RJ – fashion business – passeando pela feira tech

admin • 13/01/11, 09:13

Fashion log – a empresa criou um aplicativo desenvolvido pela agência digital, Net Burreau, que trabalha com um guarda-roupa virtual - é uma realidade aumentada captada em vidro com aplicação digital de imagens. Esse projeto faz o consumidor experimentar virtualmente a roupa – tanto em vitrines, como no comércio eletrônico. Através de um marcador, a tela é sensibilizada e vai trocando as peça da coleção numa imagem projetada sobre o corpo.

Fictix – dois projetos que podem aumentar as vendas de lojas. No provador, o cliente clica fotos dos looks que vão compondo uma galeria no espelho. No final, as fotos ajudam na escolha das peças. E as fotos podem ser enviadas para e-mails. O outro projeto de comunicação sensorial consiste em um softer que mostra numa tela, modelos virtuais vestidos com peças da loja, em cima de uma base (cartão magnetizado). Tocando esta base, as roupas são trocadas na tela, dando a possibilidade do cliente conhecer  a coleção.

Plasma Sul – personalizando vitrines, a empresa cria interatividade com imagens projetadas na loja. Essa vitrine interativa pode estar na frente - o vidro como uma grande tela onde estarão os modelos virtuais com roupas da grife. Mas podem estar também como cenário, ao fundo da vitrine. Neste caso, a qualquer movimento na frente da loja, a vitrine detona imagens que se movimentam. Isso vale para pisos também.

Gomus – uma vitrine sonora é a proposta da Gomus. Passando na frente da loja, pode ser ouvido um som, sem a parafernália de caixas de som. O vidro vibra com o repertório de músicas ao qual a grife se identifica – criado também pela Gomus, através do site de relacionamento musical, www.musicsweethome.com

Lu Catoira

RJ – fashion business – Afghan

admin • 12/01/11, 21:29

100_65613A Afghan apresentou um desfile  lúdico e aristocrático sob o tema ‘Bal Masque’, com direito às máscaras cobrindo os olhos das modelos. Com estampas exclusivas (imagens do século XVIII ) e românticas, a grife apresentou o militar e a moda para a festa jovem, com anáguas de tule aparecendo sob saiotes. Entre as peças na coleção, a Afghan apostou em calças skinny, trenchs, vestidos com cintura marcada e em renda trabalhada, camisetas em 3D com estampas em tecidos sobrepostos e malhas estonadas. Lu Catoira

rj - fashion business - lix

admin • 12/01/11, 15:13

IMG_1980A estamparia digital foi a base da coleção desfilada pela Lix, seduzindo com neoprenes, cetins, rendas e malhas. Babados, golas, saiotes, devoreés, leggings com detalhes de metal, segunda pele com aplicação de flores, túnicas e meias arrastão! Uma mistura de peças que se completam em looks modernos e antenados com seu público. A produção e a trilha sonora teve a assinatura de Thomaz Azulay. Lu Catoira – Fotos: Eduardo Alonso

rj - fashion business - Cholet

admin • 12/01/11, 15:04

cholet1Os godês e evasées das décadas de 50 e 60 voltaram às passarelas da Cholet em vestidos e saias rodadas, lápis e tulipa. Devorées de folhas, cascatas de babados, flores de couro foram os detalhes da coleção em que as pantalonas  e os longos marcam um retorno com casaquetos, e os macacões chegam mais soltos. No desfile, os sapatos são de Patricia Vieira e as bijoux de Francesca Romana. Lu Catoira

rj - fashion business - mary zaide

admin • 12/01/11, 14:16

IMG_1817Mary Zaide – Retornando às passarelas, com energia renovada, Mary Zaide mostrou uma coleção muito comercial, destacando as formas dos  anos 1960 e o contemporâneo - que propõe uma mesclagem de inspirações. Do rock vieram os shorts, saias ou calças em couro preto com blaizers de lã leve e blusas de renda. O verde musgo reporta ao militar, também usado com peatês e os mantôs de ‘pele de crocodilo’ dão o peso do inverno. Dentre os detalhes, os forros dos casacos são em estampa de onça! Mary Zaide não esqueceu dos vestidos de festa curtos e drapeados, sempre fortes em suas coleções.

Lu Catoira  - Fotos: Eduardo Alonso

rj - fashion business - passeando pela feira 3

admin • 12/01/11, 13:54

Ellizabeth Marques – a coleção de festas da grife mineira buscou o glamour de Hollywwod nos anos 50 e promete uma vestir uma mulher muito feminina. Com detalhes de plumas, franjas, paetês gigantes, pérolas, rendas e peles sintéticas, (como onça e zebra), a coleção destaca os vestidos com movimentos de saias, recortes godês e repuxados - tudo enaltecendo o luxo dos tecidos e formas.

Folic – com a inspiração de Grace Kelly, um ícone de estilo, a Folic recriou o chique clássico com modernidade. Utilizou texturas diferenciadas, drapeados, babados e detalhes de coroas, brasões, laços e flores. Veludos cotelê, lãs, voil de algodão e seda foram envolvidos nos shapes dos anos 50, que conquistam. Detalhe para a linha jeans estonados claros e a camisaria de algodão listrado.

Checklist – provocativa e divertida, a grife chamou a coleção de inverno de ‘Taste me’, inspirada nos elementos sensoriais dos cinco sentidos, explorados nas estampas de notas musicais e instrumentos, bocas, óculos, frascos de perfumes, além das  texturas. A jovem da Checklist está pronta para ‘desgustar’ esse inverno com cara de Rio de Janeiro.

Nem – Malhas, lãs, twed, rendas, lãs frias….tudo muito sofisticado na grife paulista. Do preto e branco aos camelos, a grife chega aos prints de onças e aos tecidos metalizados que dão luz à estação. A Nem procurou dosar o frio com rendas e flores em shatungs e, ao mesmo tempo, com casacos de couro forrados de pele.

Lu Catoira

 

rj - fashion business - exposição casa canadá

admin • 12/01/11, 00:20

100_65152A exposição da Casa Canadá, a primeira  Maison de Alta Costura do Brasil, faz parte da programação cultural do Fashion Business, e fica na Maison Figner (sede do Senac-RJ) até o dia 30 de janeiro.  Documentos, cartas, anotações, além de fotografias, revistas, vídeos, objetos de acervo e depoimentos das antigas modelos fazem parte da exposição. Criada nos anos 40, a Casa Canadá vestia as mulheres da sociedade brasileira com luxo e sofisticação. Sob o comando de  Mena Fiala e Cândida Gluzman, a Maison foi responsável por vestir importantes primeiras-damas como Darcy Vargas, Santinha Dutra, Sarah Kubitschek e Thereza Goulart.

Os primeiros desfiles de moda do país aconteceram na Casa Canadá com as modelos mais bonitas da época e o sucesso era tanto que o Centro do Rio parava.

A pesquisa histórica teve, como fio condutor, a tese de mestrado de design da Puc, a professora Cristina Seixas. Lu Catoira

rj - fashion business - passeando pela feira 2

admin • 11/01/11, 23:21

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Toulon – Com 40 anos na moda, a Toulon, pela primeira vez aposta no atacado e montou um estande no Fashion Business. O básico da marca está reinventado, uma proposta carioca, com peças que se misturam bem em lojas multimarcas. Duda Ballesteros, é da segunda geração da marca e, como estilista, colocou na coleçã, zíper colorido nas jaquetas camisetas com bolsos invisíveis, bolsos desconstruídos, golas variadas, abotoamentos deslocados e aplicação de cotoveleiras. Nos jeans, a coleção chega com degradées em lavagens desgastadas. 

Foller – Depois de uma experiência dentro da loja Botusuana,e abrir a primeira  loja em Niterói em dezembro, a Foller abre suas portas para o atacado e projeto de franquias no Fashion Business. A moda urbana para um homem antenado investiu em malhas, jeans, algodões e acessórios que primam pelo  conforto com detalhes contemporâneos, como a cor em bolsos de bermudas, a calça saruel em jeans e moleton com corte de alfaiataria.

Lu Catoira

RJ – fashion business – passeando pela feira

admin • 11/01/11, 17:02

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Anju Anju – a jovem designer Clarissa Reis criou uma coleção com organzas, cambraias  e algodões com estampa exclusiva sob o tema viagem a Paris. Clarissa também bordou sobre estampas, sobrepôs tecidos, costurou fitas de veludo como detalhe em vestidos e usou o cetim para um trench de festa.

Reserva Natural – Há quatro edições participando do Fashion Business, a grife apresentou uma coleção de básicos charmosos em fibras naturais. Alí não entra nenhum material que seja sintético ou que polua, de alguma maneira, o meio ambiente. Os algodões são orgânicos e os tingimentos naturais. A empresa tem 19 anos, é de Passos (MG) e tem, no Brasil, 800 clientes.

Carla Carlin – de Caxias do Sul, a grife veio apresentar um inverno mais pesado, com direito a peles em estolas, malhas em vestidos com mangas e moletons em calça de trenchs. A novidade fica com o uso de um tecido composto por algodão, poliamida e fios metalizados em  calças e camisas esportivas. Carla trabalhou também estampas no direito e no avesso, num jogo de expressão mais forte e sublimação romântica.

Empório Anna – de Goiânia e há 10 anos participando no Fashion Business, tem nos vestidos, seu ponto forte. Malhas encorpadas, rendas e tecidos maquinetados foram a base da coleção de vestidos chemises, tubos, com cintura marcada e o comprimento nos joelhos.

Lu Catoira

Rj – fashion business – sacada

admin • 11/01/11, 13:11

100_6518Pela primeira vez, a grife Sacada realiza um desfile. Com a direção de estilo de Nicole Abramoff, a coleção destacou o brilho embutido nos tecidos como marca de um inverno composto de peças clássicas e luxuosas. Os metalizados surgiram nos couros e nos tecidos.Nas cores, os marrons e verdes pontuaram as estampas botânicas ganhando o brilho de paetês; os macramês em couro retrataram cascas de árvores e as flores artesanais enfeitaram blusas, mangas e vestidos A cintura está definitivamente marcada em todas as peças como cardigans de lã, vestidos pelerines, calças de rendas, casacos de diferentes tamanhos.  Lu Catoira