARTIGO]]></category>

		<category><![CDATA[#ABIT ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÙSTRIA TÊXTIL E DE CONFECÇÃO]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Fernando Valente Pimentel*
O desenvolvimento industrial não pode ser uma agenda circunstancial, condicionada às urgências do momento ou limitada à duração de um mandato. Precisa ser tratado como política de Estado, com visão de longo prazo, objetivos claros, instrumentos estáveis e continuidade suficiente para oferecer aos empreendedores a confiança necessária para investir, inovar, produzir e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Por Fernando Valente Pimentel*</strong></p>
<p>O desenvolvimento industrial não pode ser uma agenda circunstancial, condicionada às urgências do momento ou limitada à duração de um mandato. Precisa ser tratado como política de Estado, com visão de longo prazo, objetivos claros, instrumentos estáveis e continuidade suficiente para oferecer aos empreendedores a confiança necessária para investir, inovar, produzir e gerar empregos no Brasil.</p>
<p>No centro dessa agenda deve estar uma palavra essencial: isonomia, pois é imprescindível conferir tratamento igual e condições equilibradas de competição a todos os que disputam os mercados. Não se reivindicam privilégios ou subsídios injustificados à produção doméstica, mas também não se pode permitir que produtos estrangeiros ingressem no mercado brasileiro beneficiados por subsídios, dumping, subfaturamento, fraudes, triangulações, diferenças tributárias ou pelo descumprimento das regras aplicadas a quem produz no País.</p>
<p>Concorrência é saudável e necessária. Porém, somente existe verdadeira concorrência quando todos disputam o mercado sob regras equivalentes. Hoje, essa isonomia não existe.</p>
<p>Quem produz no Brasil convive com custos financeiros elevados, tarifas, tributos, encargos incidentes sobre o trabalho formal, complexidade regulatória, burocracia, insegurança jurídica e deficiências de infraestrutura e logística. Ao mesmo tempo, enfrenta produtos importados que, em muitos casos, chegam ao mercado brasileiro favorecidos por subsídios concedidos em seus países de origem, práticas desleais de comércio ou brechas tributárias e regulatórias — especialmente nas operações realizadas por plataformas digitais internacionais.</p>
<p>O resultado é uma competição desequilibrada: exige-se muito de quem produz, investe e emprega no Brasil, enquanto nem sempre se cobra do produto importado o cumprimento de condições equivalentes.</p>
<p>A cadeia têxtil e de confecção brasileira é um bom exemplo dessa realidade. Trata-se de uma atividade ampla e diversificada, que reúne desde a produção de fibras e matérias-primas até a indústria têxtil, a confecção, a moda e sua conexão com o varejo. É uma cadeia marcada pela presença de milhares de pequenas e médias empresas, pela elevada intensidade de mão de obra e pela grande capilaridade territorial.</p>
<p>Seus desafios são setoriais, mas refletem problemas horizontais enfrentados por grande parte da indústria brasileira. Por isso, uma agenda para o seu fortalecimento também pode contribuir para tornar toda a base produtiva nacional mais competitiva.</p>
<p><strong>O primeiro objetivo deve ser a equalização das condições de competição.</strong></p>
<p>Isso exige reduzir estruturalmente os custos e as incertezas que penalizam quem produz e emprega no Brasil. Precisamos avançar na construção de um ambiente com custo de capital competitivo, segurança jurídica e regulatória, simplificação tributária, infraestrutura e logística eficientes, energia a preços adequados, menos burocracia e maior previsibilidade para os investimentos.</p>
<p>Para setores intensivos em mão de obra, como o têxtil e de confecção, é igualmente indispensável enfrentar o elevado custo do trabalho formal. Deve-se buscar, por meio do diálogo entre empresas, trabalhadores e poder público, soluções equilibradas que estimulem a contratação, reduzam a distância entre o custo suportado pelas empresas e a remuneração efetivamente recebida pelos trabalhadores, promovam a qualificação profissional e preservem direitos e proteção social.</p>
<p>A modernização das relações de trabalho deve valorizar a negociação coletiva, reconhecer as diferentes realidades setoriais e regionais e proporcionar segurança jurídica para empresas e trabalhadores.</p>
<p>Equalizar a competição também significa assegurar tratamento tributário e regulatório equivalente entre o produto nacional e o importado, independentemente de ele ingressar no País pelos canais convencionais ou por plataformas digitais. Não se trata de pedir proteção contra a concorrência, mas proteção à concorrência.</p>
<p><strong>Uma vez estabelecida essa base, o segundo objetivo é ampliar os recursos para modernização e produtividade.</strong></p>
<p>A indústria atravessa uma transformação acelerada, impulsionada pela automação, digitalização, inteligência artificial, eficiência energética e adoção de novos modelos produtivos. Para acompanhar esse movimento, o Brasil precisa oferecer crédito competitivo e de longo prazo para empresas dos diferentes portes e elos das cadeias produtivas.</p>
<p>Modernizar não significa apenas adquirir máquinas. Significa incorporar conhecimento, inovar em produtos e processos, qualificar pessoas, desenvolver novas competências e preparar empresas e trabalhadores para as transformações do mundo da produção e do trabalho.</p>
<p><strong>O terceiro objetivo é promover uma expansão mais vigorosa da presença brasileira no exterior.</strong></p>
<p>Defender a produção nacional não significa escolher o isolamento. O País precisa se integrar mais e melhor à economia mundial, por meio da abertura de mercados, de acordos comerciais equilibrados, da redução de barreiras às exportações, da promoção comercial, de instrumentos de financiamento e garantias e do apoio à internacionalização das empresas.</p>
<p>No caso da cadeia têxtil e de confecção, temos uma estrutura produtiva completa, matérias-primas, criatividade, moda, design e atributos socioambientais que podem ser transformados em vantagens competitivas. Uma inserção internacional mais ativa permitirá gerar exportações, divisas, escala produtiva, investimentos e maior presença dos produtos e das marcas brasileiras no mundo.</p>
<p><strong>O quarto objetivo é assegurar uma defesa comercial ágil, técnica e eficiente.</strong></p>
<p>O Brasil não deve se fechar às importações, mas também não pode assistir passivamente à entrada de produtos resultantes de dumping, subsídios, triangulação, subfaturamento, fraudes ou surtos de importação capazes de desorganizar setores produtivos e eliminar empregos.</p>
<p>Os instrumentos de defesa comercial precisam acompanhar a velocidade das transformações do comércio mundial. Uma medida que chega depois de empresas terem encerrado suas atividades e trabalhadores terem perdido seus empregos pode ser tecnicamente correta, mas economicamente tardia.</p>
<p>Defesa comercial não é sinônimo de protecionismo. É um mecanismo legítimo para restaurar a isonomia quando práticas desleais ou movimentos anormais de importação distorcem a concorrência.</p>
<p><strong>O quinto objetivo é combater com firmeza a informalidade, a ilegalidade e a concorrência desleal.</strong></p>
<p>Contrabando, descaminho, pirataria, falsificação, sonegação, subfaturamento e fraudes comerciais e aduaneiras retiram espaço das empresas que cumprem suas obrigações, prejudicam trabalhadores, reduzem a arrecadação e colocam o consumidor em risco.</p>
<p>Quem paga impostos, cumpre as normas, respeita o meio ambiente, emprega formalmente e investe no Brasil não pode competir em desvantagem com quem atua à margem das regras, dentro ou fora do País.</p>
<p>A isonomia, portanto, deve operar em todas as direções: entre empresas nacionais, entre produtos nacionais e importados e entre os diferentes canais de comercialização. As mesmas regras precisam valer para todos.</p>
<p>Esses cinco objetivos — equalização das condições de competição, modernização, expansão internacional, defesa comercial e combate à ilegalidade — não constituem apenas uma relação de reivindicações. Representam uma proposta de compromisso entre a cadeia produtiva e o Brasil.</p>
<p>Se o País oferecer condições adequadas para produzir, empregar, investir, inovar e competir, a cadeia têxtil e de confecção poderá responder com mais investimentos, produção, produtividade, empregos formais e qualificados, exportações, renda e desenvolvimento regional.</p>
<p>Para isso, é indispensável assegurar previsibilidade.</p>
<p>Investimentos industriais exigem planejamento, recursos expressivos e prazos prolongados de maturação. Uma fábrica não é construída, transferida, modernizada ou ampliada de um dia para o outro. Quando políticas públicas e regras mudam constantemente, investimentos são adiados, reduzidos ou direcionados para outros países.</p>
<p>O Brasil precisa estabelecer políticas de Estado para o desenvolvimento industrial que ultrapassem governos e ciclos eleitorais. Isso não significa congelar escolhas ou impedir aperfeiçoamentos, mas assegurar coerência, estabilidade e continuidade às diretrizes fundamentais do desenvolvimento produtivo.</p>
<p>A indústria brasileira não busca privilégios. Busca isonomia: condições equilibradas para competir e um ambiente que valorize quem produz, investe, inova e gera empregos no País.</p>
<p>Oferecer essas condições não representa uma concessão à indústria. Representa uma escolha pelo desenvolvimento do Brasil.</p>
<p><strong>*Fernando Valente Pimentel</strong></p>
<p><strong>Diretor-superintendente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção – Abit</strong></p>
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		<title>ETIQUETAS - HACO</title>
		<link>http://worldfashion.com.br/wfdaily/2026/09/etiquetas-haco/</link>
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		<pubDate>Wed, 30 Sep 2026 12:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>worldfashion</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[ETIQUETAGEM]]></category>

		<category><![CDATA[#HACO]]></category>

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		<description><![CDATA[A Haco, uma das maiores fabricantes de etiquetas da América Latina, lança no mercado brasileiro o 3D Form. O novo produto amplia as possibilidades de aplicação de marcas, símbolos e letras diretamente nas peças. Diferentemente de acabamentos planos, o 3D Form combina forma e volume para criar uma identidade visual e tátil mais marcante. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Haco, uma das maiores fabricantes de etiquetas da América Latina, lança no mercado brasileiro o 3D Form. O novo produto amplia as possibilidades de aplicação de marcas, símbolos e letras diretamente nas peças. Diferentemente de acabamentos planos, o 3D Form combina forma e volume para criar uma identidade visual e tátil mais marcante. O material se adapta ao tecido e acompanha seus movimentos, preservando o efeito tridimensional mesmo em peças que exigem maior flexibilidade.</p>
<p>Essa inovação tecnológica amplia o acesso para as marcas brasileiras, e reduz a dependência de soluções importadas. O desenvolvimento da solução foi direcionado também à performance da aplicação. Entre as características do 3D Form estão elasticidade, resistência ao uso e às lavagens, aderência ao tecido e maior durabilidade quando comparado a técnicas tradicionais de personalização.</p>
<p><strong><em>“Hoje, uma etiqueta faz parte do design e da experiência que um produto entrega. O 3D Form nasce dessa percepção: queremos permitir que nossos clientes explorem novas formas, volumes e sensações e tenham acesso, no Brasil, a tecnologias que estão alinhadas ao que há de mais atual no mercado internacional”</em></strong>, afirma Daniela Opuchkivicth, coordenadora de Desenvolvimento, Pesquisa e Inovação (PDI) da Haco.</p>
<p><strong>Nova estrutura para produção nacional</strong></p>
<p>Para viabilizar a produção do 3D Form no país, a Haco investiu em uma nova estrutura industrial, com planta e equipamentos dedicados ao desenvolvimento e fabricação das aplicações tridimensionais.</p>
<p>A iniciativa reforça uma estratégia construída ao longo de quase 100 anos: combinar a experiência industrial da companhia com investimentos contínuos em novos processos e soluções para a indústria da moda. Atualmente, na quarta geração da família fundadora, a Haco produz mais de 6 bilhões de etiquetas por ano e está presente em mais de 40 países e nas principais marcas de moda de todo o mundo.</p>
<p>O 3D Form pode ser explorado em segmentos como moda esportiva, casual, streetwear e outros mercados que buscam agregar textura, profundidade e personalidade para etiquetas e amplia as possibilidades de personalização na moda.</p>
<p>Sobre a Haco Etiquetas</p>
<p>Fundada em 1928, a Haco evoluiu da produção de cadarços para um portfólio com mais de 15 linhas de produtos voltadas à identificação e valorização de marcas. Atualmente, produz mais de 6 bilhões de etiquetas por ano em um complexo fabril de mais de 40 mil metros quadrados e é fornecedora de grandes marcas globais de moda, sendo conhecida como “a marca das marcas”. Além da sede em Blumenau, possui unidades em Massaranduba (SC), Eusébio (CE) e Covilhã, em Portugal, e uma estrutura com mais de 1,3 mil colaboradores.</p>
<p>Mais informações: www.haco.com.br</p>
<p>da redação com informações da Trevo Comunicação</p>
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		<title>COLEÇÃO - CEDRO TEXTIL</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2026 19:55:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>worldfashion</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[JEANS & DENIM]]></category>

		<category><![CDATA[LANÇAMENTOS]]></category>

		<category><![CDATA[TENDÊNCIAS]]></category>

		<category><![CDATA[CEDRO TÊXTIL]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de temporadas marcadas pela sobriedade, pelos tons neutros e pela discrição do Quiet Luxury, a moda abre espaço para uma estética mais expressiva. Cor, textura, volume e personalidade voltam ao centro das criações. É a partir desse movimento que a Cedro Textil apresenta sua nova coleção Jeanswear, com sete novos tecidos, novos tingimentos e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de temporadas marcadas pela sobriedade, pelos tons neutros e pela discrição do Quiet Luxury, a moda abre espaço para uma estética mais expressiva. Cor, textura, volume e personalidade voltam ao centro das criações. É a partir desse movimento que a Cedro Textil apresenta sua nova coleção Jeanswear, com sete novos tecidos, novos tingimentos e uma cartela de cores ampliada.</p>
<p>O lançamento é resultado de um processo de pesquisa, acompanhamento de tendências e troca de informações com o mercado.</p>
<p><strong><em>“O nosso papel como indústria têxtil é entender os sinais que vêm da moda e do comportamento e transformar isso em produto. O estilista precisa de liberdade para criar, mas também confiar no tecido que está usando</em></strong>”, destaca Eduardo Paixão, gerente de estilo da Cedro Têxtil e criador da coleção.</p>
<p>Entre as novidades estão quatro novos Denims: Popstar Over Black, Sírius Ultra Blue, Sírius Blue Black e Absolut Black. A coleção também apresenta três novas opções na família Colour: Duo Flex, Treviso e Pietro e novas cores de verão.</p>
<p>O Popstar Over Black traz uma nova versão do cetim Popstar, agora com cobertura black. A proposta é oferecer uma base com sobretingimento preto, associada a alto power e ótima largura.</p>
<p>A família Sírius chega com dois novos tingimentos — Ultra Blue e Blue Black — sobre uma estrutura densa e nobre, que oferece diferentes possibilidades de exploração na lavanderia.</p>
<p>Já o Absolut Black combina uma base com poliéster a um tingimento e acabamento black profundo. O tecido pode ser utilizado tanto em peças apenas amaciadas quanto em propostas de lavanderia mais extremas, incluindo efeitos marmorizados.</p>
<p>Na família Colour, o Duo Flex amplia as possibilidades de bases com Elastomultiéster, desta vez com 10% na composição. O Treviso combina elasticidade, baixo encolhimento, largura de 1,70 m e power de conforto, além de um toque macio que amplia suas possibilidades de aplicação.</p>
<p>Fechando os lançamentos, o Pietro é uma tela 1 x 1 pensada para peças como bermudas, calças cargo e jaquetas. Com bom caimento e peso adequado, o tecido conversa especialmente com propostas ligadas ao street style.</p>
<p>A coleção traz ainda novidades na cartela Vintage da Cedro. Ao lado das cores clássicas — preto, oliva, bege, caqui e marrom — chegam Rosa, Pêssego e Bordô. Os tingimentos foram desenvolvidos para serem explorados na lavanderia e reproduzir na sarja Gabrielle o aspecto de desgaste natural associado ao uso do jeans.</p>
<p><span style="font-weight: bold;">Cedro escolhe flores reais para seu novo editorial</span></p>
<p>Durante um período, menos foi mais. O chamado Quiet Luxury levou para a moda uma estética marcada pela discrição, pelas cores neutras e pelo luxo sem excessos. Agora, outro movimento começa a ganhar espaço: o desejo por mais cor, mais textura, mais volume e mais expressão.</p>
<p>Para traduzir visualmente esse momento, a empresa criou um editorial inspirado na exuberância das flores e na estética maximalista. Fotografado por Gustavo Marx, com styling de Maria Cândida Vecchi, o ensaio propõe um universo colorido e quase onírico, em contraste com um cotidiano marcado por guerras, incertezas e dificuldades. As flores naturais criam um contraste deliberado com um mundo cada vez mais dominado por imagens digitais.</p>
<p><strong><em>&#8220;Como estamos em um momento em que ferramentas de inteligência artificial permitem criar praticamente qualquer imagem, optamos por trabalhar com flores naturais. Nada substitui a perfeição da natureza. Uma flor de verdade tem movimento, textura e volume. Ela responde à luz de um jeito diferente. O resultado é um contraste entre tecnologia e matéria, artificialidade e natureza, precisão e espontaneidade”</em></strong>, finaliza Eduardo.</p>
<p>contatos acessar o site:  jeanswear.cedro.com.br.</p>
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